Coronavírus: Quais as principais mudanças no ERP?

Coronavírus: Quais as principais mudanças no ERP?

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Desde o início do ano, notícias sobre o surgimento de um novo tipo de vírus foram unânimes nas principais manchetes do Brasil e do mundo. No mercado, o coronavírus construiu um cenário de incertezas, exigindo que as lideranças agissem de forma rápida para reinventar suas operações. O setor de tecnologia, por sua vez, não ficou para trás: a pandemia incentivou — e arregimentou — importantes mudanças no ERP.

É bastante provável que uma fatia expressiva dos gestores contemporâneos concorde que, no enfrentamento da crise, surgiram ótimas oportunidades. 

De acordo com um levantamento divulgado pela OEA (Organização dos Estados Americanos), em parceria com o BID (Banco Interamericano de Desenvolvimento), a América Latina acelerou processos de digitalização em resposta ao alerta da Covid-19. Ou seja: o período de insegurança contribuiu para que as organizações se tornassem mais tecnológicas e, por conta disso, mais empoderadas. 

As empresas de software fizeram parte dessa transformação — e, claro, transformaram-se também. Funcionalidades alinhadas ao novo normal foram desenvolvidas e aperfeiçoadas, moldando soluções cada vez mais adequadas às demandas de empresas em constante evolução. 

A gestão empresarial em tempos de Coronavírus

Ainda em maio de 2020, quando a pandemia do novo coronavírus mobilizou empresas e líderes ao redor do globo, a maioria dos gestores brasileiros concordou em um ponto bem específico: para 80% deles, o home office era uma medida acertada — além de essencial na tentativa de frear a disseminação da doença.  

Mais de seis meses depois, entre erros e acertos, a flexibilidade do trabalho ainda é um ponto que precisa ser discutido (e aprimorado) em companhias dos mais diversos portes e segmentos. Afinal, ainda que o coronavírus tenha sido a maior crise sanitária do mundo moderno, não é conveniente afirmar que os negócios locais estão livres de intercorrências semelhantes, mesmo que localizadas e em menor escala. 

Em 2018, por exemplo, a greve dos caminhoneiros paralisou uma parcela importante do escoamento de produtos no Brasil, comprometendo produtores, intermediários e clientes. Por outro lado, no que diz respeito às atividades comerciais tradicionais, a falta de combustível impediu, inclusive, deslocamentos a trabalho — e a conta chegou também para os empresários que deixaram de fechar contratos por conta da distância física. 

Os dois episódios ensinam, portanto, uma lição indiscutível: é preciso estar preparado para imprevistos. Não se trata de adivinhar o futuro, mas de assegurar que os recursos certos estejam disponíveis quando (e sempre que) necessário. 

Agora, mais do que nunca, a gestão corporativa precisa assumir uma postura 360º, tanto online quanto offline. As linhas que costumavam segmentar setores precisam se transformar em laços que unem pessoas. As ferramentas operacionais e estratégicas devem ser utilizadas para conectar indivíduos — colaboradores, parceiros e clientes —, eliminando barreiras e viabilizando negócios. A qualquer hora e em qualquer lugar!

E mais: foi-se o tempo em que os gestores eram céticos a respeito da produtividade de uma equipe remota. Os sistemas integrados de gestão (ERP) entregam soluções completas para manter o alinhamento do time e garantir as entregas da empresa, facilitando o acesso a balanços, dashboards e relatórios de cada departamento — da logística ao RH.

As principais mudanças no ERP durante o Coronavírus

O ERP (Enterprise Resource Planning) é um velho aliado das companhias focadas em alta performance. A função do software é centralizar informações, acelerar processos e otimizar recursos, permitindo que a equipe trabalhe de forma eficiente e segura. 

Para os líderes, a robustez de um sistema integrado é ainda mais valiosa. Em apenas alguns cliques, milhares de relatórios são emitidos e podem, então, render análises essenciais à saúde do negócio — no curto, no médio e no longo prazo. 

Se, por um lado, não há novidade alguma no ato de reforçar a importância do ERP no dia a dia corporativo, por outro existe a disposição de apresentar funcionalidades aderentes a um panorama que corresponde e extrapola a pandemia, rendendo novas possibilidades de trabalho sem comprometer a qualidade da entrega. Preparado para o novo normal no mundo ERP? Confira!

Servidor em nuvem

Todo ERP precisa contar com o apoio de um servidor, responsável por armazenar os dados registrados no software. Antes da tecnologia em nuvem, dispositivos locais asseguravam a disponibilidade das informações, mas, em contrapartida, tinham custos elevados de manutenção e exigiam atenção redobrada às rotinas de backup. Além disso, o acesso remoto era certamente mais difícil em ocasiões de home office, por exemplo.

Hoje, com a computação em nuvem (cloud computing), é possível contar com um tipo de hospedagem mais versátil e seguro para depositar o volume de dados gerado na companhia. A Amazon Cloud, por exemplo, oferece um modelo descomplicado e com excelente custo-benefício, tornando o servidor em nuvem uma opção inteligente — e econômica — para a operação do seu ERP sob a perspectiva de um novo normal.

 

Implantação à distância

O processo de implantação de um novo sistema de gestão pode gerar certos receios. Os gastos com deslocamento de profissionais, por exemplo, costumavam pesar negativamente no fluxo de caixa — e, em alguns casos mais extremos, acabava por desestimular a substituição de uma ferramenta ultrapassada, incapaz de suportar o crescimento da empresa.

A pandemia de coronavírus, no entanto, forçou a adaptação do trabalho remoto e as novas premissas também foram aplicadas (com sucesso, diga-se de passagem) aos procedimentos convencionais de implantação. Em vez de centenas de quilômetros percorridos, a prioridade foi manter dezenas de horas de aprendizagem.

O suporte online ganhou escala e agilidade, reduzindo gastos desnecessários e otimizando a experiência da equipe frente à tecnologia. Agora, mais do que nunca, a implantação à distância é uma realidade bastante oportuna — e pode ser exatamente o que seu negócio precisa para lapidar os processos gerenciais.

Acesso remoto (com segurança)

O controle de acessos continua sendo relevante em tempos de trabalho remoto. Por isso, é fundamental que o ERP disponha de ferramentas que formalizem os direitos de acesso, evitando equívocos e/ou demais transtornos operacionais. 

O software permite, por exemplo, que a equipe contábil visualize apenas os módulos, as telas e os relatórios pertinentes à rotina fiscal e financeira, impedindo que informações do RH — ou de qualquer outra unidade de negócio — estejam disponíveis para consulta e alteração. 

Esse tipo de preocupação dá apoio ao compliance corporativo e preserva a integridade dos dados, minimizando riscos de segurança. Mais uma vez, a funcionalidade faz todo o sentido no home office, certo?

Ufa! A essa altura, fica claro que o coronavírus desencadeou transformações significativas na administração empresarial e, de quebra, também potencializou boas mudanças no ERP. Tudo para que você, gestor de alta performance, possa continuar perseguindo metas audaciosas para, assim, acumular resultados cada vez mais positivos.

O Areco ERP, tecnologia da Areco Sistemas Empresariais, está totalmente preparado para o novo normal e reúne funcionalidades indispensáveis ao mercado pós-pandemia. São mais de 30 anos de trabalho dedicados ao desenvolvimento íntegro de empresas e pessoas — sempre transformando crises em oportunidades.

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Tudo sobre EDI: o que é, quais são os benefícios e como o Areco ERP pode ajudar

Tudo sobre EDI: o que é, quais são os benefícios e como o Areco ERP pode ajudar

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A grande maioria dos gestores já está familiarizado com o conceito — e com o potencial — do EDI (Electronic Data Interchange). A tecnologia, que surgiu em meados da década de 60, continua evoluindo e permanece mais atual do que nunca: sem ela, a dinâmica de troca de dados perde consistência, rapidez e confiabilidade. A empresa, por sua vez, perde mercado e competitividade.

A boa notícia é que o Areco ERP, software responsável por integrar departamentos e por centralizar as informações da companhia, também dispensa atenção à importância do EDI. Com a integração ativa, líderes e analistas podem, então, distribuir e receber documentos comerciais com mais segurança e celeridade, otimizando os recursos — humanos, financeiros e de tempo — e as rotinas.

O que é, afinal, o EDI?

A sigla EDI tem origem na língua inglesa e, em tradução livre para o português, significa “troca eletrônica de dados”. Trata-se, na prática, da transmissão automática de informações entre duas empresas informatizadas, contribuindo para agilizar o relacionamento comercial — e as operações estratégicas — de ambas.

O EDI, por si só, tem uma missão integradora: a tecnologia permite que dois sistemas independentes transmitam dados comerciais, fiscais ou logísticos de modo seguro e transparente. A partir de um modelo padronizado, é possível compartilhar pedidos, notas (de remessa ou fiscais), listas e informações de inventário, por exemplo.

Ainda que o EDI seja útil a uma diversidade ampla de empresas — considerando que quase todas as transações realizadas por e-mail ou fax, para citar apenas dois métodos, podem ser substituídas por esse tipo de transmissão —, é comum encontrar demandas maiores pela solução em montadoras e indústrias automotivas.

