Como escolher o melhor ERP?

Como escolher o melhor ERP?

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Tempo de leitura: 13 minutos


Antes de mais nada, vale lembrar que, quando se trata de escolher a tecnologia que organizará os processos da sua empresa, tornando-a cada vez mais enxuta e produtiva, o que vale não é somente o melhor ERP, mas o ERP mais aderente à sua operação.

Para garantir a assertividade da escolha, incorporando o software mais robusto e adequado ao negócio, a dica é simples: mergulhe nas funcionalidades e expanda as bases de comparação. Uma análise detalhada e criteriosa faz toda a diferença no resultado final — e pode determinar a performance da empresa no curto, médio e longo prazo.

Caso você ainda se sinta inseguro com as variáveis tecnológicas, encontrando dificuldades para entender as demandas dos processos que a equipe expõe, respire fundo e continue lendo. Você tem em mãos um guia prático e transparente para desvendar os mistérios do ERP e, assim, chegar à solução ideal para as necessidades da sua operação.

Neste conteúdo, você conhecerá os principais critérios de análise para sistemas integrados, respeitando as particularidades da companhia, e saberá quais são as dicas mais valiosas para não errar na decisão.

 

Por que se preocupar com o ERP?

Se você não esteve em Marte nos últimos 30 anos, provavelmente sabe que a tecnologia de gestão está revolucionando o mundo dos negócios.

 

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Não se trata apenas de comprar com condições mais atrativas, e de vender com margens mais seguras. Estamos, na prática, falando de otimização de ponta a ponta — aquela que contempla desde a engenharia de produto na fábrica até a economia fiscal por meio de um planejamento tributário mais consistente.

E se apenas uma ferramenta pudesse dar conta de toda essa complexidade, integrando dados das mais diversas áreas e consolidando-os em análises aprofundadas e até específicas? Isso existe e está ao alcance de qualquer empresa, independentemente do porte ou do segmento em que atue. Muito prazer, agora você conhece um pouco mais sobre o ERP.

O Enterprise Resource Management (ERP), ou Sistema Integrado de Gestão Empresarial é um importante catalisador de resultados. A tecnologia é um parceiro excepcional dos líderes corporativos: primeiro, porque centraliza todas as informações da empresa; depois, porque simplifica as operações cotidianas para que haja mais tempo para desenvolver uma estratégia verdadeiramente competitiva.

Agora, pense e diga: esses motivos parecem suficientes para confirmar a necessidade de se preocupar com a efetividade do ERP ideal para a sua organização?

Caso a resposta ainda seja negativa (ou você tenha hesitado em responder que sim), talvez valha a pena explorar mais alguns fatores essenciais. O ERP, enquanto recurso indispensável à alta performance, é perfeito para alavancar todos os departamentos da companhia. A tecnologia é valiosa para, por exemplo:

 

  • maximizar a produtividade na fábrica, garantindo que os projetos estejam padronizados e possam ser facilmente executados;

 

  • otimizar a compra de matérias-primas e produtos acabados, uma vez que há total integração entre o Comercial e o Compras, viabilizando negociações mais coerentes enquanto agiliza a rotatividade do estoque de acordo com padrões predefinidos (tais como FIFO e FEFO);

 

  • acelerar a coerência e a lisura fiscal, contribuindo diretamente para o planejamento tributário e para o recolhimento adequado de tributos;

 

  • facilitar o acompanhamento completo de desempenho, do RH ao Comercial, permitindo que uma série de relatórios sejam facilmente emitidos em poucos cliques e em poucas telas.

 

Na prática, os módulos do ERP garantem uma gestão mais enxuta, eficiente e produtiva. Mas, antes de qualquer decisão, cuidado: existe um sistema aderente ao seu negócio e você precisa entender como fazer a melhor escolha.

A boa notícia é que, nas próximas linhas, você vai saber exatamente o que deve avaliar ?

 

Como escolher o melhor ERP?

Não é exagero dizer que não existe o ERP perfeito — mas, sim, a tecnologia mais aderente às suas necessidades e operações. É por isso que a escolha de um sistema completo, capaz de integrar áreas e simplificar processos, é uma questão que exige cautela e análise.

Para acertar na decisão, batendo o martelo com a tranquilidade de quem está convicto de ter tomado o caminho mais assertivo, é preciso olhar com atenção a alguns aspectos-chave do cotidiano corporativo.

Certifique-se de mergulhar nas demandas da empresa e de imergir no potencial de cada departamento, extraindo o que pode ser melhorado e quais vantagens competitivas devem ser construídas por meio da tecnologia de gestão.

Precisa de ajuda para refletir? Ótimo: veja, a seguir, alguns dos fatores mais relevantes no momento de escolher o ERP ideal para sua empresa!

 

  1. Olhe para dentro

Tudo começa no seu próprio dia a dia. Ninguém melhor do que você e sua equipe — do chão de fábrica ao BI (Business Intelligence) conhece melhor as necessidades da empresa.

Por isso, busque compreender em profundidade quais são as maiores dificuldades dos profissionais que fazem o negócio acontecer. É difícil extrair um relatório que indique a eficiência da compra de insumos? Temos aí, um ponto crítico para resolver. É complicado acompanhar a performance dos colaboradores com base em métricas transparentes e universais? Melhor correr para entregar resultados cada vez mais expressivos.

O primeiro passo, portanto, é olhar para dentro e entender o que precisa ser ajustado. E lembre-se: o papel do gestor, neste contexto, é super nobre. Cabe a você a missão de investigar as carências da companhia e definir um rumo coeso para supri-las do modo mais completo possível, combinado?

 

  1. Reúna seus recursos

Você certamente já dispõe de recursos primordiais para viabilizar o máximo desempenho na companhia (e a gente pode provar!). Os líderes de cada departamento — o gerente de RH e o supervisor de produção, por exemplo — são peças-chave na otimização de processos e de resultados, já que conhecem a rotina com a propriedade de quem coloca a mão na massa.

Nesta fase, é importante aproximar-se de quem domina o assunto. Assim, você consegue entender exatamente com o que — ou com quem — pode contar no momento de sugerir uma alavancagem tecnológica na empresa.

Não conseguiu visualizar esse cenário? É fácil resolver o problema. Se você quer aprimorar a gestão de projetos no PCP, por exemplo, precisa de alguém que possa definir as etapas produtivas e padronizar as orientações sistêmicas. Se você já tem a pessoa certa para isso e conta com as informações necessárias para viabilizar essa iniciativa, ótimo! Tudo o que você precisa tem apenas três letras: ERP!

 

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  1. Defina as prioridades

Quem está à frente de uma operação tradicional e enxuta sabe que, no mundo real, é difícil focar em todas as operações de uma só vez. Seria ótimo implantar soluções completas e integradas em todas as esferas corporativas e de uma só vez, criando rotinas mais transparentes e eficazes em todos os setores da organização, não é?

O problema é que, muitas vezes, o cenário ideal não é o mais realístico, seja por falta de mão de obra — profissionais capazes de digerir a complexidade tecnológica, compartilhando-a com uma equipe ávida por resultados mais positivos — ou por uma questão de fluxo de caixa — que exige que investimentos sejam diluídos ao longo de um determinado período —, a verdade é que há prioridades que devem ser mantidas.

