Tudo que você queria saber sobre Gestão à Vista e seus indicadores

Tudo que você queria saber sobre Gestão à Vista e seus indicadores

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Gestão à Vista é uma metodologia essencial no mundo dos negócios e pode ser vista como a ligação entre os dados e as pessoas, porque ela usa pistas visuais instintivas para disponibilizar informações precisas dentro do local de trabalho, em todos os momentos, para quem precisa ter conhecimento delas. Essas informações são disponibilizadas da forma mais básica para fornecer tudo o que você precisa saber e até o que não precisa para, assim, entender ao que não dar prioridade. Acompanhe a leitura e entenda o que é Gestão à Vista e seus indicadores:

Vamos entender o que é, de fato, Gestão à Vista e seus indicadores?

A Gestão à Vista é uma metodologia que definirá a capacidade de um sistema ou ferramenta mostrar rapidamente o status atual para qualquer pessoa que possa observá-lo, dentro de aproximadamente 30 segundos. Pode ser o status da produção, padrões de qualidade, status da entrega ou status da máquina. Existem indicadores para que todos saibam que direção cada processo está tomando. Se a Gestão à Vista for bem-sucedida, todos na sua fábrica compreenderão e saberão como corrigir um problema se algo estiver errado.

Uma das chaves para o crescimento de um negócio geralmente é a capacidade de preparar pessoas de todos os níveis para tomar decisões e assumir responsabilidade. Isso não quer dizer que a responsabilidade assumida seja de todo uma interpretação negativa da expressão, mas que todos estão empoderados para tomar decisões quando a capacitação e a interpretação dos dados estão caminhando juntos. Assumir responsabilidade neste caso é ter a determinação de entender o que é melhor ou não para a fábrica.

Exemplo prático:

Você, provavelmente, já jogou algum jogo online – qualquer jogo. Seja ele no PlayStation, Xbox, no seu computador ou até nos famosos Vídeo Games portáteis, certo?

O comandante agora é você. O carro, o personagem, as ferramentas para a defesa, para o ataque, enfim todos os controles do jogo estão sendo comandados por você. Ter os conhecimentos da função de cada botão do controle ou do teclado, das possibilidades do jogo, das suas limitações e das estratégias certas para aplicar durante cada fase te tornarão um jogador cada vez mais competitivo. Todos os indicativos que aparecerem no jogo te auxiliarão na sua consciência da situação que, por sua vez, influenciará no seu comportamento e atitude.

Existem outras pessoas no mesmo ambiente que você e estão te observando jogar. Essas pessoas não fazem parte do jogo, apenas estão torcendo para você passar para a próxima fase ou, simplesmente, ganhar. Quem assumiu o controle de tudo foi você, elas no máximo podem te dar dicas, mas não vão assumir o comando. Elas não têm nem a responsabilidade nem o poder de influenciar nas decisões dos seus próximos movimentos, além de não terem conhecimentos dos indicadores do jogo. São simplesmente observadoras.

Bem-vindo à vida real

A metáfora serviu para explicar como superficialmente funciona a gestão dentro das fábricas. Os gestores são os jogadores e os colaboradores são os observadores. Se você é a pessoa que está à frente da liderança ou de uma das lideranças da fábrica, provavelmente já se frustrou pela falta de engajamento dos colaboradores.

Infelizmente frustrar-se não resolve o problema, mas talvez entender que a culpa possa estar na atitude de não mudar o comando do jogo para “multijogadores”, resolva.

Se os colaboradores começarem a perceber que as atitudes deles pouco influenciam no direcionamento que a empresa está tomando, que as suas atividades não tem relevância e que o trabalho delas não tem conexão entre o que estão desempenhando e os resultados da empresa, então se sentirão apenas como observadores. E observadores apenas… observam.


Para ler mais tarde: Candidato Ideal para Indústria – Saiba como contratar


Como evitar que isso aconteça?

Estamos a todo momento em contato com artigos, vídeos, webinars e diversos outros tipos de conteúdo com gestores, coordenadores, gerentes etc. explicando a importância do empoderamento, orientação, treinamento, autonomia e participação.

Essas características levam as pessoas a sentirem-se parte do negócio e entenderem que suas atitudes, estratégias e sugestões terão sim impacto no negócio. O que aumenta o senso de responsabilidade e de pertencimento. E, é claro, os efeitos não poderiam ser outros do que se não: positivos.

Neste exemplo, é como se cada pessoa que observa, agora pudesse assumir uma parte do controle do jogo junto com você para assim colaborar com os movimentos que você, estrategicamente, fará.

A importância e as vantagens da Gestão à Vista

A metodologia, como dito anteriormente, diz respeito ao compartilhamento de informações e tem o propósito de deixar evidente para todos os colaboradores para onde a empresa está caminhando e qual o cenário atual. A ideia é que todos os colaboradores possam ter acesso às informações e feedbacks em tempo real, este é o verdadeiro sentidos de realizar a Gestão à Vista e seus indicadores. Assim, passam a estar aptos a realizar ajustes e atualizações necessárias.

Exemplo: está ocorrendo uma perda significativa dentro das linhas de produção, bem acima do esperado, porém os operadores não têm conhecimento sobre isso, logo não poderão mudar nada em seus comportamentos.

Porém se esta informação está a mostra em forma de um gráfico em um grande painel de Gestão à Vista e seus indicadores no setor, sendo atualizado todos os dias, o comportamento dos operários imediatamente será outro.

É a diferença entre os jogadores e os observadores. As informações vão estabelecer a conexão de todos os colaboradores com a estratégia e cultura da empresa.

Ao falar sobre visualização das informações, precisamos começar com referências generalistas. Por exemplo, conforme sugerido por um estudo da 3M, os seres humanos processam recursos visuais 60.000 vezes mais rápido que o texto. Além disso, a pessoa média lembra 20% do que lê, em comparação com 37% das imagens visuais. Isso significa que confiamos muito em nossos sentidos para dar vida as ideias.

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Quando entendemos que um dos principais benefícios da Gestão à Vista e seus indicadores é o contexto visual envolvido na metodologia, podemos nos aprofundar e entender os pontos que definem a importância de adotá-la para o seu negócio:

1. Comunicando de forma visual as informações:

Essa é a forma mais comum de Gestão à Vista em um local de trabalho e permitirá que seja a maneira mais rápida e eficaz de comunicar informações aos colaboradores. Você pode encontrar esse tipo de gerenciamento visual em um quadro de avisos da equipe e nas paredes. O gerenciamento visual é uma maneira eficaz de comunicar informações importantes, como conselhos de saúde e segurança, realização do trabalho e estado atual do trabalho.

2. Aviso sobre problemas potenciais:

Quando você pensa em Gestão à Vista e seus indicadores, talvez seu primeiro pensamento possa não ser o de evitar problemas em potencial, mas ela é incrivelmente eficaz para esse propósito.

Essa metodologia permite que você veja imediatamente quando uma ferramenta ou produto está ausente do seu posicionamento correto. Isso o ajudará a localizá-lo e devolvê-lo antes que seja tarde. Podemos usar os exemplos da vida cotidiana também neste caso, como: uma luz de combustível no carro, bateria fraca em um celular ou uma luz vermelha piscando para simbolizar um erro. Esses são todos os avisos visuais que permitem corrigir um problema antes que ele tenha um impacto negativo na operação.

Outra maneira que o gerenciamento visual ajuda a identificar problemas em potencial é mostrar o estado atual do trabalho ou realizar o acompanhamento de desempenho. Por exemplo, se você perceber que o Inventário não está dentro da meta de forma consistente nos três turnos anteriores – você pode tomar medidas rápidas para determinar o que está errado antes que seja tarde demais para agir.

3. Motivação e Foco:

Essa metodologia permite que a equipe fique motivada e focada para alcançar suas metas. Todos acabam ficando concentrados em um objetivo em comum, observam o impacto das suas ações e se esforçam para melhorar. Assim, sentem-se uma parte valiosa do processo.

4. Tomada de decisão ágil:

Com o processo e os resultados estando à vista de todos, será possível tomar decisões de forma mais ágil, quando for necessário.

Em um meio corporativo, muitas vezes decisões tem que ser tomadas de imediato, pois imprevistos acontecem. Sendo assim, é possível gerenciar alguma pequena crise.

Como aplicar a Gestão à Vista e seus indicadores?

Depois de mostrar o que é e o quanto é importante aplicar esta metodologia para a sua empresa, vamos te mostrar como aplicá-la na rotina da sua fábrica.

Existem algumas maneiras de realizar a aplicação. Muitas delas podem ser iniciadas de forma rápida, além disso, vários formatos poderão ser utilizados como exemplo: Kanban, Mural, TV Corporativa, Painéis, Gráficos, Cronogramas, entre outros.

Caberá a cada gestor decidir qual método se adaptará melhor a rotina da empresa.

E lembre-se: esta metodologia não se trata de distribuir informações deliberadamente. As informações e índices divulgados nos departamentos devem fazer sentido dentro do contexto.

As informações e os indicadores devem ser divulgados de uma maneira que estejam próximos a realidade dos colaboradores e que faça sentido. Divulgar o lucro, por exemplo, poderia gerar um impacto negativo, pois não são todos que estão familiarizados com todas as estratégias da empresa, tem conhecimentos de mercado, de patrimônio líquido, entre outros, para interpretar essa informação.

Pela ótica do colaborador, sem estar contextualizado, ao analisar essas informações, duas coisas podem passar pela cabeça dele: “Estamos com uma ótima margem de lucro: quero um aumento.» ou «Estamos com uma margem de lucro ruim: vou procurar outro emprego.”

Definição e implicações de um quadro visual Kanban

Para integrar o gerenciamento visual ao seu processo de trabalho, você precisa utilizar alguma ferramenta específica. Um quadro Kanban é uma ferramenta para visualização do fluxo de trabalho e um dos principais componentes do método Kanban. O quadro representará diferentes estágios de trabalho (ex. “Tarefas”, “Em andamento”, “Concluídos”) pelos quais o desenvolvimento de um produto passa, enquanto o último – vários tipos de atividades.

O principal objetivo do quadro Kanban é tornar o processo de trabalho mais transparente. Dessa forma, os gerentes de projeto podem agir de acordo sempre que surgir um problema que impeça o trabalho de avançar na linha. Além disso, eles podem acompanhar o amadurecimento do fluxo de trabalho ao longo do tempo e tomar decisões ideais para aprimorá-lo constantemente.

Com a ajuda do quadro, os gerentes também podem acompanhar de perto as tarefas específicas que correm o risco de não cumprir um SLA (contrato de nível de serviço) concreto ou atribuir uma prioridade mais alta aos itens de trabalho mais importantes que outros.