Nestes segmentos, em específico, a qualidade da comunicação na cadeia de suprimentos é essencial para viabilizar a boa performance da produção. A troca de mensagens valida a rastreabilidade comercial e explora a cadeia logística com ainda mais eficiência. O just in time, conceito que costuma reger as fábricas automotivas, certamente requer uma tecnologia capaz de estimular a produção sem, no entanto, desperdiçar os recursos corporativos. Vale apostar no EDI!

Quais são os principais benefícios do EDI?

A essa altura, você provavelmente já percebeu que o EDI representa uma espécie de evolução no relacionamento comercial. As vantagens de automatizar remessas de documentos, padronizando arquivos de modo a viabilizar a integração de dados, são inúmeras. E mais: esse tipo de tecnologia também funciona como um poderoso diferencial competitivo.

Entre os benefícios mais relevantes, cabe reforçar, por exemplo:

  • a possibilidade de receber pedidos de maneira automática, permitindo que as equipes (produtivas e comerciais) antecipem as demandas da fábrica;
  • a otimização do recebimento e da expedição de materiais, diminuindo o lead time e melhorando a performance do time;
  • a redução do tempo de processamento dos pedidos e a minimização de erros operacionais, considerando que não há necessidade de redigitação.

Não é equivocado dizer, portanto, que o EDI extrapola sua função primordial de transmitir informações entre sistemas. Além de garantir a assertividade da comunicação entre parceiros, a tecnologia de dados também tem um importante valor estratégico: ao dispensar o retrabalho de redigitação, os profissionais envolvidos ganham tempo e podem se dedicar a desenvolver tarefas de maior valor agregado.

Como funciona a integração EDI no Areco ERP?

A tecnologia do Areco ERP é robusta e atualizada, permeando todo o workflow corporativo. Em termos gerais, isso quer dizer que a tecnologia está preparada para atender às demandas de uma operação complexa e integrada, entregando eficiência e agilidade aos mais diversos setores da companhia.

O EDI é, sem dúvida, um dos recursos diferenciais. Neste caso, a troca eletrônica de dados é usualmente feita a partir de um arquivo estruturado, enviado pelo sistema externo e, então, incorporado ao Areco ERP.

Depois de receber o documento, o ERP decodifica as informações e pupula uma tabela — seja ela um cadastro de produto ou um valor de conta contábil, por exemplo —, suprimindo a necessidade de intervenções manuais e eliminando a incidência de erros na redigitação.

Diante disso, fica fácil perceber que a missão do EDI é otimizar rotinas e impulsionar processos. A tecnologia integrada substitui a troca de e-mails (ou mesmo a remessa em papel) por padrões eletrônicos altamente confiáveis. Assim, é possível acelerar a interação com fornecedores e demais parceiros de negócio.

Por que o Areco ERP é a melhor opção para indústrias automotivas?

A Areco Sistemas Empresariais tem mais de 30 anos de história — e, a cada novo capítulo, parcerias produtivas são construídas sobre alicerces de alta performance, confiança e sucesso mútuo. A indústria automotiva, que é bastante dependente da integração EDI, desponta como um dos segmentos atendidos pelo Areco ERP.

Rivail Calderini, proprietário da Autopoli Automotive Technology, é enfático ao compartilhar os impactos positivos da implantação do software nas rotinas da companhia. “Em pouco tempo conseguimos, além de obter números mais precisos, integrar de fato os vários setores da empresa e fazer com que as ferramentas de automação e gestão do Areco ERP operassem, atingindo os resultados”, ressalta o CEO.

O Areco ERP é, sem dúvida, uma ferramenta indispensável à competitividade das organizações. O motivo é simples: quando há tecnologia de ponta, uma equipe de profissionais experientes e o desejo contínuo de aprimorar produtos e serviços, robustez está longe de significar rigidez.

Além de contar com funcionalidades que garantem a assertividade dos processos automotivos, otimizando recursos humanos e financeiros, o Areco ERP está em constante evolução e, por isso, confere mais autonomia e segurança às decisões da liderança. Principalmente nas indústrias automotivas, para além da troca eletrônica de dados, a solução também oferece:

  • controle do ciclo de projetos de engenharia, com gerenciamento de mapas de produção, movimentação de estoques e roteirização de entregas;
  • suporte às Práticas de Qualidade Total (ISO), com domínio dos lotes e rastreabilidade de matérias-primas e produtos acabados;
  • acompanhamento de margens de contribuição na inserção de novos orçamentos e pedidos;
  • suporte às vendas B2B em campo, sincronizando automaticamente o cadastro de clientes e a geração de pedidos na web.

Conclusão

A mensagem final, portanto, é clara: se, por um lado, o EDI desponta como um mecanismo imprescindível às empresas que buscam maximizar o desempenho operacional, é preciso olhar com atenção às demais oportunidades de integrar áreas e lapidar processos. Precisa inovar e quer crescer de forma exponencial? Invista em tecnologia de gestão!

Para entender como o Areco ERP pode ajudar a desenvolver o seu negócio, converse com um especialista. Agende uma consultoria gratuita e discuta as próximas estratégias da sua empresa.

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Gestão da cadeia de suprimentos: o que é e quais são as melhores práticas

Gestão da cadeia de suprimentos: o que é e quais são as melhores práticas

Quando o assunto é logística, a gestão da cadeia de suprimentos desponta como um tema importante e inadiável. De acordo com um estudo da Fundação Dom Cabral (FDC), problemas de infraestrutura e restrição urbana acrescentaram, nos últimos anos, um custo de R$15,5 bilhões aos processos logísticos das empresas — impactando negativamente na eficiência das operações de recebimento e escoamento.
O cenário é desafiador e, por isso, exige que os gestores modernos se dediquem a encontrar soluções coesas e inovadoras para otimizar as rotinas ligadas à cadeia de suprimentos. Ao padronizar procedimentos, por exemplo, é possível obter ganhos de produtividade e, assim, melhorar a competitividade do negócio.
Se você ainda tem dúvidas sobre a dinâmica de gestão da cadeia de suprimentos, é hora de mergulhar fundo no conceito! Primeiro, exploraremos o conceito sob uma ótica mão na massa. Em seguida, detalharemos as estratégias mais eficazes no gerenciamento da cadeia de suprimentos. Por fim, compartilharemos os principais desafios da área e, claro, as melhores práticas para gerenciá-la.
Boa leitura e bons insights!

O que é, na prática, a gestão de cadeia de suprimentos?
A gestão otimizada da cadeia de suprimentos pressupõe a nutrição de uma ampla rede de relacionamentos. Toda empresa, independentemente do porte ou segmento a que se dedique, precisa alimentar parcerias internas e externas, garantindo a assertividade dos processos e, claro, também a saúde de seus caixas.
Imagine, por exemplo, o dia a dia na fábrica. Para que a linha de produção possa funcionar a todo o vapor, é preciso dispor da matéria-prima necessária e contar com a eficiência das máquinas envolvidas na dinâmica de trabalho. Além disso, os turnos devem escalar um número suficiente de colaboradores para que, ao fim do fluxo operacional no PCP, a demanda de pedidos seja corretamente suprida por itens acabados de alta qualidade.
Uma análise mais criteriosa reforça a interdependência desses fatores. O abastecimento de insumos requer a compra antecipada dos materiais, enquanto a manutenção preventiva dos equipamentos industriais assegura a plena capacidade da planta.
E mais: os departamentos da empresa têm sua parcela de responsabilidade. Ao RH, cabe a missão de suportar as atividades na fábrica, reduzindo o turnover de profissionais e mantendo-os devidamente protegidos (com todos os EPIs à disposição) e motivados. À logística, fica o desafio de viabilizar o escoamento efetivo dos produtos acabados, certificando que os clientes tenham acesso rápido e seguro àquilo que negociaram com os vendedores da companhia.
Todos esses inputs, portanto, se relacionam à cadeia de suprimentos — também conhecida por supply chain, termo equivalente em inglês. Trata-se, na prática, do comprometimento em gerir uma estrutura complexa, composta por pessoas, processos, informações e recursos unidos em um objetivo importante: organizar a produção e afiançar entregas cada vez mais lucrativas e encantadoras.

Quais são as melhores práticas para gerir a cadeia de suprimentos?
Todo líder industrial compartilha do desejo de enxugar operações, maximizar a produtividade da fábrica e aumentar as margens de lucro. A boa notícia é que a gestão eficiente da cadeia de suprimentos, associando conhecimentos técnicos e ferramentas robustas, pode ajudar você a alcançar essas metas.
De forma geral, a excelência na operação de supply chain começa na integração de áreas e processos. O setor de Compras, por exemplo, precisa conhecer em profundidade a demanda comercial — para, só então, aperfeiçoar as negociações com fornecedores com base na previsibilidade de vendas. O time do PCP, por sua vez, deve checar a disponibilidade de matéria-prima no estoque, fixando um cronograma coerente de entregas.
A centralização de dados confiáveis é, sem dúvida, uma das práticas essenciais ao gerenciamento da cadeia de suprimentos, mas é preciso ir além. Para acelerar os resultados do negócio e aprimorar as rotinas de supply chain, fique atento a alguma das melhores práticas da área!

