Como a tecnologia agrega à contabilidade?

Como a tecnologia agrega à contabilidade?

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A contabilidade surge como uma área essencial em qualquer organização. Responsável por coletar, registrar, analisar e repassar informações financeiras, o departamento controla dados que, por refletirem a saúde do negócio, fornecem uma visão detalhada das operações e podem servir como base para novas estratégias de crescimento. Mas, como a tecnologia agrega à contabilidade?

Pensando assim, a contabilidade gera dados para um processo amplo de planejamento. Contribuindo para ampliar avaliações e orientações a respeito do mercado e das obrigações fiscais e tributárias.

Em um mercado cada vez mais competitivo, as mudanças são frequentes. O processo de adaptação deve ser contínuo, profissionais e empresas precisam se reinventar!

Veremos neste artigo como a tecnologia agrega à contabilidade e algumas inovações essenciais para quem visa o crescimento organizacional.

Boa leitura

Tecnologias e inovações para a contabilidade

A tecnologia aprimora os processos de gestão e age como um mecanismo indispensável ao crescimento dos negócios. Isso não seria diferente na contabilidade, é claro.

Existem várias tecnologias e inovações disponíveis no mercado que podem auxiliar o processo contábil, tais como:

  • Aplicativos

    Hoje em dia existem diversos aplicativos gratuitos e pagos disponíveis para download que agregam muito ao processo. Veja estes apps gratuitos que separamos:

  1. Expensify: aplicativo gratuito que gera relatórios de gastos;
  2. Zero Paper: aplicativo existente na versão gratuita e paga, que serve para controlar contas a pagar e a receber e gerar relatórios;
  • Atendimento online

    Esta prática, seja em escritório ou no departamento da empresa, pode ser a solução para gargalo de produtividade. Otimizando o atendimento você diminui as reuniões in loco e pode optar por reuniões remotas, via vídeo conferência. Além de utilizar outros meios de comunicação, como e-mails, chats no site da empresa, formulários online e até comunicadores instantâneos.

  • Assinatura eletrônica

    Sabemos que assinar vários documentos é uma tarefa que demanda muito tempo. Ainda mais se a organização for de grande porte. A todo momento são emitidos diversos documentos que necessitam da assinatura de um responsável. Desta forma, a assinatura eletrônica surgiu para otimizar esse processo. Trata-se de um código exclusivo e interligado a uma pessoa ou empresa, que serve para dar autenticidade e validade a um documento eletronicamente, sem necessidade da presença física de algum representante.

  • Software de gestão integrada:

    Uma das maiores vantagens de usar a tecnologia no é poder otimizar certos processos e facilitar a execução de tarefas, neste caso podemos contar com um software de gestão integrada, como o ERP. Um sistema ERP automatiza processoselimina retrabalho e minimiza as chances de erro nas atividades cotidianas. Por ser responsável pela integração de departamentos, o software é o grande aliado da contabilidade atualmente, além de concentrarem todas as informações necessárias aos fechamentos fiscais e contábeis, o ERP ainda fornece indicativos essenciais de desempenho. Com ele também é possível adotar a prática de integração contábil que propicia mais segurança e assertividade na tomada de decisões, principalmente em questões estratégicas.

Integração contábil

A integração contábil é uma solução desenvolvida para conectar a área financeira dos seus clientes com o seu sistema contábil. Com ela é possível visualizar e importar os dados lançados por eles em seus sistemas de gestão.

A integração contábil desponta como uma poderosa ferramenta para assegurar mais controle operacional e mais segurança na conformidade legal das empresas. Ao explorarem os métodos com consistência, os líderes e contadores são mais ágeis nos fechamentos obrigatórios e têm mais confiança nos dados emitidos.

Por que a integração contábil é importante?

As exigências contábeis, fiscais e tributárias, no Brasil, são bastante amplas e rigorosas. Um levantamento da Receita Federal apontou que as empresas nacionais gastam, em média, 600 horas por ano para calcular e pagar impostos e contribuições — o que equivale a 25 dias de expediente.

Para evitar retrabalhos desnecessários e otimizar as operações burocráticas, a integração contábil, possibilitada pela tecnologia de gestão, atua como uma excelente aliada.

Alguns dos principais benefícios da prática são:

  1. Agilidade nos fechamentos fiscais do módulo SPED

Com o projeto de digitalização das escriturações fiscais e contábeis, o SPED demanda uma série de arquivos que devem ser remetidos ao Governo com periodicidade e critérios específicos, valendo-se da tecnologia para corresponder às demandas de entrega.

A emissão dos documentos é muito mais simples e rápida quando os registros financeiros e contábeis já estão organizados. Já imputados seguindo regras contábeis previamente definidas e que atendem às demandas da empresa.

Por isso, a eficiência e o suporte do software, ainda no que tange aos procedimentos contábeis, tornam-se também indispensáveis à conformidade fiscal, garantindo que a empresa cumpra suas obrigações perante os órgãos competentes.

  1. Facilidade na conciliação bancária

A conciliação bancária, em sua missão de comparar o saldo das contas no banco com o controle financeiro interno da empresa, é de extrema importância para garantir a segurança das informações financeiras e da movimentação de caixa.

Nesse caso, quando as parametrizações referentes às contas financeiras atendem às demandas do Contas a Pagar e do Contas a Receber, o processo de conferência é mais simples e rápido.

O processo de integração contábil, por sua vez, facilita ainda mais essa rotina justamente ao assegurar que as informações sejam registradas de modo estruturado. Basta, então, que o analista responsável faça a checagem para que certifique a pertinência dos valores e prossiga com os fechamentos.

A Areco Sistemas Empresariais é sua parceira agora, amanhã e sempre. Conte conosco para superar as dificuldades do cenário atual e preservar o crescimento do seu negócio.

Estamos aqui para você, agende uma consultoria gratuita com um de nossos especialistas!

Os principais desafios da gestão industrial (e como resolvê-los!)

Os principais desafios da gestão industrial (e como resolvê-los!)

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A indústria 4.0 mudou a mentalidade dos gestores. A transição, ainda que urgente, exige empenho e disponibilidade.  É preciso se libertar de paradigmas obsoletos, reconfigurar a estratégica da fábrica e implantar ferramentas capazes de manter a competitividade da empresa frente à nova ordem do mercado. A boa notícia é que, ao compreender os principais desafios da gestão industrial, você se prepara para enfrentá-los com segurança e coerência! 😉

Neste artigo, exploramos o cenário da gestão industrial e dividimos com você o que aprendemos com centenas de empresas do ramo. São quase quatro décadas de trabalho em prol de fluxos produtivos mais enxutos, orgânicos e rentáveis — e, desde então, os resultados têm sido expressivos e exponenciais.

Ao terminar a leitura, você se sentirá mais preparado para analisar o contexto do negócio e terá propriedade para enxergar eventuais incongruências na sua linha de produção, eliminando desvios e maximizando resultados com agilidade e eficiência.

Boa leitura e bons insights!

 


Tempo de leitura: 13 minutos


A indústria 4.0 como a nova realidade do setor

Se você ainda tinha alguma dúvida, fica o veredicto: a indústria 4.0 não é uma opção — e sua empresa precisa se adaptar, por iniciativa ou por força de mercado, a um cenário completamente diferente.

Calma, gestor: não há motivo para pânico. Para acompanhar o desenvolvimento da linha de produção, principalmente no que diz respeito à eficiência das máquinas e à qualidade das rotinas de trabalho, você pode contar com um aliado de peso. Você acertou em cheio se pensou em tecnologia.

Na prática, o conceito da indústria 4.0 descreve a aplicação de inovações em indústrias de todos os portes. A automação, por exemplo, ganha cada vez mais relevância e o controle gerencial se abastece de recursos transparentes de acompanhamento. Tudo funciona de modo mais enxuto, coeso e, claro, também mais lucrativo.

Quando as operações seguem um fluxo sistêmico, suprimindo erros manuais e evitando prejuízos, é mais fácil manter o ótimo desempenho do time. Além disso, os recursos — sejam eles físicos, humanos, financeiros ou de tempo —, assim como o fluxo de caixa, agradecem a iniciativa, já que são otimizados ao longo de toda a cadeia produtiva.

