Como a tecnologia agrega à contabilidade?

Como a tecnologia agrega à contabilidade?

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A contabilidade surge como uma área essencial em qualquer organização. Responsável por coletar, registrar, analisar e repassar informações financeiras, o departamento controla dados que, por refletirem a saúde do negócio, fornecem uma visão detalhada das operações e podem servir como base para novas estratégias de crescimento. Mas, como a tecnologia agrega à contabilidade?

Pensando assim, a contabilidade gera dados para um processo amplo de planejamento. Contribuindo para ampliar avaliações e orientações a respeito do mercado e das obrigações fiscais e tributárias.

Em um mercado cada vez mais competitivo, as mudanças são frequentes. O processo de adaptação deve ser contínuo, profissionais e empresas precisam se reinventar!

Veremos neste artigo como a tecnologia agrega à contabilidade e algumas inovações essenciais para quem visa o crescimento organizacional.

Boa leitura

Tecnologias e inovações para a contabilidade

A tecnologia aprimora os processos de gestão e age como um mecanismo indispensável ao crescimento dos negócios. Isso não seria diferente na contabilidade, é claro.

Existem várias tecnologias e inovações disponíveis no mercado que podem auxiliar o processo contábil, tais como:

  • Aplicativos

    Hoje em dia existem diversos aplicativos gratuitos e pagos disponíveis para download que agregam muito ao processo. Veja estes apps gratuitos que separamos:

  1. Expensify: aplicativo gratuito que gera relatórios de gastos;
  2. Zero Paper: aplicativo existente na versão gratuita e paga, que serve para controlar contas a pagar e a receber e gerar relatórios;
  • Atendimento online

    Esta prática, seja em escritório ou no departamento da empresa, pode ser a solução para gargalo de produtividade. Otimizando o atendimento você diminui as reuniões in loco e pode optar por reuniões remotas, via vídeo conferência. Além de utilizar outros meios de comunicação, como e-mails, chats no site da empresa, formulários online e até comunicadores instantâneos.

  • Assinatura eletrônica

    Sabemos que assinar vários documentos é uma tarefa que demanda muito tempo. Ainda mais se a organização for de grande porte. A todo momento são emitidos diversos documentos que necessitam da assinatura de um responsável. Desta forma, a assinatura eletrônica surgiu para otimizar esse processo. Trata-se de um código exclusivo e interligado a uma pessoa ou empresa, que serve para dar autenticidade e validade a um documento eletronicamente, sem necessidade da presença física de algum representante.

  • Software de gestão integrada:

    Uma das maiores vantagens de usar a tecnologia no é poder otimizar certos processos e facilitar a execução de tarefas, neste caso podemos contar com um software de gestão integrada, como o ERP. Um sistema ERP automatiza processoselimina retrabalho e minimiza as chances de erro nas atividades cotidianas. Por ser responsável pela integração de departamentos, o software é o grande aliado da contabilidade atualmente, além de concentrarem todas as informações necessárias aos fechamentos fiscais e contábeis, o ERP ainda fornece indicativos essenciais de desempenho. Com ele também é possível adotar a prática de integração contábil que propicia mais segurança e assertividade na tomada de decisões, principalmente em questões estratégicas.

Integração contábil

A integração contábil é uma solução desenvolvida para conectar a área financeira dos seus clientes com o seu sistema contábil. Com ela é possível visualizar e importar os dados lançados por eles em seus sistemas de gestão.

A integração contábil desponta como uma poderosa ferramenta para assegurar mais controle operacional e mais segurança na conformidade legal das empresas. Ao explorarem os métodos com consistência, os líderes e contadores são mais ágeis nos fechamentos obrigatórios e têm mais confiança nos dados emitidos.

Por que a integração contábil é importante?

As exigências contábeis, fiscais e tributárias, no Brasil, são bastante amplas e rigorosas. Um levantamento da Receita Federal apontou que as empresas nacionais gastam, em média, 600 horas por ano para calcular e pagar impostos e contribuições — o que equivale a 25 dias de expediente.

Para evitar retrabalhos desnecessários e otimizar as operações burocráticas, a integração contábil, possibilitada pela tecnologia de gestão, atua como uma excelente aliada.

Alguns dos principais benefícios da prática são:

  1. Agilidade nos fechamentos fiscais do módulo SPED

Com o projeto de digitalização das escriturações fiscais e contábeis, o SPED demanda uma série de arquivos que devem ser remetidos ao Governo com periodicidade e critérios específicos, valendo-se da tecnologia para corresponder às demandas de entrega.

A emissão dos documentos é muito mais simples e rápida quando os registros financeiros e contábeis já estão organizados. Já imputados seguindo regras contábeis previamente definidas e que atendem às demandas da empresa.

Por isso, a eficiência e o suporte do software, ainda no que tange aos procedimentos contábeis, tornam-se também indispensáveis à conformidade fiscal, garantindo que a empresa cumpra suas obrigações perante os órgãos competentes.

  1. Facilidade na conciliação bancária

A conciliação bancária, em sua missão de comparar o saldo das contas no banco com o controle financeiro interno da empresa, é de extrema importância para garantir a segurança das informações financeiras e da movimentação de caixa.

Nesse caso, quando as parametrizações referentes às contas financeiras atendem às demandas do Contas a Pagar e do Contas a Receber, o processo de conferência é mais simples e rápido.

O processo de integração contábil, por sua vez, facilita ainda mais essa rotina justamente ao assegurar que as informações sejam registradas de modo estruturado. Basta, então, que o analista responsável faça a checagem para que certifique a pertinência dos valores e prossiga com os fechamentos.

A Areco Sistemas Empresariais é sua parceira agora, amanhã e sempre. Conte conosco para superar as dificuldades do cenário atual e preservar o crescimento do seu negócio.

Estamos aqui para você, agende uma consultoria gratuita com um de nossos especialistas!

Como escolher o melhor ERP?

Como escolher o melhor ERP?

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Tempo de leitura: 13 minutos


Antes de mais nada, vale lembrar que, quando se trata de escolher a tecnologia que organizará os processos da sua empresa, tornando-a cada vez mais enxuta e produtiva, o que vale não é somente o melhor ERP, mas o ERP mais aderente à sua operação.

Para garantir a assertividade da escolha, incorporando o software mais robusto e adequado ao negócio, a dica é simples: mergulhe nas funcionalidades e expanda as bases de comparação. Uma análise detalhada e criteriosa faz toda a diferença no resultado final — e pode determinar a performance da empresa no curto, médio e longo prazo.

Caso você ainda se sinta inseguro com as variáveis tecnológicas, encontrando dificuldades para entender as demandas dos processos que a equipe expõe, respire fundo e continue lendo. Você tem em mãos um guia prático e transparente para desvendar os mistérios do ERP e, assim, chegar à solução ideal para as necessidades da sua operação.

Neste conteúdo, você conhecerá os principais critérios de análise para sistemas integrados, respeitando as particularidades da companhia, e saberá quais são as dicas mais valiosas para não errar na decisão.

 

Por que se preocupar com o ERP?

