Como escolher o melhor ERP?

Como escolher o melhor ERP?

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Tempo de leitura: 13 minutos


Antes de mais nada, vale lembrar que, quando se trata de escolher a tecnologia que organizará os processos da sua empresa, tornando-a cada vez mais enxuta e produtiva, o que vale não é somente o melhor ERP, mas o ERP mais aderente à sua operação.

Para garantir a assertividade da escolha, incorporando o software mais robusto e adequado ao negócio, a dica é simples: mergulhe nas funcionalidades e expanda as bases de comparação. Uma análise detalhada e criteriosa faz toda a diferença no resultado final — e pode determinar a performance da empresa no curto, médio e longo prazo.

Caso você ainda se sinta inseguro com as variáveis tecnológicas, encontrando dificuldades para entender as demandas dos processos que a equipe expõe, respire fundo e continue lendo. Você tem em mãos um guia prático e transparente para desvendar os mistérios do ERP e, assim, chegar à solução ideal para as necessidades da sua operação.

Neste conteúdo, você conhecerá os principais critérios de análise para sistemas integrados, respeitando as particularidades da companhia, e saberá quais são as dicas mais valiosas para não errar na decisão.

 

Por que se preocupar com o ERP?

Se você não esteve em Marte nos últimos 30 anos, provavelmente sabe que a tecnologia de gestão está revolucionando o mundo dos negócios.

 

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Não se trata apenas de comprar com condições mais atrativas, e de vender com margens mais seguras. Estamos, na prática, falando de otimização de ponta a ponta — aquela que contempla desde a engenharia de produto na fábrica até a economia fiscal por meio de um planejamento tributário mais consistente.

E se apenas uma ferramenta pudesse dar conta de toda essa complexidade, integrando dados das mais diversas áreas e consolidando-os em análises aprofundadas e até específicas? Isso existe e está ao alcance de qualquer empresa, independentemente do porte ou do segmento em que atue. Muito prazer, agora você conhece um pouco mais sobre o ERP.

O Enterprise Resource Management (ERP), ou Sistema Integrado de Gestão Empresarial é um importante catalisador de resultados. A tecnologia é um parceiro excepcional dos líderes corporativos: primeiro, porque centraliza todas as informações da empresa; depois, porque simplifica as operações cotidianas para que haja mais tempo para desenvolver uma estratégia verdadeiramente competitiva.

Agora, pense e diga: esses motivos parecem suficientes para confirmar a necessidade de se preocupar com a efetividade do ERP ideal para a sua organização?

Caso a resposta ainda seja negativa (ou você tenha hesitado em responder que sim), talvez valha a pena explorar mais alguns fatores essenciais. O ERP, enquanto recurso indispensável à alta performance, é perfeito para alavancar todos os departamentos da companhia. A tecnologia é valiosa para, por exemplo:

 

  • maximizar a produtividade na fábrica, garantindo que os projetos estejam padronizados e possam ser facilmente executados;

 

  • otimizar a compra de matérias-primas e produtos acabados, uma vez que há total integração entre o Comercial e o Compras, viabilizando negociações mais coerentes enquanto agiliza a rotatividade do estoque de acordo com padrões predefinidos (tais como FIFO e FEFO);

 

  • acelerar a coerência e a lisura fiscal, contribuindo diretamente para o planejamento tributário e para o recolhimento adequado de tributos;

 

  • facilitar o acompanhamento completo de desempenho, do RH ao Comercial, permitindo que uma série de relatórios sejam facilmente emitidos em poucos cliques e em poucas telas.

 

Na prática, os módulos do ERP garantem uma gestão mais enxuta, eficiente e produtiva. Mas, antes de qualquer decisão, cuidado: existe um sistema aderente ao seu negócio e você precisa entender como fazer a melhor escolha.

A boa notícia é que, nas próximas linhas, você vai saber exatamente o que deve avaliar ?

 

Como escolher o melhor ERP?

Não é exagero dizer que não existe o ERP perfeito — mas, sim, a tecnologia mais aderente às suas necessidades e operações. É por isso que a escolha de um sistema completo, capaz de integrar áreas e simplificar processos, é uma questão que exige cautela e análise.

Para acertar na decisão, batendo o martelo com a tranquilidade de quem está convicto de ter tomado o caminho mais assertivo, é preciso olhar com atenção a alguns aspectos-chave do cotidiano corporativo.

Certifique-se de mergulhar nas demandas da empresa e de imergir no potencial de cada departamento, extraindo o que pode ser melhorado e quais vantagens competitivas devem ser construídas por meio da tecnologia de gestão.

Precisa de ajuda para refletir? Ótimo: veja, a seguir, alguns dos fatores mais relevantes no momento de escolher o ERP ideal para sua empresa!

 

  1. Olhe para dentro

Tudo começa no seu próprio dia a dia. Ninguém melhor do que você e sua equipe — do chão de fábrica ao BI (Business Intelligence) conhece melhor as necessidades da empresa.

Por isso, busque compreender em profundidade quais são as maiores dificuldades dos profissionais que fazem o negócio acontecer. É difícil extrair um relatório que indique a eficiência da compra de insumos? Temos aí, um ponto crítico para resolver. É complicado acompanhar a performance dos colaboradores com base em métricas transparentes e universais? Melhor correr para entregar resultados cada vez mais expressivos.

O primeiro passo, portanto, é olhar para dentro e entender o que precisa ser ajustado. E lembre-se: o papel do gestor, neste contexto, é super nobre. Cabe a você a missão de investigar as carências da companhia e definir um rumo coeso para supri-las do modo mais completo possível, combinado?

 

  1. Reúna seus recursos

Você certamente já dispõe de recursos primordiais para viabilizar o máximo desempenho na companhia (e a gente pode provar!). Os líderes de cada departamento — o gerente de RH e o supervisor de produção, por exemplo — são peças-chave na otimização de processos e de resultados, já que conhecem a rotina com a propriedade de quem coloca a mão na massa.

Nesta fase, é importante aproximar-se de quem domina o assunto. Assim, você consegue entender exatamente com o que — ou com quem — pode contar no momento de sugerir uma alavancagem tecnológica na empresa.

Não conseguiu visualizar esse cenário? É fácil resolver o problema. Se você quer aprimorar a gestão de projetos no PCP, por exemplo, precisa de alguém que possa definir as etapas produtivas e padronizar as orientações sistêmicas. Se você já tem a pessoa certa para isso e conta com as informações necessárias para viabilizar essa iniciativa, ótimo! Tudo o que você precisa tem apenas três letras: ERP!

 

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  1. Defina as prioridades

Quem está à frente de uma operação tradicional e enxuta sabe que, no mundo real, é difícil focar em todas as operações de uma só vez. Seria ótimo implantar soluções completas e integradas em todas as esferas corporativas e de uma só vez, criando rotinas mais transparentes e eficazes em todos os setores da organização, não é?

O problema é que, muitas vezes, o cenário ideal não é o mais realístico, seja por falta de mão de obra — profissionais capazes de digerir a complexidade tecnológica, compartilhando-a com uma equipe ávida por resultados mais positivos — ou por uma questão de fluxo de caixa — que exige que investimentos sejam diluídos ao longo de um determinado período —, a verdade é que há prioridades que devem ser mantidas.

Ao decidir implantar o ERP ideal para o seu negócio, tenha em mente quais são suas necessidades mais urgentes. Precisa de uma frente de loja integrada à gestão de estoque e à escrituração fiscal? Ótimo, comece por aí. Sua maior demanda é no PCP e você não pode continuar ignorando as falhas de qualidade no processo? Sem hesitar, busque um software capaz de reduzir sua dor de cabeça com produtos acabados e, de quebra, eliminar o retrabalho na fábrica.

No fim do dia, só você e sua equipe podem decidir o movimento mais viável. Uma coisa, porém, é inegável: o ERP certo, aquele que se molda com facilidade às suas operações e preenche com propriedade as lacunas processuais, é um investimento com retorno já no curto prazo.

 

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A essa altura, deu para perceber que a escolha certeira de um ERP exige uma análise crítica e uma certa dose de mão na massa, certo? Para além de qualquer dificuldade, entretanto, a tecnologia de gestão abre um novo horizonte de possibilidades poderosas, prontas para otimizar recursos — físicos, financeiros, humanos e de tempo — e para alavancar resultados no curto, médio e longo prazo.

