Principais indicadores da gestão de estoque nas indústrias de cosméticos

Principais indicadores da gestão de estoque nas indústrias de cosméticos

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Dentro e fora da alta administração, o estoque já foi encarado com um setor de capital congelado. Hoje, à luz das estratégias de mercado e por meio de ferramentas eficientes de análise, é possível encontrar o equívoco desse tipo de pensamento: a ausência de controles rígidos, capazes de conferir previsibilidade à movimentação do estoque, interferia diretamente na qualidade das decisões fabris — provocando prejuízos consideráveis aos caixas da empresa, porém indicadores de estoque nas indústrias de cosméticos vieram para trazer mais assertividade.

As tecnologias de gestão alteraram esse cenário, criando uma série de novas oportunidades aos líderes corporativos. Nas indústrias de cosméticos, por exemplo, a otimização do estoque assegura não apenas a disponibilidade de itens, mas a lucratividade da fábrica como um todo. Ou seja: não dá para negligenciar!

Para registrar resultados mais expressivos, consistentes e exponenciais, é preciso investir na boa administração dos produtos acabados. No intuito de definir as melhores práticas, no entanto, convém levantar os principais dados do departamento para, só então, ter segurança e efetividade na tomada de decisão.

Certifique-se de entender a relevância dos indicadores de estoque nas indústrias de cosméticos e, também, de acompanhá-los com regularidade. As métricas são bons termômetros operacionais e podem alavancar a operação de ponta a ponta.

Confira!

Por que é importante monitorar os indicadores de estoque nas indústrias de cosméticos?

Toda empresa nasce com um propósito bem definido: gerar lucro. No caso das indústrias, em especial, o objetivo é alcançado a partir da venda de itens fabricados, considerando o bom alcance de mercado e, claro, a saúde das margens de lucro estabelecidas.

É fácil perceber que o estoque tem papel fundamental no sucesso dessa equação. Quando se trata da produção de cosméticos — que, diferentemente de uma montadora de carros, por exemplo, não funciona apenas sob demanda —, a disponibilidade de unidades é o que viabiliza as vendas. Se há rupturas no estoque, é bastante provável que também haja impactos negativos nos caixas da companhia.

Neste contexto, os indicadores de estoque são mecanismos excelentes para blindar a operação. A partir da extração de informações centralizadas, organizadas e confiáveis, o gestor de linha produtiva pode avaliar a eficiência da fábrica e, se necessário, tomar medidas que corrijam gargalos danosos à produtividade.

Key Performance Indicator

No dia a dia da indústria, o acompanhamento dos números do PCP — e, sempre que for pertinente, também os KPIs (Key Performance Indicator) de outras áreas da companhia, como a Logística e o Comercial — é, sem dúvidas, a melhor forma de evitar:

  • a falta de produtos, impactando negativamente nas projeções de venda e nas previsões de entradas e saídas no fluxo de caixa;
  • o excesso de produtos nas prateleiras, induzindo a perdas por depreciação ou por prazo de validade expirado;
  • insatisfação dos clientes, passando a impressão errônea de que os processos fabris são desorganizados e estão fora de controle;
  • prejuízos financeiros ao longo de toda a cadeia produtiva, compreendendo desde a eventual falta de insumos à ingerência dos itens acabados no estoque.

Na prática, as métricas do departamento ajudam a suprimir erros e a eliminar desvios. Por isso, a implantação de rotinas de análise é, além de imprescindível, também urgente: só assim é possível tomar a frente da fábrica e, amparado por recortes críveis da operação, agregar alta performance às atividades produtivas.

Quais são os principais indicadores da gestão de estoque nas indústrias de cosméticos?

A essa altura, você provavelmente já está convencido a respeito da importância dos KPIs de estoque. O próximo passo para endossar a melhoria contínua da linha de produção é, portanto, incorporar relatórios robustos ao cotidiano estratégico e operacional da indústria.

