Gargalos de produção: quais são e como resolver

Gargalos de produção: quais são e como resolver

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Com certeza nenhum gestor quer ter gargalos de produção na sua empresa! Se comparada ao corpo humano, a linha de produção pode ser descrita como o coração de uma fábrica. Afinal, todas as demais funções da indústria ganham direção e sentido, prolongando a saúde e a viabilidade da operação.

Quando há algum desvio as consequências costumam ser graves e impactar as demais unidades de negócio. Assim como o bom funcionamento do coração, em se tratando de biologia, assegura uma vida mais tranquila e produtiva, o alinhamento da produção garante resultados perenes e duradouros à companhia.

Então, fica evidente que a sinergia da fábrica deve ser uma prioridade corporativa. Em um mercado cada vez mais competitivo, é preciso dispor de ferramentas ágeis e integradas, capazes de potencializar a performance e os indicadores da produção. A tecnologia desponta como a melhor alternativa gerencial.

 

O que são gargalos de produção?

No dicionário, o termo “gargalo” ganha um sentido figurativo, referindo-se a um “obstáculo em algum processo; empecilho”. O significado é que se adapta perfeitamente ao ambiente empresarial, no qual problemas processuais podem causar transtornos e prejuízos.

A linha de produção é, sem dúvida, o cenário mais comum para os gargalos nas indústrias, uma vez que estão diretamente relacionadas ao core business e acabam por afetar toda a estrutura corporativa.

No contexto empresarial, um gargalo produtivo pode ser descrito como um desvio específico em alguma das etapas do fluxo produtivo, dificultando o cumprimento de metas e, assim, diminuindo a produtividade das equipes.

Considerando a complexidade de uma linha de produção convencional, na qual uma sequência minuciosa de tarefas dá forma aos itens comercializados, fica fácil entender a relevância de manter uma observação atenta e de, caso algum problema seja relatado, agir proativamente para corrigi-lo o mais breve possível.

Na prática o gargalo de produção deve ser entendido como uma barreira operacional, travando a execução das rotinas conforme o padrão previamente estabelecido.

Não seria equivocado dizer que a ocorrência de falhas está geralmente associada a vulnerabilidades estratégicas, gerenciais e tecnológicas – e que todas elas são perigosas para a saúde do negócio.

 

Como identificar gargalos de produção?

Identificar gargalos de produção é tarefa essencial para um bom rendimento da linha de produção. Quanto mais rápido for identificado, melhor, pois quanto mais demorar para identificar um gargalo de produção, mais material e tempo será perdido em vão. Resultando em prejuízos financeiros para sua empresa.

Porém, existe um modo mais assertivo de visualizar e corrigir os gargalos produtivos. Ao dispor de dados consistentes e atualizados em tempo real — tais como painéis gerenciais —, os líderes podem monitorar o desempenho das máquinas e das equipes, minimizando a possibilidade de desvios.

Ao final do turno também é possível extrair relatórios que condensem as informações operacionais e demonstrem indícios de irregularidades. Dessa forma, os impactos negativos são suavizados por meio da ação rápida e consistente, atingindo o foco do problema e contornando-o imediatamente.

A conclusão, portanto, é de que a identificação ágil dos gargalos de produção é uma exigência do mercado moderno e uma condição essencial à competitividade.

Mas, também existem outras formas de identificar gargalos de produção, tais como:

 

Avaliar seu input e output

Faça uma analise criteriosa das entradas (inputs) e saídas (outputs) da sua linha de produção. Verifique se a matéria-prima que entra esta correspondendo a quantidade necessárie exata de produto na saída que deveria ser.

Por exemplo, se 1kg de ferro derretido é capaz de produzir 100 parafusos, mas na verdade só está produzido 50, já conseguimos entender que existe um gargalo de produção de até 50%. Isso resultará, em longo prazo, um prejuízo enorme para a sua empresa.

 

Identificar as possíveis causas

Como já avaliamos o input e o output devemos então dar o próximo passo. Faça uma analise, identifique e liste as possíveis causas desses gargalos de produção. Para isso você pode se basear em alguns pilares básicos, como: profissionais envolvidos, processo de produção,  métricas e indicadores usados, tecnologias aplicadas, espaço de trabalho e materiais usados.

Discuta com sue equipe quais podem ser as possíveis causas, várias cabeças pensam melhor que uma!

 

Quais são os principais gargalos de produção?

Independentemente do segmento ao qual se dedique, é comum que as indústrias apresentem semelhanças operacionais. Por consequência, os gargalos produtivos também são similares — o que, em certa medida, facilita o aprendizado e a evolução do setor — e podem ser categorizados com certa facilidade.

 

1. Falha na gestão de matéria-prima

A produção requer a disponibilidade de insumos, mas há muitos fatores complementares envolvidos na gestão de fornecedores e de matéria-prima.

Para evitar gargalos na produção diária ou semanal programada, por exemplo, é necessário manter uma relação de confiança com o parceiro, assegurando entregas no prazo e produtos de qualidade.

O não cumprimento de prazos na fábrica comprometem toda a cadeia de resultados da organização, já que a falta de produtos significa menos venda e entrega e, por consequência, menos margem de faturamento.

 

2. Falta de acompanhamento na produção

Por mais que haja uma padronização de processos na fábrica, sinalizando a sequência operacional ideal e as ferramentas necessárias a cada etapa, o acompanhamento continua desempenhando papel fundamental na produtividade da linha.

E não se trata apenas de um supervisor. A tecnologia de gestão permite a visualização em tempo real das atividades, contabilizando o tempo operacional de cada homem/máquina e projetando a capacidade produtiva.

Contudo, a ausência de mecanismos de monitoramento implica em desconhecimento do problema e a demora na tomada de ação. E você sabe: o mercado não costuma ser compreensivo com falhas repetitivas.

 

3. Ausência de controle de estoque

Assim como a análise frequente da matéria-prima é imprescindível para o bom funcionamento da linha de produção, o controle de estoque é fundamental para garantir a lucratividade da operação.

Neste aspecto, é importante que os gestores se dediquem a verificar a demanda e a entender possíveis sazonalidades em seus segmentos, garantindo mais assertividade no controle produtivo.

Estoque inflado e com baixa saída é um grande risco à saúde financeira do negócio. A depreciação nos imobilizados da empresa, como máquinas que estão produzindo produtos com baixa saída, afeta o custo da produção do item e pode transformar o lucro em prejuízo. Uma vez em que o estoque esteja parado, o resultado da empresa é prejudicado, já que o custo não pode ser revertido em venda.

 

Como é possível minimizar e resolver os gargalos de produção?

Os gargalos apontados são relativamente comuns e é possível que um (ou mais) deles esteja afetando seus resultados agora mesmo. Então, Vale a preocupação mas a ação para resolve-los é ainda mais primordial.