A gestão 4.0 é uma verdade inadiável e, como tudo o que é novo, suscita desafios que provocam e estimulam a capacidade empresarial.

Chegou a hora de conhecer alguns deles…

 

Os principais desafios da gestão industrial (e como resolvê-los)

A indústria 4.0 modelou a gestão industrial da atualidade. Não é nenhuma surpresa, portanto, verificar que os maiores desafios da gestão industrial estão associados à (falta de) tecnologia. Hoje o que não pode ser medido não pode ser melhorado, e qualquer gargalo que passe despercebido é determinante nos resultados da companhia.

 

Disponibilidade e demanda

Na fábrica, o dimensionamento da produção envolve uma série de fatores. É preciso garantir o máximo alinhamento entre a demanda comercial, a disponibilidade de insumos e o planejamento da produção.

Com tantas variáveis, dá para entender o motivo que torna a preocupação com a demanda um dos principais desafios da gestão industrial, né? Qualquer desvio — seja uma compra exagerada ou a ociosidade dos equipamentos — pode gerar prejuízos severos e comprometer a perenidade da companhia.

Por isso, é importante manter todos os aspectos produtivos sob vigilância, explorando dashboards e relatórios gerenciais bem robustos, de maneira a assegurar o equilíbrio e a lucratividade da operação.

 

Produtividade e otimização

Produtividade tem tudo a ver com otimização e os líderes industriais estão convencidos disso. Para que a fábrica seja eficiente, é necessário manter a integridade dos recursos dos colaboradores e das máquinas, e estabelecer fluxos coesos de trabalho.

A missão da produtividade, entretanto, vai além das rotinas de operação. Todos os dias o gestor industrial precisa analisar os números da unidade e validar a qualidade dos itens acabados via apontamentos online, confirmando a performance da linha com a máxima confiabilidade.

Aqui, vale pontuar que recursos integrados e inteligentes fazem toda a diferença na rotina das lideranças. Acessando uma base consistente de dados, formatando informações de acordo com a necessidade da avaliação, permite que decisões mais acertadas sejam tomadas em menos tempo.

 

Investimento e inovação

A indústria 4.0 é o indício mais evidente da necessidade de inovação na indústria. Para viabilizar mudanças positivas, porém, é preciso manter os olhos bem fixos no orçamento, certo?

O desafio da liderança, neste caso, é filtrar os inputs para dominar os outputs. Isso significa mergulhar nas carências da fábrica e definir o que é urgente e o que é importante, dosando objetivos de curto e de longo prazo de forma sutil e eficiente.

Pense, por exemplo, na possibilidade de automatizar um processo manual no corte de uma peça específica. Quando a tecnologia fabril é incorporada à engenharia do produto, os ganhos são múltiplos. A incidência de erros e o índice de desperdício são consideravelmente menores, já que a interferência humana é reduzida.

Esse tipo de iniciativa é essencial para manter a competitividade do negócio — e deve constar no planejamento do gestor. Da mesma forma, correções e aprimoramentos pontuais são recorrentes e podem demandar ação imediata. Vale ficar atento!

 

O Areco ERP na gestão das indústrias

A Areco Sistemas Empresariais acumula mais de 30 anos de experiência no mercado de tecnologia de ponta. O Areco ERP, ferramenta modular e totalmente integrada, é a escolha de centenas de gestores focados em alta performance. A tecnologia favorece a automatização de tarefas e permeia todo o workflow, conferindo segurança e autonomia em todas as áreas.

Para otimizar as rotinas na linha de produção, o Areco ERP dispõe de funcionalidades indispensáveis à gestão da indústria 4.0.  Da engenharia de produtos ao controle da qualidade.  O software padroniza operações e garante a análise dinâmica das informações corporativas,  a partir dos 2 mil relatórios disponíveis, com filtros variados, confiável do negócio em tempo real.

 

Fique por dentro de alguns dos diferenciais do Areco ERP…

  • a engenharia integrada de produtos, com cadastro ilimitado de níveis (incluindo matérias-primas, subitens, embalagens e roteiros de produção);
  • o planejamento de produção, considerando a disponibilidade de recursos (incluindo quantidade de funcionários, máquinas e horas úteis da fábrica);
  • o gerenciamento de Ordem de Produção, com geração de código de barras para apontamento online.

Não existe uma resposta única sobre os desafios da gestão industrial, há um aspecto comum às estratégias vencedoras: a tecnologia de gestão.

Certifique-se de encontrar uma solução aderente às demandas da sua operação que capazes de empoderar sua equipe.

Precisa de ajuda especializada para solucionar os principais problemas da sua linha de produção?

A gente pode ajudar! Agende uma consultoria gratuita e saiba como a tecnologia de gestão pode tornar sua empresa ainda mais competitiva.

 

 

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Como emitir notas fiscais em 4 passos simples

Como emitir notas fiscais em 4 passos simples

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Se você é gestor financeiro ou proprietário de uma empresa, é seu dever emitir notas fiscais, elas são de suma importância para a tributação correta e legal dos impostos em sua empresa.

Mas se você é novo na área e ainda não sabe fazer isso, fique tranquilo! Elaboramos este artigo exclusivo e te ensinaremos como emitir notas fiscais em 4 passos simples. Mas, antes precisamos ter algumas noções básicas sobre notas fiscais.

Então, boa leitura!

 


Tempo de leitura: 10 minutos


 

O que é uma nota fiscal? Para que serve?

Consiste em um documento fiscal que comprova a venda ou prestação de serviço de uma empresa para pessoa física ou jurídica.

Ela serve como recibo e comprovante de compra caso o consumidor requisite troca ou reparação do item vendido. Em caso de algum problema com a empresa emitente o consumidor consegue recorrer à justiça utilizando a nota fiscal como prova.

Em resumo a nota fiscal faz com que as empresas tenham um controle de entrada e saída, verifiquem os impostos pagos, os valores pagos pelos clientes, lucros, entre outros dados. Também facilita a vida da empresa caso ela precise ser analisada ou auditada por terceiros.

 

Eu preciso emitir notas fiscais?

Se você tem ou trabalha no setor fiscal de uma empresa totalmente regularizada com CNPJ, alvará, etc… a resposta é sim!

A não emissão de nota fiscal é ilegal e considerada sonegação, pois ela documenta a transação com o objetivo de recolhimento de impostos. Se algum estabelecimento não entregar a Nota Fiscal após a compra, o consumidor deve exigi-la.

Além disso, a Nota Fiscal é um comprovante comercial que gera confiança e credibilidade entre o comerciante e o cliente.

 

Quais são os tipos de notas fiscais?

 

  • Nota Fiscal de Produto Eletrônica (NF-e): nota fiscal que deve ser emitida na venda de produtos físicos.
  • Nota Fiscal de Serviço Eletrônica (NFS-e): nota fiscal que deve ser emitida na vende de prestação de serviços.
  • Nota Fiscal de Consumidor Eletrônica (NFC-e): nota fiscal que deve ser emitida no varejo para o consumidor final.
  • Conhecimento de Transporte Eletrônico (CT-e): nota fiscal que deve ser emitida quando há prestação de serviço de transporte.
  • Manifesto de Documentos Fiscais Eletrônicos (MDF-e): nota fiscal que deve ser emitida para movimentações de cargas, porém, no transporte interestadual (entre dois ou mais estados).
  • Nota Fiscal Complementar: nota fiscal que deve ser emitida para corrigir quantidade de mercadoria ou valor de imposto inferior ao correto.
  • Nota Fiscal Denegada: nota fiscal que deve ser emitida no momento em que existem irregularidades fiscais de uma das partes envolvidas na transação.
  • Nota Fiscal de Devolução: nota fiscal que deve ser emitida para anular operações de compra e de venda que não foram concretizadas.
  • Nota Fiscal de Exportação: nota fiscal que deve ser emitida para clientes que estão no exterior.
  • Nota Fiscal de Remessa: nota fiscal que deve ser emitida quando um empreendedor envia um bem em que já exista uma operação fiscal registrada.

