Como escolher o melhor ERP?

Como escolher o melhor ERP?

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Tempo de leitura: 13 minutos


Antes de mais nada, vale lembrar que, quando se trata de escolher a tecnologia que organizará os processos da sua empresa, tornando-a cada vez mais enxuta e produtiva, o que vale não é somente o melhor ERP, mas o ERP mais aderente à sua operação.

Para garantir a assertividade da escolha, incorporando o software mais robusto e adequado ao negócio, a dica é simples: mergulhe nas funcionalidades e expanda as bases de comparação. Uma análise detalhada e criteriosa faz toda a diferença no resultado final — e pode determinar a performance da empresa no curto, médio e longo prazo.

Caso você ainda se sinta inseguro com as variáveis tecnológicas, encontrando dificuldades para entender as demandas dos processos que a equipe expõe, respire fundo e continue lendo. Você tem em mãos um guia prático e transparente para desvendar os mistérios do ERP e, assim, chegar à solução ideal para as necessidades da sua operação.

Neste conteúdo, você conhecerá os principais critérios de análise para sistemas integrados, respeitando as particularidades da companhia, e saberá quais são as dicas mais valiosas para não errar na decisão.

 

Por que se preocupar com o ERP?

Se você não esteve em Marte nos últimos 30 anos, provavelmente sabe que a tecnologia de gestão está revolucionando o mundo dos negócios.

 

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Não se trata apenas de comprar com condições mais atrativas, e de vender com margens mais seguras. Estamos, na prática, falando de otimização de ponta a ponta — aquela que contempla desde a engenharia de produto na fábrica até a economia fiscal por meio de um planejamento tributário mais consistente.

E se apenas uma ferramenta pudesse dar conta de toda essa complexidade, integrando dados das mais diversas áreas e consolidando-os em análises aprofundadas e até específicas? Isso existe e está ao alcance de qualquer empresa, independentemente do porte ou do segmento em que atue. Muito prazer, agora você conhece um pouco mais sobre o ERP.

O Enterprise Resource Management (ERP), ou Sistema Integrado de Gestão Empresarial é um importante catalisador de resultados. A tecnologia é um parceiro excepcional dos líderes corporativos: primeiro, porque centraliza todas as informações da empresa; depois, porque simplifica as operações cotidianas para que haja mais tempo para desenvolver uma estratégia verdadeiramente competitiva.

Agora, pense e diga: esses motivos parecem suficientes para confirmar a necessidade de se preocupar com a efetividade do ERP ideal para a sua organização?

Caso a resposta ainda seja negativa (ou você tenha hesitado em responder que sim), talvez valha a pena explorar mais alguns fatores essenciais. O ERP, enquanto recurso indispensável à alta performance, é perfeito para alavancar todos os departamentos da companhia. A tecnologia é valiosa para, por exemplo:

 

  • maximizar a produtividade na fábrica, garantindo que os projetos estejam padronizados e possam ser facilmente executados;

 

  • otimizar a compra de matérias-primas e produtos acabados, uma vez que há total integração entre o Comercial e o Compras, viabilizando negociações mais coerentes enquanto agiliza a rotatividade do estoque de acordo com padrões predefinidos (tais como FIFO e FEFO);

 

  • acelerar a coerência e a lisura fiscal, contribuindo diretamente para o planejamento tributário e para o recolhimento adequado de tributos;

 

  • facilitar o acompanhamento completo de desempenho, do RH ao Comercial, permitindo que uma série de relatórios sejam facilmente emitidos em poucos cliques e em poucas telas.

 

Na prática, os módulos do ERP garantem uma gestão mais enxuta, eficiente e produtiva. Mas, antes de qualquer decisão, cuidado: existe um sistema aderente ao seu negócio e você precisa entender como fazer a melhor escolha.

A boa notícia é que, nas próximas linhas, você vai saber exatamente o que deve avaliar ?

 

Como escolher o melhor ERP?

Não é exagero dizer que não existe o ERP perfeito — mas, sim, a tecnologia mais aderente às suas necessidades e operações. É por isso que a escolha de um sistema completo, capaz de integrar áreas e simplificar processos, é uma questão que exige cautela e análise.

Para acertar na decisão, batendo o martelo com a tranquilidade de quem está convicto de ter tomado o caminho mais assertivo, é preciso olhar com atenção a alguns aspectos-chave do cotidiano corporativo.

Certifique-se de mergulhar nas demandas da empresa e de imergir no potencial de cada departamento, extraindo o que pode ser melhorado e quais vantagens competitivas devem ser construídas por meio da tecnologia de gestão.

Precisa de ajuda para refletir? Ótimo: veja, a seguir, alguns dos fatores mais relevantes no momento de escolher o ERP ideal para sua empresa!

 

  1. Olhe para dentro

Tudo começa no seu próprio dia a dia. Ninguém melhor do que você e sua equipe — do chão de fábrica ao BI (Business Intelligence) conhece melhor as necessidades da empresa.

Por isso, busque compreender em profundidade quais são as maiores dificuldades dos profissionais que fazem o negócio acontecer. É difícil extrair um relatório que indique a eficiência da compra de insumos? Temos aí, um ponto crítico para resolver. É complicado acompanhar a performance dos colaboradores com base em métricas transparentes e universais? Melhor correr para entregar resultados cada vez mais expressivos.

O primeiro passo, portanto, é olhar para dentro e entender o que precisa ser ajustado. E lembre-se: o papel do gestor, neste contexto, é super nobre. Cabe a você a missão de investigar as carências da companhia e definir um rumo coeso para supri-las do modo mais completo possível, combinado?

 

  1. Reúna seus recursos

Você certamente já dispõe de recursos primordiais para viabilizar o máximo desempenho na companhia (e a gente pode provar!). Os líderes de cada departamento — o gerente de RH e o supervisor de produção, por exemplo — são peças-chave na otimização de processos e de resultados, já que conhecem a rotina com a propriedade de quem coloca a mão na massa.

Nesta fase, é importante aproximar-se de quem domina o assunto. Assim, você consegue entender exatamente com o que — ou com quem — pode contar no momento de sugerir uma alavancagem tecnológica na empresa.

Não conseguiu visualizar esse cenário? É fácil resolver o problema. Se você quer aprimorar a gestão de projetos no PCP, por exemplo, precisa de alguém que possa definir as etapas produtivas e padronizar as orientações sistêmicas. Se você já tem a pessoa certa para isso e conta com as informações necessárias para viabilizar essa iniciativa, ótimo! Tudo o que você precisa tem apenas três letras: ERP!

 

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  1. Defina as prioridades

Quem está à frente de uma operação tradicional e enxuta sabe que, no mundo real, é difícil focar em todas as operações de uma só vez. Seria ótimo implantar soluções completas e integradas em todas as esferas corporativas e de uma só vez, criando rotinas mais transparentes e eficazes em todos os setores da organização, não é?

O problema é que, muitas vezes, o cenário ideal não é o mais realístico, seja por falta de mão de obra — profissionais capazes de digerir a complexidade tecnológica, compartilhando-a com uma equipe ávida por resultados mais positivos — ou por uma questão de fluxo de caixa — que exige que investimentos sejam diluídos ao longo de um determinado período —, a verdade é que há prioridades que devem ser mantidas.