Benefícios de utilizar o Kanban para implementar a Gestão à Vista e seus indicadores

Agora que já temos uma ideia do que é o quadro Kanban, vamos nos aprofundar e ver quais são seus benefícios especificamente para o gerenciamento visual. De forma geral, eles podem ser resumidos na lista abaixo:

  • Economizar tempo
  • Solução mais rápida de problemas
  • Maior eficiência no trabalho
  • Melhor prestação de contas
  • Melhor desempenho da equipe

1. Economizar tempo:

Se você se perguntar quanto tempo sua equipe gasta na entrega de atualizações de status por meio de reuniões, mensagens, relatórios etc. aposto que sua resposta será: «muito». Tudo isso contribui para diminuir a velocidade de trabalho dos colaboradores, tornando-os ineficientes no trabalho real que eles precisam realizar.

Em geral, no quadro Kanban, as tarefas costumavam ter a forma de post-its e tinham apenas as informações mais importantes. No entanto, com o surgimento do quadro digital Kanban, os membros da equipe podem compartilhar tudo entre si em um lugar de comum acesso para todos.

Isso torna as informações mais acessíveis, o que reduz o tempo que alguém da sua equipe passaria indo e voltando fazendo perguntas, participando de reuniões ou entregando relatórios de status à gerência sênior.

2. Solução mais rápida de problemas:

 Resolver problemas o mais rápido possível é algo que todo gerente se esforça para alcançar. É por isso que você precisa identificar problemas em seu fluxo de trabalho assim que eles aparecem.

É aqui que o quadro Kanban também vai te auxiliar. Com à criação de um fluxo de trabalho mais transparente, você poderá ver se alguma de suas tarefas não está avançando como deveria. Quando os obstáculos, atrasos, gargalos etc. forem visíveis e compartilhados, será mais fácil procurar ajuda se necessário e, eventualmente, agir de acordo para resolvê-los o mais rápido possível.

3. Maior eficiência no trabalho

A melhoria da eficiência do trabalho é uma parte fundamental da evolução do processo de trabalho de qualquer negócio. Felizmente, o Kanban também tem algo a oferecer nessa área.

Lá, você pode configurar os limites de trabalho em andamento para restringir o número de itens em andamento em um momento específico. Isso ajuda os membros da equipe a focarem sua atenção na conclusão de seu trabalho atual antes de iniciar um novo, o que reduz o problema de alternância de contexto (multitarefa).

Como resultado, você experimentará níveis mais altos de produtividade, além de uma melhoria na qualidade do trabalho que chega às mãos do cliente final.

4. Melhoria na prestação de contas:

O Kanban, como método de gerenciamento Lean, incentiva atos de liderança em todos os níveis da organização. A razão por trás disso é dar mais liberdade às pessoas que, na realidade, colaboram com todo processo de trabalho. O resultado desejado é aumentar a motivação de sua equipe para que eles possam entregar uma quantidade maior de valor em um período menor para os clientes finais.

5. Melhor desempenho da equipe:

Um dos maiores benefícios da implementação de um quadro Kanban para gerenciamento visual é que ele pode servir de base para a melhoria contínua.

Por exemplo, através da representação visual do seu fluxo de trabalho, o feedback interno e externo é facilmente fornecido e compartilhado entre os membros da equipe. Dessa forma, todos poderão aprender continuamente uns com os outros e se tornarem cada vez melhores com a execução das suas tarefas individuais ao longo do tempo.

Principais componentes do quadro Kanban

Cartões Kanban

Os cartões serão uma representação visual das tarefas. Cada cartão contém informações sobre a tarefa e seu status, como prazo, responsável, descrição etc.

Colunas Kanban

Cada coluna no quadro representa um estágio diferente do seu fluxo de trabalho. Os cartões passam pelo fluxo de trabalho até a conclusão.

Limites de trabalho em andamento

Eles restringem a quantidade máxima de tarefas nos diferentes estágios do fluxo de trabalho. A limitação do WIP permite que você finalize os itens de trabalho mais rapidamente, ajudando sua equipe a se concentrar apenas nas tarefas atuais.

Kanban Swimlanes

São faixas horizontais que você pode usar para separar diferentes tipos de atividades, equipes, classes de serviço etc.

Se você é novo no método, pode começar com uma estrutura de quadro simples e dividi-la em três seções básicas que mostram diferentes estágios do fluxo de trabalho:

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Para um mapeamento mais detalhado do seu processo, você tem a liberdade de criar quantas subseções forem necessárias para visualizar seu fluxo de trabalho com máxima precisão. Por exemplo, uma equipe de desenvolvimento pode ter um quadro de tarefas Kanban que consiste em várias colunas e raias.

Como utilizar um quadro Kanban

1. Visualize o fluxo de trabalho da sua equipe no quadro Kanban e identifique as fraquezas

O quadro Kanban é uma ferramenta perfeita para visualizar possíveis problemas no processo. A lógica é simples: se você vir uma coluna, na qual as tarefas chegam mais rápido do que saem, o trabalho começará a se acumular e o problema ficará visível para toda a equipe.

Isso pode ser causado por um problema temporário ou um gargalo no seu processo. Então, recomendamos que você mapeie seu fluxo de trabalho da maneira mais precisa possível, para ter uma imagem absolutamente clara de onde está o problema.

Por exemplo, se você tiver um quadro Kanban simples com apenas uma seção «Em andamento» e houver muitas cartas aguardando atividade, será muito difícil determinar por que o trabalho está travando e o que pode ser feito para aliviar a situação.

Se você reservou um tempo para mapear detalhadamente seu fluxo de trabalho e seu quadro estiver dividido por inúmeras colunas para todas as etapas de trabalho, você entenderá rapidamente onde é possível fazer melhorias.

2. Use o Quadro Kanban para limitar o trabalho em andamento e o foco

O quadro Kanban é uma ótima maneira de desencorajar sua equipe de realizar diversas tarefas de forma desnecessária aplicando limites WIP de acordo com sua capacidade. Você pode aplicar um limite ao número total de tarefas que podem estar em andamento simultaneamente ou colocar limites individuais em cada estágio do seu fluxo de trabalho.

Se você deseja aumentar a taxa de entrega de valor aos seus clientes, mantenha todas as pessoas focadas no menor número possível de tarefas.

Dessa forma, eles deixarão de iniciar um novo trabalho e se concentrarão em finalizar as tarefas que já estão em andamento. Saber que todos podem ver o que cada pessoa está fazendo é um grande motivador para buscar um desempenho melhor o tempo todo também.

3. Use o Painel Kanban para economizar tempo desperdiçado em reuniões desnecessárias

 Um benefício significativo que vem com a implementação dos quadros Kanban é que eles economizam muito tempo gasto em reuniões, relatórios de progresso e muitas outras interrupções desnecessárias.

Nele, ficará visível quem está fazendo o que a qualquer momento. O quadro Kanban manterá você e todos da equipe informados sobre o andamento das atribuições de seus colegas: dessa forma, você não precisará agendar reuniões com tanta frequência para receber atualizações do progresso das atividades.

4. Colete as principais métricas de fluxo de trabalho e evolua

Os quadros Kanban digitais podem coletar automaticamente informações sobre o tempo de ciclo de suas tarefas e outros indicadores-chave de desempenho. Isso o ajudará a tomar decisões baseadas em dados sobre quaisquer alterações em seu processo e economizará muito tempo desperdiçado na coleta de métricas manualmente.

Além disso, saber como usar um quadro Kanban ajudará você a priorizar as tarefas de uma maneira mais produtiva.

Outros dois exemplos de metodologias para aplicar a Gestão à Vista:

Primeiro exemplo: Balanced Score – Objetivos da Empresa

O Balanced Score analisa sua organização de quatro perspectivas diferentes para medir a saúde da empresa. Cada uma dessas perspectivas se concentra em um lado diferente fábrica, criando uma visão equilibrada da sua organização.

1. Aprendizado e Crescimento

A perspectiva de aprendizado e crescimento analisa sua cultura corporativa geral. Os colaboradores estão cientes das últimas tendências do setor? É fácil para os funcionários colaborarem e compartilharem conhecimento ou sua empresa está dentro de uma verdadeira bagunça burocrática? Todos têm acesso a oportunidades de treinamento e educação continuada?

A tecnologia desempenha um papel importante no aprendizado e no crescimento. As pessoas são capazes de usar os dispositivos e o software mais recentes ou seus sistemas arcaicos estão paralisados com uma tecnologia antiga? O que você está fazendo para garantir que sua organização esteja à frente da concorrência?

2. Processos internos de negócio

A perspectiva dos processos internos de negócios analisa o desempenho da sua empresa. A eficiência é importante aqui. Trata-se de reduzir o desperdício, acelerar os processos e fazer mais com menos. Existem obstáculos desnecessários entre novas ideias e execução? Com que rapidez você pode se adaptar às mudanças nas condições de negócios?

Essa perspectiva também o incentiva a dar um passo para trás. Você está fornecendo o que seus clientes realmente querem? Em que você deve ser melhor?

3. Cliente

A perspectiva do cliente concentra-se nas pessoas que realmente compram seus produtos e serviços. Você está ganhando novos negócios? Que tal manter seus clientes da base felizes? Como você é visto no seu segmento de atuação em comparação com seus concorrentes?

A satisfação do cliente é um ótimo indicador de sucesso. A maneira como você trata seus clientes hoje afeta diretamente quanto de sucesso você terá amanhã.

4. Financeiro

Só porque estamos analisando sua organização de maneira equilibrada, não significa que queremos ignorar as medidas financeiras tradicionais. Muito pelo contrário, as perspectivas financeiras são um dos principais focos do balanced score.

Você está ganhando dinheiro? Seus acionistas estão felizes? A saúde financeira da sua organização pode ser um indicador de atraso que mostra o resultado de decisões anteriores, mas ainda é incrivelmente importante. O dinheiro mantém as empresas vivas, e as perspectivas financeiras se concentram apenas nisso.

5. Objetivos estratégicos:

O próximo passo na criação de um balanced score é escolher vários objetivos estratégicos para cada perspectiva. Alguns exemplos de objetivos estratégicos podem ser:

  • Reduzir danos;
  • Melhorar o tempo de chamada;
  • Aumentar lucros.

Escolher seus objetivos estratégicos é definitivamente mais arte do que ciência. Também é uma daquelas coisas que você não pode terceirizar para um consultor para descobrir por conta própria. As pessoas que conhecem os detalhes íntimos da sua organização são muito importantes aqui, então envolva-as desde cedo.

Felizmente, temos algumas diretrizes úteis. Toda organização terá objetivos estratégicos diferentes, mas todos os bons objetivos estratégicos são semelhantes de várias maneiras.

Comece com um verbo

Todos os seus objetivos estratégicos devem começar com uma palavra de ação. Melhore, reduza, aumente, otimize, maximize, minimize. Todas essas são ótimas palavras que envolvem se mover!

Micro-ambiente

Não adianta se concentrar em algo que você não tem controle. Por exemplo, uma taxa de juros mais baixa pode ajudar sua empresa, mas não é algo que você pode controlar. Se não fizer parte do micro-ambiente, mantenha fora do seu balanced score.

Sem fim

Estamos procurando objetivos estratégicos com os quais você se preocupará por um bom tempo. Não se trata de eventos únicos ou prazos. É uma melhoria consistente. É «melhorar a porcentagem de sucesso» e não «ganhar a copa do mundo de 2006».

