Os principais desafios da Indústria metalmecânica (e como eles podem atrapalhar seu negócio)

Os principais desafios da Indústria metalmecânica (e como eles podem atrapalhar seu negócio)

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A indústria metalmecânica tem grande importância histórica no Brasil e no mundo. Basta olhar para o segmento, em específico, com mais atenção: sem a produção em escala, diretamente responsável pela fabricação de máquinas e equipamentos, o mundo tal qual o conhecemos hoje dificilmente seria possível. Na ausência do ramo metalmecânico, outras atividades econômicas, tais como a construção civil e o mercado automobilístico, seriam prejudicados e inviabilizados.

Por aqui, o resultado do 2º trimestre de 2019 foi recebido com otimismo. De acordo com levantamento do IBGE, o PIB brasileiro cresceu 0,4% no período, puxado pelos setores industriais — que obtiveram ganhos de 0,7% — e de serviços. O dado, embora represente um avanço econômico ainda bastante tímido, afastou o risco de recessão e reavivou perspectivas mais otimistas para a indústria.

A combinação desses dois fatores — a relevância essencial do metalmecânico nos mais diversos ramos de mercado e os avanços registrados no resultado econômico do último período — incentiva os gestores a olhar mais criticamente às suas operações, buscando formas de otimizar processos e maximizar resultados.
No esforço para eliminar gargalos produtivos da estratégia ao chão de fábrica, vale conhecer alguns dos principais desafios da indústria metalmecânica e, em seguida, mobilizar esforços para corrigi-los de imediato. Afinal, lembre-se sempre: o mercado é voraz e não espera. Confira!

1. Manter a engenharia de produtos atualizada
A otimização do chão de fábrica é, sem dúvida, um dos maiores desafios das indústrias metalmecânicas. Para assegurar a produtividade, porém, é essencial que os fluxos de trabalho na fábrica estejam claros e sejam padronizados, evitando desperdícios — tanto de insumos quanto de mão de obra, por exemplo.
Neste contexto, a engenharia de produtos é uma ferramenta prioritária e indispensável: a partir dela, é possível estabelecer o roteiro de produção e sistematizar todas as etapas do projeto, da lista de materiais aos parâmetros do produto (tais como dimensões e volume).
O domínio efetivo sobre as fases de um projeto maximiza a eficiência do chão de fábrica e, ao diminuir a interferência humana nas decisões de produção, reduz os riscos de erro.

2. Garantir a eficiência da programação de produção
A programação de produção extrapola a fábrica e também interfere diretamente no funcionamento de outras áreas do negócio. O desempenho produtivo impacto, por exemplo, nos prazos de entrega prometidos ao cliente, informação que determina os contratos fechados pelo time comercial. Por isso, é fundamental alinhar a disponibilidade de recursos para atender à demanda do mercado.
A recorrência de turnos, o número de funcionários a cada período, as horas úteis de trabalho e os insumos disponíveis são alguns dos critérios que devem ser considerados no momento de organizar a rotina e a programação da produção. O grande segredo está em relacioná-los de forma efetiva, consistente e orgânica, extraindo o máximo potencial dos recursos.
O ideal, portanto, é acompanhar as ordens de fabricação e automatizar os inputs de produção via apontamentos online. Quando há atualização, em tempo real, do estágio do processo, é possível compará-los ao planejamento inicial e corrigir desvios que possam comprometer a produtividade da fábrica.

3. Assegurar a qualidade do produto final
Na linha de produção, a qualidade do produto final é tão (ou mais) importante quanto a qualidade. Para que os itens fabricados sejam corretamente enviados ao mercado, é necessário que atendam às normas de segurança e que estejam integralmente de acordo aos padrões da empresa.
Na prática, o chão de fábrica é diretamente responsável pelos lotes inadequados à comercialização — os quais representam, em última escala, prejuízos ao negócio. Aos gestores, cabe a missão de acompanhar as métricas da produção e, caso haja desequilíbrio nos índices de refugo, identificar os gargalos operacionais.
Não seria equivocado dizer, então, que manter a excelência produtiva é um dos grandes desafios da indústria metalmecânica e que as estratégias (e tecnologias) que potencializem resultados positivos, no que compete à integridade dos produtos, são cruciais para alavancar a competitividade da companhia.

O Areco ERP na indústria metalmecânica

A tecnologia de gestão é cada vez mais imprescindível às empresas modernas. Não basta, entretanto, implantar uma solução rasa e pouco aderente às rotinas da organização: é preciso entender, em profundidade, quais são as demandas e quais ferramentas podem multiplicar os resultados — no curto, no médio e no longo prazo.

O Areco ERP é um software robusto, completo, totalmente modular e capaz de permear todo o workflow corporativo. São mais de 30 anos de experiência em indústrias dos mais diversos portes, reunindo funcionalidades indispensáveis à gestão enxuta e estratégica, tais como:
engenharia integrada de produtos, com cadastro ilimitado de níveis (incluindo matérias-primas, subitens, embalagens e roteiros de produção);
controle de requisição de desenvolvimento de produto, integrado ao comercial e às áreas de custos, qualidade e engenharia;
planejamento de produção, considerando a disponibilidade de recursos (incluindo quantidade de funcionários, máquinas e horas úteis da fábrica);
gerenciamento de Ordens de Produção, com emissão de código de barras para apontamentos online;
cálculo online do custo real e do custo estimado, com controle de tempo, pessoas, máquinas e materiais.

O Areco ERP automatiza processos, elimina o retrabalho e minimiza as chances de erro no chão de fábrica. Ao integrar departamentos e disponibilizar amplos métodos de análise estratégica (são mais de 2 mil relatórios disponíveis, por exemplo), o software confere mais transparência e segurança às decisões do negócio.
Vale lembrar, ainda, que o Areco ERP é multi-empresas, multimoedas e multi-idiomas, o que significa oferecer tecnologia de ponta em todas as fases da indústria — do crescimento à expansão —, seja ela brasileira, estrangeira ou multinacional.

Quer saber como podemos ajudá-lo a maximizar os resultados da sua indústria metalmecânica?

As 3 estratégias essenciais para controlar perdas na indústria de Alimentos e Bebidas

As 3 estratégias essenciais para controlar perdas na indústria de Alimentos e Bebidas

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Qualquer operação, por menos complexa que seja, está sujeita a desperdícios não planejados. Na indústria de Alimentos e Bebidas, na qual a qualidade é essencial e determinante para a saúde dos negócios, é natural que o controle de perdas seja uma prioridade na otimização de processos.

