Mentiras que já te contaram sobre ERP

Mentiras que já te contaram sobre ERP

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Os sistemas integrados de gestão não são um bicho de sete cabeças. Algumas conclusões precipitadas podem ter impedido você (e o seu negócio) de crescer e acompanhar a evolução tecnológica. Acertamos? No esforço para corrigir esse mal-entendido — que é bastante prejudicial ao desenvolvimento da sua empresa — aproveitamos o Dia da Mentira para desmistificar as mentiras que já te contaram sobre ERP, um dos maiores aliados dos gestores eficientes.

Confira!

 

1. O ERP é caro e apenas grandes empresas podem ter

Foi-se o tempo em que a tecnologia de gestão era um privilégio das empresas de grande porte. Com a expansão dos mercados e da concorrência, companhias em desenvolvimento notaram a necessidade de otimizar processos e recursos — e concluíram que o caminho mais coerente para isso era investir em sistemas integrados.

Hoje, a realidade das micro, pequenas e médias empresas é bem diferente. Se, por um lado, é preciso tracionar operações e ganhar competitividade; por outro, é possível contar com ferramentas eficientes de gestão sem, no entanto, comprometer o fluxo de caixa.

O investimento é necessário, mas o déficit financeiro não deve ser uma opção. Ao optar por uma solução aderente ao seu negócio, você deve priorizar funcionalidades essenciais e considerar uma implantação modular, evoluindo a integração de forma transparente e gradual sem que as contas tirem o seu sono – afinal, essa é uma das mentiras que já te contaram sobre ERP.

Assim, a equação fica mais simples e o resultado, no fim das contas, é muito positivo. Acredite: essa iniciativa faz toda a diferença na escalada das companhias contemporâneas e pode determinar o sucesso da sua operação no curto, médio e longo prazo.

 

2. A implantação é sempre lenta e desgastante

Escolher o ERP ideal para a sua empresa é um alívio. Bater o martelo significa avançar a uma nova fase: a da implantação da tecnologia. A gente garante que não há motivo para pânico!

Se você optou por um fornecedor estruturado e por uma solução robusta, pode ficar despreocupado: você certamente poderá contar com metodologia validada, suporte técnico experiente e orientações precisas para viabilizar uma implantação rápida e indolor.

A melhor forma de assegurar o aprendizado ágil e orgânico, preparando o time para explorar o máximo potencial da tecnologia, é definir responsáveis em cada área — Financeiro, RH e Produção, por exemplo — e estimulá-los a documentar, replicar e reter o conhecimento acerca das funcionalidades do ERP.

Pode confiar: essas medidas minimizam impactos negativos e desmistificam a falácia de que a implantação é sempre lenta e desgastante. Pelo contrário, viu? A dica é começar a encarar o período de implantação como uma fase essencial de transição e, em vez de questionar a efetividade da solução, vale vislumbrar os impactos altamente positivos da sua nova tecnologia de gestão.

 

3. É difícil adaptar as rotinas da equipe ao ERP

 É bem fácil desacreditar essa afirmação — e, para demonstrar, basta recorrer a um cenário bem corriqueiro nas indústrias. Imagine, por exemplo, a necessidade gerencial de registrar os apontamentos de produção no chão da fábrica.

Quando feitos manualmente, os registros exigem tempo e atenção, dois recursos que costumam ser bastante escassos na rotina da produção. Justamente por isso, as informações coletadas estão sujeitas a erros manuais e podem não representar com exatidão a realidade da fábrica — seja no consumo de matéria-prima, seja na demanda de cada etapa — comprometendo as análises mais estratégicas.

Com que facilidade, então, o time do PCP se adaptaria à captura do código de barras para viabilizar os apontamentos da produção? Em vez de exigir pausas recorrentes, a tecnologia faria o trabalho de coletar dados e, automaticamente, remetê-los a um sistema totalmente integrado.

O correto seria dizer que o ERP é de muito fácil adaptação, na medida em que proporciona mais agilidade, transparência e eficiência a todos os departamentos da companhia — do RH ao Comercial.

 


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4. O ERP é engessado e pouco flexível

 Muito embora haja uma sistematização clássica, que atende às necessidades mais básicas da gestão empresarial, as customizações são totalmente possíveis e podem ser facilmente implementadas quando a operação exige diferenciação. Precisa de um campo extra no cadastro de fornecedores? Converse com seu parceiro, entenda as dependências do software e negocie a personalização das telas mais importantes.

Enquanto tecnologia integrada, é natural que o fluxo do ERP siga alguns padrões de operação, né? Mas lembre-se: integrado é diferente de engessado!

Pense só: se uma determinada empresa interliga a Produção, o Comercial e o Compras, por exemplo, é fundamental que as matérias-primas estejam devidamente descritas e que a Engenharia de Produção sinalize as quantidades envolvidas em cada item. Assim, sempre que os níveis de estoque estiverem baixos — e o número de pedidos feitos demonstrar déficit de insumos —, a funcionalidade de ressuprimento automático pode entrar em ação e liberar Ordem de Compra de modo automático.

Ou seja: 0% engessado, 100% aderente à rotina das empresas focadas em otimização de recursos e em alta performance – concluindo que com certeza essa é uma das mentiras que já te contaram sobre ERP.

 

5. As atualizações são custosas e inviáveis

Para que essa observação seja uma mentira, é importante que você escolha seus parceiros a dedo. Alguns fornecedores de software podem cobrar por atualizações essenciais, tais como aquelas que correspondam às exigências fiscais homologadas pelo Governo, mas essa não é a regra do mercado — e tudo depende da sua opção.

Em 2018, por exemplo, o eSocial foi aprovado e exigiu que a tecnologia de gestão se adequasse às normativas de controle. Todas as empresas passaram por um período de adaptação e tiveram que contar com a eficiência de seus fornecedores. Clientes da Areco Sistemas Empresariais, por exemplo, não precisaram desembolsar sequer R$ 1 para dispor da atualização!

Neste caso, a afirmação de que atualizações são custosas e inviáveis cai por terra, né? Melhorias que envolvem a operação legal — financeira, fiscal e tributária, de forma geral —, interferindo no cumprimento de leis, pode ser entregue sem custo adicional. Para isso, vale a dica: escolha seu ERP com consciência e segurança.

 

A essa altura, você provavelmente já está convencido de que algumas coisas que ouviu sobre ERP são, no fundo, apenas compreensões equivocadas. Certifique-se de não cair mais nessas mentiras que já te contaram sobre ERP, hein?

Se precisar de ajuda para desmistificar a tecnologia de gestão, identificando as principais necessidades da sua empresa, conte com a gente! Nossa equipe de especialistas está pronta para tirar todas as suas dúvidas!

(19) 3849-4355
contato@areco.com.br

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Como escolher o melhor ERP?

Como escolher o melhor ERP?

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Antes de mais nada, vale lembrar que, quando se trata de escolher a tecnologia que organizará os processos da sua empresa, tornando-a cada vez mais enxuta e produtiva, o que vale não é somente o melhor ERP, mas o ERP mais aderente à sua operação.