Ao decidir implantar o ERP ideal para o seu negócio, tenha em mente quais são suas necessidades mais urgentes. Precisa de uma frente de loja integrada à gestão de estoque e à escrituração fiscal? Ótimo, comece por aí. Sua maior demanda é no PCP e você não pode continuar ignorando as falhas de qualidade no processo? Sem hesitar, busque um software capaz de reduzir sua dor de cabeça com produtos acabados e, de quebra, eliminar o retrabalho na fábrica.

No fim do dia, só você e sua equipe podem decidir o movimento mais viável. Uma coisa, porém, é inegável: o ERP certo, aquele que se molda com facilidade às suas operações e preenche com propriedade as lacunas processuais, é um investimento com retorno já no curto prazo.

 

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A essa altura, deu para perceber que a escolha certeira de um ERP exige uma análise crítica e uma certa dose de mão na massa, certo? Para além de qualquer dificuldade, entretanto, a tecnologia de gestão abre um novo horizonte de possibilidades poderosas, prontas para otimizar recursos — físicos, financeiros, humanos e de tempo — e para alavancar resultados no curto, médio e longo prazo.

Não dá para ignorar essa promessa. Concorda? E você só precisa de uma boa decisão para isso.

 

Por que o Areco ERP é a melhor escolha?

A tecnologia de gestão é uma fonte inesgotável de análises e faz jus à sua importância na rotina das empresas mais competitivas. E não seria para menos, né? O software integrado é um valioso aliado das companhias (e dos líderes) de alta performance, empoderando profissionais e departamentos para que os resultados coletivos sejam cada vez mais significativos.

O Areco ERP é a tecnologia que acompanha empresas e pessoas, favorecendo o desenvolvimento operacional enquanto aprimora a capacidade estratégica do negócio. Nós provemos a inteligência de negócios para que você possa extrair o máximo potencial dos recursos disponíveis, fazendo a diferença no mercado.

É fácil entender o motivo de tanta eficiência: o Areco ERP automatiza processos, elimina o retrabalho e minimiza as chances de erro nas atividades rotineiras, integrando departamentos e agregando valor aos processos corporativos.

Do back office ao balcão, passando pelo PCP e pelo compras, o software centraliza informações e facilita a visualização completa de dados, permitindo que os líderes estejam sempre na dianteira de suas operações e conheçam profundamente as suas necessidades. Duvida? São milhares de telas amigáveis para facilitar rotinas integradas e mais de 2.000 relatórios já disponíveis na base do Areco ERP. Um verdadeiro mapa do tesouro — com a bússola para indicar o caminho do melhor desempenho.

O Areco ERP é um sistema 100% modular e que permeia todo o workflow corporativo. Além disso, é multimoedas, multiempresas e multi-idiomas, favorecendo o desenvolvimento sustentável e escalável do seu negócio.

Pode respirar fundo e ficar tranquilo: se, no início, você não tinha certeza sobre como escolher o melhor ERP, agora você está frente a frente com a tecnologia ideal para atender às suas necessidades mais urgentes e, claro, também para suportar a suas ambições mais estratégicas.

Explore todo o potencial do Areco ERP no seu dia a dia!

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Como saber a hora certa de seu sistema antigo passar a bola

Como saber a hora certa de seu sistema antigo passar a bola

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Há uma semelhança fundamental entre as empresas e as pessoas. As organizações em atividade, assim como os indivíduos de carne e osso, passam por diferentes estágios de desenvolvimento ao longo da vida. Ambas estão em contínua busca por soluções efetivas aos desafios da jornada e, em menor ou maior grau, têm consciência de que é preciso amadurecer e se reinventar.

No mercado, nenhum negócio — independentemente do porte ou do segmento em que atue — pode ser estático. A alta concorrência exige que as empresas estejam aptas a inovar, aprimorando produtos e serviços com agilidade e eficiência. A tecnologia, enquanto catalisador de resultados, é um recurso essencial aos gestores focados em competitividade e, por isso, jamais deve ser negligenciada.

É importante que os líderes corporativos estejam à frente de suas operações e, com base em números críveis, possam acompanhar o crescimento da empresa. Seja ao tomar uma decisão de investimento, seja ao optar pela ampliação do portfólio de produtos, por exemplo, é essencial que a Diretoria se engaje na missão de otimizar rotinas e alavancar performances — e, muitas vezes, a substituição do ERP é, além de inevitável, também totalmente benéfica.

 

Por que a tecnologia de gestão é tão importante?

Uma pesquisa recente, divulgada pela IDG Research Services, é útil para entender o poder e o alcance dos softwares corporativos. De acordo com o levantamento, empresas que usam ERP crescem 35% mais rápido e são até 73% mais produtivas. A mesma fonte sinaliza que a tecnologia de gestão aumenta a produtividade operacional em 10%, em média.

Os números, por si só, evidenciam a relevância da tecnologia enquanto ferramenta de alavancagem de negócios. Um ERP aderente, preparado para atender às demandas da empresa, é um aliado indispensável no desenvolvimento da organização.

À medida que a companhia cresce, é comum que o grau de exigência — e a complexidade operacional — acompanhe as mudanças. Quando há sinais de que o sistema em operação já não é suficiente para atender à demanda interna, é preciso acionar o alerta e agilizar a substituição.

 

Como identificar se é o momento de substituir o ERP?

Na maioria dos casos, a substituição do ERP deixa de ser uma escolha para, em vez disso, tornar-se uma condição primordial para perpetuar a saúde e a lucratividade do negócio.

É importante que o gestor esteja atento aos outputs internos e seja capaz de enxergar os aspectos que dão força à necessidade de avançar tecnologicamente, migrando os dados da empresa para um software mais robusto e adequado ao panorama da companhia.

 

1. As falhas são recorrentes

Os desvios operacionais devem ser combatidos com vigor. Falhas na produção ou equívocos na administração podem causar prejuízos consideráveis e comprometer a lucratividade da empresa.

Erros recorrentes, porém, geralmente são um indicador de que algo está desajustado na rotina ou nos recursos da organização. A melhor forma de encontrar a raiz dos problemas e investigar os fluxos de trabalho e enxergar onde estão os gargalos.

Não é raro encontrar situações nas quais as falhas constantes estão ligadas à insuficiência tecnológica. Vale rever os padrões e examinar possíveis incompatibilidades do ERP atual.

 

2. É preciso manter controles paralelos

O sistema de gestão é, em sua essência, um integrador de áreas. O ERP centraliza as informações e permite que todos os departamentos interajam de forma prática, segura e transparente.

Quando a utilização de ferramentas paralelas, dissociadas do software, começa a ter caráter indispensável na execução de tarefas cotidianas, é preciso reavaliar a robustez da tecnologia e, claro, as necessidades da equipe.

Lembre-se de que um grande volume de dados fora do sistema significa lacunas perigosas nas análises estratégias. A tomada de decisão, nesse caso, fica seriamente comprometida.

