Quais métodos podem auxiliar sua empresa em tempos de crise

Quais métodos podem auxiliar sua empresa em tempos de crise

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As crises são difíceis de serem previstas, mas ocorrem com muita frequência. De acordo com um estudo realizado pela consultoria Bain & Company, o Brasil já sofreu com as consequências de cinco períodos de crise somente nas últimas três décadas. E em épocas em que a economia está desfavorável apenas as empresas mais preparadas conseguem progredir e se destacar no mercado, ocupando uma posição à frente da concorrência. Acompanhe quais métodos podem auxiliar sua empresa em tempos de crise e boa leitura!

 

Planejamento mais eficiente

O software de gestão empresarial é uma ótima ferramenta para o planejamento de atividades e processos de uma empresa. Isso porque ele fornece uma grande quantidade de dados, atualizados e integrados. Eles podem ser usados tanto pelos gestores como pela equipe para fazer um planejamento mais realista e eficiente. Assim, as chances de a empresa contornar os problemas impostos pela crise acabam ficando maiores.

Ainda neste tópico, vamos dar algumas dicas sobre como elaborar um planejamento mais eficiente:

 

Detalhamento

O planejamento deve começar a partir das respostas para três perguntas: o quê, quem e quando. Ele deve ser trabalhado em cima de atribuições, tarefas e prazos para ser eficaz.

Plano

Quando o planejamento está bem definido, a empresa consegue identificar os recursos, o tempo e o dinheiro para a implementação do plano de ação.

Foco

Para entender qual o foco correto para ser seguido em todas as metas da empresa, é necessário entender onde ela quer chegar.

Por exemplo: a empresa precisa faturar R$ 50.000,00 em um determinado mês. Eu sei que para atingir este valor, preciso que, em média, 50 clientes estejam investindo no meu negócio.

Para 50 clientes investirem, preciso gerar pelo menos 100 oportunidades. Para gerar 100 oportunidades, tenho a necessidade de ter como base 500 SQLs. (“Sales Qualified Leads – são as leads que estão realmente inclinadas para efetuar uma compra com a sua empresa. Nesse estágio, é possível encontrar as melhores opções em conversão de vendas e deixar que o seu time de vendas trabalhe em cima desses usuários.”).

Para gerar 500 SQLs, a empresa precisa captar 3.000 MQLs. (“MQL (Marketing Qualified Leads é um estágio específico em que algumas leads se encontram. Nesse momento, elas já estão em um estágio de educação mais avançado — sabem quais os problemas possuem e o que precisam para resolvê-los, mas ainda estão em busca de uma empresa capaz de suprir essas necessidades.”).

Para chegar ao número de 3.000 MQLs, sei que preciso gerar 12.000 leads e, por fim, gerar então 50.000 visitantes.

Este é um exemplo de construção de meta que você pode usar como norte para construir as metas dentro da sua empresa.

Realismo

O planejamento só é levado em consideração e apoiado pela equipe se for realista. Por um lado, enquanto uma meta inatingível pode causar uma sensação fictícia em todos os colaboradores, uma meta considerada fácil pode causar uma falsa sensação de bom desempenho. O ideal é que as metas sejam trabalhadas em cima das direções que a empresa deseja seguir e objetivos que tem a pretensão de alcançar.

Relevância

As metas devem direcionar a empresa, como dito anteriormente, a alcançar seus objetivos. Pouco farão sentido se estiverem em torno de objetivos que não trazem retorno. Seja qual for a definição de retorno para a organização.

Cronograma

“O que não tem data de entrega, jamais é entregue”.

Prazos precisam ser estabelecidos para que o planejamento tenha sucesso! Por esse motivo, estabeleça um cronograma individual e em equipe.

Colaboração

Já ouviu aquela frase “tenha pensamento de dono?”. É importante que este pensamento tenha início já na contratação. Quando a empresa contrata pessoas que estejam alinhadas com o perfil comportamental e técnico da corporação, ela tem confiança que aquele(a) colaborador(a) será capaz de tomar decisões frente à um problema ou à uma inovação sem ter a necessidade de ter uma gestão centralizadora, pois todos os colaboradores já carregam o espírito de fazer o que é melhor para a empresa.

Execução

A execução deste planejamento exige que haja constante avaliação em cima das metas e das métricas. Isso permite que haja redefinição de metas e adequação do planejamento em relação as mudanças bruscas do mercado ou da economia (tomando como exemplo a Pandemia causada pelo COVID-19).

Automação

Por fim, para planejar, é necessário focar em alguns pontos como: informação precisa, relatórios detalhados e ferramentas de processamento de registros. Desconhecemos empresas e segmentos que tenham atingido um nível de crescimento ou maturidade sem a necessidade de um sistema de automação. Investir em softwares de gestão também é uma forma de planejar de forma eficiente.

 

Melhor gestão empresarial

Os relatórios gerados por um ERP são muito precisos, pois englobam todos os departamentos da empresa. Isso dá aos gestores a possibilidade de fazerem uma coordenação melhor do fluxo de caixa da organização, assim como do estoque e de toda a produção. Com relatórios mais exatos, eles podem evitar o desperdício mais facilmente e identificar onde estão as despesas que podem ser cortadas dentro da empresa – uma tarefa crucial, principalmente em tempos de crise.

Neste tópico, damos alguns exemplos para te ajudar a evitar desperdícios de maneira genérica, acompanhe:

 

Diminuir os custos fixos

Este é o primeiro ponto de atenção. Os custos fixos merecem uma atenção especial e podem ser negociados, como por exemplo, o aluguel da sala ou do prédio. Os gastos com energia elétrica e água também podem ser revistos, assim como de telefone.

Os custos fixos devem ser cortados sempre que for possível. Se existir a possibilidade de manter os colaboradores ou parte deles como Home Office, o faça. Essa atitude auxilia na diminuição dos custos fixos.

 

Custos variáveis: fornecedores

Os custos com os fornecedores nem sempre são levados em consideração quando o assunto é armazenar estoque, matéria-prima, insumos, etc. A primeira decisão sempre baseia-se em manter o estoque com um pouco mais do que ele precisa para imprevistos. O que não é o caso dentro de uma situação de crise, negociações anteriores com os fornecedores para chegar ao melhor preço e, assim, comprar em maior quantidade não é uma opção.

Entre em contato com o seu fornecedor e avalie junto com ele se é possível manter o preço para quantidades menores. Caso não seja possível, refaça sua pesquisa de mercado. Talvez outros fornecedores estão oferecendo negociações mais vantajosas para a sua empresa.

 

A tecnologia é seu braço direito e esquerdo!

O auxílio da tecnologia merece atenção redobrada! Ela ajuda a diminuir os custos de duas formas: primeiro, o controle financeiro é um recurso poderoso dentro dos softwares de gestão. Com ele, é possível monitorar a entrada e a saída de recursos do negócio. Recurso fundamental para realizar cortes de maneira consciente.

Além de tudo, o uso da automação nos auxilia a diminuir gastos em série. Como por exemplo: a mão de obra.

 

Não tenha receio de pedir ajuda

Não poderíamos deixar de ressaltar a importância do auxílio de especialistas e consultores neste processo. Os profissionais de contabilidade, por exemplo, podem se tornar grandes parceiros de negócio. Eles auxiliarão a realizar uma análise com mais precisão da sua organização. Também terá o auxílio de demonstrações de fluxo de caixa e de resultado de exercício.

Desta maneira, você terá em suas mãos mais informações para concluir quais gastos poderão ser cortados na empresa.

