A rastreabilidade como diferencial competitivo às indústrias modernas

A rastreabilidade como diferencial competitivo às indústrias modernas

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O conceito de rastreabilidade ganhou relevância e destaque há alguns anos. Desde que o consumidor se tornou mais exigente, demandando registros atualizados e informações completas, foi possível notar um movimento interessante nas manufaturas de todo o mundo: fortalecia-se a preocupação com o mapeamento de insumos, de modo a garantir a integridade da matéria-prima e a qualidade do produto acabado.

Hoje, os processos de rastreabilidade são essenciais — e mesmo obrigatórios — a setores industriais importantes, tais como o alimentício, o agrícola e o farmacêutico. Além disso, a centralização de dados, integrando documentos ao longo de toda a cadeia produtiva, permite que haja mais agilidade e confiabilidade no manejo da mercadoria, em seu estágio bruto ou recém-acabada.

Na prática, isso significa que a rastreabilidade está totalmente alinhada às exigências do mercado e às regulamentações legais. Por isso, é importante que os gestores contemporâneos lancem olhar à operação e à estratégia, maximizando o impacto positivo das rotinas de controle.

 

O conceito e a importância da rastreabilidade

De acordo com a International Standartization Organization, a ISO, acompanhada pelas normas ISO/TS 16.949 (editada pela ABNT, sua equivalente brasileira), “a rastreabilidade é a capacidade de traçar o histórico, a aplicação ou a localização de um item, por meio de informações previamente registradas”. Trata-se, portanto, de deter controle sobre a origem e o deslocamento de uma matéria-prima ou de um produto acabado.

Há algumas décadas, a rastreabilidade ganhou contornos mais expressivos e assumiu posição de destaque em segmentos industriais estratégicos. Em fevereiro de 2018, por exemplo, entrou em vigor a INC-02 – Instrução Normativa Conjunta, que confere responsabilidade a cada ente atuante na cadeia produtiva (e de transporte) de vegetais.

No caso de uma indústria de Alimentos, o impacto da normativa é frontal: ao utilizar insumos agrícolas para sua produção de temperos, por exemplo, a empresa torna-se, também, responsável pela manutenção dos registros de rastreio. Em outros setores da manufatura, por sua vez, a rastreabilidade de itens é valiosa à integridade da mercadoria e a qualidade do produto final.

Diante disso, fica evidente que a operação moderna — principalmente aquela que se pretende enxuta, eficiente e lucrativa — deve dispor de ferramentas para potencializar a rastreabilidade de produtos. Mais do que endossar uma exigência legal (que, se descumprida, está sujeita a sanções e penalidades), o monitoramento confere uma série de vantagens diferenciais às rotinas industriais. O seu negócio precisa se valer delas!

 

A rastreabilidade enquanto diferencial competitivo

Os líderes engajados têm muito em comum. Não é nenhuma novidade dizer a eles, por exemplo, que o mercado é um cenário de concorrência acirrada e que a constante busca por inovações que otimizem processos e avolumem os caixas não é apenas importante, mas totalmente essencial.

Neste contexto, a incorporação de ferramentas que gerem benefícios operacionais e estratégicos reserva, de fato, grande atenção. No que tange à rastreabilidade de itens, portanto, é válido mencionar que sistemas integrados de gestão proporcionam excelentes diferenciais competitivos às indústrias focadas em produtividade.

1. Redução de custos 

A otimização de despesas é uma prioridade na maioria das empresas modernas. Cortar custos sem, no entanto, interferir na qualidade da produção é um desafio contínuo.

A rastreabilidade de itens também contribui para que recursos sejam dispendidos com mais eficiência: ao compreender o funcionamento íntegro da cadeia produtiva, é possível encontrar e analisar eventuais gargalos, melhorando processos e maximizando os retornos.