 

3. Não há integração e automatização de tarefas

A essa altura, é evidente que um dos maiores benefícios de um software empresarial é justamente a integração orgânica dos setores internos. A tecnologia permite que inputs da equipe de Recursos Humanos, por exemplo, reflitam instantaneamente no Financeiro — e no Fluxo de Caixa do negócio.

Se, com o sistema atual, é necessário que a equipe interfira demais no processo, repassando informações informal e manualmente, cabe ponderar se a solução é suficientemente assertiva.

É válido reforçar que a tecnologia e os processos devem caminhar juntos, em uma mesma direção, para que a organização possa amadurecer seus processos e, claro, gerar frutos cada vez mais expressivos.

 

 Tá na hora do seu ERP antigo passar a bola

 

Blog  Como saber a hora certa de seu sistema antigo passar a bolaIlustração: Matheus Augusto © 2019 Software ERP de gestão | Areco Sistemas Empresariais

 

O Areco ERP é o ERP ideal para o seu negócio

O Areco ERP é a tecnologia que acompanha empresas e pessoas, favorecendo o desenvolvimento operacional enquanto robustece a capacidade estratégica do negócio. O ERP automatiza processos, elimina o retrabalho e minimiza as chances de erro nas atividades rotineiras, integrando departamentos e agregando valor aos processos corporativos.

Do BackOffice ao Frente de Loja, o Areco ERP centraliza informações e facilita o manejo de dados, permitindo que os líderes estejam sempre na dianteira de suas operações.

Além disso, o software dispõe de mais de 2.000 relatórios na base e conta com um recurso exclusivo de modelagem autônoma de dados, o Areco Manager. Com ele, profissionais capacitados podem customizar telas, relatórios e dashboards de forma rápida e independente.

Para entender por que o Areco ERP é seu próximo software de gestão,
Fale com um consultor!
(19) 3849-4355
contato@areco.com.br

A rastreabilidade como diferencial competitivo nas indústrias

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O conceito de rastreabilidade ganhou relevância e destaque há alguns anos. Desde que o consumidor se tornou mais exigente, demandando registros atualizados e informações completas, foi possível notar um movimento interessante nas manufaturas de todo o mundo: fortalecia-se a preocupação com o mapeamento de insumos, de modo a garantir a integridade da matéria-prima e a qualidade do produto acabado.

Hoje, os processos de rastreabilidade são essenciais e até mesmo obrigatórios para alguns setores industriais, como o alimentício, agrícola e o farmacêutico. Além disso, a centralização de dados, integrando documentos ao longo de toda a cadeia produtiva, permite que haja mais agilidade e confiabilidade no manejo da mercadoria, em seu estágio bruto ou recém-acabada.

O que é rastreabilidade?

Rastreabilidade é a capacidade de conhecer todo o caminho de uma determinada matéria-prima, desde sua origem até o produto final. A rastreabilidade surgiu por conta da demanda da indústria em manter um controle eficaz da produtividade e também pelo fato de alta exigência dos consumidores.

Seu objetivo basicamente é criar o controle para a produção e transparência sobre os processos para o cliente final, garantindo uma visualização completa de todo o ciclo produtivo de um produto.

Entre as opções mais comuns para se realizar esse rastreio estão códigos de barras, RFID (Radio-Frequency IDentification) e 2D Data Matrix, sendo que todos demandam o auxílio de equipamentos de leitura.

Como funcionam o RFID e 2D Data Matrix?

RFID (Radio-Frequency Identification)

Um sistema de RFID é composto, basicamente, de uma antena, um transceptor, que faz a leitura do sinal e transfere a informação para um dispositivo leitor, e também um transpônder ou etiqueta de rádio frequência, que deverá conter o circuito e a informação a ser transmitida.  Estas etiquetas podem estar presentes em pessoas, animais, produtos, embalagens, entre outros.

Assim, a antena transmite a informação, emitindo o sinal do circuito integrado para transmitir suas informações para o leitor, que por sua vez converte as ondas de rádio do RFID para informações digitais. Agora, depois de convertidas, elas poderão ser lidas e compreendidas por um computador para então ter seus dados analisados.

2D Data Matrix

O código de barras Data Matrix é uma simbologia de código de barras 2D (bidimensional), que pode armazenar de 1 até cerca de 2.000 caracteres.Esses algoritmos permitem o reconhecimento de códigos de barras que estejam até 60% danificados.

Qual é sua importância?

Uma das principais razões pela qual a rastreabilidade tem se tornado algo fundamental nas indústrias é a exigência dos consumidores, que mantêm uma consciência ambiental e não querem comprar produtos ligados a crimes ambientais ou cultivados de forma irresponsável, como crueldade animal, toxidade, poluição, entre outros.

Além disso, a rastreabilidade permite que a própria indústria visualize seus processos de forma mais clara e entenda melhor o seu ciclo de produção, podendo encontrar gargalos na produção.

Quer entender mais sobre gargalos de produção? Recomendamos a leitura deste artigo exclusivo que elaboramos, basta clicar na imagem abaixo.Blog  A rastreabilidade como diferencial competitivo nas indústrias

A rastreabilidade enquanto diferencial competitivo

Não é nenhuma novidade que o mercado é um cenário de concorrência acirrada e que a constante busca por inovações que otimizem processos não é apenas importante, mas totalmente essencial.

As empresas que buscam se destacar – ou até mesmo se manter no mercado – precisam entender que os consumidores estão cada vez mais exigentes e preocupados com as origens e processos dos produtos. Portanto, caso você não adote a rastreabilidade você corre o risco de ficar para trás e seus consumidores escolherem outra organização que já utiliza desse sistema por, assim, ter mais confiança e segurança na decisão de compra do produto ou serviço.

Por exemplo, no segmento de Alimentos e Bebidas o acompanhamento das informações obtidas através dos sistemas de rastreabilidade podem eliminar ou prevenir riscos de saúde, a utilização de matérias primas produzidas em área de desmatamento e o emprego de mão de obra escrava. Certamente um grande passo em direção ao fornecimento de alimentos mais seguros, confiáveis, sustentáveis e éticos.

Neste contexto, a incorporação de ferramentas que gerem benefícios operacionais e estratégicos reserva grande atenção. Contudo, no que se refere à rastreabilidade de itens é válido mencionar que sistemas integrados de gestão proporcionam excelentes diferenciais competitivos às indústrias focadas em produtividade.

Então, neste caso o que um sistema integrado pode oferecer quanto a rastreabilidade é:

Redução de custos 

A otimização de despesas é uma prioridade na maioria das empresas modernas. Cortar custos sem, no entanto, interferir na qualidade da produção é um desafio contínuo.

A rastreabilidade de itens também contribui para que recursos sejam dispendidos com mais eficiência: ao compreender o funcionamento íntegro da cadeia produtiva, é possível encontrar e analisar eventuais gargalos, melhorando processos e maximizando os retornos.

Otimização de estoque

O estoque é sem dúvida uma preocupação nas indústrias. O capital investido na disponibilidade de matérias-primas costuma ser expressivo e, por isso, é necessário que haja sinergia no monitoramento dos insumos.