Lembre-se, ainda, de examinar cenários e recursos com critério e transparência, estabelecendo parâmetros eficientes de controle no curto, no médio e no longo prazo. Dessa forma, você empodera a equipe e contribui ativamente para que os resultados produtivos sejam cada vez mais sustentáveis e significativos.

Giro de estoque

É comum encontrar indústrias de cosméticos com um mix de produtos bastante variado. O desafio, nesse caso, é lidar com a complexidade de centenas de fórmulas concomitantemente. Não se trata apenas de assegurar a disponibilidade de matéria-prima, mas de, a cada troca de fórmula, preparar corretamente as máquinas — da limpeza à calibração.

Depois de produzidos, os cosméticos também merecem atenção especial. A vigilância acerca do giro de estoque destaca se os itens estão estagnados nas prateleiras (ou seja, têm baixo giro) ou se a demanda de mercado tem se mostrado alta, acelerando a saída dos cosméticos (ou seja, alto giro).

Esse tipo de dado deve, inclusive, nortear o planejamento futuro da produção. Os cálculos, quando automáticos, podem sinalizar a necessidade de reabastecimento — considerando mínimos e máximos, por exemplo — ou indicar pausa da fabricação de determinada fórmula, de forma a prevenir prejuízos.

Além disso, o giro de estoque leva em conta a sazonalidade de vendas e o prazo de entrega de insumos por parte dos fornecedores, conferindo tranquilidade e segurança às deliberações produtivas.

Um software de gestão aderente e integrado reúne todas as informações pertinentes às decisões estratégicas, potencializando a lucratividade do estoque e evitando desperdícios.

Ruptura de estoque

A ruptura de estoque é mais frequente em empresas com uma linha ampla de produtos. Se, por exemplo, a indústria de cosméticos fabrica 100 itens diferentes e dois deles estão em falta, o nível de ruptura é de 20%. Na maioria dos casos, o índice é prejudicial aos negócios — e deve ser avaliado com cautela e proatividade.

Trata-se, então, da relação direta entre o que está disponível e o que, a partir da demanda de clientes, foi detectado como «em falta». Mais uma vez, o melhor termômetro para a saúde do estoque (e da companhia como um todo) é a procura do mercado por determinados produtos.

Para os gestores, a ruptura de estoque deve alertar para eventuais perdas de oportunidade.

Mas, claro, vale o aviso: ainda que vendas aquecidas sejam essenciais para maximizar o faturamento da organização, é preciso combinar balanços para ter certeza de que se trata de uma tendência sólida, e não de uma circunstância pontual.

O estudo da sazonalidade comercial, disponível em relatórios gerenciais, é uma ferramenta importante para validar mudanças no cronograma da produção. Assegure a coerência dos insights e tome decisões para corrigir a ruptura de estoque com firmeza e assertividade.

Curva ABC

A curva ABC é um método bastante utilizado para controlar o estoque, otimizando os investimentos na produção. De modo geral, a técnica consiste na classificação dos produtos de acordo com o grau de importância deles nos reports de venda.

O indicador permite que os gestores industriais visualizem o mix de produtos sob a ótica da rentabilidade de cada cosmético produzido. É possível associar recortes variados, tais como faturamento e lucratividade, para estabelecer o ranqueamento dos itens.

Os produtos com maior potencial de retorno são pontuados como curva A, respondendo por aproximadamente 80% do faturamento mensal da empresa. Os de médio valor, por sua vez, são posicionados como curva B, responsáveis por cerca de 15% do fluxo de recebimentos. Os cosméticos de curva C são aqueles que têm retorno baixo, representando apenas 5% do faturamento do mês.

Com esse tipo de informação em mãos, é mais simples definir o que é prioridade no PCP e no estoque: os cosméticos da curva A não podem faltar, sob o risco de derrubar a arrecadação mensal da companhia.

Logo, não seria equivocado dizer que o indicador de curva ABC desponta como um catalisador de investimentos — e, por isso, deve ser monitorado de perto. O reflexo de uma operação otimizada é, de fato, um estoque mais estratégico e um fluxo de caixa cada vez mais escalável. Vale investir!

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