Para garantir a assertividade da escolha, incorporando o software mais robusto e adequado ao negócio, a dica é simples: mergulhe nas funcionalidades e expanda as bases de comparação. Uma análise detalhada e criteriosa faz toda a diferença no resultado final — e pode determinar a performance da empresa no curto, médio e longo prazo.

Caso você ainda se sinta inseguro com as variáveis tecnológicas, encontrando dificuldades para entender as demandas dos processos que a equipe expõe, respire fundo e continue lendo. Você tem em mãos um guia prático e transparente para desvendar os mistérios do ERP e, assim, chegar à solução ideal para as necessidades da sua operação.

Neste conteúdo, você conhecerá os principais critérios de análise para sistemas integrados, respeitando as particularidades da companhia, e saberá quais são as dicas mais valiosas para não errar na decisão.

 

Por que se preocupar com o ERP?

Se você não esteve em Marte nos últimos 30 anos, provavelmente sabe que a tecnologia de gestão está revolucionando o mundo dos negócios.

 

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Não se trata apenas de comprar com condições mais atrativas, e de vender com margens mais seguras. Estamos, na prática, falando de otimização de ponta a ponta — aquela que contempla desde a engenharia de produto na fábrica até a economia fiscal por meio de um planejamento tributário mais consistente.

E se apenas uma ferramenta pudesse dar conta de toda essa complexidade, integrando dados das mais diversas áreas e consolidando-os em análises aprofundadas e até específicas? Isso existe e está ao alcance de qualquer empresa, independentemente do porte ou do segmento em que atue. Muito prazer, agora você conhece um pouco mais sobre o ERP.

O Enterprise Resource Management (ERP), ou Sistema Integrado de Gestão Empresarial é um importante catalisador de resultados. A tecnologia é um parceiro excepcional dos líderes corporativos: primeiro, porque centraliza todas as informações da empresa; depois, porque simplifica as operações cotidianas para que haja mais tempo para desenvolver uma estratégia verdadeiramente competitiva.

Agora, pense e diga: esses motivos parecem suficientes para confirmar a necessidade de se preocupar com a efetividade do ERP ideal para a sua organização?

Caso a resposta ainda seja negativa (ou você tenha hesitado em responder que sim), talvez valha a pena explorar mais alguns fatores essenciais. O ERP, enquanto recurso indispensável à alta performance, é perfeito para alavancar todos os departamentos da companhia. A tecnologia é valiosa para, por exemplo:

 

  • maximizar a produtividade na fábrica, garantindo que os projetos estejam padronizados e possam ser facilmente executados;

 

  • otimizar a compra de matérias-primas e produtos acabados, uma vez que há total integração entre o Comercial e o Compras, viabilizando negociações mais coerentes enquanto agiliza a rotatividade do estoque de acordo com padrões predefinidos (tais como FIFO e FEFO);

 

  • acelerar a coerência e a lisura fiscal, contribuindo diretamente para o planejamento tributário e para o recolhimento adequado de tributos;

 

  • facilitar o acompanhamento completo de desempenho, do RH ao Comercial, permitindo que uma série de relatórios sejam facilmente emitidos em poucos cliques e em poucas telas.

 

Na prática, os módulos do ERP garantem uma gestão mais enxuta, eficiente e produtiva. Mas, antes de qualquer decisão, cuidado: existe um sistema aderente ao seu negócio e você precisa entender como fazer a melhor escolha.

A boa notícia é que, nas próximas linhas, você vai saber exatamente o que deve avaliar ?

 

Como escolher o melhor ERP?

Não é exagero dizer que não existe o ERP perfeito — mas, sim, a tecnologia mais aderente às suas necessidades e operações. É por isso que a escolha de um sistema completo, capaz de integrar áreas e simplificar processos, é uma questão que exige cautela e análise.

Para acertar na decisão, batendo o martelo com a tranquilidade de quem está convicto de ter tomado o caminho mais assertivo, é preciso olhar com atenção a alguns aspectos-chave do cotidiano corporativo.

Certifique-se de mergulhar nas demandas da empresa e de imergir no potencial de cada departamento, extraindo o que pode ser melhorado e quais vantagens competitivas devem ser construídas por meio da tecnologia de gestão.

Precisa de ajuda para refletir? Ótimo: veja, a seguir, alguns dos fatores mais relevantes no momento de escolher o ERP ideal para sua empresa!

 

  1. Olhe para dentro

Tudo começa no seu próprio dia a dia. Ninguém melhor do que você e sua equipe — do chão de fábrica ao BI (Business Intelligence) conhece melhor as necessidades da empresa.

Por isso, busque compreender em profundidade quais são as maiores dificuldades dos profissionais que fazem o negócio acontecer. É difícil extrair um relatório que indique a eficiência da compra de insumos? Temos aí, um ponto crítico para resolver. É complicado acompanhar a performance dos colaboradores com base em métricas transparentes e universais? Melhor correr para entregar resultados cada vez mais expressivos.

O primeiro passo, portanto, é olhar para dentro e entender o que precisa ser ajustado. E lembre-se: o papel do gestor, neste contexto, é super nobre. Cabe a você a missão de investigar as carências da companhia e definir um rumo coeso para supri-las do modo mais completo possível, combinado?

 

  1. Reúna seus recursos

Você certamente já dispõe de recursos primordiais para viabilizar o máximo desempenho na companhia (e a gente pode provar!). Os líderes de cada departamento — o gerente de RH e o supervisor de produção, por exemplo — são peças-chave na otimização de processos e de resultados, já que conhecem a rotina com a propriedade de quem coloca a mão na massa.

Nesta fase, é importante aproximar-se de quem domina o assunto. Assim, você consegue entender exatamente com o que — ou com quem — pode contar no momento de sugerir uma alavancagem tecnológica na empresa.

Não conseguiu visualizar esse cenário? É fácil resolver o problema. Se você quer aprimorar a gestão de projetos no PCP, por exemplo, precisa de alguém que possa definir as etapas produtivas e padronizar as orientações sistêmicas. Se você já tem a pessoa certa para isso e conta com as informações necessárias para viabilizar essa iniciativa, ótimo! Tudo o que você precisa tem apenas três letras: ERP!

 

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  1. Defina as prioridades

Quem está à frente de uma operação tradicional e enxuta sabe que, no mundo real, é difícil focar em todas as operações de uma só vez. Seria ótimo implantar soluções completas e integradas em todas as esferas corporativas e de uma só vez, criando rotinas mais transparentes e eficazes em todos os setores da organização, não é?

O problema é que, muitas vezes, o cenário ideal não é o mais realístico, seja por falta de mão de obra — profissionais capazes de digerir a complexidade tecnológica, compartilhando-a com uma equipe ávida por resultados mais positivos — ou por uma questão de fluxo de caixa — que exige que investimentos sejam diluídos ao longo de um determinado período —, a verdade é que há prioridades que devem ser mantidas.

