Como escolher o melhor ERP?

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Tempo de leitura: 13 minutos


Antes de mais nada, vale lembrar que, quando se trata de escolher a tecnologia que organizará os processos da sua empresa, tornando-a cada vez mais enxuta e produtiva, o que vale não é somente o melhor ERP, mas o ERP mais aderente à sua operação.

Para garantir a assertividade da escolha, incorporando o software mais robusto e adequado ao negócio, a dica é simples: mergulhe nas funcionalidades e expanda as bases de comparação. Uma análise detalhada e criteriosa faz toda a diferença no resultado final — e pode determinar a performance da empresa no curto, médio e longo prazo.

Caso você ainda se sinta inseguro com as variáveis tecnológicas, encontrando dificuldades para entender as demandas dos processos que a equipe expõe, respire fundo e continue lendo. Você tem em mãos um guia prático e transparente para desvendar os mistérios do ERP e, assim, chegar à solução ideal para as necessidades da sua operação.

Neste conteúdo, você conhecerá os principais critérios de análise para sistemas integrados, respeitando as particularidades da companhia, e saberá quais são as dicas mais valiosas para não errar na decisão.

 

Por que se preocupar com o ERP?

Se você não esteve em Marte nos últimos 30 anos, provavelmente sabe que a tecnologia de gestão está revolucionando o mundo dos negócios.

 

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Não se trata apenas de comprar com condições mais atrativas, e de vender com margens mais seguras. Estamos, na prática, falando de otimização de ponta a ponta — aquela que contempla desde a engenharia de produto na fábrica até a economia fiscal por meio de um planejamento tributário mais consistente.

E se apenas uma ferramenta pudesse dar conta de toda essa complexidade, integrando dados das mais diversas áreas e consolidando-os em análises aprofundadas e até específicas? Isso existe e está ao alcance de qualquer empresa, independentemente do porte ou do segmento em que atue. Muito prazer, agora você conhece um pouco mais sobre o ERP.

O Enterprise Resource Management (ERP), ou Sistema Integrado de Gestão Empresarial é um importante catalisador de resultados. A tecnologia é um parceiro excepcional dos líderes corporativos: primeiro, porque centraliza todas as informações da empresa; depois, porque simplifica as operações cotidianas para que haja mais tempo para desenvolver uma estratégia verdadeiramente competitiva.

Agora, pense e diga: esses motivos parecem suficientes para confirmar a necessidade de se preocupar com a efetividade do ERP ideal para a sua organização?

Caso a resposta ainda seja negativa (ou você tenha hesitado em responder que sim), talvez valha a pena explorar mais alguns fatores essenciais. O ERP, enquanto recurso indispensável à alta performance, é perfeito para alavancar todos os departamentos da companhia. A tecnologia é valiosa para, por exemplo:

 

  • maximizar a produtividade na fábrica, garantindo que os projetos estejam padronizados e possam ser facilmente executados;

 

  • otimizar a compra de matérias-primas e produtos acabados, uma vez que há total integração entre o Comercial e o Compras, viabilizando negociações mais coerentes enquanto agiliza a rotatividade do estoque de acordo com padrões predefinidos (tais como FIFO e FEFO);

 

  • acelerar a coerência e a lisura fiscal, contribuindo diretamente para o planejamento tributário e para o recolhimento adequado de tributos;

 

  • facilitar o acompanhamento completo de desempenho, do RH ao Comercial, permitindo que uma série de relatórios sejam facilmente emitidos em poucos cliques e em poucas telas.

 

Na prática, os módulos do ERP garantem uma gestão mais enxuta, eficiente e produtiva. Mas, antes de qualquer decisão, cuidado: existe um sistema aderente ao seu negócio e você precisa entender como fazer a melhor escolha.

A boa notícia é que, nas próximas linhas, você vai saber exatamente o que deve avaliar ?

 

Como escolher o melhor ERP?