Além da garantia de acessar mercadorias de acordo com as demandas da operação, as rotinas de estoque também ganham bastante com a rastreabilidade: é possível identificar a qualidade dos materiais e, consequentemente, potencializar a efetividade da produção.

Ganho de eficiência produtiva

O controle de matérias-primas e produtos acabados ressaltam o compromisso com a assertividade da operação. Seja para testar a qualidade de uma mercadoria adquirida, seja para certificar a procedência de um item vendido, a rastreabilidade faz toda a diferença na rotina produtiva da indústria.

Dessa forma, não seria equivocado dizer que o monitoramento integrado de itens acelera o desenvolvimento de performances, garantido que resultados mais consistentes sejam alcançados .

Manutenção da conformidade

Por fim, é pertinente ressaltar que, em muitos segmentos, a rastreabilidade é obrigatória. Em indústrias de Alimentos e Bebidas, por exemplo, é essencial manter registros de origem para insumos e produtos acabados. No setor químico, por sua vez, principalmente no ramo farmacêutico, a obrigatoriedade também é válida.

Por isso, mais do que uma medida para ganhar mercado e manter a competitividade, o rastreio de mercadorias é uma exigência legal. Vale se certificar!

Rastreabilidade no Areco ERP

A tecnologia do Areco ERP é totalmente aderente às indústrias e, por isso, os processos de rastreabilidade foram incorporados ao sistema de modo íntegro e eficiente.

O módulo de Qualidade, por exemplo, assegura que os procedimentos da fábrica sejam definidos e parametrizados, viabilizando a replicação operacional de forma organizada e segura. Além disso, o controle de produtos via IQF (Índice de Qualidade do Fornecedor) também corrobora a preocupação com a qualidade dos insumos.

No que compete à rastreabilidade, o controle de lotes é endossado antes, durante e após a manufatura dos itens. Relatórios completos — que são facilmente configurados e gerados via Areco ERP — garantem o monitoramento das mercadorias que entram (compradas pela empresa) e que saem (produtos acabados, já vendidos), promovendo e fortalecendo análises que assegurem a conformidade do estoque.

Não seria equivocado dizer, portanto, que o Areco ERP se posiciona como um instrumento capaz de potencializar as rotinas de rastreabilidade, alavancando a segurança e a eficácia dos procedimentos na fábrica. Além disso, a integração de áreas e processos uniformiza as rotinas e suprime a incidência de erros, tornando a indústria cada vez mais enxuta, rentável e competitiva.

Quer saber como o Areco ERP pode transformar a sua indústria?

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O ERP como ferramenta para alavancar os ganhos da produção na Indústria 4.0

O ERP como ferramenta para alavancar os ganhos da produção na Indústria 4.0

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O setor industrial é responsável por 30% do PIB brasileiro, passa por transformações profundas e precisa se adaptar a mudanças estruturais e estratégicas: a indústria 4.0, marcada pela inovação tecnológica, já é uma realidade.

Entre os gestores mais visionários, o consenso é de que o cenário futuro (que, de fato, já começou) é marcado por excelentes oportunidades de desenvolvimento. Seja na convergência de informações, seja na construção de diferenciais competitivos, é inegável que existem diversos caminhos para o crescimento sustentável — e todos eles passam inequivocamente pela profissionalização gerencial, que, por sua vez, só é possível por meio da tecnologia integrada de gestão.

Alvaro Chaves, CEO da Areco Sistemas Empresariais, é enfático ao afirmar que a indústria 4.0 requer ação imediata. “É tempo de aproveitar as oportunidades para ganhar competitividade, já que a missão de transformar dados operacionais em decisões estratégicas e ágeis continua latente”, pontua o executivo.

O setor industrial é, sem dúvida, cada vez mais profícuo em soluções otimizadas. O ERP, sistema que interliga todas as áreas do negócio e automatiza processos internos, possibilitando o ganho de performance e robustecendo os resultados corporativos, é uma ferramenta essencial para que a indústria 4.0 possa, em definitivo, operar organicamente no Brasil. A tecnologia precisa ser o presente; caso contrário, pode não haver futuro.

 

 [INFOGRÁFICO] Passo a passo para definir

processos e indicadores na sua empresa

 

 Para manter a competitividade operacional, assegurando o correto direcionamento estratégico do negócio, as lideranças industriais precisam se munir de recursos consistentes, adequados às demandas da empresa e assertivos no propósito de mercado.

Grande parte desses resultados — que, por si só, são capazes de impulsionar os retornos de modo perene e significativo — pode ser obtido a partir da adoção de uma solução robusta, integrada e eficaz. O ERP é um importante catalisador do desenvolvimento da indústria 4.0 e os ganhos com sua correta implantação são inquestionáveis.

 

Principais vantagens do ERP na viabilização da indústria 4.0 do Brasil

No Brasil, de acordo com um levantamento recente da Fiesp, 32% das empresas ainda não ouviram falar da indústria 4.0. Os desafios desse panorama, portanto, são enormes e urgentes: para que o país possa avançar na competitividade industrial, é preciso agir rápido. Os benefícios da tecnologia de gestão abrem caminho para maximizar a performance do setor.

 

Modularidade

A implantação em módulos é a mais adequada à evolução tecnológica quando se considera um cenário de desenvolvimento gradual. E não apenas porque há segmentação de esforços, mas também (e principalmente)  porque viabiliza a otimização de recursos.

O ERP, enquanto mecanismo de profissionalização administrativa, pode ser implantado em módulos, a depender das necessidades do negócio. Do chão de fábrica à visão analítica, todas as áreas devem ser contempladas com a injeção estratégica proporcionada pela tecnologia de gestão.

 

Descentralização

O software de gestão, quando em atividade, contribui frontalmente para desburocratizar a operação, conferindo mais autonomia e agilidade aos processos internos. Neste contexto, os gestores empoderam suas equipes e delegam responsabilidades com mais segurança e coerência.

Ao padronizar processos e eliminar o retrabalho, o ERP descentraliza o acesso a informações essenciais e permite que a gestão orientada a resultados deixe de ser uma particularidade liderança, passando a ser uma responsabilidade de todos os profissionais envolvidos.

 

Monitoramento real time

As análises corporativas ganham consistência e assertividade a partir dos recursos tecnológicos. Uma vez estabelecidos e padronizados, os indicadores operacionais podem ser facilmente visualizados pelas lideranças, garantindo o controle em tempo real.

O ERP disponibiliza uma ampla gama de relatórios e balanços, facilitando o acompanhamento de métricas e estimulando a avaliação transparente dos resultados da fábrica. Foi-se o tempo em que era preciso esperar o fim de um ciclo para emitir balanços: com a tecnologia de gestão, o monitoramento é constante e flexível.

A operacionalização da indústria 4.0 avança a passos largos e as unidades brasileiras precisam se adaptar. De acordo com relatório da Confederação Nacional da Indústria (CNI), mais de 41% dos setores industriais brasileiros têm urgência na adoção de tecnologias digitais, sob o risco iminente de perderem competitividade de modo alarmante — e talvez irremediável.

Da mesma forma, estima-se que as companhias incapazes de implantar tecnologias sistêmicas, tais como o ERP, terão 2x mais chances de perderem mercado em função da falta de agilidade e de controle operacional.