Não dá para ignorar essa promessa. Concorda? E você só precisa de uma boa decisão para isso.

 

Por que o Areco ERP é a melhor escolha?

A tecnologia de gestão é uma fonte inesgotável de análises e faz jus à sua importância na rotina das empresas mais competitivas. E não seria para menos, né? O software integrado é um valioso aliado das companhias (e dos líderes) de alta performance, empoderando profissionais e departamentos para que os resultados coletivos sejam cada vez mais significativos.

O Areco ERP é a tecnologia que acompanha empresas e pessoas, favorecendo o desenvolvimento operacional enquanto aprimora a capacidade estratégica do negócio. Nós provemos a inteligência de negócios para que você possa extrair o máximo potencial dos recursos disponíveis, fazendo a diferença no mercado.

É fácil entender o motivo de tanta eficiência: o Areco ERP automatiza processos, elimina o retrabalho e minimiza as chances de erro nas atividades rotineiras, integrando departamentos e agregando valor aos processos corporativos.

Do back office ao balcão, passando pelo PCP e pelo compras, o software centraliza informações e facilita a visualização completa de dados, permitindo que os líderes estejam sempre na dianteira de suas operações e conheçam profundamente as suas necessidades. Duvida? São milhares de telas amigáveis para facilitar rotinas integradas e mais de 2.000 relatórios já disponíveis na base do Areco ERP. Um verdadeiro mapa do tesouro — com a bússola para indicar o caminho do melhor desempenho.

O Areco ERP é um sistema 100% modular e que permeia todo o workflow corporativo. Além disso, é multimoedas, multiempresas e multi-idiomas, favorecendo o desenvolvimento sustentável e escalável do seu negócio.

Pode respirar fundo e ficar tranquilo: se, no início, você não tinha certeza sobre como escolher o melhor ERP, agora você está frente a frente com a tecnologia ideal para atender às suas necessidades mais urgentes e, claro, também para suportar a suas ambições mais estratégicas.

Explore todo o potencial do Areco ERP no seu dia a dia!

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As melhores estratégias para diminuir o seu ciclo de vendas

As melhores estratégias para diminuir o seu ciclo de vendas

No Departamento Comercial das empresas contemporâneas vigora uma máxima que costuma nortear o planejamento da área: quanto mais complexo o produto, maior tende a ser o ciclo de vendas. Essa afirmação, embora simples, desencadeia uma série de conclusões práticas e urgentes, forçando a busca por estratégias, ferramentas e metodologias capazes de acelerar a jornada do cliente ao longo do funil de vendas.

As vendas consultivas são a realidade de muitas organizações. Da apresentação de novas tecnologias à introdução de grandes máquinas, o valor do produto geralmente interfere na decisão de compra em uma escala diretamente proporcional: quanto maior o valor a ser pago, maior a demanda por explicações. O ciclo de vendas, portanto, é o reflexo dessa complexidade.

Aos gestores comerciais e administrativos, cabe entender as particularidades do negócio e endereçar as demandas comerciais da forma mais eficiente possível. Além de compreender, em detalhes, a especificidade do produto e seus principais diferenciais, é preciso estruturar táticas coesas para agilizar o funil de vendas, otimizando o ciclo de negociação até que o contrato seja finalmente assinado — em benefício das duas partes.

Primeiro, o funil de vendas: como utilizá-lo em vendas consultivas

O funil de vendas, também conhecido como pipeline, pode ser descrito como um modelo estratégico que sintetiza em etapas toda a jornada do cliente — do primeiro contato ao fechamento do negócio. Ao conhecer todos os detalhes do processo, estruturando abordagens coerentes às necessidades em cada fase do fluxo, os vendedores podem afunilar a base de contatos, acelerando as vendas.

No caso de negociações complexas, o pipeline habitualmente tem 5 etapas principais:

  1. Leads. O possível cliente acabou de descobrir a solução e ainda está totalmente cru a respeito dos diferenciais do produto. O desafio é muni-lo de informações e, assim, identificar o que mais o aflige, sem adotar uma posição exclusivamente comercial.
  2. Qualificação. Depois de ser apresentado, mesmo que superficialmente, à solução que você oferece, a qualificação é uma importante demanda interna: é o momento em que se pode descobrir se o “problema” do cliente em potencial é aderente ao seu produto ou serviço. Caso a resposta seja negativa, vale abandonar a negociação para evitar frustrações e prejuízos. Caso a resposta seja afirmativa, invista no relacionamento.
  3. Demonstração. As vendas complexas — que geralmente envolvem produtos de maior porte e/ou tecnologias intangíveis, além de um custo relativamente alto — geralmente exigem uma demonstração. Ciente da “dor” do cliente, o vendedor precisa explicar de que forma a solução da empresa corresponde a essa demanda e a suprime totalmente, ajudando a obter os resultados que estão sendo buscados. É hora de encantar!
  4. Negociação. Quando a demonstração é um sucesso, é natural que o possível cliente queria iniciar a negociação, o que demonstra que as expectativas foram atendidas e de que há fit com o produto ou serviço. Trata-se, sem dúvida, de uma etapa essencial para o sucesso do negócio — e os vendedores devem lançar mão de uma série de gatilhos e estratégias para viabilizar o contrato.
  5. Fechamento. A última etapa do funil é justamente o aceite. Ao verificar que a solução atende aos problemas que enfrenta e ao se certificar de que o produto ou serviço tem o melhor custo-benefício, o cliente decide positivamente pela compra. A jornada de compra se encerra e o ciclo de vendas é concluído com êxito.

Vale lembrar, ainda, que as etapas de leads e qualificação pertencem ao topo do funil, enquanto a fase de demonstração diz respeito ao meio de funil. No fundo dele, representando as etapas finais da jornada de compra — e, por consequência, do ciclo de vendas — estão as etapas de negociação e fechamento.

Em seguida, o ciclo de vendas: por que é importante mantê-lo sob controle

Em negócios consultivos, o pipeline é fundamental para garantir a saúde da empresa. Ao acompanhar as taxas de conversão em cada etapa do funil, estabelecendo métricas transparentes e confiáveis, é possível prever a geração de negócios e assegurar a saúde financeira da organização.

O equilíbrio entre as diversas etapas do funil permite planejamentos mais consistentes e análises mais completas. Imagine, por exemplo, que ao formatar o pipeline, o gestor descubra que o ciclo atual de vendas leva, em média, 7 meses. Isso significa que um contato gerado em janeiro só será convertido em julho — e, é claro, a empresa não pode parar em todos os outros meses do ano.

De forma geral, esse tipo de conclusão pode conduzir a duas análises diferentes, ainda que complementares:

  • a de que é preciso investir pesado em geração de leads, preferencialmente qualificados, para que o funil esteja sempre repleto de contatos em processo de negociação. Considerando que as taxas de conversão são bem menores do que o volume de leads gerados, é importante balancear os números para evitar períodos sem fechamento;
  • a de que é necessário lançar mão de táticas capazes de reduzir o ciclo de venda, acelerando o escoamento de contatos ao longo do pipeline e diminuindo o período de transição em cada uma das fases do funil. Para isso, uma avaliação profunda de recursos, ferramentas e materiais é indispensável à eficiência da estratégia.

Diante disso, não seria equivocado dizer que controlar o ciclo de vendas é essencial para manter a operação nos trilhos — e o Fluxo de Caixa em ordem. Ao negligenciar os indicadores de conversão, bem como o tempo médio de fechamento, o gestor incorre em um erro perigoso: o de perder o timing de negociação e, assim, deixar de faturar com vendas que esfriam.

Na prática, o ciclo de vendas ajuda a manter o processo comercial aquecido, indicando fluxos e processos que asseguram o envolvimento do contato e entregam a ele, em todas as fases do funil, as informações de que ele precisa para decidir positivamente pela compra.

As melhores estratégias para otimizar o ciclo de vendas em negócios complexos

A otimização do ciclo de vendas, portanto, desponta como uma preocupação essencial entre os líderes comerciais. Não poderia ser diferente, aliás: com a missão de potencializar os resultados da área, maximizando o faturamento da empresa, os gestores devem estar sempre atentos a novas formas e métodos de alavancar a performance do time.

Ao aprimorar o ciclo de vendas, entendendo a fundo as necessidades e desejos do cliente em potencial, os resultados costumam ser mais rápido — em vez de 7 meses, tudo é finalizado em apenas 3, por exemplo — e mais efetivos.