 

Eliminação de interfaces manuais

Para realizarem avaliações de desempenho e se manterem atualizados acerca das metas de cada equipe, muitos gestores recorrem ao uso de planilhas físicas, que são desconexas e não dão agilidade na hora das tomadas de decisão. Com o ERP, todas as interfaces manuais são eliminadas e os gestores passam a fazer análises de forma ágil e rápida através do próprio software, o que ajuda a eliminar os desperdícios de tempo e ganhar competitividade.

 

Rápida identificação de problemas

O funcionamento de uma empresa é bem semelhante ao de uma máquina. Várias engrenagens operam ao mesmo tempo para garantir que tudo ocorra bem. E quando uma delas falha, todo o sistema é comprometido. Em muitas organizações, o impacto que determinadas ações que um setor têm, em outros (muitas vezes) é desconhecido. Este problema, normalmente, é sanado com o ERP, já que ele ‘enxerga’ a empresa como um todo e contribui para a identificação dos problemas.

Se atualmente sua empresa ainda não trabalha com um Sistema de Gestão ou seu Sistema de Gestão é engessado, apresentamos o método MASP (Método de Análise e Solução de Problemas).

Este é um processo de melhoria apresentado em 8 etapas. Cada uma dessas etapas contribui para a identificação dos problemas e a elaboração de ações corretivas e preventivas para eliminá-los ou minimizá-los.

O método propõe a seguinte ordem na tratativa de problemas:

  1. Problema: identificar o problema;
  2. Observação: analisar as características do problema;
  3. Análise: determinar as causas principais;
  4. Plano de ação: conceber um plano para eliminar as causas;
  5. Ação: agir para eliminar as causas;
  6. Verificação: confirmar a eficácia da ação;
  7. Padronização: eliminar definitivamente as causas;
  8. Conclusão: recapturar as atividades desenvolvidas e planejar para o futuro.

A seguir inserimos uma tabela de orientação para apresentar as etapas e uma descrição do seu funcionamento:

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Automatização de tarefas que tomam tempo

Em uma empresa, todas as atividades devem ser acompanhadas constantemente pelos gestores. Mas esta tarefa não é muito fácil de ser realizada, e geralmente leva muito tempo. Com o ERP, todos os processos de trabalho são integrados e automatizados, permitindo que os gestores não percam tempo com inserção de dados e conferência de informações e foquem em atividades mais importantes.

 

Comunicação ágil e menos custosa

Em muitos negócios, cada setor tem seu próprio “universo”. Neles, a comunicação entre as diferentes equipes é praticamente nula, o que acaba fazendo com que os funcionários não trabalhem focados nos mesmos objetivos. A adoção de um ERP pode resolver este problema, através da integração dos diferentes setores da empresa, tais como comercial, marketing, financeiro e administrativo.

Esta integração, além de tornar a comunicação mais ágil, eficaz e menos custosa, ainda pode garantir que todos os colaboradores permaneçam focados nas mesmas metas e objetivos, não perdendo tempo com atividades desnecessárias e desempenhando seus papéis de forma adequada. Somente assim a empresa conseguirá aumentar a produtividade da sua força de trabalho e sair da crise ilesa.

 

Otimização das tomadas de decisão

Em uma crise financeira, o mais importante é focar naquilo que é realmente importante para a empresa. Assim as metas planejadas sejam alcançadas. O ERP permite que decisões sejam tomadas de forma assertiva e mantenham o foco em atividades que realmente tragam resultados para o negócio, elevando assim a lucratividade e a competitividade da empresa no mercado.

E você, já está contando com um ERP para driblar a crise econômica atual? O que mais você acha que ele pode oferecer às empresas em tempos de crise? Compartilhe suas dúvidas, opiniões e experiências conosco nos comentários!

 

Como escolher o melhor ERP?

Como escolher o melhor ERP?

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Tempo de leitura: 13 minutos


Antes de mais nada, vale lembrar que, quando se trata de escolher a tecnologia que organizará os processos da sua empresa, tornando-a cada vez mais enxuta e produtiva, o que vale não é somente o melhor ERP, mas o ERP mais aderente à sua operação.

Para garantir a assertividade da escolha, incorporando o software mais robusto e adequado ao negócio, a dica é simples: mergulhe nas funcionalidades e expanda as bases de comparação. Uma análise detalhada e criteriosa faz toda a diferença no resultado final — e pode determinar a performance da empresa no curto, médio e longo prazo.

Caso você ainda se sinta inseguro com as variáveis tecnológicas, encontrando dificuldades para entender as demandas dos processos que a equipe expõe, respire fundo e continue lendo. Você tem em mãos um guia prático e transparente para desvendar os mistérios do ERP e, assim, chegar à solução ideal para as necessidades da sua operação.

Neste conteúdo, você conhecerá os principais critérios de análise para sistemas integrados, respeitando as particularidades da companhia, e saberá quais são as dicas mais valiosas para não errar na decisão.

 

Por que se preocupar com o ERP?

Se você não esteve em Marte nos últimos 30 anos, provavelmente sabe que a tecnologia de gestão está revolucionando o mundo dos negócios.

 

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Não se trata apenas de comprar com condições mais atrativas, e de vender com margens mais seguras. Estamos, na prática, falando de otimização de ponta a ponta — aquela que contempla desde a engenharia de produto na fábrica até a economia fiscal por meio de um planejamento tributário mais consistente.

E se apenas uma ferramenta pudesse dar conta de toda essa complexidade, integrando dados das mais diversas áreas e consolidando-os em análises aprofundadas e até específicas? Isso existe e está ao alcance de qualquer empresa, independentemente do porte ou do segmento em que atue. Muito prazer, agora você conhece um pouco mais sobre o ERP.

O Enterprise Resource Management (ERP), ou Sistema Integrado de Gestão Empresarial é um importante catalisador de resultados. A tecnologia é um parceiro excepcional dos líderes corporativos: primeiro, porque centraliza todas as informações da empresa; depois, porque simplifica as operações cotidianas para que haja mais tempo para desenvolver uma estratégia verdadeiramente competitiva.

Agora, pense e diga: esses motivos parecem suficientes para confirmar a necessidade de se preocupar com a efetividade do ERP ideal para a sua organização?

Caso a resposta ainda seja negativa (ou você tenha hesitado em responder que sim), talvez valha a pena explorar mais alguns fatores essenciais. O ERP, enquanto recurso indispensável à alta performance, é perfeito para alavancar todos os departamentos da companhia. A tecnologia é valiosa para, por exemplo:

 

  • maximizar a produtividade na fábrica, garantindo que os projetos estejam padronizados e possam ser facilmente executados;

 

  • otimizar a compra de matérias-primas e produtos acabados, uma vez que há total integração entre o Comercial e o Compras, viabilizando negociações mais coerentes enquanto agiliza a rotatividade do estoque de acordo com padrões predefinidos (tais como FIFO e FEFO);

 

  • acelerar a coerência e a lisura fiscal, contribuindo diretamente para o planejamento tributário e para o recolhimento adequado de tributos;

 

  • facilitar o acompanhamento completo de desempenho, do RH ao Comercial, permitindo que uma série de relatórios sejam facilmente emitidos em poucos cliques e em poucas telas.

 

Na prática, os módulos do ERP garantem uma gestão mais enxuta, eficiente e produtiva. Mas, antes de qualquer decisão, cuidado: existe um sistema aderente ao seu negócio e você precisa entender como fazer a melhor escolha.

A boa notícia é que, nas próximas linhas, você vai saber exatamente o que deve avaliar ?

 

Como escolher o melhor ERP?

Não é exagero dizer que não existe o ERP perfeito — mas, sim, a tecnologia mais aderente às suas necessidades e operações. É por isso que a escolha de um sistema completo, capaz de integrar áreas e simplificar processos, é uma questão que exige cautela e análise.