De forma a garantir uma operação alinhada, enxuta e confiável, mantendo os padrões da linha elevados, é fundamental que os gestores invistam em iniciativas consistentes para gerir, acompanhar e analisar as métricas da produção, assegurando resultados positivos e perenes.

 

Por que é importante controlar as perdas na indústria de Alimentos e Bebidas?

A produtividade é uma questão urgente em todos os segmentos industriais — e não é diferente no setor de Alimentos e Bebidas. Para manter a competitividade e fortalecer as operações do negócio, é imprescindível que os líderes da área zelem pelo alinhamento e pela qualidade dos processos fabris.

Se, no geral, os players industriais já devem atenção às perdas da produção, a preocupação com equívocos na linha tende a ser ainda maior no segmento alimentício. Não seria para menos: mais do que inegociável, a qualidade dos produtos derivados dela é uma questão de saúde e envolve uma série de aspectos que extrapolam a fábrica. Por isso, quaisquer desvios devem ser sumariamente evitados.

No contexto da indústria, desvio significa perda — e essa sequência comprometedora é capaz de causar arrepios nas lideranças corporativas com foco em resultados. Alterações no padrão produtivo podem inviabilizar entregas e, claro, gerar prejuízos volumosos aos caixas (e aos contratos) da empresa.

Para prevenir problemas, cabe otimizar a fábrica e assegurar a conformidade das atividades produtivas. Para isso, o gestor deve lançar mão de estratégias coesas e com alto impacto e resoluto potencial transformador. O controle de perdas deve ser, portanto, uma prioridade dos líderes que respiram produtividade na indústria de Alimentos e Bebidas.

 

Quais são as principais estratégias para controlar perdas?

De modo a prevenir cenários negativos, nos quais perdas e desperdícios são corriqueiros na linha de produção, é importante dispor de projetos e de ferramentas eficientes para dominar a fábrica, garantindo o desempenho de excelência. Confira algumas das principais estratégias para maximizar os resultados da indústria!

 

1. Monitoramento contínuo de estoque

A disponibilidade de insumos é condição essencial para que a operação fabril possa ser executada de forma orgânica e eficiente. Assim, antes mesmo de pensar em produtividade na linha, é preciso reservar especial atenção a processos de compra e armazenagem de matéria-prima.

Para assegurar a suficiência de recursos sem, no entanto, exagerar na armazenagem — imobilizando capital que, se líquido, poderia ser investido em áreas mais estratégicas — é necessário planejar a operação das linhas e mobilizar equipes para que se atenham às demandas da fábrica.

Além disso, o acompanhamento de relatórios atualizados, extraídos periodicamente, é fundamental para que os gestores estejam à frente de seus resultados e possam agir da melhor forma possível frente a suas pendências.

 

2. Padronização das etapas produtivas

A indústria de Alimentos e Bebidas é marcada pela complexidade de sua produção. Como já foi mencionado, a qualidade é um fator crucial e qualquer desvio pode causar transtornos e prejuízos — e, a depender da gravidade da situação, também sanções impeditivas.

Para garantir a conformidade da linha e a excelência dos produtos engendrados, os líderes se voltam à padronização da fábrica, determinando as etapas e detalhando inputs e outputs de cada fase da operação.

Ao conceder aos colaboradores o acesso fácil ao esqueleto de montagem (das quantidades à finalização, semelhante a uma receita completa de bolo), a empresa se certifica de disseminar as melhores práticas e tem condições de requerer retornos mais efetivos e condizentes ao planejamento.

 

3. Acompanhamento analítico de indicadores

As métricas da fábrica devem ser levadas a sérios; afinal, os números indicam a densidade da operação e esclarecem eventuais gargalos produtivos, motivando ações focadas em corrigi-los.

Para os gestores mais engajados, os indicadores de performance (também chamados de KPIs) despontam como mecanismos preciosos: a capacidade de analisar, com base em números críveis e transparentes, o desempenho produtivo frente à capacidade da fábrica é, sem dúvida, um diferencial robusto  na administração mais enxuta e lucrativa.

A partir de relatórios, balanços e análises históricas, é possível cruzar dados e tecer panoramas realistas, entendendo em profundidade quais aspectos podem influenciar (positiva e negativamente) na execução dos processos fabris. Ao dominar o conhecimento estratégico de suas operações, os líderes detêm o poder de aprimorá-las, galgando passos importantes rumo à otimização e à produtividade.

 

O ERP como ferramenta para minimizar perdas na indústria de Alimentos e Bebidas

Os sistemas integrados de gestão possibilitam e endossam uma produção mais eficaz e rentável. Ao centralizar informações, acelerar processos e minimizar o retrabalho, o ERP garante mais poder e mais resultados às empresas contemporâneas.

O Areco ERP é uma ferramenta completa e totalmente aderente às demandas das indústrias de Alimentos e Bebidas. Dentre os benefícios do software ao segmento, destacam-se:

  • o controle de engenharia reversa (quando um insumo resulta em vários produtos e subprodutos);
  • o acesso a informações de produção, viabilizando a formação de custos;
  • formatação de tabelas nutricionais, atendendo às exigências legais para o segmento;
  • emissão e consulta de laudos técnicos sob medida, de acordo com especificações personalizadas.
  • práticas de Qualidade Total (ISO), com domínio de lotes e rastreabilidade de matérias-primas e produtos acabados.

A mensagem final, portanto, é clara: para reduzir perdas, impulsionar retornos e ganhar competitividade, as indústrias de Alimentos e Bebidas precisam investir em seus processos. E, neste aspecto, as que investirem em tecnologia de ponta — um ERP completo e atualizado, por exemplo — estarão à frente do mercado.

Quer saber como podemos ajudá-lo a melhorar a lucratividade da fábrica?

(19) 3849-4355
contato@areco.com.br

O ERP como ferramenta para alavancar os ganhos da produção na Indústria 4.0

O ERP como ferramenta para alavancar os ganhos da produção na Indústria 4.0

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O setor industrial é responsável por 30% do PIB brasileiro, passa por transformações profundas e precisa se adaptar a mudanças estruturais e estratégicas: a indústria 4.0, marcada pela inovação tecnológica, já é uma realidade.