Mapeie processos e elimine gargalos
O primeiro passo para lapidar a gestão da cadeia de suprimentos é se apropriar das atividades cotidianas. Ao levantar o conjunto de processos, você mergulha nos fluxos de trabalho e disseca as operações corporativas — do administrativo à produção.
De posse das informações internas, o gestor obtém uma vantagem importante: pode reavaliar os procedimentos adotados sob a ótica da otimização, agregando mais confiabilidade às decisões do negócio. Se, em algum momento, um gargalo prejudicial for detectado, na dinâmica de ressuprimento ou na negociação de prazos com clientes, o correto é acionar um sinal de alerta e desencadear uma ação imediata.
Apenas ao mapear os processos com constância e transparência, monitorando o desempenho do PCP, é possível efetivar melhorias significativas na fábrica. O final da equação é bastante positivo e faz toda a diferença na competitividade da indústria. O fluxo de caixa e as perspectivas de lucro agradecem!

Padronize operações
Tarefas padronizadas reservam muitas vantagens às empresas modernas. É fácil entender os motivos: primeiramente, os padrões evitam que erros humanos se repitam com frequência exacerbada, dilapidando a rentabilidade do chão de fábrica e da companhia como um todo. Além disso, rotinas predefinidas aceleram a performance da equipe, extraindo o máximo potencial dos recursos disponíveis.
Esses benefícios são igualmente bem-vindos na gestão da cadeia de suprimentos. É indicado, por exemplo, que os analistas de Compras incorporem atividades analíticas às demandas do dia a dia. Antes de formalizar um pedido ao fornecedor, certifique-se de checar os relatórios de previsibilidade de vendas e, também, de confirmar o preço médio negociado nas últimas compras.

Estimule a cooperação entre os profissionais
A integração de áreas é indispensável ao sucesso da estratégia de supply chain. Para isso, porém, não basta sinalizar ao time a importância da troca contínua de informações: é preciso, mais do que nunca, incentivar a centralização de dados para facilitar consultas ricas entre departamentos.
O gerenciamento da cadeia de suprimentos requer o compromisso dos funcionários. Quando há cooperação, suportada e endossada por ferramentas aderentes, reduz-se o retrabalho e minimizam-se os erros operacionais. Logo, é fundamental que as equipes interajam em prol de uma meta comum: otimizar a produção de ponta a ponta, da entrada no estoque à geração da NF de saída, de modo a disparar os resultados da indústria.

Invista em tecnologia de gestão
O PCP costuma ser uma área sensível para grande parte das empresas contemporâneas. Lidar com a complexidade do chão de fábrica pode ser um desafio — mas, nele, também residem excelentes chances de diferenciação e ótimas oportunidades de lucro.
O ERP é a resposta para muitas das perguntas gerenciais, inclusive aquelas que se referem ao supply chain. Em algumas telas e em poucos cliques, por exemplo, é possível incluir (ou alterar) a engenharia de um projeto, revisar a disponibilidade da fábrica (por turno e máquina) e atestar a qualidade do produto acabado.
Além da linha produtiva, os demais setores envolvidos na gestão da cadeia de suprimentos também se beneficiam do poder tecnológico: enquanto o Compras extrai relatórios de IQF (Índice de Qualidade do Fornecedor), selecionando os melhores parceiros, a Logística de distribuição se vale das informações do estoque para programar o transporte dos itens acabados com agilidade e segurança. Ou seja: uma vez integradas, as operações funcionam de maneira mais sinérgica, eficiente e rentável.

Se você está procurando uma solução integrada para potencializar os retornos da sua fábrica, dando força e consistência ao gerenciamento da cadeia de suprimentos, fale conosco. Agende uma consultoria gratuita e saiba como o Areco ERP pode ajudar você e o seu negócio.

O segredo do lucro: 3 dicas para melhorar os retornos financeiros da sua empresa

O segredo do lucro: 3 dicas para melhorar os retornos financeiros da sua empresa

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Toda empresa, independentemente do setor em que pretenda atuar, nasce com um objetivo bem claro: gerar e perpetuar o lucro. Por isso, desde o primeiro dia, todas as engrenagens corporativas devem se alinhar à estratégia do negócio e funcionar em total sinergia, otimizando recursos para alavancar resultados.

Se a teoria é simples, a prática certamente exige uma boa dose de resiliência. De acordo com um estudo divulgado pelo Sebrae, o lucro é uma questão complexa para grande parte dos empreendedores.

A pesquisa aponta que, considerando as empresas que fecham as portas, o principal motivo para o encerramento das atividades é a falta de lucro. Da mesma forma, levando em conta os CNPJs que se mantêm ativos, a dificuldade mais comum nos primeiros anos de funcionamento é, mais uma vez, a constância na obtenção de lucro.

Logo, não seria equivocado dizer que a lucratividade é um tema sensível aos gestores modernos. Afinal, em um mercado altamente competitivo, é preciso lançar mão de táticas eficientes para acelerar os retornos da operação.

O primeiro passo é entender em profundidade as nuances do lucro — e, claro, dos indicadores que o envolvem. Depois disso, você provavelmente estará pronto para conhecer e explorar o segredo do lucro. Confira!

Rentabilidade x Lucratividade: quais são as principais diferenças?

Ainda que os dois conceitos tratem de desdobramentos financeiros, vale diferenciá-los. No dia a dia do negócio, considerando as demandas analíticas da operação, é muito provável que você precise apelar a uma ou outra — senão às duas simultaneamente.

De forma geral, a rentabilidade se refere ao retorno. Imagine, por exemplo, que você tenha injetado R$10 mil em melhoria produtiva, adquirindo uma série de máquinas para agilizar o trabalho na fábrica.

A métrica de rentabilidade é que vai afirmar se o investimento alocado no PCP está trazendo os retornos previstos no curto, no médio e no longo prazo. O cálculo permite que os gestores avaliem, sob a ótica da inteligência financeira, se a produção está “se pagando” — ou, então, quanto tempo ela levará para “se pagar”.

Por outro lado, a lucratividade também tem traços particulares. Para o Sebrae, a métrica “é um indicador de eficiência operacional que indica o ganho que a empresa consegue gerar sobre o trabalho que desenvolve”.

Trata-se, portanto, do ganho excedente: tudo aquilo que se obtém com as vendas (de produtos ou serviços), já deduzidos os custos e despesas. Se cada peça produzida custa R$35 (R$ de tributos, R$10 de insumos, R$10 de custo operacional e R$10 de mão de obra), a venda por R$70 gera 50% de lucratividade.

As diferenças entre os dois conceitos os tornam complementares — além de, claro, indispensáveis à gestão enxuta de qualquer companhia. É fácil entender o motivo: se a empresa detém 25% de lucratividade, mas apresenta rentabilidade de 10%, o retorno não é suficiente para pagar o investimento.

Da mesma forma, um negócio com 500% de rentabilidade — ou seja, quintuplicando o valor investido — pode sustentar uma lucratividade pífia, indicando que os custos operacionais estão fora de controle.

Certifique-se de combinar as métricas de lucratividade e de rentabilidade para obter um diagnóstico fiel e coerente da sua situação financeira. Os retornos financeiros que você espera podem estar escorregando entre seus dedos, soterrados por ineficiências produtivas e ocultos em relatórios incompletos.

O segredo do lucro: como maximizar os retornos financeiros?

A essa altura, é provável que você tenha percebido que o “segredo” do lucro está longe de ser uma fórmula mágica; e que, em vez disso, resultados expressivos envolvem algumas variáveis importantes.

Para perseguir saldos positivos, você precisa se comprometer com análises profundas e recorrentes, capazes de ordenar a complexidade da operação e, assim, gerar insights valiosos. Agora, é hora de saber por onde começar…

  1. Melhore as negociações com fornecedores

A gestão sinérgica da cadeia de suprimentos representa um grande desafio aos gestores focado em alta performance. Dos insumos necessários à fabricação dos produtos, passando pela transportadora contratada para escoamento, fique atento a gargalos que podem prejudicar o desempenho da operação.

Os fornecedores, por exemplo, são peças-chave na maximização do lucro. Negociações mais atrativas — no preço unitário da matéria-prima ou na forma de pagamento, para citar apenas duas das possibilidades — podem garantir o balanço positivo nos indicadores financeiros, impulsionando o desenvolvimento do negócio.

O IQF (Índice de Qualidade do Fornecedor) é um bom aliado na manutenção de parceiros. A partir do cruzamento de informações essenciais, tais como a confiabilidade da entrega e a qualidade do material vendido, é possível organizar as empresas mais eficientes e alinhadas às demandas da companhia, mantendo o alto nível dos relacionamentos comerciais.

  1. Reveja a formação de custo e preço

A precificação não é uma tarefa fácil. Fixar o preço de um produto ou serviço exige um mergulho profundo nos números corporativos: só assim, munido de dados transparentes, pode-se criar um cenário de lucratividade perene, cobrindo custos e despesas e adicionando uma boa margem.

Na pesquisa do Sebrae, a falta de capital de giro e/ou lucro foi apontada como o segundo maior motivo para o fechamento de empresas. Não há exagero em afirmar que esse é o reflexo de uma precificação cega, sem embasamento e sem análise.