Para acertar na decisão, batendo o martelo com a tranquilidade de quem está convicto de ter tomado o caminho mais assertivo, é preciso olhar com atenção a alguns aspectos-chave do cotidiano corporativo.

Certifique-se de mergulhar nas demandas da empresa e de imergir no potencial de cada departamento, extraindo o que pode ser melhorado e quais vantagens competitivas devem ser construídas por meio da tecnologia de gestão.

Precisa de ajuda para refletir? Ótimo: veja, a seguir, alguns dos fatores mais relevantes no momento de escolher o ERP ideal para sua empresa!

 

  1. Olhe para dentro

Tudo começa no seu próprio dia a dia. Ninguém melhor do que você e sua equipe — do chão de fábrica ao BI (Business Intelligence) conhece melhor as necessidades da empresa.

Por isso, busque compreender em profundidade quais são as maiores dificuldades dos profissionais que fazem o negócio acontecer. É difícil extrair um relatório que indique a eficiência da compra de insumos? Temos aí, um ponto crítico para resolver. É complicado acompanhar a performance dos colaboradores com base em métricas transparentes e universais? Melhor correr para entregar resultados cada vez mais expressivos.

O primeiro passo, portanto, é olhar para dentro e entender o que precisa ser ajustado. E lembre-se: o papel do gestor, neste contexto, é super nobre. Cabe a você a missão de investigar as carências da companhia e definir um rumo coeso para supri-las do modo mais completo possível, combinado?

 

  1. Reúna seus recursos

Você certamente já dispõe de recursos primordiais para viabilizar o máximo desempenho na companhia (e a gente pode provar!). Os líderes de cada departamento — o gerente de RH e o supervisor de produção, por exemplo — são peças-chave na otimização de processos e de resultados, já que conhecem a rotina com a propriedade de quem coloca a mão na massa.

Nesta fase, é importante aproximar-se de quem domina o assunto. Assim, você consegue entender exatamente com o que — ou com quem — pode contar no momento de sugerir uma alavancagem tecnológica na empresa.

Não conseguiu visualizar esse cenário? É fácil resolver o problema. Se você quer aprimorar a gestão de projetos no PCP, por exemplo, precisa de alguém que possa definir as etapas produtivas e padronizar as orientações sistêmicas. Se você já tem a pessoa certa para isso e conta com as informações necessárias para viabilizar essa iniciativa, ótimo! Tudo o que você precisa tem apenas três letras: ERP!

 

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  1. Defina as prioridades

Quem está à frente de uma operação tradicional e enxuta sabe que, no mundo real, é difícil focar em todas as operações de uma só vez. Seria ótimo implantar soluções completas e integradas em todas as esferas corporativas e de uma só vez, criando rotinas mais transparentes e eficazes em todos os setores da organização, não é?

O problema é que, muitas vezes, o cenário ideal não é o mais realístico, seja por falta de mão de obra — profissionais capazes de digerir a complexidade tecnológica, compartilhando-a com uma equipe ávida por resultados mais positivos — ou por uma questão de fluxo de caixa — que exige que investimentos sejam diluídos ao longo de um determinado período —, a verdade é que há prioridades que devem ser mantidas.

Ao decidir implantar o ERP ideal para o seu negócio, tenha em mente quais são suas necessidades mais urgentes. Precisa de uma frente de loja integrada à gestão de estoque e à escrituração fiscal? Ótimo, comece por aí. Sua maior demanda é no PCP e você não pode continuar ignorando as falhas de qualidade no processo? Sem hesitar, busque um software capaz de reduzir sua dor de cabeça com produtos acabados e, de quebra, eliminar o retrabalho na fábrica.

No fim do dia, só você e sua equipe podem decidir o movimento mais viável. Uma coisa, porém, é inegável: o ERP certo, aquele que se molda com facilidade às suas operações e preenche com propriedade as lacunas processuais, é um investimento com retorno já no curto prazo.

 

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A essa altura, deu para perceber que a escolha certeira de um ERP exige uma análise crítica e uma certa dose de mão na massa, certo? Para além de qualquer dificuldade, entretanto, a tecnologia de gestão abre um novo horizonte de possibilidades poderosas, prontas para otimizar recursos — físicos, financeiros, humanos e de tempo — e para alavancar resultados no curto, médio e longo prazo.

Não dá para ignorar essa promessa. Concorda? E você só precisa de uma boa decisão para isso.

 

Por que o Areco ERP é a melhor escolha?

A tecnologia de gestão é uma fonte inesgotável de análises e faz jus à sua importância na rotina das empresas mais competitivas. E não seria para menos, né? O software integrado é um valioso aliado das companhias (e dos líderes) de alta performance, empoderando profissionais e departamentos para que os resultados coletivos sejam cada vez mais significativos.

O Areco ERP é a tecnologia que acompanha empresas e pessoas, favorecendo o desenvolvimento operacional enquanto aprimora a capacidade estratégica do negócio. Nós provemos a inteligência de negócios para que você possa extrair o máximo potencial dos recursos disponíveis, fazendo a diferença no mercado.

É fácil entender o motivo de tanta eficiência: o Areco ERP automatiza processos, elimina o retrabalho e minimiza as chances de erro nas atividades rotineiras, integrando departamentos e agregando valor aos processos corporativos.

Do back office ao balcão, passando pelo PCP e pelo compras, o software centraliza informações e facilita a visualização completa de dados, permitindo que os líderes estejam sempre na dianteira de suas operações e conheçam profundamente as suas necessidades. Duvida? São milhares de telas amigáveis para facilitar rotinas integradas e mais de 2.000 relatórios já disponíveis na base do Areco ERP. Um verdadeiro mapa do tesouro — com a bússola para indicar o caminho do melhor desempenho.

O Areco ERP é um sistema 100% modular e que permeia todo o workflow corporativo. Além disso, é multimoedas, multiempresas e multi-idiomas, favorecendo o desenvolvimento sustentável e escalável do seu negócio.

Pode respirar fundo e ficar tranquilo: se, no início, você não tinha certeza sobre como escolher o melhor ERP, agora você está frente a frente com a tecnologia ideal para atender às suas necessidades mais urgentes e, claro, também para suportar a suas ambições mais estratégicas.

Explore todo o potencial do Areco ERP no seu dia a dia!

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O ERP na gestão financeira: como tomar as melhores decisões

O ERP na gestão financeira: como tomar as melhores decisões

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O departamento financeiro é uma área bastante sensível, mas também altamente estratégica. A boa gestão dos recursos monetários, assim como a eficiência no planejamento de despesas e investimentos, é indispensável à saúde de qualquer negócio, independentemente do porte ou do segmento em que atue.

A transparência financeira, obtida por meio de processos coesos e orgânicos, é fundamental na operação cotidiana do setor. A missão de administrar os números da empresa — acompanhando a movimentação de valores e assegurando a viabilidade dos processos — é, além de prioritária, também uma questão de sobrevivência.

A tecnologia de gestão é, neste contexto, uma ferramenta valiosa aos gestores da área. Ao facilitar o acesso a análises complexas (por séries históricas ou períodos predefinidos, por exemplo) e ao permitir a extração de informações atualizadas (via dashboards, gráficos e relatórios customizados), o ERP maximiza o controle da operação e garante mais autonomia e segurança na tomada de decisão.

Um dos maiores desafios financeiros da atualidade é justamente a capacidade de otimizar procedimentos e resultados. Para ser capaz de entregar números cada vez mais expressivos e exponenciais, os gestores financeiros devem voltar os olhos aos mecanismos de que dispõe — e às oportunidades que estão deixando passar.