Confira, agora, algumas dicas importantes para otimizar o ciclo de vendas no seu negócio!

Qualifique os leads

Cada lead é, a princípio, uma nova oportunidade de vender. É preciso lembrar, porém, que nem todos os contatos serão qualificados — ou seja, terão perfil ou condições de adquirir o produto ou serviço que você oferece. Para evitar transtornos, prejuízos e frustrações, é necessário qualificar os leads que caem no funil de vendas. Essa é, sem dúvida, o primeiro desafios na diminuição do ciclo de vendas.

Grosso modo, o processo de qualificação de leads busca explorar a “dor” do potencial cliente, entendendo quais são os aspectos sensíveis que o levaram a buscar uma solução. Se sua empresa é capaz de atender às expectativas do prospect, deve-se partir para a próxima fase: entender se há fit — de desejos, de ferramentas e de investimento, por citar alguns fatores.

Imagine, por exemplo, a venda de uma máquina robusta para a indústria automotiva. Se seu cliente precisa automatizar determinado fluxo operacional e seu produto é adequado à demanda, mas ele não está disposto a desembolsar o valor para comprar seu equipamento, há um problema de qualificação: por mais que haja comprometimento com a implantação de uma nova máquina, há discordância a respeito do investimento. Se você não estiver aberto a negociações amplas, pode ser melhor sinalizar o lead que não será possível atendê-lo.

Nutra aqueles que ainda não estão prontos

Muitas vezes, leads com potencial ainda não estão prontos para efetivar a compra. Pode ser que o prospect ainda não esteja seguro a respeito da extensão de seu problema ou, então, que haja dúvidas a respeito da melhor solução. Neste caso, o ideal é manter o relacionamento por meio da nutrição de leads.

Depois da primeira interação — uma ligação, um formulário preenchido ou um material baixado, por exemplo —, é preciso manter a conexão com o possível cliente. A melhor forma de mantê-lo engajado é muni-lo de conteúdos relevantes, aderentes ao cenário que o cerca, e que o ajudem a esclarecer o dilema que enfrenta e a solução mais apropriada para saná-lo.

A nutrição de leads é um mecanismo eficiente de fechamento de negócio. Ao fazer com que o lead permaneça ativo no funil de vendas, tendo contato recorrente com dados da empresa, o vendedor tem mais argumentos para prosseguir, em um futuro breve, com uma negociação positiva.

Dê ferramentas à equipe de vendas

Por fim, ainda que não menos importante, as ferramentas automatizadas de relacionamento — ligadas tanto à jornada de compra quanto ao ciclo de vendas — são essenciais à efetividade de uma estratégia voltada a acelerar a geração de negócios. Afinal, quando as informações estão centralizadas e há sistematização de tarefas, é mais fácil armazenar e obter os dados de cada contato, facilitando a negociação.

O CRM (Customer Relationship Management), por exemplo, é uma tecnologia imprescindível à diminuição do ciclo de vendas. O motivo é simples: ao permitir e automatizar uma rotina consistente de registro (reunindo todos os dados do cliente, tais como nome, sexo, cidade, e principal queixa) e de follow up (lembretes periódicos para retomar contato, reaquecendo o lead de tempos em tempos), o sistema dá mais autonomia e segurança ao vendedor na missão de nutrir e converter sua base de leads.

Ao munir a equipe comercial de ferramentas ágeis, integradas e automatizadas, o gestor certamente será capaz de perceber resultados mais expressivos e consistentes já no curto prazo — inclusive no que diz respeito à diminuição do ciclo de vendas. Na prática, isso significa otimizar recursos (financeiros, humanos e de tempo) e potencializar retornos, alavancando o crescimento da companhia.

Areco ERP + Areco Agente: CRM integrado para resultados eficientes

As vantagens da implantação do CRM são inegáveis, mas, é importante ressaltar que a utilização isolada da ferramenta não proporciona a exploração total de suas capacidades. Para potencializar os resultados comerciais, é preciso que o CRM seja integrado ao sistema que gerencia todas as operações da empresa, o ERP.

O Areco Agent, CRM da Areco, é totalmente integrado ao Areco ERP, o software integrado de gestão. Uma vez associados, os sistemas trabalham juntos para potencializar as rotinas comerciais, simplificando e consolidando operações fundamentais à atividade de vendas.

Para exemplificar os benefícios da atuação conjunta, imagine o seguinte contexto:

  • Primeiro, o gestor comercial classificou o potencial dos prospects, melhorando a qualidade dos leads. Assim, é possível focar a ação e administrar o tempo, priorizando contatos que apresentam mais chances de gerar resultados.
  • Depois, criou um mapa de tempo, em formato de agenda, para organizar e monitorar atividades internas e externas.
  • Em seguida, criou e nutriu uma base rica de informações que oferecem estatísticas importantes sobre insights, desempenho e resultados.
  • Concomitantemente, interagiu com sua equipe interna, emitiu lembretes e estimulou a produtividade.
  • Por fim, utilizou um sistema consistente para criação de propostas, valendo-se de regras comerciais já estabelecidas, evitando valores incorretos que podem gerar vendas de baixo resultado ou prejudiciais ao negócio.

A tecnologia da Areco — e, neste caso, a união do Areco Agent e do Areco ERP — é a solução ideal para lapidar operações e melhorar o desempenho da área comercial. Com a integração, a incidência de erros e a improdutividade do time são reduzidos, liberando mais tempo para que a equipe foque no que é realmente importante: vender. Quer saber como o Areco ERP e o Areco Agent podem impulsionar o seu negócio?

O ERP na gestão financeira: como tomar as melhores decisões

O ERP na gestão financeira: como tomar as melhores decisões

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O departamento financeiro é uma área bastante sensível, mas também altamente estratégica. A boa gestão dos recursos monetários, assim como a eficiência no planejamento de despesas e investimentos, é indispensável à saúde de qualquer negócio, independentemente do porte ou do segmento em que atue.

A transparência financeira, obtida por meio de processos coesos e orgânicos, é fundamental na operação cotidiana do setor. A missão de administrar os números da empresa — acompanhando a movimentação de valores e assegurando a viabilidade dos processos — é, além de prioritária, também uma questão de sobrevivência.

A tecnologia de gestão é, neste contexto, uma ferramenta valiosa aos gestores da área. Ao facilitar o acesso a análises complexas (por séries históricas ou períodos predefinidos, por exemplo) e ao permitir a extração de informações atualizadas (via dashboards, gráficos e relatórios customizados), o ERP maximiza o controle da operação e garante mais autonomia e segurança na tomada de decisão.

Um dos maiores desafios financeiros da atualidade é justamente a capacidade de otimizar procedimentos e resultados. Para ser capaz de entregar números cada vez mais expressivos e exponenciais, os gestores financeiros devem voltar os olhos aos mecanismos de que dispõe — e às oportunidades que estão deixando passar.

 

O ERP na gestão financeira

A tecnologia ganha cada vez mais espaço na rotina empresarial. Da produção ao comercial, recursos de gestão que agreguem agilidade e efetividade aos processos são essenciais para manter a competitividade e perseguir lucros mais robustos. Na área financeira, responsável por manter o negócio no azul e viabilizar o crescimento em escala, não é diferente: o ERP é um aliado unânime entre os líderes mais engajados.

Um software integrado é, portanto, a resposta mais assertiva para entraves comuns a quaisquer negócios. Ao integrar departamentos e ao centralizar informações, o ERP retifica a lisura dos dados e elimina o retrabalho. No financeiro, o sistema automatiza operações-chave, tais como a programação de Contas a Pagar, a Receber e a conciliação bancária, minimizando a incidência de erros manuais e acelerando as entregas da equipe.

Na prática, a utilização de um ERP aderente e adequado às rotinas do negócio pode mudar completamente a direção da empresa. Uma vez padronizadas e organizadas em um fluxo operacional eficiente, as demandas financeiras são executadas de modo mais prático, eficaz e seguro. Ganha-se em produtividade e, consequentemente, angariam-se resultados mais volumosos.

 

A influência do ERP nas decisões financeiras

Um software integrado, robusto e transparente é um catalisador das boas decisões monetárias. Para lidar com as finanças corporativas da forma mais otimizada possível, é importante que as operações estejam centralizadas e os dados estratégicos permaneçam à disposição do gestor — bastam alguns cliques, por exemplo, para que a projeção do Fluxo de Caixa sem visualizada no ERP.