Entre os gestores mais visionários, o consenso é de que o cenário futuro (que, de fato, já começou) é marcado por excelentes oportunidades de desenvolvimento. Seja na convergência de informações, seja na construção de diferenciais competitivos, é inegável que existem diversos caminhos para o crescimento sustentável — e todos eles passam inequivocamente pela profissionalização gerencial, que, por sua vez, só é possível por meio da tecnologia integrada de gestão.

Alvaro Chaves, CEO da Areco Sistemas Empresariais, é enfático ao afirmar que a indústria 4.0 requer ação imediata. “É tempo de aproveitar as oportunidades para ganhar competitividade, já que a missão de transformar dados operacionais em decisões estratégicas e ágeis continua latente”, pontua o executivo.

O setor industrial é, sem dúvida, cada vez mais profícuo em soluções otimizadas. O ERP, sistema que interliga todas as áreas do negócio e automatiza processos internos, possibilitando o ganho de performance e robustecendo os resultados corporativos, é uma ferramenta essencial para que a indústria 4.0 possa, em definitivo, operar organicamente no Brasil. A tecnologia precisa ser o presente; caso contrário, pode não haver futuro.

 

 [INFOGRÁFICO] Passo a passo para definir

processos e indicadores na sua empresa

 

 Para manter a competitividade operacional, assegurando o correto direcionamento estratégico do negócio, as lideranças industriais precisam se munir de recursos consistentes, adequados às demandas da empresa e assertivos no propósito de mercado.

Grande parte desses resultados — que, por si só, são capazes de impulsionar os retornos de modo perene e significativo — pode ser obtido a partir da adoção de uma solução robusta, integrada e eficaz. O ERP é um importante catalisador do desenvolvimento da indústria 4.0 e os ganhos com sua correta implantação são inquestionáveis.

 

Principais vantagens do ERP na viabilização da indústria 4.0 do Brasil

No Brasil, de acordo com um levantamento recente da Fiesp, 32% das empresas ainda não ouviram falar da indústria 4.0. Os desafios desse panorama, portanto, são enormes e urgentes: para que o país possa avançar na competitividade industrial, é preciso agir rápido. Os benefícios da tecnologia de gestão abrem caminho para maximizar a performance do setor.

 

Modularidade

A implantação em módulos é a mais adequada à evolução tecnológica quando se considera um cenário de desenvolvimento gradual. E não apenas porque há segmentação de esforços, mas também (e principalmente)  porque viabiliza a otimização de recursos.

O ERP, enquanto mecanismo de profissionalização administrativa, pode ser implantado em módulos, a depender das necessidades do negócio. Do chão de fábrica à visão analítica, todas as áreas devem ser contempladas com a injeção estratégica proporcionada pela tecnologia de gestão.

 

Descentralização

O software de gestão, quando em atividade, contribui frontalmente para desburocratizar a operação, conferindo mais autonomia e agilidade aos processos internos. Neste contexto, os gestores empoderam suas equipes e delegam responsabilidades com mais segurança e coerência.

Ao padronizar processos e eliminar o retrabalho, o ERP descentraliza o acesso a informações essenciais e permite que a gestão orientada a resultados deixe de ser uma particularidade liderança, passando a ser uma responsabilidade de todos os profissionais envolvidos.

 

Monitoramento real time

As análises corporativas ganham consistência e assertividade a partir dos recursos tecnológicos. Uma vez estabelecidos e padronizados, os indicadores operacionais podem ser facilmente visualizados pelas lideranças, garantindo o controle em tempo real.

O ERP disponibiliza uma ampla gama de relatórios e balanços, facilitando o acompanhamento de métricas e estimulando a avaliação transparente dos resultados da fábrica. Foi-se o tempo em que era preciso esperar o fim de um ciclo para emitir balanços: com a tecnologia de gestão, o monitoramento é constante e flexível.

A operacionalização da indústria 4.0 avança a passos largos e as unidades brasileiras precisam se adaptar. De acordo com relatório da Confederação Nacional da Indústria (CNI), mais de 41% dos setores industriais brasileiros têm urgência na adoção de tecnologias digitais, sob o risco iminente de perderem competitividade de modo alarmante — e talvez irremediável.

Da mesma forma, estima-se que as companhias incapazes de implantar tecnologias sistêmicas, tais como o ERP, terão 2x mais chances de perderem mercado em função da falta de agilidade e de controle operacional.

Mais uma vez, uma postura gerencial voltada ao aprimorando operacional e ao fortalecimento estratégico reforçam sua relevância. Para que estejam aptos a desbravar o cenário da indústria 4.0 e possam tomar decisões mais assertivas, os gestores precisam contar com a tecnologia de gestão. E mais: amanhã pode ser tarde; faça hoje.

Para saber como o Areco ERP pode viabilizar a evolução da sua indústria, colocando-a no contexto 4.0 de forma ordenada, modular e consistente, entre em contato agora mesmo!
(19) 3849-4355
contato@areco.com.br

 

 

Saiba como a Areco contribui para a evolução na Indústria 4.0 na Sensor do Brasil:

Inovações tecnológicas na indústria: conheça as principais mudanças

Inovações tecnológicas na indústria: conheça as principais mudanças

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Nos últimos anos, o segmento industrial brasileiro enfrentou momentos difíceis. Desde 2014, o setor acumulava desempenhos negativos e só conseguiu voltar a crescer em 2017 — quando apresentou alta de 4,3%. Para os gestores da área, é tempo de investir em processos eficazes e de fortalecer a competitividade.

A preocupação é justa e não podia ser mais adequada. Com a retomada do mercado, a concorrência se acirra e é preciso investir em técnicas eficientes para otimizar rotinas e maximizar performances. Na prática, a tecnologia é a ferramenta capaz de proporcionar os ganhos esperados e, claro, de endossar o cenário de desenvolvimento, melhorando continuamente os retornos do segmento.

A tecnologia como oportunidade na indústria

Há muitas décadas, o mundo não é mais limitado por barreiras físicas. Hoje, com a supressão de distâncias, a concorrência se intensificou e forçou as indústrias a buscarem competitividade e inovação.

Trata-se, sem dúvida, de um processo contínuo. A evolução tecnológica é perene e assim deve ser, também, o desenvolvimento do setor industrial. Para além da incorporação de novas técnicas de produção, é preciso implantar recursos que maximizem a produtividade e interfiram positivamente no desempenho do negócio.