 

O ERP na gestão financeira

A tecnologia ganha cada vez mais espaço na rotina empresarial. Da produção ao comercial, recursos de gestão que agreguem agilidade e efetividade aos processos são essenciais para manter a competitividade e perseguir lucros mais robustos. Na área financeira, responsável por manter o negócio no azul e viabilizar o crescimento em escala, não é diferente: o ERP é um aliado unânime entre os líderes mais engajados.

Um software integrado é, portanto, a resposta mais assertiva para entraves comuns a quaisquer negócios. Ao integrar departamentos e ao centralizar informações, o ERP retifica a lisura dos dados e elimina o retrabalho. No financeiro, o sistema automatiza operações-chave, tais como a programação de Contas a Pagar, a Receber e a conciliação bancária, minimizando a incidência de erros manuais e acelerando as entregas da equipe.

Na prática, a utilização de um ERP aderente e adequado às rotinas do negócio pode mudar completamente a direção da empresa. Uma vez padronizadas e organizadas em um fluxo operacional eficiente, as demandas financeiras são executadas de modo mais prático, eficaz e seguro. Ganha-se em produtividade e, consequentemente, angariam-se resultados mais volumosos.

 

A influência do ERP nas decisões financeiras

Um software integrado, robusto e transparente é um catalisador das boas decisões monetárias. Para lidar com as finanças corporativas da forma mais otimizada possível, é importante que as operações estejam centralizadas e os dados estratégicos permaneçam à disposição do gestor — bastam alguns cliques, por exemplo, para que a projeção do Fluxo de Caixa sem visualizada no ERP.

Neste cenário, o líder protege os recursos do negócio e delibera com mais propriedade e eficiência. A tecnologia de gestão, portanto, promove e endossa processos mais aderentes à realidade da empresa e mais condizentes aos seus objetivos financeiros. Confira, agora, algumas das decisões que podem ser positivamente impactadas pelo ERP!

1. Decisões de investimento

Direcionamentos estratégicos também estão sob a responsabilidade da área financeira. Como, quando e onde aplicar os recursos — além da quantia máxima disponível — são definições que impactam diretamente nas operações do negócio, do chão de fábrica ao RH.

No ERP, é possível identificar uma série de variáveis pertinentes às decisões de investimento de forma simples, rápida e confiável. No caso da produção, por exemplo, o custo da matéria-prima e a demanda de mercado podem ser analisadas de acordo com a sazonalidade, garantindo uma perspectiva mais sólida acerca dos ciclos posteriores.

2. Decisões da cadeia de suprimentos

Em se tratando de produção, é válido mencionar que as decisões de suprimentos também estão diretamente associadas às deliberações financeiras. O Fluxo de Caixa, por exemplo, quando automatizado e completo, destaca as oportunidades de negociação com fornecedores e pode render economias volumosas ao caixa do negócio.

Além disso, custos de estoque sob controle indicam que a depreciação está sendo corretamente monitorada e que a sistemática de escoamento permanece efetiva. Cabe ao gestor financeiro, apoiado pela tecnologia de gestão, supervisionar a eficácia operacional.

3. Decisões de receitas e despesas

O ERP integra e automatiza as rotinas de Contas a Pagar e Contas a Receber, otimizando o tempo da equipe e suprimindo eventuais erros operacionais. Além disso, a tecnologia do software age de forma ainda mais profunda: as decisões estratégicas de todos os departamentos — seja aumentar o quadro de funcionários, seja implantar uma nova política comercial — devem ter respaldo na situação e na projeção monetária da organização.

Ao prever receitas e despesas por meio do Fluxo de Caixa, por exemplo, e empresa evita transtornos no pagamento e pode programar seus pagamentos e recebimentos, evitando a incidência de juros. Esse processo garante liquidez, eficiência e alta performance não apenas ao departamento financeiro, mas a todas as áreas do negócio.

 

O Areco ERP na gestão financeira

O Areco ERP é uma solução completa para a gestão enxuta e assertiva dos processos contábeis, fiscais e financeiro. O módulo correspondente, totalmente integrado às demais áreas do negócio, confere mais agilidade e eficiência às operações cotidianas, facilitando os registros tanto quanto as análises.

Na prática, o Areco ERP automatiza regras de integração financeira e contábil para rotinas de contas a pagar, contas a receber, estoque, ativo fixo e faturamento promovem e favorecem uma visão ampla do negócio, garantindo decisões mais acertadas e transparentes.

O fluxo de caixa, por sua vez, desponta como um diferencial interessante do software: online e totalmente integrado, o relatórios de controle explora diversos níveis de detalhes dos dados e pode ser analisado sob diversas perspectivas e objetivos. O resultado dessa flexibilidade é uma gestão mais profissional, eficiente e lucrativa.

Quer saber como podemos alavancar a gestão financeira de empresas focadas em resultados?

Fale com um consultor!
(19) 3849-4355
contato@areco.com.br

Business financial planning: why it matters and how to do it

Business financial planning: why it matters and how to do it

Business financial planning is undoubtedly one of the first steps to enable a business idea and, then, to perpetuate operation competitiveness. In this case, planning is essential and monitoring, indispensable!

In order to ensure the financial health of the organization by controlling cash flow movements, it is necessary time to gather relevant informations, organize business data and, of course, act strategically.

 

What is, in practice, business financial planning?

The financial area is, for most companies, one of the most sensitive business departments. Given its importance in productive capacity and competitiveness, the position is fair and justifiable – and must be viewed with seriousness and commitment.

For each type of company, according to its routines particularities and established processes, there are characteristics that must be evaluated when formatting growth plans. It is precisely for this, with the purpose of delimiting resources and setting goals, that financial planning gains importance and meaning.

In practice, planning the financial strategy consists of accomplishing a projection of revenues and expenses, examining a pre-established period. From this, the manager is able to investigate variables, analyze historical data and design new scenarios, understanding in a more detailed way the most timely (and financially viable) directions to the company.

 

Why is business financial planning important?

In a competitive volatile market, where changes are constant and innovations occurs at all times, it is critical that managers maintain strict control over their operations and results.

Financial planning, as a scenario forecasting strategy, allows decisions to be more cohesive, assertive and productive, contributing to the company competitiveness gain – and can accumulate increasingly expressive returns.

In general terms, the main advantage of this type of resource is to give clarity to corporate positions. There is, of course, more precision in financial movements (of revenue and expenditure, for example) and more security in operational developments – what leaders need to decide when searching for good opportunities.

Thus, in the short term it is possible to visualize the positive consequences of a more synergistic and aligned process, meeting goals and business demands. In the long term, in turn, financial health is ensured and the strength of productive capacity becomes increasingly evident.

 

How can an ERP maximize the financial planning of your company?

Technology is already the reality of the most profitable companies. To be ahead of the competition, it is crucial to have good management resources implemented, endorsing strategic activities just like financial planning.

The use of an ERP system, which centralizes information and integrates all areas of the business, is the key to a more efficient and crystal clear operation. The functionalities of the software ensure that the manager can follow the analysis methodology and, thus, build his own corporate strategy.

Among the benefits of an ERP in the construction of an optimal financial planning, there are:

• The ability to analyze the historical and predictive context, contrasting seasonality reports with demand forecasts based on past data;
• Vulnerabilities alerts, speeding up the correction of possible deviations that could impair operations performance;
• The identification of new opportunities, allowing productivity gaps to be reversed at competitive differentials;
• The endorsement of objectives and goals, considering the ability to analyze performance reports, dashboards, contrast them with evaluation metrics and thus attest to the feasibility of more aggressive challenges;
• The ability to monitor, day by day, the KPI of each operation, ensuring agility in decisions that can positively impact corporate results.

The ERP system is the ideal solution to add more reliability and transparency to contemporary management. By having up-to-date data and lean processess, managers maximize the effectiveness of their decisions and can focus on what truly adds value to operations.