 

Bom, agora que já aprendemos um pouquinho mais sobre notas fiscais e a sua importância, confira o infográfico abaixo com passos simples para emissão de notas fiscais:

 

Blog  Como emitir notas fiscais em 4 passos simples

 

Software para emissão de notas fiscais

Ficou na dúvida com relação ao software? Fique tranquilo para isso o SEBRAE disponibiliza gratuitamente um software enxuto somente para emissão de notas fiscais.

Para fazer o download clique aqui.

Mas atenção! Se a sua empresa está em crescimento e você quer que perpetue, então você deve estar pensando em aderir a esses pontos:

  • Redução de custos;
  • Otimização da produtividade;
  • Redução do prazo de entrega de produtos e serviços;
  • Eficiência nos processos de suprimentos;
  • Melhoria da gestão tributária;
  • Segurança da informação;
  • Melhoria na competitividade;
  • Eliminação de retrabalho.

Portanto, te apresentamos o sistema ERP!

 


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O ERP é um sistema de informação que interliga todos os dados e processos de uma organização em um único sistema, gerenciando por completo a sua empresa, a partir da união de vários módulos que controlam os departamentos. Pesquisas apontam que o uso desta ferramenta aumenta em até 35% o crescimento da empresa.

Um benefício muito importante também é a redução da demanda de tempo para a realização de tarefas e processos. A empresa perde muito tempo utilizando processos e sistemas rústicos, retrabalhos e trabalhos manuais. De acordo com um estudo realizado pela Receita Federal, as empresas brasileiras gastam, em média, 600 horas por ano para calcular e pagar impostos e contribuições – o que equivale a 25 dias de trabalho. Além disso existem diversos outros fatores que influenciam para um maior tempo gasto na realização de tarefas.

Areco Sistemas Empresariais é sua parceira agora, amanhã e sempre. Conte conosco para superar as dificuldades do cenário atual e, é claro, preservar o crescimento do seu negócio a médio e longo prazo. Estamos aqui para você.

Blog  Como emitir notas fiscais em 4 passos simples

 

Tudo sobre gestão e controle financeiro de pequenas empresas

Tudo sobre gestão e controle financeiro de pequenas empresas

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Para falarmos sobre a gestão e controle financeiro de pequenas empresas precisamos pensar nas questões humanas, administrativas e operacionais do negócio.

Assim como empresas de grande porte precisam de uma gestão e controle de qualidade, as pequenas empresas também se enquadram nesse cenário, afinal elas têm um grande potencial de se tornarem grandes empresas em um futuro não tão distante.

Conforme o negócio começa a crescer, a administração e a gestão da empresa começam a se tornar cada vez mais complexas, o proprietário começa a sentir a necessidade de utilizar outros meios e ferramentas para auxiliar a sua gestão.

Se você está passando por essa necessidade no momento, fique atento(a) ao conteúdo deste artigo, nele vamos ver alguns tópicos: o que é e como pode ser feita a gestão e o controle financeiro de uma empresa pequena.

Boa leitura!


Tempo de leitura: 16 minutos


 

Blog  Tudo sobre gestão e controle financeiro de pequenas empresas

 

O que é controle financeiro?

O controle financeiro é o ponto mais sensível do gerenciamento de um negócio e esse aspecto é comumente tratado e realizado da forma incorreta. Os principais erros cometidos são a falta de distinção entre despesas pessoais e empresariais, ausência de ferramentas de controle financeiro e automação e gestão baseada apenas no achismo.

Seu conceito consiste em basicamente ser todas as formas e meios que sua empresa registra as finanças, como por exemplo: entradas e saídas, contas futuras a pagar e receber, dentre outros controles básicos. Além de se basear na avaliação da condição financeira da empresa e na coordenação das atividades para essa finalidade.

Em suma, esse controle tem diversas utilidades. Tais como:

  • o controle de capital;
  • análise de viabilidade de projetos;
  • identificar o volume de fundos;
  • controlar eventuais desvios;
  • prevê o excesso de fundos ou falta deles;
  • auxilia no uso racional do dinheiro de acordo com a realidade e com os planos futuros da empresa.

O controle financeiro é um dos pilares base da boa gestão de uma empresa, ele é de suma importância para a previsibilidade de ganhos, gastos e lucros. Não há organização que prospere e gere receitas que não seja gerenciada em todos os seus aspectos.

 

O que é a gestão financeira?

Você sabe como andam as finanças da sua empresa? Onde você investe mais, onde você investe menos. Sabe realmente no que deve investir? Tem uma previsibilidade de ganho, lucro e gastos? Sabe como otimizar as finanças para obter mais lucro? Essas respostas só serão respondidas se você possuir uma boa gestão financeira.

Então entendemos que, a gestão financeira consiste em todo o pensamento estratégico, as avaliações, as análises e as decisões relacionadas à otimização, manutenção e administração de recursos. Resumindo, gestão financeira é o conjunto de medidas e procedimentos que visam potencializar e otimizar as finanças e os ganhos de sua empresa.

Essas ações são vitais para que uma organização obtenha bons resultados, pois permite estabelecer metas, estipular prazos e analisar se os resultados estão de acordo com o que estava planejado pela organização.

A gestão financeira também é baseada em algumas funções principais, tais como:

  • Planejamento financeiro: identificar problemas e desafios futuros e deixar claro a necessidade de crescimento da empresa;
  • Administração de ativos: estruturar os termos de risco e retorno dos ativos, de acompanhar defasagens entre entras e saídas e fazer uma boa gestão de investimentos;
  • Administração de passivos: gerenciar a estrutura de capital de organização e garantir a estrutura de capital mais eficaz com relação a liquidez, risco financeiro e redução de custos.

 

Controle financeiro x Gestão financeira

Você deve ter percebido o controle financeiro funciona como um utensílio para garantir a qualidade da gestão financeira, fazendo assim um bom proveito dos controles para otimização dos processos, direcionar estratégias e garantir a visão de curto, médio e longo prazo. Deste modo concluímos que o controle financeiro fornece um sistema de informações adequado para alimentar o fluxo de caixa, desde registros do presente quanto de planejamento futuros.

Em resumo, um bom controle financeiro é indispensável para ter uma boa gestão financeira. Os dois estando estritamente ligados, funcionando e atuando de forma correta na sua empresa, só trarão benefícios.

A gestão financeira representa o conjunto de ações, procedimentos e processos que o dão auxílio e as diretrizes à administração e ao controle financeiro das empresas, entendemos que pensar no futuro financeiro de uma empresa por meio da gestão é fundamental.

Nenhum gestor ou empreendedor quer apenas viver com as contas sempre no limite, certo? Por isso, a chave é uma boa gestão financeira atrelada a um rígido controle financeiro, assim, o aumento do lucro se torna tangível.


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Mas, como fazer o controle e a gestão financeira?

Sabemos agora o que é de fato a gestão e o controle financeiro e vimos a sua importância em uma empresa que visa a otimização do negócio e dos lucros. Muitos empresários não investem o tempo necessário para organizar as finanças de sua empresa de pequeno porte, isso é errado e tira a perspectiva de uma análise boa e real da saúde financeira da empresa.

Portanto para falarmos sobre como fazer, precisamos separar por tópicos importantíssimos que regem estas etapas.

 

Controle financeiro

 

  • Planejamento: faça o planejamento financeiro da sua empresa, anote e estruture todas as entras e saídas da empresa, organize todas as informações sobre as finanças e crie rotinas. A empresa sabe que dimensionar o capital de giro necessário no início do negócio, por exemplo, tem menos risco de ter de recorrer a um banco para um empréstimo.
  • Separe o pessoal do empresarial: esse é um dos maiores erros que as pequenas empresas cometem e que realmente afetam muito o desempenho e otimização financeira das mesmas, então separe todas as suas contas pessoais das contas da empresa, isso também irá ajudar no momento da declaração de Imposto de Renda, uma vez que é muito mais fácil o resultado separado de indivíduos e empresas. Ademais, faz com que o fluxo de caixa fique menos descomplicado e complexo.
  • Analise seu estoque: lembre-se, se seu estoque está parado, você não está vendendo, então está perdendo dinheiro! Faça um assíduo controle de estoque e entenda o seu cliente e suas necessidades, não faça compras desnecessárias e sem previsibilidade de venda, faça o controle com coerência e eficácia.
  • Capital de giro: analise as opções disponíveis no mercado antes de recorrer ao capital de terceiros. As parcerias são uma alternativa para capital de giro com taxas mais atrativas. As melhores taxas atualmente são pelo BNDES, mas há outras opções tão quanto interessantes em bancos comerciais. Pesquise, anote tudo e compare para encontrar a melhor opção para a sua empresa.

