Mentiras que já te contaram sobre ERP

Mentiras que já te contaram sobre ERP

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Tempo de leitura: 9 minutos


Os sistemas integrados de gestão não são um bicho de sete cabeças. Algumas conclusões precipitadas podem ter impedido você (e o seu negócio) de crescer e acompanhar a evolução tecnológica. Acertamos? No esforço para corrigir esse mal-entendido — que é bastante prejudicial ao desenvolvimento da sua empresa — aproveitamos o Dia da Mentira para desmistificar as mentiras que já te contaram sobre ERP, um dos maiores aliados dos gestores eficientes.

Confira!

 

1. O ERP é caro e apenas grandes empresas podem ter

Foi-se o tempo em que a tecnologia de gestão era um privilégio das empresas de grande porte. Com a expansão dos mercados e da concorrência, companhias em desenvolvimento notaram a necessidade de otimizar processos e recursos — e concluíram que o caminho mais coerente para isso era investir em sistemas integrados.

Hoje, a realidade das micro, pequenas e médias empresas é bem diferente. Se, por um lado, é preciso tracionar operações e ganhar competitividade; por outro, é possível contar com ferramentas eficientes de gestão sem, no entanto, comprometer o fluxo de caixa.

O investimento é necessário, mas o déficit financeiro não deve ser uma opção. Ao optar por uma solução aderente ao seu negócio, você deve priorizar funcionalidades essenciais e considerar uma implantação modular, evoluindo a integração de forma transparente e gradual sem que as contas tirem o seu sono – afinal, essa é uma das mentiras que já te contaram sobre ERP.

Assim, a equação fica mais simples e o resultado, no fim das contas, é muito positivo. Acredite: essa iniciativa faz toda a diferença na escalada das companhias contemporâneas e pode determinar o sucesso da sua operação no curto, médio e longo prazo.

 

2. A implantação é sempre lenta e desgastante

Escolher o ERP ideal para a sua empresa é um alívio. Bater o martelo significa avançar a uma nova fase: a da implantação da tecnologia. A gente garante que não há motivo para pânico!

Se você optou por um fornecedor estruturado e por uma solução robusta, pode ficar despreocupado: você certamente poderá contar com metodologia validada, suporte técnico experiente e orientações precisas para viabilizar uma implantação rápida e indolor.

A melhor forma de assegurar o aprendizado ágil e orgânico, preparando o time para explorar o máximo potencial da tecnologia, é definir responsáveis em cada área — Financeiro, RH e Produção, por exemplo — e estimulá-los a documentar, replicar e reter o conhecimento acerca das funcionalidades do ERP.

Pode confiar: essas medidas minimizam impactos negativos e desmistificam a falácia de que a implantação é sempre lenta e desgastante. Pelo contrário, viu? A dica é começar a encarar o período de implantação como uma fase essencial de transição e, em vez de questionar a efetividade da solução, vale vislumbrar os impactos altamente positivos da sua nova tecnologia de gestão.

 

3. É difícil adaptar as rotinas da equipe ao ERP

 É bem fácil desacreditar essa afirmação — e, para demonstrar, basta recorrer a um cenário bem corriqueiro nas indústrias. Imagine, por exemplo, a necessidade gerencial de registrar os apontamentos de produção no chão da fábrica.

Quando feitos manualmente, os registros exigem tempo e atenção, dois recursos que costumam ser bastante escassos na rotina da produção. Justamente por isso, as informações coletadas estão sujeitas a erros manuais e podem não representar com exatidão a realidade da fábrica — seja no consumo de matéria-prima, seja na demanda de cada etapa — comprometendo as análises mais estratégicas.

Com que facilidade, então, o time do PCP se adaptaria à captura do código de barras para viabilizar os apontamentos da produção? Em vez de exigir pausas recorrentes, a tecnologia faria o trabalho de coletar dados e, automaticamente, remetê-los a um sistema totalmente integrado.