Neste cenário, o líder protege os recursos do negócio e delibera com mais propriedade e eficiência. A tecnologia de gestão, portanto, promove e endossa processos mais aderentes à realidade da empresa e mais condizentes aos seus objetivos financeiros. Confira, agora, algumas das decisões que podem ser positivamente impactadas pelo ERP!

1. Decisões de investimento

Direcionamentos estratégicos também estão sob a responsabilidade da área financeira. Como, quando e onde aplicar os recursos — além da quantia máxima disponível — são definições que impactam diretamente nas operações do negócio, do chão de fábrica ao RH.

No ERP, é possível identificar uma série de variáveis pertinentes às decisões de investimento de forma simples, rápida e confiável. No caso da produção, por exemplo, o custo da matéria-prima e a demanda de mercado podem ser analisadas de acordo com a sazonalidade, garantindo uma perspectiva mais sólida acerca dos ciclos posteriores.

2. Decisões da cadeia de suprimentos

Em se tratando de produção, é válido mencionar que as decisões de suprimentos também estão diretamente associadas às deliberações financeiras. O Fluxo de Caixa, por exemplo, quando automatizado e completo, destaca as oportunidades de negociação com fornecedores e pode render economias volumosas ao caixa do negócio.

Além disso, custos de estoque sob controle indicam que a depreciação está sendo corretamente monitorada e que a sistemática de escoamento permanece efetiva. Cabe ao gestor financeiro, apoiado pela tecnologia de gestão, supervisionar a eficácia operacional.

3. Decisões de receitas e despesas

O ERP integra e automatiza as rotinas de Contas a Pagar e Contas a Receber, otimizando o tempo da equipe e suprimindo eventuais erros operacionais. Além disso, a tecnologia do software age de forma ainda mais profunda: as decisões estratégicas de todos os departamentos — seja aumentar o quadro de funcionários, seja implantar uma nova política comercial — devem ter respaldo na situação e na projeção monetária da organização.

Ao prever receitas e despesas por meio do Fluxo de Caixa, por exemplo, e empresa evita transtornos no pagamento e pode programar seus pagamentos e recebimentos, evitando a incidência de juros. Esse processo garante liquidez, eficiência e alta performance não apenas ao departamento financeiro, mas a todas as áreas do negócio.

 

O Areco ERP na gestão financeira

O Areco ERP é uma solução completa para a gestão enxuta e assertiva dos processos contábeis, fiscais e financeiro. O módulo correspondente, totalmente integrado às demais áreas do negócio, confere mais agilidade e eficiência às operações cotidianas, facilitando os registros tanto quanto as análises.

Na prática, o Areco ERP automatiza regras de integração financeira e contábil para rotinas de contas a pagar, contas a receber, estoque, ativo fixo e faturamento promovem e favorecem uma visão ampla do negócio, garantindo decisões mais acertadas e transparentes.

O fluxo de caixa, por sua vez, desponta como um diferencial interessante do software: online e totalmente integrado, o relatórios de controle explora diversos níveis de detalhes dos dados e pode ser analisado sob diversas perspectivas e objetivos. O resultado dessa flexibilidade é uma gestão mais profissional, eficiente e lucrativa.

Quer saber como podemos alavancar a gestão financeira de empresas focadas em resultados?

Fale com um consultor!
(19) 3849-4355
contato@areco.com.br

Planejamento financeiro empresarial: o que é e como fazer

Planejamento financeiro empresarial: o que é e como fazer

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O planejamento financeiro empresarial é, sem dúvida, um dos primeiros passos para viabilizar uma ideia de negócio e, depois, para perpetuar a competitividade da operação. Neste caso, planejar é essencial e monitorar, indispensável!

De forma a assegurar a saúde financeira da organização, controlando as movimentações do fluxo de caixa, é preciso dispor de tempo para levantar informações relevantes, organizar dados pertinentes ao negócio e, claro, agir estrategicamente.

O que é planejamento financeiro empresarial?

Dizemos que o planejamento financeiro empresarial é, basicamente, um composto de ações, ferramentas, processos e controles que visam entender, organizar e gerenciar os recursos financeiros de uma empresa para garantir melhores resultados e produtividade. Então, na prática, o planejamento financeiro é uma estratégia que consiste em realizar uma projeção de receitas e despesas, examinando um período preestabelecido. 

Para entender melhor, pense nas suas contas pessoais. Quando você sabe o quanto de dinheiro tem e o quanto você pode e deve gastar, você consegue planejar o pagamento de todas as suas contas, compras de alimentos, compras para a casa, investimentos, gastos com lazer e até pode sobrar um dinheiro para possíveis emergências. Desta forma, você organiza suas finanças para suprir o que é essencial e não essencial, sem que no final do mês você fique passando apuros pela falta do dinheiro. 

Por se tratar das finanças empresariais, esse planejamento possui fator decisivo no sucesso no negócio. É ele que mostrará sua saúde financeira atual, bem como os resultados financeiro-econômicos projetados dos próximos meses.

É indispensável que as finanças sejam acompanhadas fielmente e que as projeções sejam feitas da forma mais eficiente possível. Caso contrário, sua empresa estará caminhando no escuro e dependendo exclusivamente da sorte.

Portanto, ter um um planejamento financeiro alinhado é fundamental ao crescimento e produtividade da sua empresa.

Por que o planejamento financeiro empresarial é importante?

O planejamento financeiro empresarial é importante, basicamente, porque ele é a base para todas as práticas na sua empresa, e, fator crucial para alavancar o crescimento do negócio.

Se você não fizer o planejamento financeiro da sua empresa, não conseguirá tomar decisões estratégicas no seu negócio. Da mesma forma, se não avaliar suas projeções, será incapaz de analisar e aplicar seus investimentos no momento e da forma correta, revisar custos e identificar as melhores oportunidades para otimizar suas atividades.

Ainda assim, por mais importante que seja, é alarmante a quantidade de empreendedores que ignoram o planejamento financeiro e em contrapartida encerram suas atividades ainda nos primeiros anos de existência.

Como fazer o planejamento financeiro empresarial?

Fazer o planejamento financeiro de uma empresa não é uma tarefa fácil e rápida, e sim uma tarefa constante.

Para te auxiliar, separamos algumas etapas essenciais para fazer o planejamento financeiro:

Previsão orçamentaria

A previsão orçamentária é essencial para bons resultados de um planejamento financeiro. É ela que vai servir como base às principais informações relativas à previsibilidade financeira da empresa.

Dessa forma, é crucial saber qual é a previsão de faturamento para os próximos meses. Isso pode ser feito com base em estimativas de mercado ou com dados e informações financeiras de outros anos. 

Devemos, também, considerar as metas de vendas do comercial. O importante é garantir que a previsão seja feita de forma realista e fiel. Desta forma, os riscos de erros em seu planejamento financeiro diminuem.

Entenda os custos

A próxima etapa para saber como fazer um planejamento financeiro empresarial eficaz é ter uma ampla visão sobre os seus custos. Essa etapa é muito importante, muitos gestores não se atentam aos detalhes. Sabe aqueles gastos simples que passam geralmente despercebidos? Pois é, de simples eles não têm nada. Muito pelo contrário, caso não dê a devida atenção, eles podem prejudicar muito a saúde financeira de sua organização. 

Portanto, é preciso destrinchar todos os custos e gastos para ter uma visão precisa. Comece pelos diretos e indiretos, depois some os valores que mantém a sua empresa aberta e, por fim, inclua os custos variáveis e fixos.  

Nos custos fixos, considere itens como salários, aluguel e gastos essenciais, como água, energia, telefone e Internet. Já nos variáveis, lembre-se de considerar matéria-prima e, até mesmo, mão de obra.

Além disso, é relevante se atentar para o pagamento de taxas e impostos. Eles podem exercer um impacto considerável.

Movimentação financeira

O dia a dia do setor financeiro de uma pequena e média empresa pode ser caótico. Em geral, são poucos colaboradores para dar conta de muito trabalho. Logo, é preciso garantir uma organização mais assertiva e eficaz, evitando erros.