 

 

Gestão financeira

 

  • Controle de caixa: é uma rotina que você deve tomar onde você registra todas as movimentações financeiras de entradas e saídas realizadas pela sua empresa diariamente, funciona mais como uma ferramenta de controle simples do caixa no dia a dia da empresa, onde você consegue ver rapidamente a situação atual financeira.
  • Giro de estoque: como no controle financeiro não deixe o seu estoque ficar parado, faça a sua rotatividade. Na gestão, nos aprofundamos mais em questões de otimização, existem cálculos base que podemos fazer para realizar este giro de estoque com mais eficácia.
  • Gestão de clientes: trabalhar a perda e rotatividade de clientes com o objetivo de aumentar o faturamento e ainda melhorar o relacionamento com o consumidor, utilize ferramentas como o CRM para fazer esse gerenciamento e utilize estratégias específicas para não ocorrer esta perda.
  • Cuidado com os tributos: disponibilizar verba para o pagamento dos tributos obrigatórios é uma maneira inteligente de trabalhar com um dinheiro que tem um destino certo. Não há como fugir dessas obrigações e é um pagamento que não deve ser realizado em atraso, uma vez que há multas e juros que incidem sobre eles e esse é um dinheiro que você não precisa desperdiçar.

 

Você ainda está com dúvidas sobre a gestão e o controle financeiro? Quer conversar com um de nossos especialistas gratuitamente? Basta se cadastrar abaixo que você ganhará 1 hora de consultoria gratuita!

Fique tranquilo, nós entraremos em contato !

Como escolher o melhor ERP?

Como escolher o melhor ERP?

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Tempo de leitura: 13 minutos


Antes de mais nada, vale lembrar que, quando se trata de escolher a tecnologia que organizará os processos da sua empresa, tornando-a cada vez mais enxuta e produtiva, o que vale não é somente o melhor ERP, mas o ERP mais aderente à sua operação.

Para garantir a assertividade da escolha, incorporando o software mais robusto e adequado ao negócio, a dica é simples: mergulhe nas funcionalidades e expanda as bases de comparação. Uma análise detalhada e criteriosa faz toda a diferença no resultado final — e pode determinar a performance da empresa no curto, médio e longo prazo.

Caso você ainda se sinta inseguro com as variáveis tecnológicas, encontrando dificuldades para entender as demandas dos processos que a equipe expõe, respire fundo e continue lendo. Você tem em mãos um guia prático e transparente para desvendar os mistérios do ERP e, assim, chegar à solução ideal para as necessidades da sua operação.

Neste conteúdo, você conhecerá os principais critérios de análise para sistemas integrados, respeitando as particularidades da companhia, e saberá quais são as dicas mais valiosas para não errar na decisão.

 

Por que se preocupar com o ERP?

Se você não esteve em Marte nos últimos 30 anos, provavelmente sabe que a tecnologia de gestão está revolucionando o mundo dos negócios.

 

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Não se trata apenas de comprar com condições mais atrativas, e de vender com margens mais seguras. Estamos, na prática, falando de otimização de ponta a ponta — aquela que contempla desde a engenharia de produto na fábrica até a economia fiscal por meio de um planejamento tributário mais consistente.

E se apenas uma ferramenta pudesse dar conta de toda essa complexidade, integrando dados das mais diversas áreas e consolidando-os em análises aprofundadas e até específicas? Isso existe e está ao alcance de qualquer empresa, independentemente do porte ou do segmento em que atue. Muito prazer, agora você conhece um pouco mais sobre o ERP.

O Enterprise Resource Management (ERP), ou Sistema Integrado de Gestão Empresarial é um importante catalisador de resultados. A tecnologia é um parceiro excepcional dos líderes corporativos: primeiro, porque centraliza todas as informações da empresa; depois, porque simplifica as operações cotidianas para que haja mais tempo para desenvolver uma estratégia verdadeiramente competitiva.

Agora, pense e diga: esses motivos parecem suficientes para confirmar a necessidade de se preocupar com a efetividade do ERP ideal para a sua organização?

Caso a resposta ainda seja negativa (ou você tenha hesitado em responder que sim), talvez valha a pena explorar mais alguns fatores essenciais. O ERP, enquanto recurso indispensável à alta performance, é perfeito para alavancar todos os departamentos da companhia. A tecnologia é valiosa para, por exemplo:

 

  • maximizar a produtividade na fábrica, garantindo que os projetos estejam padronizados e possam ser facilmente executados;

 

  • otimizar a compra de matérias-primas e produtos acabados, uma vez que há total integração entre o Comercial e o Compras, viabilizando negociações mais coerentes enquanto agiliza a rotatividade do estoque de acordo com padrões predefinidos (tais como FIFO e FEFO);

 

  • acelerar a coerência e a lisura fiscal, contribuindo diretamente para o planejamento tributário e para o recolhimento adequado de tributos;

 

  • facilitar o acompanhamento completo de desempenho, do RH ao Comercial, permitindo que uma série de relatórios sejam facilmente emitidos em poucos cliques e em poucas telas.

 

Na prática, os módulos do ERP garantem uma gestão mais enxuta, eficiente e produtiva. Mas, antes de qualquer decisão, cuidado: existe um sistema aderente ao seu negócio e você precisa entender como fazer a melhor escolha.

A boa notícia é que, nas próximas linhas, você vai saber exatamente o que deve avaliar ?

 

Como escolher o melhor ERP?

Não é exagero dizer que não existe o ERP perfeito — mas, sim, a tecnologia mais aderente às suas necessidades e operações. É por isso que a escolha de um sistema completo, capaz de integrar áreas e simplificar processos, é uma questão que exige cautela e análise.

Para acertar na decisão, batendo o martelo com a tranquilidade de quem está convicto de ter tomado o caminho mais assertivo, é preciso olhar com atenção a alguns aspectos-chave do cotidiano corporativo.

Certifique-se de mergulhar nas demandas da empresa e de imergir no potencial de cada departamento, extraindo o que pode ser melhorado e quais vantagens competitivas devem ser construídas por meio da tecnologia de gestão.

Precisa de ajuda para refletir? Ótimo: veja, a seguir, alguns dos fatores mais relevantes no momento de escolher o ERP ideal para sua empresa!

 

  1. Olhe para dentro

Tudo começa no seu próprio dia a dia. Ninguém melhor do que você e sua equipe — do chão de fábrica ao BI (Business Intelligence) conhece melhor as necessidades da empresa.

Por isso, busque compreender em profundidade quais são as maiores dificuldades dos profissionais que fazem o negócio acontecer. É difícil extrair um relatório que indique a eficiência da compra de insumos? Temos aí, um ponto crítico para resolver. É complicado acompanhar a performance dos colaboradores com base em métricas transparentes e universais? Melhor correr para entregar resultados cada vez mais expressivos.

O primeiro passo, portanto, é olhar para dentro e entender o que precisa ser ajustado. E lembre-se: o papel do gestor, neste contexto, é super nobre. Cabe a você a missão de investigar as carências da companhia e definir um rumo coeso para supri-las do modo mais completo possível, combinado?

 

  1. Reúna seus recursos

Você certamente já dispõe de recursos primordiais para viabilizar o máximo desempenho na companhia (e a gente pode provar!). Os líderes de cada departamento — o gerente de RH e o supervisor de produção, por exemplo — são peças-chave na otimização de processos e de resultados, já que conhecem a rotina com a propriedade de quem coloca a mão na massa.

Nesta fase, é importante aproximar-se de quem domina o assunto. Assim, você consegue entender exatamente com o que — ou com quem — pode contar no momento de sugerir uma alavancagem tecnológica na empresa.