Mensurável

Algumas coisas são muito difíceis de quantificar, portanto essas são más candidatas a objetivos estratégicos. Se você não puder fazer uma pesquisa de reconhecimento de marca, não escolha «melhorar o reconhecimento da marca» como objetivo estratégico.

Juntando as peças

Depois de escolher vários objetivos estratégicos para cada perspectiva, você pode colocá-los em cima de perspectivas como essa.

Pela primeira vez, podemos começar a ver como a estratégia geral de uma organização é apresentada.

Mapa estratégico

Se você já conhece um pouco sobre o balanced score, esse gráfico que mostra seus objetivos estratégicos nas quatro perspectivas pode parecer familiar. É o começo do que chamamos de mapa de estratégia e é uma maneira comum de mostrar a estratégia de uma organização rapidamente.

A etapa final na criação de um mapa estratégico é indicar flechas entre seus objetivos estratégicos que mostram a cadeia de causa e efeito.

Você pode ler o fluxo estratégico do seu balanced score, começando na parte inferior e seguindo os caminhos para a parte superior, assim seu mapa estratégico conta a história da estratégia da sua organização.

Exemplo:

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Métricas

Os componentes finais para fazer um balanced score são as métricas, por isso todo objetivo estratégico deve ter um ou dois itens que você mede para determinar o desempenho. Essas métricas precisam de objetivos e devem ser feitas regularmente.

Por exemplo, se seu objetivo estratégico fosse «aumentar aquisições», uma boa métrica seria «número de novas aquisições». Se o objetivo estratégico fosse «aumentar a experiência dos funcionários», uma boa métrica seria «total de horas de treinamento departamental».

É importante escolher um número muito pequeno de métricas para fazer o acompanhamento, porque ao limitar cada objetivo estratégico a uma ou duas métricas, você pode se concentrar nas coisas mais importantes. O rastreamento de muitas métricas geralmente significa que nada tem melhorado.

Por fim, é porque é muito importante descobrir sua estratégia geral primeiro. Se você escolher métricas no início do processo, provavelmente acabará medindo as coisas erradas.

Segundo exemplo: Dashboards

Um Dashboard pode ter sua tradução livra para «painel de dados». É uma ferramenta de gerenciamento de informações que rastreia, analisa e exibe indicadores-chave de desempenho (KPI), métricas e pontos-chave de dados para monitorar a saúde do seu negócio, departamento ou processo específico. Eles são personalizáveis para atender às necessidades específicas de um departamento e empresa. Nos bastidores, um painel se conecta aos seus arquivos, anexos, serviços e APIs, mas na superfície exibe todos esses dados na forma de tabelas, gráficos de linhas, gráficos de barras e medidores. Um painel de dados é a maneira mais eficiente de rastrear várias fontes de dados, pois fornece um local central para as empresas monitorarem e analisarem o seu desempenho. O monitoramento em tempo real reduz as horas de análise e a longa linha de comunicação que anteriormente desafiavam os negócios.

Como os Dashboards funcionam?

Em primeiro lugar, os usuários precisam saber que a definição do painel depende da função que desempenha dentro de uma organização. Todo mundo usa painéis de dados de maneira diferente. Nem todos os painéis de negócios têm o mesmo objetivo, e é por isso que os usuários-chave entendem quais KPIs rastrear e por quê.

Por que sua empresa deveria visualizar dados em um painel?

A maioria das empresas usa diversos tipos de serviços para rastrear KPIs e métricas, resultando na demanda tempo e recursos para monitorar e analisar adequadamente. Os painéis usam dados brutos dessas fontes, planilhas e bancos de dados para criar tabelas, gráficos de linhas etc. em um painel central que os usuários podem observar e entender imediatamente as principais métricas que estão procurando. Os painéis de dados simplificam os relatórios no final do mês, portanto permite que os usuários comuniquem informações a qualquer momento, sem horas de preparação e análise.

Uma das nobres missões da implantação de um ERP é utilizar as ferramentas para construção das visões sobre o processo, coletando dados sob critérios e adequados à sua realidade. A implantação identificará, pelo tipo de máquina e de operações quais são as métricas relevantes a serem mostradas, quais os volumes de dados que podem ser apresentados sem ter o perigo de transmitir um excesso de informações. A implantação construirá visões para cada setor ou gestor e ativará alertas, aplicando diligentemente as análises históricas da empresa com o time e, obtendo assim, a integração necessária para efetivamente utilizar a Gestão à Vista e seus indicadores.

 

Neste artigo foi possível identificar diversas maneiras de realizar a Gestão Indústrial dentro da sua fábrica, esperamos que tenha feito sentido para sua realidade. Gostaria de aprofundar-se mais no assunto? Conte com a Areco para isso e fale com um de nossos especialistas gratuitamente. Até o próximo conteúdo!

Candidato Ideal para Indústria: saiba como contratar

Candidato Ideal para Indústria: saiba como contratar

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No papel, qualquer candidato que sua equipe encontrar pode parecer ótimo. Boas habilidades, experiências anteriores relevantes e um currículo estruturado. Porém, se não corresponder à cultura da sua empresa, existem grandes chances daquela contratação, ao longo do tempo, não ser exatamente o que consideramos o candidato ideal para indústria.

Neste artigo vamos explicar por que você deveria reservar um tempo para criar seu candidato ideal para ter resultados ainda melhores com a contratação.

Boa leitura!

O que é o Candidato Ideal?

Candidato Ideal é um termo que surgiu do inglês “Candidate Persona” para caracterizar justamente o Candidato Ideal através da construção de uma “Persona” para a fase de contratação. Persona é uma representação semi-ficcional do seu candidato ideal. Os profissionais de Recursos Humanos precisam definir suas personas para ajustar suas estratégias de recrutamento de talentos que desejam atrair para suas empresas.

Criar personas ajuda a guiar seu processo de contratação e a identificar o talento mais adequado para sua organização. Sem a construção da Persona, será difícil para a equipe de RH avaliar os currículos que chegam ou saber qual perfil do LinkedIn é o mais ideal para aquele cargo.

A construção da Persona vai te auxiliar a:

  • Obter um entendimento profundo dos requisitos de comportamento e qualificações;
  • Criar sua estratégia para obter os candidatos certos;
  • Criar material de recrutamento (descrição da função, formulário de inscrição, materiais introdutórios, e-mails) para obter mais candidatos.

Personas:

As personas, tradicionalmente, têm sido usadas em marketing e ajudaram vários profissionais da área a aumentar a eficiência de suas campanhas de marketing. Aqui podemos definir a persona de marketing como:

  • Um perfil semi-ficcional composto de um segmento-chave do seu público-alvo. Para fins de marketing de conteúdo, você precisa de personas para ajudar os profissionais de marketing a fornecer o conteúdo que seja mais relevante e útil para o seu público.

Dentro do mesmo raciocínio, uma “candidate persona” pode ser definida como:

  • Um perfil semi-ficcional composto de um segmento-chave dos seus candidatos. Para fins de recrutamento, você precisa dessas personalidades para auxiliar na criação de estratégias que serão mais úteis e relevantes para obter candidatos ideais para uma vaga.

Criar a sua Persona não é nenhum bicho de sete cabeças! A seguir fizemos um passo a passo para a criação do Candidato Ideal.

Definir sua persona pode trazer diversos benefícios:

Atrair as pessoas certas

Se você tem uma persona claramente definida, é mais fácil atrair o candidato ideal para indústria. Logo a taxa de rotatividade é reduzida. Quando você se concentra em contratar seu candidato ideal, reduz a possibilidade de pessoas deixarem sua indústria porque elas não se adequaram à cultura, além de melhorar a experiência do candidato ao longo da sua carreira dentro da corporação. Recrute pessoas adequadas à cultura da sua empresa.

Recrutamento aprimorado

Ter uma estratégia de recrutamento bem-sucedida é impossível sem saber quem é seu candidato ideal. Definir a persona diminuirá o tempo e o custo de contratação. Quando você contrata diversos candidatos ideais para indústria, consequentemente garante qualidade para novas contratações. Além de melhorar a relação do consumidor com a sua marca e a reputação da empresa como empregadora.

Ao contratar candidatos ideais, há uma grande chance de eles se tornem seus embaixadores de marca. Isso acontece porque eles se identificam com a cultura, com os produtos e/ou serviços e com o time. Você oferecerá um ambiente de trabalho em que, além dele acreditar, ele profetizará a marca através de redes sociais, conversas com parentes e amigos, etc.

Definir seu candidato ideal para indústria, mais do que acertar na contratação, fazer um time forte para trabalhar ou criar embaixadores de marca, ajudará você a garantir a satisfação dos funcionários. Os funcionários que se encaixarem bem na sua empresa, consequentemente estarão muito mais satisfeitos com seus empregos.

Então como criar o Candidato Ideal/Persona?

Antes de criar a Persona, você precisa primeiro ter uma base. A criação da Persona começa com a coleta de informações, análise dos dados pré-existentes para encontrar padrões e depois trabalhar em cima dessas informações.

Juntando informações:

Separamos aqui quatro maneiras pelas quais você pode obter informações relevantes:

1. Faça uma entrevista com todas as partes interessadas

Antes de criar uma vaga de emprego, é importante entrar em contato com todo mundo que estará envolvido no processo da contratação daquele candidato. Isso garante que todos da equipe de contratação estejam sintonizados.

Realizar essa entrevista primeiro com as pessoas envolvidas te ajudará a ter uma ideia das características que elas procuram em um candidato. Procure essas pessoas com perguntas pré-definidas. Algumas dessas perguntas podem ser:

Cargo:

Empresas do mesmo segmento podem ter uma nomenclatura diferente para o mesmo cargo. Por exemplo: se você está contratando um Analista para a área de PCP, ele pode ser chamado de “Analista de Processos Industriais”, “Analista de PCP” ou “Analista de Gerenciamento de Produção”. No entanto, ao escolher um cargo, tente garantir que o mesmo seja favorável ao SEO e possa ser descoberto em painéis de empregos, mecanismos de busca, LinkedIn etc.

A empresa em que trabalham:

A equipe de recrutamento em muitos casos já possui uma lista de possíveis empresas-alvo nas quais o candidato poderia estar trabalhando. Pergunte à sua equipe de contratação quais são as empresas que eles procuram na fonte.

Público-Alvo ou Candidatos-Alvo:

Onde os candidatos ideais devem estar localizados demograficamente falando? Qual deve ser a idade e a experiência? Qual é o salário esperado para o cargo?

Habilidades:

Você deve perguntar às pessoas envolvidas nos processos de contratação quais são as habilidades diferentes que o candidato deve ter. Isso ajuda a restringir seus critérios de pesquisa quando você está pesquisando. Tente realizar uma lista adequada de habilidades para aquela área e iterá-la à medida que avança na sua jornada de definição da sua persona.

Qualificações e certificações educacionais:

A contratação terá como alvo cursos, graus ou universidades específicos? Qual deve ser a formação educacional do candidato? Eles deveriam ter alguma certificação? Se sim, de onde e em quê?