Se você não esteve em Marte nos últimos 30 anos, provavelmente sabe que a tecnologia de gestão está revolucionando o mundo dos negócios.

 

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Não se trata apenas de comprar com condições mais atrativas, e de vender com margens mais seguras. Estamos, na prática, falando de otimização de ponta a ponta — aquela que contempla desde a engenharia de produto na fábrica até a economia fiscal por meio de um planejamento tributário mais consistente.

E se apenas uma ferramenta pudesse dar conta de toda essa complexidade, integrando dados das mais diversas áreas e consolidando-os em análises aprofundadas e até específicas? Isso existe e está ao alcance de qualquer empresa, independentemente do porte ou do segmento em que atue. Muito prazer, agora você conhece um pouco mais sobre o ERP.

O Enterprise Resource Management (ERP), ou Sistema Integrado de Gestão Empresarial é um importante catalisador de resultados. A tecnologia é um parceiro excepcional dos líderes corporativos: primeiro, porque centraliza todas as informações da empresa; depois, porque simplifica as operações cotidianas para que haja mais tempo para desenvolver uma estratégia verdadeiramente competitiva.

Agora, pense e diga: esses motivos parecem suficientes para confirmar a necessidade de se preocupar com a efetividade do ERP ideal para a sua organização?

Caso a resposta ainda seja negativa (ou você tenha hesitado em responder que sim), talvez valha a pena explorar mais alguns fatores essenciais. O ERP, enquanto recurso indispensável à alta performance, é perfeito para alavancar todos os departamentos da companhia. A tecnologia é valiosa para, por exemplo:

 

  • maximizar a produtividade na fábrica, garantindo que os projetos estejam padronizados e possam ser facilmente executados;

 

  • otimizar a compra de matérias-primas e produtos acabados, uma vez que há total integração entre o Comercial e o Compras, viabilizando negociações mais coerentes enquanto agiliza a rotatividade do estoque de acordo com padrões predefinidos (tais como FIFO e FEFO);

 

  • acelerar a coerência e a lisura fiscal, contribuindo diretamente para o planejamento tributário e para o recolhimento adequado de tributos;

 

  • facilitar o acompanhamento completo de desempenho, do RH ao Comercial, permitindo que uma série de relatórios sejam facilmente emitidos em poucos cliques e em poucas telas.

 

Na prática, os módulos do ERP garantem uma gestão mais enxuta, eficiente e produtiva. Mas, antes de qualquer decisão, cuidado: existe um sistema aderente ao seu negócio e você precisa entender como fazer a melhor escolha.

A boa notícia é que, nas próximas linhas, você vai saber exatamente o que deve avaliar ?

 

Como escolher o melhor ERP?

Não é exagero dizer que não existe o ERP perfeito — mas, sim, a tecnologia mais aderente às suas necessidades e operações. É por isso que a escolha de um sistema completo, capaz de integrar áreas e simplificar processos, é uma questão que exige cautela e análise.

Para acertar na decisão, batendo o martelo com a tranquilidade de quem está convicto de ter tomado o caminho mais assertivo, é preciso olhar com atenção a alguns aspectos-chave do cotidiano corporativo.

Certifique-se de mergulhar nas demandas da empresa e de imergir no potencial de cada departamento, extraindo o que pode ser melhorado e quais vantagens competitivas devem ser construídas por meio da tecnologia de gestão.

Precisa de ajuda para refletir? Ótimo: veja, a seguir, alguns dos fatores mais relevantes no momento de escolher o ERP ideal para sua empresa!

 

  1. Olhe para dentro

Tudo começa no seu próprio dia a dia. Ninguém melhor do que você e sua equipe — do chão de fábrica ao BI (Business Intelligence) conhece melhor as necessidades da empresa.

Por isso, busque compreender em profundidade quais são as maiores dificuldades dos profissionais que fazem o negócio acontecer. É difícil extrair um relatório que indique a eficiência da compra de insumos? Temos aí, um ponto crítico para resolver. É complicado acompanhar a performance dos colaboradores com base em métricas transparentes e universais? Melhor correr para entregar resultados cada vez mais expressivos.

O primeiro passo, portanto, é olhar para dentro e entender o que precisa ser ajustado. E lembre-se: o papel do gestor, neste contexto, é super nobre. Cabe a você a missão de investigar as carências da companhia e definir um rumo coeso para supri-las do modo mais completo possível, combinado?

 

  1. Reúna seus recursos

Você certamente já dispõe de recursos primordiais para viabilizar o máximo desempenho na companhia (e a gente pode provar!). Os líderes de cada departamento — o gerente de RH e o supervisor de produção, por exemplo — são peças-chave na otimização de processos e de resultados, já que conhecem a rotina com a propriedade de quem coloca a mão na massa.

Nesta fase, é importante aproximar-se de quem domina o assunto. Assim, você consegue entender exatamente com o que — ou com quem — pode contar no momento de sugerir uma alavancagem tecnológica na empresa.

Não conseguiu visualizar esse cenário? É fácil resolver o problema. Se você quer aprimorar a gestão de projetos no PCP, por exemplo, precisa de alguém que possa definir as etapas produtivas e padronizar as orientações sistêmicas. Se você já tem a pessoa certa para isso e conta com as informações necessárias para viabilizar essa iniciativa, ótimo! Tudo o que você precisa tem apenas três letras: ERP!

 

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  1. Defina as prioridades

Quem está à frente de uma operação tradicional e enxuta sabe que, no mundo real, é difícil focar em todas as operações de uma só vez. Seria ótimo implantar soluções completas e integradas em todas as esferas corporativas e de uma só vez, criando rotinas mais transparentes e eficazes em todos os setores da organização, não é?

O problema é que, muitas vezes, o cenário ideal não é o mais realístico, seja por falta de mão de obra — profissionais capazes de digerir a complexidade tecnológica, compartilhando-a com uma equipe ávida por resultados mais positivos — ou por uma questão de fluxo de caixa — que exige que investimentos sejam diluídos ao longo de um determinado período —, a verdade é que há prioridades que devem ser mantidas.

Ao decidir implantar o ERP ideal para o seu negócio, tenha em mente quais são suas necessidades mais urgentes. Precisa de uma frente de loja integrada à gestão de estoque e à escrituração fiscal? Ótimo, comece por aí. Sua maior demanda é no PCP e você não pode continuar ignorando as falhas de qualidade no processo? Sem hesitar, busque um software capaz de reduzir sua dor de cabeça com produtos acabados e, de quebra, eliminar o retrabalho na fábrica.

No fim do dia, só você e sua equipe podem decidir o movimento mais viável. Uma coisa, porém, é inegável: o ERP certo, aquele que se molda com facilidade às suas operações e preenche com propriedade as lacunas processuais, é um investimento com retorno já no curto prazo.

 

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A essa altura, deu para perceber que a escolha certeira de um ERP exige uma análise crítica e uma certa dose de mão na massa, certo? Para além de qualquer dificuldade, entretanto, a tecnologia de gestão abre um novo horizonte de possibilidades poderosas, prontas para otimizar recursos — físicos, financeiros, humanos e de tempo — e para alavancar resultados no curto, médio e longo prazo.