Trouxemos para você  4 métodos para minimizar e resolver os gargalos de produção. Confira:

 

Encontre a raiz do problema

Como já vimos, os gargalos de produção são etapas dos processos que estão sendo ineficientes e insuficientes. Portanto, elas impactam diretamente na produtividade atrasando o fluxo de todas a tarefas seguintes e até mesmo podendo paralisar a produção.

Um pontapé inicial é fazer uma análise assertiva e minuciosa desta etapa em específico que esta com problemas. Então, converse com todos os envolvidos, avalie as máquinas, faça testes, pesquise, descubra qual é a raiz do problema.

A partir disso, a possibilidade de apontar o caminho a ser seguido e conseguir encontrar um recurso ou método adequado para reparar os contratempos, é maior.

Exemplo:  o problema é excesso de retrabalhos, qual a causa disso? Uma explicação errônea ? Por que ? Falta de informações? Porque os responsáveis não sabem coletar as informações? Falta de treinamento?

Pronto, chegou a raiz do problema!

 

Invista no seu time

Como dito anteriormente a falta de treinamento do seu time pode ocasionar gargalos de produção.

Oferecer formas de unir a equipe e fazer com que melhore seus resultados e desempenho é uma boa maneira para evitar que gargalos surjam. Então, incentivar a produtividade pode ser um ponto crucial nesse momento.

Então não pense duas vezes, de treinamentos para o seu time, invista em tempo e conhecimento para que todos possam ser muito mais produtivos no trabalho, assim evitando os gargalos de produção.



Mapeie os processos

Vimos no primeiro tópico que devemos ir ao fundo e procurar a raiz do problema. Muitas vezes o problema esta nos processos, já que os gargalos de produção são falhas nas etapas e processos. Então, conhecer exatamente todas as etapas do processo de produção é requisito importante para conseguir analisar, prever e corrigir problemas. Sem isso, não há como eliminar gargalos de produção.

Mapeando os processos corretamente conseguimos trabalhar com a previsibilidade. Conseguimos encontrar os indicadores de desempenho de cada processo e etapa assim evitando os gargalos de produção. Pois, desta forma será muito mais eficiente encontrar os atrasos e erros.

 

Software de gestão

Ao dispor de recursos eficientes, as lideranças corporativas são capazes de sanar problemas recorrentes e de maximizar a competitividade, alavancando a rentabilidade da fábrica.

Portanto na prática, é preciso que os líderes empresariais enxerguem o potencial de suas linhas de produção e possam explorá-lo com foco e consistência. Para isso, a tecnologia de gestão é crucial, agindo como um catalisador das melhores práticas administrativas.

Os gargalos de produção prejudicam a produtividade e comprometem a performance da companhia. Então, a missão de preveni-los deve ser uma prioridade — e um software integrado é a resposta para muitos dos problemas da fábrica.

Com ele você consegue:

  • o mapeamento do processo de produção, relacionando e padronizando as atividades e quais recursos estão envolvidos em cada fase de operação;
  • a definição do processo mais eficaz considerando as particularidades e os objetivos do negócio;
  • a implementação de KPIs que funcionam como indicadores de avaliação e permitem a conferência rápida e eficaz, evidenciando a eventual necessidade de ajustes;
  • a criação e manutenção de uma rotina acompanhamento empoderando gestores e decisões.

 

Mas, ainda está com dúvidas ou dificuldades para entender os gargalos de produção? Então, conte com a Areco para isso e fale com um de nossos especialistas gratuitamente!

 

Tudo sobre gestão e controle financeiro de pequenas empresas

Tudo sobre gestão e controle financeiro de pequenas empresas

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Para falarmos sobre a gestão e controle financeiro de pequenas empresas precisamos pensar nas questões humanas, administrativas e operacionais do negócio.

Assim como empresas de grande porte precisam de uma gestão e controle de qualidade, as pequenas empresas também se enquadram nesse cenário, afinal elas têm um grande potencial de se tornarem grandes empresas em um futuro não tão distante.

Conforme o negócio começa a crescer, a administração e a gestão da empresa começam a se tornar cada vez mais complexas, o proprietário começa a sentir a necessidade de utilizar outros meios e ferramentas para auxiliar a sua gestão.

Se você está passando por essa necessidade no momento, fique atento(a) ao conteúdo deste artigo, nele vamos ver alguns tópicos: o que é e como pode ser feita a gestão e o controle financeiro de uma empresa pequena.

Boa leitura!


Tempo de leitura: 16 minutos


 

Blog  Tudo sobre gestão e controle financeiro de pequenas empresas

 

O que é controle financeiro?

O controle financeiro é o ponto mais sensível do gerenciamento de um negócio e esse aspecto é comumente tratado e realizado da forma incorreta. Os principais erros cometidos são a falta de distinção entre despesas pessoais e empresariais, ausência de ferramentas de controle financeiro e automação e gestão baseada apenas no achismo.

Seu conceito consiste em basicamente ser todas as formas e meios que sua empresa registra as finanças, como por exemplo: entradas e saídas, contas futuras a pagar e receber, dentre outros controles básicos. Além de se basear na avaliação da condição financeira da empresa e na coordenação das atividades para essa finalidade.

Em suma, esse controle tem diversas utilidades. Tais como:

  • o controle de capital;
  • análise de viabilidade de projetos;
  • identificar o volume de fundos;
  • controlar eventuais desvios;
  • prevê o excesso de fundos ou falta deles;
  • auxilia no uso racional do dinheiro de acordo com a realidade e com os planos futuros da empresa.

O controle financeiro é um dos pilares base da boa gestão de uma empresa, ele é de suma importância para a previsibilidade de ganhos, gastos e lucros. Não há organização que prospere e gere receitas que não seja gerenciada em todos os seus aspectos.

 

O que é a gestão financeira?

Você sabe como andam as finanças da sua empresa? Onde você investe mais, onde você investe menos. Sabe realmente no que deve investir? Tem uma previsibilidade de ganho, lucro e gastos? Sabe como otimizar as finanças para obter mais lucro? Essas respostas só serão respondidas se você possuir uma boa gestão financeira.

Então entendemos que, a gestão financeira consiste em todo o pensamento estratégico, as avaliações, as análises e as decisões relacionadas à otimização, manutenção e administração de recursos. Resumindo, gestão financeira é o conjunto de medidas e procedimentos que visam potencializar e otimizar as finanças e os ganhos de sua empresa.

Essas ações são vitais para que uma organização obtenha bons resultados, pois permite estabelecer metas, estipular prazos e analisar se os resultados estão de acordo com o que estava planejado pela organização.

A gestão financeira também é baseada em algumas funções principais, tais como:

  • Planejamento financeiro: identificar problemas e desafios futuros e deixar claro a necessidade de crescimento da empresa;
  • Administração de ativos: estruturar os termos de risco e retorno dos ativos, de acompanhar defasagens entre entras e saídas e fazer uma boa gestão de investimentos;
  • Administração de passivos: gerenciar a estrutura de capital de organização e garantir a estrutura de capital mais eficaz com relação a liquidez, risco financeiro e redução de custos.