Não seria equivocado dizer, portanto, que a tecnologia desponta como a grande oportunidade das indústrias brasileiras. As últimas avaliações positivas, somadas às previsões de crescimento do PIB para 2019, nutrem um panorama promissor para que sejam viabilizados investimentos em gestão e, como reflexo, registre-se expressivo aumento de competitividade — e lucratividade.

Inovações tecnológicas na indústria: quais são e como implantar

Gestores antenados já estão convictos de que as possibilidades de crescimento estão diretamente relacionadas à capacidade de inovar. A indústria 4.0 é o maior expoente desse novo contexto e vem demonstrando sua força a cada nova mudança implementada.

Entretanto, para assegurar o crescimento sustentável, adotando princípios inovadores de forma a perpetuar as operações e prover lucros cada vez mais atrativos, é fundamental que haja a segurança de rotinas bem estabelecidas, bem como o amparo de estruturas coerentes que as resguardem.

Conheça algumas das principais disrupturas tecnológicas, fomentadas e fortalecidas pelos avanços da indústria 4.0, e entenda como é possível incorporá-las aos seus processos industriais — tornando-os mais coesos, transparentes e produtivos.

Análise de dados

Os dados têm sido encarados como a grande oportunidade das indústrias. Foi-se o tempo em que apenas a atividade produtiva, regulada pelo bom andamento das engrenagens do PCP, era suficiente para garantir a competitividade de uma fábrica.

Hoje, as análises de produtividade, bem como a avaliação de históricos sazonais e o acompanhamento de performances, ocupam um lugar primordial na rotina dos gestores industriais. É preciso antever movimentos e se preparar para agarrar novas oportunidades — antes que os concorrentes o façam.

Para viabilizar um cenário de crescimento exponencial, a análise de dados é cada vez mais indispensável. Ao dispor de dados críveis, é possível endereçar demandas, corrigir eventuais desvios e maximizar os retornos do negócio.

Impressão 3D

As primeiras impressoras 3D surgiram na década de 80. A popularização dos equipamentos, porém, é recente: somente há alguns anos sua aplicabilidade no contexto empresarial foi validada.

Atualmente, o potencial de inovação propiciado pela tecnologia é evidente — e as impressoras conquistam seu espaço nas indústrias do mundo todo. Seja para agilizar a reposição de peças em maquinários importantes, seja para eliminar processos terceirizados no acabamento de um produto, o fato é que as impressões 3D contribuem diretamente para otimizar recursos, reduzir custos e potencializar a agilidade produtiva.

Robótica avançada

Os robôs já são uma realidade nas indústrias. De acordo com um levantamento recente, somente em 2017 foram comercializados 381 mil robôs industriais em todo o mundo — um aumento de 30% em relação ao ano anterior.

Os avanços da robótica abrem um horizonte promissor também para as fábricas brasileiras. Com o objetivo de alavancar as linhas de produção, melhorando a produtividade das unidades de negócio, os robôs podem ser integrados aos fluxos do PCP e, mediante adequada integração sistêmica, são capazes de fomentar uma significativa vantagens de mercado.

Gestão facilitada

Apesar de toda a disrupção tecnológica, não é exagero dizer que nenhuma inovação surte efeito se, em paralelo à sua aplicação, não houver também um intenso esforço gerencial.

As lideranças industriais precisam contar com informações centralizadas, recorrendo aos dados de suas unidades sempre que houver a necessidade de tomar alguma decisão.

Além disso, os indicadores de performance são instrumentos essenciais para garantir que tudo corra conforme o planejado, minimizando retrabalhos e evitando desvios — que, por sua vez, podem culminar em prejuízos consideráveis, muitas vezes fatais.

Para suprir as demandas suscitadas pelo novo panorama de mercado — considerando a alta concorrência e a volatilidade do cenário empresarial —, já está claro que a tecnologia é a chave. E não apenas no que tange às inovações! O segredo está, na verdade, em propiciar a verdadeira qualidade gerencial, capaz de abarcar com eficiência as mudanças de vanguarda.

O Areco ERP é o recurso ideal para que as indústrias alcancem o máximo potencial. A tecnologia permeia todo o workflow e contribui para padronizar processos e centralizar informações, assegurando acesso rápido, seguro e transparente aos dados corporativos.

Uma vez na dianteira de seus indicadores, os gestores podem tomar decisões mais assertivas, validando, por exemplo, a necessidade e a oportunidade de implantarem uma inovação que pode alterar o desempenho do negócio — e maximizar os retornos operacionais.

Conheça o Areco ERP e veja a tecnologia de gestão pode alavancar sua indústria. Aproveite, também, e fale com um consultor!

Quais processos controlar na gestão de indústrias de plástico?

Quais processos controlar na gestão de indústrias de plástico?

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Cada segmento de mercado possui características particulares e, por isso, também demanda roteiros distintos de operação. A eficácia na gestão de indústrias de plástico — que deve encerrar o ano 2018 registrando cerca de 2,5% de crescimento —, exige que a empresa esteja munida das ferramentas certas.

Para o gestor, o controle operacional deve ser uma preocupação constante. Afinal, apenas ao certificar-se da transparência dos processos e da assertividade dos indicadores, mantendo a constância das análises, é possível trilhar um caminho de desenvolvimento.

O panorama das indústrias de plástico no Brasil

De acordo com matéria publicada pelo jornal Valor Econômico, a produção física da indústria de plástico alcançou 6,13 milhões de toneladas em 2017. Com projeções favoráveis à retomada da economia, o cenário é otimista para os próximos anos e prevê oportunidades para o setor.

É fundamental pontuar, porém, que, de acordo com dados governamentais, existem mais de 27 mil indústrias de plástico no Brasil — considerando o CNAE 222 como base — e que a competitividade tende a se mostrar cada vez mais acirrada.

Diante disso, não seria exagerado dizer que os líderes precisam estar preparados para enfrentar um cenário desafiador, volátil e altamente competitivo.

E enganam-se os que pensam que basta reunir as competências técnicas para administrar. Em tempos de tecnologia, as ferramentas integradas de gestão, por exemplo, despontam como instrumentos indispensáveis ao desenvolvimento (e à perenidade) do negócio.

Os principais processos na gestão de indústrias de plástico

Uma operação saudável precisa se amparar em processos sólidos e coesos. Na prática, a afirmação remonta à padronização de procedimentos, à centralização de informações e à transparência dos dados.