Ao decidir implantar o ERP ideal para o seu negócio, tenha em mente quais são suas necessidades mais urgentes. Precisa de uma frente de loja integrada à gestão de estoque e à escrituração fiscal? Ótimo, comece por aí. Sua maior demanda é no PCP e você não pode continuar ignorando as falhas de qualidade no processo? Sem hesitar, busque um software capaz de reduzir sua dor de cabeça com produtos acabados e, de quebra, eliminar o retrabalho na fábrica.

No fim do dia, só você e sua equipe podem decidir o movimento mais viável. Uma coisa, porém, é inegável: o ERP certo, aquele que se molda com facilidade às suas operações e preenche com propriedade as lacunas processuais, é um investimento com retorno já no curto prazo.

 

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A essa altura, deu para perceber que a escolha certeira de um ERP exige uma análise crítica e uma certa dose de mão na massa, certo? Para além de qualquer dificuldade, entretanto, a tecnologia de gestão abre um novo horizonte de possibilidades poderosas, prontas para otimizar recursos — físicos, financeiros, humanos e de tempo — e para alavancar resultados no curto, médio e longo prazo.

Não dá para ignorar essa promessa. Concorda? E você só precisa de uma boa decisão para isso.

 

Por que o Areco ERP é a melhor escolha?

A tecnologia de gestão é uma fonte inesgotável de análises e faz jus à sua importância na rotina das empresas mais competitivas. E não seria para menos, né? O software integrado é um valioso aliado das companhias (e dos líderes) de alta performance, empoderando profissionais e departamentos para que os resultados coletivos sejam cada vez mais significativos.

O Areco ERP é a tecnologia que acompanha empresas e pessoas, favorecendo o desenvolvimento operacional enquanto aprimora a capacidade estratégica do negócio. Nós provemos a inteligência de negócios para que você possa extrair o máximo potencial dos recursos disponíveis, fazendo a diferença no mercado.

É fácil entender o motivo de tanta eficiência: o Areco ERP automatiza processos, elimina o retrabalho e minimiza as chances de erro nas atividades rotineiras, integrando departamentos e agregando valor aos processos corporativos.

Do back office ao balcão, passando pelo PCP e pelo compras, o software centraliza informações e facilita a visualização completa de dados, permitindo que os líderes estejam sempre na dianteira de suas operações e conheçam profundamente as suas necessidades. Duvida? São milhares de telas amigáveis para facilitar rotinas integradas e mais de 2.000 relatórios já disponíveis na base do Areco ERP. Um verdadeiro mapa do tesouro — com a bússola para indicar o caminho do melhor desempenho.

O Areco ERP é um sistema 100% modular e que permeia todo o workflow corporativo. Além disso, é multimoedas, multiempresas e multi-idiomas, favorecendo o desenvolvimento sustentável e escalável do seu negócio.

Pode respirar fundo e ficar tranquilo: se, no início, você não tinha certeza sobre como escolher o melhor ERP, agora você está frente a frente com a tecnologia ideal para atender às suas necessidades mais urgentes e, claro, também para suportar a suas ambições mais estratégicas.

Explore todo o potencial do Areco ERP no seu dia a dia!

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Solução ERP: a importância da tecnologia de gestão em organizações de diferentes portes e segmentos

Solução ERP: a importância da tecnologia de gestão em organizações de diferentes portes e segmentos

Os gestores modernos precisam desempenhar funções de liderança estratégica. Cabe a eles a missão de compreender o contexto do mercado, de identificar a demanda ideal, de preparar uma equipe competente e, claro, de criar estratégias que sustentem o crescimento sustentável do negócio.

Para isso, entretanto, é preciso dispor de mecanismos coesos, integrados e transparentes, capazes de alavancar processos e de otimizar rotinas. Na ausência de ferramentas que empoderem profissionais e facilitem a tomada de decisão, quem sai perdendo é a companhia — que deixa de explorar a máxima performance de seus recursos. A solução para esse cenário intrincado, independente do segmento de atuação e do porte da empresa, tem apenas três letras: ERP.

O poder da tecnologia de gestão

Muitos estudos teóricos, baseados na observação prática de retornos, confirmam a eficácia dos sistemas de gestão. De acordo com levantamento da InfoWester, por exemplo, manter as operações integradas torna as corporações até 26% mais produtivas.

De forma geral, não importa se a melhoria se dá na linha de produção, aumentando a produtividade da fábrica em relação ao número de peças produzidas, ou se na velocidade do giro de estoque, diminuindo os custos com armazenagem e depreciação em uma distribuidora de produtos. O reflexo é um só: menos desperdícios (de tempo e insumos) e mais resultados.

Outro estudo, dessa vez empreendido pelo IDG Research, reforça a importância da tecnologia gerencial. Segundo os dados divulgados, empresas que utilizam ERP para controlar suas rotinas crescem até 35% mais rápido que aquelas que não implantaram o software. O mesmo instituto pondera que os sistemas integrados aumentam a produtividade operacional em até 10%, representando ganhos expressivos e escaláveis.

O feedback do mercado, proveniente da análise criteriosa de organizações em atividade, é muito claro em seu diagnóstico: o investimento em tecnologia deve ser levado a sério pelos gestores mais engajados e competitivos. Melhorias de 10%, de 26% ou mesmo de 35% indicam operações mais saudáveis e caixas mais robustos.

ERP: a ferramenta comum a todo o tipo de organização

A tecnologia de gestão é uma aliada bastante democrática. Ao integrar áreas e alinhar processos de modo conciso e transparente, os softwares são eficientes em empresas dos mais variados perfis — do e-commerce iniciante, que precisa emitir poucas notas fiscais por semana, à indústria de alimentos de grande porte, que exporta para o mundo inteiro e segue regulações estritas.

Em uma pequena fábrica de autopeças, por exemplo, é possível sistematizar o PCP — da engenharia de produto ao controle de qualidade — e integrá-lo ao Comercial e ao Estoque, admitindo consultas de disponibilidade de produtos acabados (ou de seus respectivos prazos de produção) em tempo real, na ponta da negociação.

Da mesma forma, empresas de serviço podem se beneficiar com a sistematização de seus processos. Com o ERP, por exemplo, é possível automatizar o faturamento de contratos com valores fixos mensais, inclusive possibilidade a adição de serviços extras a partir do apontamento de horas trabalhadas.

O porte, assim como o segmento de atuação, há muito deixou de ser um fator limitante para a implantação de um software de gestão. Qualquer organização focada em eliminar gargalos, otimizar processos e desenvolver negócios precisa se apoiar em informações centralizadas e dados confiáveis.

Para isso, a estrutura do ERP permite, dentre uma série de atributos de flexibilidade, que sua implantação seja modular. Assim, as lideranças podem priorizar as áreas mais carentes de controle e adequar o workflow de acordo com as necessidades mais iminentes, evitando desacordos graves no Fluxo de Caixa.

É cada vez mais comum, portanto, que empresas diversas — do varejo ao atacado, da indústria aos serviços — se voltem à tecnologia gerencial como uma maneira eficaz de construir estratégias de sucesso.

Os números do mercado, assim como a experiência corporativa, demonstram que essa decisão é, de fato, certeira e urgente. Para fazer frente à concorrência, à volatilidade do consumo e às inovações disruptivas, é preciso contar com o rigor prático do ERP.