Quando não há sistematização de informações, fica difícil resgatar o valor de um insumo ou ratear o custo operacional entre os departamentos do negócio. Quando os dados estão dispersos e descentralizados, é impossível resgatar as despesas para, então, balanceá-las no cálculo da margem de lucro.

Para viabilizar esse nível de controle, é preciso investir em tecnologia de ponta. Um bom sistema ERP, apto a integrar todo o workflow empresarial, é o recurso ideal para alavancar os critérios (e a assertividade) da precificação. 

  1. Analise os indicadores de qualidade

Desvios na qualidade são prejudiciais à operação e despontam como grandes inimigos do lucro. Sempre que há desperdício excessivo, causado por uma falha de processo ou por um erro humano, o prejuízo é certo.

A única maneira de evitar esse tipo de problema, eliminando gargalos com rapidez e eficiência, é manter os olhos bem abertos e os relatórios bem atualizados. É importante, por exemplo, que você assegure a disponibilidade de recursos robustos, transparentes e integrados. Abuse da tecnologia para maximizar os resultados da fábrica!

Se, ao analisar os dashboards de desempenho do PCP, você notar que o número de peças produzidas caiu significativamente em determinado período, acione o alerta: em algum ponto do processo, na preparação das máquinas ou na sequência de tarefas, deve haver um gargalo — e você precisa corrigi-lo prontamente, de forma a minimizar os impactos negativos na lucratividade do negócio.

É por isso que a rotina de monitoramento é essencial à gestão de qualidade e, por consequência, também à busca por lucros exponenciais. Afinal, uma parcela considerável do segredo para melhorar os retornos financeiros diz respeito à capacidade de liderar as decisões da companhia. A melhor forma de fazer isso é, sem dúvida, se apoiar em dados coesos.

Conclusão

A tecnologia de gestão é responsável por simplificar processos, automatizar rotinas e integrar departamentos. Todos os inputs da operação são centralizados e organizados, facilitando o acesso às informações estratégicas da empresa — acentuando a assertividade e a competitividade das decisões.

Precisa de ajuda para entender a complexidade do negócio, calibrando as engrenagens que impulsionam os lucros da organização? Agende uma consultoria gratuita e saiba como podemos ajudá-lo a trilhar um caminho de produtividade e de crescimento!

Data driven e ERP: a transformação de negócios orientados a dados

Data driven e ERP: a transformação de negócios orientados a dados

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Se traduzido ao pé da letra, o termo data driven significa “orientado a dados”. A origem da expressão remonta à ciência de dados e pressupõe o uso de tecnologias avançadas, tais como a inteligência artificial (IA) e o machine learning, para analisar grandes volumes de informações. O objetivo é gerar insights e, claro, solucionar problemas.

Ainda em 2013, um estudo da Economist Intelligence Unit revelou que empresas com desenvolvimento acima da média tinham algo importante em comum: todas se apoiavam no Big Data e dedicavam tempo precioso para mergulhar fundo nos dados do negócio. O retorno dessa atenção aos números corporativos não poderia ser melhor: o lucro aumentava consideravelmente, registrando até dois dígitos de crescimento.

Hoje, mais do que nunca, essa é uma realidade inquestionável. As empresas mais competitivas precisam preparar suas operações para lidar com o intenso fluxo de informações e, de posse deles, também para organizá-los em cenários coesos e estratégicos. A boa notícia é que o ERP, tecnologia robusta e integrada de gestão, é um ótimo aliado para promover a transformação de negócios orientados a dados.

O que são as empresas data driven?

De forma geral, as empresas data driven podem ser descritas como aquelas que planejam, executam e gerenciam as demandas da companhia a partir de dados críveis e transparentes. Na maioria dos casos, os algoritmos são os catalisadores desse tipo de processo: cabe a eles a missão de compor soluções para ordenar informações internas e, assim, permitir que as táticas de inteligência corporativa sejam aplicadas às rotinas operacionais.

O relatório Insights-Driven Businesses Set The Pace For Global Growth, produzido pela Forrester em 2018, indicou que empresas com perfil data driven crescem cerca de 30% ao ano e, até 2021, devem acumular faturamento de US$ 1,8 trilhões. E mais: a pesquisa reforça que a tecnologia de dados é essencial para criar vantagens competitivas, uma vez que baliza e alicerça a tomada de decisão.

Na prática, as organizações com mentalidade data driven exigem que a grande maioria das perguntas estratégicas — se não todas elas — sejam respondidas por meio de insights confiáveis, cunhados no coração do negócio e traduzidos em dados inteligíveis.

Imagine, por exemplo, a responsabilidade de planejar o trimestre produtivo. Nesta etapa, é absolutamente natural que surjam dúvidas.

  • Qual será a demanda pelo produto? – pergunta o time Comercial.
  • Como é possível otimizar o fluxo de trabalho na fábrica? – reflete o líder de PCP.
  • Qual é a melhor maneira de fixar o preço de venda, considerando a escalada dos custos? – questiona a equipe de negócios.

Ainda que não existam fórmulas mágicas, há, sem dúvida, um recurso capaz de nortear as afirmações mais coerentes: os dados internos. Ser data driven, portanto, significa manter uma sólida estrutura orientada a dados, empoderando profissionais na busca incessante pelas melhores respostas.

Como o ERP pode ajudar a estruturar um negócio orientado a dados?

Não é nenhum exagero dizer que as empresas data driven compartilham de um propósito semelhante no que se refere ao uso de dados: a intenção é maximizar a confiabilidade das análises para, então, endossar as decisões do negócio. Enquanto os riscos diminuem, as chances de êxito aumentam.

Esse tipo de postura, porém, exige um grau mais avançado de tecnologia. É necessário que a ferramenta viabilize a coleta, o registro, a organização e a compilação das informações, utilizando os números para cimentar um edifício de prognósticos.

O ERP é o mecanismo que torna tudo isso possível. O sistema integra as mais variadas áreas da companhia e, por isso, se posiciona como um aliado eficiente na missão de alimentar relatórios completos e dashboards personalizados. Na mão da alta administração, essas ferramentas de avaliação funcionam como uma bússola de ouro, norteando as estratégias corporativas ao favorecer, de fato, uma liderança data driven. Chegou a hora de entender os motivos!

Transformar a cultura corporativa

A cultura de uma empresa, no que é tangível tanto quanto no que é intangível, dita a forma com que as tarefas são executadas. Assim sendo, uma cultura data driven é indispensável à efetividade das análises.

Neste aspecto, o ERP pode funcionar como um catalisador de posturas: a tecnologia reforça a necessidade de centralizar informações e abre um vasto horizonte de possibilidades para examinar as variáveis mais importantes do negócio.

Implantar KPIs coerentes

Os KPIs (Key Performance Indicators) são métricas-chave no desempenho da organização e, em última escala, asseguram que a equipe esteja totalmente alinhada a respeito das metas do setor — seja na Produção, reduzindo o número de inconformidades em produtos acabados, ou no Comercial, respeitando a projeção de vendas determinada para o período.

Indicadores coerentes, portanto, são um ótimo passo em direção à mentalidade data driven. Quando há um norte bem definido, o processo de análise ganha mais agilidade, tornando mais simples a comparação de números correlatos. No ERP, é possível fixar KPIs individuais e coletivos, disponibilizando-os para analistas e gestores em tempo real.

Sem categoria  Data driven e ERP: a transformação de negócios orientados a dados

 

 

 

 

 

 

Facilitar o acompanhamento

Bastam alguns cliques para que toda a operação esteja diante dos olhos dos gestores. O ERP oferece uma miríade de relatórios com filtros personalizados, permitindo que o líder enxergue o recorte que lhe é mais conveniente.

Além disso, dashboards customizados devem ser formatados e aprimorados com constância, respeitando as necessidades, as circunstâncias e as particularidades de cada companhia. Ao criar métodos visuais, intuitivos e dinâmicos de monitorar os resultados, ganha-se tempo para o que é importante: fazê-los acontecer!

Quais são as vantagens do crescimento orientado por dados?

Como já mencionamos, o crescimento de empresas orientada por dados tende a ser mais rápido e mais expressivo; principalmente em comparação às organizações que, por ignorância ou negligência, deixam de se apoiar em registros transparentes da operação.

O ritmo acelerado de desenvolvimento é, sem dúvida, uma das principais vantagens da mentalidade data driven — mas está longe de ser a última. Um relatório da consultoria McKinsey, por exemplo, evidenciou que organizações guiadas por dados têm até 23 vezes mais chances de conquistar clientes e, de quebra, têm seis vezes mais sucesso nas táticas para retê-los. A rentabilidade é outro fator crucial: negócios data driven são até 19 mais lucrativos!

A essa altura, fica fácil justificar a importância de priorizar um gerenciamento orientado a dados, certo? Afinal, só assim é possível, também:

  • otimizar processos internos, enxugando apenas o que é excessivo sem incorrer no erro de prejudicar a excelência da entrega cotidiana;
  • instituir uma postura inovadora, mais alinhada às demandas do mercado competitivo, sem aumentar a exposição a riscos desnecessários;
  • impulsionar a performance da equipe, enxergando os gargalos produtivos e corrigindo-os com mais velocidade e eficácia;
  • agregar confiabilidade e segurança às decisões estratégicas, impulsionando resultados no curto, no médio e no longo prazo.