Fator determinante:

O que deve brilhar os olhos do seu candidato? Na entrevista, eles provavelmente estarão entusiasmados com certas tecnologias ou direcionados para uma certa visão. Quais valores fazem parte do entusiasmo do candidato com esta carreira?

As respostas para as perguntas acima fornecem uma perspectiva sobre o Candidato Ideal.

2. Entreviste os membros da equipe

As características dos membros da equipe são um bom indicador da personalidade do candidato. O estudo eficaz dos membros da equipe ajudará você a entender o que o candidato ideal deve ter para ter sucesso na função. Você normalmente precisa entrevistar de 2 a 3 pessoas da equipe para obter essas características. Não há um número fixo, mas você deve parar quando sentir que as respostas às perguntas agora começam a ficar repetidas. Pergunte à sua equipe sobre:

Motivação:

O que motiva seus colaboradores no trabalho? Por que eles se candidataram à sua empresa em primeiro lugar e o que os mantém trabalhando nela?

Objetivos:

Pergunte a eles sobre suas carreiras e objetivos pessoais. Onde eles querem estar depois de X anos? O que eles querem/pretendem alcançar? Existem objetivos pessoais específicos, como educação, casamento, apartamento etc., que são uma parte crucial da vida pessoal deles.

Interesses:

O que eles fazem no tempo livre? Visitam algum site específico? O que eles gostam de ler? Onde eles leem? Onde eles passam o tempo deles quando estão online?

Habilidades e Cultura:

Quais habilidades os ajudam a ter sucesso no trabalho? O que eles gostam sobre a cultura da empresa?

3. Entrevistando os candidatos

Entrevistar os candidatos e membros da equipe ajuda a criar uma hipótese sobre a Persona. Mas uma hipótese não testada pode ser malsucedida. Faça as perguntas acima para os candidatos, bons e ruins. Os candidatos que não se adequarem ao perfil semi-ficcional (Persona) claramente não serão adequados para o cargo.

Perguntas para serem feitas durante a entrevista:

Por que este candidato se interessou pela sua empresa? Quais conclusões fizeram ele achar que este trabalho será diferente do anterior? Do que ele gostou? Onde ele passa o tempo online dele?

Compreender sua Persona ajuda a mapear a personalidade interna da sua empresa no mundo real. Se sua hipótese for verdadeira, a maioria dos candidatos considerados bons para a sua empresa seguirá as características da Persona criada. Você também deve analisar a resposta de candidatos considerados não ideais e avaliar o que não se encaixa no perfil da persona.

4. Use os dados para encontrar informações

Seus dados pré-existentes também são uma fonte valiosa da criação da sua Persona. Mergulhe nos dados dos candidatos e encontre insights valiosos. Qual fonte me oferece mais candidatos de qualidade? Quais faculdades eles cursaram? Para que tipo de empresa eles trabalham?

Chegou a hora de usar a sua pesquisa para criar o seu candidato ideal para indústria

Nesta altura, você já reuniu informações suficientes de suas entrevistas com colaboradores e candidatos. Você também já descobriu algumas informações através de dados coletados. Agora você precisa encontrar tendências e semelhanças nos dados coletados para criar uma Persona. Você pode ter uma única Persona se a vaga for menor ou criar várias personas caso as vagas sejam maiores.

A seguir, será apresentado um modelo de Persona para preenchermos passo a passo:

Primeira etapa: quem é seu candidato?

O primeiro passo é dar à sua persona um nome para personificar as características. Com base em suas entrevistas e dados coletados, preencha os detalhes demográficos, como possíveis designações, empresa atual, conjunto de habilidades, formação educacional etc.

Conversar com seus candidatos e colaboradores fornecerá uma imagem clara das habilidades e interesses do candidato. Esse processo também destaca onde seus candidatos passam o tempo online. Esses canais podem ser realmente eficazes quando se trata de saber onde procura-los ou por onde atrai-los.

Segunda etapa: o que define o seu candidato ideal?

Esta etapa é subjetiva e deve ser interpretada a partir das entrevistas. Aqui você precisará descobrir quais são os objetivos da empresa, as objeções, qual o fator determinante para escolher o candidato ideal para indústria. Esses fatores precisam estar ajustados com base nos dados coletados. A identificação de padrões nas respostas ajudará você a alcançar esse objetivo.

Blog  Candidato Ideal para Indústria: saiba como contratar

Criar uma persona não apenas ajuda a integrar toda a equipe, mas também ajuda a descobrir as características que funcionariam melhor para uma posição. Isso também ajuda a economizar tempo desperdiçado no processo de terceirização e recrutamento de candidatos não ideais.

Os principais desafios da gestão industrial (e como resolvê-los!)

Os principais desafios da gestão industrial (e como resolvê-los!)

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A indústria 4.0 mudou a mentalidade dos gestores. A transição, ainda que urgente, exige empenho e disponibilidade.  É preciso se libertar de paradigmas obsoletos, reconfigurar a estratégica da fábrica e implantar ferramentas capazes de manter a competitividade da empresa frente à nova ordem do mercado. A boa notícia é que, ao compreender os principais desafios da gestão industrial, você se prepara para enfrentá-los com segurança e coerência! 😉

Neste artigo, exploramos o cenário da gestão industrial e dividimos com você o que aprendemos com centenas de empresas do ramo. São quase quatro décadas de trabalho em prol de fluxos produtivos mais enxutos, orgânicos e rentáveis — e, desde então, os resultados têm sido expressivos e exponenciais.

Ao terminar a leitura, você se sentirá mais preparado para analisar o contexto do negócio e terá propriedade para enxergar eventuais incongruências na sua linha de produção, eliminando desvios e maximizando resultados com agilidade e eficiência.

Boa leitura e bons insights!

 


Tempo de leitura: 13 minutos


A indústria 4.0 como a nova realidade do setor

Se você ainda tinha alguma dúvida, fica o veredicto: a indústria 4.0 não é uma opção — e sua empresa precisa se adaptar, por iniciativa ou por força de mercado, a um cenário completamente diferente.

Calma, gestor: não há motivo para pânico. Para acompanhar o desenvolvimento da linha de produção, principalmente no que diz respeito à eficiência das máquinas e à qualidade das rotinas de trabalho, você pode contar com um aliado de peso. Você acertou em cheio se pensou em tecnologia.

Na prática, o conceito da indústria 4.0 descreve a aplicação de inovações em indústrias de todos os portes. A automação, por exemplo, ganha cada vez mais relevância e o controle gerencial se abastece de recursos transparentes de acompanhamento. Tudo funciona de modo mais enxuto, coeso e, claro, também mais lucrativo.

Quando as operações seguem um fluxo sistêmico, suprimindo erros manuais e evitando prejuízos, é mais fácil manter o ótimo desempenho do time. Além disso, os recursos — sejam eles físicos, humanos, financeiros ou de tempo —, assim como o fluxo de caixa, agradecem a iniciativa, já que são otimizados ao longo de toda a cadeia produtiva.

A gestão 4.0 é uma verdade inadiável e, como tudo o que é novo, suscita desafios que provocam e estimulam a capacidade empresarial.

Chegou a hora de conhecer alguns deles…

 

Os principais desafios da gestão industrial (e como resolvê-los)

A indústria 4.0 modelou a gestão industrial da atualidade. Não é nenhuma surpresa, portanto, verificar que os maiores desafios da gestão industrial estão associados à (falta de) tecnologia. Hoje o que não pode ser medido não pode ser melhorado, e qualquer gargalo que passe despercebido é determinante nos resultados da companhia.

 

Disponibilidade e demanda

Na fábrica, o dimensionamento da produção envolve uma série de fatores. É preciso garantir o máximo alinhamento entre a demanda comercial, a disponibilidade de insumos e o planejamento da produção.

Com tantas variáveis, dá para entender o motivo que torna a preocupação com a demanda um dos principais desafios da gestão industrial, né? Qualquer desvio — seja uma compra exagerada ou a ociosidade dos equipamentos — pode gerar prejuízos severos e comprometer a perenidade da companhia.

Por isso, é importante manter todos os aspectos produtivos sob vigilância, explorando dashboards e relatórios gerenciais bem robustos, de maneira a assegurar o equilíbrio e a lucratividade da operação.

 

Produtividade e otimização

Produtividade tem tudo a ver com otimização e os líderes industriais estão convencidos disso. Para que a fábrica seja eficiente, é necessário manter a integridade dos recursos dos colaboradores e das máquinas, e estabelecer fluxos coesos de trabalho.

A missão da produtividade, entretanto, vai além das rotinas de operação. Todos os dias o gestor industrial precisa analisar os números da unidade e validar a qualidade dos itens acabados via apontamentos online, confirmando a performance da linha com a máxima confiabilidade.

Aqui, vale pontuar que recursos integrados e inteligentes fazem toda a diferença na rotina das lideranças. Acessando uma base consistente de dados, formatando informações de acordo com a necessidade da avaliação, permite que decisões mais acertadas sejam tomadas em menos tempo.

 

Investimento e inovação

A indústria 4.0 é o indício mais evidente da necessidade de inovação na indústria. Para viabilizar mudanças positivas, porém, é preciso manter os olhos bem fixos no orçamento, certo?

O desafio da liderança, neste caso, é filtrar os inputs para dominar os outputs. Isso significa mergulhar nas carências da fábrica e definir o que é urgente e o que é importante, dosando objetivos de curto e de longo prazo de forma sutil e eficiente.

Pense, por exemplo, na possibilidade de automatizar um processo manual no corte de uma peça específica. Quando a tecnologia fabril é incorporada à engenharia do produto, os ganhos são múltiplos. A incidência de erros e o índice de desperdício são consideravelmente menores, já que a interferência humana é reduzida.

Esse tipo de iniciativa é essencial para manter a competitividade do negócio — e deve constar no planejamento do gestor. Da mesma forma, correções e aprimoramentos pontuais são recorrentes e podem demandar ação imediata. Vale ficar atento!

 

O Areco ERP na gestão das indústrias

A Areco Sistemas Empresariais acumula mais de 30 anos de experiência no mercado de tecnologia de ponta. O Areco ERP, ferramenta modular e totalmente integrada, é a escolha de centenas de gestores focados em alta performance. A tecnologia favorece a automatização de tarefas e permeia todo o workflow, conferindo segurança e autonomia em todas as áreas.

Para otimizar as rotinas na linha de produção, o Areco ERP dispõe de funcionalidades indispensáveis à gestão da indústria 4.0.  Da engenharia de produtos ao controle da qualidade.  O software padroniza operações e garante a análise dinâmica das informações corporativas,  a partir dos 2 mil relatórios disponíveis, com filtros variados, confiável do negócio em tempo real.

 

Fique por dentro de alguns dos diferenciais do Areco ERP…

  • a engenharia integrada de produtos, com cadastro ilimitado de níveis (incluindo matérias-primas, subitens, embalagens e roteiros de produção);
  • o planejamento de produção, considerando a disponibilidade de recursos (incluindo quantidade de funcionários, máquinas e horas úteis da fábrica);
  • o gerenciamento de Ordem de Produção, com geração de código de barras para apontamento online.

Não existe uma resposta única sobre os desafios da gestão industrial, há um aspecto comum às estratégias vencedoras: a tecnologia de gestão.

