O desafio da gestão otimizada na indústria automotiva

O desafio da gestão otimizada na indústria automotiva

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A indústria automotiva é um dos segmentos mais representativos do Brasil. De acordo com dados divulgados pelo Ministério da Economia, o setor responde por cerca de 22% do PIB (Produto Interno Bruto) industrial do país. Além disso, o relatório oficial é taxativo: em função de seus encadeamentos, o desempenho do segmento automotivo, se positivo ou negativo, pode afetar significativamente a produção de outros ramos industriais. Um dos principais desafios da gestão otimizada na indústria automotiva é, sem dúvida, a competitividade. Empresas de todo o mundo disputam mercados promissores nos cinco continentes do globo e, assim, forçam os negócios locais a se adaptarem a um cenário muito mais ágil, integrado e, claro, tecnológico.

A gestão otimizada é, portanto, um reflexo expressivo da implantação de soluções robustas e otimizadas. Por isso, é importante que os gestores automotivos se dediquem a avaliar o potencial de suas operações e, cientes das deficiências, se comprometam com a maximização de resultados.

O que é, de fato, a gestão otimizada na indústria automotiva?

Qualquer empresa, independentemente do porte ou do segmento em que atue, precisa atentar à qualidade de suas operações com constância e responsabilidade. Nem sempre o que dá certo hoje, rendendo bons resultados aos caixas corporativos, continuará produzindo bons frutos no médio e no longo prazo.

Um bom exemplo disso é o avanço da indústria 4.0. Em sua fase inicial, por exemplo, o setor dispunha de poucos recursos e focava, então, na eficiência mecânica dos processos. A adoção de máquinas embrionárias foi o primeiro fator de diferenciação no mercado.

A segunda fase da indústria, por sua vez, contou com a incorporação de mecanismos elétricos, viabilizando a utilização de equipamentos disruptivos. Na terceira revolução, a automação operacional abriu um novo leque de possibilidades: a produtividade atingiu níveis jamais vistos e potencializou a competição entre empresas — inclusive eliminando as fronteiras físicas.

Agora, é consenso geral das lideranças industriais a chegada de um novo contexto: a Era da Inteligência Artificial (AI), do Big Data e da Internet das Coisas (IoT). A tecnologia, mais do que nunca, é o que fará a diferença daqui para a frente.

A gestão otimizada na indústria automotiva é, na prática, do esforço contínuo para reunir recursos modernos e eficazes, objetivando alavancar o desempenho da produção e o faturamento da companhia.

Como implantar processos otimizados de gestão?

O planejamento é o primeiro passo para viabilizar a gestão otimizada. Neste momento, cabe ao gestor a tarefa de analisar o panorama corporativo, levantando a disponibilidade de recurso e identificando os maiores gargalos operacionais.

Uma avaliação coesa e transparente tem um ponto de partida: o sistema de gestão. A partir dele, em poucos cliques e em algumas telas, é possível encontrar dados críveis sobre a performance dos departamentos — do Fiscal à linha de produção.

Os dashboards, portanto, funcionam como uma espécie de bússola: a direção do é urgente e do que é importante deve ser sempre embasada em informações confiáveis, conferindo mais segurança à tomada de decisões.

Em seguida, é preciso enxergar o presente com foco no futuro. Repensar a distribuição e a execução de tarefas, por exemplo, pode liberar tempo para que os líderes se dediquem às atividades estratégicas do negócio. Para isso, a alternativa mais pertinente é optar por padronizar a automatizar algumas das principais rotinas manuais.

Key Performance Indicator na gestão otimizada na indústria automotiva

É válido mencionar, ainda, a missão de revisar os KPIs (Key Performance Indicator), estabelecendo novos parâmetros sempre que necessário. Os indicadores de desempenho são essenciais para manter a operação nos trilhos e permitir que objetivos — de curto, médio e longo prazo — sejam atingidos. Peter Drucker, um dos maiores nomes da administração, já adiantou: “o que pode ser medido, pode ser melhorado”.

Todas as etapas, da análise situacional à definição de metas, podem (e devem) contar com o suporte da tecnologia de gestão. O ERP é a ferramenta que centraliza os dados empresariais, organizando-os em relatórios coerentes e em dashboards customizados, e favorece o monitoramento de resultados via KPIs. Todas as áreas da indústria são cobertas pelo software, integrando informações e disponibilizando-as às lideranças corporativas.

Diante disso, não seria equivocado dizer que gestão otimizada tem tudo a ver com a aderência de uma boa solução ERP, certo? A implantação do sistema assegura o máximo aproveitamento de recursos — sejam eles materiais, financeiros ou humanos — e simplifica o dia a dia da operação, acelerando as entregas.

Quais são os benefícios da gestão otimizada na indústria automotiva?

As particularidades da indústria automotiva exigem estratégias e processos individualizados. A boa notícia que é existem mecanismos assertivos e alinhados às demandas de cada operação. O ERP é, sem dúvida, um dos mais importantes: a tecnologia permeia todo o workflow e empodera os profissionais — do chão de fábrica à alta administração. O resultado disso é, sem dúvida, uma gestão otimizada.

Monitoramento das linhas de montagem

A fábrica é a estrela de qualquer indústria. No segmento automotivo, a boa gestão deve, por exemplo, garantir o abastecimento de insumos, evitando que o cronograma de produção seja prejudicado pela falta de matéria-prima.

Da mesma forma, diretrizes bem definidas permitem que o passo a passo do projeto receba acompanhamento constante. Calibrar as máquinas, validar a coerência da engenharia, apontar a execução de cada etapa produtiva e, por fim, confirmar os padrões de cada item acabado são rotinas bastante automatizadas, o que acaba por suprimir os erros manuais.

Nem só de máquinas, porém, sobrevive a indústria. Por isso, a distribuição eficiente de operadores requer a elaboração de turnos e, a depender da complexidade do trabalho, a aplicação de treinamentos específicos, certificando a capacidade do time. Na gestão otimizada, os KPIs garantem que o desempenho do time corresponda às metas da organização.

Controle de qualidade

A qualidade é uma questão fundamental da gestão otimizada na indústria automotiva. Para garantir controles rígidos e adequados às exigências do mercado, os líderes precisam aprimorar operações que confirmem o padrão de cada produto acabado.

Quando a linha de produção é organizada e tecnológica, contando com mecanismos integrados de engenharia, os erros diminuem drasticamente: estima-se que 95% dos desvios são suprimidos quando um ERP endossa os processos produtivos. A tecnologia é, de fato, a maior aliada da excelência empresarial.

Otimização do inventário

Uma vez acabados, os itens produzidos seguem para o estoque. A gestão otimizada garante que o controle do inventário seja coeso e transparente, evitando perdas por negligência.

É possível, por exemplo, definir estratégias sistêmica e automatizadas para a saída de produtos, tais como FEFO (first expire, first out) e FIFO (first in, first out). Assim, os responsáveis pela separação de pedidos não perdem tempo na análise individual de cada peça: o software indica a prateleira, a posição e o lote do item que deve ser retirado do estoque.

A rastreabilidade, por sua vez, também é um recurso importante, uma vez que permite que a indústria visualize as operações com mais clareza, identificando eventuais gargalos e entendendo o ciclo de produção.

A gestão otimizada deve ser o foco dos gestores à frente de indústrias automotivas de alta performance. Apenas os investir em soluções aderentes, capazes de acelerar rotinas e potencializar resultados, é possível manter a competitividade — e a lucratividade.

 

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