No que compete à equipe, por sua vez, é imprescindível que o cotidiano de trabalho seja marcado pela alta performance e que implique em uma entrega ágil e de qualidade.

A união dos dois contextos é, sem dúvida, promovida e facilitada pela tecnologia de gestão. Ao oferecer funcionalidades aderentes às rotinas das indústrias de plástico, disponibilizando recursos específicos para as demandas fabris e administrativas, o software ERP garante mais segurança e potencializa os resultados.

Dentre os processos mais comuns — e, justamente por isso, mais críticos ao sucesso e ao crescimento das empresas do ramo — e nos quais os sistemas de gestão atuam ativa e positivamente, despontam:

1. Planejamento de produção

O funcionamento adequado da fábrica é certamente uma das maiores preocupações dos gestores industriais. Por isso, a simplificação do planejamento de produção é de grande valia às manufaturas.

O ERP, por exemplo, automatiza o cruzamento de dados para formatar a produção da planta. Ao considerar a disponibilidade de recursos — sejam eles físicos, humanos ou materiais — e relacioná-los com os critérios de turnos, horas úteis e prazos negociados, o sistema entrega uma programação consistente, efetiva e absolutamente viável.

2. Apontamentos online

Os apontamentos online são extremamente úteis para garantir um controle mais assertivo e em tempo real das atividades produtivas, permitindo que o gestor visualize, analise e tome decisões a respeito de sua planta.

Por meio de uma tela específica, o funcionário encarregado da operação das máquinas sinaliza em qual parte do processo está trabalhando, registrando o início e o fim da etapa.

Assim, os apontamentos podem ser posteriormente comparados ao planejamento inicial, indicando se (em qual fase) houve falhas. Nesse caso, o gestor tem autonomia e agilidade para corrigir os desvios antes que comprometam a produtividade da fábrica.

3. Controle de refugo (ou material refugado)

Na indústria de plástico, não é totalmente incomum que o produto acabado apresente qualidade inferior e, assim, não possa ser comercializado como o padrão do portfólio.

Para atender, monitorar e mesmo rentabilizar esses itens, existe a possibilidade de estoca-los como produtos refugados e, em seguida, oferecê-los ao mercado por um preço abaixo do habitualmente praticado. E o ERP é a única ferramenta capaz de prover tal nível de controle.

A funcionalidade é importante para garantir a lisura das operações de transformação (considerando a quantidade de matéria-prima e, em seguida, o volume do produto acabado) e permitir que o gestor visualize sua produção de forma mais detalhada — inclusive percebendo se há alta incidência de erros recorrentes na fábrica.

 

O Areco ERP é totalmente aderente às rotinas operacionais das indústrias de plástico e contribui de modo direto para potencializar os processos de gestão — angariando, assim, resultados cada vez mais consistentes.

Além das rotinas de planejamento de produção, apontamentos online e controle de material refugado, o software também automatiza a engenharia integrada (com cadastro ilimitado de níveis para itens produzidos) e gera laudos completos de produtos acabados.

Quer saber como podemos ajudá-lo a alavancar o desempenho da sua indústria? Fale com um consultor!

E mais:

 

Os 6 principais relatórios para a gestão de indústrias de Alimentos e Bebidas

Os 6 principais relatórios para a gestão de indústrias de Alimentos e Bebidas

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A gestão de indústrias de Alimentos e Bebidas é bastante específica e envolve uma série de obrigações particulares. Nesse caso, o processo é regulado por normas rígidas de controle, demanda ferramentas capazes de automatizar rotinas e, sem interferir na qualidade dos produtos, garantir a conformidade da produção.

Para monitorar o andamento operacional, certificando que haja transparência e segurança na gestão dos procedimentos administrativos e fabris, é fundamental que os líderes possam se amparar em dados confiáveis do negócio — e os relatórios são ferramentas imprescindíveis às decisões assertivas.

Por que os relatórios são essenciais na gestão de indústrias de Alimentos e Bebidas?

É consenso entre os gestores contemporâneos que contar com relatórios claros e seguros, capazes de traduzir em números a operação do negócio, desponta como uma poderosa vantagem competitiva.

No contexto das indústrias de Alimentos e Bebidas não é diferente. Pelo contrário! Para fazer frente à concorrência, é preciso dispor de informações centralizadas e transparentes. Só assim se torna possível (e viável) tecer estratégias para otimizar a operação e alavancar a performance global da empresa.

Quais são os principais relatórios para a gestão de indústrias de Alimentos e Bebidas?

Primeiro, é válido pontuar que as particularidades de cada empresa devem nortear a configuração de relatórios essenciais e, a partir disso, também as rotinas de análise. Em todos os cenários, porém, os documentos gerenciais são cruciais para garantir a conformidade de processos e a produtividade da operação.

1. Margem de contribuição

A concorrência no segmento de Alimentos e Bebidas é alta e, por isso, o mercado exige agilidade e eficiência nas decisões estratégias da empresa. Nesse âmbito, o relatório de Margem de Contribuição permite que os líderes visualizem, de forma ampla e coesa, qual produto, região ou vendedor está contribuindo mais com a lucratividade da organização — e estejam aptos a ajustar as demandas de modo ágil.

2. Faturamento (Devolução e Carteira)

Na área Comercial — que requer dinamismo, mas não dispensa o controle operacional — é importante gerir de perto o cenário de faturamento em relação às metas estabelecidas.

Para isso, um relatório que traga, em números detalhados, os valores das vendas acumuladas e dos saldos da meta, compondo o faturamento após considerar pedidos não faturados (carteira) e subtrair as devoluções, é bastante útil para permitir aos gestores uma visão profunda do desempenho comercial.

3. IQF (Índice de Qualidade do Fornecedor)

Principalmente em empresas de Alimentos e Bebidas, as certificações (tais como a FSSC ISO 22000) são bastante valorizadas e, em alguns casos, despontam como condições essenciais para que seja possível fechar uma compra e manter um cliente.

Nesse contexto, o relatório de IQF, na medida em que assegura o controle sobre a procedência dos insumos utilizados e qualifica os fornecedores, garante que a organização sinalize diretrizes importantes e certifique a integridade de sua operação.