Não dá para ignorar essa promessa. Concorda? E você só precisa de uma boa decisão para isso.

 

Por que o Areco ERP é a melhor escolha?

A tecnologia de gestão é uma fonte inesgotável de análises e faz jus à sua importância na rotina das empresas mais competitivas. E não seria para menos, né? O software integrado é um valioso aliado das companhias (e dos líderes) de alta performance, empoderando profissionais e departamentos para que os resultados coletivos sejam cada vez mais significativos.

O Areco ERP é a tecnologia que acompanha empresas e pessoas, favorecendo o desenvolvimento operacional enquanto aprimora a capacidade estratégica do negócio. Nós provemos a inteligência de negócios para que você possa extrair o máximo potencial dos recursos disponíveis, fazendo a diferença no mercado.

É fácil entender o motivo de tanta eficiência: o Areco ERP automatiza processos, elimina o retrabalho e minimiza as chances de erro nas atividades rotineiras, integrando departamentos e agregando valor aos processos corporativos.

Do back office ao balcão, passando pelo PCP e pelo compras, o software centraliza informações e facilita a visualização completa de dados, permitindo que os líderes estejam sempre na dianteira de suas operações e conheçam profundamente as suas necessidades. Duvida? São milhares de telas amigáveis para facilitar rotinas integradas e mais de 2.000 relatórios já disponíveis na base do Areco ERP. Um verdadeiro mapa do tesouro — com a bússola para indicar o caminho do melhor desempenho.

O Areco ERP é um sistema 100% modular e que permeia todo o workflow corporativo. Além disso, é multimoedas, multiempresas e multi-idiomas, favorecendo o desenvolvimento sustentável e escalável do seu negócio.

Pode respirar fundo e ficar tranquilo: se, no início, você não tinha certeza sobre como escolher o melhor ERP, agora você está frente a frente com a tecnologia ideal para atender às suas necessidades mais urgentes e, claro, também para suportar a suas ambições mais estratégicas.

Explore todo o potencial do Areco ERP no seu dia a dia!

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O ERP na gestão financeira: como tomar as melhores decisões

O ERP na gestão financeira: como tomar as melhores decisões

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O departamento financeiro é uma área bastante sensível, mas também altamente estratégica. A boa gestão dos recursos monetários, assim como a eficiência no planejamento de despesas e investimentos, é indispensável à saúde de qualquer negócio, independentemente do porte ou do segmento em que atue.

A transparência financeira, obtida por meio de processos coesos e orgânicos, é fundamental na operação cotidiana do setor. A missão de administrar os números da empresa — acompanhando a movimentação de valores e assegurando a viabilidade dos processos — é, além de prioritária, também uma questão de sobrevivência.

A tecnologia de gestão é, neste contexto, uma ferramenta valiosa aos gestores da área. Ao facilitar o acesso a análises complexas (por séries históricas ou períodos predefinidos, por exemplo) e ao permitir a extração de informações atualizadas (via dashboards, gráficos e relatórios customizados), o ERP maximiza o controle da operação e garante mais autonomia e segurança na tomada de decisão.

Um dos maiores desafios financeiros da atualidade é justamente a capacidade de otimizar procedimentos e resultados. Para ser capaz de entregar números cada vez mais expressivos e exponenciais, os gestores financeiros devem voltar os olhos aos mecanismos de que dispõe — e às oportunidades que estão deixando passar.

 

O ERP na gestão financeira

A tecnologia ganha cada vez mais espaço na rotina empresarial. Da produção ao comercial, recursos de gestão que agreguem agilidade e efetividade aos processos são essenciais para manter a competitividade e perseguir lucros mais robustos. Na área financeira, responsável por manter o negócio no azul e viabilizar o crescimento em escala, não é diferente: o ERP é um aliado unânime entre os líderes mais engajados.

Um software integrado é, portanto, a resposta mais assertiva para entraves comuns a quaisquer negócios. Ao integrar departamentos e ao centralizar informações, o ERP retifica a lisura dos dados e elimina o retrabalho. No financeiro, o sistema automatiza operações-chave, tais como a programação de Contas a Pagar, a Receber e a conciliação bancária, minimizando a incidência de erros manuais e acelerando as entregas da equipe.

Na prática, a utilização de um ERP aderente e adequado às rotinas do negócio pode mudar completamente a direção da empresa. Uma vez padronizadas e organizadas em um fluxo operacional eficiente, as demandas financeiras são executadas de modo mais prático, eficaz e seguro. Ganha-se em produtividade e, consequentemente, angariam-se resultados mais volumosos.

 

A influência do ERP nas decisões financeiras

Um software integrado, robusto e transparente é um catalisador das boas decisões monetárias. Para lidar com as finanças corporativas da forma mais otimizada possível, é importante que as operações estejam centralizadas e os dados estratégicos permaneçam à disposição do gestor — bastam alguns cliques, por exemplo, para que a projeção do Fluxo de Caixa sem visualizada no ERP.

Neste cenário, o líder protege os recursos do negócio e delibera com mais propriedade e eficiência. A tecnologia de gestão, portanto, promove e endossa processos mais aderentes à realidade da empresa e mais condizentes aos seus objetivos financeiros. Confira, agora, algumas das decisões que podem ser positivamente impactadas pelo ERP!

1. Decisões de investimento

Direcionamentos estratégicos também estão sob a responsabilidade da área financeira. Como, quando e onde aplicar os recursos — além da quantia máxima disponível — são definições que impactam diretamente nas operações do negócio, do chão de fábrica ao RH.

No ERP, é possível identificar uma série de variáveis pertinentes às decisões de investimento de forma simples, rápida e confiável. No caso da produção, por exemplo, o custo da matéria-prima e a demanda de mercado podem ser analisadas de acordo com a sazonalidade, garantindo uma perspectiva mais sólida acerca dos ciclos posteriores.

2. Decisões da cadeia de suprimentos

Em se tratando de produção, é válido mencionar que as decisões de suprimentos também estão diretamente associadas às deliberações financeiras. O Fluxo de Caixa, por exemplo, quando automatizado e completo, destaca as oportunidades de negociação com fornecedores e pode render economias volumosas ao caixa do negócio.

Além disso, custos de estoque sob controle indicam que a depreciação está sendo corretamente monitorada e que a sistemática de escoamento permanece efetiva. Cabe ao gestor financeiro, apoiado pela tecnologia de gestão, supervisionar a eficácia operacional.

3. Decisões de receitas e despesas

O ERP integra e automatiza as rotinas de Contas a Pagar e Contas a Receber, otimizando o tempo da equipe e suprimindo eventuais erros operacionais. Além disso, a tecnologia do software age de forma ainda mais profunda: as decisões estratégicas de todos os departamentos — seja aumentar o quadro de funcionários, seja implantar uma nova política comercial — devem ter respaldo na situação e na projeção monetária da organização.

Ao prever receitas e despesas por meio do Fluxo de Caixa, por exemplo, e empresa evita transtornos no pagamento e pode programar seus pagamentos e recebimentos, evitando a incidência de juros. Esse processo garante liquidez, eficiência e alta performance não apenas ao departamento financeiro, mas a todas as áreas do negócio.