Data Driven e ERP

Frente a tantas vantagens, vale reforçar que o ERP desponta como o motor da engrenagem data driven. Sem tecnologia, é impossível registrar, segmentar e ordenar o volume crescente de informações — sejam elas internas, derivadas da rotina corporativa, ou externas, obtidas no contato com o mercado —, empregando-as de forma inteligente para potencializar a competitividade do negócio.

Uma conclusão, entretanto, é certa: se, para crescer em compasso acelerado, é preciso manter uma cultura data driven, o ERP é imprescindível à transformação de negócios orientados a dados. O que você, gestor, está planejando fazer para ajustar seus processos a esse novo (e desafiador) cenário?

Agende uma consultoria gratuita e saiba como podemos ajudar a sua empresa a implantar uma mentalidade disruptiva, explorando recursos poderosos que estão a poucos cliques de você. Até breve!

Como o ERP pode solucionar as principais dificuldades das indústrias metal-eletro-mecânicas?

Como o ERP pode solucionar as principais dificuldades das indústrias metal-eletro-mecânicas?

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As indústrias metal-eletro-mecânicas lidam diariamente com um ambiente bastante complexo. É preciso, por exemplo, manter uma área focada em pesquisa de produtos e máquinas sem, no entanto, descuidar da construção de projetos sob medida — viabilizados a partir de um processo comercial robusto e flexível.

Os desafios do segmento, dentro e fora da empresa, são inúmeros. Por outro lado, vale lembrar que há, também, boas oportunidades para modernizar operações e alavancar resultados, diferenciando o negócio em um mercado altamente competitivo.

Ao adotar ferramentas eficientes e padronizadas, capazes de automatizar rotinas e de suprimir erros humanos, o gestor acelera a escalada da companhia e mantém a saúde dos caixas corporativos. E o melhor: esses recursos não estão restritos a grandes potências industriais, permanecendo disponíveis a organizações dos mais diversos portes.

Vale explorar!

O desafio da produtividade nas indústrias metal-eletro-mecânicas

Já faz algum tempo que a discussão a respeito da produtividade permeia a rotina das lideranças industriais. Não é difícil entender o motivo: estudos desenvolvidos em empresas de vários segmentos apontaram que, em números totais, o nível de produtividade é um dos fatores determinantes na obtenção de lucro, fixando entre eles uma relação diretamente proporcional.

A busca por rotinas mais ágeis e eficientes é, portanto, justificável — e, no Brasil, os indicadores industriais estavam respondendo bem à iniciativa. Em 2018, a produtividade no setor cresceu 0,9%, superando o resultado registrado no ano anterior.

De acordo com um levantamento da CNI (Confederação Nacional das Indústrias), existe uma alternativa eficaz, além de disponível a todos, para melhorar os números. Um dos relatórios divulgados pela entidade, no final de 2009, ressaltou que a adoção de tecnologias de gestão promove um aumento de 22%, em média, na produtividade de pequenas e médias empresas.

A pesquisa da CNI valida a importância da modernização de processos e reforça a urgência de investimentos na área. A tecnologia é, de fato, um dos mais poderosos aliados da produtividade — e a indústria metal-eletro-mecânica precisa se beneficiar disso para continuar crescendo.

O poder do ERP nas indústrias metal-eletro-mecânicas

O ERP é o recurso ideal para padronizar rotinas, automatizar operações e potencializar a eficiência produtiva — tanto na fábrica quanto no administrativo.

No que se refere aos processos da indústria metal-eletro-mecânica, em específico, a tecnologia é capaz de simplificar a complexidade de tarefas comuns ao cotidiano da empresa. Solucionando as principais dificuldades do negócio nas mais diversas áreas. Confira!

Informações no chão de fábrica

Não seria equivocado dizer que, na indústria metal-eletro-mecânica, o chão de fábrica é o coração do negócio. Tudo o que pulsa na empresa está direta ou indiretamente relacionado à capacidade da linha, orbitando em torno das necessidades do setor.

Enquanto o departamento de Compras deve garantir que os insumos cheguem no tempo certo, mantendo o estoque de matéria-prima abastecido, por exemplo, os vendedores precisam que o cronograma produtivo funcione adequadamente, assegurando a entrega ao cliente no período combinado durante a negociação.

O chão de fábrica desponta, portanto, como uma espécie de central de informações. O planejamento da produção depende da verificação de máquinas disponíveis e todos os projetos de engenharia devem estar à disposição dos líderes da produção.

Da mesma forma, grande parte dos principais indicadores empresariais partem dos registros colhidos na linha produtiva. Da capacidade total à produtividade hora/máquina, passando pela estimativa de entrega e pelas taxas de desperdício de insumos, a maior parcela da inteligência nas indústrias metal-eletro-mecânicas se relaciona aos números da fábrica.

Por isso, é essencial que o fluxo de informações seja contínuo, além de claro e transparente. Cada interação tem influência nos resultados globais da companhia e precisa ser monitorado em tempo real.

O ERP, enquanto recurso integrado, é o mecanismo que centraliza e padroniza os dados internos da indústria metal-eletro-mecânica, do estoque ao comercial, de modo a favorecer as análises operacionais. Assim, sempre que necessário, reações imediatas e ajustes estratégicos podem ser executados com mais tranquilidade e eficácia.

Atualização de cadastros (e de projetos)

Os registros de engenharia funcionam como um mapa. A partir deles, toda a estrutura da fábrica é mobilizada em prol da produção de determinado produto, viabilizando as entregas. É, portanto, essencial que as informações do cadastro estejam sempre atualizadas — afinal, qualquer desvio no projeto é sinônimo de prejuízo nos caixas.

A engenharia do produto compreende a lista de materiais, o roteiro de produção e os demais parâmetros do item. O ERP acelera o processo ao disponibilizar, em poucos cliques, todos os documentos necessários e ao sinalizar a disponibilidade de máquinas e matéria-prima, liberando o funcionamento da linha.

Além disso, o software confere agilidade aos apontamentos, permitindo que apontamentos online, apurados em tempo real, atestem a assertividade da produção e validem a qualidade do produto acabado.

Ao dispor de tecnologia eficiente e integrada, as lideranças podem monitorar o desempenho da área — no que compete às máquinas e aos operadores, por exemplo — e identificar eventuais incoerências no projeto, evitando prejuízos na produção.

Por fim, vale lembrar que o ERP contribui para agilizar a aplicação de mudanças na estrutura do produto ou na dinâmica do processo produtivo, escoando as novas diretrizes com segurança para todos os setores envolvidos.

Redução de desperdícios nas indústrias metal-eletro-mecânica

Nas indústrias metal-eletro-mecânicas, produtividade também tem tudo a ver com qualidade. Por isso, a redução de desperdício costuma ser uma prioridade entre os gestores focados na alta performance de suas operações.

Na fábrica, os produtos com defeito podem advir de problemas mecânicos ou operacionais. A boa notícia é que ambos podem ser suprimidos por meio da adoção de um sistema robusto e aderente às rotinas produtivas.

Para reduzir o desperdício nas indústrias metal-eletro-mecânicas, o ERP oferece uma série de recursos e indicadores indispensáveis. É possível, por exemplo, rastrear matérias-primas e produtos acabados, reconhecendo deficiências de forma certeira e agindo proativamente para corrigir os desvios.

Da mesma forma, o software consolida os motivos de reprovação dos itens reprovados na garantia de qualidade e registra quais peças (ou produtos) precisaram ser retrabalhados. Pontuando a máquina e/ou o funcionário envolvido no processo inicial.

Todos esses dados populam relatórios estratégicos e podem orientar mudanças na dinâmica da fábrica. Mais uma vez, a padronização de rotinas e a centralização de informações se mostram fundamental na busca por alta produtividade — e altos retornos, é claro!

 

A essa altura, você provavelmente já está convencido de que um ERP robusto e atualizado é a solução que sua empresa precisa para continuar crescendo. Mas, atenção: certifique-se de optar por um fornecedor confiável e comprometido com o sucesso da sua operação.

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Os 4 recursos indispensáveis à gestão de indústrias automotivas

Os 4 recursos indispensáveis à gestão de indústrias automotivas

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O setor automotivo é responsável por quase um quarto (¼) do PIB industrial no Brasil. Em 2015, segundo dados do Ministério da Economia, o setor faturou pouco mais de U$ 59 bilhões, empregando mais de 1 milhão de pessoas ao longo do processo produtivo. Por tanto, por ser um setor de tanto impacto na economia, é necessário que a gestão de indústrias automotivas seja estratégica e eficiente.

Por outro lado, a cadeia de suprimentos do segmento automotivo é complexa e as exigências não param de crescer. Para fazer frente à competição internacional, as empresas brasileiras precisaram estabelecer padrões rígidos de produção e escoamento.

Para robustecer as operações, aprimorar rotinas e garantir resultados cada vez mais expressivos, a tecnologia de gestão se moldou às necessidades do ramo. Funcionalidades específicas, voltadas especialmente às demandas do setor, permitem que a indústria automotiva nacional permaneça competitiva — e siga prosperando.