Para tal, o registro de toda a movimentação financeira é crucial. Por meio dele, fica mais fácil controlar cada conta. Afinal, é preciso ter as informações disponíveis em algum lugar para, então, analisá-las. A seguir, confira alguns tipos de análises importantes: 

  • Movimentação diária

Registrar toda a movimentação financeira diária da empresa, como: quantidade de boletos emitidos e volume de transações. Assim, também tendo um melhor controle do fluxo financeiro.

  • Movimentação semanal

Os dados semanais apresentam alguns pontos significativos para uma análise um pouco mais ampla. Com eles, você pode fazer uma avaliação um pouco mais ampla, ao verificar padrões repetidos, como movimentações maiores e menores em determinados dias.

  • Movimentação mensal

Dados mensais cobrem os principais custos fixos. A partir deles, fica mais fácil ter uma maior previsibilidade da distribuição mensal dos valores. 

  • Análises longas

Por fim, os dados em períodos maiores, como trimestrais, semestrais e anuais, são fundamentais para entender a evolução de seu negócio. Por conta delas, é possível verificar se é necessário se dedicar a um ponto mais crítico ou saber se sua empresa cresceu além das expectativas. 

Cenários diferentes

Além de saber como fazer um planejamento financeiro empresarial eficaz, lidar corretamente com imprevistos é um fato essencial. Para isso, o primeiro passo é tentar prever diversos cenários, de forma consciente e fundamentada.

Então, com base na análise financeira da empresa e nas tendências de mercado, você pode concluir alguns caminhos. Para cada um deles, estabeleça um plano diferente. Lembre-se de incluir nesse planejamento situações mais críticas, como a de faturar bem menos por um longo período, como estamos vivendo agora durante a pandemia.

Se preparando para diversos cenários, suas chances de acertar algum deles é muito maior. Desta forma, mesmo que as coisas se vão para a imprevisibilidade, sua empresa terá uma capacidade maior de adaptação.

Controle e redução de gastos 

Outra etapa fundamental para fazer um plano financeiro de uma empresa de forma eficiente é: controlar e reduzir gastos. Devemos saber muito bem quais são os pontos essenciais que não é possível fazer uma redução sem afetar a qualidade da entrega. Também está diretamente relacionado em saber quais são os planos de crescimento que precisam ter um investimento maior.

Meça os resultados

De nada adiantará prever e trabalhar com cenários diferentes, controlar gastos e conhecer as movimentações financeiras se os resultados não estiverem sendo acompanhados rigorosamente. Para isso, é importante medir todos os resultados de sua empresa pois, assim, você saberá se deve continuar com as estratégias já ativas ou se deve investir em novos meios.

Tecnologia

Para conseguir realizar todas as análises descritas, você precisará de alguma ferramenta financeira que te auxiliará nesse processo. Hoje em dia temos várias opções no mercado, gratuitas e pagas. Contudo, se a sua empresa for pequena, com pouca movimentação, uma planilha de Excel bem elaborada pode ser muito eficaz. Porém, se sua empresa é de médio ou grande porte, o ideal é adotar um sistema de gestão, como um software ERP.

Esse tipo de software é desenvolvido para atender às principais necessidades do negócio. O uso dele automatiza e otimiza diversos processos, como alimentação dos dados e elaboração de relatórios, tudo com poucos cliques. Desta forma, a rotina financeira mais eficaz e muitos erros são evitados. 

Como um ERP pode maximizar o planejamento financeiro da sua empresa?

A tecnologia já é a realidade das empresas mais lucrativas. Para fazer frente à concorrência, é crucial que bons recursos de gestão sejam implementados, agregando às atividades estratégicas tal qual o planejamento financeiro.

A utilização de um sistema ERP, que centraliza as informações e integra todas as áreas do negócio, é a chave para uma operação mais eficaz e cristalina. As funcionalidades do software garantem que o gestor possa seguir a metodologia de análise e, assim, construir sua própria estratégia corporativa.

Dentre os benefícios do ERP na edificação de um ótimo planejamento financeiro, despontam:

  • A capacidade de analisar o contexto histórico e preditivo, contrapondo relatórios de sazonalidade a previsões de demanda baseadas em dados passados;

  • A visualização de vulnerabilidades, agilizando a correção de eventuais desvios que possam prejudicar a performance das operações;

  • A identificação de novas oportunidades, permitindo que gargalos produtivos sejam revertidos em diferenciais competitivos;

  • O endosso de objetivos e metas, considerando a capacidade de analisar relatórios de desempenho, contrapô-los a métricas de avaliação e, assim, atestar a viabilidade de desafios mais agressivos;

  • A possibilidade de acompanhar, dia após dia, os indicadores preliminares de cada operação, garantindo agilidade nas decisões que possam impactar positivamente nos resultados corporativos.

Portanto, o sistema ERP é a solução ideal para agregar mais confiabilidade e transparência à gestão contemporânea. Ao contar com dados atualizados, os gestores maximizam a efetividade de suas decisões e podem se dedicar ao que realmente agrega valor às operações.

Sendo assim, o planejamento financeiro empresarial pode ser descrito como uma ferramenta valiosa, capaz de fortalecer as rotinas produtivas e de potencializar o desempenho da organização, tornando-a financeiramente mais saudável e lucrativa.

Quer saber o que um software ERP pode fazer por você e pelo seu negócio? Entre em contato conosco e agende uma consultoria gratuita com um de nosso especialistas!

Rentabilidade sustentável: 4 dicas para manter o lucro da empresa

Rentabilidade sustentável: 4 dicas para manter o lucro da empresa

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Qualquer empresa, independentemente do porte ou do segmento que se dedique a atender, já nasce com um objetivo bem claro: lucrar. A rentabilidade, quando perene, permite e endossa uma série de estratégias que culminam no desenvolvimento e no crescimento da operação.

Nada mais natural, portanto, que manter o foco em um objetivo simples de explicar, mas complexo de atingir: obter rentabilidade sustentável, ao longo dos anos, com expectativas coesas de alavancagem.

 

Quais são os principais entraves da rentabilidade sustentável?

O monitoramento contínuo, amparado em dados críveis e transparentes, é uma prática essencial para que eventuais desvios de rentabilidade sejam facilmente identificados e prontamente corrigidos.

A partir de balanços, relatórios gerenciais e análises dinâmicas, o gestor é capaz de analisar sua operação e seus resultados com cautela, imparcialidade e eficácia. Qualquer anomalia de processos ou de gestão pode ser, então, endereçada e ajustada.

É bastante recorrente que equívocos operacionais estejam comprometendo a lucratividade da empresa. Problemas de qualidade, por exemplo, aumentam os custos de produção. Dificuldades no estoque, por sua vez, encarecem a armazenagem e podem ocasionar perdas significativas.

Da mesma forma, uma estratégia inadequada, sempre que replicada, tem o poder de desviar os resultados da empresa e de derrubar o lucro da operação. Seja com a falta de planejamento, seja com uma frágil gestão financeira, o fato é que existem situações perigosas à rentabilidade e, portanto, também danosas à perenidade dos negócios.

 

Quais são as principais estratégias para manter o lucro da empresa?

Aos gestores, não é nenhuma novidade dizer que a volatilidade do mercado exige que haja dinamismo e versatilidade no momento de traçar as estratégias da empresa — as quais, por sua vez, guiarão os negócios na direção das metas que devem ser atingidas.

No esforço contínuo para manter a direção certa, principalmente no que tange à lucratividade da operação, uma série de táticas se mostram cada vez mais valiosas e podem ser largamente utilizadas em empresas dos mais diversos portes e segmentos.

1. Verifique se você adota o regime tributário mais adequado

No Brasil, a carga tributária é bastante agressiva e, se mal gerenciada, pode comprometer a saúde e a viabilidade do negócio. É essencial, portanto, que os gestores se preocupem com a eficiência de suas decisões e certifiquem-se de que o regime tributário em vigor é, de fato, o mais pertinente ao contexto da empresa.

É possível (e mesmo bastante comum) que, após um expressivo crescimento, seja necessário mudar a classificação tributária da empresa. Muitas começam, por exemplo, sob a chancela do Simples Nacional e, após certo tempo, precisam avançar para o Lucro Real ou Lucro Presumido.

A capacidade de analisar constantemente as réguas do negócio, observando o faturamento e reavaliando periodicamente o cenário tributário, desponta como um diferencial importante à manutenção do lucro.

Afinal, quando uma empresa tem equívocos tributários, o prejuízo é imenso — e, mais do que apenas afetar o financeiro, pode comprometer o funcionamento de todas as áreas do negócio.

