5 dicas de gestão para reduzir a inadimplência do negócio

5 dicas de gestão para reduzir a inadimplência do negócio

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As obrigações financeiras fazem parte de qualquer operação empresarial, determinando, em última escala, a saúde e as perspectivas da organização. No intuito de manter a competitividade e de investir em novos processos — construindo diferenciais relevantes ao mercado —, é imprescindível que as rotinas de pagamento e recebimento estejam alinhadas e funcionem adequadamente.

Neste contexto, a inadimplência desponta como um risco sério. Um levantamento recente do SPC Brasil, por exemplo, informou que havia mais de 62 milhões de pessoas com contas em atraso em 2018. O número sugere um crescimento de 4,41% no número de inadimplentes em relação ao ano anterior.

O índice, por si só, é preocupante e pode representar um perigo à administração enxuta e eficiente. Os gestores, enquanto responsáveis pela otimização de recursos e pela maximização dos resultados, devem estar atentos às maneiras de minimizar os efeitos negativos de clientes que deixam de cumprir suas obrigações financeiras.

Não basta, porém, apelar às cobranças insistentes e ignorar metodologias capazes de potencializar os retornos. Caso a aproximação careça de objetivos e ferramentas, é provável que a abordagem irrite o cliente, deixando-o em situação de desconforto.

Ao estruturar o fluxo de cobrança de modo a combater a inadimplência, certifique-se de fixar um mindset proativo e de dispor de mecanismos eficazes, evitando situações desagradáveis sem deixar de atingir as metas de pagamento. Confira algumas das principais dicas!

 

1 .Analise o histórico do cliente

Não há dúvida de que a forma mais adequada para prevenir a inadimplência é fazer todo o possível para que ela não aconteça. Para isso, o ideal é que a empresa disponha de processos coerentes de análise e de diagnóstico.

Ao reunir a documentação do cliente, a fim de cadastrá-lo, é possível centralizar todas as informações (do CPF ou CNPJ) e efetivar avaliações amplas. Ao registrar o histórico, a empresa tem mais segurança para definir as margens de cada perfil, traçando a confiabilidade do cliente.

É importante dizer, ainda, que um bom sistema de gestão (ERP) é capaz de tecer verificações periódicas, atualizando a situação da base de dados registrada. Assim, a organização corre menos riscos e tem impactos menores (ou nulos) em seu fluxo de caixa.

2. Saiba o que oferecer a cada perfil de cliente

A análise prévia, indispensável à compreensão do potencial financeiro do novo cliente, não é uma operação isolada. Pelo contrário! A rotina de checagem também pode (e deve) nortear os próximos passos do relacionamento comercial.

Ao examinar o perfil com cautela e critério, a empresa se qualifica para entender as circunstâncias e as necessidades do cliente. Esse conhecimento, que é cada vez mais valioso em um mercado altamente competitivo, permite a formatação de ofertas atrativas e coesas, aderentes à realidade do consumidor.

Independentemente do porte do cliente — seja ele uma empresa estabelecida, seja uma pessoa física em busca do produto ou serviço oferecido —, é válido que haja lógica e segurança nas pretensões de ambas as partes. Dessa forma, o risco de inadimplência é mitigado.

3. Priorize o bom relacionamento

O relacionamento de excelência deve ser uma prioridade às empresas que se pretendem perenes e lucrativas. Em função da concorrência acirrada, a diferenciação está fundamentalmente pautada na forma com que a empresa é percebida por seu público de interesse.

Na prática, o bom relacionamento pressupõe um vasto conhecimento acerca das necessidades e das demandas do cliente, além de uma disposição genuína em ajudá-lo a alcançar seus objetivos e metas.

Neste contexto, as ferramentas integradas de gestão contribuem enormemente para o sucesso da abordagem. Ao reunir, organizar e facilitar o acesso às informações do cliente, o software auxilia na identificação de padrões (tempo para recompra, por exemplo) e na criação de ofertas personalizadas.

Quando inseridos em um ciclo virtuoso de relacionamento, é natural que a inadimplência seja combatida e acabe sendo substituída por consumidores fiéis e engajados.

4. Emita lembretes recorrentes

Muitas vezes, o descumprimento dos prazos de pagamento está associado a uma questão bem simples, mas que representa um grave erro administrativo: o cliente se esqueceu da data e deixou de quitar seu débito.

Para corrigir o desvio, que geralmente implica em complicações no fluxo de caixa, as empresas podem contar com a tecnologia de gestão. Um ERP robusto e integrado, no qual todas as rotinas da empresa são automatizadas, permite a emissão automática de lembretes, avisando o cliente que seus vencimentos se aproximam da data acordada.

Ao enviar os avisos, a organização assegura que sua base está devidamente informada e pode, inclusive, sinalizar a interrupção do serviço caso a dívida se acumule. Trata-se, sem dúvida, de um mecanismo interessante (e saudável) aos cofres corporativos.

5. Crie e mantenha um fluxo de cobrança

Por fim, embora não menos importante, é essencial que a empresa disponha de fluxos transparentes (e automatizados) de cobrança. O grande segredo deles é justamente a capacidade de sistematizar os contatos, dispensando abordagens desconfortáveis enquanto prioriza-se o relacionamento sinérgico.

O ERP pode ser largamente utilizado para criar metodologias eficientes de contato e cobrança: ao enviar follow-ups de pagamento, por exemplo, o sistema minimiza a intervenção manual e reduz o retrabalho, reservando os approaches pessoais para situações mais críticas ou particularizadas.

Ao contar com rotinas estabelecidas e amparadas na tecnologia, os gestores agem proativamente para combater a inadimplência e para alavancar o desempenho das organizações, preservando o relacionamento com seus clientes e zelando pela fidelização de sua base ativa.

 

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