Os principais desafios da gestão industrial (e como resolvê-los!)

Os principais desafios da gestão industrial (e como resolvê-los!)

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A indústria 4.0 mudou a mentalidade dos gestores. A transição, ainda que urgente, exige empenho e disponibilidade.  É preciso se libertar de paradigmas obsoletos, reconfigurar a estratégica da fábrica e implantar ferramentas capazes de manter a competitividade da empresa frente à nova ordem do mercado. A boa notícia é que, ao compreender os principais desafios da gestão industrial, você se prepara para enfrentá-los com segurança e coerência! 😉

Neste artigo, exploramos o cenário da gestão industrial e dividimos com você o que aprendemos com centenas de empresas do ramo. São quase quatro décadas de trabalho em prol de fluxos produtivos mais enxutos, orgânicos e rentáveis — e, desde então, os resultados têm sido expressivos e exponenciais.

Ao terminar a leitura, você se sentirá mais preparado para analisar o contexto do negócio e terá propriedade para enxergar eventuais incongruências na sua linha de produção, eliminando desvios e maximizando resultados com agilidade e eficiência.

Boa leitura e bons insights!

 


Tempo de leitura: 13 minutos


A indústria 4.0 como a nova realidade do setor

Se você ainda tinha alguma dúvida, fica o veredicto: a indústria 4.0 não é uma opção — e sua empresa precisa se adaptar, por iniciativa ou por força de mercado, a um cenário completamente diferente.

Calma, gestor: não há motivo para pânico. Para acompanhar o desenvolvimento da linha de produção, principalmente no que diz respeito à eficiência das máquinas e à qualidade das rotinas de trabalho, você pode contar com um aliado de peso. Você acertou em cheio se pensou em tecnologia.

Na prática, o conceito da indústria 4.0 descreve a aplicação de inovações em indústrias de todos os portes. A automação, por exemplo, ganha cada vez mais relevância e o controle gerencial se abastece de recursos transparentes de acompanhamento. Tudo funciona de modo mais enxuto, coeso e, claro, também mais lucrativo.

Quando as operações seguem um fluxo sistêmico, suprimindo erros manuais e evitando prejuízos, é mais fácil manter o ótimo desempenho do time. Além disso, os recursos — sejam eles físicos, humanos, financeiros ou de tempo —, assim como o fluxo de caixa, agradecem a iniciativa, já que são otimizados ao longo de toda a cadeia produtiva.

A gestão 4.0 é uma verdade inadiável e, como tudo o que é novo, suscita desafios que provocam e estimulam a capacidade empresarial.

Chegou a hora de conhecer alguns deles…

 

Os principais desafios da gestão industrial (e como resolvê-los)

A indústria 4.0 modelou a gestão industrial da atualidade. Não é nenhuma surpresa, portanto, verificar que os maiores desafios da gestão industrial estão associados à (falta de) tecnologia. Hoje o que não pode ser medido não pode ser melhorado, e qualquer gargalo que passe despercebido é determinante nos resultados da companhia.

 

Disponibilidade e demanda

Na fábrica, o dimensionamento da produção envolve uma série de fatores. É preciso garantir o máximo alinhamento entre a demanda comercial, a disponibilidade de insumos e o planejamento da produção.

Com tantas variáveis, dá para entender o motivo que torna a preocupação com a demanda um dos principais desafios da gestão industrial, né? Qualquer desvio — seja uma compra exagerada ou a ociosidade dos equipamentos — pode gerar prejuízos severos e comprometer a perenidade da companhia.

Por isso, é importante manter todos os aspectos produtivos sob vigilância, explorando dashboards e relatórios gerenciais bem robustos, de maneira a assegurar o equilíbrio e a lucratividade da operação.

 

Produtividade e otimização

Produtividade tem tudo a ver com otimização e os líderes industriais estão convencidos disso. Para que a fábrica seja eficiente, é necessário manter a integridade dos recursos dos colaboradores e das máquinas, e estabelecer fluxos coesos de trabalho.

A missão da produtividade, entretanto, vai além das rotinas de operação. Todos os dias o gestor industrial precisa analisar os números da unidade e validar a qualidade dos itens acabados via apontamentos online, confirmando a performance da linha com a máxima confiabilidade.

Aqui, vale pontuar que recursos integrados e inteligentes fazem toda a diferença na rotina das lideranças. Acessando uma base consistente de dados, formatando informações de acordo com a necessidade da avaliação, permite que decisões mais acertadas sejam tomadas em menos tempo.

 

Investimento e inovação

A indústria 4.0 é o indício mais evidente da necessidade de inovação na indústria. Para viabilizar mudanças positivas, porém, é preciso manter os olhos bem fixos no orçamento, certo?

O desafio da liderança, neste caso, é filtrar os inputs para dominar os outputs. Isso significa mergulhar nas carências da fábrica e definir o que é urgente e o que é importante, dosando objetivos de curto e de longo prazo de forma sutil e eficiente.

Pense, por exemplo, na possibilidade de automatizar um processo manual no corte de uma peça específica. Quando a tecnologia fabril é incorporada à engenharia do produto, os ganhos são múltiplos. A incidência de erros e o índice de desperdício são consideravelmente menores, já que a interferência humana é reduzida.

Esse tipo de iniciativa é essencial para manter a competitividade do negócio — e deve constar no planejamento do gestor. Da mesma forma, correções e aprimoramentos pontuais são recorrentes e podem demandar ação imediata. Vale ficar atento!

 

O Areco ERP na gestão das indústrias

A Areco Sistemas Empresariais acumula mais de 30 anos de experiência no mercado de tecnologia de ponta. O Areco ERP, ferramenta modular e totalmente integrada, é a escolha de centenas de gestores focados em alta performance. A tecnologia favorece a automatização de tarefas e permeia todo o workflow, conferindo segurança e autonomia em todas as áreas.

