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O segredo do lucro: 3 dicas para melhorar os retornos financeiros da sua empresa

O segredo do lucro: 3 dicas para melhorar os retornos financeiros da sua empresa

Toda empresa, independentemente do setor em que pretenda atuar, nasce com um objetivo bem claro: gerar e perpetuar o lucro. Por isso, desde o primeiro dia, todas as engrenagens corporativas devem se alinhar à estratégia do negócio e funcionar em total sinergia, otimizando recursos para alavancar resultados.

Se a teoria é simples, a prática certamente exige uma boa dose de resiliência. De acordo com um estudo divulgado pelo Sebrae, o lucro é uma questão complexa para grande parte dos empreendedores.

A pesquisa aponta que, considerando as empresas que fecham as portas, o principal motivo para o encerramento das atividades é a falta de lucro. Da mesma forma, levando em conta os CNPJs que se mantêm ativos, a dificuldade mais comum nos primeiros anos de funcionamento é, mais uma vez, a constância na obtenção de lucro.

Logo, não seria equivocado dizer que a lucratividade é um tema sensível aos gestores modernos. Afinal, em um mercado altamente competitivo, é preciso lançar mão de táticas eficientes para acelerar os retornos da operação.

O primeiro passo é entender em profundidade as nuances do lucro — e, claro, dos indicadores que o envolvem. Depois disso, você provavelmente estará pronto para conhecer e explorar o segredo do lucro. Confira!

Rentabilidade x Lucratividade: quais são as principais diferenças?

Ainda que os dois conceitos tratem de desdobramentos financeiros, vale diferenciá-los. No dia a dia do negócio, considerando as demandas analíticas da operação, é muito provável que você precise apelar a uma ou outra — senão às duas simultaneamente.

De forma geral, a rentabilidade se refere ao retorno. Imagine, por exemplo, que você tenha injetado R$10 mil em melhoria produtiva, adquirindo uma série de máquinas para agilizar o trabalho na fábrica.

A métrica de rentabilidade é que vai afirmar se o investimento alocado no PCP está trazendo os retornos previstos no curto, no médio e no longo prazo. O cálculo permite que os gestores avaliem, sob a ótica da inteligência financeira, se a produção está “se pagando” — ou, então, quanto tempo ela levará para “se pagar”.

Por outro lado, a lucratividade também tem traços particulares. Para o Sebrae, a métrica “é um indicador de eficiência operacional que indica o ganho que a empresa consegue gerar sobre o trabalho que desenvolve”.

Trata-se, portanto, do ganho excedente: tudo aquilo que se obtém com as vendas (de produtos ou serviços), já deduzidos os custos e despesas. Se cada peça produzida custa R$35 (R$ de tributos, R$10 de insumos, R$10 de custo operacional e R$10 de mão de obra), a venda por R$70 gera 50% de lucratividade.

As diferenças entre os dois conceitos os tornam complementares — além de, claro, indispensáveis à gestão enxuta de qualquer companhia. É fácil entender o motivo: se a empresa detém 25% de lucratividade, mas apresenta rentabilidade de 10%, o retorno não é suficiente para pagar o investimento.

Da mesma forma, um negócio com 500% de rentabilidade — ou seja, quintuplicando o valor investido — pode sustentar uma lucratividade pífia, indicando que os custos operacionais estão fora de controle.

Certifique-se de combinar as métricas de lucratividade e de rentabilidade para obter um diagnóstico fiel e coerente da sua situação financeira. Os retornos financeiros que você espera podem estar escorregando entre seus dedos, soterrados por ineficiências produtivas e ocultos em relatórios incompletos.

O segredo do lucro: como maximizar os retornos financeiros?

A essa altura, é provável que você tenha percebido que o “segredo” do lucro está longe de ser uma fórmula mágica; e que, em vez disso, resultados expressivos envolvem algumas variáveis importantes.