4. Rastreabilidade

A rastreabilidade é um procedimento essencial às empresas de Alimentos e Bebidas. Por isso, o relatório que garante acesso e controle dos lotes que entram (ou seja, que são comprados pela empresa) e dos que saem (produtos acabados, já vendidos) deve ser continuamente gerado e analisado, de modo a assegurar a conformidade das mercadorias estocadas e comercializadas.

5. Ressuprimento

O dinamismo do mercado, pautado pela velocidade e pela volatilidade do consumo, também atingiu a indústria. Dessa forma, é necessário que as empresas se adaptem às demandas e estejam preparadas para corresponder às expectativas de atendimento.

O relatório de ressuprimento, nesse contexto, é importante para que os gestores tenham mais segurança no atendimento dos pedidos, assegurando a disponibilidade da matéria-prima demandada, e mais consciência na otimização de recursos.

6. Fluxo de caixa

Por fim, embora não menos importante, o Fluxo de Caixa é um artifício altamente eficaz na gestão financeira do negócio — e que certifica a saúde da operação frente aos resultados registrados. Em indústrias de Alimentos e Bebidas, o relatório proporciona noções seguras acerca das oportunidades de investimentos e das eventuais necessidades de contenção.

Certifique-se, porém, de optar por uma ferramenta que possibilite o acompanhamento em tempo real e que, ao formatar os demonstrativos financeiros, considere pedidos de venda, compras e cheques, por exemplo. Afinal, a visão ampla é fundamental para embasar decisões eficazes!

 

O Areco ERP disponibiliza mais de 2000 relatórios e trabalha para que o gestor possa ter mais agilidade na análise e assertividade nas decisões. O resultado é uma operação mais enxuta, eficiente e produtiva.

 

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O mercado em 2018: conjunturas e perspectivas

O mercado em 2018: conjunturas e perspectivas

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Diante de tanta incerteza, há certa ordem no caos: sabemos que em 2018 haverá Copa do Mundo na Rússia, eleições presidenciais no Brasil e bastante tensão no mundo todo.

Nacionalmente, estaremos concentrados nos avanços reformistas (a Previdência, ainda pendente, é certamente o maior destaque), nas oscilações dos índices fundamentais (PIB, inflação, juros e câmbio, para citar apenas alguns) e no desenrolar da maratona presidencial (cuja epopeia ganha novos capítulos a cada dia).

Internacionalmente, permaneceremos atentos aos estremecimentos diplomáticos (em especial na relação entre Estados Unidos e Coreia do Norte), no arrefecimento de alianças (Brexit e Catalunha são bons exemplos) e, claro, na evolução do bitcoin (bem como das demais criptomoedas).

Uma coisa é certa: a economia será, independentemente do território, uma questão central nos meses vindouros.

E como lidar com as sombras que obliteram a visão do que está por vir? Para isso, infelizmente, não existe uma fórmula mágica. Trata-se, na verdade, do esforço constante para alimentar a resiliência e também da capacidade de antever cenários espinhosos — ou, quem sabe, extremamente oportunos.

O mercado para as empresas brasileiras: previsões sobre 2018

No contexto empresarial brasileiro, algumas previsões devem ser consideradas. Para minimizar os riscos e melhorar a performance geral da operação, é importante que os gestores estejam a par da opinião de especialistas que se dedicam a entender (e a prever) o dinamismo do mercado nacional.

Recentemente, em meados de dezembro, o relatório Focus sinalizou esperança no crescimento do PIB em 2018: 2,64%, representando a quinta alta consecutiva.

O mesmo documento também reforçou a previsão para a cotação do dólar, fixando-a em R$ 3,30 no fechamento do ano. Quanto à inflação, a estimativa é que caia um pouco mais: de 4,02% para 4%. No caso da taxa de juros, a expectativa é que permaneça em 7% ao ano em 2018.

No que tange ao consumo, as análises também são bastante promissoras. Seguindo o panorama de 2017, que registrou crescimento de 3,7% no varejo nacional, no próximo ano espera-se um aumento de até 5% — impulsionado por baixa inflação e juros estáveis.

De forma geral, a confiança do empresariado brasileiro pode começar a ser reavivada. E se o consumo tende a crescer, a demanda segue no mesmo caminho. Produções mais largas e expressivas são, portanto, a tendência para 2018.

No limiar de uma recuperação, as empresas precisam reconquistar e manter seus espaços. Mais do que nunca, o próximo ano será marcado pelas oportunidades, mas também pelos desafios. A missão da competitividade, na continua busca por alta performance e otimização de recursos, se tornará ainda mais evidente.

A tecnologia na gestão de 2018

Para alavancar operações, melhorar resultados e aproveitar a guinada do mercado, a tecnologia é uma ferramenta essencial às empresas competitivas. Integrar, simplificar e automatizar são as palavras de ordem — e nós podemos ajudá-lo a fazer com que elas permeiem o seu negócio.

Uma solução capaz de gerenciar todo o workflow, permitindo que usuários e líderes eliminem retrabalhos e se concentrem no desenvolvimento dos potenciais da empresa, é determinante para que o cenário favorável seja, de fato, convertido em resultados mensuráveis.

Conte conosco hoje. Conte conosco em 2018.

 

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Elimine o retrabalho na fábrica: como alavancar a produtividade da indústria

Elimine o retrabalho na fábrica: como alavancar a produtividade da indústria

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A baixa produtividade em atividades industriais é uma preocupação latente dos gestores de manufaturas. A boa notícia, contudo, é a de que é possível eliminar o retrabalho na fábrica ao priorizar a simplificação de operações, a integração de processos e a automatização de rotinas.

Inseridos em um cenário de alta concorrência e competitividade, é natural que os líderes industriais busquem conhecer, implantar e fortalecer soluções inovadoras para melhorar a performance da empresa — e a tecnologia, uma vez mais, se posiciona como a aliada ideal para esse desafio.

Tecnologia de gestão para alavancar a produtividade da indústria

No cotidiano das manufaturas contemporâneas, o termo “produtividade” é utilizado para descrever uma relação profícua e positiva entre os recursos disponíveis (insumos, tempo, etc) e os resultados deles obtidos (produtos gerados, serviços prestados, etc) — medindo, portanto, o quociente da produção pelo tempo e/ou mão de obra empregados para obtê-la.

Há algumas décadas, a tecnologia entrou em cena — e, dia após dia, se fortalece nesse cenário — para contribuir com a alavancagem de resultados empresariais. Capaz de potencializar a produtividade e de melhorar a competitividade do negócio, os recursos de gestão amparados em tecnologia despontaram como ferramentas imprescindíveis ao êxito e à perenidade da operação.