2. Automatize o máximo possível

A automatização de tarefas é um excelente método para alavancar a rentabilidade da organização. Quando o fluxo processual dispensa o excesso de interferências manuais, há, de imediato, ganhos bastante significativos.

O capital humano pode ser deslocado para atividades com maior valor agregado, contribuindo para que o fluxo de tarefas estratégicas tenha mais espaço no cotidiano corporativo.

A automatização de procedimentos, por exemplo, otimiza os recursos, já que os custos de retrabalho — muito comum em processos excessivamente manuais — são minimizados.

3. Maximize a produtividade

Como não podia deixar de ser, a produtividade da empresa está diretamente ligada à eficiência dos recursos empresariais — sejam eles físicos, tais como máquinas e equipamentos, ou humanos, constituídos pelo próprio quadro de funcionários.

Para que uma empresa se torne (e se mantenha) competitiva, a produtividade é essencial e deve permear todos os níveis da empresa, da produção ao Comercial. Os apontamentos online no PCP, tanto quanto a automatização de lembretes no CRM, contribuem para tornar a gestão mais produtiva.

4. Acompanhe (e atualize) sua lista de preços

A manutenção da lista de preços, que é a estratégia de precificação traduzida no mercado, é uma atividade facilmente negligenciada. Esse comportamento gerencial, porém, pode culminar em danos sérios à organização — e prejudicar fatalmente o lucro da empresa.

Se os custos de produção sobem, por exemplo, seja por conta da implantação de uma melhoria tecnológica ou em função da valorização da matéria-prima, é fundamental que o adicional seja repassado ao mercado. Quando esse paralelo não é verdadeiro, é grande a chance de fechar as contas no vermelho, mesmo que as vendas se mantenham.

Na prática, embora soe mais simples do que a execução pressupõe, não há segredo: controle, integração e transparência são ingredientes indispensáveis para assegurar a conformidade da operação e a lucratividade sustentável do negócio.

Para que tudo isso se torne realidade no cotidiano corporativo, entretanto, é prudente dispor de ferramentas capazes de fornecer dados e insights valiosos à lucratividade.

O Areco ERP, sistema que permeia todo o workflow, é a tecnologia ideal para proporcionar o que o seu negócio precisa para crescer — e lucrar cada vez mais. As funcionalidades do software facilitam o controle fiscal e tributário, automatiza as rotinas corporativas e otimizam os recursos disponíveis.

Para entender como alavancar o seu negócio, fale com um consultor!

Atividades gerenciais: como o ERP assegura decisões mais estratégicas

Atividades gerenciais: como o ERP assegura decisões mais estratégicas

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Destacar-se em um mercado cada vez mais competitivo é, sem dúvida, um dos maiores desafios dos gestores contemporâneos.  Para além de apenas garantir a correta execução operacional de sua atividade-fim, o líder precisa estar atento às particularidades de seu segmento e às oportunidades de sua área, contribuindo de forma proativa para melhorar os resultados empresariais.

Neste contexto, as atividades gerenciais são determinantes para a saúde dos negócios e para a perenidade da organização. Somente ao priorizar uma administração enxuta, com maximização de potenciais e otimização de recursos, é possível potencializar o desempenho da equipe e alcançar os objetivos e metas previamente estipulados.

A importância da atividade gerencial no desempenho empresarial

A tarefa do gestor envolve uma série de responsabilidades. Mais do que somente garantir o adequado cumprimento das etapas produtivas sob sua supervisão, é necessário que o líder nutra uma visão estratégica e consistente de sua área e dedique-se a alavancar a performance individual e coletiva da sua equipe.

O cotidiano gerencial demanda vasta capacidade analítica e, para que seja efetiva, requer o uso de ferramentas que facilitem rotinas e permitam a visualização ampla do panorama operacional. Munido de dados dinâmicos, particulares ou integrados, o gestor assegura a credibilidade de suas decisões e eleva a efetividade de sua administração.

Não seria exagerado afirmar, portanto, que a atividade gerencial é essencial para que a empresa melhore seu desempenho e ganhe competitividade, posicionando-se no mercado de forma cada vez mais sólida. 

O ERP como ferramenta estratégia na atividade gerencial

A volatilidade do mercado, que diariamente apresenta e impõe novas tendências e demandas, não pode ser negligenciada — sob o risco de comprometer fatalmente as operações das empresas inertes. No papel de líder, o gestor deve compreender os desafios do segmento e orientar-se de forma a desbravá-los.

Neste âmbito, a tecnologia figura como uma poderosa ferramenta para automatizar processos e simplificar as rotinas produtivas e administrativas. O ERP, enquanto um robusto sistema integrado de gestão, favorece os controles gerenciais e otimiza os recursos envolvidos (humanos, financeiros, materiais e, claro, também de tempo).

Além disso, o ERP contribui firmemente para potencializar atividades inerentes às atividades gerenciais, culminando em uma atuação mais assertiva e estratégica:

1. Acompanhamento de indicadores

Os indicadores (ou KPIs) são indispensáveis à boa gestão. Ao estabelecer, fixar e monitorar as métricas operacionais delineadas, o líder tem mais subsídio para corrigir eventuais falhas operacionais e empreender os ajustes necessários às rotinas da área. Com o ERP, é possível extrair relatório e pareceres, concebendo previsões e conferindo mais coerência às decisões empresariais cotidianas.

2. Otimização de recursos

Um dos maiores desafios empresariais da atualidade é enxugar os custos administrativos e de produção, otimizando os recursos disponíveis. É incumbência do gestor, também nesta esfera, a disposição para lapidar processos e reduzir gastos desnecessários, certificando-se de manter a qualidade na entrega do produto ou serviço. Com o ERP, é possível controlar o consumo de materiais e verificar os custos e margens para cada produto ou serviço comercialmente cadastrado.

 

A tecnologia em gestão é fundamental ao desenvolvimento e ao crescimento das empresas modernas. Para ganhar competitividade e assegurar a saúde do negócio, é preciso investir na simplificação de processos, na automatização de rotinas e na alta performance operacional.

O Areco ERP é composto por módulos individuais que se integram totalmente, otimizando processos do CRM ao BI (Business Intelligence) e que gerenciam todas as etapas do workflow de acordo com as particularidades do negócio. O software foi pensado e construído de forma a permear todo o tecido empresarial, da operação cotidiana à alta gestão, e reúne as funcionalidades necessárias às rotinas produtivas e administrativas, conferindo agilidade, transparência e segurança aos processos.

 

Para saber como podemos ajudá-lo a conquistar resultados cada vez mais expressivos, fale cm um consultor!

 

 

E mais: 

Indústria 4.0: por que a tecnologia é imprescindível ao sucesso?

Indústria 4.0: por que a tecnologia é imprescindível ao sucesso?

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Em um mercado cada vez mais volátil, competitivo e dinâmico, os desafios são constantes. As organizações modernas andam em busca por otimização e inovação. Isso é algo que não será mais dispensável e sim essencial. A Indústria 4.0 vem ai para unificar a tecnologia e as organizações de forma cooperativa.

O que é Indústria 4.0 e seu conceito?

Indústria 4.0 caracteriza-se basicamente no conceito da otimização e automatização das organizações juntamente com a tecnologia. Desta forma, juntando o mundo físico, digital e biológico. Também chamada de “nova revolução industrial”.

As três revoluções industriais passadas foram firmemente motivadas pelo desenvolvimento de novas técnicas e métodos. Assim não seria equivoco dizer que a tecnologia é a principal força que a impulsiona e sustenta.

Blog  Indústria 4.0: por que a tecnologia é imprescindível ao sucesso?

O conceito de Indústria 4.0 surgiu em meados de 2013, por conta do avanço da tecnologia e a necessidade de adaptação das organizações a essas inovações. Seu maior impulso foi devido aos modelos alemães de integração dos meios de produção com tecnologias. No cenário atual, de acordo com o rápido avanço tecnológico , ela é fortemente dependente em alguns pilares, como:

  • técnico;
  • estrutural;
  • cíclico;
  • institucional.

Como podemos ver, as revoluções industriais sempre estão ligadas aos avanços tecnológicos, e não é diferente na Indústria 4.0.

Veja a seguir.