 

O Areco ERP na gestão financeira

O Areco ERP é uma solução completa para a gestão enxuta e assertiva dos processos contábeis, fiscais e financeiro. O módulo correspondente, totalmente integrado às demais áreas do negócio, confere mais agilidade e eficiência às operações cotidianas, facilitando os registros tanto quanto as análises.

Na prática, o Areco ERP automatiza regras de integração financeira e contábil para rotinas de contas a pagar, contas a receber, estoque, ativo fixo e faturamento promovem e favorecem uma visão ampla do negócio, garantindo decisões mais acertadas e transparentes.

O fluxo de caixa, por sua vez, desponta como um diferencial interessante do software: online e totalmente integrado, o relatórios de controle explora diversos níveis de detalhes dos dados e pode ser analisado sob diversas perspectivas e objetivos. O resultado dessa flexibilidade é uma gestão mais profissional, eficiente e lucrativa.

Quer saber como podemos alavancar a gestão financeira de empresas focadas em resultados?

Fale com um consultor!
(19) 3849-4355
contato@areco.com.br

O que esperar em 2019: perspectivas para a economia, a tecnologia e o mercado

O que esperar em 2019: perspectivas para a economia, a tecnologia e o mercado

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A cada fim de ciclo, um novo conjunto de expectativas sobre economia, tecnologia e mercado começa a ganhar forma. Com a proximidade de uma virada de ano, é natural (e até altamente recomendável) que análises renovadas possam embasar projetos inovadores, capazes de alavancar a competitividade das empresas.

Entre os gestores, portanto, o momento é de observação e de planejamento. É hora de resgatar indicadores, estudar o contexto de mercado e traçar um plano coeso para deslanchar em 2019.

Trata-se de um trabalho em duas frentes: o êxito do processo está diretamente ligado à avaliação da capacidade do negócio e da habilidade de enxergar para além das dependências da organização, entendendo as nuances da economia e as preferências de consumo.

Perspectivas para a economia em 2019

O ano de 2018, marcado pelas eleições presidenciais, foi decisivo para definir o panorama de gestão no Brasil. A vitória de Jair Bolsonaro, que se posicionou como um candidato de direita, dá indícios de como será a administração política, econômica e social do país nos próximos quatro anos.

Antes mesmo da posse do presidente eleito, porém, órgãos nacionais e internacionais pontuam o cenário e endereçam algumas das questões internas.

O relatório Focus, divulgado pelo Banco Central, por exemplo, baixou a estimativa de inflação para 2019 — de 4,22% para 4,21%, com meta central de 4,25%. A previsão é de que a taxa básica de juros (Selic) fique em 8% e o PIB feche em 2,5%. O FMI (Fundo Monetário Internacional) concorda e também apontou para um crescimento de 2,5% em 2019.

Alvaro Chaves, economista de formação e CEO da Areco Sistemas Empresariais, considera que as expectativas são otimistas. Segundo ele, “já existem instituições financeiras apostando em um índice Ibovespa entre 100.000 e 120.000 pontos para o final de 2019 — o que é um incremento percentual altamente promissor.”

Em geral, o mercado de capitais reflete e antecipa o que se espera de resultados na economia e nos negócios, por isso, há uma margem alta de crescimento, aberturas de investimentos e projetos saindo da gaveta.

Alvaro sinaliza que “evidentemente, haverá uma certa cautela no início do ano de 2019, pois será necessário ver o resultado concreto entre o governo com sua nova modalidade de composição do ministério e a negociação com o congresso e senado renovados”.

Para o CEO, é mandatório que o Brasil consiga alinhar importantes reformas estruturais regulatórias, permitindo um horizonte de redução da carga tributária, abertura aos investimentos, flexibilização e simplificação das questões trabalhistas. “Esses passos, por si só, deverão estar claros nos primeiros 100 dias de governo e são a chave para o início de um longo período de crescimento, ante a demanda reprimida que existe no Brasil e os muitíssimos recursos econômicos potenciais a serem explorados, obviamente, apenas se estas expectativas iniciais forem correspondidas”, finaliza.

A tecnologia em (e para) 2019

O Gartner, especializado em pesquisas, listou as 10 principais tendências tecnológicas que devem ser exploradas em 2019. Dentre elas, as “coisas autônomas” — tais como robôs, drones e veículos autônomos, que se valem de inteligência artificial (AI) para prover uma interação mais natural —, o blockchain — principalmente no que tange à maximização da transparência e da confiança nos relacionamentos corporativos sem intermediários — e os espaços e cidades inteligentes.

Para além da vanguarda tecnológica, porém, é importante reafirmar a importância do aparato tecnológico no cotidiano das empresas. Somente ao contar com recursos modernos e atualizados, capazes de automatizar as rotinas e otimizar os recursos, é possível potencializar a performance do negócio.

Alvaro Chaves, que opera no mercado de tecnologia há 30 anos, pondera que “nunca os profissionais trabalharam em tantas frentes simultâneas como ocorre hoje. A crescente demanda por performance e produtividade, os obriga a buscarem alternativas tecnológicas, muitas vezes disruptivas, em seus próprios segmentos”.

Alvaro, inclusive, complementa que “o esperado é que muitas empresas foquem em automatizar e integrar ainda mais seus processos, que a cada dia se expandem para fora do ambiente interno da empresa e se conectam com consumidores, fornecedores, agentes financeiros. Vemos, portanto um conjunto de novas oportunidades baseadas em seccionamentos de ações, que podemos chamar de micro serviços integrando-se, e muitas vezes entre players diferentes. É a revolução 4.0 indo bem além da indústria”.

Os desafios do mercado para 2019

O mercado é, sem dúvida, um ambiente bastante complexo e volátil. Não seria equivocado dizer que ele é, em maior ou menor grau, o reduto de influência dos dois fatores anteriormente citados: a situação econômica, assim como a evolução tecnológica, impacta significativamente nas estruturas do mercado.

Há, também, outras variáveis que interferem na configuração do contexto mercadológico. O entendimento acerca das preferências de consumo, por exemplo, são determinantes para garantir alinhamento consistente e resultados expressivos.

Os desafios do mercado, portanto, são inúmeros. Para 2019, essa realidade é ainda mais evidente: diante do novo, é preciso estar preparado para competir com mais assertividade, minimizando erros e maximizando retornos.

O papel da gestão: o grande trunfo para 2019

Diante de tantos estímulos, é essencial que o gestor mantenha o foco. Muitas distrações, ainda que pareçam uma visão generalista sobre o contexto contemporâneo, podem dispersar os objetivos principais e comprometer o desenvolvimento da empresa.

Alvaro Chaves, que está à frente das decisões e operações da Areco Sistemas Empresariais, é enfático ao dizer que a tecnologia em gestão, embora esteja em constante evolução e seja capaz de fornecer respostas efetivas aos impasses administrativos, ainda tem algumas de suas possibilidades pouco exploradas.