Nos dias de hoje, a despeito das diferenças estruturais e mercadológicas das indústrias bem-sucedidas, há algo de unânime na forma como administram as atividades da fábrica: todas dispõe de um sistema integrado de gestão, o ERP, para organizar, automatizar e controlar seus processos, medindo resultados com transparência e constância.

[POST] Como melhorar a capacidade produtiva da sua fábrica?

Os resultados de uma liderança tecnológica começam a ser sentidos ainda no curto prazo — e não param de render bons frutos, independentemente do tempo que vigore. O incremento na produtividade, significativa e lucrativamente, é constante.

A importância do ERP para eliminar o retrabalho na fábrica

Uma vez reforçada a importância do ERP na produtividade da indústria, é pertinente observar de que forma a tecnologia de gestão atua, também, de forma a eliminar o retrabalho na fábrica.

Evidentemente, ambas as situações estão essencialmente interligadas: se há altas taxas de retrabalho — consequentemente demandando nova mobilização de recursos e, na maioria dos casos, também gerando desperdícios de recursos — é bastante provável que a produtividade esteja comprometida.

A combinação dos dois elementos é perigosa e, caso seja identificada, deve ser imediatamente corrigida, permitindo que a operação volte a trilhar um caminho saudável de desenvolvimento.

[POST] Como alavancar processos de gestão e tornar sua empresa mais competitiva?

O ERP, quando aplicado no cotidiano fabril, viabiliza e otimiza etapas crucial do processo produtivo: o planejamento de produção, por exemplo, permite o cruzamento de dados (curva de demanda, saldo de estoques, disponibilidade de máquinas) e torna a execução mais excuta, segura e rentável.

Areco ERP para melhorar a produtividade da indústria

A eficácia (e, mais do isso, o caráter indispensável) do ERP na fábrica é, portanto, indiscutível. Mas atenção: não basta implantar a tecnologia, é preciso estar convicto de que se trata da solução mais adequada para gerenciar as operações do negócio.

Neste momento, a escolha do fornecedor requer cautela e confiança; afinal, a relação pretende-se duradoura e, caso esteja alicerçada em propósitos comuns, também bastante produtiva para as partes.

Para atender a uma demanda exigente, que persegue resultados consistentes e busca a competitividade no mercado, nasceu o Areco ERP. Totalmente aderente às rotinas industriais, o sistema atende desde o controle de custos ao acompanhamento do tempo exigido por cada processo, com visualização online de máquinas em atividade.

Dentre os benefícios suscitados pela utilização integrada do Areco ERP, despontam:

  • Engenharia integrada de produtos (incluindo cadastros de matérias-primas, subitens, embalagens e roteiros de produção)
  • Planejamento de produção (considerando a disponibilidade de recursos e as informações de turnos, horas úteis e prazos)
  • Gerenciamento de Ordem de Produção (com geração de código de barras para apontamento online de cada etapa)
  • Emissão de relatório de IQF e laudos de matéria-prima e produto acabado

Diante disso, ficam ainda mais evidentes os termos da vantajosa relação que existe entre a tecnologia em gestão e a otimização dos processos fabris.

Uma coisa é certa: empresas competitivas, que estão na vanguarda de seus mercados e aglutinam resultados expressivos, apostam em ERP para integrar, controlar e gerenciar suas operações — da produção à administração.

 

Conte conosco para combater o retrabalho e alavancar a produtividade da sua empresa! Para saber como podemos ajudá-lo, fale com um consultor!

 

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[POST] Por que a tecnologia é imprescindível ao sucesso da indústria 4.0?

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[DEPOIMENTO] Primer Tools recomenda o Areco ERP

 

 

Por que a tecnologia é imprescindível ao sucesso da indústria 4.0?

Por que a tecnologia é imprescindível ao sucesso da indústria 4.0?

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Em um mercado cada vez mais volátil, competitivo e dinâmico, os desafios são constantes. Às organizações modernas, a busca por otimização e inovação não desponta somente como mais um diferencial — é, na verdade, uma condição sine qua non para que se mantenha a perenidade e se persiga a lucratividade.

O que caracteriza o conceito de indústria 4.0?

A evolução da humanidade está intimamente ligada aos avanços tecnológicos. Neste contexto, a compreensão de “tecnologia” deve remeter à essência da palavra — que, do grego, une “techne”, que significa técnica, à logos, que pode ser interpretado como argumento, razão ou discussão —, definindo-a como o conjunto de conhecimentos que permite mudanças práticas no modo com que as necessidades humanas são satisfeitas.

Desta forma, não seria equivocado sinalizar que a tecnologia é a força motriz que impulsiona e sustenta as alterações socioeconômicas que vivenciamos. No caso da indústria, o cenário não é diferente: as três revoluções industriais, por exemplo, foram firmemente motivadas pelo desenvolvimento de novas técnicas e métodos. Na atualidade, muito se discute a respeito de uma nova era para o segmento, a chamada “indústria 4.0”.

O conceito é mais do que uma nomenclatura de segmentação. Em consonância com as mudanças mercadológicas e tecnológicas, a expressão reúne uma série de atributos que refletem uma alteração significativa no modo produtivo vigente, propagando a ocorrência de uma Quarta Revolução Industrial. Trata-se, em suma, da aplicação das principais inovações tecnológicas dos campos de automação, controle e tecnologia da informação aos processos de manufatura.

As principais características das indústrias 4.0, portanto, estão centradas em uma dualidade interessante: muito embora permaneça viável a adoção de um modelo produtivo amparado na massificação, o interesse no que é personalizado é cada vez mais expressivo. Para atender à demanda emergente, técnicas dinâmicas de gestão e de engenharia são cada vez mais indispensáveis para garantir aderência às novas necessidades de produção e de consumo.

Por que a tecnologia é imprescindível à indústria 4.0?

Entendendo a tecnologia como um poderoso mecanismo para alterar o status quo, é válido pontuar que, nas indústrias, a automação de processos figura como um dos mais relevantes (e impreteríveis) diferenciais competitivos da atualidade. Mais do que diferenciação, trata-se de uma questão de sobrevivência.