Não é exagero dizer que não existe o ERP perfeito — mas, sim, a tecnologia mais aderente às suas necessidades e operações. É por isso que a escolha de um sistema completo, capaz de integrar áreas e simplificar processos, é uma questão que exige cautela e análise.

Para acertar na decisão, batendo o martelo com a tranquilidade de quem está convicto de ter tomado o caminho mais assertivo, é preciso olhar com atenção a alguns aspectos-chave do cotidiano corporativo.

Certifique-se de mergulhar nas demandas da empresa e de imergir no potencial de cada departamento, extraindo o que pode ser melhorado e quais vantagens competitivas devem ser construídas por meio da tecnologia de gestão.

Precisa de ajuda para refletir? Ótimo: veja, a seguir, alguns dos fatores mais relevantes no momento de escolher o ERP ideal para sua empresa!

 

  1. Olhe para dentro

Tudo começa no seu próprio dia a dia. Ninguém melhor do que você e sua equipe — do chão de fábrica ao BI (Business Intelligence) conhece melhor as necessidades da empresa.

Por isso, busque compreender em profundidade quais são as maiores dificuldades dos profissionais que fazem o negócio acontecer. É difícil extrair um relatório que indique a eficiência da compra de insumos? Temos aí, um ponto crítico para resolver. É complicado acompanhar a performance dos colaboradores com base em métricas transparentes e universais? Melhor correr para entregar resultados cada vez mais expressivos.

O primeiro passo, portanto, é olhar para dentro e entender o que precisa ser ajustado. E lembre-se: o papel do gestor, neste contexto, é super nobre. Cabe a você a missão de investigar as carências da companhia e definir um rumo coeso para supri-las do modo mais completo possível, combinado?

 

  1. Reúna seus recursos

Você certamente já dispõe de recursos primordiais para viabilizar o máximo desempenho na companhia (e a gente pode provar!). Os líderes de cada departamento — o gerente de RH e o supervisor de produção, por exemplo — são peças-chave na otimização de processos e de resultados, já que conhecem a rotina com a propriedade de quem coloca a mão na massa.

Nesta fase, é importante aproximar-se de quem domina o assunto. Assim, você consegue entender exatamente com o que — ou com quem — pode contar no momento de sugerir uma alavancagem tecnológica na empresa.

Não conseguiu visualizar esse cenário? É fácil resolver o problema. Se você quer aprimorar a gestão de projetos no PCP, por exemplo, precisa de alguém que possa definir as etapas produtivas e padronizar as orientações sistêmicas. Se você já tem a pessoa certa para isso e conta com as informações necessárias para viabilizar essa iniciativa, ótimo! Tudo o que você precisa tem apenas três letras: ERP!

 

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  1. Defina as prioridades

Quem está à frente de uma operação tradicional e enxuta sabe que, no mundo real, é difícil focar em todas as operações de uma só vez. Seria ótimo implantar soluções completas e integradas em todas as esferas corporativas e de uma só vez, criando rotinas mais transparentes e eficazes em todos os setores da organização, não é?

O problema é que, muitas vezes, o cenário ideal não é o mais realístico, seja por falta de mão de obra — profissionais capazes de digerir a complexidade tecnológica, compartilhando-a com uma equipe ávida por resultados mais positivos — ou por uma questão de fluxo de caixa — que exige que investimentos sejam diluídos ao longo de um determinado período —, a verdade é que há prioridades que devem ser mantidas.

Ao decidir implantar o ERP ideal para o seu negócio, tenha em mente quais são suas necessidades mais urgentes. Precisa de uma frente de loja integrada à gestão de estoque e à escrituração fiscal? Ótimo, comece por aí. Sua maior demanda é no PCP e você não pode continuar ignorando as falhas de qualidade no processo? Sem hesitar, busque um software capaz de reduzir sua dor de cabeça com produtos acabados e, de quebra, eliminar o retrabalho na fábrica.