Não conseguiu visualizar esse cenário? É fácil resolver o problema. Se você quer aprimorar a gestão de projetos no PCP, por exemplo, precisa de alguém que possa definir as etapas produtivas e padronizar as orientações sistêmicas. Se você já tem a pessoa certa para isso e conta com as informações necessárias para viabilizar essa iniciativa, ótimo! Tudo o que você precisa tem apenas três letras: ERP!

 

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  1. Defina as prioridades

Quem está à frente de uma operação tradicional e enxuta sabe que, no mundo real, é difícil focar em todas as operações de uma só vez. Seria ótimo implantar soluções completas e integradas em todas as esferas corporativas e de uma só vez, criando rotinas mais transparentes e eficazes em todos os setores da organização, não é?

O problema é que, muitas vezes, o cenário ideal não é o mais realístico, seja por falta de mão de obra — profissionais capazes de digerir a complexidade tecnológica, compartilhando-a com uma equipe ávida por resultados mais positivos — ou por uma questão de fluxo de caixa — que exige que investimentos sejam diluídos ao longo de um determinado período —, a verdade é que há prioridades que devem ser mantidas.

Ao decidir implantar o ERP ideal para o seu negócio, tenha em mente quais são suas necessidades mais urgentes. Precisa de uma frente de loja integrada à gestão de estoque e à escrituração fiscal? Ótimo, comece por aí. Sua maior demanda é no PCP e você não pode continuar ignorando as falhas de qualidade no processo? Sem hesitar, busque um software capaz de reduzir sua dor de cabeça com produtos acabados e, de quebra, eliminar o retrabalho na fábrica.

No fim do dia, só você e sua equipe podem decidir o movimento mais viável. Uma coisa, porém, é inegável: o ERP certo, aquele que se molda com facilidade às suas operações e preenche com propriedade as lacunas processuais, é um investimento com retorno já no curto prazo.

 

Blog Sem categoria  Como escolher o melhor ERP?

A essa altura, deu para perceber que a escolha certeira de um ERP exige uma análise crítica e uma certa dose de mão na massa, certo? Para além de qualquer dificuldade, entretanto, a tecnologia de gestão abre um novo horizonte de possibilidades poderosas, prontas para otimizar recursos — físicos, financeiros, humanos e de tempo — e para alavancar resultados no curto, médio e longo prazo.

Não dá para ignorar essa promessa. Concorda? E você só precisa de uma boa decisão para isso.

 

Por que o Areco ERP é a melhor escolha?

A tecnologia de gestão é uma fonte inesgotável de análises e faz jus à sua importância na rotina das empresas mais competitivas. E não seria para menos, né? O software integrado é um valioso aliado das companhias (e dos líderes) de alta performance, empoderando profissionais e departamentos para que os resultados coletivos sejam cada vez mais significativos.

O Areco ERP é a tecnologia que acompanha empresas e pessoas, favorecendo o desenvolvimento operacional enquanto aprimora a capacidade estratégica do negócio. Nós provemos a inteligência de negócios para que você possa extrair o máximo potencial dos recursos disponíveis, fazendo a diferença no mercado.

É fácil entender o motivo de tanta eficiência: o Areco ERP automatiza processos, elimina o retrabalho e minimiza as chances de erro nas atividades rotineiras, integrando departamentos e agregando valor aos processos corporativos.

Do back office ao balcão, passando pelo PCP e pelo compras, o software centraliza informações e facilita a visualização completa de dados, permitindo que os líderes estejam sempre na dianteira de suas operações e conheçam profundamente as suas necessidades. Duvida? São milhares de telas amigáveis para facilitar rotinas integradas e mais de 2.000 relatórios já disponíveis na base do Areco ERP. Um verdadeiro mapa do tesouro — com a bússola para indicar o caminho do melhor desempenho.

O Areco ERP é um sistema 100% modular e que permeia todo o workflow corporativo. Além disso, é multimoedas, multiempresas e multi-idiomas, favorecendo o desenvolvimento sustentável e escalável do seu negócio.

Pode respirar fundo e ficar tranquilo: se, no início, você não tinha certeza sobre como escolher o melhor ERP, agora você está frente a frente com a tecnologia ideal para atender às suas necessidades mais urgentes e, claro, também para suportar a suas ambições mais estratégicas.

Explore todo o potencial do Areco ERP no seu dia a dia!

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Como saber a hora certa de seu sistema antigo passar a bola

Como saber a hora certa de seu sistema antigo passar a bola

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Há uma semelhança fundamental entre as empresas e as pessoas. As organizações em atividade, assim como os indivíduos de carne e osso, passam por diferentes estágios de desenvolvimento ao longo da vida. Ambas estão em contínua busca por soluções efetivas aos desafios da jornada e, em menor ou maior grau, têm consciência de que é preciso amadurecer e se reinventar.

No mercado, nenhum negócio — independentemente do porte ou do segmento em que atue — pode ser estático. A alta concorrência exige que as empresas estejam aptas a inovar, aprimorando produtos e serviços com agilidade e eficiência. A tecnologia, enquanto catalisador de resultados, é um recurso essencial aos gestores focados em competitividade e, por isso, jamais deve ser negligenciada.

É importante que os líderes corporativos estejam à frente de suas operações e, com base em números críveis, possam acompanhar o crescimento da empresa. Seja ao tomar uma decisão de investimento, seja ao optar pela ampliação do portfólio de produtos, por exemplo, é essencial que a Diretoria se engaje na missão de otimizar rotinas e alavancar performances — e, muitas vezes, a substituição do ERP é, além de inevitável, também totalmente benéfica.

 

Por que a tecnologia de gestão é tão importante?

Uma pesquisa recente, divulgada pela IDG Research Services, é útil para entender o poder e o alcance dos softwares corporativos. De acordo com o levantamento, empresas que usam ERP crescem 35% mais rápido e são até 73% mais produtivas. A mesma fonte sinaliza que a tecnologia de gestão aumenta a produtividade operacional em 10%, em média.

Os números, por si só, evidenciam a relevância da tecnologia enquanto ferramenta de alavancagem de negócios. Um ERP aderente, preparado para atender às demandas da empresa, é um aliado indispensável no desenvolvimento da organização.

À medida que a companhia cresce, é comum que o grau de exigência — e a complexidade operacional — acompanhe as mudanças. Quando há sinais de que o sistema em operação já não é suficiente para atender à demanda interna, é preciso acionar o alerta e agilizar a substituição.

 

Como identificar se é o momento de substituir o ERP?

Na maioria dos casos, a substituição do ERP deixa de ser uma escolha para, em vez disso, tornar-se uma condição primordial para perpetuar a saúde e a lucratividade do negócio.

É importante que o gestor esteja atento aos outputs internos e seja capaz de enxergar os aspectos que dão força à necessidade de avançar tecnologicamente, migrando os dados da empresa para um software mais robusto e adequado ao panorama da companhia.

 

1. As falhas são recorrentes

Os desvios operacionais devem ser combatidos com vigor. Falhas na produção ou equívocos na administração podem causar prejuízos consideráveis e comprometer a lucratividade da empresa.

Erros recorrentes, porém, geralmente são um indicador de que algo está desajustado na rotina ou nos recursos da organização. A melhor forma de encontrar a raiz dos problemas e investigar os fluxos de trabalho e enxergar onde estão os gargalos.

Não é raro encontrar situações nas quais as falhas constantes estão ligadas à insuficiência tecnológica. Vale rever os padrões e examinar possíveis incompatibilidades do ERP atual.

 

2. É preciso manter controles paralelos

O sistema de gestão é, em sua essência, um integrador de áreas. O ERP centraliza as informações e permite que todos os departamentos interajam de forma prática, segura e transparente.

Quando a utilização de ferramentas paralelas, dissociadas do software, começa a ter caráter indispensável na execução de tarefas cotidianas, é preciso reavaliar a robustez da tecnologia e, claro, as necessidades da equipe.

Lembre-se de que um grande volume de dados fora do sistema significa lacunas perigosas nas análises estratégias. A tomada de decisão, nesse caso, fica seriamente comprometida.