 

Controle financeiro x Gestão financeira

Você deve ter percebido o controle financeiro funciona como um utensílio para garantir a qualidade da gestão financeira, fazendo assim um bom proveito dos controles para otimização dos processos, direcionar estratégias e garantir a visão de curto, médio e longo prazo. Deste modo concluímos que o controle financeiro fornece um sistema de informações adequado para alimentar o fluxo de caixa, desde registros do presente quanto de planejamento futuros.

Em resumo, um bom controle financeiro é indispensável para ter uma boa gestão financeira. Os dois estando estritamente ligados, funcionando e atuando de forma correta na sua empresa, só trarão benefícios.

A gestão financeira representa o conjunto de ações, procedimentos e processos que o dão auxílio e as diretrizes à administração e ao controle financeiro das empresas, entendemos que pensar no futuro financeiro de uma empresa por meio da gestão é fundamental.

Nenhum gestor ou empreendedor quer apenas viver com as contas sempre no limite, certo? Por isso, a chave é uma boa gestão financeira atrelada a um rígido controle financeiro, assim, o aumento do lucro se torna tangível.


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Mas, como fazer o controle e a gestão financeira?

Sabemos agora o que é de fato a gestão e o controle financeiro e vimos a sua importância em uma empresa que visa a otimização do negócio e dos lucros. Muitos empresários não investem o tempo necessário para organizar as finanças de sua empresa de pequeno porte, isso é errado e tira a perspectiva de uma análise boa e real da saúde financeira da empresa.

Portanto para falarmos sobre como fazer, precisamos separar por tópicos importantíssimos que regem estas etapas.

 

Controle financeiro

 

  • Planejamento: faça o planejamento financeiro da sua empresa, anote e estruture todas as entras e saídas da empresa, organize todas as informações sobre as finanças e crie rotinas. A empresa sabe que dimensionar o capital de giro necessário no início do negócio, por exemplo, tem menos risco de ter de recorrer a um banco para um empréstimo.
  • Separe o pessoal do empresarial: esse é um dos maiores erros que as pequenas empresas cometem e que realmente afetam muito o desempenho e otimização financeira das mesmas, então separe todas as suas contas pessoais das contas da empresa, isso também irá ajudar no momento da declaração de Imposto de Renda, uma vez que é muito mais fácil o resultado separado de indivíduos e empresas. Ademais, faz com que o fluxo de caixa fique menos descomplicado e complexo.
  • Analise seu estoque: lembre-se, se seu estoque está parado, você não está vendendo, então está perdendo dinheiro! Faça um assíduo controle de estoque e entenda o seu cliente e suas necessidades, não faça compras desnecessárias e sem previsibilidade de venda, faça o controle com coerência e eficácia.
  • Capital de giro: analise as opções disponíveis no mercado antes de recorrer ao capital de terceiros. As parcerias são uma alternativa para capital de giro com taxas mais atrativas. As melhores taxas atualmente são pelo BNDES, mas há outras opções tão quanto interessantes em bancos comerciais. Pesquise, anote tudo e compare para encontrar a melhor opção para a sua empresa.

 

 

Gestão financeira

 

  • Controle de caixa: é uma rotina que você deve tomar onde você registra todas as movimentações financeiras de entradas e saídas realizadas pela sua empresa diariamente, funciona mais como uma ferramenta de controle simples do caixa no dia a dia da empresa, onde você consegue ver rapidamente a situação atual financeira.
  • Giro de estoque: como no controle financeiro não deixe o seu estoque ficar parado, faça a sua rotatividade. Na gestão, nos aprofundamos mais em questões de otimização, existem cálculos base que podemos fazer para realizar este giro de estoque com mais eficácia.
  • Gestão de clientes: trabalhar a perda e rotatividade de clientes com o objetivo de aumentar o faturamento e ainda melhorar o relacionamento com o consumidor, utilize ferramentas como o CRM para fazer esse gerenciamento e utilize estratégias específicas para não ocorrer esta perda.
  • Cuidado com os tributos: disponibilizar verba para o pagamento dos tributos obrigatórios é uma maneira inteligente de trabalhar com um dinheiro que tem um destino certo. Não há como fugir dessas obrigações e é um pagamento que não deve ser realizado em atraso, uma vez que há multas e juros que incidem sobre eles e esse é um dinheiro que você não precisa desperdiçar.

 

Você ainda está com dúvidas sobre a gestão e o controle financeiro? Quer conversar com um de nossos especialistas gratuitamente? Basta se cadastrar abaixo que você ganhará 1 hora de consultoria gratuita!

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A rastreabilidade como diferencial competitivo nas indústrias

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O conceito de rastreabilidade ganhou relevância e destaque há alguns anos. Desde que o consumidor se tornou mais exigente, demandando registros atualizados e informações completas, foi possível notar um movimento interessante nas manufaturas de todo o mundo: fortalecia-se a preocupação com o mapeamento de insumos, de modo a garantir a integridade da matéria-prima e a qualidade do produto acabado.

Hoje, os processos de rastreabilidade são essenciais e até mesmo obrigatórios para alguns setores industriais, como o alimentício, agrícola e o farmacêutico. Além disso, a centralização de dados, integrando documentos ao longo de toda a cadeia produtiva, permite que haja mais agilidade e confiabilidade no manejo da mercadoria, em seu estágio bruto ou recém-acabada.

O que é rastreabilidade?

Rastreabilidade é a capacidade de conhecer todo o caminho de uma determinada matéria-prima, desde sua origem até o produto final. A rastreabilidade surgiu por conta da demanda da indústria em manter um controle eficaz da produtividade e também pelo fato de alta exigência dos consumidores.

Seu objetivo basicamente é criar o controle para a produção e transparência sobre os processos para o cliente final, garantindo uma visualização completa de todo o ciclo produtivo de um produto.

Entre as opções mais comuns para se realizar esse rastreio estão códigos de barras, RFID (Radio-Frequency IDentification) e 2D Data Matrix, sendo que todos demandam o auxílio de equipamentos de leitura.

Como funcionam o RFID e 2D Data Matrix?

RFID (Radio-Frequency Identification)

Um sistema de RFID é composto, basicamente, de uma antena, um transceptor, que faz a leitura do sinal e transfere a informação para um dispositivo leitor, e também um transpônder ou etiqueta de rádio frequência, que deverá conter o circuito e a informação a ser transmitida.  Estas etiquetas podem estar presentes em pessoas, animais, produtos, embalagens, entre outros.

Assim, a antena transmite a informação, emitindo o sinal do circuito integrado para transmitir suas informações para o leitor, que por sua vez converte as ondas de rádio do RFID para informações digitais. Agora, depois de convertidas, elas poderão ser lidas e compreendidas por um computador para então ter seus dados analisados.