2. Otimização de estoque

O estoque é, sem dúvida, uma preocupação bastante latente nas indústrias. O capital investido na disponibilidade de matérias-primas costuma ser expressivo e, por isso, é necessário que haja sinergia no monitoramento dos insumos.

Para além da garantia de acessar mercadorias de acordo com as demandas da operação, as rotinas de estoque também ganham bastante com a rastreabilidade: é possível asseverar a qualidade dos materiais e, consequentemente, potencializar a efetividade da produção.

3. Ganho de eficiência produtiva

O controle de matérias-primas e produtos acabados ressaltam o compromisso com a assertividade da operação. Seja para atestar a qualidade de uma mercadoria adquirida, seja para certificar a procedência de um item vendido, a rastreabilidade faz toda a diferença na rotina produtiva da indústria.

Dessa forma, não seria equivocado dizer que o monitoramento integrado de itens acelera o desenvolvimento de performances, garantido que resultados mais consistentes e perenes sejam alcançados — no curto, médio e longo prazos.


4. Manutenção da conformidade

Por fim, ainda que não menos importante, á pertinente ressaltar que, em muitos segmentos, a rastreabilidade é obrigatória. Em indústrias de Alimentos e Bebidas, por exemplo, é essencial manter registros de origem para insumos e produtos acabados. No setor químico, por sua vez, principalmente no ramo farmacêutico, a obrigatoriedade também é válida.

Por isso, mais do que uma medida para ganhar mercado e manter a competitividade, o rastreio de mercadorias é uma exigência legal. Vale se certificar!

 

Rastreabilidade no Areco ERP

A tecnologia do Areco ERP é totalmente aderente às indústrias e, por isso, os processos de rastreabilidade foram incorporados ao sistema de modo íntegro e eficiente.

O módulo de Qualidade, por exemplo, assegura que os procedimentos da fábrica sejam definidos e parametrizados, viabilizando a replicação operacional de forma organizada e segura. Além disso, o controle de produtos via IQF (Índice de Qualidade do Fornecedor) também corrobora a preocupação com a qualidade dos insumos.

No que compete à rastreabilidade, o controle de lotes é endossado antes, durante e após a manufatura dos itens. Relatórios completos — que são facilmente configurados e gerados via Areco ERP — garantem o monitoramento das mercadorias que entram (compradas pela empresa) e que saem (produtos acabados, já vendidos), promovendo e fortalecendo análises que assegurem a conformidade do estoque.

Não seria equivocado dizer, portanto, que o Areco ERP se posiciona como um instrumento capaz de potencializar as rotinas de rastreabilidade, alavancando a segurança e a eficácia dos procedimentos na fábrica. Além disso, a integração de áreas e processos uniformiza as rotinas e suprime a incidência de erros, tornando a indústria cada vez mais enxuta, rentável e competitiva.

Quer saber como o Areco ERP pode transformar a sua indústria?

Fale com um consultor!
(19) 3849-4355
contato@areco.com.br

Os 6 principais relatórios para a gestão de indústrias de Alimentos e Bebidas

Os 6 principais relatórios para a gestão de indústrias de Alimentos e Bebidas

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A gestão de indústrias de Alimentos e Bebidas é bastante específica e envolve uma série de obrigações particulares. Nesse caso, o processo é regulado por normas rígidas de controle, demanda ferramentas capazes de automatizar rotinas e, sem interferir na qualidade dos produtos, garantir a conformidade da produção.

Para monitorar o andamento operacional, certificando que haja transparência e segurança na gestão dos procedimentos administrativos e fabris, é fundamental que os líderes possam se amparar em dados confiáveis do negócio — e os relatórios são ferramentas imprescindíveis às decisões assertivas.

Por que os relatórios são essenciais na gestão de indústrias de Alimentos e Bebidas?

É consenso entre os gestores contemporâneos que contar com relatórios claros e seguros, capazes de traduzir em números a operação do negócio, desponta como uma poderosa vantagem competitiva.