Ao decidir implantar o ERP ideal para o seu negócio, tenha em mente quais são suas necessidades mais urgentes. Precisa de uma frente de loja integrada à gestão de estoque e à escrituração fiscal? Ótimo, comece por aí. Sua maior demanda é no PCP e você não pode continuar ignorando as falhas de qualidade no processo? Sem hesitar, busque um software capaz de reduzir sua dor de cabeça com produtos acabados e, de quebra, eliminar o retrabalho na fábrica.

No fim do dia, só você e sua equipe podem decidir o movimento mais viável. Uma coisa, porém, é inegável: o ERP certo, aquele que se molda com facilidade às suas operações e preenche com propriedade as lacunas processuais, é um investimento com retorno já no curto prazo.

 

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A essa altura, deu para perceber que a escolha certeira de um ERP exige uma análise crítica e uma certa dose de mão na massa, certo? Para além de qualquer dificuldade, entretanto, a tecnologia de gestão abre um novo horizonte de possibilidades poderosas, prontas para otimizar recursos — físicos, financeiros, humanos e de tempo — e para alavancar resultados no curto, médio e longo prazo.

Não dá para ignorar essa promessa. Concorda? E você só precisa de uma boa decisão para isso.

 

Por que o Areco ERP é a melhor escolha?

A tecnologia de gestão é uma fonte inesgotável de análises e faz jus à sua importância na rotina das empresas mais competitivas. E não seria para menos, né? O software integrado é um valioso aliado das companhias (e dos líderes) de alta performance, empoderando profissionais e departamentos para que os resultados coletivos sejam cada vez mais significativos.

O Areco ERP é a tecnologia que acompanha empresas e pessoas, favorecendo o desenvolvimento operacional enquanto aprimora a capacidade estratégica do negócio. Nós provemos a inteligência de negócios para que você possa extrair o máximo potencial dos recursos disponíveis, fazendo a diferença no mercado.

É fácil entender o motivo de tanta eficiência: o Areco ERP automatiza processos, elimina o retrabalho e minimiza as chances de erro nas atividades rotineiras, integrando departamentos e agregando valor aos processos corporativos.

Do back office ao balcão, passando pelo PCP e pelo compras, o software centraliza informações e facilita a visualização completa de dados, permitindo que os líderes estejam sempre na dianteira de suas operações e conheçam profundamente as suas necessidades. Duvida? São milhares de telas amigáveis para facilitar rotinas integradas e mais de 2.000 relatórios já disponíveis na base do Areco ERP. Um verdadeiro mapa do tesouro — com a bússola para indicar o caminho do melhor desempenho.

O Areco ERP é um sistema 100% modular e que permeia todo o workflow corporativo. Além disso, é multimoedas, multiempresas e multi-idiomas, favorecendo o desenvolvimento sustentável e escalável do seu negócio.

Pode respirar fundo e ficar tranquilo: se, no início, você não tinha certeza sobre como escolher o melhor ERP, agora você está frente a frente com a tecnologia ideal para atender às suas necessidades mais urgentes e, claro, também para suportar a suas ambições mais estratégicas.

Explore todo o potencial do Areco ERP no seu dia a dia!

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O ERP na gestão financeira: como tomar as melhores decisões

O ERP na gestão financeira: como tomar as melhores decisões

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O departamento financeiro é uma área bastante sensível, mas também altamente estratégica. A boa gestão dos recursos monetários, assim como a eficiência no planejamento de despesas e investimentos, é indispensável à saúde de qualquer negócio, independentemente do porte ou do segmento em que atue.

A transparência financeira, obtida por meio de processos coesos e orgânicos, é fundamental na operação cotidiana do setor. A missão de administrar os números da empresa — acompanhando a movimentação de valores e assegurando a viabilidade dos processos — é, além de prioritária, também uma questão de sobrevivência.

A tecnologia de gestão é, neste contexto, uma ferramenta valiosa aos gestores da área. Ao facilitar o acesso a análises complexas (por séries históricas ou períodos predefinidos, por exemplo) e ao permitir a extração de informações atualizadas (via dashboards, gráficos e relatórios customizados), o ERP maximiza o controle da operação e garante mais autonomia e segurança na tomada de decisão.

Um dos maiores desafios financeiros da atualidade é justamente a capacidade de otimizar procedimentos e resultados. Para ser capaz de entregar números cada vez mais expressivos e exponenciais, os gestores financeiros devem voltar os olhos aos mecanismos de que dispõe — e às oportunidades que estão deixando passar.

 

O ERP na gestão financeira

A tecnologia ganha cada vez mais espaço na rotina empresarial. Da produção ao comercial, recursos de gestão que agreguem agilidade e efetividade aos processos são essenciais para manter a competitividade e perseguir lucros mais robustos. Na área financeira, responsável por manter o negócio no azul e viabilizar o crescimento em escala, não é diferente: o ERP é um aliado unânime entre os líderes mais engajados.

Um software integrado é, portanto, a resposta mais assertiva para entraves comuns a quaisquer negócios. Ao integrar departamentos e ao centralizar informações, o ERP retifica a lisura dos dados e elimina o retrabalho. No financeiro, o sistema automatiza operações-chave, tais como a programação de Contas a Pagar, a Receber e a conciliação bancária, minimizando a incidência de erros manuais e acelerando as entregas da equipe.

Na prática, a utilização de um ERP aderente e adequado às rotinas do negócio pode mudar completamente a direção da empresa. Uma vez padronizadas e organizadas em um fluxo operacional eficiente, as demandas financeiras são executadas de modo mais prático, eficaz e seguro. Ganha-se em produtividade e, consequentemente, angariam-se resultados mais volumosos.

 

A influência do ERP nas decisões financeiras

Um software integrado, robusto e transparente é um catalisador das boas decisões monetárias. Para lidar com as finanças corporativas da forma mais otimizada possível, é importante que as operações estejam centralizadas e os dados estratégicos permaneçam à disposição do gestor — bastam alguns cliques, por exemplo, para que a projeção do Fluxo de Caixa sem visualizada no ERP.

Neste cenário, o líder protege os recursos do negócio e delibera com mais propriedade e eficiência. A tecnologia de gestão, portanto, promove e endossa processos mais aderentes à realidade da empresa e mais condizentes aos seus objetivos financeiros. Confira, agora, algumas das decisões que podem ser positivamente impactadas pelo ERP!

1. Decisões de investimento

Direcionamentos estratégicos também estão sob a responsabilidade da área financeira. Como, quando e onde aplicar os recursos — além da quantia máxima disponível — são definições que impactam diretamente nas operações do negócio, do chão de fábrica ao RH.

No ERP, é possível identificar uma série de variáveis pertinentes às decisões de investimento de forma simples, rápida e confiável. No caso da produção, por exemplo, o custo da matéria-prima e a demanda de mercado podem ser analisadas de acordo com a sazonalidade, garantindo uma perspectiva mais sólida acerca dos ciclos posteriores.