O CEO pontua que “é tempo de aproveitar as oportunidades para ganhar competitividade, já que a missão de transformar dados operacionais em decisões estratégicas e ágeis continua”.

As empresas, portanto, devem aprender suas ferramentas com profundidade para extrair o potencial que cada uma delas tem a oferecer.

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Diante disso, a mensagem final ganha contornos mais expressivos: ainda que haja certa incerteza sobre o que esperar, de fato, para 2019, há posturas e ações que podem edificar um cenário mais promissor e lucrativo. A tecnologia de gestão é, sem dúvida, uma delas.

Estudos apontam que empresas que utilizam um ERP, responsável por integrar as diversas áreas do negócio e automatizar os processos internos, crescem até 35% mais rápido. Em um mercado cada vez mais competitivo, é fundamental escalar operações, alavancar as performances e fortificar os recursos de gestão.

Para entender como podemos ajuda-lo a aliar tecnologia e gestão, preparando você e a sua empresa para aos desafios do próximo ano, conheça o Areco ERP.

Se preferir, fale com um consultor!

Como escalar o crescimento da empresa?

Como escalar o crescimento da empresa?

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Mesmo quando iniciantes, as empresas se estruturam para atingir a estabilidade e, então, a fase de crescimento. Quando as operações já estão padronizadas e seguem um fluxo pré-determinado, quando a equipe está alinhada e dispõe de ferramentas adequadas para maximizar a performance das operações cotidianas, é hora de traçar a estratégia para escalar o negócio.

Como escalar o crescimento da empresa?

Há, sem dúvida, uma série de táticas que podem ser aplicadas com o objetivo de promover e de acelerar o desenvolvimento da organização. Para que o gestor seja capaz de analisar a viabilidade das ações e, assim, definir as prioridades, é importante que haja:

  • metas e objetivos definidos;
  • padrões e processos estabelecidos;
  • métricas e indicadores fixados (e regularmente revistos);
  • diferenciais relevantes e consistentes;
  • equipe comprometida e engajada;
  • recursos adequados e disponíveis.

A combinação desses aspectos compõe um planejamento estratégico e gera um plano de ação — que, por sua vez, contempla o curto, o médio e o longo prazo. Os documentos, quando assimilados e aplicados no cotidiano da empresa, agem de forma a extrair o máximo de produtividade e a organizar a demanda de entregas, focando primeiro no que é essencial e estratégico.

Na prática, as diretrizes apontam o caminho para que seja possível escalar o negócio, replicando o modelo operacional, que já foi testado e aprovado, para mercados maiores e mais exigentes.

[ASSISTA AO DEPOIMENTO: Alan e Anderson, sócios da Cirúrgica Home Care, em Valinhos, contam como a tecnologia do Areco ERP impulsionou e suportou o crescimento da empresa.]

Por que a tecnologia é peça-chave para escalar negócios?

Considerando que o crescimento empresarial está diretamente ligado à capacidade de expandir operações sem comprometer a qualidade da execução, não é nenhum exagero afirmar que práticas de simplificação e automatização são imprescindíveis às organizações que visam o desenvolvimento.

Nesse contexto, a tecnologia desponta como o recurso ideal para viabilizar, por exemplo, que fluxos eficientes sejam sistematizados e possam ser integrados e replicados a outros departamentos e/ou a novos mercados. Da mesma forma, os recursos tecnológicos podem (e devem) ser empregados para centralizar e organizar dados estratégicos, gerando relatórios que facilitem o controle dos indicadores fixados.

Na prática, a gestão empresarial como um todo — da fábrica à estratégia — é fatalmente beneficiada pela incorporação de tecnologias aderentes à realidade da operação e eficazes na simplificação de rotinas.

O ERP, que é produto da união de técnicas administrativas e de avanços tecnológicos que as potencializam, é um poderoso aliado na missão de escalar negócios.

Dentre os benefícios imediatos do sistema, quando aplicado ao cotidiano corporativo, figuram:

1. Centralização de dados

Quando os dados estão dispersos, a equipe incorre em retrabalho com mais frequência. A taxa de erros manuais também aumenta, uma vez que é preciso redigitar as informações para encaminhá-las àqueles que deverão executar a próxima ação.

Ao reunir todo o volume de dados em um só local — tornando-o acessível às mais variadas unidades do negócio —, o sistema facilita a gestão da operação e otimiza recursos financeiros, humanos e físicos.

2. Padronização do workflow

Processos padronizados são imprescindíveis à alavancagem de negócios. Sem eles, torna-se praticamente impossível replicar o modelo a outras áreas e/ou mercados.

A definição do fluxo de trabalho e a automatização sistêmica de procedimentos rotineiros é essencial para assegurar um cenário favorável para escalar o crescimento da empresa — e somente a tecnologia pode reunir e organizar, de modo conciso e eficiente, todos os detalhes da operação.

3. Acompanhamento de métricas e indicadores

A ausência de rotinas regulares de acompanhamento, em que existe a revisão de métricas e a avaliação de indiciadores de performance, é bastante prejudicial ao desenvolvimento da empresa.

Em ocasiões em que não há clareza do desempenho (de profissionais e áreas) e nas quais impera certa dificuldade para identificar desvios, comprometem-se os resultados da operação e a credibilidade da empresa no mercado.

Para garantir que seja possível escalar o negócio, cabe às lideranças a tarefa de manter rotinas de avaliação de KPIs e prover o feedback adequado, corrigindo falhas e valorizando o que teve destaque.

Na prática, o ERP promove, estimula e viabiliza decisões mais transparentes e assertivas. Com o apoio de uma operação enxuta e a segurança de uma estratégia consolidada, a missão de escalar o crescimento da empresa deixa de ser traumática e se torna um objetivo bastante tangível.

Para saber mais detalhes sobre como um ERP pode impulsionar o seu negócio, baixe (em PDF, para que você mantenha sempre à mão) nosso infográfico exclusivo.

 

Se você ainda tem dúvidas sobre a necessidade da sua empresa, consulte nossos especialistas gratuitamente:

Folha de Pagamento: conheça a importância estratégica do processo

Folha de Pagamento: conheça a importância estratégica do processo

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A Folha de Pagamento trata de um assunto crítico para os negócios, uma vez que administra diretamente um de seus principais ativos: as pessoas.

O equilíbrio e a transparência nas regras de salários, no controle de atividades e na aplicação de complexas obrigações trabalhistas e sindicais requerem que os gestores de DP/RH disponham de uma ferramenta robusta e confiável.

O fechamento da Folha de Pagamento, por exemplo, pode (e deve) ser simplificado e automatizado. Assim, o operador agiliza suas rotinas e tem mais segurança na veracidade dos dados que imputa.

Ganha a empresa, que otimiza recursos e minimiza a chance de erros; ganha a equipe, que elimina retrabalhos e pode focar em atividades com maior valor agregado.

A Folha de Pagamento como uma operação estratégica

Considerando o caráter estratégico da Folha de Pagamento — que, além de obrigatória, também desponta como uma rotina bastante sensível a falhas operacionais —, não seria exagerado dizer que a atividade precisa ser executada com clareza e seriedade. Afinal, qualquer falha pode implicar em mal-estar na equipe e, dependendo da gravidade, até mesmo em sanções e/ou punições legais.