Principais tecnologias na Indústria 4.0

Sabemos agora que os avanços tecnológicos , o uso, e a necessidade das empresas se adequarem aos mesmos é fator básico que rege a Indústria 4.0. Mas, existem algumas tecnologias que são consideradas pilares essenciais nessa revolução.

  • Manufatura Aditiva (3D)

Manufatura Aditiva ou Impressão 3D é a adição de material para fabricar objetos, formados por várias peças, constituindo uma montagem.

  • Inteligência Artificial (IA)

É um segmento da computação que busca simular a capacidade humana de raciocinar, tomar decisões, resolver problemas, dotando softwares e robôs de uma capacidade de automatizarem vários processos.

  • Internet das Coisas (IoT)

Internet das Coisas representa a possibilidade de que objetos físicos estejam conectados à internet podendo assim executar de forma coordenada uma determinada ação. Um exemplo seriam carros autônomos que se comunicam entre si e definem o melhor momento (velocidade e trajeto, por exemplo) de fazer um cruzamento em vias urbanas.

  • Biologia Sintética (SynBio)

É a convergência de novos desenvolvimentos tecnológicos nas áreas de química, biologia, ciência da computação e engenharia. Permitindo o projeto e construção de novas partes biológicas tais como enzimas, células, circuitos genéticos e redesenho de sistemas biológicos existentes.

  • Sistemas Ciber-físicos (CPS)

Sistemas Ciber-Físicos sintetizam a fusão entre o mundo físico e digital. Dentro desse conceito, todo o objeto físico (seja uma máquina ou um linha de produção) e os processos físicos que ocorrem, em função desse objeto, são digitalizados. Ou seja, todos os objetos e processos na fábrica tem um irmão gêmeo digital.

Principais desafios Indústria 4.0

A Indústria 4.0 é algo que afeta o mundo todo, todas as organizações necessitam se adequar a esta nova realidade tecnológica se não quiserem ficar para trás. Por este motivo a Indústria 4.0 acaba trazendo alguns desafios e expectativas.  É uma tarefa dinâmica, a qual envolve adaptações constantes e uma visão estratégica por parte dos gestores.

Atualmente a Indústria representa menos de 10% do PIB,  representação que em meados da década de 1980 chegava a mais de 20% . O decaimento foi fruto de mudanças na estrutura produtiva do país e dos novos modelos de negócios trazidos pela disrupção tecnológica.

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Ocupamos 69ª colocação do Índice Global de Inovação, métrica que visa avaliar critérios de performance diferentes países no quesito inovação. Alguns destes quesitos são:

  • produtividade
  • investimentos em pesquisa e desenvolvimento (P&D)
  • educação
  • exportações de produtos de alta tecnologia

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Além destes fatores a produtividade da Industria brasileira caiu 7 pontos entre 2006 e 2016.

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Apesar do cenário parecer preocupante, em comparação a outros países o Brasil tem possui potencial para melhorar sua posição nesta nova economia.

Por que a tecnologia é imprescindível à Indústria 4.0?

Entendendo a tecnologia como um poderoso mecanismo para deslanchar a frente nesta revolução, é válido pontuar que a automação de processos figura como um dos mais relevantes diferenciais competitivos da atualidade. Mais do que diferenciação, trata-se de uma questão de sobrevivência.

Neste âmbito, é impraticável pensar em automação de rotinas sem recorrer ao aperfeiçoamento de gestão. Somente ao contar com ferramentas e seguras, capazes de integrar operações e otimizar recursos, é possível simplificar processos e conferir alta performance às etapas produtivas e administrativas.

A adoção de tecnologias aderentes e adequadas é o caminho para que a modernização das indústrias, adentrando na era 4.0, seja, de fato, uma realidade. Em meio à concorrência acirrada, a tomada de ação deve ser rápida e certeira: não há tempo para indecisão e eventuais erros podem ser perigosamente custosos.

A Indústria 4.0 é uma realidade cada vez mais evidente e, às empresas despreparadas, há o risco real de que percam relevância no mercado, comprometendo sua continuidade e seus lucros.  

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“A maior mudança com o início das rotinas de produção dentro do sistema foi o ganho em atividades que fazíamos repetidas vezes. […] O maior ganho foi a centralização das informações, que eliminou o retrabalho de redigitar nossos dados produtivos.”

Miguel Correia, Gestor de Implantação na Riferplast

Portanto frisamos: transformar a indústria hoje = criar a indústria do futuro. 

A Areco Sistemas Empresariais é sua parceira agora, amanhã e sempre. Conte conosco para superar as dificuldades do cenário atual e preservar o crescimento do seu negócio.

Estamos aqui para você, agende uma consultoria gratuita com um de nossos especialistas!

Como melhorar o desempenho da sua empresa no segundo semestre de 2017

Como melhorar o desempenho da sua empresa no segundo semestre de 2017

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O primeiro semestre de 2017 não pode ser lembrado como um período propriamente fácil às empresas nacionais. Independentemente do porte e do segmento, a grande maioria dos negócios enfrentou grandes desafios e precisou buscar soluções inovadoras para manter a competitividade e preservar os lucros.

Em função de uma economia vacilante, que hora dá sinais de melhora, hora sofre uma recaída, muitos investimentos foram congelados e, de forma geral, a predisposição de consumo foi bastante abalada por um sentimento de incerteza.

Com o fim do primeiro semestre, porém, desponta a oportunidade de reavaliar o que passou e, mais do que isso, se preparar para meses melhores.

No que tange à economia, embora não haja muita convicção a respeito do aumento do PIB (as projeções ficam entre 0,3% e 0,5% de crescimento, de acordo com o Banco Central), a inflação continua dando sinais de forte queda (com o IPCA-15 demonstrando o menor nível em 11 anos para o mês de junho, em 0,16%), o que acaba por impactar de forma positiva a redução dos juros.

No que se refere à produção industrial, segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), a área cresceu 0,8% em maio e este foi o melhor resultado desde 2011, já na série ajustada. Na comparação com o mesmo período de 2016, a produção industrial subiu 4%. O indicador é positivo e, apenas do contexto conturbado, evoca boas possibilidades para os meses subsequentes.

Diante de uma economia hesitante e de um mercado incerto, muitas empresas estão receosas. As vanguardistas, porém, já começaram a agir para contornar a turbulência, dando sinais de que a luz no fim do túnel está próxima. De acordo com levantamento divulgado pela Strategy&, em parceria com o jornal Valor Econômico, o percentual de empresas que investem mais de 5% da receita líquida em Pesquisa & Desenvolvimento aumentou de 20% para 24%.

Outra pesquisa, dessa vez empreendida pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), relata que, mesmo com os evidentes sinais de recessão econômica, o investimento em tecnologia se manteve estável como proporção da receita, em 7,6%. O indicativo é certamente o resultado de um pensamento consistente que enxerga na tecnologia a vantagem competitiva necessária à boa performance operacional e administrativa.

Os números indicam, portanto, que os gestores estão conscientes da necessidade de continuar a investir em tecnologia como forma de otimizar seus processos e maximizar o desempenho de seus negócios — ainda mais quando se trata de enfrentar um mercado acanhado, defensivo e, justamente por isso, francamente desafiador.

 Como se preparar para o segundo semestre de 2017?

Caso a sua empresa não tenha atingido os resultados esperados no primeiro semestre deste ano, o segundo período de 2017 figura como uma nova oportunidade para alcançá-los. Para tanto, é indispensável estar atento às movimentações do mercado e preparar-se com consistência para aproveitar as oportunidades que ascendem mesmo em épocas difíceis.

Neste âmbito, como reforçado pela pesquisa da FGV, a tecnologia desponta como uma aliada essencial à boa gestão e à alavancagem operacional. Para o segundo semestre de 2017, não negligencie o potencial de ferramentas que confiram alta performance às operações e possibilitem o direcionamento estratégico do negócio.

LEIA TAMBÉM | Investir em tecnologia para potencializar o seu negócio

Desde os primeiros dias do segundo semestre, portanto, certifique-se de manter o foco na otimização de recursos, no controle das operações e nas métricas-chave da organização. Se necessário, reveja processos, repasse os indicadores e planeje novas alocações ou investimentos.

SAIBA MAIS | Como alavancar processos de gestão e tornar sua empresa mais competitiva?