Mais uma vez, uma postura gerencial voltada ao aprimorando operacional e ao fortalecimento estratégico reforçam sua relevância. Para que estejam aptos a desbravar o cenário da indústria 4.0 e possam tomar decisões mais assertivas, os gestores precisam contar com a tecnologia de gestão. E mais: amanhã pode ser tarde; faça hoje.

Para saber como o Areco ERP pode viabilizar a evolução da sua indústria, colocando-a no contexto 4.0 de forma ordenada, modular e consistente, entre em contato agora mesmo!
(19) 3849-4355
contato@areco.com.br

 

 

Saiba como a Areco contribui para a evolução na Indústria 4.0 na Sensor do Brasil:

O que esperar em 2019: perspectivas para a economia, a tecnologia e o mercado

O que esperar em 2019: perspectivas para a economia, a tecnologia e o mercado

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A cada fim de ciclo, um novo conjunto de expectativas sobre economia, tecnologia e mercado começa a ganhar forma. Com a proximidade de uma virada de ano, é natural (e até altamente recomendável) que análises renovadas possam embasar projetos inovadores, capazes de alavancar a competitividade das empresas.

Entre os gestores, portanto, o momento é de observação e de planejamento. É hora de resgatar indicadores, estudar o contexto de mercado e traçar um plano coeso para deslanchar em 2019.

Trata-se de um trabalho em duas frentes: o êxito do processo está diretamente ligado à avaliação da capacidade do negócio e da habilidade de enxergar para além das dependências da organização, entendendo as nuances da economia e as preferências de consumo.

Perspectivas para a economia em 2019

O ano de 2018, marcado pelas eleições presidenciais, foi decisivo para definir o panorama de gestão no Brasil. A vitória de Jair Bolsonaro, que se posicionou como um candidato de direita, dá indícios de como será a administração política, econômica e social do país nos próximos quatro anos.

Antes mesmo da posse do presidente eleito, porém, órgãos nacionais e internacionais pontuam o cenário e endereçam algumas das questões internas.

O relatório Focus, divulgado pelo Banco Central, por exemplo, baixou a estimativa de inflação para 2019 — de 4,22% para 4,21%, com meta central de 4,25%. A previsão é de que a taxa básica de juros (Selic) fique em 8% e o PIB feche em 2,5%. O FMI (Fundo Monetário Internacional) concorda e também apontou para um crescimento de 2,5% em 2019.

Alvaro Chaves, economista de formação e CEO da Areco Sistemas Empresariais, considera que as expectativas são otimistas. Segundo ele, “já existem instituições financeiras apostando em um índice Ibovespa entre 100.000 e 120.000 pontos para o final de 2019 — o que é um incremento percentual altamente promissor.”

Em geral, o mercado de capitais reflete e antecipa o que se espera de resultados na economia e nos negócios, por isso, há uma margem alta de crescimento, aberturas de investimentos e projetos saindo da gaveta.

Alvaro sinaliza que “evidentemente, haverá uma certa cautela no início do ano de 2019, pois será necessário ver o resultado concreto entre o governo com sua nova modalidade de composição do ministério e a negociação com o congresso e senado renovados”.

Para o CEO, é mandatório que o Brasil consiga alinhar importantes reformas estruturais regulatórias, permitindo um horizonte de redução da carga tributária, abertura aos investimentos, flexibilização e simplificação das questões trabalhistas. “Esses passos, por si só, deverão estar claros nos primeiros 100 dias de governo e são a chave para o início de um longo período de crescimento, ante a demanda reprimida que existe no Brasil e os muitíssimos recursos econômicos potenciais a serem explorados, obviamente, apenas se estas expectativas iniciais forem correspondidas”, finaliza.

A tecnologia em (e para) 2019

O Gartner, especializado em pesquisas, listou as 10 principais tendências tecnológicas que devem ser exploradas em 2019. Dentre elas, as “coisas autônomas” — tais como robôs, drones e veículos autônomos, que se valem de inteligência artificial (AI) para prover uma interação mais natural —, o blockchain — principalmente no que tange à maximização da transparência e da confiança nos relacionamentos corporativos sem intermediários — e os espaços e cidades inteligentes.

Para além da vanguarda tecnológica, porém, é importante reafirmar a importância do aparato tecnológico no cotidiano das empresas. Somente ao contar com recursos modernos e atualizados, capazes de automatizar as rotinas e otimizar os recursos, é possível potencializar a performance do negócio.

Alvaro Chaves, que opera no mercado de tecnologia há 30 anos, pondera que “nunca os profissionais trabalharam em tantas frentes simultâneas como ocorre hoje. A crescente demanda por performance e produtividade, os obriga a buscarem alternativas tecnológicas, muitas vezes disruptivas, em seus próprios segmentos”.

Alvaro, inclusive, complementa que “o esperado é que muitas empresas foquem em automatizar e integrar ainda mais seus processos, que a cada dia se expandem para fora do ambiente interno da empresa e se conectam com consumidores, fornecedores, agentes financeiros. Vemos, portanto um conjunto de novas oportunidades baseadas em seccionamentos de ações, que podemos chamar de micro serviços integrando-se, e muitas vezes entre players diferentes. É a revolução 4.0 indo bem além da indústria”.

Os desafios do mercado para 2019

O mercado é, sem dúvida, um ambiente bastante complexo e volátil. Não seria equivocado dizer que ele é, em maior ou menor grau, o reduto de influência dos dois fatores anteriormente citados: a situação econômica, assim como a evolução tecnológica, impacta significativamente nas estruturas do mercado.

Há, também, outras variáveis que interferem na configuração do contexto mercadológico. O entendimento acerca das preferências de consumo, por exemplo, são determinantes para garantir alinhamento consistente e resultados expressivos.

Os desafios do mercado, portanto, são inúmeros. Para 2019, essa realidade é ainda mais evidente: diante do novo, é preciso estar preparado para competir com mais assertividade, minimizando erros e maximizando retornos.

O papel da gestão: o grande trunfo para 2019

Diante de tantos estímulos, é essencial que o gestor mantenha o foco. Muitas distrações, ainda que pareçam uma visão generalista sobre o contexto contemporâneo, podem dispersar os objetivos principais e comprometer o desenvolvimento da empresa.

Alvaro Chaves, que está à frente das decisões e operações da Areco Sistemas Empresariais, é enfático ao dizer que a tecnologia em gestão, embora esteja em constante evolução e seja capaz de fornecer respostas efetivas aos impasses administrativos, ainda tem algumas de suas possibilidades pouco exploradas.

O CEO pontua que “é tempo de aproveitar as oportunidades para ganhar competitividade, já que a missão de transformar dados operacionais em decisões estratégicas e ágeis continua”.

As empresas, portanto, devem aprender suas ferramentas com profundidade para extrair o potencial que cada uma delas tem a oferecer.

Blog  O que esperar em 2019: perspectivas para a economia, a tecnologia e o mercado

Diante disso, a mensagem final ganha contornos mais expressivos: ainda que haja certa incerteza sobre o que esperar, de fato, para 2019, há posturas e ações que podem edificar um cenário mais promissor e lucrativo. A tecnologia de gestão é, sem dúvida, uma delas.