No fim do dia, só você e sua equipe podem decidir o movimento mais viável. Uma coisa, porém, é inegável: o ERP certo, aquele que se molda com facilidade às suas operações e preenche com propriedade as lacunas processuais, é um investimento com retorno já no curto prazo.

 

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A essa altura, deu para perceber que a escolha certeira de um ERP exige uma análise crítica e uma certa dose de mão na massa, certo? Para além de qualquer dificuldade, entretanto, a tecnologia de gestão abre um novo horizonte de possibilidades poderosas, prontas para otimizar recursos — físicos, financeiros, humanos e de tempo — e para alavancar resultados no curto, médio e longo prazo.

Não dá para ignorar essa promessa. Concorda? E você só precisa de uma boa decisão para isso.

 

Por que o Areco ERP é a melhor escolha?

A tecnologia de gestão é uma fonte inesgotável de análises e faz jus à sua importância na rotina das empresas mais competitivas. E não seria para menos, né? O software integrado é um valioso aliado das companhias (e dos líderes) de alta performance, empoderando profissionais e departamentos para que os resultados coletivos sejam cada vez mais significativos.

O Areco ERP é a tecnologia que acompanha empresas e pessoas, favorecendo o desenvolvimento operacional enquanto aprimora a capacidade estratégica do negócio. Nós provemos a inteligência de negócios para que você possa extrair o máximo potencial dos recursos disponíveis, fazendo a diferença no mercado.

É fácil entender o motivo de tanta eficiência: o Areco ERP automatiza processos, elimina o retrabalho e minimiza as chances de erro nas atividades rotineiras, integrando departamentos e agregando valor aos processos corporativos.

Do back office ao balcão, passando pelo PCP e pelo compras, o software centraliza informações e facilita a visualização completa de dados, permitindo que os líderes estejam sempre na dianteira de suas operações e conheçam profundamente as suas necessidades. Duvida? São milhares de telas amigáveis para facilitar rotinas integradas e mais de 2.000 relatórios já disponíveis na base do Areco ERP. Um verdadeiro mapa do tesouro — com a bússola para indicar o caminho do melhor desempenho.

O Areco ERP é um sistema 100% modular e que permeia todo o workflow corporativo. Além disso, é multimoedas, multiempresas e multi-idiomas, favorecendo o desenvolvimento sustentável e escalável do seu negócio.

Pode respirar fundo e ficar tranquilo: se, no início, você não tinha certeza sobre como escolher o melhor ERP, agora você está frente a frente com a tecnologia ideal para atender às suas necessidades mais urgentes e, claro, também para suportar a suas ambições mais estratégicas.

Explore todo o potencial do Areco ERP no seu dia a dia!

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As 3 estratégias essenciais para controlar perdas na indústria de Alimentos e Bebidas

As 3 estratégias essenciais para controlar perdas na indústria de Alimentos e Bebidas

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Qualquer operação, por menos complexa que seja, está sujeita a desperdícios não planejados. Na indústria de Alimentos e Bebidas, na qual a qualidade é essencial e determinante para a saúde dos negócios, é natural que o controle de perdas seja uma prioridade na otimização de processos.

De forma a garantir uma operação alinhada, enxuta e confiável, mantendo os padrões da linha elevados, é fundamental que os gestores invistam em iniciativas consistentes para gerir, acompanhar e analisar as métricas da produção, assegurando resultados positivos e perenes.

 

Por que é importante controlar as perdas na indústria de Alimentos e Bebidas?

A produtividade é uma questão urgente em todos os segmentos industriais — e não é diferente no setor de Alimentos e Bebidas. Para manter a competitividade e fortalecer as operações do negócio, é imprescindível que os líderes da área zelem pelo alinhamento e pela qualidade dos processos fabris.

