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Gestão da cadeia de suprimentos: o que é e quais são as melhores práticas

Gestão da cadeia de suprimentos: o que é e quais são as melhores práticas

Quando o assunto é logística, a gestão da cadeia de suprimentos desponta como um tema importante e inadiável. De acordo com um estudo da Fundação Dom Cabral (FDC), problemas de infraestrutura e restrição urbana acrescentaram, nos últimos anos, um custo de R$15,5 bilhões aos processos logísticos das empresas. Impactando negativamente na eficiência das operações de recebimento e escoamento.
O cenário é desafiador e, por isso, exige que os gestores modernos se dediquem a encontrar soluções coesas e inovadoras para otimizar as rotinas ligadas à cadeia de suprimentos. Ao padronizar procedimentos, por exemplo, é possível obter ganhos de produtividade e, assim, melhorar a competitividade do negócio.

Se você ainda tem dúvidas sobre a dinâmica de gestão da cadeia de suprimentos, é hora de mergulhar fundo no conceito! Primeiro, exploraremos o conceito sob uma ótica mão na massa. Em seguida, detalharemos as estratégias mais eficazes no gerenciamento da cadeia de suprimentos. Por fim, compartilharemos os principais desafios da área e, claro, as melhores práticas para gerenciá-la.

Boa leitura e bons insights!

O que é, na prática, a gestão de cadeia de suprimentos?

A gestão otimizada da cadeia de suprimentos pressupõe a nutrição de uma ampla rede de relacionamentos. Toda empresa, independentemente do porte ou segmento a que se dedique, precisa alimentar parcerias internas e externas, garantindo a assertividade dos processos e, claro, também a saúde de seus caixas.

Imagine, por exemplo, o dia a dia na fábrica. Para que a linha de produção possa funcionar a todo o vapor, é preciso dispor da matéria-prima necessária e contar com a eficiência das máquinas envolvidas na dinâmica de trabalho. Além disso, os turnos devem escalar um número suficiente de colaboradores para que, ao fim do fluxo operacional no PCP, a demanda de pedidos seja corretamente suprida por itens acabados de alta qualidade.

Uma análise mais criteriosa reforça a interdependência desses fatores. O abastecimento de insumos requer a compra antecipada dos materiais, enquanto a manutenção preventiva dos equipamentos industriais assegura a plena capacidade da planta.

Responsabilidade de todos

E mais: os departamentos da empresa têm sua parcela de responsabilidade. Ao RH, cabe a missão de suportar as atividades na fábrica, reduzindo o turnover de profissionais e mantendo-os devidamente protegidos (com todos os EPIs à disposição) e motivados. À logística, fica o desafio de viabilizar o escoamento efetivo dos produtos acabados, certificando que os clientes tenham acesso rápido e seguro àquilo que negociaram com os vendedores da companhia.
Todos esses inputs, portanto, se relacionam à cadeia de suprimentos — também conhecida por supply chain, termo equivalente em inglês. Trata-se, na prática, do comprometimento em gerir uma estrutura complexa, composta por pessoas, processos, informações e recursos unidos em um objetivo importante: organizar a produção e afiançar entregas cada vez mais lucrativas e encantadoras.

Quais são as melhores práticas para gerir a cadeia de suprimentos?

Todo líder industrial compartilha do desejo de enxugar operações, maximizar a produtividade da fábrica e aumentar as margens de lucro. A boa notícia é que a gestão eficiente da cadeia de suprimentos, associando conhecimentos técnicos e ferramentas robustas, pode ajudar você a alcançar essas metas.
De forma geral, a excelência na operação de supply chain começa na integração de áreas e processos. O setor de Compras, por exemplo, precisa conhecer em profundidade a demanda comercial — para, só então, aperfeiçoar as negociações com fornecedores com base na previsibilidade de vendas. O time do PCP, por sua vez, deve checar a disponibilidade de matéria-prima no estoque, fixando um cronograma coerente de entregas.
A centralização de dados confiáveis é, sem dúvida, uma das práticas essenciais ao gerenciamento da cadeia de suprimentos, mas é preciso ir além. Para acelerar os resultados do negócio e aprimorar as rotinas de supply chain, fique atento a alguma das melhores práticas da área!