Estudos apontam que empresas que utilizam um ERP, responsável por integrar as diversas áreas do negócio e automatizar os processos internos, crescem até 35% mais rápido. Em um mercado cada vez mais competitivo, é fundamental escalar operações, alavancar as performances e fortificar os recursos de gestão.

Para entender como podemos ajuda-lo a aliar tecnologia e gestão, preparando você e a sua empresa para aos desafios do próximo ano, conheça o Areco ERP.

Se preferir, fale com um consultor!

Quais processos controlar na gestão de indústrias de plástico?

Quais processos controlar na gestão de indústrias de plástico?

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Cada segmento de mercado possui características particulares e, por isso, também demanda roteiros distintos de operação. A eficácia na gestão de indústrias de plástico — que deve encerrar o ano 2018 registrando cerca de 2,5% de crescimento —, exige que a empresa esteja munida das ferramentas certas.

Para o gestor, o controle operacional deve ser uma preocupação constante. Afinal, apenas ao certificar-se da transparência dos processos e da assertividade dos indicadores, mantendo a constância das análises, é possível trilhar um caminho de desenvolvimento.

O panorama das indústrias de plástico no Brasil

De acordo com matéria publicada pelo jornal Valor Econômico, a produção física da indústria de plástico alcançou 6,13 milhões de toneladas em 2017. Com projeções favoráveis à retomada da economia, o cenário é otimista para os próximos anos e prevê oportunidades para o setor.

É fundamental pontuar, porém, que, de acordo com dados governamentais, existem mais de 27 mil indústrias de plástico no Brasil — considerando o CNAE 222 como base — e que a competitividade tende a se mostrar cada vez mais acirrada.

Diante disso, não seria exagerado dizer que os líderes precisam estar preparados para enfrentar um cenário desafiador, volátil e altamente competitivo.

E enganam-se os que pensam que basta reunir as competências técnicas para administrar. Em tempos de tecnologia, as ferramentas integradas de gestão, por exemplo, despontam como instrumentos indispensáveis ao desenvolvimento (e à perenidade) do negócio.

Os principais processos na gestão de indústrias de plástico

Uma operação saudável precisa se amparar em processos sólidos e coesos. Na prática, a afirmação remonta à padronização de procedimentos, à centralização de informações e à transparência dos dados.

No que compete à equipe, por sua vez, é imprescindível que o cotidiano de trabalho seja marcado pela alta performance e que implique em uma entrega ágil e de qualidade.

A união dos dois contextos é, sem dúvida, promovida e facilitada pela tecnologia de gestão. Ao oferecer funcionalidades aderentes às rotinas das indústrias de plástico, disponibilizando recursos específicos para as demandas fabris e administrativas, o software ERP garante mais segurança e potencializa os resultados.

Dentre os processos mais comuns — e, justamente por isso, mais críticos ao sucesso e ao crescimento das empresas do ramo — e nos quais os sistemas de gestão atuam ativa e positivamente, despontam:

1. Planejamento de produção

O funcionamento adequado da fábrica é certamente uma das maiores preocupações dos gestores industriais. Por isso, a simplificação do planejamento de produção é de grande valia às manufaturas.

O ERP, por exemplo, automatiza o cruzamento de dados para formatar a produção da planta. Ao considerar a disponibilidade de recursos — sejam eles físicos, humanos ou materiais — e relacioná-los com os critérios de turnos, horas úteis e prazos negociados, o sistema entrega uma programação consistente, efetiva e absolutamente viável.

2. Apontamentos online

Os apontamentos online são extremamente úteis para garantir um controle mais assertivo e em tempo real das atividades produtivas, permitindo que o gestor visualize, analise e tome decisões a respeito de sua planta.

Por meio de uma tela específica, o funcionário encarregado da operação das máquinas sinaliza em qual parte do processo está trabalhando, registrando o início e o fim da etapa.

Assim, os apontamentos podem ser posteriormente comparados ao planejamento inicial, indicando se (em qual fase) houve falhas. Nesse caso, o gestor tem autonomia e agilidade para corrigir os desvios antes que comprometam a produtividade da fábrica.

3. Controle de refugo (ou material refugado)

Na indústria de plástico, não é totalmente incomum que o produto acabado apresente qualidade inferior e, assim, não possa ser comercializado como o padrão do portfólio.

Para atender, monitorar e mesmo rentabilizar esses itens, existe a possibilidade de estoca-los como produtos refugados e, em seguida, oferecê-los ao mercado por um preço abaixo do habitualmente praticado. E o ERP é a única ferramenta capaz de prover tal nível de controle.

A funcionalidade é importante para garantir a lisura das operações de transformação (considerando a quantidade de matéria-prima e, em seguida, o volume do produto acabado) e permitir que o gestor visualize sua produção de forma mais detalhada — inclusive percebendo se há alta incidência de erros recorrentes na fábrica.

 

O Areco ERP é totalmente aderente às rotinas operacionais das indústrias de plástico e contribui de modo direto para potencializar os processos de gestão — angariando, assim, resultados cada vez mais consistentes.

Além das rotinas de planejamento de produção, apontamentos online e controle de material refugado, o software também automatiza a engenharia integrada (com cadastro ilimitado de níveis para itens produzidos) e gera laudos completos de produtos acabados.

Quer saber como podemos ajudá-lo a alavancar o desempenho da sua indústria? Fale com um consultor!

E mais:

 

Quais são e como corrigir os principais problemas de gestão da empresa?

Quais são e como corrigir os principais problemas de gestão da empresa?

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As atividades gerenciais são desafiadoras e exigem que a liderança esteja alinhada às demandas do negócio e preparada para corresponder às expectativas do mercado. Quando a realidade se distancia dessa máxima, os problemas de gestão podem começam a acontecer.

O ideal, é claro, seria evitar qualquer transtorno administrativo e estratégico. Entretanto, em casos em que não é possível atalhar os empecilhos, o mais inteligente é identificar o(s) gargalo(s) e agir prontamente para corrigi-lo(s) em definitivo.

Os principais problemas de gestão no cotidiano empresarial

Qualquer empresa que se pretenda competitiva precisa se preocupar com a qualidade e com a efetividade de sua gestão. É fato que o cotidiano operacional está sujeito a falhas e que pode haver sensibilidades nos processos produtivos, mas é preciso monitorar os riscos e acompanhar performances para evitar desgastes desnecessários.

Os problemas de gestão podem estar ligados a uma série de fatores, departamentos ou procedimentos. E mais: nem sempre aquilo que foi identificado como possível causa é, de fato, o gargalo que está ocasionando perdas e prejuízos.

Por isso, é preciso que o líder estabeleça parâmetros e rotinas que confiram segurança às atividades estratégicas. Afinal, somente ao priorizar uma administração transparente é que se torna possível evitar (ou atenuar) os riscos gerenciais e tomar decisões com mais assertividade.

Fique, portanto, atento aos sinais de que algo pode estar equivocado em seus processos ou em sua equipe. Conheça alguns dos principais problemas de gestão e certifique-se de ser ágil na identificação deles.