2. Decisões da cadeia de suprimentos

Em se tratando de produção, é válido mencionar que as decisões de suprimentos também estão diretamente associadas às deliberações financeiras. O Fluxo de Caixa, por exemplo, quando automatizado e completo, destaca as oportunidades de negociação com fornecedores e pode render economias volumosas ao caixa do negócio.

Além disso, custos de estoque sob controle indicam que a depreciação está sendo corretamente monitorada e que a sistemática de escoamento permanece efetiva. Cabe ao gestor financeiro, apoiado pela tecnologia de gestão, supervisionar a eficácia operacional.

3. Decisões de receitas e despesas

O ERP integra e automatiza as rotinas de Contas a Pagar e Contas a Receber, otimizando o tempo da equipe e suprimindo eventuais erros operacionais. Além disso, a tecnologia do software age de forma ainda mais profunda: as decisões estratégicas de todos os departamentos — seja aumentar o quadro de funcionários, seja implantar uma nova política comercial — devem ter respaldo na situação e na projeção monetária da organização.

Ao prever receitas e despesas por meio do Fluxo de Caixa, por exemplo, e empresa evita transtornos no pagamento e pode programar seus pagamentos e recebimentos, evitando a incidência de juros. Esse processo garante liquidez, eficiência e alta performance não apenas ao departamento financeiro, mas a todas as áreas do negócio.

 

O Areco ERP na gestão financeira

O Areco ERP é uma solução completa para a gestão enxuta e assertiva dos processos contábeis, fiscais e financeiro. O módulo correspondente, totalmente integrado às demais áreas do negócio, confere mais agilidade e eficiência às operações cotidianas, facilitando os registros tanto quanto as análises.

Na prática, o Areco ERP automatiza regras de integração financeira e contábil para rotinas de contas a pagar, contas a receber, estoque, ativo fixo e faturamento promovem e favorecem uma visão ampla do negócio, garantindo decisões mais acertadas e transparentes.

O fluxo de caixa, por sua vez, desponta como um diferencial interessante do software: online e totalmente integrado, o relatórios de controle explora diversos níveis de detalhes dos dados e pode ser analisado sob diversas perspectivas e objetivos. O resultado dessa flexibilidade é uma gestão mais profissional, eficiente e lucrativa.

Quer saber como podemos alavancar a gestão financeira de empresas focadas em resultados?

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(19) 3849-4355
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The changes in the National Simple: know what changed in the regime

The changes in the National Simple: know what changed in the regime

Since January, Simples Nacional has new rules. After updating, some terms were created and others were adjusted to meet the demands of micro and small business owners.

To avoid disruptions, it is worth knowing the changes of the regime. If it is your case, make sure you know (and comply) the legal determinations related to the framing in the National Simple.

What has changed in Simples Nacional?

In general, there were three major change groups: the allowed billing threshold, the adaptations in tax appendices – specifically with regard to federal charges – and the expansion of the categories allowed in the National Simple.

Billing limit

In the first point, the adjustments are valid for MEIs (which can now bill up to R $ 81 thousand per year), for microenterprises (whose ceiling has passed to R $ 360 thousand per year) and for small companies (that can reach up to R $ 4.8 million).

Tax Appendices

In the second aspect, the limits of collection of ICMS and ISS, state and municipal taxes, remain of R $ 3.6 million for members of Simples Nacional. In the case of federal taxes, the ceiling is now R $ 4.8 million.

In addition, the simple monthly income tax rate was abolished. Now, the rate will be higher, but will have a fixed discount for each framing range.

Supported Segments

Finally, as far as the categories that fall under the regime are concerned, activities that were previously out of scope can now be integrated into the National Simples: industry or trade of alcoholic beverages, medical services and commercial representation, for example, are accepted.

And an addendum: the Payroll also happens to impact the payment of taxes. The higher the expense, the lower the rate. The ratio between the payroll value and the gross revenue must be equal to or greater than 28%.

How to choose the most advantageous tax regime?

In Brazil, the tax burden is quite high – and to maintain the financial health of the business, managers need to find viable ways to optimize legal onlendings.

The choice of the tax regime, therefore, emerges as a highly strategic decision. If the definition is wrong, disregarding the current situation of the company, the risk is enormous and very costly.

So be sure to undertake a thorough, safe and well-founded analysis of business conditions. Examine available tax profiles, match requirements with the organization’s financial landscape, and validate information.

In this process, the use of an integrated management system, or ERP, is indispensable in order to maximize the relevance of the data and to ensure assertive provisions. After all, it is only by ensuring the credibility of data and the transparency of operations that a coherent and profitable decision can be secured.

Want to know how we can help you optimize your tax planning? Enjoy and

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The 3 main challenges of the chemical industry

The 3 main challenges of the chemical industry

Also in 2010, Abiquim (Brazilian Chemical Industry Association) argued that the Brazilian industrial segment would be the fifth largest in the world by 2020 – with the capacity to generate up to 1.5 million jobs along the production chain .

From that point on, optimism was fortunately proved: in a survey, dated 2016, the institution revealed that the segment’s net sales reached the mark of R $ 160 billion, bringing the country to the sixth position in the world ranking. China, USA, Japan, Germany and Korea).

Although positive results contribute to corroborating and endorsing good prospects, managers need to remain attentive to market movements and, of course, the challenges facing the industry.

Recent overview of the chemical industry in Brazil

A few years ago, the Brazilian chemical segment is in an upward rhythm. In 2016, the production of chemical items for industrial use was the one with the highest turnover, corresponding to US $ 71.2 billion. The paint, enamel and varnish industry also showed expressiveness: it earned US $ 4.3 billion in the period.

The last 15 years, therefore, have been quite profitable to the area. But it is not enough to celebrate the achievements without facing, with rigor and seriousness, the emerging demands and the new opportunities of the sector.

In order to maintain the advances and to solidify the chemical industry in the country, it is advisable to evaluate which aspects are capable of attention and action. One thing is certain: the environment is challenging and, rightly so, highly timely. Be sure to take advantage of it!

The main challenges of the Brazilian chemical industry

As in any other economic segment, the chemical industry is constantly evolving. So the speed with which business leaders adapt to new global scenarios – including consumer swings, innovations and technologies, for example – is key to ensuring the success of an operation.

In this way, knowing the most latent challenges and then preparing for them, emerge as essential postures to ensure assertiveness in the investments made and in the returns obtained.

1. Availability of raw material

The quality of supply of raw materials from which the chemical industry is not a relatively old issue. For Abiquim, the supply of naphtha – basic raw material for the manufacture of plastics – and gas, for example, needs to be considerably expanded to support the expansion of the sector in Brazil.

This movement, once realized, positively impacts the productivity of the industry, making it more competitive and, consequently, also more relevant in the international context.

2. Logistic optimization

In Brazil, logistics is a sensitive issue for a wide range of industrial sectors – and chemical operation is no exception to the rule.

In order to cultivate and perpetuate an expressive growth, facing the greatest powers of the globe, it is necessary to remedy urgent logistical deficiencies. The modernization of ports, highways and modal solutions, for example, is essential to boosting the performance of the chemical industry.

3. Technological leverage

One of the most striking features of the new industrial era – also called 4.0 – is precisely the increasingly technological side of the operation. At present, a company that does not invest in innovation and optimization is doomed to failure!