O ERP ideal para o seu negócio

A tarefa de escolher um software aderente, capaz de corresponder às demandas da companhia e de suportar o crescimento exponencial da operação, é bastante desafiadora. Para mitigar transtornos, vale caprichar na avaliação dos fornecedores mais cotados.

O Areco ERP é a solução ideal para automatizar rotinas, eliminar o retrabalho e minimizar a incidência de erros, seja na fábrica ou na gestão fiscal. Com isso, a estratégia de negócios também fica fortalecida: a tecnologia garante mais transparência e segurança na tomada de decisão.

Está começando? O Areco ERP é composto por módulos individuais que se integram totalmente, otimizando processos do CRM (Customer Relationship Management) ao BI (Business Intelligence) — e atingindo todas as etapas do workflow no seu ritmo e no seu propósito.

Já está estabelecido e precisa escalar sua operação? O Areco ERP é multimoedas, multi-empresas e multi-idiomas, reunindo uma ampla gama de telas administrativas e disponibilizando mais de 2 mil relatórios gerenciais.

Na prática, a tecnologia de gestão prova seu valor frente aos mais diversos perfis de negócio e confirma a tendência de profissionalização das empresas. Não importa o porte ou o segmento: é preciso otimizar recursos e potencializar resultados — e a solução ERP é perfeita para isso.

Quer saber mais sobre a tecnologia que vai transformar o seu negócio?

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As melhores estratégias para diminuir o seu ciclo de vendas

As melhores estratégias para diminuir o seu ciclo de vendas

No Departamento Comercial das empresas contemporâneas vigora uma máxima que costuma nortear o planejamento da área: quanto mais complexo o produto, maior tende a ser o ciclo de vendas. Essa afirmação, embora simples, desencadeia uma série de conclusões práticas e urgentes, forçando a busca por estratégias, ferramentas e metodologias capazes de acelerar a jornada do cliente ao longo do funil de vendas.

As vendas consultivas são a realidade de muitas organizações. Da apresentação de novas tecnologias à introdução de grandes máquinas, o valor do produto geralmente interfere na decisão de compra em uma escala diretamente proporcional: quanto maior o valor a ser pago, maior a demanda por explicações. O ciclo de vendas, portanto, é o reflexo dessa complexidade.

Aos gestores comerciais e administrativos, cabe entender as particularidades do negócio e endereçar as demandas comerciais da forma mais eficiente possível. Além de compreender, em detalhes, a especificidade do produto e seus principais diferenciais, é preciso estruturar táticas coesas para agilizar o funil de vendas, otimizando o ciclo de negociação até que o contrato seja finalmente assinado — em benefício das duas partes.

Primeiro, o funil de vendas: como utilizá-lo em vendas consultivas

O funil de vendas, também conhecido como pipeline, pode ser descrito como um modelo estratégico que sintetiza em etapas toda a jornada do cliente — do primeiro contato ao fechamento do negócio. Ao conhecer todos os detalhes do processo, estruturando abordagens coerentes às necessidades em cada fase do fluxo, os vendedores podem afunilar a base de contatos, acelerando as vendas.

No caso de negociações complexas, o pipeline habitualmente tem 5 etapas principais:

  1. Leads. O possível cliente acabou de descobrir a solução e ainda está totalmente cru a respeito dos diferenciais do produto. O desafio é muni-lo de informações e, assim, identificar o que mais o aflige, sem adotar uma posição exclusivamente comercial.
  2. Qualificação. Depois de ser apresentado, mesmo que superficialmente, à solução que você oferece, a qualificação é uma importante demanda interna: é o momento em que se pode descobrir se o “problema” do cliente em potencial é aderente ao seu produto ou serviço. Caso a resposta seja negativa, vale abandonar a negociação para evitar frustrações e prejuízos. Caso a resposta seja afirmativa, invista no relacionamento.
  3. Demonstração. As vendas complexas — que geralmente envolvem produtos de maior porte e/ou tecnologias intangíveis, além de um custo relativamente alto — geralmente exigem uma demonstração. Ciente da “dor” do cliente, o vendedor precisa explicar de que forma a solução da empresa corresponde a essa demanda e a suprime totalmente, ajudando a obter os resultados que estão sendo buscados. É hora de encantar!
  4. Negociação. Quando a demonstração é um sucesso, é natural que o possível cliente queria iniciar a negociação, o que demonstra que as expectativas foram atendidas e de que há fit com o produto ou serviço. Trata-se, sem dúvida, de uma etapa essencial para o sucesso do negócio — e os vendedores devem lançar mão de uma série de gatilhos e estratégias para viabilizar o contrato.
  5. Fechamento. A última etapa do funil é justamente o aceite. Ao verificar que a solução atende aos problemas que enfrenta e ao se certificar de que o produto ou serviço tem o melhor custo-benefício, o cliente decide positivamente pela compra. A jornada de compra se encerra e o ciclo de vendas é concluído com êxito.

Vale lembrar, ainda, que as etapas de leads e qualificação pertencem ao topo do funil, enquanto a fase de demonstração diz respeito ao meio de funil. No fundo dele, representando as etapas finais da jornada de compra — e, por consequência, do ciclo de vendas — estão as etapas de negociação e fechamento.

Em seguida, o ciclo de vendas: por que é importante mantê-lo sob controle

Em negócios consultivos, o pipeline é fundamental para garantir a saúde da empresa. Ao acompanhar as taxas de conversão em cada etapa do funil, estabelecendo métricas transparentes e confiáveis, é possível prever a geração de negócios e assegurar a saúde financeira da organização.

O equilíbrio entre as diversas etapas do funil permite planejamentos mais consistentes e análises mais completas. Imagine, por exemplo, que ao formatar o pipeline, o gestor descubra que o ciclo atual de vendas leva, em média, 7 meses. Isso significa que um contato gerado em janeiro só será convertido em julho — e, é claro, a empresa não pode parar em todos os outros meses do ano.

De forma geral, esse tipo de conclusão pode conduzir a duas análises diferentes, ainda que complementares:

  • a de que é preciso investir pesado em geração de leads, preferencialmente qualificados, para que o funil esteja sempre repleto de contatos em processo de negociação. Considerando que as taxas de conversão são bem menores do que o volume de leads gerados, é importante balancear os números para evitar períodos sem fechamento;
  • a de que é necessário lançar mão de táticas capazes de reduzir o ciclo de venda, acelerando o escoamento de contatos ao longo do pipeline e diminuindo o período de transição em cada uma das fases do funil. Para isso, uma avaliação profunda de recursos, ferramentas e materiais é indispensável à eficiência da estratégia.

Diante disso, não seria equivocado dizer que controlar o ciclo de vendas é essencial para manter a operação nos trilhos — e o Fluxo de Caixa em ordem. Ao negligenciar os indicadores de conversão, bem como o tempo médio de fechamento, o gestor incorre em um erro perigoso: o de perder o timing de negociação e, assim, deixar de faturar com vendas que esfriam.