In this context, business financial planning can be described as a valuable tool, capable of strengthening productive routines and enhancing the organization’s performance – making it financially healthier and more profitable.

Want to know what Areco ERP can do for you and your business?

TALK TO A CONSULTANT!

O que esperar em 2019: perspectivas para a economia, a tecnologia e o mercado

O que esperar em 2019: perspectivas para a economia, a tecnologia e o mercado

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A cada fim de ciclo, um novo conjunto de expectativas sobre economia, tecnologia e mercado começa a ganhar forma. Com a proximidade de uma virada de ano, é natural (e até altamente recomendável) que análises renovadas possam embasar projetos inovadores, capazes de alavancar a competitividade das empresas.

Entre os gestores, portanto, o momento é de observação e de planejamento. É hora de resgatar indicadores, estudar o contexto de mercado e traçar um plano coeso para deslanchar em 2019.

Trata-se de um trabalho em duas frentes: o êxito do processo está diretamente ligado à avaliação da capacidade do negócio e da habilidade de enxergar para além das dependências da organização, entendendo as nuances da economia e as preferências de consumo.

Perspectivas para a economia em 2019

O ano de 2018, marcado pelas eleições presidenciais, foi decisivo para definir o panorama de gestão no Brasil. A vitória de Jair Bolsonaro, que se posicionou como um candidato de direita, dá indícios de como será a administração política, econômica e social do país nos próximos quatro anos.

Antes mesmo da posse do presidente eleito, porém, órgãos nacionais e internacionais pontuam o cenário e endereçam algumas das questões internas.

O relatório Focus, divulgado pelo Banco Central, por exemplo, baixou a estimativa de inflação para 2019 — de 4,22% para 4,21%, com meta central de 4,25%. A previsão é de que a taxa básica de juros (Selic) fique em 8% e o PIB feche em 2,5%. O FMI (Fundo Monetário Internacional) concorda e também apontou para um crescimento de 2,5% em 2019.

Alvaro Chaves, economista de formação e CEO da Areco Sistemas Empresariais, considera que as expectativas são otimistas. Segundo ele, “já existem instituições financeiras apostando em um índice Ibovespa entre 100.000 e 120.000 pontos para o final de 2019 — o que é um incremento percentual altamente promissor.”

Em geral, o mercado de capitais reflete e antecipa o que se espera de resultados na economia e nos negócios, por isso, há uma margem alta de crescimento, aberturas de investimentos e projetos saindo da gaveta.

Alvaro sinaliza que “evidentemente, haverá uma certa cautela no início do ano de 2019, pois será necessário ver o resultado concreto entre o governo com sua nova modalidade de composição do ministério e a negociação com o congresso e senado renovados”.

Para o CEO, é mandatório que o Brasil consiga alinhar importantes reformas estruturais regulatórias, permitindo um horizonte de redução da carga tributária, abertura aos investimentos, flexibilização e simplificação das questões trabalhistas. “Esses passos, por si só, deverão estar claros nos primeiros 100 dias de governo e são a chave para o início de um longo período de crescimento, ante a demanda reprimida que existe no Brasil e os muitíssimos recursos econômicos potenciais a serem explorados, obviamente, apenas se estas expectativas iniciais forem correspondidas”, finaliza.

A tecnologia em (e para) 2019

O Gartner, especializado em pesquisas, listou as 10 principais tendências tecnológicas que devem ser exploradas em 2019. Dentre elas, as “coisas autônomas” — tais como robôs, drones e veículos autônomos, que se valem de inteligência artificial (AI) para prover uma interação mais natural —, o blockchain — principalmente no que tange à maximização da transparência e da confiança nos relacionamentos corporativos sem intermediários — e os espaços e cidades inteligentes.

Para além da vanguarda tecnológica, porém, é importante reafirmar a importância do aparato tecnológico no cotidiano das empresas. Somente ao contar com recursos modernos e atualizados, capazes de automatizar as rotinas e otimizar os recursos, é possível potencializar a performance do negócio.

Alvaro Chaves, que opera no mercado de tecnologia há 30 anos, pondera que “nunca os profissionais trabalharam em tantas frentes simultâneas como ocorre hoje. A crescente demanda por performance e produtividade, os obriga a buscarem alternativas tecnológicas, muitas vezes disruptivas, em seus próprios segmentos”.

Alvaro, inclusive, complementa que “o esperado é que muitas empresas foquem em automatizar e integrar ainda mais seus processos, que a cada dia se expandem para fora do ambiente interno da empresa e se conectam com consumidores, fornecedores, agentes financeiros. Vemos, portanto um conjunto de novas oportunidades baseadas em seccionamentos de ações, que podemos chamar de micro serviços integrando-se, e muitas vezes entre players diferentes. É a revolução 4.0 indo bem além da indústria”.

Os desafios do mercado para 2019

O mercado é, sem dúvida, um ambiente bastante complexo e volátil. Não seria equivocado dizer que ele é, em maior ou menor grau, o reduto de influência dos dois fatores anteriormente citados: a situação econômica, assim como a evolução tecnológica, impacta significativamente nas estruturas do mercado.

Há, também, outras variáveis que interferem na configuração do contexto mercadológico. O entendimento acerca das preferências de consumo, por exemplo, são determinantes para garantir alinhamento consistente e resultados expressivos.

Os desafios do mercado, portanto, são inúmeros. Para 2019, essa realidade é ainda mais evidente: diante do novo, é preciso estar preparado para competir com mais assertividade, minimizando erros e maximizando retornos.

O papel da gestão: o grande trunfo para 2019

Diante de tantos estímulos, é essencial que o gestor mantenha o foco. Muitas distrações, ainda que pareçam uma visão generalista sobre o contexto contemporâneo, podem dispersar os objetivos principais e comprometer o desenvolvimento da empresa.

Alvaro Chaves, que está à frente das decisões e operações da Areco Sistemas Empresariais, é enfático ao dizer que a tecnologia em gestão, embora esteja em constante evolução e seja capaz de fornecer respostas efetivas aos impasses administrativos, ainda tem algumas de suas possibilidades pouco exploradas.

O CEO pontua que “é tempo de aproveitar as oportunidades para ganhar competitividade, já que a missão de transformar dados operacionais em decisões estratégicas e ágeis continua”.

As empresas, portanto, devem aprender suas ferramentas com profundidade para extrair o potencial que cada uma delas tem a oferecer.

Blog  O que esperar em 2019: perspectivas para a economia, a tecnologia e o mercado

Diante disso, a mensagem final ganha contornos mais expressivos: ainda que haja certa incerteza sobre o que esperar, de fato, para 2019, há posturas e ações que podem edificar um cenário mais promissor e lucrativo. A tecnologia de gestão é, sem dúvida, uma delas.

Estudos apontam que empresas que utilizam um ERP, responsável por integrar as diversas áreas do negócio e automatizar os processos internos, crescem até 35% mais rápido. Em um mercado cada vez mais competitivo, é fundamental escalar operações, alavancar as performances e fortificar os recursos de gestão.

Para entender como podemos ajuda-lo a aliar tecnologia e gestão, preparando você e a sua empresa para aos desafios do próximo ano, conheça o Areco ERP.

Se preferir, fale com um consultor!

Como escalar o crescimento da empresa?

Como escalar o crescimento da empresa?

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Mesmo quando iniciantes, as empresas se estruturam para atingir a estabilidade e, então, a fase de crescimento. Quando as operações já estão padronizadas e seguem um fluxo pré-determinado, quando a equipe está alinhada e dispõe de ferramentas adequadas para maximizar a performance das operações cotidianas, é hora de traçar a estratégia para escalar o negócio.

Como escalar o crescimento da empresa?