 

3. Não há integração e automatização de tarefas

A essa altura, é evidente que um dos maiores benefícios de um software empresarial é justamente a integração orgânica dos setores internos. A tecnologia permite que inputs da equipe de Recursos Humanos, por exemplo, reflitam instantaneamente no Financeiro — e no Fluxo de Caixa do negócio.

Se, com o sistema atual, é necessário que a equipe interfira demais no processo, repassando informações informal e manualmente, cabe ponderar se a solução é suficientemente assertiva.

É válido reforçar que a tecnologia e os processos devem caminhar juntos, em uma mesma direção, para que a organização possa amadurecer seus processos e, claro, gerar frutos cada vez mais expressivos.

 

 Tá na hora do seu ERP antigo passar a bola

 

Blog  Como saber a hora certa de seu sistema antigo passar a bolaIlustração: Matheus Augusto © 2019 Software ERP de gestão | Areco Sistemas Empresariais

 

O Areco ERP é o ERP ideal para o seu negócio

O Areco ERP é a tecnologia que acompanha empresas e pessoas, favorecendo o desenvolvimento operacional enquanto robustece a capacidade estratégica do negócio. O ERP automatiza processos, elimina o retrabalho e minimiza as chances de erro nas atividades rotineiras, integrando departamentos e agregando valor aos processos corporativos.

Do BackOffice ao Frente de Loja, o Areco ERP centraliza informações e facilita o manejo de dados, permitindo que os líderes estejam sempre na dianteira de suas operações.

Além disso, o software dispõe de mais de 2.000 relatórios na base e conta com um recurso exclusivo de modelagem autônoma de dados, o Areco Manager. Com ele, profissionais capacitados podem customizar telas, relatórios e dashboards de forma rápida e independente.

Para entender por que o Areco ERP é seu próximo software de gestão,
Fale com um consultor!
(19) 3849-4355
contato@areco.com.br

O ERP na gestão financeira: como tomar as melhores decisões

O ERP na gestão financeira: como tomar as melhores decisões

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O departamento financeiro é uma área bastante sensível, mas também altamente estratégica. A boa gestão dos recursos monetários, assim como a eficiência no planejamento de despesas e investimentos, é indispensável à saúde de qualquer negócio, independentemente do porte ou do segmento em que atue.

A transparência financeira, obtida por meio de processos coesos e orgânicos, é fundamental na operação cotidiana do setor. A missão de administrar os números da empresa — acompanhando a movimentação de valores e assegurando a viabilidade dos processos — é, além de prioritária, também uma questão de sobrevivência.

A tecnologia de gestão é, neste contexto, uma ferramenta valiosa aos gestores da área. Ao facilitar o acesso a análises complexas (por séries históricas ou períodos predefinidos, por exemplo) e ao permitir a extração de informações atualizadas (via dashboards, gráficos e relatórios customizados), o ERP maximiza o controle da operação e garante mais autonomia e segurança na tomada de decisão.

Um dos maiores desafios financeiros da atualidade é justamente a capacidade de otimizar procedimentos e resultados. Para ser capaz de entregar números cada vez mais expressivos e exponenciais, os gestores financeiros devem voltar os olhos aos mecanismos de que dispõe — e às oportunidades que estão deixando passar.

 

O ERP na gestão financeira

A tecnologia ganha cada vez mais espaço na rotina empresarial. Da produção ao comercial, recursos de gestão que agreguem agilidade e efetividade aos processos são essenciais para manter a competitividade e perseguir lucros mais robustos. Na área financeira, responsável por manter o negócio no azul e viabilizar o crescimento em escala, não é diferente: o ERP é um aliado unânime entre os líderes mais engajados.

Um software integrado é, portanto, a resposta mais assertiva para entraves comuns a quaisquer negócios. Ao integrar departamentos e ao centralizar informações, o ERP retifica a lisura dos dados e elimina o retrabalho. No financeiro, o sistema automatiza operações-chave, tais como a programação de Contas a Pagar, a Receber e a conciliação bancária, minimizando a incidência de erros manuais e acelerando as entregas da equipe.

Na prática, a utilização de um ERP aderente e adequado às rotinas do negócio pode mudar completamente a direção da empresa. Uma vez padronizadas e organizadas em um fluxo operacional eficiente, as demandas financeiras são executadas de modo mais prático, eficaz e seguro. Ganha-se em produtividade e, consequentemente, angariam-se resultados mais volumosos.

 

A influência do ERP nas decisões financeiras

Um software integrado, robusto e transparente é um catalisador das boas decisões monetárias. Para lidar com as finanças corporativas da forma mais otimizada possível, é importante que as operações estejam centralizadas e os dados estratégicos permaneçam à disposição do gestor — bastam alguns cliques, por exemplo, para que a projeção do Fluxo de Caixa sem visualizada no ERP.

Neste cenário, o líder protege os recursos do negócio e delibera com mais propriedade e eficiência. A tecnologia de gestão, portanto, promove e endossa processos mais aderentes à realidade da empresa e mais condizentes aos seus objetivos financeiros. Confira, agora, algumas das decisões que podem ser positivamente impactadas pelo ERP!

1. Decisões de investimento

Direcionamentos estratégicos também estão sob a responsabilidade da área financeira. Como, quando e onde aplicar os recursos — além da quantia máxima disponível — são definições que impactam diretamente nas operações do negócio, do chão de fábrica ao RH.

No ERP, é possível identificar uma série de variáveis pertinentes às decisões de investimento de forma simples, rápida e confiável. No caso da produção, por exemplo, o custo da matéria-prima e a demanda de mercado podem ser analisadas de acordo com a sazonalidade, garantindo uma perspectiva mais sólida acerca dos ciclos posteriores.

2. Decisões da cadeia de suprimentos

Em se tratando de produção, é válido mencionar que as decisões de suprimentos também estão diretamente associadas às deliberações financeiras. O Fluxo de Caixa, por exemplo, quando automatizado e completo, destaca as oportunidades de negociação com fornecedores e pode render economias volumosas ao caixa do negócio.

Além disso, custos de estoque sob controle indicam que a depreciação está sendo corretamente monitorada e que a sistemática de escoamento permanece efetiva. Cabe ao gestor financeiro, apoiado pela tecnologia de gestão, supervisionar a eficácia operacional.

3. Decisões de receitas e despesas

O ERP integra e automatiza as rotinas de Contas a Pagar e Contas a Receber, otimizando o tempo da equipe e suprimindo eventuais erros operacionais. Além disso, a tecnologia do software age de forma ainda mais profunda: as decisões estratégicas de todos os departamentos — seja aumentar o quadro de funcionários, seja implantar uma nova política comercial — devem ter respaldo na situação e na projeção monetária da organização.

Ao prever receitas e despesas por meio do Fluxo de Caixa, por exemplo, e empresa evita transtornos no pagamento e pode programar seus pagamentos e recebimentos, evitando a incidência de juros. Esse processo garante liquidez, eficiência e alta performance não apenas ao departamento financeiro, mas a todas as áreas do negócio.

 

O Areco ERP na gestão financeira

O Areco ERP é uma solução completa para a gestão enxuta e assertiva dos processos contábeis, fiscais e financeiro. O módulo correspondente, totalmente integrado às demais áreas do negócio, confere mais agilidade e eficiência às operações cotidianas, facilitando os registros tanto quanto as análises.

Na prática, o Areco ERP automatiza regras de integração financeira e contábil para rotinas de contas a pagar, contas a receber, estoque, ativo fixo e faturamento promovem e favorecem uma visão ampla do negócio, garantindo decisões mais acertadas e transparentes.

O fluxo de caixa, por sua vez, desponta como um diferencial interessante do software: online e totalmente integrado, o relatórios de controle explora diversos níveis de detalhes dos dados e pode ser analisado sob diversas perspectivas e objetivos. O resultado dessa flexibilidade é uma gestão mais profissional, eficiente e lucrativa.

Quer saber como podemos alavancar a gestão financeira de empresas focadas em resultados?

Fale com um consultor!
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contato@areco.com.br

O ERP como ferramenta para alavancar os ganhos da produção na Indústria 4.0

O ERP como ferramenta para alavancar os ganhos da produção na Indústria 4.0

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O setor industrial é responsável por 30% do PIB brasileiro, passa por transformações profundas e precisa se adaptar a mudanças estruturais e estratégicas: a indústria 4.0, marcada pela inovação tecnológica, já é uma realidade.