Se, no geral, os players industriais já devem atenção às perdas da produção, a preocupação com equívocos na linha tende a ser ainda maior no segmento alimentício. Não seria para menos: mais do que inegociável, a qualidade dos produtos derivados dela é uma questão de saúde e envolve uma série de aspectos que extrapolam a fábrica. Por isso, quaisquer desvios devem ser sumariamente evitados.

No contexto da indústria, desvio significa perda — e essa sequência comprometedora é capaz de causar arrepios nas lideranças corporativas com foco em resultados. Alterações no padrão produtivo podem inviabilizar entregas e, claro, gerar prejuízos volumosos aos caixas (e aos contratos) da empresa.

Para prevenir problemas, cabe otimizar a fábrica e assegurar a conformidade das atividades produtivas. Para isso, o gestor deve lançar mão de estratégias coesas e com alto impacto e resoluto potencial transformador. O controle de perdas deve ser, portanto, uma prioridade dos líderes que respiram produtividade na indústria de Alimentos e Bebidas.

 

Quais são as principais estratégias para controlar perdas?

De modo a prevenir cenários negativos, nos quais perdas e desperdícios são corriqueiros na linha de produção, é importante dispor de projetos e de ferramentas eficientes para dominar a fábrica, garantindo o desempenho de excelência. Confira algumas das principais estratégias para maximizar os resultados da indústria!

 

1. Monitoramento contínuo de estoque

A disponibilidade de insumos é condição essencial para que a operação fabril possa ser executada de forma orgânica e eficiente. Assim, antes mesmo de pensar em produtividade na linha, é preciso reservar especial atenção a processos de compra e armazenagem de matéria-prima.

Para assegurar a suficiência de recursos sem, no entanto, exagerar na armazenagem — imobilizando capital que, se líquido, poderia ser investido em áreas mais estratégicas — é necessário planejar a operação das linhas e mobilizar equipes para que se atenham às demandas da fábrica.

Além disso, o acompanhamento de relatórios atualizados, extraídos periodicamente, é fundamental para que os gestores estejam à frente de seus resultados e possam agir da melhor forma possível frente a suas pendências.

 

2. Padronização das etapas produtivas

A indústria de Alimentos e Bebidas é marcada pela complexidade de sua produção. Como já foi mencionado, a qualidade é um fator crucial e qualquer desvio pode causar transtornos e prejuízos — e, a depender da gravidade da situação, também sanções impeditivas.

Para garantir a conformidade da linha e a excelência dos produtos engendrados, os líderes se voltam à padronização da fábrica, determinando as etapas e detalhando inputs e outputs de cada fase da operação.

Ao conceder aos colaboradores o acesso fácil ao esqueleto de montagem (das quantidades à finalização, semelhante a uma receita completa de bolo), a empresa se certifica de disseminar as melhores práticas e tem condições de requerer retornos mais efetivos e condizentes ao planejamento.

 

3. Acompanhamento analítico de indicadores

As métricas da fábrica devem ser levadas a sérios; afinal, os números indicam a densidade da operação e esclarecem eventuais gargalos produtivos, motivando ações focadas em corrigi-los.

Para os gestores mais engajados, os indicadores de performance (também chamados de KPIs) despontam como mecanismos preciosos: a capacidade de analisar, com base em números críveis e transparentes, o desempenho produtivo frente à capacidade da fábrica é, sem dúvida, um diferencial robusto  na administração mais enxuta e lucrativa.

A partir de relatórios, balanços e análises históricas, é possível cruzar dados e tecer panoramas realistas, entendendo em profundidade quais aspectos podem influenciar (positiva e negativamente) na execução dos processos fabris. Ao dominar o conhecimento estratégico de suas operações, os líderes detêm o poder de aprimorá-las, galgando passos importantes rumo à otimização e à produtividade.

 

O ERP como ferramenta para minimizar perdas na indústria de Alimentos e Bebidas

Os sistemas integrados de gestão possibilitam e endossam uma produção mais eficaz e rentável. Ao centralizar informações, acelerar processos e minimizar o retrabalho, o ERP garante mais poder e mais resultados às empresas contemporâneas.