It is important for managers to be aware of the key role of technology in the performance of their business. And also that, once convinced that it is necessary to be in the vanguard of the industry, they are able to allocate time and resources in the automation of their processes.

To understand how we can help you meet the challenges of the segment,

 

 

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Areco ERP looks at the particularities of the chemical and petrochemical segment. The software has features that contemplate the configuration of a product (preparation and composition) to precise timing of production, batches consumed and labeling of items.

Areco ERP is multi-currencies, multi-companies and multi-languages, bringing together a wide range of reports, management screens, auditing support on all screens and access rights for each user profile. Software updates are automatic, comply with all Federal and State Legislations, and do not entail additional costs.

O mercado em 2018: conjunturas e perspectivas

O mercado em 2018: conjunturas e perspectivas

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Diante de tanta incerteza, há certa ordem no caos: sabemos que em 2018 haverá Copa do Mundo na Rússia, eleições presidenciais no Brasil e bastante tensão no mundo todo.

Nacionalmente, estaremos concentrados nos avanços reformistas (a Previdência, ainda pendente, é certamente o maior destaque), nas oscilações dos índices fundamentais (PIB, inflação, juros e câmbio, para citar apenas alguns) e no desenrolar da maratona presidencial (cuja epopeia ganha novos capítulos a cada dia).

Internacionalmente, permaneceremos atentos aos estremecimentos diplomáticos (em especial na relação entre Estados Unidos e Coreia do Norte), no arrefecimento de alianças (Brexit e Catalunha são bons exemplos) e, claro, na evolução do bitcoin (bem como das demais criptomoedas).

Uma coisa é certa: a economia será, independentemente do território, uma questão central nos meses vindouros.

E como lidar com as sombras que obliteram a visão do que está por vir? Para isso, infelizmente, não existe uma fórmula mágica. Trata-se, na verdade, do esforço constante para alimentar a resiliência e também da capacidade de antever cenários espinhosos — ou, quem sabe, extremamente oportunos.

O mercado para as empresas brasileiras: previsões sobre 2018

No contexto empresarial brasileiro, algumas previsões devem ser consideradas. Para minimizar os riscos e melhorar a performance geral da operação, é importante que os gestores estejam a par da opinião de especialistas que se dedicam a entender (e a prever) o dinamismo do mercado nacional.

Recentemente, em meados de dezembro, o relatório Focus sinalizou esperança no crescimento do PIB em 2018: 2,64%, representando a quinta alta consecutiva.

O mesmo documento também reforçou a previsão para a cotação do dólar, fixando-a em R$ 3,30 no fechamento do ano. Quanto à inflação, a estimativa é que caia um pouco mais: de 4,02% para 4%. No caso da taxa de juros, a expectativa é que permaneça em 7% ao ano em 2018.

No que tange ao consumo, as análises também são bastante promissoras. Seguindo o panorama de 2017, que registrou crescimento de 3,7% no varejo nacional, no próximo ano espera-se um aumento de até 5% — impulsionado por baixa inflação e juros estáveis.

De forma geral, a confiança do empresariado brasileiro pode começar a ser reavivada. E se o consumo tende a crescer, a demanda segue no mesmo caminho. Produções mais largas e expressivas são, portanto, a tendência para 2018.

No limiar de uma recuperação, as empresas precisam reconquistar e manter seus espaços. Mais do que nunca, o próximo ano será marcado pelas oportunidades, mas também pelos desafios. A missão da competitividade, na continua busca por alta performance e otimização de recursos, se tornará ainda mais evidente.

A tecnologia na gestão de 2018

Para alavancar operações, melhorar resultados e aproveitar a guinada do mercado, a tecnologia é uma ferramenta essencial às empresas competitivas. Integrar, simplificar e automatizar são as palavras de ordem — e nós podemos ajudá-lo a fazer com que elas permeiem o seu negócio.

Uma solução capaz de gerenciar todo o workflow, permitindo que usuários e líderes eliminem retrabalhos e se concentrem no desenvolvimento dos potenciais da empresa, é determinante para que o cenário favorável seja, de fato, convertido em resultados mensuráveis.

Conte conosco hoje. Conte conosco em 2018.

 

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Elimine o retrabalho na fábrica

Elimine o retrabalho na fábrica

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A baixa produtividade em atividades industriais é uma preocupação latente dos gestores de manufaturas. A boa notícia, contudo, é a de que é possível eliminar o retrabalho na fábrica ao priorizar a simplificação de operações, a integração de processos e a automatização de rotinas.

Inseridos em um cenário de alta concorrência e competitividade, é natural que os líderes industriais busquem conhecer, implantar e fortalecer soluções inovadoras para melhorar a performance da empresa. A tecnologia, mais uma vez, se posiciona como a aliada ideal para esse desafio.

Bons insights e boa leitura!

Pode parecer óbvio, mas o que é retrabalho na fábrica de todo jeito?

O retrabalho pode ser definido como: correção de itens com defeito, com falha ou não conforme, durante ou após a inspeção. O retrabalho na fábrica inclui todos os esforços subsequentes, como desmontagem, reparo, substituição, remontagem etc.

Há várias razões pelas quais um produto pode estar com defeito ou exigir retrabalho:

  • Mau funcionamento da máquina ou erro humano;
  • Mudança de design não comunicada (de maneira alguma ou em tempo hábil);
  • Mudança de design não implementada corretamente;
  • Produto danificado em trânsito;
  • Produto danificado em uso.

Quando é necessário um retrabalho na fábrica, o fabricante e/ou fornecedor recebe um documento descrevendo as instruções para concluir a tarefa. Isso incluirá classificação, retrabalho, lavagem e reembalagem. O documento listará as ferramentas necessárias para o retrabalho e o processo – com fotos mostrando o que procurar nas peças afetadas.

Por exemplo, o retrabalho na fábrica pode ser relativamente simples, talvez durante a inspeção uma peça de plástico tenha rebarbas. O fabricante removeria o material (rebarbação) manualmente ou mecanicamente. Ou talvez a tinta seja raspada em pedaços durante o transporte. Essas peças seriam repintadas e haveriam alterações no processo de remessa para proteger as peças no futuro.

5 maneiras de reduzir custos de retrabalho:

Sabemos que nem sempre é possível reduzir 100% do retrabalho dentro de uma fábrica. Por esse motivo, identificamos cinco maneiras de, ao menos, reduzir custos de retrabalho e despesas associadas que protegerão seus resultados e melhorarão a eficiência e a qualidade em toda a cadeia de suprimentos.

Acompanhe:

1. Atualizar e manter um sistema de arquivamento organizado

Existem empresas que ainda utilizam arquivos em papel, se este for o seu caso, atente-se: para evitar o retrabalho na fábrica, eles deverão ser copiados digitalmente. Então, dê um passo adiante. É hora de investir em software digital e sistemas de arquivamento para gerenciar seus desenhos CAD, listas de materiais (BOMs) e procedimentos operacionais padrão (POPs). O uso de arquivos digitalizados facilita muito o rastreamento de revisões, garantindo que seus funcionários façam referência às informações mais atualizadas e precisas em todos os momentos. Investir em programas de gerenciamento de projetos também reduz o risco de solicitar componentes incorretos ou aumentar para um nível de revisão antigo.