2D Data Matrix

O código de barras Data Matrix é uma simbologia de código de barras 2D (bidimensional), que pode armazenar de 1 até cerca de 2.000 caracteres.Esses algoritmos permitem o reconhecimento de códigos de barras que estejam até 60% danificados.

Qual é sua importância?

Uma das principais razões pela qual a rastreabilidade tem se tornado algo fundamental nas indústrias é a exigência dos consumidores, que mantêm uma consciência ambiental e não querem comprar produtos ligados a crimes ambientais ou cultivados de forma irresponsável, como crueldade animal, toxidade, poluição, entre outros.

Além disso, a rastreabilidade permite que a própria indústria visualize seus processos de forma mais clara e entenda melhor o seu ciclo de produção, podendo encontrar gargalos na produção.

Quer entender mais sobre gargalos de produção? Recomendamos a leitura deste artigo exclusivo que elaboramos, basta clicar na imagem abaixo.Blog  A rastreabilidade como diferencial competitivo nas indústrias

A rastreabilidade enquanto diferencial competitivo

Não é nenhuma novidade que o mercado é um cenário de concorrência acirrada e que a constante busca por inovações que otimizem processos não é apenas importante, mas totalmente essencial.

As empresas que buscam se destacar – ou até mesmo se manter no mercado – precisam entender que os consumidores estão cada vez mais exigentes e preocupados com as origens e processos dos produtos. Portanto, caso você não adote a rastreabilidade você corre o risco de ficar para trás e seus consumidores escolherem outra organização que já utiliza desse sistema por, assim, ter mais confiança e segurança na decisão de compra do produto ou serviço.

Por exemplo, no segmento de Alimentos e Bebidas o acompanhamento das informações obtidas através dos sistemas de rastreabilidade podem eliminar ou prevenir riscos de saúde, a utilização de matérias primas produzidas em área de desmatamento e o emprego de mão de obra escrava. Certamente um grande passo em direção ao fornecimento de alimentos mais seguros, confiáveis, sustentáveis e éticos.

Neste contexto, a incorporação de ferramentas que gerem benefícios operacionais e estratégicos reserva grande atenção. Contudo, no que se refere à rastreabilidade de itens é válido mencionar que sistemas integrados de gestão proporcionam excelentes diferenciais competitivos às indústrias focadas em produtividade.

Então, neste caso o que um sistema integrado pode oferecer quanto a rastreabilidade é:

Redução de custos 

A otimização de despesas é uma prioridade na maioria das empresas modernas. Cortar custos sem, no entanto, interferir na qualidade da produção é um desafio contínuo.

A rastreabilidade de itens também contribui para que recursos sejam dispendidos com mais eficiência: ao compreender o funcionamento íntegro da cadeia produtiva, é possível encontrar e analisar eventuais gargalos, melhorando processos e maximizando os retornos.

Otimização de estoque

O estoque é sem dúvida uma preocupação nas indústrias. O capital investido na disponibilidade de matérias-primas costuma ser expressivo e, por isso, é necessário que haja sinergia no monitoramento dos insumos.

Além da garantia de acessar mercadorias de acordo com as demandas da operação, as rotinas de estoque também ganham bastante com a rastreabilidade: é possível identificar a qualidade dos materiais e, consequentemente, potencializar a efetividade da produção.

Ganho de eficiência produtiva

O controle de matérias-primas e produtos acabados ressaltam o compromisso com a assertividade da operação. Seja para testar a qualidade de uma mercadoria adquirida, seja para certificar a procedência de um item vendido, a rastreabilidade faz toda a diferença na rotina produtiva da indústria.

Dessa forma, não seria equivocado dizer que o monitoramento integrado de itens acelera o desenvolvimento de performances, garantido que resultados mais consistentes sejam alcançados .

Manutenção da conformidade

Por fim, é pertinente ressaltar que, em muitos segmentos, a rastreabilidade é obrigatória. Em indústrias de Alimentos e Bebidas, por exemplo, é essencial manter registros de origem para insumos e produtos acabados. No setor químico, por sua vez, principalmente no ramo farmacêutico, a obrigatoriedade também é válida.

Por isso, mais do que uma medida para ganhar mercado e manter a competitividade, o rastreio de mercadorias é uma exigência legal. Vale se certificar!

Rastreabilidade no Areco ERP

A tecnologia do Areco ERP é totalmente aderente às indústrias e, por isso, os processos de rastreabilidade foram incorporados ao sistema de modo íntegro e eficiente.

O módulo de Qualidade, por exemplo, assegura que os procedimentos da fábrica sejam definidos e parametrizados, viabilizando a replicação operacional de forma organizada e segura. Além disso, o controle de produtos via IQF (Índice de Qualidade do Fornecedor) também corrobora a preocupação com a qualidade dos insumos.

No que compete à rastreabilidade, o controle de lotes é endossado antes, durante e após a manufatura dos itens. Relatórios completos — que são facilmente configurados e gerados via Areco ERP — garantem o monitoramento das mercadorias que entram (compradas pela empresa) e que saem (produtos acabados, já vendidos), promovendo e fortalecendo análises que assegurem a conformidade do estoque.

Não seria equivocado dizer, portanto, que o Areco ERP se posiciona como um instrumento capaz de potencializar as rotinas de rastreabilidade, alavancando a segurança e a eficácia dos procedimentos na fábrica. Além disso, a integração de áreas e processos uniformiza as rotinas e suprime a incidência de erros, tornando a indústria cada vez mais enxuta, rentável e competitiva.

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As 3 estratégias essenciais para controlar perdas na indústria de Alimentos e Bebidas

As 3 estratégias essenciais para controlar perdas na indústria de Alimentos e Bebidas

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Qualquer operação, por menos complexa que seja, está sujeita a desperdícios não planejados. Na indústria de Alimentos e Bebidas, na qual a qualidade é essencial e determinante para a saúde dos negócios, é natural que o controle de perdas seja uma prioridade na otimização de processos.

De forma a garantir uma operação alinhada, enxuta e confiável, mantendo os padrões da linha elevados, é fundamental que os gestores invistam em iniciativas consistentes para gerir, acompanhar e analisar as métricas da produção, assegurando resultados positivos e perenes.

 

Por que é importante controlar as perdas na indústria de Alimentos e Bebidas?

A produtividade é uma questão urgente em todos os segmentos industriais — e não é diferente no setor de Alimentos e Bebidas. Para manter a competitividade e fortalecer as operações do negócio, é imprescindível que os líderes da área zelem pelo alinhamento e pela qualidade dos processos fabris.

Se, no geral, os players industriais já devem atenção às perdas da produção, a preocupação com equívocos na linha tende a ser ainda maior no segmento alimentício. Não seria para menos: mais do que inegociável, a qualidade dos produtos derivados dela é uma questão de saúde e envolve uma série de aspectos que extrapolam a fábrica. Por isso, quaisquer desvios devem ser sumariamente evitados.