O Areco ERP é uma ferramenta completa e totalmente aderente às demandas das indústrias de Alimentos e Bebidas. Dentre os benefícios do software ao segmento, destacam-se:

  • o controle de engenharia reversa (quando um insumo resulta em vários produtos e subprodutos);
  • o acesso a informações de produção, viabilizando a formação de custos;
  • formatação de tabelas nutricionais, atendendo às exigências legais para o segmento;
  • emissão e consulta de laudos técnicos sob medida, de acordo com especificações personalizadas.
  • práticas de Qualidade Total (ISO), com domínio de lotes e rastreabilidade de matérias-primas e produtos acabados.

A mensagem final, portanto, é clara: para reduzir perdas, impulsionar retornos e ganhar competitividade, as indústrias de Alimentos e Bebidas precisam investir em seus processos. E, neste aspecto, as que investirem em tecnologia de ponta — um ERP completo e atualizado, por exemplo — estarão à frente do mercado.

Quer saber como podemos ajudá-lo a melhorar a lucratividade da fábrica?

(19) 3849-4355
contato@areco.com.br

Como explorar a capacidade produtiva em uma empresa de serviços?

Como explorar a capacidade produtiva em uma empresa de serviços?

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O segmento de serviços é essencial à economia brasileira. Em 2018, a categoria foi destaque na composição do PIB (Produto Interno Bruto) nacional, sendo responsável por 75,8% do montante total. No mesmo período, o setor registrou crescimento de 1,3% e contribuiu diretamente para o resultado final do país: a alta geral de 1,1%.

Para os empreendedores de serviços, porém, os números positivos não devem proporcionar muita tranquilidade. Os gestores têm consciência de que a área é marcada por intensos desafios e, também por isso, a evolução precisa ser constante.

Neste contexto, uma das principais preocupações é justamente a de encontrar mecanismos que permitam o aproveitamento integral da capacidade produtiva. Na prática, isso é possível por meio do ajuste de processos, da eliminação de gargalos e do monitoramento de produtividade.

 

Por que a capacidade produtiva é importante no setor de serviços?

Uma empresa de serviço tem particularidades bastante específicas. Seus resultados derivam de intangíveis e, por isso, a eficiência operacional deve ser sempre elevada às máximas potências.

Considerando as características primordiais da atuação, é fácil perceber que a capacidade produtiva é, na prática, um termômetro inquestionável da qualidade dos processos.

Em um ambiente no qual os resultados são medidos, de forma genérica, em horas de trabalho, o monitoramento de indicadores e a consequente alavancagem de performances são preocupações essenciais ao sucesso e à perenidade do negócio.

Dessa forma, a capacidade produtiva, bem como as estratégias empregadas para potencializá-la, devem se configurar como uma prioridade para os gestores de serviço. Somente ao maximizar o retorno dos recursos empregados — sejam eles físicos, financeiros, humanos ou de tempo —, otimizando processos e rotinas, é possível se destacar como prestador de serviços.

 

Como explorar a capacidade produtiva de serviços?

Uma vez convencidos da importância de voltar a atenção à capacidade produtiva das empresas de serviços, é pertinente apontar estratégias têm alta relevância e eficácia neste contexto do mercado.

Aos gestores da área, cabe a missão de levantar o panorama de seus negócios e de entender quais táticas têm o potencial de tornar o negócio cada vez mais produtivo e rentável. Para tanto, algumas ferramentas de identificação e validação de cenários podem (e devem) ser utilizadas no dia a dia da operação. Confira!

 

1. Automatização de tarefas

A burocracia empresarial tem dois lados distintos, ainda que complementares: da mesma forma com que assegura que processos sejam executados em sequência, valorizando os fluxos de aprovação, também acaba por tornar a operação mais morosa e pode prejudicar a produtividade.