O correto seria dizer que o ERP é de muito fácil adaptação, na medida em que proporciona mais agilidade, transparência e eficiência a todos os departamentos da companhia — do RH ao Comercial.

 


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4. O ERP é engessado e pouco flexível

 Muito embora haja uma sistematização clássica, que atende às necessidades mais básicas da gestão empresarial, as customizações são totalmente possíveis e podem ser facilmente implementadas quando a operação exige diferenciação. Precisa de um campo extra no cadastro de fornecedores? Converse com seu parceiro, entenda as dependências do software e negocie a personalização das telas mais importantes.

Enquanto tecnologia integrada, é natural que o fluxo do ERP siga alguns padrões de operação, né? Mas lembre-se: integrado é diferente de engessado!

Pense só: se uma determinada empresa interliga a Produção, o Comercial e o Compras, por exemplo, é fundamental que as matérias-primas estejam devidamente descritas e que a Engenharia de Produção sinalize as quantidades envolvidas em cada item. Assim, sempre que os níveis de estoque estiverem baixos — e o número de pedidos feitos demonstrar déficit de insumos —, a funcionalidade de ressuprimento automático pode entrar em ação e liberar Ordem de Compra de modo automático.

Ou seja: 0% engessado, 100% aderente à rotina das empresas focadas em otimização de recursos e em alta performance – concluindo que com certeza essa é uma das mentiras que já te contaram sobre ERP.

 

5. As atualizações são custosas e inviáveis

Para que essa observação seja uma mentira, é importante que você escolha seus parceiros a dedo. Alguns fornecedores de software podem cobrar por atualizações essenciais, tais como aquelas que correspondam às exigências fiscais homologadas pelo Governo, mas essa não é a regra do mercado — e tudo depende da sua opção.

Em 2018, por exemplo, o eSocial foi aprovado e exigiu que a tecnologia de gestão se adequasse às normativas de controle. Todas as empresas passaram por um período de adaptação e tiveram que contar com a eficiência de seus fornecedores. Clientes da Areco Sistemas Empresariais, por exemplo, não precisaram desembolsar sequer R$ 1 para dispor da atualização!

Neste caso, a afirmação de que atualizações são custosas e inviáveis cai por terra, né? Melhorias que envolvem a operação legal — financeira, fiscal e tributária, de forma geral —, interferindo no cumprimento de leis, pode ser entregue sem custo adicional. Para isso, vale a dica: escolha seu ERP com consciência e segurança.

 

A essa altura, você provavelmente já está convencido de que algumas coisas que ouviu sobre ERP são, no fundo, apenas compreensões equivocadas. Certifique-se de não cair mais nessas mentiras que já te contaram sobre ERP, hein?

Se precisar de ajuda para desmistificar a tecnologia de gestão, identificando as principais necessidades da sua empresa, conte com a gente! Nossa equipe de especialistas está pronta para tirar todas as suas dúvidas!

(19) 3849-4355
contato@areco.com.br

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Quais processos controlar na gestão de indústrias de plástico?

Quais processos controlar na gestão de indústrias de plástico?

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Cada segmento de mercado possui características particulares e, por isso, também demanda roteiros distintos de operação. A eficácia na gestão de indústrias de plástico — que deve encerrar o ano 2018 registrando cerca de 2,5% de crescimento —, exige que a empresa esteja munida das ferramentas certas.

Para o gestor, o controle operacional deve ser uma preocupação constante. Afinal, apenas ao certificar-se da transparência dos processos e da assertividade dos indicadores, mantendo a constância das análises, é possível trilhar um caminho de desenvolvimento.

O panorama das indústrias de plástico no Brasil

De acordo com matéria publicada pelo jornal Valor Econômico, a produção física da indústria de plástico alcançou 6,13 milhões de toneladas em 2017. Com projeções favoráveis à retomada da economia, o cenário é otimista para os próximos anos e prevê oportunidades para o setor.