Certifique-se de encontrar uma solução aderente às demandas da sua operação que capazes de empoderar sua equipe.

Precisa de ajuda especializada para solucionar os principais problemas da sua linha de produção?

A gente pode ajudar! Agende uma consultoria gratuita e saiba como a tecnologia de gestão pode tornar sua empresa ainda mais competitiva.

 

 

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Controle de perdas na indústria de Alimentos e Bebidas: como a tecnologia pode ajudar!

Controle de perdas na indústria de Alimentos e Bebidas: como a tecnologia pode ajudar!

Os números brasileiros no segmento de Alimentos e Bebidas são superlativos e demonstram a importância do ramo na economia nacional. Em primeiro lugar, cabe dizer que o setor emprega 20% de toda a massa de trabalho envolvida na indústria de transformação e que o faturamento da área representa 9,6% do PIB total do país, arrecadando cerca de R$ 656 bilhões em 2018 — um crescimento de 2,8% em relação ao período anterior.

A robustez dessa vertical, que mesmo em tempos de economia incerta não perdeu o fôlego, endossa outra conclusão bastante significativa: para que se mantenham saudáveis e lucrativas, enfrentando uma concorrência cada vez mais qualificada e competitiva, também de olho no dinheiro que o segmento movimenta ano a ano, é preciso investir em estratégias diferenciadas, em inovação de processos e em otimização de rotinas.

Na indústria de Alimentos e Bebidas, assim como tantos outros tipos de negócio, o monitoramento operacional é uma questão chave. Os gestores mais engajados, focados em resultados de alta performance, estão conscientes de que qualquer desvio na linha de produção — da qualidade do insumo utilizado na fábrica ao monitoramento de lotes no estoque — pode causar prejuízos expressivos e, muitas vezes, irrecuperáveis.

O controle de perdas, no que diz respeito à capacidade de minimizar erros e de suprimir desperdícios, é certamente uma das preocupações mais urgentes na indústria de Alimentos e Bebidas. Com o objetivo de alinhar a produção e de angariar resultados cada vez mais exponenciais, as lideranças corporativas precisam se atentar a fatores que, se negligenciados, podem alterar a dinâmica produtiva e impactar negativamente nos cofres do negócio.

A importância do controle de perdas na indústria de Alimentos e Bebidas

A otimização de recursos — para fazer mais com menos, valorizando insumos e investimentos — é a palavra de ordem das empresas modernas. Na indústria de Alimentos e Bebidas, por exemplo, a questão é ainda mais séria: considerando as características da produção, não é possível entregar nada menos do que a excelência. Processos de qualidade, bem como fluxos de controle de perdas, são essenciais ao desenvolvimento das organizações do segmento.

Há, portanto, dois aspectos complementares e fundamentais no cotidiano operacional das indústrias alimentícias: por um lado, é necessário alavancar a produtividade, garantindo que as linhas sejam exploradas em todo o seu potencial. Por outro, é preciso garantir a viabilidade da fábrica, reduzindo desperdícios a fim de potencializar a lucratividade.

Dessa forma, a importância de controlar as perdas fica evidente: para suprimir problemas, melhorar a capacidade produtiva da fábrica, aumentar as margens do negócio e favorecer o crescimento enxuto, orgânico e perene da empresa, vale investir em um monitoramento contínuo para prevenir desperdícios.

O papel da tecnologia no controle de perdas

O mercado de TI cresce a passos largos — a previsão é que bata a casa dos 10,5% neste ano — e há uma explicação relativamente simples para números tão positivos: para fazer frente à competitividade do mercado, as empresas contemporâneas estão buscando soluções robustas para integrar operações e otimizar recursos.

A tecnologia de gestão é, por sua vez, a ferramenta mais adequada às metas ambiciosas de crescimento. De acordo com levantamento feito pela Deloitte, o contexto da Transformação Digital vai alterar profundamente a realidade industrial tal qual a conhecemos já nos próximos anos. O cenário é desafiador, mas reserva grandes oportunidades evidencia a urgência de investir em mecanismos capazes de integrar, otimizar a maximizar as operações corporativas.

De forma a dar suporte às operações, do chão de fábrica à estratégia corporativa, o software de gestão desponta como um aliado indispensável à sobrevivência e à competitividade. A partir da centralização de dados, que confere agilidade aos processos ao mesmo tempo em que aumenta a capacidade analítica das lideranças, é possível repensar estruturas e estratégias mais alinhadas à realidade empresarial da atualidade.

Diante disso, não seria exagerado afirmar que o sistema integrado de gestão tem papel fundamental no controle de perdas da indústria de Alimentos e Bebidas — do recebimento de insumos ao pagamento de tributos obrigatórios. Toda a operação, do chão de fábrica ao administrativo, é frontalmente beneficiada por operações automatizadas, controles padronizados e métricas robustas.

Na produção alimentícia, o controle de perdas é favorecido (e mantido) a partir de funcionalidades bem estabelecidas, tais como:

  • padronização de operações, incluindo a engenharia de produtos e o fluxo detalhado de produção, evitando desvios que prejudiquem a linha e, por consequência, interfiram no produto final;
  • controle de qualidade, assegurando a liberação de mercadorias seguras e em consonância às normas previamente estabelecidas;
  • monitoramento de estoque, garantindo que os itens já finalizados sigam definições específicas de escoamento (FIFO, LIFO E FEFO, por exemplo) para eliminar desperdícios e prejuízos.

Na prática, o ERP é a tecnologia responsável por empoderar profissionais e gestores, permitindo que explorem os recursos disponíveis da forma mais eficiente possível. O sistema integrado de gestão é, já há muito, um poderoso cúmplice empresarial na busca por crescimento e lucratividade.

O Areco ERP no controle de perdas da indústria de Alimentos e Bebidas

O Areco ERP é uma ferramenta completa e totalmente aderente às principais demandas das indústrias de Alimentos e Bebidas. Dentre os benefícios do software ao segmento, principalmente no que compete ao controle de perdas — da produção à distribuição —, destacam-se:

  • o controle de engenharia reversa (quando um insumo resulta em vários produtos e subprodutos);
  • o acesso a informações de produção, viabilizando a formação de custos;
  • formatação de tabelas nutricionais, atendendo às exigências legais para o segmento;
  • emissão e consulta de laudos técnicos sob medida, de acordo com especificações personalizadas.
  • práticas de Qualidade Total (ISO), com domínio de lotes e rastreabilidade de matérias-primas e produtos acabados.

A mensagem final, portanto, é clara: para reduzir perdas, impulsionar retornos e ganhar competitividade, as indústrias de Alimentos e Bebidas precisam aprimorar seus processos. E, neste aspecto, as que investirem em tecnologia de ponta — principalmente em um ERP completo e atualizado, preparado para atender todas as demandas do setor — estarão à frente de um mercado altamente volátil e desafiador.

Quer saber como podemos ajudá-lo a melhorar a controlar as perdas produtivas e, assim, maximizar a lucratividade da fábrica?

Os principais desafios da Indústria metalmecânica (e como eles podem atrapalhar seu negócio)

Os principais desafios da Indústria metalmecânica (e como eles podem atrapalhar seu negócio)

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A indústria metalmecânica tem grande importância histórica no Brasil e no mundo. Basta olhar para o segmento, em específico, com mais atenção: sem a produção em escala, diretamente responsável pela fabricação de máquinas e equipamentos, o mundo tal qual o conhecemos hoje dificilmente seria possível. Na ausência do ramo metalmecânico, outras atividades econômicas, tais como a construção civil e o mercado automobilístico, seriam prejudicados e inviabilizados.

Por aqui, o resultado do 2º trimestre de 2019 foi recebido com otimismo. De acordo com levantamento do IBGE, o PIB brasileiro cresceu 0,4% no período, puxado pelos setores industriais — que obtiveram ganhos de 0,7% — e de serviços. O dado, embora represente um avanço econômico ainda bastante tímido, afastou o risco de recessão e reavivou perspectivas mais otimistas para a indústria.

A combinação desses dois fatores — a relevância essencial do metalmecânico nos mais diversos ramos de mercado e os avanços registrados no resultado econômico do último período — incentiva os gestores a olhar mais criticamente às suas operações, buscando formas de otimizar processos e maximizar resultados.
No esforço para eliminar gargalos produtivos da estratégia ao chão de fábrica, vale conhecer alguns dos principais desafios da indústria metalmecânica e, em seguida, mobilizar esforços para corrigi-los de imediato. Afinal, lembre-se sempre: o mercado é voraz e não espera. Confira!

1. Manter a engenharia de produtos atualizada
A otimização do chão de fábrica é, sem dúvida, um dos maiores desafios das indústrias metalmecânicas. Para assegurar a produtividade, porém, é essencial que os fluxos de trabalho na fábrica estejam claros e sejam padronizados, evitando desperdícios — tanto de insumos quanto de mão de obra, por exemplo.
Neste contexto, a engenharia de produtos é uma ferramenta prioritária e indispensável: a partir dela, é possível estabelecer o roteiro de produção e sistematizar todas as etapas do projeto, da lista de materiais aos parâmetros do produto (tais como dimensões e volume).
O domínio efetivo sobre as fases de um projeto maximiza a eficiência do chão de fábrica e, ao diminuir a interferência humana nas decisões de produção, reduz os riscos de erro.

2. Garantir a eficiência da programação de produção
A programação de produção extrapola a fábrica e também interfere diretamente no funcionamento de outras áreas do negócio. O desempenho produtivo impacto, por exemplo, nos prazos de entrega prometidos ao cliente, informação que determina os contratos fechados pelo time comercial. Por isso, é fundamental alinhar a disponibilidade de recursos para atender à demanda do mercado.
A recorrência de turnos, o número de funcionários a cada período, as horas úteis de trabalho e os insumos disponíveis são alguns dos critérios que devem ser considerados no momento de organizar a rotina e a programação da produção. O grande segredo está em relacioná-los de forma efetiva, consistente e orgânica, extraindo o máximo potencial dos recursos.
O ideal, portanto, é acompanhar as ordens de fabricação e automatizar os inputs de produção via apontamentos online. Quando há atualização, em tempo real, do estágio do processo, é possível compará-los ao planejamento inicial e corrigir desvios que possam comprometer a produtividade da fábrica.

3. Assegurar a qualidade do produto final
Na linha de produção, a qualidade do produto final é tão (ou mais) importante quanto a qualidade. Para que os itens fabricados sejam corretamente enviados ao mercado, é necessário que atendam às normas de segurança e que estejam integralmente de acordo aos padrões da empresa.
Na prática, o chão de fábrica é diretamente responsável pelos lotes inadequados à comercialização — os quais representam, em última escala, prejuízos ao negócio. Aos gestores, cabe a missão de acompanhar as métricas da produção e, caso haja desequilíbrio nos índices de refugo, identificar os gargalos operacionais.
Não seria equivocado dizer, então, que manter a excelência produtiva é um dos grandes desafios da indústria metalmecânica e que as estratégias (e tecnologias) que potencializem resultados positivos, no que compete à integridade dos produtos, são cruciais para alavancar a competitividade da companhia.