No contexto da indústria, desvio significa perda — e essa sequência comprometedora é capaz de causar arrepios nas lideranças corporativas com foco em resultados. Alterações no padrão produtivo podem inviabilizar entregas e, claro, gerar prejuízos volumosos aos caixas (e aos contratos) da empresa.

Para prevenir problemas, cabe otimizar a fábrica e assegurar a conformidade das atividades produtivas. Para isso, o gestor deve lançar mão de estratégias coesas e com alto impacto e resoluto potencial transformador. O controle de perdas deve ser, portanto, uma prioridade dos líderes que respiram produtividade na indústria de Alimentos e Bebidas.

 

Quais são as principais estratégias para controlar perdas?

De modo a prevenir cenários negativos, nos quais perdas e desperdícios são corriqueiros na linha de produção, é importante dispor de projetos e de ferramentas eficientes para dominar a fábrica, garantindo o desempenho de excelência. Confira algumas das principais estratégias para maximizar os resultados da indústria!

 

1. Monitoramento contínuo de estoque

A disponibilidade de insumos é condição essencial para que a operação fabril possa ser executada de forma orgânica e eficiente. Assim, antes mesmo de pensar em produtividade na linha, é preciso reservar especial atenção a processos de compra e armazenagem de matéria-prima.

Para assegurar a suficiência de recursos sem, no entanto, exagerar na armazenagem — imobilizando capital que, se líquido, poderia ser investido em áreas mais estratégicas — é necessário planejar a operação das linhas e mobilizar equipes para que se atenham às demandas da fábrica.

Além disso, o acompanhamento de relatórios atualizados, extraídos periodicamente, é fundamental para que os gestores estejam à frente de seus resultados e possam agir da melhor forma possível frente a suas pendências.

 

2. Padronização das etapas produtivas

A indústria de Alimentos e Bebidas é marcada pela complexidade de sua produção. Como já foi mencionado, a qualidade é um fator crucial e qualquer desvio pode causar transtornos e prejuízos — e, a depender da gravidade da situação, também sanções impeditivas.

Para garantir a conformidade da linha e a excelência dos produtos engendrados, os líderes se voltam à padronização da fábrica, determinando as etapas e detalhando inputs e outputs de cada fase da operação.

Ao conceder aos colaboradores o acesso fácil ao esqueleto de montagem (das quantidades à finalização, semelhante a uma receita completa de bolo), a empresa se certifica de disseminar as melhores práticas e tem condições de requerer retornos mais efetivos e condizentes ao planejamento.

 

3. Acompanhamento analítico de indicadores

As métricas da fábrica devem ser levadas a sérios; afinal, os números indicam a densidade da operação e esclarecem eventuais gargalos produtivos, motivando ações focadas em corrigi-los.

Para os gestores mais engajados, os indicadores de performance (também chamados de KPIs) despontam como mecanismos preciosos: a capacidade de analisar, com base em números críveis e transparentes, o desempenho produtivo frente à capacidade da fábrica é, sem dúvida, um diferencial robusto  na administração mais enxuta e lucrativa.

A partir de relatórios, balanços e análises históricas, é possível cruzar dados e tecer panoramas realistas, entendendo em profundidade quais aspectos podem influenciar (positiva e negativamente) na execução dos processos fabris. Ao dominar o conhecimento estratégico de suas operações, os líderes detêm o poder de aprimorá-las, galgando passos importantes rumo à otimização e à produtividade.

 

O ERP como ferramenta para minimizar perdas na indústria de Alimentos e Bebidas

Os sistemas integrados de gestão possibilitam e endossam uma produção mais eficaz e rentável. Ao centralizar informações, acelerar processos e minimizar o retrabalho, o ERP garante mais poder e mais resultados às empresas contemporâneas.

O Areco ERP é uma ferramenta completa e totalmente aderente às demandas das indústrias de Alimentos e Bebidas. Dentre os benefícios do software ao segmento, destacam-se:

  • o controle de engenharia reversa (quando um insumo resulta em vários produtos e subprodutos);
  • o acesso a informações de produção, viabilizando a formação de custos;
  • formatação de tabelas nutricionais, atendendo às exigências legais para o segmento;
  • emissão e consulta de laudos técnicos sob medida, de acordo com especificações personalizadas.
  • práticas de Qualidade Total (ISO), com domínio de lotes e rastreabilidade de matérias-primas e produtos acabados.

A mensagem final, portanto, é clara: para reduzir perdas, impulsionar retornos e ganhar competitividade, as indústrias de Alimentos e Bebidas precisam investir em seus processos. E, neste aspecto, as que investirem em tecnologia de ponta — um ERP completo e atualizado, por exemplo — estarão à frente do mercado.

Quer saber como podemos ajudá-lo a melhorar a lucratividade da fábrica?

(19) 3849-4355
contato@areco.com.br

Quais são e como corrigir os principais problemas de gestão da empresa?

Quais são e como corrigir os principais problemas de gestão da empresa?

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As atividades gerenciais são desafiadoras e exigem que a liderança esteja alinhada às demandas do negócio e preparada para corresponder às expectativas do mercado. Quando a realidade se distancia dessa máxima, os problemas de gestão podem começam a acontecer.

O ideal, é claro, seria evitar qualquer transtorno administrativo e estratégico. Entretanto, em casos em que não é possível atalhar os empecilhos, o mais inteligente é identificar o(s) gargalo(s) e agir prontamente para corrigi-lo(s) em definitivo.

Os principais problemas de gestão no cotidiano empresarial

Qualquer empresa que se pretenda competitiva precisa se preocupar com a qualidade e com a efetividade de sua gestão. É fato que o cotidiano operacional está sujeito a falhas e que pode haver sensibilidades nos processos produtivos, mas é preciso monitorar os riscos e acompanhar performances para evitar desgastes desnecessários.

Os problemas de gestão podem estar ligados a uma série de fatores, departamentos ou procedimentos. E mais: nem sempre aquilo que foi identificado como possível causa é, de fato, o gargalo que está ocasionando perdas e prejuízos.

Por isso, é preciso que o líder estabeleça parâmetros e rotinas que confiram segurança às atividades estratégicas. Afinal, somente ao priorizar uma administração transparente é que se torna possível evitar (ou atenuar) os riscos gerenciais e tomar decisões com mais assertividade.

Fique, portanto, atento aos sinais de que algo pode estar equivocado em seus processos ou em sua equipe. Conheça alguns dos principais problemas de gestão e certifique-se de ser ágil na identificação deles.

1. Controle de estoque deficiente

O estoque é, geralmente, uma das operações mais sensíveis às organizações. Dentre os gestores, costumava haver uma crença perigosa: a de que a área era “responsável” por congelar parte do capital da empresa, gerando mais custos do que retornos.