É fundamental pontuar, porém, que, de acordo com dados governamentais, existem mais de 27 mil indústrias de plástico no Brasil — considerando o CNAE 222 como base — e que a competitividade tende a se mostrar cada vez mais acirrada.

Diante disso, não seria exagerado dizer que os líderes precisam estar preparados para enfrentar um cenário desafiador, volátil e altamente competitivo.

E enganam-se os que pensam que basta reunir as competências técnicas para administrar. Em tempos de tecnologia, as ferramentas integradas de gestão, por exemplo, despontam como instrumentos indispensáveis ao desenvolvimento (e à perenidade) do negócio.

Os principais processos na gestão de indústrias de plástico

Uma operação saudável precisa se amparar em processos sólidos e coesos. Na prática, a afirmação remonta à padronização de procedimentos, à centralização de informações e à transparência dos dados.

No que compete à equipe, por sua vez, é imprescindível que o cotidiano de trabalho seja marcado pela alta performance e que implique em uma entrega ágil e de qualidade.

A união dos dois contextos é, sem dúvida, promovida e facilitada pela tecnologia de gestão. Ao oferecer funcionalidades aderentes às rotinas das indústrias de plástico, disponibilizando recursos específicos para as demandas fabris e administrativas, o software ERP garante mais segurança e potencializa os resultados.

Dentre os processos mais comuns — e, justamente por isso, mais críticos ao sucesso e ao crescimento das empresas do ramo — e nos quais os sistemas de gestão atuam ativa e positivamente, despontam:

1. Planejamento de produção

O funcionamento adequado da fábrica é certamente uma das maiores preocupações dos gestores industriais. Por isso, a simplificação do planejamento de produção é de grande valia às manufaturas.

O ERP, por exemplo, automatiza o cruzamento de dados para formatar a produção da planta. Ao considerar a disponibilidade de recursos — sejam eles físicos, humanos ou materiais — e relacioná-los com os critérios de turnos, horas úteis e prazos negociados, o sistema entrega uma programação consistente, efetiva e absolutamente viável.

2. Apontamentos online

Os apontamentos online são extremamente úteis para garantir um controle mais assertivo e em tempo real das atividades produtivas, permitindo que o gestor visualize, analise e tome decisões a respeito de sua planta.

Por meio de uma tela específica, o funcionário encarregado da operação das máquinas sinaliza em qual parte do processo está trabalhando, registrando o início e o fim da etapa.

Assim, os apontamentos podem ser posteriormente comparados ao planejamento inicial, indicando se (em qual fase) houve falhas. Nesse caso, o gestor tem autonomia e agilidade para corrigir os desvios antes que comprometam a produtividade da fábrica.

3. Controle de refugo (ou material refugado)

Na indústria de plástico, não é totalmente incomum que o produto acabado apresente qualidade inferior e, assim, não possa ser comercializado como o padrão do portfólio.

Para atender, monitorar e mesmo rentabilizar esses itens, existe a possibilidade de estoca-los como produtos refugados e, em seguida, oferecê-los ao mercado por um preço abaixo do habitualmente praticado. E o ERP é a única ferramenta capaz de prover tal nível de controle.

A funcionalidade é importante para garantir a lisura das operações de transformação (considerando a quantidade de matéria-prima e, em seguida, o volume do produto acabado) e permitir que o gestor visualize sua produção de forma mais detalhada — inclusive percebendo se há alta incidência de erros recorrentes na fábrica.

 

O Areco ERP é totalmente aderente às rotinas operacionais das indústrias de plástico e contribui de modo direto para potencializar os processos de gestão — angariando, assim, resultados cada vez mais consistentes.

Além das rotinas de planejamento de produção, apontamentos online e controle de material refugado, o software também automatiza a engenharia integrada (com cadastro ilimitado de níveis para itens produzidos) e gera laudos completos de produtos acabados.

Quer saber como podemos ajudá-lo a alavancar o desempenho da sua indústria? Fale com um consultor!

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