É importante salientar que gargalos produtivos ou retrabalhos administrativos são altamente prejudiciais e acabam por comprometer sua eficiência operacional — impactando direta ou indiretamente no faturamento bruto do negócio. A despeito da urgência, porém, jamais aja por impulso ou por intuição: apoie-se em dados estratégico e transparentes e tenha a segurança de saber exatamente como anda a saúde da organização. Muna-se de informações críveis e só então estabeleça um plano de ação.

Relatórios, demonstrativos e previsões são bons artifícios para aprimorar sua gestão. No mundo moderno, dinâmico e volátil, mais do que nunca, informação é poder. Esteja à frente das suas operações, amplie sua visão gerencial e faça do segundo semestre de 2017 um período marcado por alta performance e excelentes resultados.

Deseja potencializar suas operações e fechar positivamente o ano de 2017? Aja rápido! Veja como podemos ajudá-lo.

 O QUE OFERECEMOS

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O papel das parcerias estratégicas no setor de serviços

O papel das parcerias estratégicas no setor de serviços

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O setor de serviços é, na maioria esmagadora das nações modernas, responsável pela fatia mais expressiva da geração de riqueza do país — medida e divulgada a partir de indicadores importantes, como o PIB (Produto Interno Bruto), e que determinam em escala global a saúde do território.

No Brasil, o segmento responde por ¾ da economia nacional; e, frente a este panorama, fica explícita a importância da atividade para o crescimento do país e para o desenvolvimento econômico-social. Aos empreendedores que se dedicam à atividade de serviços, despontam grandes desafios e, justamente por isso, também excelentes oportunidades.

 

Como aproveitar as demandas latentes ao setor de serviços

Diferentemente do que ocorre no processo de comercialização de produtos, o segmento de serviços tem particularidades marcantes: seu aspecto intangível, firmemente baseado em confiança e referência para motivar a ação de compra, demanda uma abordagem específica.

Para corresponder aos anseios do mercado, é preciso entender as demandas de consumo e oferecer aos clientes, implícita ou explicitamente, os atributos esperados. Conhecer as preferências do cliente, acompanhar a concorrência e investir em diferenciais competitivos são aspectos essenciais ao sucesso na atividade de prestação de serviços.

 

LEIA MAIS | Os 3 principais desafios das empresas de serviços

 

Desta forma, considerando os apelos de compra e os gatilhos decisórios — que, em serviços, incorporam experiências e se amparam firmemente em indicações qualificadas —, construir e manter uma rede poderosa de relacionamento, aproximando-se de empresas com aderência complementar ao negócio, desponta como uma estratégica consistente para ganhar mercado e conquistar mais clientes.

 

O papel das parcerias na percepção de valor em serviços

As parcerias qualificadas e duradouras são certamente valiosas em qualquer segmento mercadológico, mas despontam como fundamentais para o êxito e a prosperidade em serviços.

Ao aglutinar parceiros competentes, que compartilhem de valores semelhantes e que se dediquem a oferecer excelência na prestação, as empresas se fortalecem para enfrentar os desafios de um mercado cada vez mais competitivo. A aliança permite que haja intercâmbio de expertises e confere credibilidade às organizações envolvidas, gerando benefício mútuo às partes envolvidas.

Para além dos inúmeros benefícios inerentes à construção de parcerias estratégicas, porém, é preciso certificar-se de selecionar com cautela os negócios aos quais vale a pena se associar. Examinar o nível de satisfação externa, a credibilidade no mercado e o método de trabalho da organização com a qual pretende-se firmar parceria imprescindível e confere segurança à decisão estratégica.

A Areco, enquanto prestadora de serviços, está consciente das particularidades do segmento e acredita que as parcerias são fundamentais para fortalecer negócios, contribuindo para a expansão de mercado e para o crescimento organizacional.

 

VEJA NO DEPOIMENTO | Agilidade aos escritórios de contabilidade com o Areco ERP

 

O objetivo da Areco é o de desenvolver e acompanhar o crescimento de empresas e pessoas por meio da tecnologia. Acredita que podemos fazer a diferença juntos? Saiba AQUI como ser um parceiro.

Dia da Indústria: um panorama sobre os desafios e as oportunidades no segmento

Dia da Indústria: um panorama sobre os desafios e as oportunidades no segmento

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Em 2016, de acordo com informação da CNI (Confederação Nacional da Indústria), o segmento industrial respondeu por 21,6% do PIB brasileiro. Apesar das incertezas políticas e econômicas que paralisaram o país, as empresas do setor estão constantemente em busca de formas inovadoras e consistentes para superar os desafios da atualidade, mantendo-se saudáveis e lucrativas.

Em esforço concentrado para desbravar um ambiente volátil, dinâmico e altamente competitivo, as indústrias precisam estar atentas às mudanças sociais e tecnológicas que alteram a realidade cotidiana — e que, por sua vez, impactam diretamente na forma de produzir e comercializar os artigos derivados da atividade produtiva.

 

Neste 25 de maio, Dia da Indústria, aproveitamos para apontar os principais desafios que estão sendo enfrentados pelas indústrias brasileiras, fornecendo um panorama transparente das conquistas e das mazelas que assolam um dos segmentos mais relevantes ao crescimento nacional.

 

1. A evolução da indústria

De 1760 a 1840, o mundo viveu a Primeira Revolução Industrial, suscitada pelo desenvolvimento das máquinas a vapor. Em 1850, a Segunda Revolução Industrial foi possibilitada em função dos avanços na indústria química, elétrica, de petróleo e aço. Cem anos depois, por fim, em 1950, a Terceira Revolução Industrial tomou seu curso: as novas tecnologias (e principalmente a internet) mudaram a sociedade, a economia e, claro, as indústrias.

Atualmente, é bastante comum que haja menção a uma Quarta Revolução Industrial, designando o conceito de Indústria 4.0 para se referir a fábricas inteligentes que reúnem inovações tecnológicas e TI para aprimorar processos.

De acordo com teóricos que buscam defini-lo e propaga-lo, o termo pressupõe principalmente uma dualidade produtiva: embora ainda haja a massificação, o interesse em personalização é pungente. Para isso, as técnicas dinâmicas de engenharia e negócios despontam como poderosos diferenciais, permitindo que alterações de última hora, voltada a atender com mais aderência às demandas de consumo, sejam possíveis e viáveis.

É neste contexto de intensa transformação que as manufaturas brasileiras estão perseguindo a sobrevivência e/ou o crescimento de suas operações.

2. Os principais desafios do setor industrial

Para acompanhar a evolução da área, as empresas brasileiras se deparam com desafios que partem da necessidade de realizar altos investimentos (imprescindíveis para que atualizados os equipamentos utilizados, atualizando-os em função das novas tecnologias disponíveis) e se estendem à adaptação exitosa de processos internos, visando atender com propriedade às novas demandas do mercado — que são muitas, além de cada vez mais exigentes.

Em levantamentos recentes, empreendidos e divulgados por órgãos como a CNI e o Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC), destaca-se a postura imperativa de colaboração entre governo, sociedade e grupos industriais com vistas a conduzir o segmento nacional à Quarta Revolução Industrial.

Por fim, vale mencionar as considerações de um relatório produzido pelo MDIC. O documento, intitulado “Perspectivas de especialistas brasileiros sobre oportunidades e desafios para a manufatura avançada no Brasil”, lista como principais desafios:

  • Convergência e integração tecnológica;
  • Desenvolvimento de cadeias produtivas;
  • Recursos humanos;
  • Infraestrutura;
  • Regulação.

3. As oportunidades do setor industrial

Não seria equivocado afirmar que os principais desafios são, também as mais significativas oportunidades para o segmento. Ao liderar as transformações, ajustando e aprimorando as áreas mais sensíveis à evolução industrial, as empresas de vanguarda certamente reunirão vantagens competitivas que serão determinantes para o sucesso e para a perenidade da atividade produtiva.

Apesar da postura fundamental que reside no hábito de cultivar uma visão ampla e idealista, cujos resultados só deverão ser sentidos a médio e longo prazos, é indispensável que os líderes industriais estejam atentos ao que acontece hoje e agora em seus processos e operações fabris.

 

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APRIMORE PROCESSOS | Como eliminar atrasos de produção?

 

Para isso, a transparência no cotidiano empresarial, a confiabilidade nas informações de desempenho e o consistente controle gerencial são aspectos essenciais de uma administração sustentável, eficiente e promissora — e, neste âmbito, um software de gestão robusto, crível e seguro desponta como um aliado estratégico na alavancagem de negócios.

 

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