Entre os gestores mais visionários, o consenso é de que o cenário futuro (que, de fato, já começou) é marcado por excelentes oportunidades de desenvolvimento. Seja na convergência de informações, seja na construção de diferenciais competitivos, é inegável que existem diversos caminhos para o crescimento sustentável — e todos eles passam inequivocamente pela profissionalização gerencial, que, por sua vez, só é possível por meio da tecnologia integrada de gestão.

Alvaro Chaves, CEO da Areco Sistemas Empresariais, é enfático ao afirmar que a indústria 4.0 requer ação imediata. “É tempo de aproveitar as oportunidades para ganhar competitividade, já que a missão de transformar dados operacionais em decisões estratégicas e ágeis continua latente”, pontua o executivo.

O setor industrial é, sem dúvida, cada vez mais profícuo em soluções otimizadas. O ERP, sistema que interliga todas as áreas do negócio e automatiza processos internos, possibilitando o ganho de performance e robustecendo os resultados corporativos, é uma ferramenta essencial para que a indústria 4.0 possa, em definitivo, operar organicamente no Brasil. A tecnologia precisa ser o presente; caso contrário, pode não haver futuro.

 

 [INFOGRÁFICO] Passo a passo para definir

processos e indicadores na sua empresa

 

 Para manter a competitividade operacional, assegurando o correto direcionamento estratégico do negócio, as lideranças industriais precisam se munir de recursos consistentes, adequados às demandas da empresa e assertivos no propósito de mercado.

Grande parte desses resultados — que, por si só, são capazes de impulsionar os retornos de modo perene e significativo — pode ser obtido a partir da adoção de uma solução robusta, integrada e eficaz. O ERP é um importante catalisador do desenvolvimento da indústria 4.0 e os ganhos com sua correta implantação são inquestionáveis.

 

Principais vantagens do ERP na viabilização da indústria 4.0 do Brasil

No Brasil, de acordo com um levantamento recente da Fiesp, 32% das empresas ainda não ouviram falar da indústria 4.0. Os desafios desse panorama, portanto, são enormes e urgentes: para que o país possa avançar na competitividade industrial, é preciso agir rápido. Os benefícios da tecnologia de gestão abrem caminho para maximizar a performance do setor.

 

Modularidade

A implantação em módulos é a mais adequada à evolução tecnológica quando se considera um cenário de desenvolvimento gradual. E não apenas porque há segmentação de esforços, mas também (e principalmente)  porque viabiliza a otimização de recursos.

O ERP, enquanto mecanismo de profissionalização administrativa, pode ser implantado em módulos, a depender das necessidades do negócio. Do chão de fábrica à visão analítica, todas as áreas devem ser contempladas com a injeção estratégica proporcionada pela tecnologia de gestão.

 

Descentralização

O software de gestão, quando em atividade, contribui frontalmente para desburocratizar a operação, conferindo mais autonomia e agilidade aos processos internos. Neste contexto, os gestores empoderam suas equipes e delegam responsabilidades com mais segurança e coerência.

Ao padronizar processos e eliminar o retrabalho, o ERP descentraliza o acesso a informações essenciais e permite que a gestão orientada a resultados deixe de ser uma particularidade liderança, passando a ser uma responsabilidade de todos os profissionais envolvidos.

 

Monitoramento real time

As análises corporativas ganham consistência e assertividade a partir dos recursos tecnológicos. Uma vez estabelecidos e padronizados, os indicadores operacionais podem ser facilmente visualizados pelas lideranças, garantindo o controle em tempo real.

O ERP disponibiliza uma ampla gama de relatórios e balanços, facilitando o acompanhamento de métricas e estimulando a avaliação transparente dos resultados da fábrica. Foi-se o tempo em que era preciso esperar o fim de um ciclo para emitir balanços: com a tecnologia de gestão, o monitoramento é constante e flexível.

A operacionalização da indústria 4.0 avança a passos largos e as unidades brasileiras precisam se adaptar. De acordo com relatório da Confederação Nacional da Indústria (CNI), mais de 41% dos setores industriais brasileiros têm urgência na adoção de tecnologias digitais, sob o risco iminente de perderem competitividade de modo alarmante — e talvez irremediável.

Da mesma forma, estima-se que as companhias incapazes de implantar tecnologias sistêmicas, tais como o ERP, terão 2x mais chances de perderem mercado em função da falta de agilidade e de controle operacional.

Mais uma vez, uma postura gerencial voltada ao aprimorando operacional e ao fortalecimento estratégico reforçam sua relevância. Para que estejam aptos a desbravar o cenário da indústria 4.0 e possam tomar decisões mais assertivas, os gestores precisam contar com a tecnologia de gestão. E mais: amanhã pode ser tarde; faça hoje.

Para saber como o Areco ERP pode viabilizar a evolução da sua indústria, colocando-a no contexto 4.0 de forma ordenada, modular e consistente, entre em contato agora mesmo!
(19) 3849-4355
contato@areco.com.br

 

 

Saiba como a Areco contribui para a evolução na Indústria 4.0 na Sensor do Brasil:

Inovações tecnológicas na indústria: conheça as principais mudanças

Inovações tecnológicas na indústria: conheça as principais mudanças

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Nos últimos anos, o segmento industrial brasileiro enfrentou momentos difíceis. Desde 2014, o setor acumulava desempenhos negativos e só conseguiu voltar a crescer em 2017 — quando apresentou alta de 4,3%. Para os gestores da área, é tempo de investir em processos eficazes e de fortalecer a competitividade.

A preocupação é justa e não podia ser mais adequada. Com a retomada do mercado, a concorrência se acirra e é preciso investir em técnicas eficientes para otimizar rotinas e maximizar performances. Na prática, a tecnologia é a ferramenta capaz de proporcionar os ganhos esperados e, claro, de endossar o cenário de desenvolvimento, melhorando continuamente os retornos do segmento.

A tecnologia como oportunidade na indústria

Há muitas décadas, o mundo não é mais limitado por barreiras físicas. Hoje, com a supressão de distâncias, a concorrência se intensificou e forçou as indústrias a buscarem competitividade e inovação.

Trata-se, sem dúvida, de um processo contínuo. A evolução tecnológica é perene e assim deve ser, também, o desenvolvimento do setor industrial. Para além da incorporação de novas técnicas de produção, é preciso implantar recursos que maximizem a produtividade e interfiram positivamente no desempenho do negócio.

Não seria equivocado dizer, portanto, que a tecnologia desponta como a grande oportunidade das indústrias brasileiras. As últimas avaliações positivas, somadas às previsões de crescimento do PIB para 2019, nutrem um panorama promissor para que sejam viabilizados investimentos em gestão e, como reflexo, registre-se expressivo aumento de competitividade — e lucratividade.

Inovações tecnológicas na indústria: quais são e como implantar

Gestores antenados já estão convictos de que as possibilidades de crescimento estão diretamente relacionadas à capacidade de inovar. A indústria 4.0 é o maior expoente desse novo contexto e vem demonstrando sua força a cada nova mudança implementada.

Entretanto, para assegurar o crescimento sustentável, adotando princípios inovadores de forma a perpetuar as operações e prover lucros cada vez mais atrativos, é fundamental que haja a segurança de rotinas bem estabelecidas, bem como o amparo de estruturas coerentes que as resguardem.

Conheça algumas das principais disrupturas tecnológicas, fomentadas e fortalecidas pelos avanços da indústria 4.0, e entenda como é possível incorporá-las aos seus processos industriais — tornando-os mais coesos, transparentes e produtivos.

Análise de dados

Os dados têm sido encarados como a grande oportunidade das indústrias. Foi-se o tempo em que apenas a atividade produtiva, regulada pelo bom andamento das engrenagens do PCP, era suficiente para garantir a competitividade de uma fábrica.

Hoje, as análises de produtividade, bem como a avaliação de históricos sazonais e o acompanhamento de performances, ocupam um lugar primordial na rotina dos gestores industriais. É preciso antever movimentos e se preparar para agarrar novas oportunidades — antes que os concorrentes o façam.