Na prática, o ciclo de vendas ajuda a manter o processo comercial aquecido, indicando fluxos e processos que asseguram o envolvimento do contato e entregam a ele, em todas as fases do funil, as informações de que ele precisa para decidir positivamente pela compra.

As melhores estratégias para otimizar o ciclo de vendas em negócios complexos

A otimização do ciclo de vendas, portanto, desponta como uma preocupação essencial entre os líderes comerciais. Não poderia ser diferente, aliás: com a missão de potencializar os resultados da área, maximizando o faturamento da empresa, os gestores devem estar sempre atentos a novas formas e métodos de alavancar a performance do time.

Ao aprimorar o ciclo de vendas, entendendo a fundo as necessidades e desejos do cliente em potencial, os resultados costumam ser mais rápido — em vez de 7 meses, tudo é finalizado em apenas 3, por exemplo — e mais efetivos.

Confira, agora, algumas dicas importantes para otimizar o ciclo de vendas no seu negócio!

Qualifique os leads

Cada lead é, a princípio, uma nova oportunidade de vender. É preciso lembrar, porém, que nem todos os contatos serão qualificados — ou seja, terão perfil ou condições de adquirir o produto ou serviço que você oferece. Para evitar transtornos, prejuízos e frustrações, é necessário qualificar os leads que caem no funil de vendas. Essa é, sem dúvida, o primeiro desafios na diminuição do ciclo de vendas.

Grosso modo, o processo de qualificação de leads busca explorar a “dor” do potencial cliente, entendendo quais são os aspectos sensíveis que o levaram a buscar uma solução. Se sua empresa é capaz de atender às expectativas do prospect, deve-se partir para a próxima fase: entender se há fit — de desejos, de ferramentas e de investimento, por citar alguns fatores.

Imagine, por exemplo, a venda de uma máquina robusta para a indústria automotiva. Se seu cliente precisa automatizar determinado fluxo operacional e seu produto é adequado à demanda, mas ele não está disposto a desembolsar o valor para comprar seu equipamento, há um problema de qualificação: por mais que haja comprometimento com a implantação de uma nova máquina, há discordância a respeito do investimento. Se você não estiver aberto a negociações amplas, pode ser melhor sinalizar o lead que não será possível atendê-lo.

Nutra aqueles que ainda não estão prontos

Muitas vezes, leads com potencial ainda não estão prontos para efetivar a compra. Pode ser que o prospect ainda não esteja seguro a respeito da extensão de seu problema ou, então, que haja dúvidas a respeito da melhor solução. Neste caso, o ideal é manter o relacionamento por meio da nutrição de leads.

Depois da primeira interação — uma ligação, um formulário preenchido ou um material baixado, por exemplo —, é preciso manter a conexão com o possível cliente. A melhor forma de mantê-lo engajado é muni-lo de conteúdos relevantes, aderentes ao cenário que o cerca, e que o ajudem a esclarecer o dilema que enfrenta e a solução mais apropriada para saná-lo.

A nutrição de leads é um mecanismo eficiente de fechamento de negócio. Ao fazer com que o lead permaneça ativo no funil de vendas, tendo contato recorrente com dados da empresa, o vendedor tem mais argumentos para prosseguir, em um futuro breve, com uma negociação positiva.

Dê ferramentas à equipe de vendas

Por fim, ainda que não menos importante, as ferramentas automatizadas de relacionamento — ligadas tanto à jornada de compra quanto ao ciclo de vendas — são essenciais à efetividade de uma estratégia voltada a acelerar a geração de negócios. Afinal, quando as informações estão centralizadas e há sistematização de tarefas, é mais fácil armazenar e obter os dados de cada contato, facilitando a negociação.

O CRM (Customer Relationship Management), por exemplo, é uma tecnologia imprescindível à diminuição do ciclo de vendas. O motivo é simples: ao permitir e automatizar uma rotina consistente de registro (reunindo todos os dados do cliente, tais como nome, sexo, cidade, e principal queixa) e de follow up (lembretes periódicos para retomar contato, reaquecendo o lead de tempos em tempos), o sistema dá mais autonomia e segurança ao vendedor na missão de nutrir e converter sua base de leads.

Ao munir a equipe comercial de ferramentas ágeis, integradas e automatizadas, o gestor certamente será capaz de perceber resultados mais expressivos e consistentes já no curto prazo — inclusive no que diz respeito à diminuição do ciclo de vendas. Na prática, isso significa otimizar recursos (financeiros, humanos e de tempo) e potencializar retornos, alavancando o crescimento da companhia.

Areco ERP + Areco Agente: CRM integrado para resultados eficientes

As vantagens da implantação do CRM são inegáveis, mas, é importante ressaltar que a utilização isolada da ferramenta não proporciona a exploração total de suas capacidades. Para potencializar os resultados comerciais, é preciso que o CRM seja integrado ao sistema que gerencia todas as operações da empresa, o ERP.

O Areco Agent, CRM da Areco, é totalmente integrado ao Areco ERP, o software integrado de gestão. Uma vez associados, os sistemas trabalham juntos para potencializar as rotinas comerciais, simplificando e consolidando operações fundamentais à atividade de vendas.

Para exemplificar os benefícios da atuação conjunta, imagine o seguinte contexto:

  • Primeiro, o gestor comercial classificou o potencial dos prospects, melhorando a qualidade dos leads. Assim, é possível focar a ação e administrar o tempo, priorizando contatos que apresentam mais chances de gerar resultados.
  • Depois, criou um mapa de tempo, em formato de agenda, para organizar e monitorar atividades internas e externas.
  • Em seguida, criou e nutriu uma base rica de informações que oferecem estatísticas importantes sobre insights, desempenho e resultados.
  • Concomitantemente, interagiu com sua equipe interna, emitiu lembretes e estimulou a produtividade.
  • Por fim, utilizou um sistema consistente para criação de propostas, valendo-se de regras comerciais já estabelecidas, evitando valores incorretos que podem gerar vendas de baixo resultado ou prejudiciais ao negócio.

A tecnologia da Areco — e, neste caso, a união do Areco Agent e do Areco ERP — é a solução ideal para lapidar operações e melhorar o desempenho da área comercial. Com a integração, a incidência de erros e a improdutividade do time são reduzidos, liberando mais tempo para que a equipe foque no que é realmente importante: vender. Quer saber como o Areco ERP e o Areco Agent podem impulsionar o seu negócio?

Guia do Gestor

Guia do Gestor

Guia do Gestor: tudo o que você precisa saber sobre ERP e como extrair suas vantagens

Se sua empresa está amadurecendo, construindo novos objetivos e buscando resultados diferentes, é provável que você esteja avaliando recursos valiosos ao desempenho da operação.
O ERP é a ferramenta ideal para alavancar a performance do seu negócio, viabilizando a aplicação de estratégias inovadoras sem que as lideranças percam o controle dos processos produtivos.