Atualmente, porém, o cenário mudou completamente e os líderes estão conscientes da importância de priorizar a excelência na gestão de estoques. E nada mais justo! Afinal, garantir o suprimento necessário à produção — sem incorrer em custos desnecessários de armazenamento ou em desperdício de insumos — é primordial para viabilizar o desenvolvimento orgânico do negócio.

 2. Atrasos na produção

A linha de produção é uma etapa bastante crítica da operação, uma vez que sua eficiência (ou ineficiência) gera resultados impactam diretamente na performance global da empresa, positiva ou negativamente.

Os atrasos na produção estão comumente associados à falta de planejamento e a falhas no gerenciamento de processos. É preciso, portanto, manter-se alerta quanto aos eventuais desajustes nos prazos: são sinais que indicam morosidade nos processos, falta de padronização ou ausência de recursos capazes de maximizar a eficácia da planta.

3. Dificuldade no fechamento de novos negócios

A atividade comercial é dinâmica e altamente desafiadora — principalmente em um mercado tão competitivo quanto o contemporâneo. Se o volume de vendas da empresa está aquém do esperado, é preciso entender qual gargalo está impedindo o êxito nos fechamentos.

É plausível, por exemplo, que o time esteja enfrentando dificuldades para manter o relacionamento com o prospect. Outra possibilidade é que a sazonalidade esteja impactando nos resultados. Diante disso, o papel do gestor é identificar o problema e agir de forma a evita-lo.

Como corrigir os problemas de gestão na sua empresa

Identificar as dificuldades da operação é o primeiro passo para tratá-las. Certifique-se de chegar à raiz do problema para só então buscar uma solução definitiva. Qualquer outro movimento será paliativo e certamente não trará os resultados desejados.

É preciso entender quais gargalos vêm originando (e endossando) as deficiências e repará-los imediatamente. No caso dos estoques, por exemplo, a adoção de metodologias de ressuprimento automático podem sanar transtornos relacionados à falta ou ao excesso de matéria-prima.

Para potencializar a agilidade da produção, é conveniente reforçar o planejamento do PCP e apostar em uma boa engenharia de produtos. No que compete ao time comercial, por fim, é válido considerar a adoção de um CRM para gerenciar o andamento dos contatos e facilitar a extração de relatórios detalhados de performance.

Na prática, há um recurso capaz de auxiliar grandemente na expressiva maioria dos desafios gerenciais das empresas: a tecnologia integrada de gestão. Ao centralizar informações e assegurar a credibilidade dos dados, o ERP desponta como a ferramenta ideal para maximizar a administração de processos e pessoas, permitindo análises contundentes, profundas e em tempo real.

Para o líder, significa mais segurança na tomada de decisão e mais autonomia para combater os problemas de gestão. Para a empresa, significa mais potencial de desenvolvimento.

 

Para saber como podemos ajudá-lo a conquistar resultados cada vez mais expressivos, não deixe de falar com um consultor!

 

 

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Gestão financeira: principais erros para você evitar

Gestão financeira: principais erros para você evitar

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A gestão financeira é um dos pilares de qualquer organização. Os procedimentos de controle reúnem ações e métodos administrativos que contemplam desde o planejamento financeiro até a análise aprofundada das atividades da área, objetivando conduzir à melhoria contínua de processos e operações.

Portanto, considerando a relevância das atividades inerentes à gestão financeira, é importante assegurar o estabelecimento de padrões e o atento acompanhamento do desempenho empresarial no que se refere a seus resultados monetários.

Alguns erros, embora altamente nocivos, continuam sendo cometidos com recorrência nas organizações brasileiras. Isso pode ocorrer pela falta de conhecimento sobre a sua empresa e a gestão inadequada!

Mas, antes de irmos direto ao ponto, precisamos primeiro saber:

O que é a gestão financeira?

Você sabe como andam as finanças da sua empresa? Onde você investe mais, onde você investe menos. Sabe realmente no que deve investir? Tem uma previsibilidade de ganho, lucro e gastos? Sabe como otimizar as finanças para obter mais lucro? Essas respostas só serão esclarecidas se você possuir uma boa gestão financeira.

Então entendemos que, a gestão financeira consiste em todo o pensamento estratégico, as avaliações, as análises e as decisões relacionadas à otimização, manutenção e administração de recursos. Resumindo, a gestão financeira é o conjunto de medidas e procedimentos que visam potencializar e otimizar as finanças e os ganhos de sua empresa.

Essas ações são vitais para que uma organização obtenha bons resultados, pois permite estabelecer metas, estipular prazos e analisar se os resultados estão de acordo com o que estava planejado pela organização.

A gestão financeira também é baseada em algumas funções principais, tais como:

  • Planejamento financeiro: identificar problemas e desafios futuros e deixar claro a necessidade de crescimento da empresa;
  • Administração de ativos: estruturar os termos de risco e retorno dos ativos, de acompanhar defasagens entre entradas e saídas e fazer uma boa gestão de investimentos;
  • Administração de passivos: gerenciar a estrutura de capital de organização e garantir a estrutura de capital mais eficaz com relação a liquidez, risco financeiro e redução de custos.

Mas não se confunda, a gestão financeira é diferente do controle financeiro!

Controle financeiro x Gestão financeira

O controle financeiro funciona como um utensílio para garantir a qualidade da gestão financeira, fazendo assim um bom proveito dos controles para otimização dos processos, direcionar estratégias e garantir a visão de curto, médio e longo prazo. Deste modo, concluímos que o controle financeiro fornece um sistema de informações adequado para alimentar o fluxo de caixa, desde registros do presente quanto de planejamento futuros.

Em resumo, um bom controle financeiro é indispensável para ter uma boa gestão financeira. Os dois estando estritamente ligados, funcionando e atuando de forma correta na sua empresa, só trarão benefícios.

A gestão financeira representa o conjunto de ações, procedimentos e processos que dão auxílio e diretrizes à administração e ao controle financeiro das empresas. Pensar no futuro financeiro de uma empresa por meio da gestão é fundamental.

Nenhum gestor ou empreendedor quer apenas viver com as contas sempre no limite, certo? Por isso, a chave é uma boa gestão financeira atrelada a um rígido controle financeiro, assim o aumento do lucro se torna tangível. E claro, evita erros!


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Agora já entendemos o que é gestão financeira e a sua diferença do controle financeiro. Desta forma, vamos ao ponto:

Principais erros na gestão financeira

Se a sua empresa visa manter a alta performance deve ficar longe dos erros na gestão financeira. Este erros além de prejudicarem os negócios, prejudicam também a produtividade da sua empresa.

Veja a seguir:

Não controlar corretamente o Fluxo de Caixa

O controle do fluxo de caixa se trata de uma rotina que você deve adotar que consiste em registrar todas as movimentações financeiras realizadas pela sua empresa diariamente, como entradas e saídas. Então, funciona mais como uma ferramenta de controle do caixa no dia a dia da empresa, onde você consegue ver rapidamente a situação atual financeira.