No contexto das indústrias de Alimentos e Bebidas não é diferente. Pelo contrário! Para fazer frente à concorrência, é preciso dispor de informações centralizadas e transparentes. Só assim se torna possível (e viável) tecer estratégias para otimizar a operação e alavancar a performance global da empresa.

Quais são os principais relatórios para a gestão de indústrias de Alimentos e Bebidas?

Primeiro, é válido pontuar que as particularidades de cada empresa devem nortear a configuração de relatórios essenciais e, a partir disso, também as rotinas de análise. Em todos os cenários, porém, os documentos gerenciais são cruciais para garantir a conformidade de processos e a produtividade da operação.

1. Margem de contribuição

A concorrência no segmento de Alimentos e Bebidas é alta e, por isso, o mercado exige agilidade e eficiência nas decisões estratégias da empresa. Nesse âmbito, o relatório de Margem de Contribuição permite que os líderes visualizem, de forma ampla e coesa, qual produto, região ou vendedor está contribuindo mais com a lucratividade da organização — e estejam aptos a ajustar as demandas de modo ágil.

2. Faturamento (Devolução e Carteira)

Na área Comercial — que requer dinamismo, mas não dispensa o controle operacional — é importante gerir de perto o cenário de faturamento em relação às metas estabelecidas.

Para isso, um relatório que traga, em números detalhados, os valores das vendas acumuladas e dos saldos da meta, compondo o faturamento após considerar pedidos não faturados (carteira) e subtrair as devoluções, é bastante útil para permitir aos gestores uma visão profunda do desempenho comercial.

3. IQF (Índice de Qualidade do Fornecedor)

Principalmente em empresas de Alimentos e Bebidas, as certificações (tais como a FSSC ISO 22000) são bastante valorizadas e, em alguns casos, despontam como condições essenciais para que seja possível fechar uma compra e manter um cliente.

Nesse contexto, o relatório de IQF, na medida em que assegura o controle sobre a procedência dos insumos utilizados e qualifica os fornecedores, garante que a organização sinalize diretrizes importantes e certifique a integridade de sua operação.

4. Rastreabilidade

A rastreabilidade é um procedimento essencial às empresas de Alimentos e Bebidas. Por isso, o relatório que garante acesso e controle dos lotes que entram (ou seja, que são comprados pela empresa) e dos que saem (produtos acabados, já vendidos) deve ser continuamente gerado e analisado, de modo a assegurar a conformidade das mercadorias estocadas e comercializadas.

5. Ressuprimento

O dinamismo do mercado, pautado pela velocidade e pela volatilidade do consumo, também atingiu a indústria. Dessa forma, é necessário que as empresas se adaptem às demandas e estejam preparadas para corresponder às expectativas de atendimento.

O relatório de ressuprimento, nesse contexto, é importante para que os gestores tenham mais segurança no atendimento dos pedidos, assegurando a disponibilidade da matéria-prima demandada, e mais consciência na otimização de recursos.

6. Fluxo de caixa

Por fim, embora não menos importante, o Fluxo de Caixa é um artifício altamente eficaz na gestão financeira do negócio — e que certifica a saúde da operação frente aos resultados registrados. Em indústrias de Alimentos e Bebidas, o relatório proporciona noções seguras acerca das oportunidades de investimentos e das eventuais necessidades de contenção.

Certifique-se, porém, de optar por uma ferramenta que possibilite o acompanhamento em tempo real e que, ao formatar os demonstrativos financeiros, considere pedidos de venda, compras e cheques, por exemplo. Afinal, a visão ampla é fundamental para embasar decisões eficazes!

 

O Areco ERP disponibiliza mais de 2000 relatórios e trabalha para que o gestor possa ter mais agilidade na análise e assertividade nas decisões. O resultado é uma operação mais enxuta, eficiente e produtiva.

 

Quer saber como podemos ajuda-lo a potencializar a performance da sua empresa? Fale com um consultor!

 

 

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