O software dispõe de funcionalidades diferenciadas, aderentes às mais diversas verticais, e proporciona um cotidiano mais fluido, produtivo e rentável, otimizando tarefas e retornos.
Neste Guia exclusivo, você:
1. Entenderá o que é, na prática, um ERP;
2. Saberá quais são as principais vantagens da tecnologia de gestão;
3. Verá qual é a forma mais eficiente de implantar uma solução integrada de negócios.

E uma dica: aproveite a leitura e guarde o material com você, sempre à mão para futuras consultas.
Boa leitura e bons insights!

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Como saber a hora certa de seu sistema antigo passar a bola

Como saber a hora certa de seu sistema antigo passar a bola

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Há uma semelhança fundamental entre as empresas e as pessoas. As organizações em atividade, assim como os indivíduos de carne e osso, passam por diferentes estágios de desenvolvimento ao longo da vida. Ambas estão em contínua busca por soluções efetivas aos desafios da jornada e, em menor ou maior grau, têm consciência de que é preciso amadurecer e se reinventar.

No mercado, nenhum negócio — independentemente do porte ou do segmento em que atue — pode ser estático. A alta concorrência exige que as empresas estejam aptas a inovar, aprimorando produtos e serviços com agilidade e eficiência. A tecnologia, enquanto catalisador de resultados, é um recurso essencial aos gestores focados em competitividade e, por isso, jamais deve ser negligenciada.

É importante que os líderes corporativos estejam à frente de suas operações e, com base em números críveis, possam acompanhar o crescimento da empresa. Seja ao tomar uma decisão de investimento, seja ao optar pela ampliação do portfólio de produtos, por exemplo, é essencial que a Diretoria se engaje na missão de otimizar rotinas e alavancar performances — e, muitas vezes, a substituição do ERP é, além de inevitável, também totalmente benéfica.

 

Por que a tecnologia de gestão é tão importante?

Uma pesquisa recente, divulgada pela IDG Research Services, é útil para entender o poder e o alcance dos softwares corporativos. De acordo com o levantamento, empresas que usam ERP crescem 35% mais rápido e são até 73% mais produtivas. A mesma fonte sinaliza que a tecnologia de gestão aumenta a produtividade operacional em 10%, em média.

Os números, por si só, evidenciam a relevância da tecnologia enquanto ferramenta de alavancagem de negócios. Um ERP aderente, preparado para atender às demandas da empresa, é um aliado indispensável no desenvolvimento da organização.

À medida que a companhia cresce, é comum que o grau de exigência — e a complexidade operacional — acompanhe as mudanças. Quando há sinais de que o sistema em operação já não é suficiente para atender à demanda interna, é preciso acionar o alerta e agilizar a substituição.

 

Como identificar se é o momento de substituir o ERP?

Na maioria dos casos, a substituição do ERP deixa de ser uma escolha para, em vez disso, tornar-se uma condição primordial para perpetuar a saúde e a lucratividade do negócio.

É importante que o gestor esteja atento aos outputs internos e seja capaz de enxergar os aspectos que dão força à necessidade de avançar tecnologicamente, migrando os dados da empresa para um software mais robusto e adequado ao panorama da companhia.

 

1. As falhas são recorrentes

Os desvios operacionais devem ser combatidos com vigor. Falhas na produção ou equívocos na administração podem causar prejuízos consideráveis e comprometer a lucratividade da empresa.

Erros recorrentes, porém, geralmente são um indicador de que algo está desajustado na rotina ou nos recursos da organização. A melhor forma de encontrar a raiz dos problemas e investigar os fluxos de trabalho e enxergar onde estão os gargalos.

Não é raro encontrar situações nas quais as falhas constantes estão ligadas à insuficiência tecnológica. Vale rever os padrões e examinar possíveis incompatibilidades do ERP atual.

 

2. É preciso manter controles paralelos

O sistema de gestão é, em sua essência, um integrador de áreas. O ERP centraliza as informações e permite que todos os departamentos interajam de forma prática, segura e transparente.

Quando a utilização de ferramentas paralelas, dissociadas do software, começa a ter caráter indispensável na execução de tarefas cotidianas, é preciso reavaliar a robustez da tecnologia e, claro, as necessidades da equipe.

Lembre-se de que um grande volume de dados fora do sistema significa lacunas perigosas nas análises estratégias. A tomada de decisão, nesse caso, fica seriamente comprometida.

 

3. Não há integração e automatização de tarefas

A essa altura, é evidente que um dos maiores benefícios de um software empresarial é justamente a integração orgânica dos setores internos. A tecnologia permite que inputs da equipe de Recursos Humanos, por exemplo, reflitam instantaneamente no Financeiro — e no Fluxo de Caixa do negócio.

Se, com o sistema atual, é necessário que a equipe interfira demais no processo, repassando informações informal e manualmente, cabe ponderar se a solução é suficientemente assertiva.

É válido reforçar que a tecnologia e os processos devem caminhar juntos, em uma mesma direção, para que a organização possa amadurecer seus processos e, claro, gerar frutos cada vez mais expressivos.

 

 Tá na hora do seu ERP antigo passar a bola

 

Blog  Como saber a hora certa de seu sistema antigo passar a bolaIlustração: Matheus Augusto © 2019 Software ERP de gestão | Areco Sistemas Empresariais

 

O Areco ERP é o ERP ideal para o seu negócio

O Areco ERP é a tecnologia que acompanha empresas e pessoas, favorecendo o desenvolvimento operacional enquanto robustece a capacidade estratégica do negócio. O ERP automatiza processos, elimina o retrabalho e minimiza as chances de erro nas atividades rotineiras, integrando departamentos e agregando valor aos processos corporativos.

Do BackOffice ao Frente de Loja, o Areco ERP centraliza informações e facilita o manejo de dados, permitindo que os líderes estejam sempre na dianteira de suas operações.

Além disso, o software dispõe de mais de 2.000 relatórios na base e conta com um recurso exclusivo de modelagem autônoma de dados, o Areco Manager. Com ele, profissionais capacitados podem customizar telas, relatórios e dashboards de forma rápida e independente.

Para entender por que o Areco ERP é seu próximo software de gestão,
Fale com um consultor!
(19) 3849-4355
contato@areco.com.br

O ERP na gestão financeira: como tomar as melhores decisões

O ERP na gestão financeira: como tomar as melhores decisões

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O departamento financeiro é uma área bastante sensível, mas também altamente estratégica. A boa gestão dos recursos monetários, assim como a eficiência no planejamento de despesas e investimentos, é indispensável à saúde de qualquer negócio, independentemente do porte ou do segmento em que atue.

A transparência financeira, obtida por meio de processos coesos e orgânicos, é fundamental na operação cotidiana do setor. A missão de administrar os números da empresa — acompanhando a movimentação de valores e assegurando a viabilidade dos processos — é, além de prioritária, também uma questão de sobrevivência.

A tecnologia de gestão é, neste contexto, uma ferramenta valiosa aos gestores da área. Ao facilitar o acesso a análises complexas (por séries históricas ou períodos predefinidos, por exemplo) e ao permitir a extração de informações atualizadas (via dashboards, gráficos e relatórios customizados), o ERP maximiza o controle da operação e garante mais autonomia e segurança na tomada de decisão.