Conheça, agora, os recursos indispensáveis à gestão eficiente da sua indústria automotiva!

Integração EDI na gestão de indústrias automotivas

O EDI — que, em tradução para o português, significa Intercâmbio Eletrônico de Dados — é um dos primeiros requisitos da indústria automotiva, viabilizando a integração com montadoras. Por meio dele, é possível agilizar a troca de informações sobre peças e prazos com fornecedores selecionados, por exemplo.

Na prática, o EDI substitui negociações comerciais via papel e/ou e-mail, digitalizando todo o processo. Com isso, a indústria automotiva:

  • reduz o tempo de processamento dos pedidos;
  • evita erros na digitação dos pedidos, conferindo mais precisão às entregas;
  • sistematiza o recebimento e a expedição de materiais;
  • automatiza o recebimento de pedidos de venda (programação de entrega);
  • otimiza os recursos humanos da empresa, liberando-os para tarefas com maior valor agregado.

De forma geral, não é nenhum exagero dizer que o EDI efetiva a rastreabilidade das operações comerciais e alavanca a cadeia logística. Para a maioria dos gestores automotivos, o recurso é condição fundamental para viabilizar o Just in Time (ou JT, como também é conhecido), sistema que rege grande parte das indústrias do segmento e pressupõe a produção sob demanda.

O EDI, portanto, deve ser uma das funcionalidades disponíveis no sistema de gestão automotivo. Ao favorecer a integração de áreas — do comercial à produção, principalmente com as montadoras —,  a empresa assegura a transparência operacional e expande o potencial do negócio.

Rastreabilidade de lotes

A rastreabilidade é uma ferramenta essencial na cadeia de fornecimento da gestão de indústrias automotivas. Para firmar contrato com montadoras, por exemplo, é preciso que a empresa obtenha o certificado ISO-TS (AITF 16949), comprovando dispor de mecanismos para rastreabilidade total de itens.

No dia a dia, porém, o processo exige atenção. De modo a garantir que todos os dados sejam registrados e corretamente sistematizados, o gestor precisa contar com um apoio tecnológico robusto, capaz de simplificar a complexidade das rotinas.

Neste caso, o sistema de gestão é responsável por integrar procedimentos e áreas, obrigando a execução de ações relacionadas ao monitoramento de lotes e armazenando os dados pertinentes às consultas de rastreabilidade.

Ao incorporar tecnologias aderentes às demandas do segmento automotivo, os líderes corporativos têm mais autonomia para controlar a movimentação de materiais — dentro e fora da planta — com eficiência e precisão.

Assim, caso algum desvio seja identificado ao longo do processo, internamente ou em fornecedores parceiros, é possível recorrer ao responsável e ajustar a deficiência produtiva. Esse tipo de conhecimento é imprescindível à segurança da produção e à competitividade da empresa.

Controle de inventário

A manufatura enxuta, mundialmente conhecida como Lean Manufacturing, é um dos principais expoentes do segmento automotivo. O conceito, que foi lapidado a partir do conjunto de conhecimentos adotados no Sistema Toyota de Produção, preconiza o aumento da produtividade a partir da redução de perdas.

Os desperdícios, por sua vez, podem ser suprimidos nas mais diversas etapas do processo produtivo. A superprodução, tanto quanto problemas na efetividade do transporte, para citar apenas alguns transtornos, podem incorrer em prejuízos financeiros e comprometer a lucratividade da indústria.

O inventário é, sem dúvida, um dos possíveis gargalos da operação. O excesso de estoque, por exemplo, funciona como um alerta e reclama um exame mais apurado.

Em muitos casos, a falta de confiança no fornecedor pode sobrecarregar o recebimento, inflando a armazenagem e disparando os custos de manutenção — bem como os prejuízos por eventual depreciação.

Para corrigir o desvio, a atenção ao IQF (Índice de Qualidade do Fornecedor) ajuda a definir parceiros mais confiáveis para futuras negociações. Além disso, o planejamento de materiais, associado ao acompanhamento da produção, é outra ferramenta importante: os dados possibilitam as entregas sob medida, também comuns no sistema JT, bastante adotado no setor automotivo.

Manutenção industrial para a gestão de indústrias automotivas

A interdependência de operações é uma característica marcante nas indústrias automotivas. Em essência, o encadeamento do fornecimento pode acarretar certa incerteza entre os gestores da área: caso um fornecedor atrase a entrega, por exemplo, a linha de montagem corre o risco de parar.

Da mesma forma, problemas na fábrica podem comprometer o cronograma de transferência de produtos acabados às montadoras. No esforço para evitar imprevistos e assegurar a qualidade das entregas, a manutenção industrial ganha destaque e relevância.

A manutenção preventiva é um dos primeiros passos. É preciso controlar a revisão de máquinas e garantir que os equipamentos sejam ajustados dentro do período previsto — registrando os apontamentos da ordem de manutenção.

O monitoramento dos indicadores de performance é outro aspecto que não deve ser negligenciado na gestão de indústrias automotivas. O software de gestão deve ser capaz de consolidar dados produtivos, verificando, por exemplo, a quantidade de peças produzidas por hora.

Quaisquer incoerências nos padrões da linha devem ser profundamente investigados e rapidamente corrigidos, repelindo consequências negativas ao longo da cadeia de suprimentos.

ERP para gestão de indústrias automotivas

Do planejamento de produção à rastreabilidade de lotes, as indústrias automotivas precisam se antecipar às demandas e exigências do segmento. Para isso, a adoção de uma tecnologia integrada e transparente deixou de ser uma opção: trata-se, em vez disso, de uma necessidade latente, da qual depende a sobrevivência e a lucratividade das empresas.

Certifique-se de implantar uma solução atualizada e em constante evolução. O Areco ERP ajuda a desenvolver as indústrias automotivas do Brasil há mais de 30 anos, entregando funcionalidades robustas para simplificar rotinas e maximizar resultados no curto, no médio e no longo prazo.

Agende uma consultoria gratuita e fale com um especialista em automatização de processos industriais. Uma coisa é certa: a tecnologia certa pode resolver os principais gargalos da sua operação, otimizar os recursos — humanos, materiais e financeiros — e melhorar a performance global da empresa. Aproveite!

O desafio da gestão otimizada na indústria automotiva

O desafio da gestão otimizada na indústria automotiva

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A indústria automotiva é um dos segmentos mais representativos do Brasil. De acordo com dados divulgados pelo Ministério da Economia, o setor responde por cerca de 22% do PIB (Produto Interno Bruto) industrial do país. Além disso, o relatório oficial é taxativo: em função de seus encadeamentos, o desempenho do segmento automotivo, se positivo ou negativo, pode afetar significativamente a produção de outros ramos industriais. Um dos principais desafios da gestão otimizada na indústria automotiva é, sem dúvida, a competitividade. Empresas de todo o mundo disputam mercados promissores nos cinco continentes do globo e, assim, forçam os negócios locais a se adaptarem a um cenário muito mais ágil, integrado e, claro, tecnológico.

A gestão otimizada é, portanto, um reflexo expressivo da implantação de soluções robustas e otimizadas. Por isso, é importante que os gestores automotivos se dediquem a avaliar o potencial de suas operações e, cientes das deficiências, se comprometam com a maximização de resultados.

O que é, de fato, a gestão otimizada na indústria automotiva?

Qualquer empresa, independentemente do porte ou do segmento em que atue, precisa atentar à qualidade de suas operações com constância e responsabilidade. Nem sempre o que dá certo hoje, rendendo bons resultados aos caixas corporativos, continuará produzindo bons frutos no médio e no longo prazo.

Um bom exemplo disso é o avanço da indústria 4.0. Em sua fase inicial, por exemplo, o setor dispunha de poucos recursos e focava, então, na eficiência mecânica dos processos. A adoção de máquinas embrionárias foi o primeiro fator de diferenciação no mercado.

A segunda fase da indústria, por sua vez, contou com a incorporação de mecanismos elétricos, viabilizando a utilização de equipamentos disruptivos. Na terceira revolução, a automação operacional abriu um novo leque de possibilidades: a produtividade atingiu níveis jamais vistos e potencializou a competição entre empresas — inclusive eliminando as fronteiras físicas.

Agora, é consenso geral das lideranças industriais a chegada de um novo contexto: a Era da Inteligência Artificial (AI), do Big Data e da Internet das Coisas (IoT). A tecnologia, mais do que nunca, é o que fará a diferença daqui para a frente.

A gestão otimizada na indústria automotiva é, na prática, do esforço contínuo para reunir recursos modernos e eficazes, objetivando alavancar o desempenho da produção e o faturamento da companhia.

Como implantar processos otimizados de gestão?

O planejamento é o primeiro passo para viabilizar a gestão otimizada. Neste momento, cabe ao gestor a tarefa de analisar o panorama corporativo, levantando a disponibilidade de recurso e identificando os maiores gargalos operacionais.

Uma avaliação coesa e transparente tem um ponto de partida: o sistema de gestão. A partir dele, em poucos cliques e em algumas telas, é possível encontrar dados críveis sobre a performance dos departamentos — do Fiscal à linha de produção.

Os dashboards, portanto, funcionam como uma espécie de bússola: a direção do é urgente e do que é importante deve ser sempre embasada em informações confiáveis, conferindo mais segurança à tomada de decisões.