1. Controle de estoque deficiente

O estoque é, geralmente, uma das operações mais sensíveis às organizações. Dentre os gestores, costumava haver uma crença perigosa: a de que a área era “responsável” por congelar parte do capital da empresa, gerando mais custos do que retornos.

Atualmente, porém, o cenário mudou completamente e os líderes estão conscientes da importância de priorizar a excelência na gestão de estoques. E nada mais justo! Afinal, garantir o suprimento necessário à produção — sem incorrer em custos desnecessários de armazenamento ou em desperdício de insumos — é primordial para viabilizar o desenvolvimento orgânico do negócio.

 2. Atrasos na produção

A linha de produção é uma etapa bastante crítica da operação, uma vez que sua eficiência (ou ineficiência) gera resultados impactam diretamente na performance global da empresa, positiva ou negativamente.

Os atrasos na produção estão comumente associados à falta de planejamento e a falhas no gerenciamento de processos. É preciso, portanto, manter-se alerta quanto aos eventuais desajustes nos prazos: são sinais que indicam morosidade nos processos, falta de padronização ou ausência de recursos capazes de maximizar a eficácia da planta.

3. Dificuldade no fechamento de novos negócios

A atividade comercial é dinâmica e altamente desafiadora — principalmente em um mercado tão competitivo quanto o contemporâneo. Se o volume de vendas da empresa está aquém do esperado, é preciso entender qual gargalo está impedindo o êxito nos fechamentos.

É plausível, por exemplo, que o time esteja enfrentando dificuldades para manter o relacionamento com o prospect. Outra possibilidade é que a sazonalidade esteja impactando nos resultados. Diante disso, o papel do gestor é identificar o problema e agir de forma a evita-lo.

Como corrigir os problemas de gestão na sua empresa

Identificar as dificuldades da operação é o primeiro passo para tratá-las. Certifique-se de chegar à raiz do problema para só então buscar uma solução definitiva. Qualquer outro movimento será paliativo e certamente não trará os resultados desejados.

É preciso entender quais gargalos vêm originando (e endossando) as deficiências e repará-los imediatamente. No caso dos estoques, por exemplo, a adoção de metodologias de ressuprimento automático podem sanar transtornos relacionados à falta ou ao excesso de matéria-prima.

Para potencializar a agilidade da produção, é conveniente reforçar o planejamento do PCP e apostar em uma boa engenharia de produtos. No que compete ao time comercial, por fim, é válido considerar a adoção de um CRM para gerenciar o andamento dos contatos e facilitar a extração de relatórios detalhados de performance.

Na prática, há um recurso capaz de auxiliar grandemente na expressiva maioria dos desafios gerenciais das empresas: a tecnologia integrada de gestão. Ao centralizar informações e assegurar a credibilidade dos dados, o ERP desponta como a ferramenta ideal para maximizar a administração de processos e pessoas, permitindo análises contundentes, profundas e em tempo real.

Para o líder, significa mais segurança na tomada de decisão e mais autonomia para combater os problemas de gestão. Para a empresa, significa mais potencial de desenvolvimento.

 

Para saber como podemos ajudá-lo a conquistar resultados cada vez mais expressivos, não deixe de falar com um consultor!

 

 

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CFOP e natureza de operação: como se relacionam e por que automatizar as operações fiscais

CFOP e natureza de operação: como se relacionam e por que automatizar as operações fiscais

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Muito embora estejam habituados à numeração do Código Fiscal de Operações e Prestações (CFOP) e à identificação da natureza de operação, muitos gestores ainda não estão seguros a respeito do conceito e das implicações de utilizá-los em seus processos cotidianos para classifica-los.

Por se tratar de uma exigência fiscal, do qual deriva o recolhimento de impostos, é pertinente entender um pouco mais sobre o assunto — para, assim, evitar transtornos e prejuízos financeiros.

O que é CFOP?

Como o próprio termo sugere, o Código Fiscal de Operações e Prestações refere-se à classificação numérica obrigatória que identifica todas as entradas e saídas de produtos — em âmbito intermunicipal ou interestadual.

Composto pela natureza de circulação da mercadoria em questão ou pelas características da prestação de serviços de transporte, do código deriva o recolhimento dos impostos devidos.

Na prática, o CFOP possui 4 dígitos. Cada um deles descreve uma particularidade: o primeiro detalha o tipo de operação (entrada ou saída) e os três últimos, por sua vez, sinalizam o tipo de entrada (ou saída) de produto, a aquisição ou a prestação de serviço.

Considerando que toda movimentação de entrada ou saída de produto (ou prestação de serviço) é tributada, é válido ponderar os três fatores que compõem a faixa de impostos:

  • o Código Fiscal de Operações e Prestações (o próprio CFOP);
  • o regime tributário adotado pela empresa;
  • o tipo de produto vendido (ou comprado) ou o serviço adquirido (ou prestado).

A indicação do CFOP, portanto, está diretamente ligada à tributação que deve ser recolhida e, nesse contexto, qualquer equívoco no preenchimento pode originar um cálculo tributário errôneo.

O que é natureza de operação?

De modo prático, é possível dizer que a natureza de operação tem o intuito de indicar qual é o tipo de movimentação da mercadoria — venda, aquisição, devolução, importação ou industrialização, por exemplo —, registrando a transação na nota fiscal.

A importância das natOps reside, principalmente, na capacidade de possibilitar a criação de regras de tributação específicas para os diversos modelos de notas fiscais, chancelando o cálculo automático de impostos nas NFs. Ou seja: a partir da criação de uma nova natureza de operação, configuram-se situações como tributação, alíquotas e o CFOP.

Como CFOP e natureza de operação se relacionam?

Os dois conceitos estão intimamente ligados (e são igualmente obrigatórios) na operação fiscal das empresas brasileiras. Na prática, a interdependência se baseia na necessidade de, a cada registro de movimentação, indicar a natOp e referenciar o(s) CFOP envolvido(s) — uma vez que diferentes códigos fiscais podem coexistir em uma NF.

É relativamente comum, porém, que haja certa confusão na utilização das numerações. Em alguns casos, na operação cotidiana, o CFOP pode contradizer a natureza de operação (e vice-versa); e, nesses momentos, deve imperar o bom-senso.

A título de exemplificação, convém pontuar que à natOps de venda, podem associar-se CFOPs como 5101 (item produzido pelo estabelecimento), 5102 (item adquirido por terceiros) ou 5401 (item produzido pelo estabelecimento, mas sujeito ao regime de substituição tributária).

Diante disso, não seria equivocado afirmar que as exigências fiscais são vastas e complexas, exigindo atenção e conhecimento na gestão operacional. Há, entretanto, uma aliada capaz de otimizar rotinas e conferir mais segurança aos processos: a tecnologia.

Por que investir em automação nas operações fiscais?

Nas empresas brasileiras, os processos fiscais e tributários são altamente complexos. A legislação e a burocracia envolvida nas transações exigem que o gestor esteja afinado com as demandas legais de seu negócio.

Para maximizar a confiabilidade dos dados, evitando a incidência de erros manuais, e otimizar a performance do time envolvido, a automatização desponta como a melhor alternativa para angariar resultados cada vez mais expressivos.