O Areco ERP na indústria metalmecânica

A tecnologia de gestão é cada vez mais imprescindível às empresas modernas. Não basta, entretanto, implantar uma solução rasa e pouco aderente às rotinas da organização: é preciso entender, em profundidade, quais são as demandas e quais ferramentas podem multiplicar os resultados — no curto, no médio e no longo prazo.

O Areco ERP é um software robusto, completo, totalmente modular e capaz de permear todo o workflow corporativo. São mais de 30 anos de experiência em indústrias dos mais diversos portes, reunindo funcionalidades indispensáveis à gestão enxuta e estratégica, tais como:
engenharia integrada de produtos, com cadastro ilimitado de níveis (incluindo matérias-primas, subitens, embalagens e roteiros de produção);
controle de requisição de desenvolvimento de produto, integrado ao comercial e às áreas de custos, qualidade e engenharia;
planejamento de produção, considerando a disponibilidade de recursos (incluindo quantidade de funcionários, máquinas e horas úteis da fábrica);
gerenciamento de Ordens de Produção, com emissão de código de barras para apontamentos online;
cálculo online do custo real e do custo estimado, com controle de tempo, pessoas, máquinas e materiais.

O Areco ERP automatiza processos, elimina o retrabalho e minimiza as chances de erro no chão de fábrica. Ao integrar departamentos e disponibilizar amplos métodos de análise estratégica (são mais de 2 mil relatórios disponíveis, por exemplo), o software confere mais transparência e segurança às decisões do negócio.
Vale lembrar, ainda, que o Areco ERP é multi-empresas, multimoedas e multi-idiomas, o que significa oferecer tecnologia de ponta em todas as fases da indústria — do crescimento à expansão —, seja ela brasileira, estrangeira ou multinacional.

Quer saber como podemos ajudá-lo a maximizar os resultados da sua indústria metalmecânica?

As 3 estratégias essenciais para controlar perdas na indústria de Alimentos e Bebidas

As 3 estratégias essenciais para controlar perdas na indústria de Alimentos e Bebidas

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Qualquer operação, por menos complexa que seja, está sujeita a desperdícios não planejados. Na indústria de Alimentos e Bebidas, na qual a qualidade é essencial e determinante para a saúde dos negócios, é natural que o controle de perdas seja uma prioridade na otimização de processos.

De forma a garantir uma operação alinhada, enxuta e confiável, mantendo os padrões da linha elevados, é fundamental que os gestores invistam em iniciativas consistentes para gerir, acompanhar e analisar as métricas da produção, assegurando resultados positivos e perenes.

 

Por que é importante controlar as perdas na indústria de Alimentos e Bebidas?

A produtividade é uma questão urgente em todos os segmentos industriais — e não é diferente no setor de Alimentos e Bebidas. Para manter a competitividade e fortalecer as operações do negócio, é imprescindível que os líderes da área zelem pelo alinhamento e pela qualidade dos processos fabris.

Se, no geral, os players industriais já devem atenção às perdas da produção, a preocupação com equívocos na linha tende a ser ainda maior no segmento alimentício. Não seria para menos: mais do que inegociável, a qualidade dos produtos derivados dela é uma questão de saúde e envolve uma série de aspectos que extrapolam a fábrica. Por isso, quaisquer desvios devem ser sumariamente evitados.

No contexto da indústria, desvio significa perda — e essa sequência comprometedora é capaz de causar arrepios nas lideranças corporativas com foco em resultados. Alterações no padrão produtivo podem inviabilizar entregas e, claro, gerar prejuízos volumosos aos caixas (e aos contratos) da empresa.

Para prevenir problemas, cabe otimizar a fábrica e assegurar a conformidade das atividades produtivas. Para isso, o gestor deve lançar mão de estratégias coesas e com alto impacto e resoluto potencial transformador. O controle de perdas deve ser, portanto, uma prioridade dos líderes que respiram produtividade na indústria de Alimentos e Bebidas.

 

Quais são as principais estratégias para controlar perdas?

De modo a prevenir cenários negativos, nos quais perdas e desperdícios são corriqueiros na linha de produção, é importante dispor de projetos e de ferramentas eficientes para dominar a fábrica, garantindo o desempenho de excelência. Confira algumas das principais estratégias para maximizar os resultados da indústria!

 

1. Monitoramento contínuo de estoque

A disponibilidade de insumos é condição essencial para que a operação fabril possa ser executada de forma orgânica e eficiente. Assim, antes mesmo de pensar em produtividade na linha, é preciso reservar especial atenção a processos de compra e armazenagem de matéria-prima.

Para assegurar a suficiência de recursos sem, no entanto, exagerar na armazenagem — imobilizando capital que, se líquido, poderia ser investido em áreas mais estratégicas — é necessário planejar a operação das linhas e mobilizar equipes para que se atenham às demandas da fábrica.

Além disso, o acompanhamento de relatórios atualizados, extraídos periodicamente, é fundamental para que os gestores estejam à frente de seus resultados e possam agir da melhor forma possível frente a suas pendências.

 

2. Padronização das etapas produtivas

A indústria de Alimentos e Bebidas é marcada pela complexidade de sua produção. Como já foi mencionado, a qualidade é um fator crucial e qualquer desvio pode causar transtornos e prejuízos — e, a depender da gravidade da situação, também sanções impeditivas.

Para garantir a conformidade da linha e a excelência dos produtos engendrados, os líderes se voltam à padronização da fábrica, determinando as etapas e detalhando inputs e outputs de cada fase da operação.

Ao conceder aos colaboradores o acesso fácil ao esqueleto de montagem (das quantidades à finalização, semelhante a uma receita completa de bolo), a empresa se certifica de disseminar as melhores práticas e tem condições de requerer retornos mais efetivos e condizentes ao planejamento.

 

3. Acompanhamento analítico de indicadores

As métricas da fábrica devem ser levadas a sérios; afinal, os números indicam a densidade da operação e esclarecem eventuais gargalos produtivos, motivando ações focadas em corrigi-los.

Para os gestores mais engajados, os indicadores de performance (também chamados de KPIs) despontam como mecanismos preciosos: a capacidade de analisar, com base em números críveis e transparentes, o desempenho produtivo frente à capacidade da fábrica é, sem dúvida, um diferencial robusto  na administração mais enxuta e lucrativa.

A partir de relatórios, balanços e análises históricas, é possível cruzar dados e tecer panoramas realistas, entendendo em profundidade quais aspectos podem influenciar (positiva e negativamente) na execução dos processos fabris. Ao dominar o conhecimento estratégico de suas operações, os líderes detêm o poder de aprimorá-las, galgando passos importantes rumo à otimização e à produtividade.

 

O ERP como ferramenta para minimizar perdas na indústria de Alimentos e Bebidas

Os sistemas integrados de gestão possibilitam e endossam uma produção mais eficaz e rentável. Ao centralizar informações, acelerar processos e minimizar o retrabalho, o ERP garante mais poder e mais resultados às empresas contemporâneas.

O Areco ERP é uma ferramenta completa e totalmente aderente às demandas das indústrias de Alimentos e Bebidas. Dentre os benefícios do software ao segmento, destacam-se:

  • o controle de engenharia reversa (quando um insumo resulta em vários produtos e subprodutos);
  • o acesso a informações de produção, viabilizando a formação de custos;
  • formatação de tabelas nutricionais, atendendo às exigências legais para o segmento;
  • emissão e consulta de laudos técnicos sob medida, de acordo com especificações personalizadas.
  • práticas de Qualidade Total (ISO), com domínio de lotes e rastreabilidade de matérias-primas e produtos acabados.

A mensagem final, portanto, é clara: para reduzir perdas, impulsionar retornos e ganhar competitividade, as indústrias de Alimentos e Bebidas precisam investir em seus processos. E, neste aspecto, as que investirem em tecnologia de ponta — um ERP completo e atualizado, por exemplo — estarão à frente do mercado.

Quer saber como podemos ajudá-lo a melhorar a lucratividade da fábrica?

(19) 3849-4355
contato@areco.com.br

O ERP como ferramenta para alavancar os ganhos da produção na Indústria 4.0

O ERP como ferramenta para alavancar os ganhos da produção na Indústria 4.0

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O setor industrial é responsável por 30% do PIB brasileiro, passa por transformações profundas e precisa se adaptar a mudanças estruturais e estratégicas: a indústria 4.0, marcada pela inovação tecnológica, já é uma realidade.

Entre os gestores mais visionários, o consenso é de que o cenário futuro (que, de fato, já começou) é marcado por excelentes oportunidades de desenvolvimento. Seja na convergência de informações, seja na construção de diferenciais competitivos, é inegável que existem diversos caminhos para o crescimento sustentável — e todos eles passam inequivocamente pela profissionalização gerencial, que, por sua vez, só é possível por meio da tecnologia integrada de gestão.

Alvaro Chaves, CEO da Areco Sistemas Empresariais, é enfático ao afirmar que a indústria 4.0 requer ação imediata. «É tempo de aproveitar as oportunidades para ganhar competitividade, já que a missão de transformar dados operacionais em decisões estratégicas e ágeis continua latente», pontua o executivo.

O setor industrial é, sem dúvida, cada vez mais profícuo em soluções otimizadas. O ERP, sistema que interliga todas as áreas do negócio e automatiza processos internos, possibilitando o ganho de performance e robustecendo os resultados corporativos, é uma ferramenta essencial para que a indústria 4.0 possa, em definitivo, operar organicamente no Brasil. A tecnologia precisa ser o presente; caso contrário, pode não haver futuro.

 

 [INFOGRÁFICO] Passo a passo para definir

processos e indicadores na sua empresa

 

 Para manter a competitividade operacional, assegurando o correto direcionamento estratégico do negócio, as lideranças industriais precisam se munir de recursos consistentes, adequados às demandas da empresa e assertivos no propósito de mercado.

Grande parte desses resultados — que, por si só, são capazes de impulsionar os retornos de modo perene e significativo — pode ser obtido a partir da adoção de uma solução robusta, integrada e eficaz. O ERP é um importante catalisador do desenvolvimento da indústria 4.0 e os ganhos com sua correta implantação são inquestionáveis.

 

Principais vantagens do ERP na viabilização da indústria 4.0 do Brasil

No Brasil, de acordo com um levantamento recente da Fiesp, 32% das empresas ainda não ouviram falar da indústria 4.0. Os desafios desse panorama, portanto, são enormes e urgentes: para que o país possa avançar na competitividade industrial, é preciso agir rápido. Os benefícios da tecnologia de gestão abrem caminho para maximizar a performance do setor.

 

Modularidade

A implantação em módulos é a mais adequada à evolução tecnológica quando se considera um cenário de desenvolvimento gradual. E não apenas porque há segmentação de esforços, mas também (e principalmente)  porque viabiliza a otimização de recursos.

O ERP, enquanto mecanismo de profissionalização administrativa, pode ser implantado em módulos, a depender das necessidades do negócio. Do chão de fábrica à visão analítica, todas as áreas devem ser contempladas com a injeção estratégica proporcionada pela tecnologia de gestão.