Para otimizar as rotinas na linha de produção, o Areco ERP dispõe de funcionalidades indispensáveis à gestão da indústria 4.0.  Da engenharia de produtos ao controle da qualidade.  O software padroniza operações e garante a análise dinâmica das informações corporativas,  a partir dos 2 mil relatórios disponíveis, com filtros variados, confiável do negócio em tempo real.

 

Fique por dentro de alguns dos diferenciais do Areco ERP…

  • a engenharia integrada de produtos, com cadastro ilimitado de níveis (incluindo matérias-primas, subitens, embalagens e roteiros de produção);
  • o planejamento de produção, considerando a disponibilidade de recursos (incluindo quantidade de funcionários, máquinas e horas úteis da fábrica);
  • o gerenciamento de Ordem de Produção, com geração de código de barras para apontamento online.

Não existe uma resposta única sobre os desafios da gestão industrial, há um aspecto comum às estratégias vencedoras: a tecnologia de gestão.

Certifique-se de encontrar uma solução aderente às demandas da sua operação que capazes de empoderar sua equipe.

Precisa de ajuda especializada para solucionar os principais problemas da sua linha de produção?

A gente pode ajudar! Agende uma consultoria gratuita e saiba como a tecnologia de gestão pode tornar sua empresa ainda mais competitiva.

 

 

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Como escolher o melhor ERP?

Como escolher o melhor ERP?

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Antes de mais nada, vale lembrar que, quando se trata de escolher a tecnologia que organizará os processos da sua empresa, tornando-a cada vez mais enxuta e produtiva, o que vale não é somente o melhor ERP, mas o ERP mais aderente à sua operação.

Para garantir a assertividade da escolha, incorporando o software mais robusto e adequado ao negócio, a dica é simples: mergulhe nas funcionalidades e expanda as bases de comparação. Uma análise detalhada e criteriosa faz toda a diferença no resultado final — e pode determinar a performance da empresa no curto, médio e longo prazo.

Caso você ainda se sinta inseguro com as variáveis tecnológicas, encontrando dificuldades para entender as demandas dos processos que a equipe expõe, respire fundo e continue lendo. Você tem em mãos um guia prático e transparente para desvendar os mistérios do ERP e, assim, chegar à solução ideal para as necessidades da sua operação.

Neste conteúdo, você conhecerá os principais critérios de análise para sistemas integrados, respeitando as particularidades da companhia, e saberá quais são as dicas mais valiosas para não errar na decisão.

 

Por que se preocupar com o ERP?

Se você não esteve em Marte nos últimos 30 anos, provavelmente sabe que a tecnologia de gestão está revolucionando o mundo dos negócios.

 

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Não se trata apenas de comprar com condições mais atrativas, e de vender com margens mais seguras. Estamos, na prática, falando de otimização de ponta a ponta — aquela que contempla desde a engenharia de produto na fábrica até a economia fiscal por meio de um planejamento tributário mais consistente.

E se apenas uma ferramenta pudesse dar conta de toda essa complexidade, integrando dados das mais diversas áreas e consolidando-os em análises aprofundadas e até específicas? Isso existe e está ao alcance de qualquer empresa, independentemente do porte ou do segmento em que atue. Muito prazer, agora você conhece um pouco mais sobre o ERP.

O Enterprise Resource Management (ERP), ou Sistema Integrado de Gestão Empresarial é um importante catalisador de resultados. A tecnologia é um parceiro excepcional dos líderes corporativos: primeiro, porque centraliza todas as informações da empresa; depois, porque simplifica as operações cotidianas para que haja mais tempo para desenvolver uma estratégia verdadeiramente competitiva.

Agora, pense e diga: esses motivos parecem suficientes para confirmar a necessidade de se preocupar com a efetividade do ERP ideal para a sua organização?

Caso a resposta ainda seja negativa (ou você tenha hesitado em responder que sim), talvez valha a pena explorar mais alguns fatores essenciais. O ERP, enquanto recurso indispensável à alta performance, é perfeito para alavancar todos os departamentos da companhia. A tecnologia é valiosa para, por exemplo:

 

  • maximizar a produtividade na fábrica, garantindo que os projetos estejam padronizados e possam ser facilmente executados;

 

  • otimizar a compra de matérias-primas e produtos acabados, uma vez que há total integração entre o Comercial e o Compras, viabilizando negociações mais coerentes enquanto agiliza a rotatividade do estoque de acordo com padrões predefinidos (tais como FIFO e FEFO);

 

  • acelerar a coerência e a lisura fiscal, contribuindo diretamente para o planejamento tributário e para o recolhimento adequado de tributos;

 

  • facilitar o acompanhamento completo de desempenho, do RH ao Comercial, permitindo que uma série de relatórios sejam facilmente emitidos em poucos cliques e em poucas telas.

 

Na prática, os módulos do ERP garantem uma gestão mais enxuta, eficiente e produtiva. Mas, antes de qualquer decisão, cuidado: existe um sistema aderente ao seu negócio e você precisa entender como fazer a melhor escolha.

A boa notícia é que, nas próximas linhas, você vai saber exatamente o que deve avaliar ?

 

Como escolher o melhor ERP?

Não é exagero dizer que não existe o ERP perfeito — mas, sim, a tecnologia mais aderente às suas necessidades e operações. É por isso que a escolha de um sistema completo, capaz de integrar áreas e simplificar processos, é uma questão que exige cautela e análise.