2. Comunique-se de forma rápida e completa

Comunique imediatamente as alterações de projeto ao fabricante do contrato. As alterações podem causar interrupções significativas na produção, se não forem tratadas adequadamente. Se você estiver fazendo uma revisão importante, isso poderá afetar o fluxo de produção, o treinamento necessário, a programação e o custo total, entre outros fatores. Lembre-se: se o fabricante contratado trabalha com fornecedores adicionais, eles precisam de tempo para comunicar as alterações a esses fornecedores.

É aconselhável evitar grandes mudanças de design no meio de uma produção. Em vez disso, aguarde até a próxima ordem de implementação completa para garantir que a alteração seja planejada e executada adequadamente. Isso também facilitará o rastreamento dos níveis de revisão do produto para você, o fornecedor e seus clientes.

Como pequenas alterações de design podem afetar os preços de desenvolvimento de produtos?

Você enviou seu design, viu seu protótipo e há algo que, com certeza, não está certo. Talvez uma curva esteja mais profunda do que o esperado. Existe uma crista ou covinha onde não deveria existir. Talvez o geral não pareça do jeito que você esperava. Mas é uma solução simples, certo?

O simples nem sempre significa que será fácil e certamente não significa que será barato. Os preços de desenvolvimento de produtos levam em consideração muitos fatores e até uma pequena alteração pode acabar custando mais do que o esperado. Especialmente se você não comunicou de forma clara ao front-end.

Como algo tão simples pode acabar custando tanto?

Primeiro, vamos voltar ao processo usado para criar o produto. Todo processo tem certas limitações. Quando o fabricante citou seu produto, ele selecionou um processo que atendia aos requisitos ou expectativas do produto. Mas suponha que um ano depois você decida que quer mudar algo sobre a peça; você deseja tornar o acabamento mais espesso, porque percebeu que está desgastando um pouco. Embora isso pareça uma pequena mudança do seu lado, no lado do fabricante é uma história diferente. O fabricante pode ter que mudar o processo de produção para um que seja mais complicado, ou demorado e trabalhoso. Talvez os materiais utilizados sejam mais caros.

Então como é que essa situação acontece? Não é algo que deveria ter sido resolvido antes da prototipagem?

A resposta é que isso pode acontecer de várias maneiras. Às vezes, os detalhes não são especificados, nem em discussões preliminares nem em desenhos ou modelos de CAD. Às vezes, há simplesmente uma “falha na comunicação”.

E quem arca com o custo?

Depende. Se um cliente cometeu um erro e a única solução é refazer a ferramenta, ele geralmente acaba pagando pela nova ferramenta. Todas as ferramentas têm uma expectativa de vida, por exemplo, 100.000 chapas. A vida da ferramenta é afetada por várias coisas, incluindo o material de que é fabricado, a velocidade de corte e a carga que se espera que ele suporte.

Digamos que uma ferramenta siga seu curso, mas o cliente ainda está fazendo pedidos. É necessário criar uma nova ferramenta, mas alguns fabricantes contratados não cobram para fazer essa nova ferramenta por causa do relacionamento com o cliente. Se o cliente quisesse fazer algumas alterações, o fabricante do contrato provavelmente trabalharia com ele em qualquer taxa, às vezes absorvendo o custo de reequipar. Depende do relacionamento entre as partes e a proporção das mudanças.

Ultima consideração:

Se uma alteração no projeto resultar em uma alteração no material, você poderá observar custos mais altos. Especialmente se os materiais para o projeto anterior já tiverem sido pedidos. Também pode causar custos unitários mais altos, taxas de demolição e atrasos.

Uma coisa é certa, a parceria com um fabricante contratado que pode oferecer recursos em diversos processos de fabricação certamente poupará tempo e dinheiro. E essas são duas coisas que todos podem usar mais.

3. Seja proativo!

Previna problemas de controle de qualidade ao adotar uma posição proativa em vez de reativa. Faça inspeções regulares na fábrica para identificar problemas e procurar maneiras de melhorar os processos. Qualquer setor deseja encontrar a causa raiz do problema e resolvê-lo o mais cedo e mais simples possível. O problema pode ser resolvido por:

  • Adquirir novos equipamentos e utensílios;
  • Treinamento aprimorado dos funcionários;
  • Atualizações ou adições de software;
  • Maior atenção durante a fase de projeto;
  • Mais ênfase nos processos de pré-produção;
  • Procedimentos adicionais de embalagem/manuseio.

4. Implementar e enfatizar processos de controle de qualidade

‘Melhoria contínua’ é mais do que uma expressão clichê. O uso de um procedimento de controle de qualidade bem desenvolvido e bem monitorado é essencial para minimizar os custos associados ao retrabalho. Adotando uma filosofia de Gestão da Qualidade Total (TQM) e implementando o Ciclo PDCA ou outro circuito fechado, o sistema de melhoria contínua é um ótimo começo. A qualidade Six Sigma e as práticas de fabricação Lean ajudarão a eliminar o desperdício e melhorar a qualidade.

Dica de ação: Se você ainda não o fez, inicie um programa de Ação Corretiva e Preventiva (CAPA) para diagnosticar um problema usando o processo Oito Disciplinas, designe uma equipe para resolvê-lo e resolva-o dentro de um prazo especificado.

5. Criar um plano de materiais para sucata

É sempre preferível reparar ou alterar um produto, mas às vezes o descarte é inevitável. Caso você precise descartar, tente reduzir ao máximo a quantidade de desperdício. Dependendo do material ou localização:

  • Você pode evitar taxas de dumping?;
  • O produto ou os componentes individuais podem ser recondicionados ou reaproveitados?;
  • As peças podem ser recicladas?.

O retrabalho pode ser um fato da vida da manufatura, mas não deve consumir seu tempo e energia. Essas cinco dicas foram disponibilizadas com o objetivo de simplificar sua vida, implementando processos de boa qualidade, que devem resultar em produtos ainda melhores para seus clientes.

 


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Tecnologia de gestão para alavancar a produtividade da indústria

Há algumas décadas, a tecnologia entrou em cena — e, dia após dia, se fortalece nesse cenário — para contribuir com a alavancagem de resultados empresariais. Capaz de potencializar a produtividade e de melhorar a competitividade do negócio, os recursos de gestão amparados em tecnologia despontaram como ferramentas imprescindíveis ao êxito e à perenidade da operação.

Nos dias de hoje, a despeito das diferenças estruturais e mercadológicas das indústrias bem-sucedidas, há algo de unânime na forma como administram as atividades da fábrica: todas dispõe de um sistema integrado de gestão, o ERP, para organizar, automatizar e controlar seus processos, medindo resultados com transparência e constância.

Os resultados de uma liderança tecnológica começam a ser sentidos ainda no curto prazo — e não param de render bons frutos, independentemente do tempo que vigore. O incremento na produtividade, significativa e lucrativamente, é constante.

A importância do ERP para eliminar o retrabalho na fábrica

Uma vez reforçada a importância do ERP na produtividade da indústria, é pertinente observar de que forma a tecnologia de gestão atua, também, de forma a eliminar o retrabalho na fábrica.