Neste âmbito, é impraticável pensar em automação de rotinas sem recorrer ao aperfeiçoamento de gestão. Somente ao contar com ferramentas robustas e seguras, capazes de integrar operações e otimizar recursos, é possível simplificar processos e conferir alta performance às etapas produtivas e administrativas.

A adoção de tecnologias aderentes e adequadas é o caminho para que a modernização das indústrias, adentrando na era 4.0, seja, de fato, uma realidade. Em meio à concorrência acirrada, a tomada de ação deve ser rápida e certeira: não há tempo para indecisão e eventuais erros podem ser perigosamente onerosos.

Ante a um cenário tão provocador, os administradores industriais precisam voltar seus olhos aos desafios da gestão moderna. Para além das operações cotidianas, é necessário estar atento à convergência tecnológica e ao desenvolvimento das cadeias produtivas.

A indústria 4.0 é uma realidade cada vez mais evidente e, às empresas despreparadas, há o risco real de que percam relevância no mercado, comprometendo sua continuidade e seus lucros.

Para assegurar operações verdadeiramente integradas, valendo-se dos consistentes benefícios ligados à otimização de recursos e à transparência dos dados, certifique-se de apoiar-se em tecnologias robustas e críveis. Bem-vindo, então, à era da indústria 4.0!

 

Se a sua dificuldade é solucionar os gargalos produtivos, veja como a tecnologia pode ajudar.

 

Blog  Por que a tecnologia é imprescindível ao sucesso da indústria 4.0?

“A maior mudança com o início das rotinas de produção dentro do sistema foi o ganho em atividades que fazíamos repetidas vezes. […] O maior ganho foi a centralização das informações, que eliminou o retrabalho de redigitar nossos dados produtivos.”

Miguel Correia, Gestor de Implantação na Riferplast

 

Para saber mais, fale com um consultor!

Como melhorar a capacidade produtiva da sua fábrica

Como melhorar a capacidade produtiva da sua fábrica

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A saúde de uma indústria está diretamente associada à sua capacidade produtiva. A expectativa do gestor, ao administrar as rotinas da área, é a de aumentar os números da fábrica em consonância ao escoamento dos produtos, correlação que significa ganho de mercado e aumento no faturamento do negócio.

A visualização transparente do panorama produtivo, mantendo pleno domínio dos dados estratégicos da área, é importante para conhecer de forma ampla e consistente qual é a verdadeira capacidade da fábrica, empreendendo melhorias constantes.

Somente ao contar com informações críveis e ao ser capaz de avaliar eventuais cenários de previsão torna-se possível ser mais assertivo e estratégico nas decisões que se relacionam à produção.

Por que é necessário acompanhar a produção?

A importância de entender e monitorar a rotina produtiva da fábrica é inegável. Informação é poder e, aos gestores, a capacidade de verificar com clareza e segurança o andamento da manufatura pode endossar o sucesso de uma das operações mais relevantes do negócio.

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Ao contar com uma visão ampla, baseada em dados transparentes e confiáveis, a compreensão a respeito da produção ganha mais firmeza e assertividade — e eventuais desvios podem ser prontamente corrigidos, evitando prejuízos e/ou desperdícios significativos.

Não é interessante a nenhum tipo de negócio — independentemente de seu porte ou ramo de atuação — que sua produção esteja ociosa ou então apresente problemas recorrentes em avaliações que confrontam quantidade e qualidade.

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Para impedir dissonâncias entre o mercado e a empresa, portanto, é mandatário que o gestor esteja devidamente preparado (e tenha suporte) para dominar os processos de produção, mantendo-se constantemente atualizado a respeito dos resultados da área.

Neste âmbito, a precisão do controle e as possibilidades de acompanhamento, relacionando capacidade produtiva e escoamento, despontam como essenciais à boa administração da indústria. E, mais do que apenas permitir o cumprimento de processos padronizados, o monitoramento contribui diretamente para a tomada de decisões estratégicas, melhorando os resultados do negócio.

Como melhorar a capacidade produtiva da fábrica?

Algumas medidas já bastante conhecidas na indústria são fundamentais para que a capacidade de produção do negócio seja avaliada e potencializada com coerência.

Para um exame mais largo e completo, primeiramente é preciso estabelecer ou rever os procedimentos adotados pela empresa, aglutinando informações internas (histórico de produção, mapeamento de processos até a finalização do item) e externas (sazonalidade de venda, demanda pelo produto) para balizar as inferências. Nesta etapa, sistemas de gestão podem ser decisivos para conferir credibilidade às informações levantadas: relatórios de venda passadas, por volume e período, por exemplo, são ótimas fontes de subsídios estratégicos.

Partindo para uma aplicação mais prática, é mandatório que os procedimentos de produção sejam reexaminados e, se necessário, devidamente ajustados para atender aos padrões pretendidos. A engenharia de produtos, por exemplo, permite a discriminação detalhada das etapas e comporta, inclusive, desenhos descritivos de apoio para insumos e componentes.

BAIXE O INFOGRÁFICO | Os 5 benefícios da engenharia de produtos

Para além da manutenção adequada de máquinas, da capacitação contínua da equipe e do aprimoramento de técnicas de produção, é válido reforçar que a potencialização da capacidade produtiva perpassa por um controle ostensivo e seguro.

Dispor de recursos capazes de indicar, em tempo real e por blocos periódicos, qual foi o real desempenho da fábrica na confecção de determinada cadeia de itens é essencial para sustentar uma produção eficiente.

Não seria equivocado dizer, portanto, que a gestão estratégica da indústria está fortemente ligada à robustez de sua tecnologia administrativa — auxiliando na construção e no cumprimento de processos tanto quanto na contenção de desvios e na mensuração de resultados.

Caso o seu desejo seja impulsionar operações produtivas, certifique-se de contar com um software integrado e preparado para atender às demandas específicas da produção.

Blog  Como melhorar a capacidade produtiva da sua fábrica

 

O Areco ERP automatiza processos, elimina retrabalho e minimiza as chances de erro nas atividades cotidianas. Ao integrar departamentos e fornecer indicativos de desempenho geral e individualizado, o sistema garante transparência e segurança na tomada estratégica de decisões. O Areco ERP é multimoedas, multiempresas e multi-idiomas, reunindo uma gama ampla de relatórios e telas gerenciais. As atualizações do software são automáticas e contemplam todas as Legislações Federais e Estaduais sem custos adicionais. Tudo isso com implantação em tempo recorde e o melhor custo x benefício do mercado.

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