Um dos maiores desafios financeiros da atualidade é justamente a capacidade de otimizar procedimentos e resultados. Para ser capaz de entregar números cada vez mais expressivos e exponenciais, os gestores financeiros devem voltar os olhos aos mecanismos de que dispõe — e às oportunidades que estão deixando passar.

 

O ERP na gestão financeira

A tecnologia ganha cada vez mais espaço na rotina empresarial. Da produção ao comercial, recursos de gestão que agreguem agilidade e efetividade aos processos são essenciais para manter a competitividade e perseguir lucros mais robustos. Na área financeira, responsável por manter o negócio no azul e viabilizar o crescimento em escala, não é diferente: o ERP é um aliado unânime entre os líderes mais engajados.

Um software integrado é, portanto, a resposta mais assertiva para entraves comuns a quaisquer negócios. Ao integrar departamentos e ao centralizar informações, o ERP retifica a lisura dos dados e elimina o retrabalho. No financeiro, o sistema automatiza operações-chave, tais como a programação de Contas a Pagar, a Receber e a conciliação bancária, minimizando a incidência de erros manuais e acelerando as entregas da equipe.

Na prática, a utilização de um ERP aderente e adequado às rotinas do negócio pode mudar completamente a direção da empresa. Uma vez padronizadas e organizadas em um fluxo operacional eficiente, as demandas financeiras são executadas de modo mais prático, eficaz e seguro. Ganha-se em produtividade e, consequentemente, angariam-se resultados mais volumosos.

 

A influência do ERP nas decisões financeiras

Um software integrado, robusto e transparente é um catalisador das boas decisões monetárias. Para lidar com as finanças corporativas da forma mais otimizada possível, é importante que as operações estejam centralizadas e os dados estratégicos permaneçam à disposição do gestor — bastam alguns cliques, por exemplo, para que a projeção do Fluxo de Caixa sem visualizada no ERP.

Neste cenário, o líder protege os recursos do negócio e delibera com mais propriedade e eficiência. A tecnologia de gestão, portanto, promove e endossa processos mais aderentes à realidade da empresa e mais condizentes aos seus objetivos financeiros. Confira, agora, algumas das decisões que podem ser positivamente impactadas pelo ERP!

1. Decisões de investimento

Direcionamentos estratégicos também estão sob a responsabilidade da área financeira. Como, quando e onde aplicar os recursos — além da quantia máxima disponível — são definições que impactam diretamente nas operações do negócio, do chão de fábrica ao RH.

No ERP, é possível identificar uma série de variáveis pertinentes às decisões de investimento de forma simples, rápida e confiável. No caso da produção, por exemplo, o custo da matéria-prima e a demanda de mercado podem ser analisadas de acordo com a sazonalidade, garantindo uma perspectiva mais sólida acerca dos ciclos posteriores.

2. Decisões da cadeia de suprimentos

Em se tratando de produção, é válido mencionar que as decisões de suprimentos também estão diretamente associadas às deliberações financeiras. O Fluxo de Caixa, por exemplo, quando automatizado e completo, destaca as oportunidades de negociação com fornecedores e pode render economias volumosas ao caixa do negócio.

Além disso, custos de estoque sob controle indicam que a depreciação está sendo corretamente monitorada e que a sistemática de escoamento permanece efetiva. Cabe ao gestor financeiro, apoiado pela tecnologia de gestão, supervisionar a eficácia operacional.

3. Decisões de receitas e despesas

O ERP integra e automatiza as rotinas de Contas a Pagar e Contas a Receber, otimizando o tempo da equipe e suprimindo eventuais erros operacionais. Além disso, a tecnologia do software age de forma ainda mais profunda: as decisões estratégicas de todos os departamentos — seja aumentar o quadro de funcionários, seja implantar uma nova política comercial — devem ter respaldo na situação e na projeção monetária da organização.

Ao prever receitas e despesas por meio do Fluxo de Caixa, por exemplo, e empresa evita transtornos no pagamento e pode programar seus pagamentos e recebimentos, evitando a incidência de juros. Esse processo garante liquidez, eficiência e alta performance não apenas ao departamento financeiro, mas a todas as áreas do negócio.

 

O Areco ERP na gestão financeira

O Areco ERP é uma solução completa para a gestão enxuta e assertiva dos processos contábeis, fiscais e financeiro. O módulo correspondente, totalmente integrado às demais áreas do negócio, confere mais agilidade e eficiência às operações cotidianas, facilitando os registros tanto quanto as análises.

Na prática, o Areco ERP automatiza regras de integração financeira e contábil para rotinas de contas a pagar, contas a receber, estoque, ativo fixo e faturamento promovem e favorecem uma visão ampla do negócio, garantindo decisões mais acertadas e transparentes.

O fluxo de caixa, por sua vez, desponta como um diferencial interessante do software: online e totalmente integrado, o relatórios de controle explora diversos níveis de detalhes dos dados e pode ser analisado sob diversas perspectivas e objetivos. O resultado dessa flexibilidade é uma gestão mais profissional, eficiente e lucrativa.

Quer saber como podemos alavancar a gestão financeira de empresas focadas em resultados?

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A rastreabilidade como diferencial competitivo às indústrias modernas

A rastreabilidade como diferencial competitivo às indústrias modernas

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O conceito de rastreabilidade ganhou relevância e destaque há alguns anos. Desde que o consumidor se tornou mais exigente, demandando registros atualizados e informações completas, foi possível notar um movimento interessante nas manufaturas de todo o mundo: fortalecia-se a preocupação com o mapeamento de insumos, de modo a garantir a integridade da matéria-prima e a qualidade do produto acabado.

Hoje, os processos de rastreabilidade são essenciais — e mesmo obrigatórios — a setores industriais importantes, tais como o alimentício, o agrícola e o farmacêutico. Além disso, a centralização de dados, integrando documentos ao longo de toda a cadeia produtiva, permite que haja mais agilidade e confiabilidade no manejo da mercadoria, em seu estágio bruto ou recém-acabada.

Na prática, isso significa que a rastreabilidade está totalmente alinhada às exigências do mercado e às regulamentações legais. Por isso, é importante que os gestores contemporâneos lancem olhar à operação e à estratégia, maximizando o impacto positivo das rotinas de controle.

 

O conceito e a importância da rastreabilidade

De acordo com a International Standartization Organization, a ISO, acompanhada pelas normas ISO/TS 16.949 (editada pela ABNT, sua equivalente brasileira), “a rastreabilidade é a capacidade de traçar o histórico, a aplicação ou a localização de um item, por meio de informações previamente registradas”. Trata-se, portanto, de deter controle sobre a origem e o deslocamento de uma matéria-prima ou de um produto acabado.

Há algumas décadas, a rastreabilidade ganhou contornos mais expressivos e assumiu posição de destaque em segmentos industriais estratégicos. Em fevereiro de 2018, por exemplo, entrou em vigor a INC-02 – Instrução Normativa Conjunta, que confere responsabilidade a cada ente atuante na cadeia produtiva (e de transporte) de vegetais.