Para viabilizar um cenário de crescimento exponencial, a análise de dados é cada vez mais indispensável. Ao dispor de dados críveis, é possível endereçar demandas, corrigir eventuais desvios e maximizar os retornos do negócio.

Impressão 3D

As primeiras impressoras 3D surgiram na década de 80. A popularização dos equipamentos, porém, é recente: somente há alguns anos sua aplicabilidade no contexto empresarial foi validada.

Atualmente, o potencial de inovação propiciado pela tecnologia é evidente — e as impressoras conquistam seu espaço nas indústrias do mundo todo. Seja para agilizar a reposição de peças em maquinários importantes, seja para eliminar processos terceirizados no acabamento de um produto, o fato é que as impressões 3D contribuem diretamente para otimizar recursos, reduzir custos e potencializar a agilidade produtiva.

Robótica avançada

Os robôs já são uma realidade nas indústrias. De acordo com um levantamento recente, somente em 2017 foram comercializados 381 mil robôs industriais em todo o mundo — um aumento de 30% em relação ao ano anterior.

Os avanços da robótica abrem um horizonte promissor também para as fábricas brasileiras. Com o objetivo de alavancar as linhas de produção, melhorando a produtividade das unidades de negócio, os robôs podem ser integrados aos fluxos do PCP e, mediante adequada integração sistêmica, são capazes de fomentar uma significativa vantagens de mercado.

Gestão facilitada

Apesar de toda a disrupção tecnológica, não é exagero dizer que nenhuma inovação surte efeito se, em paralelo à sua aplicação, não houver também um intenso esforço gerencial.

As lideranças industriais precisam contar com informações centralizadas, recorrendo aos dados de suas unidades sempre que houver a necessidade de tomar alguma decisão.

Além disso, os indicadores de performance são instrumentos essenciais para garantir que tudo corra conforme o planejado, minimizando retrabalhos e evitando desvios — que, por sua vez, podem culminar em prejuízos consideráveis, muitas vezes fatais.

Para suprir as demandas suscitadas pelo novo panorama de mercado — considerando a alta concorrência e a volatilidade do cenário empresarial —, já está claro que a tecnologia é a chave. E não apenas no que tange às inovações! O segredo está, na verdade, em propiciar a verdadeira qualidade gerencial, capaz de abarcar com eficiência as mudanças de vanguarda.

O Areco ERP é o recurso ideal para que as indústrias alcancem o máximo potencial. A tecnologia permeia todo o workflow e contribui para padronizar processos e centralizar informações, assegurando acesso rápido, seguro e transparente aos dados corporativos.

Uma vez na dianteira de seus indicadores, os gestores podem tomar decisões mais assertivas, validando, por exemplo, a necessidade e a oportunidade de implantarem uma inovação que pode alterar o desempenho do negócio — e maximizar os retornos operacionais.

Conheça o Areco ERP e veja a tecnologia de gestão pode alavancar sua indústria. Aproveite, também, e fale com um consultor!

Previsibilidade e gestão: tecnologia aplicada ao planejamento

Previsibilidade e gestão: tecnologia aplicada ao planejamento

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O mercado atual, tão competitivo quanto desafiador, não é muito tolerante com achismos. É justamente por isso que os gestores contemporâneos, cientes de que é preciso otimizar recursos para manter a competitividade, estão cada vez mais preocupados com a qualidade e com a efetividade de seus dados.

A segurança proporcionada por informações transparentes e críveis, geradas a partir do fluxo de operações da empresa, não pode (e nem deve) ser substituída por nenhum outro recurso.

Quando o gestor conhece, em detalhes, as particularidades de seus processos, fica mais fácil antever movimentos que podem ser decisivos na manutenção e no desenvolvimento do negócio. As previsões empresariais, portanto, são fundamentais para decisões mais assertivas e mais promissoras.

 

Por que é preciso investir em previsões empresariais?

A missão dos gestores, enquanto líderes de suas organizações, é a de tomar decisões estratégicas, inovadoras e competitivas com segurança. Em um mercado altamente competitivo e volátil, equívocos e desvios podem ser punidos com severidade — e, inclusive, comprometer a saúde e a viabilidade do negócio.

Neste contexto, a previsibilidade ganha destaque entre as organizações mais orientadas a resultados. Não se trata, por exemplo, de adivinhar qual será a próxima tendência, mas, em vez disso, de antever algum movimento interno e/ou externo que possa afetar (positiva ou negativamente) a evolução corporativa.

Imagine situações corriqueiras, ainda que determinantes: na produção, é possível que determinada matéria-prima sofra um aumento excessivo de preço, o que prejudicaria a competitividade do item em função da disparada do preço de venda.

Da mesma forma, uma disruptura externa, muitas vezes baseadas na ascensão de tecnologias que alteram o comportamento de consumo, pode causar certa obsolescência em produtos já estabelecidos, obrigando a empresa a pensar em um reposicionamento urgente de portfólio.

Diante dessas exemplificações, fica fácil perceber a importância das previsões empresariais no cenário contemporâneo do mercado. Prever, neste caso, significa estar preparado (e mesmo à frente) das alterações inevitáveis que acontecem no ambiente interno e externo.

 

Como é possível atingir uma gestão mais previsível?

Os desafios da gestão assertiva (e competitiva) são inúmeros — e se alteram com frequência, acompanhando o ritmo do mercado. Ao agregar mais previsibilidade às atividades de liderança e estratégia, é possível conferir mais segurança e efetividade às decisões.

Atingir e manter uma gestão mais previsível, portanto, deve ser uma meta empresarial. Minimizando riscos internos e externos, administrando-os de forma a encontrar oportunidades onde antes havia insegurança, desponta como um diferencial relevante e bastante consistente.

Dentre as previsões mais corriqueiras, ainda que indispensáveis ao cotidiano gerencial, estão:

  • de demanda, que devem ditar os ajustes de produção, por exemplo, de forma a suprir a procura pelos produtos comercializados;
  • financeira, que controla todos os recursos da organização e, assim, dita a necessidade de contenção ou a disponibilidade para investimentos;
  • processual, que regula os fluxos da operação e assegura que estejam seguindo a padronização estabelecida;
  • de ressuprimento, garantindo a capacidade operacional do negócio por meio da reposição de insumos.

Para além desses mecanismos de previsibilidade, porém, existem outros patamares de análise que podem representar vantagens competitivas à empresa. É o caso, por exemplo, da análise de BI.

Painéis gerenciais, construídos de acordo com as particularidades da operação, são recursos essenciais para garantir uma visão ampla e consistente, mas também altamente estratégica.

Ao visualizar seus indicadores-chave, o gestor tem mais tranquilidade para construir alternativas e, claro, também para deliberar. Neste caso, a capacidade de entender, via key insights, qual é o panorama geral dos processos e qual será o cenário nos próximos dias (semanas ou meses), endossa o tipo certo de gestão: a consciente. É, portanto, a máxima da gestão previsível.

 

A tecnologia como peça-chave na gestão efetiva

A tecnologia de gestão é a grande aliada dos líderes de alta performance. O panorama é justificável na medida em que o ERP, ao integrar fluxos e operações, empodera as pessoas por meio dos dados, garantindo que tenham uma visão clara e confiável dos resultados corporativos.

Não se tratam apenas de indicadores de performance, que medem o desempenho das atividades-fim. Há, também, as métricas de consulta, que servem como uma bússola capaz de apontar se a direção que está sendo percorrida é, de fato, a desejada.

Os sistemas de gestão são, portanto, ferramentas indispensável para permitir e endossar a administração previsível, uma vez que evidenciam desvios, que devem ser prontamente corrigidos, e também oportunidades, que devem ser aproveitadas tão logo sejam identificadas.

O Areco ERP é a solução ideal para a gestão previsível, orientada a resultados. O software é modular, integra todo o workflow empresarial e oferece uma gama de mais de 2.000 relatórios gerenciais. Na prática, todos esses recursos têm objetivos muito nobres: simplificar as rotinas, automatizar as operações e maximizar a performance da equipe.

 

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