Para acertar na decisão, batendo o martelo com a tranquilidade de quem está convicto de ter tomado o caminho mais assertivo, é preciso olhar com atenção a alguns aspectos-chave do cotidiano corporativo.

Certifique-se de mergulhar nas demandas da empresa e de imergir no potencial de cada departamento, extraindo o que pode ser melhorado e quais vantagens competitivas devem ser construídas por meio da tecnologia de gestão.

Precisa de ajuda para refletir? Ótimo: veja, a seguir, alguns dos fatores mais relevantes no momento de escolher o ERP ideal para sua empresa!

 

  1. Olhe para dentro

Tudo começa no seu próprio dia a dia. Ninguém melhor do que você e sua equipe — do chão de fábrica ao BI (Business Intelligence) conhece melhor as necessidades da empresa.

Por isso, busque compreender em profundidade quais são as maiores dificuldades dos profissionais que fazem o negócio acontecer. É difícil extrair um relatório que indique a eficiência da compra de insumos? Temos aí, um ponto crítico para resolver. É complicado acompanhar a performance dos colaboradores com base em métricas transparentes e universais? Melhor correr para entregar resultados cada vez mais expressivos.

O primeiro passo, portanto, é olhar para dentro e entender o que precisa ser ajustado. E lembre-se: o papel do gestor, neste contexto, é super nobre. Cabe a você a missão de investigar as carências da companhia e definir um rumo coeso para supri-las do modo mais completo possível, combinado?

 

  1. Reúna seus recursos

Você certamente já dispõe de recursos primordiais para viabilizar o máximo desempenho na companhia (e a gente pode provar!). Os líderes de cada departamento — o gerente de RH e o supervisor de produção, por exemplo — são peças-chave na otimização de processos e de resultados, já que conhecem a rotina com a propriedade de quem coloca a mão na massa.

Nesta fase, é importante aproximar-se de quem domina o assunto. Assim, você consegue entender exatamente com o que — ou com quem — pode contar no momento de sugerir uma alavancagem tecnológica na empresa.

Não conseguiu visualizar esse cenário? É fácil resolver o problema. Se você quer aprimorar a gestão de projetos no PCP, por exemplo, precisa de alguém que possa definir as etapas produtivas e padronizar as orientações sistêmicas. Se você já tem a pessoa certa para isso e conta com as informações necessárias para viabilizar essa iniciativa, ótimo! Tudo o que você precisa tem apenas três letras: ERP!

 

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  1. Defina as prioridades

Quem está à frente de uma operação tradicional e enxuta sabe que, no mundo real, é difícil focar em todas as operações de uma só vez. Seria ótimo implantar soluções completas e integradas em todas as esferas corporativas e de uma só vez, criando rotinas mais transparentes e eficazes em todos os setores da organização, não é?

O problema é que, muitas vezes, o cenário ideal não é o mais realístico, seja por falta de mão de obra — profissionais capazes de digerir a complexidade tecnológica, compartilhando-a com uma equipe ávida por resultados mais positivos — ou por uma questão de fluxo de caixa — que exige que investimentos sejam diluídos ao longo de um determinado período —, a verdade é que há prioridades que devem ser mantidas.

Ao decidir implantar o ERP ideal para o seu negócio, tenha em mente quais são suas necessidades mais urgentes. Precisa de uma frente de loja integrada à gestão de estoque e à escrituração fiscal? Ótimo, comece por aí. Sua maior demanda é no PCP e você não pode continuar ignorando as falhas de qualidade no processo? Sem hesitar, busque um software capaz de reduzir sua dor de cabeça com produtos acabados e, de quebra, eliminar o retrabalho na fábrica.

No fim do dia, só você e sua equipe podem decidir o movimento mais viável. Uma coisa, porém, é inegável: o ERP certo, aquele que se molda com facilidade às suas operações e preenche com propriedade as lacunas processuais, é um investimento com retorno já no curto prazo.

 

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A essa altura, deu para perceber que a escolha certeira de um ERP exige uma análise crítica e uma certa dose de mão na massa, certo? Para além de qualquer dificuldade, entretanto, a tecnologia de gestão abre um novo horizonte de possibilidades poderosas, prontas para otimizar recursos — físicos, financeiros, humanos e de tempo — e para alavancar resultados no curto, médio e longo prazo.

Não dá para ignorar essa promessa. Concorda? E você só precisa de uma boa decisão para isso.

 

Por que o Areco ERP é a melhor escolha?

A tecnologia de gestão é uma fonte inesgotável de análises e faz jus à sua importância na rotina das empresas mais competitivas. E não seria para menos, né? O software integrado é um valioso aliado das companhias (e dos líderes) de alta performance, empoderando profissionais e departamentos para que os resultados coletivos sejam cada vez mais significativos.

O Areco ERP é a tecnologia que acompanha empresas e pessoas, favorecendo o desenvolvimento operacional enquanto aprimora a capacidade estratégica do negócio. Nós provemos a inteligência de negócios para que você possa extrair o máximo potencial dos recursos disponíveis, fazendo a diferença no mercado.

É fácil entender o motivo de tanta eficiência: o Areco ERP automatiza processos, elimina o retrabalho e minimiza as chances de erro nas atividades rotineiras, integrando departamentos e agregando valor aos processos corporativos.

Do back office ao balcão, passando pelo PCP e pelo compras, o software centraliza informações e facilita a visualização completa de dados, permitindo que os líderes estejam sempre na dianteira de suas operações e conheçam profundamente as suas necessidades. Duvida? São milhares de telas amigáveis para facilitar rotinas integradas e mais de 2.000 relatórios já disponíveis na base do Areco ERP. Um verdadeiro mapa do tesouro — com a bússola para indicar o caminho do melhor desempenho.