Há, sem dúvida, uma série de táticas que podem ser aplicadas com o objetivo de promover e de acelerar o desenvolvimento da organização. Para que o gestor seja capaz de analisar a viabilidade das ações e, assim, definir as prioridades, é importante que haja:

  • metas e objetivos definidos;
  • padrões e processos estabelecidos;
  • métricas e indicadores fixados (e regularmente revistos);
  • diferenciais relevantes e consistentes;
  • equipe comprometida e engajada;
  • recursos adequados e disponíveis.

A combinação desses aspectos compõe um planejamento estratégico e gera um plano de ação — que, por sua vez, contempla o curto, o médio e o longo prazo. Os documentos, quando assimilados e aplicados no cotidiano da empresa, agem de forma a extrair o máximo de produtividade e a organizar a demanda de entregas, focando primeiro no que é essencial e estratégico.

Na prática, as diretrizes apontam o caminho para que seja possível escalar o negócio, replicando o modelo operacional, que já foi testado e aprovado, para mercados maiores e mais exigentes.

[ASSISTA AO DEPOIMENTO: Alan e Anderson, sócios da Cirúrgica Home Care, em Valinhos, contam como a tecnologia do Areco ERP impulsionou e suportou o crescimento da empresa.]

Por que a tecnologia é peça-chave para escalar negócios?

Considerando que o crescimento empresarial está diretamente ligado à capacidade de expandir operações sem comprometer a qualidade da execução, não é nenhum exagero afirmar que práticas de simplificação e automatização são imprescindíveis às organizações que visam o desenvolvimento.

Nesse contexto, a tecnologia desponta como o recurso ideal para viabilizar, por exemplo, que fluxos eficientes sejam sistematizados e possam ser integrados e replicados a outros departamentos e/ou a novos mercados. Da mesma forma, os recursos tecnológicos podem (e devem) ser empregados para centralizar e organizar dados estratégicos, gerando relatórios que facilitem o controle dos indicadores fixados.

Na prática, a gestão empresarial como um todo — da fábrica à estratégia — é fatalmente beneficiada pela incorporação de tecnologias aderentes à realidade da operação e eficazes na simplificação de rotinas.

O ERP, que é produto da união de técnicas administrativas e de avanços tecnológicos que as potencializam, é um poderoso aliado na missão de escalar negócios.

Dentre os benefícios imediatos do sistema, quando aplicado ao cotidiano corporativo, figuram:

1. Centralização de dados

Quando os dados estão dispersos, a equipe incorre em retrabalho com mais frequência. A taxa de erros manuais também aumenta, uma vez que é preciso redigitar as informações para encaminhá-las àqueles que deverão executar a próxima ação.

Ao reunir todo o volume de dados em um só local — tornando-o acessível às mais variadas unidades do negócio —, o sistema facilita a gestão da operação e otimiza recursos financeiros, humanos e físicos.

2. Padronização do workflow

Processos padronizados são imprescindíveis à alavancagem de negócios. Sem eles, torna-se praticamente impossível replicar o modelo a outras áreas e/ou mercados.

A definição do fluxo de trabalho e a automatização sistêmica de procedimentos rotineiros é essencial para assegurar um cenário favorável para escalar o crescimento da empresa — e somente a tecnologia pode reunir e organizar, de modo conciso e eficiente, todos os detalhes da operação.

3. Acompanhamento de métricas e indicadores

A ausência de rotinas regulares de acompanhamento, em que existe a revisão de métricas e a avaliação de indiciadores de performance, é bastante prejudicial ao desenvolvimento da empresa.

Em ocasiões em que não há clareza do desempenho (de profissionais e áreas) e nas quais impera certa dificuldade para identificar desvios, comprometem-se os resultados da operação e a credibilidade da empresa no mercado.

Para garantir que seja possível escalar o negócio, cabe às lideranças a tarefa de manter rotinas de avaliação de KPIs e prover o feedback adequado, corrigindo falhas e valorizando o que teve destaque.

Na prática, o ERP promove, estimula e viabiliza decisões mais transparentes e assertivas. Com o apoio de uma operação enxuta e a segurança de uma estratégia consolidada, a missão de escalar o crescimento da empresa deixa de ser traumática e se torna um objetivo bastante tangível.

Para saber mais detalhes sobre como um ERP pode impulsionar o seu negócio, baixe (em PDF, para que você mantenha sempre à mão) nosso infográfico exclusivo.

 

Se você ainda tem dúvidas sobre a necessidade da sua empresa, consulte nossos especialistas gratuitamente:

Folha de Pagamento: conheça a importância estratégica do processo

Folha de Pagamento: conheça a importância estratégica do processo

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A Folha de Pagamento trata de um assunto crítico para os negócios, uma vez que administra diretamente um de seus principais ativos: as pessoas.

O equilíbrio e a transparência nas regras de salários, no controle de atividades e na aplicação de complexas obrigações trabalhistas e sindicais requerem que os gestores de DP/RH disponham de uma ferramenta robusta e confiável.

O fechamento da Folha de Pagamento, por exemplo, pode (e deve) ser simplificado e automatizado. Assim, o operador agiliza suas rotinas e tem mais segurança na veracidade dos dados que imputa.

Ganha a empresa, que otimiza recursos e minimiza a chance de erros; ganha a equipe, que elimina retrabalhos e pode focar em atividades com maior valor agregado.

A Folha de Pagamento como uma operação estratégica

Considerando o caráter estratégico da Folha de Pagamento — que, além de obrigatória, também desponta como uma rotina bastante sensível a falhas operacionais —, não seria exagerado dizer que a atividade precisa ser executada com clareza e seriedade. Afinal, qualquer falha pode implicar em mal-estar na equipe e, dependendo da gravidade, até mesmo em sanções e/ou punições legais.

Com o vigor da exigência do eSocial — que, em breve, será uma obrigação unânime a todas as empresas, independentemente do porte ou do segmento de atuação — o controle eficiente das variáveis da Folha deixou de ser um diferencial para se posicionar como um processo imprescindível à continuidade legal da operação.

 

Blog  Folha de Pagamento: conheça a importância estratégica do processo

Fique por dentro das próximas fases do eSocial e prepare-se com antecedência! 

 

Há, portanto, duas esferas que precisam ser consideradas nas rotinas de fechamento da Folha de Pagamento: o ambiente interno, no esforço para evitar equívocos que gerem insatisfação no time; e o ambiente externo, principalmente no que tange ao Governo, que exige uma série de detalhamentos.

A tecnologia na Folha de Pagamento

A gestão da Folha de Pagamento é, sem dúvida, uma operação complexa. Para além das regras sindicais (que variam de acordo com a categoria da empresa), é preciso observar os registros internos, tais como controle de ponto e adesão a eventuais benefícios descontados.

Para conferir mais segurança aos processos e mais agilidade às rotinas de RH/DP, a tecnologia é uma grande aliada. O ERP, por exemplo, disponibiliza as informações necessárias — tais como registro do ponto e de atestados médicos — em poucos cliques, dispensando controles manuais.

A automatização dos procedimentos, por sua vez, minimiza o retrabalho de redigitações e elimina a incidência de erros. Além disso, o software também agiliza o trabalho do profissional: o que antes implicava na análise de diversos documentos para cada colaborador, hoje é feito ao apertar de alguns botões e ao emitir alguns relatórios.

Vale relembrar, ainda, que o escopo do eSocial, por si só, já contribui para fixar as diretrizes de dados de RH/DP que devem ser monitorados digitalmente. Certifique-se de contar com um parceiro atualizado e comprometido com a entrega das funcionalidades necessárias à emissão do documento.