Evidentemente, ambas as situações estão essencialmente interligadas: se há altas taxas de retrabalho na fábrica — consequentemente demandando nova mobilização de recursos e, na maioria dos casos, também gerando desperdícios de recursos — é bastante provável que a produtividade esteja comprometida.

A combinação dos dois elementos é perigosa e, caso seja identificada, deve ser imediatamente corrigida, permitindo que a operação volte a trilhar um caminho saudável de desenvolvimento. Como aconselhado nas 5 dicas expostas neste artigo.

O ERP, quando aplicado no cotidiano fabril, viabiliza e otimiza etapas crucial do processo produtivo: o planejamento de produção, por exemplo, permite o cruzamento de dados (curva de demanda, saldo de estoques, disponibilidade de máquinas) e torna a execução mais executa, segura e rentável.

ERP para melhorar a produtividade da indústria

A eficácia (e, mais do isso, o caráter indispensável) do ERP na fábrica é, portanto, indiscutível. Mas atenção: não basta implantar a tecnologia, é preciso estar convicto de que se trata da solução mais adequada para gerenciar as operações do negócio.

Neste momento, a escolha do fornecedor requer cautela e confiança; afinal, a relação pretende-se duradoura e, caso esteja alicerçada em propósitos comuns, também bastante produtiva para as partes.

Dentre os benefícios suscitados, por exemplo, pela utilização integrada do Areco ERP, despontam:

  • Engenharia integrada de produtos (incluindo cadastros de matérias-primas, subitens, embalagens e roteiros de produção);
  • Planejamento de produção (considerando a disponibilidade de recursos e as informações de turnos, horas úteis e prazos);
  • Gerenciamento de Ordem de Produção (com geração de código de barras para apontamento online de cada etapa);
  • Emissão de relatório de IQF e laudos de matéria-prima e produto acabado.

Diante disso, ficam ainda mais evidentes os termos da vantajosa relação que existe entre a tecnologia em gestão e a otimização dos processos fabris.

Uma coisa é certa: empresas competitivas, que estão na vanguarda de seus mercados e aglutinam resultados expressivos, apostam em ERP para integrar, controlar e gerenciar suas operações — da produção à administração.

Conte conosco para combater o retrabalho e alavancar a produtividade da sua empresa! Para saber como podemos ajudá-lo, fale com um consultor!

Para melhorar a performance da empresa em 2018, veja como encontrar o ERP ideal

Para melhorar a performance da empresa em 2018, veja como encontrar o ERP ideal

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O encerramento de um ano pressupõe uma série de obrigações nas empresas brasileiras — independentemente do porte ou do segmento a que se dediquem.

Seja na elaboração (e divulgação) de balanços, seja na construção do planejamento estratégico para o próximo ciclo, é certo que os gestores estão geralmente bastante atarefados quando o mês dezembro se inicia.

Muito embora haja inúmeras demandas pendentes, exigindo despachos ou decisões, é essencial que os líderes reservem algum tempo para tratar das definições para 2018. E, neste âmbito, uma das questões essenciais refere-se justamente à identificação de oportunidades e à seleção de ferramentas capazes de alavancar a performance da empresa nos próximos meses.

Por que o ERP é a ferramenta ideal para melhorar a performance da empresa?

Ante à complexidade do mercado e ao dinamismo operacional, os processos de gestão requerem procedimentos cada vez mais sofisticados e eficazes. Em um cenário de alta competitividade, qualquer desvio administrativo pode ser fatal — e, em última escala, comprometer seriamente a perenidade do negócio.

Para fortalecer o controle gerencial e assegurar a integridade dos processos internos, é imprescindível que a tecnologia de gestão seja empregada no cotidiano empresarial. Afinal, somente ao centralizar os dados, simplificar rotinas e automatizar operações é possível alcançar a otimização de recursos e o desenvolvimento consistente.

Neste cenário, o ERP desponta como um dos mais importantes aliados na melhoria contínua de performance.

Enquanto ferramenta estratégica, o software permite segurança nos dados e fácil acesso a análises detalhadas, por atividades e/ou áreas de negócio. Enquanto instrumento operacional, o sistema garante mais agilidade na execução e menos retrabalho no cotidiano de trabalho.

A mensagem, portanto, é clara: se você ainda não possui um ERP, é o momento de valer-se dos benefícios da tecnologia gerencial. Se já tem, mas há sérias limitações de aderência e funcionalidades, passou da hora de efetivar a troca.

Lembre-se: de acordo com uma pesquisa do IDG Research Service, empresas que utilizam um sistema ERP crescem até 35% mais rápido. E com produtividade 10% maior.

Como encontrar o ERP ideal para as suas operações?

A escolha de um fornecedor aderente, seja na missão de implantar ou de substituir uma solução ineficaz, é determinante para o sucesso da parceria tecnológica — que se pretende duradoura e mutuamente próspera.

Desta forma, é importante que o gestor se certifique de optar por um serviço completo, transparente e, claro, com um custo-benefício atrativo.

Dentre as ponderações da decisão, é importante garantir algumas avaliações fundamentais. São elas:

1. A tecnologia é aderente à operação?

É indicado que esse questionamento norteie todo o processo. Se ainda não há tecnologia de gestão, é preciso levantar e mapear processos de forma detalhada. Se a empresa já conta com um sistema, mas enfrenta empecilhos constantes no manejo do software, a substituição por uma solução mais assertiva é a melhor alternativa — e, para isso, a compilação das dificuldades deve ser clara e criteriosa.

2. O sistema suporta (e acompanha) o crescimento da empresa?

Não é nenhum segredo: o investimento em um software de gestão requer planejamento, uma vez que demanda somas consideráveis. Por isso, é crucial que o sistema escolhido seja capaz de acompanhar o negócio em sua trajetória de crescimento.

De nada adianta contratar um fornecedor agora e, daqui a alguns anos, quando a operação for expandida, perceber que já não é mais possível contemplar a operação nas funcionalidades contratadas. É prejuízo na certa!

Prepare-se para 2018 com o Areco ERP

O Areco ERP é composto por módulos individuais que se integram totalmente, otimizando processos do CRM ao BI e perpassando por todas as etapas do workflow. A solução automatiza processos, elimina retrabalho e minimiza as chances de erro nas atividades cotidianas, garantindo transparência e segurança na tomada estratégica de decisões.

O Areco ERP é multimoedas, multiempresas e multi-idiomas, reunindo uma gama ampla de relatórios e telas gerenciais. As atualizações do software são automáticas e contemplam todas as Legislações Federais e Estaduais sem custos adicionais. Tudo isso com implantação em tempo recorde e o melhor custo x benefício do mercado.

 

Quer saber mais sobre como melhorar a performance da empresa em 2018? Fale com um consultor!

 

 

 

Saiba como otimizar as principais rotinas financeiras da empresa

Saiba como otimizar as principais rotinas financeiras da empresa

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Não seria equivocado afirmar que o setor financeiro de qualquer empresa, independentemente de seu porte ou do segmento em que atua, é o verdadeiro pulmão da organização.