 

Descentralização

O software de gestão, quando em atividade, contribui frontalmente para desburocratizar a operação, conferindo mais autonomia e agilidade aos processos internos. Neste contexto, os gestores empoderam suas equipes e delegam responsabilidades com mais segurança e coerência.

Ao padronizar processos e eliminar o retrabalho, o ERP descentraliza o acesso a informações essenciais e permite que a gestão orientada a resultados deixe de ser uma particularidade liderança, passando a ser uma responsabilidade de todos os profissionais envolvidos.

 

Monitoramento real time

As análises corporativas ganham consistência e assertividade a partir dos recursos tecnológicos. Uma vez estabelecidos e padronizados, os indicadores operacionais podem ser facilmente visualizados pelas lideranças, garantindo o controle em tempo real.

O ERP disponibiliza uma ampla gama de relatórios e balanços, facilitando o acompanhamento de métricas e estimulando a avaliação transparente dos resultados da fábrica. Foi-se o tempo em que era preciso esperar o fim de um ciclo para emitir balanços: com a tecnologia de gestão, o monitoramento é constante e flexível.

A operacionalização da indústria 4.0 avança a passos largos e as unidades brasileiras precisam se adaptar. De acordo com relatório da Confederação Nacional da Indústria (CNI), mais de 41% dos setores industriais brasileiros têm urgência na adoção de tecnologias digitais, sob o risco iminente de perderem competitividade de modo alarmante — e talvez irremediável.

Da mesma forma, estima-se que as companhias incapazes de implantar tecnologias sistêmicas, tais como o ERP, terão 2x mais chances de perderem mercado em função da falta de agilidade e de controle operacional.

Mais uma vez, uma postura gerencial voltada ao aprimorando operacional e ao fortalecimento estratégico reforçam sua relevância. Para que estejam aptos a desbravar o cenário da indústria 4.0 e possam tomar decisões mais assertivas, os gestores precisam contar com a tecnologia de gestão. E mais: amanhã pode ser tarde; faça hoje.

Para saber como o Areco ERP pode viabilizar a evolução da sua indústria, colocando-a no contexto 4.0 de forma ordenada, modular e consistente, entre em contato agora mesmo!
(19) 3849-4355
contato@areco.com.br

 

 

Saiba como a Areco contribui para a evolução na Indústria 4.0 na Sensor do Brasil:

Os principais desafios das Indústrias de Aço e Metal

Os principais desafios das Indústrias de Aço e Metal

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Conheça alguns dos principais desafios das Indústrias de Aço e Metal e, a partir disso, atue com estratégias que favorecem o desenvolvimento da companhia — e do mercado.

Confira!

 

Profissionalizar o chão de fábrica

Nas indústrias de Aço e Metal, a relevância de alavancar a produtividade do chão de fábrica, padronizando e profissionalizando as equipes da planta, é notável e necessária. Afinal, bons resultados operacionais geram retornos significativos e permitem um crescimento positivo e duradouro.

O aprimoramento dos times fabris, depende sim de uma série de fatores estratégicos, porém está ligado principalmente à dois fatores específicos: capacitação de profissionais e disponibilidade de ferramentas. Vamos entender a melhor maneira de realizar a capacitação de profissionais dentro do chão de fábrica – um dos desafios das Indústrias de Aço e Metal:

 

1. Construa seu time dos sonhos

O primeiro passo para começar a construir uma estratégia ideal para ter um time dos sonhos dentro do setor de chão de fábrica, ou em qualquer outro setor, é iniciar pela contratação. O primeiro passo é a construção de uma candidate persona – o candidato ideal. Este termo servirá para nortear a empresa em relação à construção de um candidato semi-fictício.

Ter em mãos as características deste candidato semi-fictício dentro do processo de contratação ajudará tanto no direcionamento correto das propostas de emprego como na condução do time de RH com os candidatos.

Com esse perfil em mãos, será possível que:

  • Os anúncios para essa vaga sejam feitos em locais que este candidato costuma frequentar;
  • O processo de recrutamento e de seleção seja encurtado e efetivo;
  • A seleção dos currículos e a condução das entrevistas seja feita de acordo com o perfil;
  • Já que a contratação será mais eficiente e precisa, logo o turnover (desligamento de colaboradores) da empresa tende a diminuir.

 

2. Planejamento não é feito apenas por líderes da área e gestores

Sabemos que um dos grandes desafios das indústrias de aço e metal é focar e ser assertivo. Tanto na gestão de processos quanto na gestão de pessoas. Porém, como já tratamos em outros artigos, uma gestão e decisões centralizadoras podem ser um verdadeiro tiro no pé. Não estamos dizendo para você que a empresa inteira deve tomar as decisões de forma conjunta. É viável e necessário que existam pessoas consideradas peças-chave para coletar todas as informações e, a partir delas, tomar uma decisão final.

No entanto, para que essa decisão final seja tomada ou processos possam evoluir, é necessário que, durante o planejamento, sejam levadas em consideração as opiniões e informações dos colaboradores que estão na linha de frente. São eles que mostrarão quais são as principais dificuldades e trarão insights valiosos sobre como resolvê-los.

Dessa forma é fundamental que tanto os setores estratégicos quanto as áreas operacionais se comuniquem e estejam alinhados. São estes dois setores que, juntos, vão melhorar e trazer inovações efetivas para os processos de toda operação. A comunicação entre essas áreas deve ser constante.

 

3. Gestão à Vista

Após as reuniões entre equipes serem definidas com uma certa periodicidade, passa então a estar no momento de compartilhar informações importantes do processo produtivo para serem compartilhadas com toda a equipe. Diversas fábricas utilizam a metodologia Gestão à Vista como forma de vencer os desafios das indústrias de Aço e Metal.

Esta metodologia diz respeito ao compartilhamento de informações e deixar evidente para todos os colaboradores para onde a empresa está caminhando e qual o cenário atual. A ideia é que todos os colaboradores possam ter acesso as informações e feedbacks em tempo real. Assim, passam a estar aptos à realizar ajustes e atualizações necessárias.

Por exemplo, um motorista está viajando do ponto A para o ponto B. Este motorista percebe, ao observar o GPS, que houve um problema na sua rota. Quando ele observa em tempo real ou é avisado de forma prévia, pode antecipar-se e fazer os ajustes necessários de rota para chegar ao ponto B com êxito.

Alguns exemplos que podem ser bastante úteis para iniciar a implementação da Gestão à Vista são:

Blog  Os principais desafios das Indústrias de Aço e Metal
Infográfico de como realizar Gestão à Vista – Os principais desafios das Indústrias de Aço e Metal.

 

4. Tecnologia aplicada aos desafios das Indústrias de Aço e Metal

Nos últimos três tópicos pudemos observar o quão importante é estabelecer métricas e planejamentos para atingir novas metas e ter o controle da produção. Assim, conseguimos chegar à conclusão que o aprendizado técnico deve ser pensado como um fluxo contínuo de aperfeiçoamento. Ele deverá ser viabilizado por meio de treinamentos e reuniões recorrentes. Formatado de forma a suprir as lacunas de cada função, as ferramentas de otimização precisam ser incorporadas de modo integrado, permeando todo o workflow e, assim, beneficiando a empresa como um todo.

Ao contar com um Software capaz de padronizar as operações da fábrica, automatizando as atividades da linha produtiva, a indústria empodera seus colaboradores e confere mais segurança às demandas de rotina, limitando a interferência sistêmica e reduzindo as chances de erros manuais.

 

Otimizar recursos e resultados

Um sistema integrado de gestão — também conhecido como ERP — é sinônimo de coerência e de produtividade. Uma vez introduzida na rotina da fábrica, a tecnologia contribui diretamente para alavancar o desempenho da companhia, impulsionando resultados individuais e coletivos.

Para além dos recursos humanos, porém, as possibilidades de otimização são profundas e fazem toda a diferença nos balanços financeiros da empresa. O estoque, por exemplo, é uma área sensível e que exige controle consistente para que permaneça lucrativa.

Quando há falhas no monitoramento da armazenagem, é provável que também haja prejuízos. Excessos no acúmulo de lotes, bem como desorganização nas táticas de escoamento (FIFO, LIFO e FEFO, para citar algumas), são causas diretas de perdas financeiras — e comprometem a lucratividade da indústria.

Para maximizar os retornos, sejam eles humanos ou financeiros, o investimento em mecanismos de tecnologia é fundamental. Por um lado, o software integrado de gestão permite o acompanhamento do estoque em tempo real.

O controle é feito por unidade selecionada de medida e, ao mesmo tempo, por peso teórico. Por outro, o ERP garante o acompanhamento dos indicadores homem/máquina, facilitando a identificação de eventuais gargalos.

Para alcançarmos um patamar estratégico e de gestão baseada em dados e indicadores, é fundamental:

 

1. Estruturar os dados

A estruturação de dados nada mais é do que organizar os seus dados dentro da plataforma ou software que você esteja utilizando de forma inteligente. Então, armazenar todos esses dados de uma forma lógica e estruturada permite que toda vez que você precisar acessar esses dados novamente, será mais conveniente. Por conveniência podemos dizer que você otimizará tempo para acessar aquele dado.

Dentro do Software ERP, para que a estruturação de dados seja efetiva, é importante que: os processos sejam catalogados corretamente e os fluxos sejam assimilados.

 

2. Eliminar os retrabalhos

Uma vez reforçada a importância do ERP na produtividade da indústria, é pertinente observar de que forma a tecnologia de gestão atua, também, de forma a eliminar o retrabalho na fábrica.

Evidentemente, ambas as situações estão essencialmente interligadas: se há altas taxas de retrabalho — consequentemente demandando nova mobilização de recursos e, na maioria dos casos, também gerando desperdícios de recursos — é bastante provável que a produtividade esteja comprometida.

A combinação dos dois elementos é perigosa e, caso seja identificada, deve ser imediatamente corrigida, permitindo que a operação volte a trilhar um caminho saudável de desenvolvimento.

O ERP, quando aplicado no cotidiano fabril, viabiliza e otimiza etapas crucial do processo produtivo: o planejamento de produção, por exemplo, permite o cruzamento de dados (curva de demanda, saldo de estoques, disponibilidade de máquinas) e torna a execução mais segura e rentável.

 


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Com estas ações realizadas, teremos alto grau de confiabilidade nos dados de estoque, custos, tempos de trabalho, retrabalhos, disponibilidade de carga máquina, simulações de entregas para o setor comercial. Enfim, desde a demanda do mercado até os encerramentos contábeis obedecendo os rigores fiscais, ficarão automatizados e permitem assim que a visão estratégica se baseie em dados reais e fidedignos.

 

Investir em inovação e tecnologia

Uma indústria capaz de inovar é, sem dúvida, uma empresa apta a prosperar (e não apenas a sobreviver). Para dar vazão a novos projetos, entretanto, é preciso assegurar a capacidade produtiva da empresa e criar espaço para que novos projetos — produtos ou mercados, por exemplo — sejam postos em prática com sucesso.