Com o vigor da exigência do eSocial — que, em breve, será uma obrigação unânime a todas as empresas, independentemente do porte ou do segmento de atuação — o controle eficiente das variáveis da Folha deixou de ser um diferencial para se posicionar como um processo imprescindível à continuidade legal da operação.

 

Blog  Folha de Pagamento: conheça a importância estratégica do processo

Fique por dentro das próximas fases do eSocial e prepare-se com antecedência! 

 

Há, portanto, duas esferas que precisam ser consideradas nas rotinas de fechamento da Folha de Pagamento: o ambiente interno, no esforço para evitar equívocos que gerem insatisfação no time; e o ambiente externo, principalmente no que tange ao Governo, que exige uma série de detalhamentos.

A tecnologia na Folha de Pagamento

A gestão da Folha de Pagamento é, sem dúvida, uma operação complexa. Para além das regras sindicais (que variam de acordo com a categoria da empresa), é preciso observar os registros internos, tais como controle de ponto e adesão a eventuais benefícios descontados.

Para conferir mais segurança aos processos e mais agilidade às rotinas de RH/DP, a tecnologia é uma grande aliada. O ERP, por exemplo, disponibiliza as informações necessárias — tais como registro do ponto e de atestados médicos — em poucos cliques, dispensando controles manuais.

A automatização dos procedimentos, por sua vez, minimiza o retrabalho de redigitações e elimina a incidência de erros. Além disso, o software também agiliza o trabalho do profissional: o que antes implicava na análise de diversos documentos para cada colaborador, hoje é feito ao apertar de alguns botões e ao emitir alguns relatórios.

Vale relembrar, ainda, que o escopo do eSocial, por si só, já contribui para fixar as diretrizes de dados de RH/DP que devem ser monitorados digitalmente. Certifique-se de contar com um parceiro atualizado e comprometido com a entrega das funcionalidades necessárias à emissão do documento.

Diante disso, a mensagem é clara: a automatização das rotinas é uma decisão lógica, além de absolutamente necessária. Em um cenário de alta competitividade, no qual a performance das equipes pode (e geralmente acaba por) definir o grau de sucesso do negócio, é pertinente que o gestor busque formas de alavancar seus processos internos.

O ERP é a ferramenta ideal para automatizar os controles pertinentes à Folha de Pagamento e para permitir que os gestores foquem naquilo que podem fazer de melhor: desenvolver a equipe e endossar o crescimento da empresa.

O módulo de RH contempla operações-chave para além das atividades de DP, tais como:

  • Registro, armazenamento e acompanhamento de formulários de feedback;
  • Ficha de movimentação de pessoal;
  • Ficha de controle de treinamentos;
  • Mapa salarial;
  • Ficha de avaliação e desempenho.

 

Para saber como podemos ajuda-lo a automatizar sua Folha de Pagamento, alavancando os resultados do negócio,

Os 6 principais relatórios para a gestão de indústrias de Alimentos e Bebidas

Os 6 principais relatórios para a gestão de indústrias de Alimentos e Bebidas

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A gestão de indústrias de Alimentos e Bebidas é bastante específica e envolve uma série de obrigações particulares. Nesse caso, o processo é regulado por normas rígidas de controle, demanda ferramentas capazes de automatizar rotinas e, sem interferir na qualidade dos produtos, garantir a conformidade da produção.

Para monitorar o andamento operacional, certificando que haja transparência e segurança na gestão dos procedimentos administrativos e fabris, é fundamental que os líderes possam se amparar em dados confiáveis do negócio — e os relatórios são ferramentas imprescindíveis às decisões assertivas.

Por que os relatórios são essenciais na gestão de indústrias de Alimentos e Bebidas?

É consenso entre os gestores contemporâneos que contar com relatórios claros e seguros, capazes de traduzir em números a operação do negócio, desponta como uma poderosa vantagem competitiva.

No contexto das indústrias de Alimentos e Bebidas não é diferente. Pelo contrário! Para fazer frente à concorrência, é preciso dispor de informações centralizadas e transparentes. Só assim se torna possível (e viável) tecer estratégias para otimizar a operação e alavancar a performance global da empresa.

Quais são os principais relatórios para a gestão de indústrias de Alimentos e Bebidas?

Primeiro, é válido pontuar que as particularidades de cada empresa devem nortear a configuração de relatórios essenciais e, a partir disso, também as rotinas de análise. Em todos os cenários, porém, os documentos gerenciais são cruciais para garantir a conformidade de processos e a produtividade da operação.

1. Margem de contribuição

A concorrência no segmento de Alimentos e Bebidas é alta e, por isso, o mercado exige agilidade e eficiência nas decisões estratégias da empresa. Nesse âmbito, o relatório de Margem de Contribuição permite que os líderes visualizem, de forma ampla e coesa, qual produto, região ou vendedor está contribuindo mais com a lucratividade da organização — e estejam aptos a ajustar as demandas de modo ágil.

2. Faturamento (Devolução e Carteira)

Na área Comercial — que requer dinamismo, mas não dispensa o controle operacional — é importante gerir de perto o cenário de faturamento em relação às metas estabelecidas.

Para isso, um relatório que traga, em números detalhados, os valores das vendas acumuladas e dos saldos da meta, compondo o faturamento após considerar pedidos não faturados (carteira) e subtrair as devoluções, é bastante útil para permitir aos gestores uma visão profunda do desempenho comercial.

3. IQF (Índice de Qualidade do Fornecedor)

Principalmente em empresas de Alimentos e Bebidas, as certificações (tais como a FSSC ISO 22000) são bastante valorizadas e, em alguns casos, despontam como condições essenciais para que seja possível fechar uma compra e manter um cliente.

Nesse contexto, o relatório de IQF, na medida em que assegura o controle sobre a procedência dos insumos utilizados e qualifica os fornecedores, garante que a organização sinalize diretrizes importantes e certifique a integridade de sua operação.

4. Rastreabilidade

A rastreabilidade é um procedimento essencial às empresas de Alimentos e Bebidas. Por isso, o relatório que garante acesso e controle dos lotes que entram (ou seja, que são comprados pela empresa) e dos que saem (produtos acabados, já vendidos) deve ser continuamente gerado e analisado, de modo a assegurar a conformidade das mercadorias estocadas e comercializadas.

5. Ressuprimento

O dinamismo do mercado, pautado pela velocidade e pela volatilidade do consumo, também atingiu a indústria. Dessa forma, é necessário que as empresas se adaptem às demandas e estejam preparadas para corresponder às expectativas de atendimento.

O relatório de ressuprimento, nesse contexto, é importante para que os gestores tenham mais segurança no atendimento dos pedidos, assegurando a disponibilidade da matéria-prima demandada, e mais consciência na otimização de recursos.

6. Fluxo de caixa

Por fim, embora não menos importante, o Fluxo de Caixa é um artifício altamente eficaz na gestão financeira do negócio — e que certifica a saúde da operação frente aos resultados registrados. Em indústrias de Alimentos e Bebidas, o relatório proporciona noções seguras acerca das oportunidades de investimentos e das eventuais necessidades de contenção.