Diante disso, a mensagem é clara: a automatização das rotinas é uma decisão lógica, além de absolutamente necessária. Em um cenário de alta competitividade, no qual a performance das equipes pode (e geralmente acaba por) definir o grau de sucesso do negócio, é pertinente que o gestor busque formas de alavancar seus processos internos.

O ERP é a ferramenta ideal para automatizar os controles pertinentes à Folha de Pagamento e para permitir que os gestores foquem naquilo que podem fazer de melhor: desenvolver a equipe e endossar o crescimento da empresa.

O módulo de RH contempla operações-chave para além das atividades de DP, tais como:

  • Registro, armazenamento e acompanhamento de formulários de feedback;
  • Ficha de movimentação de pessoal;
  • Ficha de controle de treinamentos;
  • Mapa salarial;
  • Ficha de avaliação e desempenho.

 

Para saber como podemos ajuda-lo a automatizar sua Folha de Pagamento, alavancando os resultados do negócio,

Quais processos controlar na gestão de indústrias de plástico?

Quais processos controlar na gestão de indústrias de plástico?

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Cada segmento de mercado possui características particulares e, por isso, também demanda roteiros distintos de operação. A eficácia na gestão de indústrias de plástico — que deve encerrar o ano 2018 registrando cerca de 2,5% de crescimento —, exige que a empresa esteja munida das ferramentas certas.

Para o gestor, o controle operacional deve ser uma preocupação constante. Afinal, apenas ao certificar-se da transparência dos processos e da assertividade dos indicadores, mantendo a constância das análises, é possível trilhar um caminho de desenvolvimento.

O panorama das indústrias de plástico no Brasil

De acordo com matéria publicada pelo jornal Valor Econômico, a produção física da indústria de plástico alcançou 6,13 milhões de toneladas em 2017. Com projeções favoráveis à retomada da economia, o cenário é otimista para os próximos anos e prevê oportunidades para o setor.

É fundamental pontuar, porém, que, de acordo com dados governamentais, existem mais de 27 mil indústrias de plástico no Brasil — considerando o CNAE 222 como base — e que a competitividade tende a se mostrar cada vez mais acirrada.

Diante disso, não seria exagerado dizer que os líderes precisam estar preparados para enfrentar um cenário desafiador, volátil e altamente competitivo.

E enganam-se os que pensam que basta reunir as competências técnicas para administrar. Em tempos de tecnologia, as ferramentas integradas de gestão, por exemplo, despontam como instrumentos indispensáveis ao desenvolvimento (e à perenidade) do negócio.

Os principais processos na gestão de indústrias de plástico

Uma operação saudável precisa se amparar em processos sólidos e coesos. Na prática, a afirmação remonta à padronização de procedimentos, à centralização de informações e à transparência dos dados.

No que compete à equipe, por sua vez, é imprescindível que o cotidiano de trabalho seja marcado pela alta performance e que implique em uma entrega ágil e de qualidade.

A união dos dois contextos é, sem dúvida, promovida e facilitada pela tecnologia de gestão. Ao oferecer funcionalidades aderentes às rotinas das indústrias de plástico, disponibilizando recursos específicos para as demandas fabris e administrativas, o software ERP garante mais segurança e potencializa os resultados.

Dentre os processos mais comuns — e, justamente por isso, mais críticos ao sucesso e ao crescimento das empresas do ramo — e nos quais os sistemas de gestão atuam ativa e positivamente, despontam:

1. Planejamento de produção

O funcionamento adequado da fábrica é certamente uma das maiores preocupações dos gestores industriais. Por isso, a simplificação do planejamento de produção é de grande valia às manufaturas.

O ERP, por exemplo, automatiza o cruzamento de dados para formatar a produção da planta. Ao considerar a disponibilidade de recursos — sejam eles físicos, humanos ou materiais — e relacioná-los com os critérios de turnos, horas úteis e prazos negociados, o sistema entrega uma programação consistente, efetiva e absolutamente viável.

2. Apontamentos online

Os apontamentos online são extremamente úteis para garantir um controle mais assertivo e em tempo real das atividades produtivas, permitindo que o gestor visualize, analise e tome decisões a respeito de sua planta.

Por meio de uma tela específica, o funcionário encarregado da operação das máquinas sinaliza em qual parte do processo está trabalhando, registrando o início e o fim da etapa.

Assim, os apontamentos podem ser posteriormente comparados ao planejamento inicial, indicando se (em qual fase) houve falhas. Nesse caso, o gestor tem autonomia e agilidade para corrigir os desvios antes que comprometam a produtividade da fábrica.

3. Controle de refugo (ou material refugado)

Na indústria de plástico, não é totalmente incomum que o produto acabado apresente qualidade inferior e, assim, não possa ser comercializado como o padrão do portfólio.

Para atender, monitorar e mesmo rentabilizar esses itens, existe a possibilidade de estoca-los como produtos refugados e, em seguida, oferecê-los ao mercado por um preço abaixo do habitualmente praticado. E o ERP é a única ferramenta capaz de prover tal nível de controle.

A funcionalidade é importante para garantir a lisura das operações de transformação (considerando a quantidade de matéria-prima e, em seguida, o volume do produto acabado) e permitir que o gestor visualize sua produção de forma mais detalhada — inclusive percebendo se há alta incidência de erros recorrentes na fábrica.

 

O Areco ERP é totalmente aderente às rotinas operacionais das indústrias de plástico e contribui de modo direto para potencializar os processos de gestão — angariando, assim, resultados cada vez mais consistentes.

Além das rotinas de planejamento de produção, apontamentos online e controle de material refugado, o software também automatiza a engenharia integrada (com cadastro ilimitado de níveis para itens produzidos) e gera laudos completos de produtos acabados.

Quer saber como podemos ajudá-lo a alavancar o desempenho da sua indústria? Fale com um consultor!

E mais:

 

Quais são e como corrigir os principais problemas de gestão da empresa?

Quais são e como corrigir os principais problemas de gestão da empresa?

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As atividades gerenciais são desafiadoras e exigem que a liderança esteja alinhada às demandas do negócio e preparada para corresponder às expectativas do mercado. Quando a realidade se distancia dessa máxima, os problemas de gestão podem começam a acontecer.

O ideal, é claro, seria evitar qualquer transtorno administrativo e estratégico. Entretanto, em casos em que não é possível atalhar os empecilhos, o mais inteligente é identificar o(s) gargalo(s) e agir prontamente para corrigi-lo(s) em definitivo.

Os principais problemas de gestão no cotidiano empresarial

Qualquer empresa que se pretenda competitiva precisa se preocupar com a qualidade e com a efetividade de sua gestão. É fato que o cotidiano operacional está sujeito a falhas e que pode haver sensibilidades nos processos produtivos, mas é preciso monitorar os riscos e acompanhar performances para evitar desgastes desnecessários.

Os problemas de gestão podem estar ligados a uma série de fatores, departamentos ou procedimentos. E mais: nem sempre aquilo que foi identificado como possível causa é, de fato, o gargalo que está ocasionando perdas e prejuízos.

Por isso, é preciso que o líder estabeleça parâmetros e rotinas que confiram segurança às atividades estratégicas. Afinal, somente ao priorizar uma administração transparente é que se torna possível evitar (ou atenuar) os riscos gerenciais e tomar decisões com mais assertividade.

Fique, portanto, atento aos sinais de que algo pode estar equivocado em seus processos ou em sua equipe. Conheça alguns dos principais problemas de gestão e certifique-se de ser ágil na identificação deles.

1. Controle de estoque deficiente

O estoque é, geralmente, uma das operações mais sensíveis às organizações. Dentre os gestores, costumava haver uma crença perigosa: a de que a área era “responsável” por congelar parte do capital da empresa, gerando mais custos do que retornos.