Como mencionamos anteriormente, o ERP funciona como um suporte ao desenvolvimento operacional e estratégico. Ele estimula e valida inovações que endossam os retornos (e os caixas) da fábrica. Quando os líderes e colaboradores do setor são capazes de enxergar toda a cadeia de modo transparente, contando com o apoio de relatórios claros e atualizados, é mais fácil encontrar gaps e trazer insights para a inovação dos processos.

A Riferplast, especializada em calderaria, estamparia e ferramentaria, é cliente da Areco Sistemas Empresariais. Confira o que Miguel, Gerente de Implantação, tem a dizer sobre os benefícios da tecnologia nas rotinas da indústria.

 

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Inovações tecnológicas na indústria: conheça as principais mudanças

Inovações tecnológicas na indústria: conheça as principais mudanças

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Nos últimos anos, o segmento industrial brasileiro enfrentou momentos difíceis. Desde 2014, o setor acumulava desempenhos negativos e só conseguiu voltar a crescer em 2017 — quando apresentou alta de 4,3%. Para os gestores da área, é tempo de investir em processos eficazes e de fortalecer a competitividade.

A preocupação é justa e não podia ser mais adequada. Com a retomada do mercado, a concorrência se acirra e é preciso investir em técnicas eficientes para otimizar rotinas e maximizar performances. Na prática, a tecnologia é a ferramenta capaz de proporcionar os ganhos esperados e, claro, de endossar o cenário de desenvolvimento, melhorando continuamente os retornos do segmento.

A tecnologia como oportunidade na indústria

Há muitas décadas, o mundo não é mais limitado por barreiras físicas. Hoje, com a supressão de distâncias, a concorrência se intensificou e forçou as indústrias a buscarem competitividade e inovação.

Trata-se, sem dúvida, de um processo contínuo. A evolução tecnológica é perene e assim deve ser, também, o desenvolvimento do setor industrial. Para além da incorporação de novas técnicas de produção, é preciso implantar recursos que maximizem a produtividade e interfiram positivamente no desempenho do negócio.

Não seria equivocado dizer, portanto, que a tecnologia desponta como a grande oportunidade das indústrias brasileiras. As últimas avaliações positivas, somadas às previsões de crescimento do PIB para 2019, nutrem um panorama promissor para que sejam viabilizados investimentos em gestão e, como reflexo, registre-se expressivo aumento de competitividade — e lucratividade.

Inovações tecnológicas na indústria: quais são e como implantar

Gestores antenados já estão convictos de que as possibilidades de crescimento estão diretamente relacionadas à capacidade de inovar. A indústria 4.0 é o maior expoente desse novo contexto e vem demonstrando sua força a cada nova mudança implementada.

Entretanto, para assegurar o crescimento sustentável, adotando princípios inovadores de forma a perpetuar as operações e prover lucros cada vez mais atrativos, é fundamental que haja a segurança de rotinas bem estabelecidas, bem como o amparo de estruturas coerentes que as resguardem.

Conheça algumas das principais disrupturas tecnológicas, fomentadas e fortalecidas pelos avanços da indústria 4.0, e entenda como é possível incorporá-las aos seus processos industriais — tornando-os mais coesos, transparentes e produtivos.

Análise de dados

Os dados têm sido encarados como a grande oportunidade das indústrias. Foi-se o tempo em que apenas a atividade produtiva, regulada pelo bom andamento das engrenagens do PCP, era suficiente para garantir a competitividade de uma fábrica.

Hoje, as análises de produtividade, bem como a avaliação de históricos sazonais e o acompanhamento de performances, ocupam um lugar primordial na rotina dos gestores industriais. É preciso antever movimentos e se preparar para agarrar novas oportunidades — antes que os concorrentes o façam.

Para viabilizar um cenário de crescimento exponencial, a análise de dados é cada vez mais indispensável. Ao dispor de dados críveis, é possível endereçar demandas, corrigir eventuais desvios e maximizar os retornos do negócio.

Impressão 3D

As primeiras impressoras 3D surgiram na década de 80. A popularização dos equipamentos, porém, é recente: somente há alguns anos sua aplicabilidade no contexto empresarial foi validada.

Atualmente, o potencial de inovação propiciado pela tecnologia é evidente — e as impressoras conquistam seu espaço nas indústrias do mundo todo. Seja para agilizar a reposição de peças em maquinários importantes, seja para eliminar processos terceirizados no acabamento de um produto, o fato é que as impressões 3D contribuem diretamente para otimizar recursos, reduzir custos e potencializar a agilidade produtiva.

Robótica avançada

Os robôs já são uma realidade nas indústrias. De acordo com um levantamento recente, somente em 2017 foram comercializados 381 mil robôs industriais em todo o mundo — um aumento de 30% em relação ao ano anterior.

Os avanços da robótica abrem um horizonte promissor também para as fábricas brasileiras. Com o objetivo de alavancar as linhas de produção, melhorando a produtividade das unidades de negócio, os robôs podem ser integrados aos fluxos do PCP e, mediante adequada integração sistêmica, são capazes de fomentar uma significativa vantagens de mercado.

Gestão facilitada

Apesar de toda a disrupção tecnológica, não é exagero dizer que nenhuma inovação surte efeito se, em paralelo à sua aplicação, não houver também um intenso esforço gerencial.

As lideranças industriais precisam contar com informações centralizadas, recorrendo aos dados de suas unidades sempre que houver a necessidade de tomar alguma decisão.

Além disso, os indicadores de performance são instrumentos essenciais para garantir que tudo corra conforme o planejado, minimizando retrabalhos e evitando desvios — que, por sua vez, podem culminar em prejuízos consideráveis, muitas vezes fatais.

Para suprir as demandas suscitadas pelo novo panorama de mercado — considerando a alta concorrência e a volatilidade do cenário empresarial —, já está claro que a tecnologia é a chave. E não apenas no que tange às inovações! O segredo está, na verdade, em propiciar a verdadeira qualidade gerencial, capaz de abarcar com eficiência as mudanças de vanguarda.

O Areco ERP é o recurso ideal para que as indústrias alcancem o máximo potencial. A tecnologia permeia todo o workflow e contribui para padronizar processos e centralizar informações, assegurando acesso rápido, seguro e transparente aos dados corporativos.

Uma vez na dianteira de seus indicadores, os gestores podem tomar decisões mais assertivas, validando, por exemplo, a necessidade e a oportunidade de implantarem uma inovação que pode alterar o desempenho do negócio — e maximizar os retornos operacionais.

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Quais processos controlar na gestão de indústrias de plástico?

Quais processos controlar na gestão de indústrias de plástico?

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Cada segmento de mercado possui características particulares e, por isso, também demanda roteiros distintos de operação. A eficácia na gestão de indústrias de plástico — que deve encerrar o ano 2018 registrando cerca de 2,5% de crescimento —, exige que a empresa esteja munida das ferramentas certas.

Para o gestor, o controle operacional deve ser uma preocupação constante. Afinal, apenas ao certificar-se da transparência dos processos e da assertividade dos indicadores, mantendo a constância das análises, é possível trilhar um caminho de desenvolvimento.

O panorama das indústrias de plástico no Brasil

De acordo com matéria publicada pelo jornal Valor Econômico, a produção física da indústria de plástico alcançou 6,13 milhões de toneladas em 2017. Com projeções favoráveis à retomada da economia, o cenário é otimista para os próximos anos e prevê oportunidades para o setor.

É fundamental pontuar, porém, que, de acordo com dados governamentais, existem mais de 27 mil indústrias de plástico no Brasil — considerando o CNAE 222 como base — e que a competitividade tende a se mostrar cada vez mais acirrada.

Diante disso, não seria exagerado dizer que os líderes precisam estar preparados para enfrentar um cenário desafiador, volátil e altamente competitivo.

E enganam-se os que pensam que basta reunir as competências técnicas para administrar. Em tempos de tecnologia, as ferramentas integradas de gestão, por exemplo, despontam como instrumentos indispensáveis ao desenvolvimento (e à perenidade) do negócio.

Os principais processos na gestão de indústrias de plástico

Uma operação saudável precisa se amparar em processos sólidos e coesos. Na prática, a afirmação remonta à padronização de procedimentos, à centralização de informações e à transparência dos dados.

No que compete à equipe, por sua vez, é imprescindível que o cotidiano de trabalho seja marcado pela alta performance e que implique em uma entrega ágil e de qualidade.

A união dos dois contextos é, sem dúvida, promovida e facilitada pela tecnologia de gestão. Ao oferecer funcionalidades aderentes às rotinas das indústrias de plástico, disponibilizando recursos específicos para as demandas fabris e administrativas, o software ERP garante mais segurança e potencializa os resultados.

Dentre os processos mais comuns — e, justamente por isso, mais críticos ao sucesso e ao crescimento das empresas do ramo — e nos quais os sistemas de gestão atuam ativa e positivamente, despontam:

1. Planejamento de produção

O funcionamento adequado da fábrica é certamente uma das maiores preocupações dos gestores industriais. Por isso, a simplificação do planejamento de produção é de grande valia às manufaturas.

O ERP, por exemplo, automatiza o cruzamento de dados para formatar a produção da planta. Ao considerar a disponibilidade de recursos — sejam eles físicos, humanos ou materiais — e relacioná-los com os critérios de turnos, horas úteis e prazos negociados, o sistema entrega uma programação consistente, efetiva e absolutamente viável.

2. Apontamentos online

Os apontamentos online são extremamente úteis para garantir um controle mais assertivo e em tempo real das atividades produtivas, permitindo que o gestor visualize, analise e tome decisões a respeito de sua planta.

Por meio de uma tela específica, o funcionário encarregado da operação das máquinas sinaliza em qual parte do processo está trabalhando, registrando o início e o fim da etapa.

Assim, os apontamentos podem ser posteriormente comparados ao planejamento inicial, indicando se (em qual fase) houve falhas. Nesse caso, o gestor tem autonomia e agilidade para corrigir os desvios antes que comprometam a produtividade da fábrica.

3. Controle de refugo (ou material refugado)

Na indústria de plástico, não é totalmente incomum que o produto acabado apresente qualidade inferior e, assim, não possa ser comercializado como o padrão do portfólio.

Para atender, monitorar e mesmo rentabilizar esses itens, existe a possibilidade de estoca-los como produtos refugados e, em seguida, oferecê-los ao mercado por um preço abaixo do habitualmente praticado. E o ERP é a única ferramenta capaz de prover tal nível de controle.

A funcionalidade é importante para garantir a lisura das operações de transformação (considerando a quantidade de matéria-prima e, em seguida, o volume do produto acabado) e permitir que o gestor visualize sua produção de forma mais detalhada — inclusive percebendo se há alta incidência de erros recorrentes na fábrica.

 

O Areco ERP é totalmente aderente às rotinas operacionais das indústrias de plástico e contribui de modo direto para potencializar os processos de gestão — angariando, assim, resultados cada vez mais consistentes.

Além das rotinas de planejamento de produção, apontamentos online e controle de material refugado, o software também automatiza a engenharia integrada (com cadastro ilimitado de níveis para itens produzidos) e gera laudos completos de produtos acabados.

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