O Areco ERP oferece a funcionalidade de Automação de natOps, garantindo mais assertividade e segurança à tratativa fiscal cotidiana. O principal objetivo é ajudar o gestor a descomplicar a geração de naturezas de operação que serão usadas na emissão de pedidos, ordens de compra e notas fiscais, por exemplo.

É importante reforçar, ainda, que o auxílio de um contador é imprescindível no momento da configuração fiscal — seja de natOps ou CFOPs, para citar apenas algumas.

Quer saber como podemos ajuda-lo a automatizar as rotinas fiscais e a otimizar recursos operacionais? Fale com um consultor!

 

 

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Dia da Contabilidade (e sua relação com a tecnologia)

Dia da Contabilidade (e sua relação com a tecnologia)

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A contabilidade, tal qual a conhecemos hoje, tem mais de 500 anos de história. Sua origem remonta a 1494, quando um monge franciscano (que também era matemático) apresentou ao mundo o que chamou de Princípio das Partículas Dobradas, do qual deriva a máxima de que “a todo débito corresponde um crédito”.

Desde então, muita coisa mudou e, nisso, também muito há o que congratular ao avanço tecnológico. E mais: com a evolução da contabilidade, a partir do desenvolvimento de ferramentas mais eficientes e confiáveis, evoluíram também os recursos de controle empregados na gestão contemporânea.

Em meio a esse ciclo virtuoso, em que o fortalecimento de um está diretamente associado ao sucesso do outro, prosperam as organizações mais robustas e preparadas — principalmente as que se dedicam a implantar, registrar e monitorar os dados contábeis de suas rotinas.

Em abril, mais precisamente a cada dia 25, comemora-se o Dia da Contabilidade. Para celebrar a data, convém lembrar os progressos e os desafios da atividade. Cada passo contábil tem o seu correspondente no panorama empresarial. E uma ciência tão transparente não poderia deixar de contar com ferramentas à altura para quantifica-la e, claro, transformá-la em resultados concretos!

Da aliança entre contabilidade e tecnologia, surgem novos caminhos e alternativas. Nascem métodos mais automáticos, ágeis e confiáveis para operar e analisar. Formam-se estratégias mais coerentes e assertivas. Consolidam-se empresas mais dispostas e disponíveis, além de mais prósperas.

Da união dos dois conceitos, na prática, ascendem métodos que simplificam processos, automatizam rotinas e conferem alta performance às equipes e organizações. Contabilidade é gestão!

Feliz dia da Contabilidade. Vida longa à previsibilidade e ao controle!

 

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Como acertar no preço do produto?

Como acertar no preço do produto?

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Desde sua idealização, antes mesmo que qualquer operacionalização tenha sido viabilizada, o objetivo de toda empresa é o de gerar lucro. E, embora aparentemente simplista, a capacidade de atingir a maturidade financeira, tornando o negócio sustentável, depende de uma série de fatores complexos.

Tudo começa, sem dúvida, na estruturação básica da organização — de sua proposta de valor aos canais de distribuição que adotará, por exemplo. Outro aspecto relevante, cuja influência pode determinar o sucesso ou o fracasso do empreendimento, é justamente a precificação.

O que considerar ao pensar em precificação?

O mercado é um ambiente volátil, altamente competitivo e bastante desafiador. Para enfrentá-lo, buscando desenvolver e expandir as operações da empresa, é preciso que os líderes sejam capazes de fortalecer a estratégia do negócio, apostando em uma gestão coesa e assertiva.

A definição de preço para produtos é, sem dúvida, uma das decisões administrativas mais complexas e importantes. Uma vez que está diretamente associada à percepção do consumidor e, por isso, foge ao controle da empresa, é preciso garantir o alinhamento e a segurança para fixar a precificação.

No momento de considerar e construir a tabela de preços para seus produtos e serviços, portanto, é fundamental atentar às variáveis que interferem na tarefa. Afinal, uma visão restrita e equivocada do ambiente (interno e externo) é, além de prejudicial, potencialmente fatal à saúde da organização.

Custos e despesas

Na fabricação de um produto, custos e despesas são inerentes ao processo. Trata-se, por exemplo, dos valores pagos pela matéria-prima e do rateio de recursos empregados — sejam horas da máquina, incidência de tributação ou a conta de energia, por exemplo.

Para formatar um preço coerente, garantindo a cobertura dos dispêndios sem assustar o consumidor final, portanto, é importante dispor de todas as informações pertinentes às rotinas produtivas.

Margem de lucro pretendida

Uma vez compilados os custos (relacionados à atividade-fim) e as despesas (relacionadas à manutenção do negócio), a adição dos valores corresponde à soma demandada por unidade produzida. A ela, deve ser acrescida a margem de lucro que a empresa deseja obter.

Mas atenção: é preciso pensar, com critério e bom senso, nos percentuais sobrepostos. Para além das paredes da empresa, existe um mercado competitivo que exige cada vez mais coerência!

Perfil de público

Para além do que está sob domínio do gestor — ou seja, aquilo que diz respeito à gestão dos recursos corporativos —, é imprescindível que o olhar se volte, também, para o que extrapola os processos do negócio.

O perfil de consumo, por exemplo, é uma variável essencial. De nada adianta oferecer um produto de excelência se o valor percebido, a priori, não justifica o preço cobrado.

Para evitar transtornos e prejuízos, analise os hábitos e preferências do seu potencial cliente e esforce-se para oferecer itens que se adéquem às necessidades do público.

Concorrência

Ao lado do seu produto, nas prateleiras ou nos catálogos, está o produto do concorrente. A comparação é inevitável e desponta como o grande divisor de águas na decisão entre um e outro.

Por isso, não negligencie a movimentação estratégica, no que diz respeito a precificação, das empresas concorrentes. Esteja constantemente atento à elasticidade e, antes de tomar qualquer decisão, avalie os impactos na sua empresa e, mais do que isso, no seu competidor.

Como acertar no preço do produto?

Fica evidente, portanto, que a missão de acertar na precificação é complexa e contínua. Em um mercado dinâmico, é preciso acompanhar e rever a estratégia de preços com regularidade.

E se, externamente, o cenário é desafiador, internamente também há muito o que gerenciar. A tarefa de levantar e relacionar custos e despesas, identificando cada fator de influência no dispêndio unitário, é bastante delicada.

Nesse contexto, a tecnologia em gestão figura como uma valiosa aliada. Um ERP robusto automatiza a formação de preço a partir de cadastros de estoque, cotações, taxas, despesas e projetos de engenharia, por exemplo. A integração total entre os departamentos, viabilizando a centralização de dados operacionais, é determinante na provisão de estimativas transparentes e assertivas.

O Areco ERP oferece ferramentas para simplificar o processo de avaliação de custos e despesas, facilitando o acesso a informações decisivas para estabelecer o preço do produto — de acordo com as particularidades de sua composição.

Além disso, a análise das margens de lucro (e margens de contribuição) também são totalmente gerenciadas pelo software, proporcionando mais tranquilidade para que o gestor tome as decisões de mercado.

 

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