O Areco ERP é um sistema 100% modular e que permeia todo o workflow corporativo. Além disso, é multimoedas, multiempresas e multi-idiomas, favorecendo o desenvolvimento sustentável e escalável do seu negócio.

Pode respirar fundo e ficar tranquilo: se, no início, você não tinha certeza sobre como escolher o melhor ERP, agora você está frente a frente com a tecnologia ideal para atender às suas necessidades mais urgentes e, claro, também para suportar a suas ambições mais estratégicas.

Explore todo o potencial do Areco ERP no seu dia a dia!

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Controle de perdas na indústria de Alimentos e Bebidas: como a tecnologia pode ajudar!

Controle de perdas na indústria de Alimentos e Bebidas: como a tecnologia pode ajudar!

Os números brasileiros no segmento de Alimentos e Bebidas são superlativos e demonstram a importância do ramo na economia nacional. Em primeiro lugar, cabe dizer que o setor emprega 20% de toda a massa de trabalho envolvida na indústria de transformação e que o faturamento da área representa 9,6% do PIB total do país, arrecadando cerca de R$ 656 bilhões em 2018 — um crescimento de 2,8% em relação ao período anterior.

A robustez dessa vertical, que mesmo em tempos de economia incerta não perdeu o fôlego, endossa outra conclusão bastante significativa: para que se mantenham saudáveis e lucrativas, enfrentando uma concorrência cada vez mais qualificada e competitiva, também de olho no dinheiro que o segmento movimenta ano a ano, é preciso investir em estratégias diferenciadas, em inovação de processos e em otimização de rotinas.

Na indústria de Alimentos e Bebidas, assim como tantos outros tipos de negócio, o monitoramento operacional é uma questão chave. Os gestores mais engajados, focados em resultados de alta performance, estão conscientes de que qualquer desvio na linha de produção — da qualidade do insumo utilizado na fábrica ao monitoramento de lotes no estoque — pode causar prejuízos expressivos e, muitas vezes, irrecuperáveis.

O controle de perdas, no que diz respeito à capacidade de minimizar erros e de suprimir desperdícios, é certamente uma das preocupações mais urgentes na indústria de Alimentos e Bebidas. Com o objetivo de alinhar a produção e de angariar resultados cada vez mais exponenciais, as lideranças corporativas precisam se atentar a fatores que, se negligenciados, podem alterar a dinâmica produtiva e impactar negativamente nos cofres do negócio.

A importância do controle de perdas na indústria de Alimentos e Bebidas

A otimização de recursos — para fazer mais com menos, valorizando insumos e investimentos — é a palavra de ordem das empresas modernas. Na indústria de Alimentos e Bebidas, por exemplo, a questão é ainda mais séria: considerando as características da produção, não é possível entregar nada menos do que a excelência. Processos de qualidade, bem como fluxos de controle de perdas, são essenciais ao desenvolvimento das organizações do segmento.

Há, portanto, dois aspectos complementares e fundamentais no cotidiano operacional das indústrias alimentícias: por um lado, é necessário alavancar a produtividade, garantindo que as linhas sejam exploradas em todo o seu potencial. Por outro, é preciso garantir a viabilidade da fábrica, reduzindo desperdícios a fim de potencializar a lucratividade.

Dessa forma, a importância de controlar as perdas fica evidente: para suprimir problemas, melhorar a capacidade produtiva da fábrica, aumentar as margens do negócio e favorecer o crescimento enxuto, orgânico e perene da empresa, vale investir em um monitoramento contínuo para prevenir desperdícios.

O papel da tecnologia no controle de perdas

O mercado de TI cresce a passos largos — a previsão é que bata a casa dos 10,5% neste ano — e há uma explicação relativamente simples para números tão positivos: para fazer frente à competitividade do mercado, as empresas contemporâneas estão buscando soluções robustas para integrar operações e otimizar recursos.

A tecnologia de gestão é, por sua vez, a ferramenta mais adequada às metas ambiciosas de crescimento. De acordo com levantamento feito pela Deloitte, o contexto da Transformação Digital vai alterar profundamente a realidade industrial tal qual a conhecemos já nos próximos anos. O cenário é desafiador, mas reserva grandes oportunidades evidencia a urgência de investir em mecanismos capazes de integrar, otimizar a maximizar as operações corporativas.

De forma a dar suporte às operações, do chão de fábrica à estratégia corporativa, o software de gestão desponta como um aliado indispensável à sobrevivência e à competitividade. A partir da centralização de dados, que confere agilidade aos processos ao mesmo tempo em que aumenta a capacidade analítica das lideranças, é possível repensar estruturas e estratégias mais alinhadas à realidade empresarial da atualidade.

Diante disso, não seria exagerado afirmar que o sistema integrado de gestão tem papel fundamental no controle de perdas da indústria de Alimentos e Bebidas — do recebimento de insumos ao pagamento de tributos obrigatórios. Toda a operação, do chão de fábrica ao administrativo, é frontalmente beneficiada por operações automatizadas, controles padronizados e métricas robustas.

Na produção alimentícia, o controle de perdas é favorecido (e mantido) a partir de funcionalidades bem estabelecidas, tais como:

  • padronização de operações, incluindo a engenharia de produtos e o fluxo detalhado de produção, evitando desvios que prejudiquem a linha e, por consequência, interfiram no produto final;
  • controle de qualidade, assegurando a liberação de mercadorias seguras e em consonância às normas previamente estabelecidas;
  • monitoramento de estoque, garantindo que os itens já finalizados sigam definições específicas de escoamento (FIFO, LIFO E FEFO, por exemplo) para eliminar desperdícios e prejuízos.