Em função de seu caráter estratégico — cujo funcionamento, quando adequado, garante que os gestores possam respirar tranquilos —, a operação financeira desponta como um aspecto sensível à saúde e à perenidade do negócio.

Quais são, portanto, as principais rotinas de controle financeiro e como é possível otimizá-las no cotidiano? Saiba agora!

1. Contas a pagar e contas a receber

As rotinas de pagamento, assim como as de recebimento, são estratégicas. Para garantir a conformidade dos prazos, evitando transtornos e prejuízos, é importante que as demandas estejam organizadas, conectadas e registradas.

A despeito disso, caso a operação seja excessivamente manual, não é raro que haja, em alguma etapa do processo, uma alta incidência de erros — o que, na maioria das situações, também gera a necessidade de retrabalhos para efetivar ajustes e correções.

No intuito de otimizar a gestão de contas (a pagar ou a receber), portanto, é indicado que se recorra à padronização de processos e à automatização de tarefas, assegurando o cumprimento de prazos e a adequada disponibilidade de recursos.

 Com o Areco ERP, todas as rotinas relacionadas à movimentação financeira de contas (a pagar ou a receber) estão integradas e são automatizadas pelo sistema. Dentre as funcionalidades do software, desponta a simplificação dos registros referentes a baixas, adiantamentos e renegociações. Além disso, o ERP também emite boletos, gera notas de débito e facilita o processo de cobrança escritural.

2. Conciliação bancária

A conciliação bancária pode se tornar um verdadeiro martírio aos analistas financeiros. Isso porque a conferência das movimentações da conta pode tomar um tempo precioso — que poderia ser empregado em atividades com maior valor agregado.

Na maioria das vezes, a empresa mantém várias contas, em diversas instituições bancárias, e o processo de validação de saldos se torna moroso e, claro, também um pouco perigoso: qualquer equívoco pode gerar transtornos que originam desde a necessidade de uma nova conferência até o acionamento de outras áreas e/ou entidades envolvidas.

Com o Areco ERP, os processos de Tesouraria são automatizados, facilitando a gestão dos recursos e as análises financeiras imprescindíveis ao negócio. Em específico, no caso da conciliação bancária, o sistema importa todos os lançamentos da conta para o ERP, integrando o extrato bancário para compará-lo com o saldo do controle interno. Desta forma, suportando a integração com instituições bancárias e a importação automática de dados, as rotinas de conciliação são potencializadas.

3. Fluxo de caixa

O fluxo de caixa é uma análise essencial à saúde da empresa — e une todas as operações da área financeira, inclusive as mencionadas acima. Diretamente ligada à gestão de contas a pagar e a receber, por exemplo, o relatório condensa as transações efetuadas no período e indica qual é a situação monetária da empresa — evidenciando problemas ou oportunidades de caixa.

Uma boa análise de fluxo de caixa propicia vantagens estratégicas na gestão do negócio, contribuindo para considerar possibilidades de negociação, observar impactos na folha de pagamento e sustentar a validação do planejamento tributário.

Com o Areco ERP, o gestor tem acesso online a diferentes modelos de visualização (incluindo representações gráficas) para compor um exame analítico, sintético e analítico. O controle pode ser feito por períodos determinados e admite a consolidação de dados de diversas empresas e contas, oferecendo uma ampla gama de opções para filtros e pesquisas e proporcionando uma visão consistente do negócio.

 

A importância de otimizar as rotinas financeiras da empresa

As rotinas financeiras são inerentes à atividade empresarial — e a complexidade das análises aumenta à medida em que a operação cresce e se desenvolve.

Neste cenário, é importante que os gestores estejam atentos às demandas internas e saibam se posicionar ante às decisões estratégicas que são exigidas no cotidiano do negócio. Na área financeira, essa máxima é ainda mais verdadeira e recorrente.

Para assegurar a credibilidade dos dados e a assertividade das conclusões, portanto, o apoio de um sistema integrado de gestão é fundamental. Apenas ao dispor de informações críveis e transparentes, capazes de alicerçar táticas e investimentos, é possível tornar a operação mais robusta, sustentável e lucrativa.

O Areco ERP conta com onze módulos totalmente integrados, do CRM ao BI, e gerencia todas as etapas do workflow. No software, as rotinas financeiras, fiscais e de controladoria são integradas e automatizam a execução de processos complexos e essenciais, explorando diversos níveis de detalhe.

Quer saber como podemos ajuda-lo a impulsionar o seu negócio? Fale com um consultor!

 

 

O que uma ferramenta de CRM pode fazer pelo seu negócio?

O que uma ferramenta de CRM pode fazer pelo seu negócio?

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A alta competitividade do mercado exige que as empresas modernas estejam constantemente engajadas na busca pela alta performance operacional. Ao contar com processos padronizados e automatizados, partindo da simplificação de tarefas e da gestão otimizada dos recursos disponíveis, é possível alavancar a competitividade e perseguir lucros cada vez mais expressivos.

Dentre as rotinas empresariais de alto valor agregado, despontam as atividades comerciais — desde que executadas de forma estratégica, priorizando o excelente desempenho e a maximização dos resultados.

O fechamento de novos negócios é, sem dúvida, a força que move e impulsiona o desenvolvimento do negócio, permitindo que a solução oferecida seja valiosa e eficaz diante das demandas de um público cada vez mais exigente.

Neste âmbito, é imprescindível que a equipe comercial disponha de ferramentas adequadas ao trabalho operacional e gerencial, as quais sejam capazes de auxiliar o time no cotidiano desafiador que é inerente à função de vendas.

A importância do CRM na rotina comercial

Conceitualmente, o CRM (Customer Relationship Management) dispõe sobre as estratégias que efetivam e nutrem o relacionamento entre uma empresa e seus clientes — sejam eles ativos ou potenciais.

Para gerenciar a miríade de informações que são relevantes aos trâmites comerciais, principalmente no que compete às negociações de venda, é importante que a equipe comercial centralize os apontamentos e, a partir disso, consiga acessar os dados com agilidade e transparência.

Desta forma, o CRM enquanto recurso tecnológico, dotado de funcionalidades que conferem mais praticidade e segurança às rotinas de venda, é essencial ao sucesso da área comercial.

A capacidade de facilitar a gestão de informação, por parte da equipe, e a de possibilitar análises profundas de resultados — em relatórios diários, quinzenais ou mensais, de acordo com as necessidades do gestor — conferem à ferramenta uma posição de valor.

Afinal, o dinamismo do mercado e o acirramento da concorrência provocam (e exigem) uma reação eficaz e consistente — e a tecnologia é a grande aliada das organizações de alta performance.

O que o CRM pode fazer pelo seu negócio

De acordo com um estudo realizado pela Bain & Co, 52% dos gestores de vendas que contam com um sistema integrado de CRM atingem suas metas comerciais, contra 40% daqueles que não dispõem do recurso.

Diante disso, é fácil identificar que a tecnologia, quando aplicada às rotinas da área, compõe um grande diferencial no modo como as negociações são tratadas e registradas, garantindo que todo o processo seja mais claro, seguro e eficiente.

Mas, na prática, como o CRM pode realmente contribuir para que o departamento comercial seja alavancado, provendo resultados mais significativos ao negócio?