Com ela sendo controlada da forma correta você trabalha com a previsibilidade, conseguindo obter dados estratégicos. Como, por exemplo, clientes que mantêm um bom histórico de pagamento ou fornecedores que recebem um volume significativo de dinheiro da sua empresa.

Essa ferramenta é essencial para o acompanhamento eficiente da rotina financeira. Auxiliando o processo de tomada de decisão e o planejamento de investimentos.


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Formatar preços de venda sem consultar a base de custos e as margens de contribuição

Ao precificar um produto, é necessário avaliar quais são os custos envolvidos na produção e qual é o ganho bruto sobre as vendas – ou seja, o que sobra à empresa após a cobertura de custos de produção e impostos referentes à comercialização do item. Os cálculos são necessários para que sejam praticados preços condizentes com as despesas da empresa, valorizando seus lucros.

Deixar de medir consistentemente a performance da empresa

O desempenho das organizações é direta e constantemente medido pelos resultados financeiros. Então,  a rotina de efetivar análises aprofundadas e completas que possam assegurar a saúde monetária da empresa é essencial, conferindo segurança ao negócio e suporte às decisões estratégicas que impulsionarão a empresa.

Para muitos, a preocupação está focada em apenas manter registradas todas as informações do que entra e sai do caixa. Contudo, se os dados não forem analisados assiduamente, fica praticamente impossível saber se a empresa está indo na direção correta.

É preciso levar em consideração custos, despesas, investimentos, vendas e impostos para apurar corretamente se a empresa está ou não alcançando os resultados almejados.

Misturar as contas pessoais e empresariais

Esse é um dos maiores erros que as empresas cometem e que geralmente afetam muito o desempenho e otimização financeira. Por vezes, o próprio dono do negócio é quem controla as finanças da empresa e, por isso, torna-se o gestor.

Quando tiramos dinheiro do caixa para pagar dívidas pessoais prejudicamos o capital de giro. Então, caso a empresa precise de dinheiro no futuro para suprir as necessidades reais dela, terá que recorrer a empréstimos, o que não seria o ideal. A empresa tem que ter condições de pagar as próprias dívidas.

Então, separe todas as suas contas pessoais das contas da empresa, isso também irá ajudar no momento da declaração de Imposto de Renda, uma vez que é muito mais fácil o resultado separado de indivíduos e empresas. Assim, faz com que o fluxo de caixa fique menos complexo.

Não considerar o capital de giro

É claro que para uma empresa crescer é preciso investir e, por isso, é fundamental contar com capital de giro. Ou seja, conforme a empresa cresce, as despesas também acabam crescendo, o que demanda uma gestão financeira eficiente para administrar seus custos fixos e variáveis e demais investimentos necessários para manter o crescimento do negócio.

Caso a empresa não tenha capital suficiente para manter em funcionamento as atividades básicas de operação, poderá comprometer seriamente seu funcionamento e a qualidade dos produtos e serviços que oferece.

Não controlar e analisar seu estoque

Lembre-se, se seu estoque está parado, você não está vendendo, então está perdendo dinheiro! Contudo, um estoque não pode ter muitos itens parados e, tampouco, itens em falta.

O importante é manter um equilíbrio, com produtos suficientes para suprir a demanda. Então, é extremamente importante saber a a quantidade exata dos itens de cada categoria que compõe o estoque, registrando corretamente as saídas e comparando-as com o registro de vendas.

Logo, faça um assíduo controle de estoque e entenda o seu cliente e suas necessidades, não faça compras desnecessárias e sem previsibilidade de venda, faça o controle com coerência e eficácia.

Falta de investimento em um software de gestão financeira

Investir em um sistema de gestão financeira é essencial para ter controle sobre todas as movimentações e operações da empresa. Assim, ele oferecerá informações precisas sobre fluxo de caixa, relatórios de vendas, folha de pagamento, estoque, contas a pagar e a receber, entre tantas outras funcionalidades indispensáveis.

Além disso, um sistema de gestão financeira pode ser integrado a todos os departamentos da empresa, centralizando as informações e possibilitando que todos os dados sejam acessados de qualquer lugar e a qualquer hora, bastando apenas poucos cliques.

O Areco ERP e a gestão financeira

O Areco ERP é uma solução de gestão que automatiza processos, elimina retrabalho e minimiza as chances de erro nas atividades cotidianas. Ao integrar departamentos e fornecer indicativos de desempenho geral e individualizado, o sistema confere transparência, efetividade e segurança na rotina operacional.

O Areco ERP é multi-moedas, multi-empresas e multi-idiomas, reunindo uma gama ampla de relatórios, telas gerenciais, suporte à auditoria em todas as telas e direitos de acesso para cada perfil de usuário. As ferramentas de Dashboards e Business Inteligence facilitam a visualização de indicadores importantes ao gerenciamento, sendo configuráveis de acordo com as necessidades da empresa.

Entre em contato com um de nossos consultores e saiba mais!

Indústrias de Alimentos e Bebidas: principais desafios

Indústrias de Alimentos e Bebidas: principais desafios

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As indústrias de alimentos e bebidas, de acordo com a ABIA, apresentaram um faturamento de R$ 699,9 bilhões em 2019, somadas exportações e vendas do mercado interno. O número é 6,7% maior que o registrado em 2018, quando o setor faturou R$ 656 bilhões

Assim como em outros segmentos industriais, o setor de Alimentos e Bebidas está sujeito a exigências específicas e segue tendências particulares, que podem determinar o sucesso ou o fracasso do negócio.

Fatores importantes sobre as Indústrias de Alimentos e Bebidas

Faturamento

Como dito anteriormente, o faturamento combinado das indústrias de alimentos e bebidas representa 9,6% do total do PIB, com receita de R$656 bilhões. Eles também são responsáveis por 22% da indústria de transformação.

Crescimento

Mesmo com a desaceleração econômica, a indústria de alimentos e bebidas mantém crescimento. Assim, registrando alta de 2,08% no faturamento em 2018.

Agronegócio

A indústria de alimentos tem uma fatia de 58% de toda a produção agropecuária brasileira. Assim, a participação das aquisições de matérias-primas pela indústria de alimentos se mantém nos mesmos níveis, sendo Proteínas Animais 100%, seguido da Cadeia de Trigo e Cadeia do Arroz, com 95%.

Mercado interno

O consumo no mercado interno absorve cerca de 80% das vendas da indústria. Além disso, houve crescimento de 4.3%, somando-se as vendas no varejo e no segmento de alimentação fora do lar.

Mercado externo

O Brasil é o segundo maior exportador de alimentos industrializados do mundo e exportou para mais de 180 países.  Assim, representando 19,3% do volume total de vendas. A China é o principal importador do Brasil, registrando um aumento anual de 37,6%.