Na prática, o ERP é a tecnologia responsável por empoderar profissionais e gestores, permitindo que explorem os recursos disponíveis da forma mais eficiente possível. O sistema integrado de gestão é, já há muito, um poderoso cúmplice empresarial na busca por crescimento e lucratividade.

O Areco ERP no controle de perdas da indústria de Alimentos e Bebidas

O Areco ERP é uma ferramenta completa e totalmente aderente às principais demandas das indústrias de Alimentos e Bebidas. Dentre os benefícios do software ao segmento, principalmente no que compete ao controle de perdas — da produção à distribuição —, destacam-se:

  • o controle de engenharia reversa (quando um insumo resulta em vários produtos e subprodutos);
  • o acesso a informações de produção, viabilizando a formação de custos;
  • formatação de tabelas nutricionais, atendendo às exigências legais para o segmento;
  • emissão e consulta de laudos técnicos sob medida, de acordo com especificações personalizadas.
  • práticas de Qualidade Total (ISO), com domínio de lotes e rastreabilidade de matérias-primas e produtos acabados.

A mensagem final, portanto, é clara: para reduzir perdas, impulsionar retornos e ganhar competitividade, as indústrias de Alimentos e Bebidas precisam aprimorar seus processos. E, neste aspecto, as que investirem em tecnologia de ponta — principalmente em um ERP completo e atualizado, preparado para atender todas as demandas do setor — estarão à frente de um mercado altamente volátil e desafiador.

Quer saber como podemos ajudá-lo a melhorar a controlar as perdas produtivas e, assim, maximizar a lucratividade da fábrica?

Inovações tecnológicas na indústria: conheça as principais mudanças

Inovações tecnológicas na indústria: conheça as principais mudanças

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Nos últimos anos, o segmento industrial brasileiro enfrentou momentos difíceis. Desde 2014, o setor acumulava desempenhos negativos e só conseguiu voltar a crescer em 2017 — quando apresentou alta de 4,3%. Para os gestores da área, é tempo de investir em processos eficazes e de fortalecer a competitividade.

A preocupação é justa e não podia ser mais adequada. Com a retomada do mercado, a concorrência se acirra e é preciso investir em técnicas eficientes para otimizar rotinas e maximizar performances. Na prática, a tecnologia é a ferramenta capaz de proporcionar os ganhos esperados e, claro, de endossar o cenário de desenvolvimento, melhorando continuamente os retornos do segmento.

A tecnologia como oportunidade na indústria

Há muitas décadas, o mundo não é mais limitado por barreiras físicas. Hoje, com a supressão de distâncias, a concorrência se intensificou e forçou as indústrias a buscarem competitividade e inovação.

Trata-se, sem dúvida, de um processo contínuo. A evolução tecnológica é perene e assim deve ser, também, o desenvolvimento do setor industrial. Para além da incorporação de novas técnicas de produção, é preciso implantar recursos que maximizem a produtividade e interfiram positivamente no desempenho do negócio.

Não seria equivocado dizer, portanto, que a tecnologia desponta como a grande oportunidade das indústrias brasileiras. As últimas avaliações positivas, somadas às previsões de crescimento do PIB para 2019, nutrem um panorama promissor para que sejam viabilizados investimentos em gestão e, como reflexo, registre-se expressivo aumento de competitividade — e lucratividade.

Inovações tecnológicas na indústria: quais são e como implantar

Gestores antenados já estão convictos de que as possibilidades de crescimento estão diretamente relacionadas à capacidade de inovar. A indústria 4.0 é o maior expoente desse novo contexto e vem demonstrando sua força a cada nova mudança implementada.

Entretanto, para assegurar o crescimento sustentável, adotando princípios inovadores de forma a perpetuar as operações e prover lucros cada vez mais atrativos, é fundamental que haja a segurança de rotinas bem estabelecidas, bem como o amparo de estruturas coerentes que as resguardem.

Conheça algumas das principais disrupturas tecnológicas, fomentadas e fortalecidas pelos avanços da indústria 4.0, e entenda como é possível incorporá-las aos seus processos industriais — tornando-os mais coesos, transparentes e produtivos.

Análise de dados

Os dados têm sido encarados como a grande oportunidade das indústrias. Foi-se o tempo em que apenas a atividade produtiva, regulada pelo bom andamento das engrenagens do PCP, era suficiente para garantir a competitividade de uma fábrica.

Hoje, as análises de produtividade, bem como a avaliação de históricos sazonais e o acompanhamento de performances, ocupam um lugar primordial na rotina dos gestores industriais. É preciso antever movimentos e se preparar para agarrar novas oportunidades — antes que os concorrentes o façam.

Para viabilizar um cenário de crescimento exponencial, a análise de dados é cada vez mais indispensável. Ao dispor de dados críveis, é possível endereçar demandas, corrigir eventuais desvios e maximizar os retornos do negócio.

Impressão 3D

As primeiras impressoras 3D surgiram na década de 80. A popularização dos equipamentos, porém, é recente: somente há alguns anos sua aplicabilidade no contexto empresarial foi validada.

Atualmente, o potencial de inovação propiciado pela tecnologia é evidente — e as impressoras conquistam seu espaço nas indústrias do mundo todo. Seja para agilizar a reposição de peças em maquinários importantes, seja para eliminar processos terceirizados no acabamento de um produto, o fato é que as impressões 3D contribuem diretamente para otimizar recursos, reduzir custos e potencializar a agilidade produtiva.

Robótica avançada

Os robôs já são uma realidade nas indústrias. De acordo com um levantamento recente, somente em 2017 foram comercializados 381 mil robôs industriais em todo o mundo — um aumento de 30% em relação ao ano anterior.