Dentre os benefícios pertinentes à implantação de um sistema integrado de CRM, despontam:

  • criação de projetos, facilitando a filtragem de classificação para viabilizar ativações individualizadas;
  • definição de permissões e catalogação de equipe responsável por cada projeto;
  • criação de cadastros rápidos e simplificados para novos prospects;
  • criação de agrupamentos para viabilizar o monitoramento dos estágios de negociação;
  • definição e acompanhamento de SLA (prazos diferenciados para cada tarefa);
  • definição do potencial de compra de cada prospect;
  • avaliação da “temperatura” da negociação;
  • construção e acompanhamento de agendas externas;
  • programação de lembretes para tarefas pendentes;
  • criação de propostas personalizadas;
  • interação com a equipe e distribuição de atividades;
  • extração de relatórios (via ERP) para visualização dos resultados de cada etapa;
  • armazenamento do histórico de interações com o contato.

Em suma, o CRM é um instrumento muito poderoso à otimização de rotinas e de recursos no departamento comercial. As funcionalidades da plataforma permitem que a equipe de vendas acesse, com rapidez e consistência, os dados do contato e o histórico de relacionamento — resgatando, ao alcance de poucos cliques, inclusive a relação de propostas previamente enviadas.

Neste âmbito, não seria equivocado afirmar, portanto, que o CRM é estratégico e, mais do que isso, imprescindível ao sucesso das negociações comerciais, contribuindo ativamente para alavancar a lucratividade do negócio.

Areco Agent, o CRM integrado ao Areco ERP

As vantagens da implantação do CRM são evidentes e inegáveis; contudo, é importante ressaltar que a utilização isolada da ferramenta não proporciona a exploração total de suas capacidades. Para potencializar os resultados comerciais, é preciso que o CRM seja integrado ao sistema que gerencia todas as operações da empresa, o ERP.

O Areco Agent, CRM da Areco, é totalmente integrado ao Areco ERP, o software integrado de gestão. Uma vez associados, os sistemas trabalham juntos para potencializar as rotinas comerciais, simplificando e consolidando operações fundamentais à atividade de vendas.

Para exemplificar os benefícios da atuação conjunta, imagine o seguinte contexto:

  • Primeiro, o gestor comercial classificou o potencial dos prospects, melhorando a qualidade dos leads. Assim, é possível focar a ação e administrar o tempo, priorizando contatos que apresentam mais chances de gerar resultados.
  • Depois, criou um mapa de tempo, em formato de agenda, para organizar e monitorar atividades internas e externas.
  • Em seguida, criou e nutriu uma base rica de informações que oferecem estatísticas importantes sobre insights, desempenho e resultados.
  • Concomitantemente, interagiu com sua equipe interna, emitiu lembretes e estimulou a produtividade.
  • Por fim, utilizou um sistema consistente para criação de propostas, valendo-se de regras comerciais já estabelecidas, evitando valores incorretos que podem gerar vendas de baixo resultado ou prejudiciais ao negócio.

A tecnologia da Areco — e, neste caso, a união do Areco Agent e do Areco ERP — é a solução ideal para lapidar operações e melhorar o desempenho da área comercial. Com a integração, a incidência de erros e a improdutividade do time são reduzidos, liberando mais tempo para que a equipe foque no que é realmente importante: vender.

 

Quer conhecer um pouco mais sobre o Areco Agent? Fale com um consultor!

3 dicas para aumentar a produtividade na prestação de serviços

3 dicas para aumentar a produtividade na prestação de serviços

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Em serviços, a missão de aumentar a produtividade é fundamental para garantir a saúde e a lucratividade do negócio. Por se basear na comercialização de artigos intangíveis, a diferenciação das empresas do segmento deve estar fortemente amparada na prestação, enfatizando atributos valorizados pelo mercado.

Ante a um mercado cada vez mais competitivo, é natural que os gestores adotem estratégias para alavancar os resultados de suas operações. Aos líderes que se dedicam à área de serviços, portanto, a questão da produtividade é ainda mais sensível e urgente — uma vez que pode determinar o sucesso ou o fracasso da organização.

O desafio da produtividade em empresas de serviços

A comercialização de serviços é uma tarefa complexa. Não apenas porque o item oferecido é abstrato e intangível, mas porque a satisfação do cliente está indissociavelmente ligada à qualidade da execução — que, por sua vez, se relaciona à efetividade do profissional em operação.

Em um contexto tão repleto de variáveis, fica nítido que o maior desafio das empresas contemporâneas de serviços reside na capacidade de manter a excelência na entrega. Afinal, somente ao capacitar os profissionais de campo, munindo-os de ferramentas que garantam o cumprimento dos padrões estabelecidos, é possível atingir os resultados desejados.

A questão da produtividade, portanto, é um ponto nevrálgico nas operações das empresas de serviços que desejam crescer. Por isso, é fundamental que os gestores estejam atentos às táticas eficientes para potencializar a performance de suas equipes, assegurando a satisfação dos clientes.

Como conferir mais produtividade às empresas de serviços

Para aumentar a produtividade na prestação de serviços — e, consequentemente, alavancar os resultados das empresas como um todo —, algumas estratégias se mostram bastante pertinentes. Dentre as dicas mais eficazes, despontam:

1. Estabeleça processos consistentes e monitore-os

Principalmente em serviços, a padronização de processos é indispensável à excelência na entrega. Para minimizar as variações na execução, considerando que cada profissional tem características particulares, é preciso estabelecer rotinas claras.

Mas lembre-se: não basta formalizar um processo e esquecê-lo na gaveta. Tão importante quanto definir o fluxo de trabalho, pontuando aspectos-chave para a prestação de serviços, é certificar-se de que o profissional responsável pela aplicação está alinhado às diretrizes firmadas e obedece integralmente às orientações.

Para garantir essa conformidade, abuse dos indicadores de desempenho! As métricas são essenciais para que você consiga avaliar a consistência de um colaborador e/ou de sua área com dinamismo e proatividade, sendo capaz de empreender eventuais ajustes que se mostrem necessários.

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2. Promova treinamentos regulares

Para atenuar as variações inerentes à prestação de serviços (uma vez que, como já mencionamos, cada profissional reúne suas próprias particularidades), é importante que a aplicação de treinamentos seja contínua e regular.

Ao convocar os profissionais da área para uma sessão de reciclagem ou atualização, você garante que haja maior assimilação dos conceitos que deseja incorporar à prestação de serviços, aumentando as chances de êxito no processo e maximizando a satisfação do cliente no ato da entrega.

Neste âmbito, a capacitação é condição determinante para garantir as melhores práticas e tirar do papel a padronização de processos.

3. Invista em tecnologia integrada de gestão

Para controlar e acompanhar os processos definidos, assegurando conformidade e eficiência na prestação de serviços, a tecnologia em gestão é indispensável à alta performance empresarial.

Apenas ao monitorar indicadores e controlar resultados, por departamento ou indivíduo, é possível estabelecer bases confiáveis de análise e endossar decisões estratégicas ao negócio. Além disso, um software de gestão permite a automatização de rotinas e facilita o cotidiano operacional, conferindo mais agilidade e transparência à gestão de serviços.

 

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