Principais desafios nas Indústrias de Alimentos e Bebidas

Controle de estoque e armazenagem

Uma das características que mais diferencia o segmento de Alimentos e Bebidas dos demais ramos industriais é a condição de sua matéria-prima e de seu produto acabado. Como se trata de artigos perecíveis, é essencial que as rotinas de armazenagem obedeçam a critérios inteligentes e integrados, evitando erros que possam gerar prejuízos.

Sendo assim, a produção inflada sem escoamento e falta de controle na validade dos lotes, são desvios graves que podem ser facilmente corrigidos a partir da integração das áreas do negócio.

Alguns erros podem comprometer seriamente as operações, impactando não apenas a área específica, mas também o desempenho geral da empresa.

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Controle de qualidade

A gestão de qualidade é determinante na operação das indústrias de Alimentos e Bebidas. Contudo, os processos, uma vez definidos e parametrizados, devem ser rigorosamente seguidos a cada lote produzido. Desta forma, a gestão de qualidade inclui o controle de produtos adquiridos (como o IQF, que qualifica os fornecedores) e acabados, relatórios de não-conformidade e práticas ISO, como domínio de lotes e rastreabilidade de itens.

Atendimento às normas específicas

A legislação que regulamenta a atividade das indústrias  de Alimentos e Bebidas é bastante rígida, uma vez que certifica a liberação de consumo para determinado produto. Sendo assim, para garantir conformidade às regras legais, é necessário incorporar rotinas de emissão de laudos técnicos (catalogando-os nos padrões esperados) e de impressão de etiquetas nutricionais, detalhando as especificações do produto e listando seus componentes. A credibilidade dos dados obtidos durante o processo é indispensável.

Diante dos desafios pertinentes ao setor, é válido enfatizar que a implantação de um sistema ERP desponta como ferramenta fundamental à gestão equilibrada do negócio, uma vez que o software centraliza todas as informações da empresa e integra as áreas de forma a fornecer um panorama completo da situação operacional da organização.


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Inovação de produtos

Hoje em dia os consumidores estão cada vez mais exigentes, em busca de alimentos práticos, saudáveis e que agregam valor. A valorização das experiências do consumidor, não somente nesse segmento, mas com produtos e serviços em geral cria a necessidade de inovar para permanecerem relevantes e atraentes.  Agregar à essa variedade de produtos, sabores e tamanhos de embalagens aumenta a complexidade na previsão, gestão de estoque e programação da produção nas indústrias.

Em uma pesquisa feita pelo Brasil Food Trends 2020, constatou-se que os consumidores valorizam as seguintes características nos produtos:

  • Produtos benéficos ao desempenho físico e mental, saúde cardiovascular e saúde gastrointestinal;
  • Para dietas específicas/restritivas/alergias alimentares;
  • Com aditivos e ingredientes naturais;
  • Funcionais (com valor nutritivo agregado);
  • Isentos ou teor reduzido de sal, açúcar e gorduras (better-for-you);
  • Fortificados;
  • Diet/light;
  • Orgânicos;
  • Energéticos;
  • Para esportistas;
  • Minimamente processados;
  • Vegetais (frutas, legumes, verduras, hortaliças, flores e plantas medicinais);
  • Com propriedades cosméticas;
  • Com selos de qualidade de sociedades médicas.

Essas especificidades já servem como um norte para começar a repensar nos seus produtos e serviços. Eles são realmente atraentes para os consumidores? Estão se adequando as necessidades dos mesmos? Separamos também para você 5 tendências para as indústrias de Alimentos em Bebidas no ano de 2020 que ajudarão a ter uma perspectiva mais clara para as inovações.

Veja a seguir:

1. Sensorialidade e prazer

A tendência de sensorialidade e prazer é amplamente valorizada nos estudos, principalmente quando se trata de alimentos e bebidas. Aqui, o que importa são as sensações que as comidas podem trazer para os consumidores. Além disso, o sabor também é outro fator decisivo, afinal, a preferência vai ser sempre do alimento mais gostoso.

2. Saudabilidade e bem-estar

As tendências de saudabilidade e bem-estar valorizam a qualidade de vida que um alimento pode trazer para os consumidores. É possível analisar a preferência do público na hora de escolher entre uma refeição barata e que pode prejudicar a saúde ou algo mais caro, porém, saudável.

3. Conveniência e praticidade

A conveniência e praticidade é uma tendência que visa providenciar mais comodidade e conforto, principalmente para as pessoas com uma rotina mais acelerada. Acontece que muitas pessoas não têm tempo para cozinhar, por isso, levar esse aspecto em consideração na hora de providenciar um alimento pode ser crucial para conquistar a fidelidade desse grupo.

4. Confiabilidade e qualidade

A confiabilidade e qualidade é uma tendência que ajuda a orientar ou determinar as escolhas e a fidelização do público. Para reforçar a importância desse grupo, é válido ressaltar que as pessoas costumam pagar mais por produtos e serviços nos quais eles detectam maior qualidade ou nas marcas em que eles têm mais confiança.

5. Sustentabilidade e ética

As tendências do grupo de sustentabilidade e ética valorizam as indústrias que têm preocupações ambientais e que deixa essa característica clara para o seu público-alvo. Os consumidores terão sempre preferência a alimentos industrializados quando eles sabem que o fabricante protege o meio ambiente ou tem projetos sociais.

Excelência de serviço

Alguns ingredientes estão disponíveis apenas em determinados períodos do ano. Portanto, isso também acaba se tornando um desafio e precisa ser planejado.

Então, para ter uma gestão eficiente é necessário planejar compras de matérias-primas e embalagens antecipadas, controlar a previsão da produção, planejar e executar, com a habilidade de capturar, visualizar e analisar todas as informações de forma integrada. Então, para conseguir fazer isso o ideal seria utilizar um sistema de gestão integrada, como o sistema ERP.

O ERP é um sistema de informação que interliga todos os dados e processos de uma organização em um único sistema, gerenciando por completo a sua empresa, a partir da união de vários módulos que controlam os departamentos. Pesquisas apontam que o uso desta ferramenta aumenta em até 35% o crescimento da empresa.

Portanto, na utilização de um Sistema ERP, conseguimos obter vários benefícios, tais como:

  • Redução de custos;
  • Otimização da produtividade;
  • Redução do prazo de entrega de produtos e serviços;
  • Eficiência nos processos de suprimentos;
  • Melhoria da gestão tributária;
  • Segurança da informação;
  • Melhoria na competitividade;
  • Eliminação de retrabalho.

“A maior dificuldade que nós tínhamos era a comunicação entre as áreas. O sistema, quando não está integrado por completo, impossibilita a comunicação entre os setores. Isso faz com que haja sempre muitos gargalos e ocasiona grandes problemas durante o processo” – Diogo Felipe de Souza, Coordenador de Controladoria da Temperart.

Quer saber mais sobre o ERP e como ele pode agregar a sua indústria? Então, conte com a  Areco para isso! Entre em contato com um de nossos consultores e agende uma consultoria gratuita.