Certifique-se, porém, de optar por uma ferramenta que possibilite o acompanhamento em tempo real e que, ao formatar os demonstrativos financeiros, considere pedidos de venda, compras e cheques, por exemplo. Afinal, a visão ampla é fundamental para embasar decisões eficazes!

 

O Areco ERP disponibiliza mais de 2000 relatórios e trabalha para que o gestor possa ter mais agilidade na análise e assertividade nas decisões. O resultado é uma operação mais enxuta, eficiente e produtiva.

 

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E mais:

O emissor gratuito de MDFe será descontinuado: como se preparar

O emissor gratuito de MDFe será descontinuado: como se preparar

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Em outubro de 2018, o emissor gratuito de MDFe (hoje em sua versão 3.00) será definitivamente descontinuado. Isso quer dizer que a funcionalidade deixa de ser atualizada pelo Governo e que, por isso, novas alterações na exigência não serão mais atendidas pelo recurso.

Na prática, o anúncio prepara as empresas para que se responsabilizem, de forma autônoma, pela geração do arquivo. Diante disso, convém entender um pouco mais sobre a obrigação e, claro, antecipar-se a ela, garantindo a conformidade das operações.

O que é o MDFe?

O MDFe (Manifesto Eletrônico de Documentos Fiscais) foi criado com a missão de simplificar a burocracia envolvida no transporte de cargas. A versão eletrônica, que emite e armazena o documento exclusivamente nos sistemas de gestão, substituiu o antigo modelo de papel, conhecido como Manifesto de Carga Modelo 25 e CL-e (Capa de Lote eletrônica).

Muito embora cada estado seja responsável por fixar suas diretrizes (regras e prazos) , estão obrigadas a emitir o MDFe as empresas que prestam serviços de transportes e as organizações que utilizam veículos próprios ou frotas contratadas para escoar mercadorias.

Para que serve o MDFe e quais são seus benefícios?

Essencialmente, a função principal do MDFe é agilizar o cadastro em lote de documentos fiscais relacionados às cargas que estão em trânsito. Ou seja: a assinatura digital, bem como a certificação de que a carga está em conformidade jurídica com a lei, é válida em quaisquer circunstâncias.

A utilização do MDFe, ainda que se configure como uma obrigatoriedade, traz benefícios consideráveis às empresas: o gerenciamento de cargas é simplificado e toda a documentação referente à movimentação de itens fica centralizada em um só lugar.

Além disso, há expressiva economia de tempo e retrabalho na fiscalização das vias, reduzindo prazos de entrega e minimizando transtornos (e/ou prejuízos) com atrasos.

Como todo o processo é feito de forma online, sem a necessidade de acumular arquivos físicos, o acompanhamento pode acontecer em tempo real e, assim, garantir uma visão mais profunda e transparente da gestão de cargas.

O emissor gratuito de MDFe será descontinuado. Como se preparar?

A partir de outubro de 2018, o aplicativo gratuito de MDFe, gerenciado pela Secretaria da Fazenda, será descontinuado. A obrigatoriedade na emissão do documento, porém, permanece a mesma — o que evidencia a necessidade, por parte das empresas, de assegurar a continuidade na geração do arquivo digital.

Para manter as rotinas de gerenciamento de carga, convém substituir em definitivo a ferramenta governamental por um software capaz de atender às exigências da Sefaz.

Assim como aconteceu também com o CTe (Conhecimento de Transporte Eletrônico), ainda em 2016, a tendência é que os emissores gratuitos deixem gradativamente de receber as atualizações necessárias à conformidade com as requisições do Governo.

 

O Areco ERP está totalmente preparado para atender às demandas de emissão do MDFe, atuando diretamente na otimização do gerenciamento de cargas. Além disso, as funcionalidades do software também garantem a automatização de tarefas e conferem mais agilidade às rotinas empresariais — da venda, incluindo geração de propostas e pedidos, ao escoamento, com parametrizações para roteiros de entrega.

Aos gestores, a tecnologia proporciona e estimula uma operação mais integrada, transparente e lucrativa. Com o Areco ERP, os líderes administram equipes mais produtivas e têm mais tempo para se dedicar ao que realmente importa: o crescimento do negócio.

 

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E mais:

Como acertar no preço do produto?

Como acertar no preço do produto?

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Desde sua idealização, antes mesmo que qualquer operacionalização tenha sido viabilizada, o objetivo de toda empresa é o de gerar lucro. E, embora aparentemente simplista, a capacidade de atingir a maturidade financeira, tornando o negócio sustentável, depende de uma série de fatores complexos.

Tudo começa, sem dúvida, na estruturação básica da organização — de sua proposta de valor aos canais de distribuição que adotará, por exemplo. Outro aspecto relevante, cuja influência pode determinar o sucesso ou o fracasso do empreendimento, é justamente a precificação.

O que considerar ao pensar em precificação?

O mercado é um ambiente volátil, altamente competitivo e bastante desafiador. Para enfrentá-lo, buscando desenvolver e expandir as operações da empresa, é preciso que os líderes sejam capazes de fortalecer a estratégia do negócio, apostando em uma gestão coesa e assertiva.

A definição de preço para produtos é, sem dúvida, uma das decisões administrativas mais complexas e importantes. Uma vez que está diretamente associada à percepção do consumidor e, por isso, foge ao controle da empresa, é preciso garantir o alinhamento e a segurança para fixar a precificação.

No momento de considerar e construir a tabela de preços para seus produtos e serviços, portanto, é fundamental atentar às variáveis que interferem na tarefa. Afinal, uma visão restrita e equivocada do ambiente (interno e externo) é, além de prejudicial, potencialmente fatal à saúde da organização.

Custos e despesas

Na fabricação de um produto, custos e despesas são inerentes ao processo. Trata-se, por exemplo, dos valores pagos pela matéria-prima e do rateio de recursos empregados — sejam horas da máquina, incidência de tributação ou a conta de energia, por exemplo.

Para formatar um preço coerente, garantindo a cobertura dos dispêndios sem assustar o consumidor final, portanto, é importante dispor de todas as informações pertinentes às rotinas produtivas.

Margem de lucro pretendida

Uma vez compilados os custos (relacionados à atividade-fim) e as despesas (relacionadas à manutenção do negócio), a adição dos valores corresponde à soma demandada por unidade produzida. A ela, deve ser acrescida a margem de lucro que a empresa deseja obter.

Mas atenção: é preciso pensar, com critério e bom senso, nos percentuais sobrepostos. Para além das paredes da empresa, existe um mercado competitivo que exige cada vez mais coerência!

Perfil de público

Para além do que está sob domínio do gestor — ou seja, aquilo que diz respeito à gestão dos recursos corporativos —, é imprescindível que o olhar se volte, também, para o que extrapola os processos do negócio.

O perfil de consumo, por exemplo, é uma variável essencial. De nada adianta oferecer um produto de excelência se o valor percebido, a priori, não justifica o preço cobrado.