Os avanços da robótica abrem um horizonte promissor também para as fábricas brasileiras. Com o objetivo de alavancar as linhas de produção, melhorando a produtividade das unidades de negócio, os robôs podem ser integrados aos fluxos do PCP e, mediante adequada integração sistêmica, são capazes de fomentar uma significativa vantagens de mercado.

Gestão facilitada

Apesar de toda a disrupção tecnológica, não é exagero dizer que nenhuma inovação surte efeito se, em paralelo à sua aplicação, não houver também um intenso esforço gerencial.

As lideranças industriais precisam contar com informações centralizadas, recorrendo aos dados de suas unidades sempre que houver a necessidade de tomar alguma decisão.

Além disso, os indicadores de performance são instrumentos essenciais para garantir que tudo corra conforme o planejado, minimizando retrabalhos e evitando desvios — que, por sua vez, podem culminar em prejuízos consideráveis, muitas vezes fatais.

Para suprir as demandas suscitadas pelo novo panorama de mercado — considerando a alta concorrência e a volatilidade do cenário empresarial —, já está claro que a tecnologia é a chave. E não apenas no que tange às inovações! O segredo está, na verdade, em propiciar a verdadeira qualidade gerencial, capaz de abarcar com eficiência as mudanças de vanguarda.

O Areco ERP é o recurso ideal para que as indústrias alcancem o máximo potencial. A tecnologia permeia todo o workflow e contribui para padronizar processos e centralizar informações, assegurando acesso rápido, seguro e transparente aos dados corporativos.

Uma vez na dianteira de seus indicadores, os gestores podem tomar decisões mais assertivas, validando, por exemplo, a necessidade e a oportunidade de implantarem uma inovação que pode alterar o desempenho do negócio — e maximizar os retornos operacionais.

Conheça o Areco ERP e veja a tecnologia de gestão pode alavancar sua indústria. Aproveite, também, e fale com um consultor!

Indústria 4.0: por que a tecnologia é imprescindível ao sucesso?

Indústria 4.0: por que a tecnologia é imprescindível ao sucesso?

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Em um mercado cada vez mais volátil, competitivo e dinâmico, os desafios são constantes. As organizações modernas andam em busca por otimização e inovação. Isso é algo que não será mais dispensável e sim essencial. A Indústria 4.0 vem ai para unificar a tecnologia e as organizações de forma cooperativa.

O que é Indústria 4.0 e seu conceito?

Indústria 4.0 caracteriza-se basicamente no conceito da otimização e automatização das organizações juntamente com a tecnologia. Desta forma, juntando o mundo físico, digital e biológico. Também chamada de “nova revolução industrial”.

As três revoluções industriais passadas foram firmemente motivadas pelo desenvolvimento de novas técnicas e métodos. Assim não seria equivoco dizer que a tecnologia é a principal força que a impulsiona e sustenta.

Blog  Indústria 4.0: por que a tecnologia é imprescindível ao sucesso?

O conceito de Indústria 4.0 surgiu em meados de 2013, por conta do avanço da tecnologia e a necessidade de adaptação das organizações a essas inovações. Seu maior impulso foi devido aos modelos alemães de integração dos meios de produção com tecnologias. No cenário atual, de acordo com o rápido avanço tecnológico , ela é fortemente dependente em alguns pilares, como:

  • técnico;
  • estrutural;
  • cíclico;
  • institucional.

Como podemos ver, as revoluções industriais sempre estão ligadas aos avanços tecnológicos, e não é diferente na Indústria 4.0.

Veja a seguir.

Principais tecnologias na Indústria 4.0

Sabemos agora que os avanços tecnológicos , o uso, e a necessidade das empresas se adequarem aos mesmos é fator básico que rege a Indústria 4.0. Mas, existem algumas tecnologias que são consideradas pilares essenciais nessa revolução.

  • Manufatura Aditiva (3D)

Manufatura Aditiva ou Impressão 3D é a adição de material para fabricar objetos, formados por várias peças, constituindo uma montagem.

  • Inteligência Artificial (IA)

É um segmento da computação que busca simular a capacidade humana de raciocinar, tomar decisões, resolver problemas, dotando softwares e robôs de uma capacidade de automatizarem vários processos.

  • Internet das Coisas (IoT)

Internet das Coisas representa a possibilidade de que objetos físicos estejam conectados à internet podendo assim executar de forma coordenada uma determinada ação. Um exemplo seriam carros autônomos que se comunicam entre si e definem o melhor momento (velocidade e trajeto, por exemplo) de fazer um cruzamento em vias urbanas.

  • Biologia Sintética (SynBio)

É a convergência de novos desenvolvimentos tecnológicos nas áreas de química, biologia, ciência da computação e engenharia. Permitindo o projeto e construção de novas partes biológicas tais como enzimas, células, circuitos genéticos e redesenho de sistemas biológicos existentes.

  • Sistemas Ciber-físicos (CPS)

Sistemas Ciber-Físicos sintetizam a fusão entre o mundo físico e digital. Dentro desse conceito, todo o objeto físico (seja uma máquina ou um linha de produção) e os processos físicos que ocorrem, em função desse objeto, são digitalizados. Ou seja, todos os objetos e processos na fábrica tem um irmão gêmeo digital.

Principais desafios Indústria 4.0

A Indústria 4.0 é algo que afeta o mundo todo, todas as organizações necessitam se adequar a esta nova realidade tecnológica se não quiserem ficar para trás. Por este motivo a Indústria 4.0 acaba trazendo alguns desafios e expectativas.  É uma tarefa dinâmica, a qual envolve adaptações constantes e uma visão estratégica por parte dos gestores.

Atualmente a Indústria representa menos de 10% do PIB,  representação que em meados da década de 1980 chegava a mais de 20% . O decaimento foi fruto de mudanças na estrutura produtiva do país e dos novos modelos de negócios trazidos pela disrupção tecnológica.