Encontrar o equilíbrio entre as vantagens e desvantagens do sistema é, sem dúvida, um grande desafio. Em uma empresa de serviços, em que o tempo desponta como um poderoso indicativo de desempenho, o excesso de burocracia deve ser combatido com veemência.

Ao automatizar tarefas excessivamente manuais, por exemplo, eliminam-se as demandas rotineiras que, embora consumam um tempo precioso da equipe, não têm valor estratégico e de performance.

Da mesma forma, processos automatizados minimizam a incidência de erros operacionais, alavancando a integridade do negócio e suprimindo eventuais transtornos.

 

2. Capacitação de colaboradores

Em serviços, o capital humano é uma das engrenagem mais importantes ao desenvolvimento do negócio. Levando em conta a característica central do segmento — que é justamente a prestação, usualmente exigindo intervenção humana —, fica nítida a necessidade de aprimorar a equipe com regularidade.

A capacitação técnica e comportamental deve ser uma prioridade das organizações focadas em competitividade. Ao contar com um time mais preparado, ciente dos desafios do mercado e apto a enfrentá-los, a qualidade do trabalho é expressivamente potencializada.

Em função disso, vale programar treinamentos completos e amplos — que partem do reforço às melhores práticas cotidianas e abarcam até as novas tendências do segmento, por exemplo — e convocar o quadro de colaboradores ao aprendizado contínuo.

Os resultados de uma prática efetiva de capacitação são imediatos, mas também perduram no médio e no longo prazo. Os impactos são altamente positivos e fazem toda a diferença!

 

3. Investimento em tecnologia de gestão

As empresas de serviço podem contar com uma aliada importante na máxima exploração da capacidade produtiva de suas operações: a tecnologia de gestão. Os sistemas integrados são catalisadores da produtividade e permitem que os gestores tenham seus indicadores sempre à mão.

Ao centralizar informações, as lideranças se empoderam e tomam a frente de seus negócios. Vale lembrar, ainda, que àqueles que se dedicam à prestação de serviços, os dados internos são ainda mais relevantes para assegurar o correto direcionamento da empresa.

Considere, por exemplo, a análise de margens. Em um panorama marcado pela ausência de tecnologia, é extremamente complexo extrair bases confiáveis para manter ou alterar a estratégia de precificação. É possível, inclusive, que a lucratividade da empresa esteja sendo continuamente dilapidada — e que os gestores ignorem o perigo que põe a operação em risco.

Diante disso, o investimento em um software robusto de gestão não é nada menos do que imprescindível. E lembre-se: não basta automatizar apenas uma parcela do processo (o CRM, por exemplo) e negligenciar as demais rotinas.

Em serviços, mais do que em qualquer outro ramo de mercado, pequenos detalhes determinam a condição dos resultados. Para fazer frente à concorrência acirrada, aperfeiçoando rotinas e conquistando os retornos desejados, é preciso estar à frente das inovações tecnológicas.

 

O Areco ERP nas empresas de serviços

O Areco ERP é a solução ideal para organizações que se dedicam à prestação de serviços. As funcionalidades do software atendem às demandas do segmento e contribuem de diretamente para otimizar os mecanismos de gestão.

Em poucos cliques, é possível criar layouts customizados de propostas e ajustar a atualização automática de contratos — inclusive com suporte a múltiplos indexadores. Além disso, todo o controle financeiro (do fluxo de caixa às margens de contribuição) é didático, transparente e efetivo.

Para entender tudo o que o Areco ERP pode fazer pela sua empresa, entre em contato

System updates: why Areco ERP is the best option?

System updates: why Areco ERP is the best option?

The market, by itself, is a very volatile environment. Competitiveness requires companies to be constantly adapting, finding more efficient ways to produce and manage with intelligence.