Para perseguir saldos positivos, você precisa se comprometer com análises profundas e recorrentes, capazes de ordenar a complexidade da operação e, assim, gerar insights valiosos. Agora, é hora de saber por onde começar…

  1. Melhore as negociações com fornecedores

A gestão sinérgica da cadeia de suprimentos representa um grande desafio aos gestores focado em alta performance. Dos insumos necessários à fabricação dos produtos, passando pela transportadora contratada para escoamento, fique atento a gargalos que podem prejudicar o desempenho da operação.

Os fornecedores, por exemplo, são peças-chave na maximização do lucro. Negociações mais atrativas — no preço unitário da matéria-prima ou na forma de pagamento, para citar apenas duas das possibilidades — podem garantir o balanço positivo nos indicadores financeiros, impulsionando o desenvolvimento do negócio.

O IQF (Índice de Qualidade do Fornecedor) é um bom aliado na manutenção de parceiros. A partir do cruzamento de informações essenciais, tais como a confiabilidade da entrega e a qualidade do material vendido, é possível organizar as empresas mais eficientes e alinhadas às demandas da companhia, mantendo o alto nível dos relacionamentos comerciais.

  1. Reveja a formação de custo e preço

A precificação não é uma tarefa fácil. Fixar o preço de um produto ou serviço exige um mergulho profundo nos números corporativos: só assim, munido de dados transparentes, pode-se criar um cenário de lucratividade perene, cobrindo custos e despesas e adicionando uma boa margem.

Na pesquisa do Sebrae, a falta de capital de giro e/ou lucro foi apontada como o segundo maior motivo para o fechamento de empresas. Não há exagero em afirmar que esse é o reflexo de uma precificação cega, sem embasamento e sem análise.

Quando não há sistematização de informações, fica difícil resgatar o valor de um insumo ou ratear o custo operacional entre os departamentos do negócio. Quando os dados estão dispersos e descentralizados, é impossível resgatar as despesas para, então, balanceá-las no cálculo da margem de lucro.

Para viabilizar esse nível de controle, é preciso investir em tecnologia de ponta. Um bom sistema ERP, apto a integrar todo o workflow empresarial, é o recurso ideal para alavancar os critérios (e a assertividade) da precificação. 

  1. Analise os indicadores de qualidade

Desvios na qualidade são prejudiciais à operação e despontam como grandes inimigos do lucro. Sempre que há desperdício excessivo, causado por uma falha de processo ou por um erro humano, o prejuízo é certo.

A única maneira de evitar esse tipo de problema, eliminando gargalos com rapidez e eficiência, é manter os olhos bem abertos e os relatórios bem atualizados. É importante, por exemplo, que você assegure a disponibilidade de recursos robustos, transparentes e integrados. Abuse da tecnologia para maximizar os resultados da fábrica!

Se, ao analisar os dashboards de desempenho do PCP, você notar que o número de peças produzidas caiu significativamente em determinado período, acione o alerta: em algum ponto do processo, na preparação das máquinas ou na sequência de tarefas, deve haver um gargalo — e você precisa corrigi-lo prontamente, de forma a minimizar os impactos negativos na lucratividade do negócio.

É por isso que a rotina de monitoramento é essencial à gestão de qualidade e, por consequência, também à busca por lucros exponenciais. Afinal, uma parcela considerável do segredo para melhorar os retornos financeiros diz respeito à capacidade de liderar as decisões da companhia. A melhor forma de fazer isso é, sem dúvida, se apoiar em dados coesos.

Conclusão

A tecnologia de gestão é responsável por simplificar processos, automatizar rotinas e integrar departamentos. Todos os inputs da operação são centralizados e organizados, facilitando o acesso às informações estratégicas da empresa — acentuando a assertividade e a competitividade das decisões.

Precisa de ajuda para entender a complexidade do negócio, calibrando as engrenagens que impulsionam os lucros da organização?


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