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Ocupamos 69ª colocação do Índice Global de Inovação, métrica que visa avaliar critérios de performance diferentes países no quesito inovação. Alguns destes quesitos são:

  • produtividade
  • investimentos em pesquisa e desenvolvimento (P&D)
  • educação
  • exportações de produtos de alta tecnologia

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Além destes fatores a produtividade da Industria brasileira caiu 7 pontos entre 2006 e 2016.

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Apesar do cenário parecer preocupante, em comparação a outros países o Brasil tem possui potencial para melhorar sua posição nesta nova economia.

Por que a tecnologia é imprescindível à Indústria 4.0?

Entendendo a tecnologia como um poderoso mecanismo para deslanchar a frente nesta revolução, é válido pontuar que a automação de processos figura como um dos mais relevantes diferenciais competitivos da atualidade. Mais do que diferenciação, trata-se de uma questão de sobrevivência.

Neste âmbito, é impraticável pensar em automação de rotinas sem recorrer ao aperfeiçoamento de gestão. Somente ao contar com ferramentas e seguras, capazes de integrar operações e otimizar recursos, é possível simplificar processos e conferir alta performance às etapas produtivas e administrativas.

A adoção de tecnologias aderentes e adequadas é o caminho para que a modernização das indústrias, adentrando na era 4.0, seja, de fato, uma realidade. Em meio à concorrência acirrada, a tomada de ação deve ser rápida e certeira: não há tempo para indecisão e eventuais erros podem ser perigosamente custosos.

A Indústria 4.0 é uma realidade cada vez mais evidente e, às empresas despreparadas, há o risco real de que percam relevância no mercado, comprometendo sua continuidade e seus lucros.  

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“A maior mudança com o início das rotinas de produção dentro do sistema foi o ganho em atividades que fazíamos repetidas vezes. […] O maior ganho foi a centralização das informações, que eliminou o retrabalho de redigitar nossos dados produtivos.”

Miguel Correia, Gestor de Implantação na Riferplast

Portanto frisamos: transformar a indústria hoje = criar a indústria do futuro. 

A Areco Sistemas Empresariais é sua parceira agora, amanhã e sempre. Conte conosco para superar as dificuldades do cenário atual e preservar o crescimento do seu negócio.

Estamos aqui para você, agende uma consultoria gratuita com um de nossos especialistas!

Indústrias de Alimentos e Bebidas: principais desafios

Indústrias de Alimentos e Bebidas: principais desafios

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As indústrias de alimentos e bebidas, de acordo com a ABIA, apresentaram um faturamento de R$ 699,9 bilhões em 2019, somadas exportações e vendas do mercado interno. O número é 6,7% maior que o registrado em 2018, quando o setor faturou R$ 656 bilhões

Assim como em outros segmentos industriais, o setor de Alimentos e Bebidas está sujeito a exigências específicas e segue tendências particulares, que podem determinar o sucesso ou o fracasso do negócio.

Fatores importantes sobre as Indústrias de Alimentos e Bebidas

Faturamento

Como dito anteriormente, o faturamento combinado das indústrias de alimentos e bebidas representa 9,6% do total do PIB, com receita de R$656 bilhões. Eles também são responsáveis por 22% da indústria de transformação.

Crescimento

Mesmo com a desaceleração econômica, a indústria de alimentos e bebidas mantém crescimento. Assim, registrando alta de 2,08% no faturamento em 2018.

Agronegócio

A indústria de alimentos tem uma fatia de 58% de toda a produção agropecuária brasileira. Assim, a participação das aquisições de matérias-primas pela indústria de alimentos se mantém nos mesmos níveis, sendo Proteínas Animais 100%, seguido da Cadeia de Trigo e Cadeia do Arroz, com 95%.

Mercado interno

O consumo no mercado interno absorve cerca de 80% das vendas da indústria. Além disso, houve crescimento de 4.3%, somando-se as vendas no varejo e no segmento de alimentação fora do lar.

Mercado externo

O Brasil é o segundo maior exportador de alimentos industrializados do mundo e exportou para mais de 180 países.  Assim, representando 19,3% do volume total de vendas. A China é o principal importador do Brasil, registrando um aumento anual de 37,6%.

Principais desafios nas Indústrias de Alimentos e Bebidas

Controle de estoque e armazenagem

Uma das características que mais diferencia o segmento de Alimentos e Bebidas dos demais ramos industriais é a condição de sua matéria-prima e de seu produto acabado. Como se trata de artigos perecíveis, é essencial que as rotinas de armazenagem obedeçam a critérios inteligentes e integrados, evitando erros que possam gerar prejuízos.

Sendo assim, a produção inflada sem escoamento e falta de controle na validade dos lotes, são desvios graves que podem ser facilmente corrigidos a partir da integração das áreas do negócio.

Alguns erros podem comprometer seriamente as operações, impactando não apenas a área específica, mas também o desempenho geral da empresa.

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Controle de qualidade

A gestão de qualidade é determinante na operação das indústrias de Alimentos e Bebidas. Contudo, os processos, uma vez definidos e parametrizados, devem ser rigorosamente seguidos a cada lote produzido. Desta forma, a gestão de qualidade inclui o controle de produtos adquiridos (como o IQF, que qualifica os fornecedores) e acabados, relatórios de não-conformidade e práticas ISO, como domínio de lotes e rastreabilidade de itens.