In parallel, but with direct implications, also happens the technological evolution. With the mission of automating, optimizing, and leveraging, innovations come to companies with significant power – that can represent the ability to survive and, more than that, to thrive.

There are also legal guidelines that must be followed by all type of organization, regardless of the size or segment to which they are involved. For each characteristic and/or operational particularity, a series of requisitions presupposes alignment with the tax and tax rules, demanding extreme integrity in the conduct of business.

The three factors, which are an inseparable part of business activity, need to be treated seriously. Any negligence can result in serious hazards and considerable damage.

The key to standardized processes and appropriate to market requirements, therefore, is the management technology. But the choice requires attention: dismiss the implementation of software that doesn’t  innovations – by failing to regularly provide new features that maximize the performance of operational routines – and to make access to legal updates (new laws on the incidence of taxes, for example) even more wearing, bureaucratic and costly.

 

Conformity and Competitiveness: Why is an Upgraded System Important?

For the managers oriented to results, the market volatility is not new anymore. Contrariwise: Now, leaders are aware that changes must be faced as valuable opportunities to build strong competitive differentials.

In this circumstance, the management tools are fundamental for operational synergy and strategic consistency. It is not enough when company improve business processes if it makes serious mistakes when designating the proper Natures of Operation, for example.

Likewise, there can be no growth prospect if managers are deprived of reports and balance sheets that enable excellent planning, able to optimize business resources and leverage financial results.

The tax area, in it’s turn, is one of the most impacted when a lagged system is used to manage the department’s routines. More than rework, which inflates costs unnecessarily, legal risk is serious and needs to be taken in consideration.

The Treasury, as a regulatory and supervisory agency, is very rigid and any deviation can be severity punished – generating extremely high fines and, in some cases, even making the organization unfeasible.

In order to avoid disruption and damage, it is important that systemic technology is up-to-date and adheres to the segment needs. By having robust and reliable software, the manager can focus on what is really relevant to his strategic performance, making decisions more secure and effective without wasting time with operational inferences.

Therefore, it would be consistent to say that, in order to serve the most diverse objectives – positively influencing all the corporate sectors, from Commercial to Controllership – ERP emerges as the ideal mechanism to centralize information, automate routines and maximize team performance. But not only that: it is, in fact, an indispensable tool to maintain legal compliance (mainly tax) and leverage competitiveness.

 

Free updates: why Areco ERP is the best option?

Once reforced the importance of having an up-to-date ERP capable of responding to the legal demands inherent in business activity has been reinforced, it is worth noting that the choice of supplier is decisive for the success of the business relationship – and, for a number of factors, also for growth of each of the parties involved.

Before insisting, ask and know the process that governs the version updates. Explore the timing of new releases and check the conditions for mandatory and high-impact changes – especially tax and accounting.

By 2018, for example, a lot of regulations came into effect and required companies to adapt to entirely new routines. E-Social, which significantly changed the demands of the HR area, and EFD-Reinf, which integrates the SPED module, were some of the most impacting obligations of the year.

The legal novelties are usually quite exhausting. For some companies, however, the process was even more complex: version upgrades, without which it would not be possible to operationalize the new requirements, were marketed at very high levels.

At Areco ERP, all spontaneous updates are free of cost. Regular changes (such as the insertion of a new field or the change of a certain flow, communicated by Release Notes), as well as large functionalities (eSocial and EFD-Reinf), do not imply an additional burden: the company pays nothing but maintenance monthly to have released versions and thus meet all tax and tax requirements (at federal and state level).

The security of having a robust and up-to-date tool, with no negative surprises in launching new versions, allows the manager to have more peace of mind to think about what really matters: perpetuating the operation in a sustainable and profitable way.

In practice, Areco ERP emerges as the most cost-effective solution on the market. In addition to upgrades at no additional cost, a host of other benefits-from product and services-help the company gain performance and results.

 

Areco is committed to the success of each client. Want to know how we can help you make more strategic and effective decisions?

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