Mapeie processos e elimine gargalos

O primeiro passo para lapidar a gestão da cadeia de suprimentos é se apropriar das atividades cotidianas. Ao levantar o conjunto de processos, você mergulha nos fluxos de trabalho e disseca as operações corporativas — do administrativo à produção.
De posse das informações internas, o gestor obtém uma vantagem importante: pode reavaliar os procedimentos adotados sob a ótica da otimização, agregando mais confiabilidade às decisões do negócio. Se, em algum momento, um gargalo prejudicial for detectado, na dinâmica de ressuprimento ou na negociação de prazos com clientes, o correto é acionar um sinal de alerta e desencadear uma ação imediata.
Apenas ao mapear os processos com constância e transparência, monitorando o desempenho do PCP, é possível efetivar melhorias significativas na fábrica. O final da equação é bastante positivo e faz toda a diferença na competitividade da indústria. O fluxo de caixa e as perspectivas de lucro agradecem!

Padronize operações

Tarefas padronizadas reservam muitas vantagens às empresas modernas. É fácil entender os motivos: primeiramente, os padrões evitam que erros humanos se repitam com frequência exacerbada, dilapidando a rentabilidade do chão de fábrica e da companhia como um todo. Além disso, rotinas predefinidas aceleram a performance da equipe, extraindo o máximo potencial dos recursos disponíveis.
Esses benefícios são igualmente bem-vindos na gestão da cadeia de suprimentos. É indicado, por exemplo, que os analistas de Compras incorporem atividades analíticas às demandas do dia a dia. Antes de formalizar um pedido ao fornecedor, certifique-se de checar os relatórios de previsibilidade de vendas e, também, de confirmar o preço médio negociado nas últimas compras.

Estimule a cooperação entre os profissionais

A integração de áreas é indispensável ao sucesso da estratégia de supply chain. Para isso, porém, não basta sinalizar ao time a importância da troca contínua de informações: é preciso, mais do que nunca, incentivar a centralização de dados para facilitar consultas ricas entre departamentos.
O gerenciamento da cadeia de suprimentos requer o compromisso dos funcionários. Quando há cooperação, suportada e endossada por ferramentas aderentes, reduz-se o retrabalho e minimizam-se os erros operacionais. Logo, é fundamental que as equipes interajam em prol de uma meta comum: otimizar a produção de ponta a ponta, da entrada no estoque à geração da NF de saída, de modo a disparar os resultados da indústria.

Invista em tecnologia de gestão

O PCP costuma ser uma área sensível para grande parte das empresas contemporâneas. Lidar com a complexidade do chão de fábrica pode ser um desafio — mas, nele, também residem excelentes chances de diferenciação e ótimas oportunidades de lucro.
O ERP é a resposta para muitas das perguntas gerenciais, inclusive aquelas que se referem ao supply chain. Em algumas telas e em poucos cliques, por exemplo, é possível incluir (ou alterar) a engenharia de um projeto, revisar a disponibilidade da fábrica (por turno e máquina) e atestar a qualidade do produto acabado.
Além da linha produtiva, os demais setores envolvidos na gestão da cadeia de suprimentos também se beneficiam do poder tecnológico: enquanto o Compras extrai relatórios de IQF (Índice de Qualidade do Fornecedor), selecionando os melhores parceiros, a Logística de distribuição se vale das informações do estoque para programar o transporte dos itens acabados com agilidade e segurança. Ou seja: uma vez integradas, as operações funcionam de maneira mais sinérgica, eficiente e rentável.

Conclusão

Se você está procurando uma solução integrada para potencializar os retornos da sua fábrica, dando força e consistência ao gerenciamento da cadeia de suprimentos, fale conosco. Agende uma consultoria gratuita e saiba como o Areco ERP pode ajudar você e o seu negócio.


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