Para evitar transtornos e prejuízos, analise os hábitos e preferências do seu potencial cliente e esforce-se para oferecer itens que se adéquem às necessidades do público.

Concorrência

Ao lado do seu produto, nas prateleiras ou nos catálogos, está o produto do concorrente. A comparação é inevitável e desponta como o grande divisor de águas na decisão entre um e outro.

Por isso, não negligencie a movimentação estratégica, no que diz respeito a precificação, das empresas concorrentes. Esteja constantemente atento à elasticidade e, antes de tomar qualquer decisão, avalie os impactos na sua empresa e, mais do que isso, no seu competidor.

Como acertar no preço do produto?

Fica evidente, portanto, que a missão de acertar na precificação é complexa e contínua. Em um mercado dinâmico, é preciso acompanhar e rever a estratégia de preços com regularidade.

E se, externamente, o cenário é desafiador, internamente também há muito o que gerenciar. A tarefa de levantar e relacionar custos e despesas, identificando cada fator de influência no dispêndio unitário, é bastante delicada.

Nesse contexto, a tecnologia em gestão figura como uma valiosa aliada. Um ERP robusto automatiza a formação de preço a partir de cadastros de estoque, cotações, taxas, despesas e projetos de engenharia, por exemplo. A integração total entre os departamentos, viabilizando a centralização de dados operacionais, é determinante na provisão de estimativas transparentes e assertivas.

O Areco ERP oferece ferramentas para simplificar o processo de avaliação de custos e despesas, facilitando o acesso a informações decisivas para estabelecer o preço do produto — de acordo com as particularidades de sua composição.

Além disso, a análise das margens de lucro (e margens de contribuição) também são totalmente gerenciadas pelo software, proporcionando mais tranquilidade para que o gestor tome as decisões de mercado.

 

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Como fazer uma boa gestão na Indústria de Ferramentaria?

Como fazer uma boa gestão na Indústria de Ferramentaria?

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De acordo com a Associação Brasileira da Indústria de Ferramentais (ABINFER), São Paulo é o maior polo de ferramentarias do país, acomodando cerca de mil empresas. No Brasil, a competitividade de mercado surge como uma das maiores preocupações entre os gestores do segmento. Portanto, focar em uma boa gestão de ferramentaria é o essencial para alavancar o crescimento e produtividade da sua empresa.

Mas, antes precisamos entender alguns conceitos básicos.

O que é gestão de ferramentaria?

A gestão em si é a ciência social que estuda e sistematiza as práticas usadas para administrar.  Ou seja, é o ato de administrar ou gerir negócios, pessoas ou recursos, com o objetivo de alcançar metas definidas. Neste caso, a gestão de ferramentaria é a estratégia de controle, para maximizar a capacidade de utilização da ferramentaria, garantindo a qualidade e confiabilidade dos serviços executados, reduzindo significativamente o tempo e custo de uso, de modo a alcançar maior produtividade.

Como fazer uma boa gestão de ferramentaria?

Para podermos ter uma gestão de ferramentaria adequada devemos nos atentar à algumas características, tais como:

Analise o cenário

Estamos em um mundo que muda rapidamente e com grande intensidade. Isso tem grande influência sobre os negócios e nos cenários econômico-financeiros. Cada vez mais é necessário que as empresas estejam atentas a essas mudanças, sejam elas no comportamento dos consumidores, econômicas ou governamentais, ou até mesmo concorrenciais.

As organizações precisam analisar detalhadamente o seu posicionamento neste cenário econômico, prever e prevenir que fatores negativos as influencia. Então, entenda e analise como a sua empresa está no momento, qual a quantidade de funcionários, clientes, material, capacidade produtiva, etc. Compreenda em qual patamar a sua empresa está e trace os seus objetivos e sua estratégia.

A análise do futuro também é um instrumento muito importante para a gestão de uma empresa, ele cria previsão e situações futuras, explorando o ambiente e preparando a organização para possíveis problemas.

Está é uma tarefa de suma importância para dar os primeiros passos em uma boa gestão de ferramentaria. Portanto, caso tenha dificuldades você pode utilizar a Análise SWOT.

Análise SWOT

A Análise SWOT é a metodologia clássica e muito utilizada quando a questão é estudar cenários para planejamento estratégicos. A sigla é derivada no inglês e, em sua tradução, significa forças, fraquezas, oportunidades e ameaças.

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Invista na capacitação profissional dos colaboradores

Uma das maneiras de ter sucesso no mercado é capacitar profissionais na sua empresa. Quando você oferece um bom treinamento, melhora a produtividade, potencializa o atendimento dos clientes e aumenta a produtividade, fazendo assim também diminuir os erros.

Por isso, é importante pensar na capacitação como uma maneira de valorizar seus colaboradores e fazer com que eles cresçam na sua organização ao ponto de se tornarem grandes profissionais.

Invista em treinamentos, workshops, foque no trabalho em equipe e nunca se esqueça de valorizar os seus colaboradores.

Invista em infraestrutura

As empresas que mais têm se destacado no mercado contemporâneo são justamente aquelas que vêm investindo em infraestrutura — o que não chega a ser surpreendente, considerando a natureza das ferramentarias.

A compra de equipamentos modernos, capazes de produzir itens que antes só podiam vir de importação, segue como uma das apostas gerenciais para resultados mais consistentes.

Diante disso, não seria equivocado pontuar a necessidade de modernização da fábrica como uma das recomendações mais importantes aos negócios do setor.

Otimize a operação durante a gestão de ferramentaria

As rotinas produtivas de empresas de ferramentaria devem seguir padrões bastante específicos. E não é para menos: qualquer desvio, ainda que pequeno, pode acarretar sérios prejuízos — de desperdício de matéria-prima a falhas de qualidade que inviabilizem a comercialização de determinada peça.

Por isso, a missão de otimizar a operação, tornando-a cada vez mais eficiente, deve ser uma das prioridades do gestor. A preocupação com a análise de apontamentos, bem como o acompanhamento dos relatórios de qualidade são algumas das atividades  de uma boa gestão de ferramentaria.

O resultado de uma operação otimizada pode ser sentido já no curto prazo, economizando recursos humanos, físicos e financeiros. Assim, melhorado a produtividade do negócio.

Integre os processos

Dados descentralizados e dificuldade no acesso às informações — culminando em processos mais demorados e passíveis de falhas — são dois dos problemas causados pela falta de integração nas rotinas da empresa.

Em ferramentarias, assim como em empresas operando em diferentes segmentos de atuação, é essencial que os processos sejam sinérgicos e eliminem o retrabalho envolvido na operação.

É preciso, por exemplo, que o Comercial verifique a disponibilidade para a produção de itens sob medida. Da mesma forma, é fundamental que a Produção cheque a estocagem de insumos antes de formatar o planejamento de entregas.


Para ler depois:


Logo, a mensagem é clara: a gestão de ferramentarias é complexa e desafiadora, mas pode ser vastamente potencializada. Para se posicionar ante à concorrência, invista em tecnologia de gestão!

Quer saber como podemos ajudá-lo nesse desafio? Fale com um consultor!