Atendimento às normas específicas

A legislação que regulamenta a atividade das indústrias  de Alimentos e Bebidas é bastante rígida, uma vez que certifica a liberação de consumo para determinado produto. Sendo assim, para garantir conformidade às regras legais, é necessário incorporar rotinas de emissão de laudos técnicos (catalogando-os nos padrões esperados) e de impressão de etiquetas nutricionais, detalhando as especificações do produto e listando seus componentes. A credibilidade dos dados obtidos durante o processo é indispensável.

Diante dos desafios pertinentes ao setor, é válido enfatizar que a implantação de um sistema ERP desponta como ferramenta fundamental à gestão equilibrada do negócio, uma vez que o software centraliza todas as informações da empresa e integra as áreas de forma a fornecer um panorama completo da situação operacional da organização.


Para ler depois:

Inovação de produtos

Hoje em dia os consumidores estão cada vez mais exigentes, em busca de alimentos práticos, saudáveis e que agregam valor. A valorização das experiências do consumidor, não somente nesse segmento, mas com produtos e serviços em geral cria a necessidade de inovar para permanecerem relevantes e atraentes.  Agregar à essa variedade de produtos, sabores e tamanhos de embalagens aumenta a complexidade na previsão, gestão de estoque e programação da produção nas indústrias.

Em uma pesquisa feita pelo Brasil Food Trends 2020, constatou-se que os consumidores valorizam as seguintes características nos produtos:

  • Produtos benéficos ao desempenho físico e mental, saúde cardiovascular e saúde gastrointestinal;
  • Para dietas específicas/restritivas/alergias alimentares;
  • Com aditivos e ingredientes naturais;
  • Funcionais (com valor nutritivo agregado);
  • Isentos ou teor reduzido de sal, açúcar e gorduras (better-for-you);
  • Fortificados;
  • Diet/light;
  • Orgânicos;
  • Energéticos;
  • Para esportistas;
  • Minimamente processados;
  • Vegetais (frutas, legumes, verduras, hortaliças, flores e plantas medicinais);
  • Com propriedades cosméticas;
  • Com selos de qualidade de sociedades médicas.

Essas especificidades já servem como um norte para começar a repensar nos seus produtos e serviços. Eles são realmente atraentes para os consumidores? Estão se adequando as necessidades dos mesmos? Separamos também para você 5 tendências para as indústrias de Alimentos em Bebidas no ano de 2020 que ajudarão a ter uma perspectiva mais clara para as inovações.

Veja a seguir:

1. Sensorialidade e prazer

A tendência de sensorialidade e prazer é amplamente valorizada nos estudos, principalmente quando se trata de alimentos e bebidas. Aqui, o que importa são as sensações que as comidas podem trazer para os consumidores. Além disso, o sabor também é outro fator decisivo, afinal, a preferência vai ser sempre do alimento mais gostoso.

2. Saudabilidade e bem-estar

As tendências de saudabilidade e bem-estar valorizam a qualidade de vida que um alimento pode trazer para os consumidores. É possível analisar a preferência do público na hora de escolher entre uma refeição barata e que pode prejudicar a saúde ou algo mais caro, porém, saudável.

3. Conveniência e praticidade

A conveniência e praticidade é uma tendência que visa providenciar mais comodidade e conforto, principalmente para as pessoas com uma rotina mais acelerada. Acontece que muitas pessoas não têm tempo para cozinhar, por isso, levar esse aspecto em consideração na hora de providenciar um alimento pode ser crucial para conquistar a fidelidade desse grupo.

4. Confiabilidade e qualidade

A confiabilidade e qualidade é uma tendência que ajuda a orientar ou determinar as escolhas e a fidelização do público. Para reforçar a importância desse grupo, é válido ressaltar que as pessoas costumam pagar mais por produtos e serviços nos quais eles detectam maior qualidade ou nas marcas em que eles têm mais confiança.

5. Sustentabilidade e ética

As tendências do grupo de sustentabilidade e ética valorizam as indústrias que têm preocupações ambientais e que deixa essa característica clara para o seu público-alvo. Os consumidores terão sempre preferência a alimentos industrializados quando eles sabem que o fabricante protege o meio ambiente ou tem projetos sociais.

Excelência de serviço

Alguns ingredientes estão disponíveis apenas em determinados períodos do ano. Portanto, isso também acaba se tornando um desafio e precisa ser planejado.

Então, para ter uma gestão eficiente é necessário planejar compras de matérias-primas e embalagens antecipadas, controlar a previsão da produção, planejar e executar, com a habilidade de capturar, visualizar e analisar todas as informações de forma integrada. Então, para conseguir fazer isso o ideal seria utilizar um sistema de gestão integrada, como o sistema ERP.

O ERP é um sistema de informação que interliga todos os dados e processos de uma organização em um único sistema, gerenciando por completo a sua empresa, a partir da união de vários módulos que controlam os departamentos. Pesquisas apontam que o uso desta ferramenta aumenta em até 35% o crescimento da empresa.

Portanto, na utilização de um Sistema ERP, conseguimos obter vários benefícios, tais como:

  • Redução de custos;
  • Otimização da produtividade;
  • Redução do prazo de entrega de produtos e serviços;
  • Eficiência nos processos de suprimentos;
  • Melhoria da gestão tributária;
  • Segurança da informação;
  • Melhoria na competitividade;
  • Eliminação de retrabalho.

“A maior dificuldade que nós tínhamos era a comunicação entre as áreas. O sistema, quando não está integrado por completo, impossibilita a comunicação entre os setores. Isso faz com que haja sempre muitos gargalos e ocasiona grandes problemas durante o processo” – Diogo Felipe de Souza, Coordenador de Controladoria da Temperart.

Quer saber mais sobre o ERP e como ele pode agregar a sua indústria? Então, conte com a  Areco para isso! Entre em contato com um de nossos consultores e agende uma consultoria gratuita.