Atualmente, porém, o cenário mudou completamente e os líderes estão conscientes da importância de priorizar a excelência na gestão de estoques. E nada mais justo! Afinal, garantir o suprimento necessário à produção — sem incorrer em custos desnecessários de armazenamento ou em desperdício de insumos — é primordial para viabilizar o desenvolvimento orgânico do negócio.

 2. Atrasos na produção

A linha de produção é uma etapa bastante crítica da operação, uma vez que sua eficiência (ou ineficiência) gera resultados impactam diretamente na performance global da empresa, positiva ou negativamente.

Os atrasos na produção estão comumente associados à falta de planejamento e a falhas no gerenciamento de processos. É preciso, portanto, manter-se alerta quanto aos eventuais desajustes nos prazos: são sinais que indicam morosidade nos processos, falta de padronização ou ausência de recursos capazes de maximizar a eficácia da planta.

3. Dificuldade no fechamento de novos negócios

A atividade comercial é dinâmica e altamente desafiadora — principalmente em um mercado tão competitivo quanto o contemporâneo. Se o volume de vendas da empresa está aquém do esperado, é preciso entender qual gargalo está impedindo o êxito nos fechamentos.

É plausível, por exemplo, que o time esteja enfrentando dificuldades para manter o relacionamento com o prospect. Outra possibilidade é que a sazonalidade esteja impactando nos resultados. Diante disso, o papel do gestor é identificar o problema e agir de forma a evita-lo.

Como corrigir os problemas de gestão na sua empresa

Identificar as dificuldades da operação é o primeiro passo para tratá-las. Certifique-se de chegar à raiz do problema para só então buscar uma solução definitiva. Qualquer outro movimento será paliativo e certamente não trará os resultados desejados.

É preciso entender quais gargalos vêm originando (e endossando) as deficiências e repará-los imediatamente. No caso dos estoques, por exemplo, a adoção de metodologias de ressuprimento automático podem sanar transtornos relacionados à falta ou ao excesso de matéria-prima.

Para potencializar a agilidade da produção, é conveniente reforçar o planejamento do PCP e apostar em uma boa engenharia de produtos. No que compete ao time comercial, por fim, é válido considerar a adoção de um CRM para gerenciar o andamento dos contatos e facilitar a extração de relatórios detalhados de performance.

Na prática, há um recurso capaz de auxiliar grandemente na expressiva maioria dos desafios gerenciais das empresas: a tecnologia integrada de gestão. Ao centralizar informações e assegurar a credibilidade dos dados, o ERP desponta como a ferramenta ideal para maximizar a administração de processos e pessoas, permitindo análises contundentes, profundas e em tempo real.

Para o líder, significa mais segurança na tomada de decisão e mais autonomia para combater os problemas de gestão. Para a empresa, significa mais potencial de desenvolvimento.

 

Para saber como podemos ajudá-lo a conquistar resultados cada vez mais expressivos, não deixe de falar com um consultor!

 

 

E mais:

 

Os 6 principais relatórios para a gestão de indústrias de Alimentos e Bebidas

Os 6 principais relatórios para a gestão de indústrias de Alimentos e Bebidas

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A gestão de indústrias de Alimentos e Bebidas é bastante específica e envolve uma série de obrigações particulares. Nesse caso, o processo é regulado por normas rígidas de controle, demanda ferramentas capazes de automatizar rotinas e, sem interferir na qualidade dos produtos, garantir a conformidade da produção.

Para monitorar o andamento operacional, certificando que haja transparência e segurança na gestão dos procedimentos administrativos e fabris, é fundamental que os líderes possam se amparar em dados confiáveis do negócio — e os relatórios são ferramentas imprescindíveis às decisões assertivas.

Por que os relatórios são essenciais na gestão de indústrias de Alimentos e Bebidas?

É consenso entre os gestores contemporâneos que contar com relatórios claros e seguros, capazes de traduzir em números a operação do negócio, desponta como uma poderosa vantagem competitiva.

No contexto das indústrias de Alimentos e Bebidas não é diferente. Pelo contrário! Para fazer frente à concorrência, é preciso dispor de informações centralizadas e transparentes. Só assim se torna possível (e viável) tecer estratégias para otimizar a operação e alavancar a performance global da empresa.

Quais são os principais relatórios para a gestão de indústrias de Alimentos e Bebidas?

Primeiro, é válido pontuar que as particularidades de cada empresa devem nortear a configuração de relatórios essenciais e, a partir disso, também as rotinas de análise. Em todos os cenários, porém, os documentos gerenciais são cruciais para garantir a conformidade de processos e a produtividade da operação.

1. Margem de contribuição

A concorrência no segmento de Alimentos e Bebidas é alta e, por isso, o mercado exige agilidade e eficiência nas decisões estratégias da empresa. Nesse âmbito, o relatório de Margem de Contribuição permite que os líderes visualizem, de forma ampla e coesa, qual produto, região ou vendedor está contribuindo mais com a lucratividade da organização — e estejam aptos a ajustar as demandas de modo ágil.

2. Faturamento (Devolução e Carteira)

Na área Comercial — que requer dinamismo, mas não dispensa o controle operacional — é importante gerir de perto o cenário de faturamento em relação às metas estabelecidas.

Para isso, um relatório que traga, em números detalhados, os valores das vendas acumuladas e dos saldos da meta, compondo o faturamento após considerar pedidos não faturados (carteira) e subtrair as devoluções, é bastante útil para permitir aos gestores uma visão profunda do desempenho comercial.

3. IQF (Índice de Qualidade do Fornecedor)

Principalmente em empresas de Alimentos e Bebidas, as certificações (tais como a FSSC ISO 22000) são bastante valorizadas e, em alguns casos, despontam como condições essenciais para que seja possível fechar uma compra e manter um cliente.

Nesse contexto, o relatório de IQF, na medida em que assegura o controle sobre a procedência dos insumos utilizados e qualifica os fornecedores, garante que a organização sinalize diretrizes importantes e certifique a integridade de sua operação.

4. Rastreabilidade

A rastreabilidade é um procedimento essencial às empresas de Alimentos e Bebidas. Por isso, o relatório que garante acesso e controle dos lotes que entram (ou seja, que são comprados pela empresa) e dos que saem (produtos acabados, já vendidos) deve ser continuamente gerado e analisado, de modo a assegurar a conformidade das mercadorias estocadas e comercializadas.

5. Ressuprimento

O dinamismo do mercado, pautado pela velocidade e pela volatilidade do consumo, também atingiu a indústria. Dessa forma, é necessário que as empresas se adaptem às demandas e estejam preparadas para corresponder às expectativas de atendimento.

O relatório de ressuprimento, nesse contexto, é importante para que os gestores tenham mais segurança no atendimento dos pedidos, assegurando a disponibilidade da matéria-prima demandada, e mais consciência na otimização de recursos.

6. Fluxo de caixa

Por fim, embora não menos importante, o Fluxo de Caixa é um artifício altamente eficaz na gestão financeira do negócio — e que certifica a saúde da operação frente aos resultados registrados. Em indústrias de Alimentos e Bebidas, o relatório proporciona noções seguras acerca das oportunidades de investimentos e das eventuais necessidades de contenção.

Certifique-se, porém, de optar por uma ferramenta que possibilite o acompanhamento em tempo real e que, ao formatar os demonstrativos financeiros, considere pedidos de venda, compras e cheques, por exemplo. Afinal, a visão ampla é fundamental para embasar decisões eficazes!

 

O Areco ERP disponibiliza mais de 2000 relatórios e trabalha para que o gestor possa ter mais agilidade na análise e assertividade nas decisões. O resultado é uma operação mais enxuta, eficiente e produtiva.

 

Quer saber como podemos ajuda-lo a potencializar a performance da sua empresa? Fale com um consultor!

 

 

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