Em seguida, é preciso enxergar o presente com foco no futuro. Repensar a distribuição e a execução de tarefas, por exemplo, pode liberar tempo para que os líderes se dediquem às atividades estratégicas do negócio. Para isso, a alternativa mais pertinente é optar por padronizar a automatizar algumas das principais rotinas manuais.

Key Performance Indicator na gestão otimizada na indústria automotiva

É válido mencionar, ainda, a missão de revisar os KPIs (Key Performance Indicator), estabelecendo novos parâmetros sempre que necessário. Os indicadores de desempenho são essenciais para manter a operação nos trilhos e permitir que objetivos — de curto, médio e longo prazo — sejam atingidos. Peter Drucker, um dos maiores nomes da administração, já adiantou: “o que pode ser medido, pode ser melhorado”.

Todas as etapas, da análise situacional à definição de metas, podem (e devem) contar com o suporte da tecnologia de gestão. O ERP é a ferramenta que centraliza os dados empresariais, organizando-os em relatórios coerentes e em dashboards customizados, e favorece o monitoramento de resultados via KPIs. Todas as áreas da indústria são cobertas pelo software, integrando informações e disponibilizando-as às lideranças corporativas.

Diante disso, não seria equivocado dizer que gestão otimizada tem tudo a ver com a aderência de uma boa solução ERP, certo? A implantação do sistema assegura o máximo aproveitamento de recursos — sejam eles materiais, financeiros ou humanos — e simplifica o dia a dia da operação, acelerando as entregas.

Quais são os benefícios da gestão otimizada na indústria automotiva?

As particularidades da indústria automotiva exigem estratégias e processos individualizados. A boa notícia que é existem mecanismos assertivos e alinhados às demandas de cada operação. O ERP é, sem dúvida, um dos mais importantes: a tecnologia permeia todo o workflow e empodera os profissionais — do chão de fábrica à alta administração. O resultado disso é, sem dúvida, uma gestão otimizada.

Monitoramento das linhas de montagem

A fábrica é a estrela de qualquer indústria. No segmento automotivo, a boa gestão deve, por exemplo, garantir o abastecimento de insumos, evitando que o cronograma de produção seja prejudicado pela falta de matéria-prima.

Da mesma forma, diretrizes bem definidas permitem que o passo a passo do projeto receba acompanhamento constante. Calibrar as máquinas, validar a coerência da engenharia, apontar a execução de cada etapa produtiva e, por fim, confirmar os padrões de cada item acabado são rotinas bastante automatizadas, o que acaba por suprimir os erros manuais.

Nem só de máquinas, porém, sobrevive a indústria. Por isso, a distribuição eficiente de operadores requer a elaboração de turnos e, a depender da complexidade do trabalho, a aplicação de treinamentos específicos, certificando a capacidade do time. Na gestão otimizada, os KPIs garantem que o desempenho do time corresponda às metas da organização.

Controle de qualidade

A qualidade é uma questão fundamental da gestão otimizada na indústria automotiva. Para garantir controles rígidos e adequados às exigências do mercado, os líderes precisam aprimorar operações que confirmem o padrão de cada produto acabado.

Quando a linha de produção é organizada e tecnológica, contando com mecanismos integrados de engenharia, os erros diminuem drasticamente: estima-se que 95% dos desvios são suprimidos quando um ERP endossa os processos produtivos. A tecnologia é, de fato, a maior aliada da excelência empresarial.

Otimização do inventário

Uma vez acabados, os itens produzidos seguem para o estoque. A gestão otimizada garante que o controle do inventário seja coeso e transparente, evitando perdas por negligência.

É possível, por exemplo, definir estratégias sistêmica e automatizadas para a saída de produtos, tais como FEFO (first expire, first out) e FIFO (first in, first out). Assim, os responsáveis pela separação de pedidos não perdem tempo na análise individual de cada peça: o software indica a prateleira, a posição e o lote do item que deve ser retirado do estoque.

A rastreabilidade, por sua vez, também é um recurso importante, uma vez que permite que a indústria visualize as operações com mais clareza, identificando eventuais gargalos e entendendo o ciclo de produção.

A gestão otimizada deve ser o foco dos gestores à frente de indústrias automotivas de alta performance. Apenas os investir em soluções aderentes, capazes de acelerar rotinas e potencializar resultados, é possível manter a competitividade — e a lucratividade.

 

A inovação tecnológica é imprescindível. Agende uma consultoria gratuita com um de nossos especialistas e repense seus processos à luz da tecnologia de gestão!

4 dicas para reduzir custos na indústria de cosméticos

4 dicas para reduzir custos na indústria de cosméticos

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Reduzir custos na indústria de cosméticos é um dos maiores desafios da gestão. Não basta, porém, eliminar obrigações financeiras sem, antes disso, avaliar o impacto do corte na performance da operação. É preciso entender as demandas corporativas, identificar os eventuais gargalos e, só então, tomar medidas coerentes para otimizar os recursos.

O método mais confiável é, sem dúvida, a análise de relatórios, balanços e dashboards. Ao extrair dados internos, organizando-os em filtros customizados e alinhados à visão desejada, o gestor tem acesso a uma radiografia completa de seus processos, validando resultados em todas as esferas da operação — do chão de fábrica ao fiscal.

Com isso em mãos, a estratégia de redução de custos ganha forma e consistência, maximizando o êxito dos ajustes e evitando impactos negativos nas rotinas. Confira, agora, as principais dicas para cortar despesas com mais segurança e efetividade!

Padronização de processos para reduzir custos na indústria de cosméticos

Padronizar processos significa minimizar desvios. Quando se trata de uma estrutura empresarial, esse tipo de movimento contribui para evitar transtornos e prejuízos, mantendo as operações sob controle. É fácil entender o porquê: com um fluxo predefinido de ações sempre à mão, os profissionais não precisam refletir sobre cada etapa do processo, o que acelera as entregas e assegura a qualidade dos itens acabados.

A padronização permite, ainda, a uniformidade dos acompanhamentos gerenciais. Ao estabelecer critérios na produção, por exemplo, é possível fixar modelos de análise e manter a correlação dos relatórios. Se, a cada turno, são produzidas duas mil unidades de determinado creme, o sinal de alerta soará se, certo dia, a produção no período cair para mil frascos.

Em situações assim, a resposta deve ser rápida e assertiva. É provável que haja algum problema nas máquinas ou, então, que a matéria-prima necessária tenha se esgotado. Em ambos os casos, surge a evidência de problemas no planejamento ou na execução dos processos, despertando a necessidade de repensar as diretrizes da empresa.

Otimização de compras

O departamento de Compras tem uma missão estratégia na indústria de cosméticos: negociar os melhores insumos pelos melhores preços, reduzindo custos com reposição de materiais.

Muito embora o trabalho seja, de fato, desafiador, há uma boa notícia. A tecnologia de gestão pode ajudar, assegurando que todos os dados necessários às táticas de reabastecimento estejam à disposição do analista, responsável por perseguir (e garantir) condições mais atrativas.

É possível, por exemplo, consultar o histórico de demanda sazonal para corroborar a estratégia de compras. Aumentando ou reduzindo o pedido de acordo com as expectativas de venda. Além disso, o IQF (Índice de Qualidade do Fornecedor), calculado por meio de critérios de excelência, fornece insights valiosos para que os profissionais priorizem a parceria com empresas confiáveis, capazes de cumprir com os prazos estabelecidos e de entregar materiais de qualidade, assim cooperando para reduzir custos na indústria de cosméticos.

Outro recurso importante aos compradores é o ressuprimento automático. A ferramenta automatiza a emissão de Ordens de Compra de acordo com a notificação sistêmica de baixas no estoque, solicitando orçamentos e acelerando a reposição do estoque. Ao capital humano, cabe, portanto, a tarefa mais estratégica: negociar condições de forma a otimizar os custos.

Controle de qualidade

A ANVISA (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) é o órgão que regula e fiscaliza a produção de cosméticos. O primeiro passo para o controle de qualidade é obedecer às normas da instituição, fornecendo todos os laudos necessários.

O ERP, enquanto sistema integrado de gestão, é aderente às indústrias de cosméticos e favorece a emissão dos laudos exigidos pela ANVISA. O software também personaliza a engenharia de produtos, detalhando processos e materiais de modo a otimizar a utilização de recursos — sejam eles físicos, financeiros ou humanos. Evitando, assim, desperdícios ao longo de toda a linha produtiva.

Ainda que a confirmação da qualidade seja a última etapa da produção, liberando o lote para armazenagem interna até que haja a separação de venda, a verificação da conformidade não deve ser encarada como uma atividade isolada. Pelo contrário! Do componente vegetal à embalagem do creme, todos os insumos, bem como as combinações subsequentes, devem ser submetidos a um olhar rígido de qualidade, impedindo que os prejuízos se acumulem ao fim da cadeia.

A redução de custos perpassa, é claro, pela maximização dos recursos. Não basta eliminar despesas pontuais para reduzir custos na indústria de cosméticos, tais como treinamentos extras e fretes especiais, e esquecer a torneira aberta no chão de fábrica. Os relatórios globais, gerados a partir do ERP, facilitam a identificação de gargalos e endossam a postura necessária para repará-los de imediato.

Acompanhamento de estoque para reduzir custos na indústria de cosméticos

A boa gestão do estoque é essencial a qualquer empresa, independentemente do segmento em que atue. Na indústria de cosméticos, no entanto, a administração dos produtos acabados deve ser ainda mais cautelosa e eficiente: negligências e descuidos podem gerar prejuízos significativos — além de irrecuperáveis — aos cofres corporativos.

A própria natureza do produto explica a particularidade da circunstância. Cosméticos têm prazo de validade e precisam chegar ao ponto de venda com certa antecedência, assegurando a saúde do giro de estoque do revendedor.

Para evitar perdas, é válido definir uma metodologia dinâmica de escoamento. O FEFO (first expire, first out), por exemplo, estabelece que a separação de pedidos deve seguir um critério específico: os que expiram primeiro. Ou seja, os itens com prazo de validade mais curto — devem ter prioridade.

Não basta, porém, implantar o método e esperar que ele seja espontaneamente seguido pela equipe, eximindo as lideranças da tarefa de viabilizar suporte integrado à atividade cotidiana. A melhor forma de viabilizar o cumprimento das normas é sistematizar todo o processo.

Na prática, o FEFO deve ser fixado como um padrão operacional no sistema de gestão. Dessa forma, a cada novo pedido de venda registrado, o software gera automaticamente a posição do produto que deve ser separado. Ao visualizar o número de prateleira e o lote do item, tudo o que precisa fazer é se dirigir ao estoque e encontrar o produto. Minimizando a incidência de erros, reduzindo perdas e favorecendo o giro de estoque mais lucrativo possível.

 

Atenção: se você está enfrentando problemas e acredita que o descontrole de custos pode ser o motivo do desequilíbrio no fluxo de caixa da sua indústria de cosméticos, é hora de expandir a sua visão estratégica. Agende uma consultoria gratuita e saiba como podemos ajudá-lo a superar os entraves da sua operação.

3 estratégias para otimizar resultados na indústria de cosméticos

3 estratégias para otimizar resultados na indústria de cosméticos

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O principal termômetro de uma empresa costuma ser sua lucratividade. Se o fluxo de caixa opera no positivo e, no fechamento do mês, contabiliza-se o lucro esperado, é bastante provável que as estratégias gerenciais tenham surtido o efeito desejado nos resultados na indústria de cosméticos.

Não se trata, no entanto, de aplicar uma fórmula mágica. Os gestores precisam permanecer vigilantes e devem priorizar a inovação, lançando mão de táticas capazes de diferenciar a operação. Seja ao elevar a margem de lucro, por exemplo, seja ao reduzir custos excessivamente altos.

As indústrias, de forma geral, lidam todos os dias com a complexidade operacional. No segmento de cosméticos, as particularidades da produção tendem a demandar ainda mais atenção.

Ainda que os desafios sejam constantes, certamente há boas oportunidades de alavancar os resultados da companhia — dentro e fora da linha de produção. Quando a fábrica funciona bem, quando o departamento de recursos humanos é ágil e quando os vendedores têm visão e autonomia para negociar bons contratos, o resultado é certeiro. A empresa prospera, maximizando a lucratividade do negócio.

Conheça, agora, as quatro principais estratégias para otimizar os resultados na indústria de cosméticos!

Aprimore o layout industrial

O layout industrial nem sempre é tratado com seriedade. Muitas indústrias montam suas fábricas sem estratégia e, por negligência ou ignorância, acabam criando ambientes desordenados. A falta de organização compromete o fluxo de trabalho e impede que os operadores entreguem a máxima performance ao longo de seus turnos e compromete os resultados na indústria de cosméticos.

Além de gerar uma lacuna de desempenho, a desorganização acaba por produzir um ambiente com mais riscos. Não apenas à qualidade da produção, mas também no que se refere à integridade dos colaboradores. A solução para suprimir perigos e potencializar os números da linha produtiva é, portanto, optar por um layout industrial adequado e eficaz.

A disposição dos equipamentos, por exemplo, é mais inteligentemente aproveitada quando reflete os fluxos ideais de trabalho, evitando choques desnecessários. De forma geral, as máquinas utilizadas nos estágios iniciais da produção devem preceder as tecnologias que finalizam a operação, norteando a operação e facilitando a execução das tarefas.

Nem só de espaço físico vive a eficiência da fábrica. A tecnologia de gestão é uma aliada poderosa para impulsionar os processos fabris das indústrias de cosméticos. A engenharia de produto e produção, por exemplo, viabiliza que as etapas de mistura e montagem sejam cumpridas de acordo com o padrão estabelecido, minimizando desvios de conformidade.

Apontamentos online

Os apontamentos online também são excelentes ferramentas de otimização e performance. O recurso garante o acompanhamento das atividades produtivas em tempo real, possibilitando que o gestor visualize, analise e tome decisões acertadas a respeito do funcionamento da planta.

A partir de uma tela específica, o profissional encarregado da operação da máquina registra o estágio no qual está trabalhando, sinalizando o começo e o término de cada fase.

A soma desses fatores — um bom layout de equipamentos, associado à robustez de mecanismos complementares, tais como a automação do PCP — assenta um caminho em que os resultados tendem a ser mais vantajosos e lucrativos.

Assegure a eficiência tributária

Muito embora a indústria seja bastante focada na produtividade da fábrica, os gestores estão conscientes de que precisam estar atentos aos demais setores da organização. A área financeira, por exemplo, lida com o fluxo monetário da companhia e tem responsabilidades bastante austeras.

As obrigações tributárias são uma parte complexa do trabalho. De acordo com estudos recentes, 96% dos empreendedores brasileiros enxergam a carga de impostos e tributos como uma das principais barreiras ao desenvolvimento saudável dos negócios.

A boa notícia é que, com as ferramentas certas, já é possível descomplicar processos do departamento. E mais: a tecnologia de gestão otimiza as análises financeiras e favorece decisões que, além de menos onerosas, também tornam a organização mais lucrativa — no curto, no médio e no longo prazo.

Planejamento tributário

O planejamento tributário é um dos grandes expoentes dos benefícios sistêmicos. Tudo começa no levantamento de informações fiscais e financeiras, tais como o regime tributário adotado pela empresa e a projeção de lucros via Fluxo de Caixa, e culmina em um objetivo bem direto: reduzir legalmente o volume de dinheiro destinado ao pagamento de impostos.

Na prática, a eficiência tributária garante que os recursos internos sejam empregados de modo mais consistente e econômico. A partir disso, o dinheiro pode (e deve) ser investido em melhorias contínuas e inovações vanguardistas, o que confere novo fôlego às operações e endossa o crescimento da companhia.

A indústria de cosméticos não deve fugir a essa regra. Assim como qualquer outro ramo, o setor está sujeito às leis tributárias e, no intuito de incrementar os resultados globais, o gestor deve reservar tempo para avaliar os números da empresa, deliberando a respeito das táticas mais pertinentes.

Vale lembrar que, mais uma vez, um software integrado provê os relatórios necessários aos insights tributários. Líderes e analistas, a depender da concessão de acesso, navegam pelo sistema para extrair dados confiáveis sobre a operação, acelerando a identificação de gargalos tributários e balizando estratégias assertivas.

Mensure resultados individuais e coletivos para garantir o resultados na indústria de cosméticos

O mundo, de forma geral, funciona em alta velocidade. Os mercados estão cada vez mais dinâmicos e, para fazer frente a uma concorrência acirrada, empresas de todos os portes e segmentos precisam de respostas rápidas. Tanto em âmbito interno quanto nos relacionamentos externos.

A alternativa mais segura para manter-se na dianteira é, sem dúvida, assegurar monitoramento estrito dos principais indicadores da operação. A construção de dashboards personalizados, por exemplo, permite que o gestor absorva os principais indicadores empresariais em um piscar de olhos, além de em poucos cliques.

Na indústria de cosméticos, é importante validar processos com recorrência e efetividade. Na fábrica, apontamentos sobre desvios de conformidade em determinado produto devem fazer soar um alerta específico: algo no planejamento de produção pode estar equivocado, certo? É válido investigar todas as possibilidades para, então, corrigir prontamente o problema.

Se não houver entraves na fábrica, porém, a situação deve desencadear exames complementares. É possível, por exemplo, que um lote de matéria-prima apresente qualidade inferior à desejada. Neste caso, a consulta ao IQF (Índice de Qualidade do Fornecedor) pode fornecer informações valiosas e orientar as próximas negociações, priorizando parceiros idôneos.

Relação com Recursos Humanos

No RH, os relatórios de performance também são excelentes instrumentos de suporte. Por meio deles, os analistas são capazes de, por um lado, viabilizar reconhecimento e eventuais promoções, acelerando o plano de carreira dos colaboradores mais engajados. Por outro, criar planos individualizados de desenvolvimento, investindo em capacitação.

O sistema integrado de gestão proporciona os dados necessários a todos os níveis de avaliação — nos mais diversos departamentos da empresa. Da produção ao administrativo, a diretriz deve ser a mesma: a mensuração é fundamental para otimizar os resultados do negócio.

 

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