No caso de uma indústria de Alimentos, o impacto da normativa é frontal: ao utilizar insumos agrícolas para sua produção de temperos, por exemplo, a empresa torna-se, também, responsável pela manutenção dos registros de rastreio. Em outros setores da manufatura, por sua vez, a rastreabilidade de itens é valiosa à integridade da mercadoria e a qualidade do produto final.

Diante disso, fica evidente que a operação moderna — principalmente aquela que se pretende enxuta, eficiente e lucrativa — deve dispor de ferramentas para potencializar a rastreabilidade de produtos. Mais do que endossar uma exigência legal (que, se descumprida, está sujeita a sanções e penalidades), o monitoramento confere uma série de vantagens diferenciais às rotinas industriais. O seu negócio precisa se valer delas!

 

A rastreabilidade enquanto diferencial competitivo

Os líderes engajados têm muito em comum. Não é nenhuma novidade dizer a eles, por exemplo, que o mercado é um cenário de concorrência acirrada e que a constante busca por inovações que otimizem processos e avolumem os caixas não é apenas importante, mas totalmente essencial.

Neste contexto, a incorporação de ferramentas que gerem benefícios operacionais e estratégicos reserva, de fato, grande atenção. No que tange à rastreabilidade de itens, portanto, é válido mencionar que sistemas integrados de gestão proporcionam excelentes diferenciais competitivos às indústrias focadas em produtividade.

1. Redução de custos 

A otimização de despesas é uma prioridade na maioria das empresas modernas. Cortar custos sem, no entanto, interferir na qualidade da produção é um desafio contínuo.

A rastreabilidade de itens também contribui para que recursos sejam dispendidos com mais eficiência: ao compreender o funcionamento íntegro da cadeia produtiva, é possível encontrar e analisar eventuais gargalos, melhorando processos e maximizando os retornos.

2. Otimização de estoque

O estoque é, sem dúvida, uma preocupação bastante latente nas indústrias. O capital investido na disponibilidade de matérias-primas costuma ser expressivo e, por isso, é necessário que haja sinergia no monitoramento dos insumos.

Para além da garantia de acessar mercadorias de acordo com as demandas da operação, as rotinas de estoque também ganham bastante com a rastreabilidade: é possível asseverar a qualidade dos materiais e, consequentemente, potencializar a efetividade da produção.

3. Ganho de eficiência produtiva

O controle de matérias-primas e produtos acabados ressaltam o compromisso com a assertividade da operação. Seja para atestar a qualidade de uma mercadoria adquirida, seja para certificar a procedência de um item vendido, a rastreabilidade faz toda a diferença na rotina produtiva da indústria.

Dessa forma, não seria equivocado dizer que o monitoramento integrado de itens acelera o desenvolvimento de performances, garantido que resultados mais consistentes e perenes sejam alcançados — no curto, médio e longo prazos.


4. Manutenção da conformidade

Por fim, ainda que não menos importante, á pertinente ressaltar que, em muitos segmentos, a rastreabilidade é obrigatória. Em indústrias de Alimentos e Bebidas, por exemplo, é essencial manter registros de origem para insumos e produtos acabados. No setor químico, por sua vez, principalmente no ramo farmacêutico, a obrigatoriedade também é válida.

Por isso, mais do que uma medida para ganhar mercado e manter a competitividade, o rastreio de mercadorias é uma exigência legal. Vale se certificar!

 

Rastreabilidade no Areco ERP

A tecnologia do Areco ERP é totalmente aderente às indústrias e, por isso, os processos de rastreabilidade foram incorporados ao sistema de modo íntegro e eficiente.

O módulo de Qualidade, por exemplo, assegura que os procedimentos da fábrica sejam definidos e parametrizados, viabilizando a replicação operacional de forma organizada e segura. Além disso, o controle de produtos via IQF (Índice de Qualidade do Fornecedor) também corrobora a preocupação com a qualidade dos insumos.

No que compete à rastreabilidade, o controle de lotes é endossado antes, durante e após a manufatura dos itens. Relatórios completos — que são facilmente configurados e gerados via Areco ERP — garantem o monitoramento das mercadorias que entram (compradas pela empresa) e que saem (produtos acabados, já vendidos), promovendo e fortalecendo análises que assegurem a conformidade do estoque.

Não seria equivocado dizer, portanto, que o Areco ERP se posiciona como um instrumento capaz de potencializar as rotinas de rastreabilidade, alavancando a segurança e a eficácia dos procedimentos na fábrica. Além disso, a integração de áreas e processos uniformiza as rotinas e suprime a incidência de erros, tornando a indústria cada vez mais enxuta, rentável e competitiva.

Quer saber como o Areco ERP pode transformar a sua indústria?

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As 3 estratégias essenciais para controlar perdas na indústria de Alimentos e Bebidas

As 3 estratégias essenciais para controlar perdas na indústria de Alimentos e Bebidas

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Qualquer operação, por menos complexa que seja, está sujeita a desperdícios não planejados. Na indústria de Alimentos e Bebidas, na qual a qualidade é essencial e determinante para a saúde dos negócios, é natural que o controle de perdas seja uma prioridade na otimização de processos.

De forma a garantir uma operação alinhada, enxuta e confiável, mantendo os padrões da linha elevados, é fundamental que os gestores invistam em iniciativas consistentes para gerir, acompanhar e analisar as métricas da produção, assegurando resultados positivos e perenes.

 

Por que é importante controlar as perdas na indústria de Alimentos e Bebidas?

A produtividade é uma questão urgente em todos os segmentos industriais — e não é diferente no setor de Alimentos e Bebidas. Para manter a competitividade e fortalecer as operações do negócio, é imprescindível que os líderes da área zelem pelo alinhamento e pela qualidade dos processos fabris.

Se, no geral, os players industriais já devem atenção às perdas da produção, a preocupação com equívocos na linha tende a ser ainda maior no segmento alimentício. Não seria para menos: mais do que inegociável, a qualidade dos produtos derivados dela é uma questão de saúde e envolve uma série de aspectos que extrapolam a fábrica. Por isso, quaisquer desvios devem ser sumariamente evitados.

No contexto da indústria, desvio significa perda — e essa sequência comprometedora é capaz de causar arrepios nas lideranças corporativas com foco em resultados. Alterações no padrão produtivo podem inviabilizar entregas e, claro, gerar prejuízos volumosos aos caixas (e aos contratos) da empresa.

Para prevenir problemas, cabe otimizar a fábrica e assegurar a conformidade das atividades produtivas. Para isso, o gestor deve lançar mão de estratégias coesas e com alto impacto e resoluto potencial transformador. O controle de perdas deve ser, portanto, uma prioridade dos líderes que respiram produtividade na indústria de Alimentos e Bebidas.

 

Quais são as principais estratégias para controlar perdas?

De modo a prevenir cenários negativos, nos quais perdas e desperdícios são corriqueiros na linha de produção, é importante dispor de projetos e de ferramentas eficientes para dominar a fábrica, garantindo o desempenho de excelência. Confira algumas das principais estratégias para maximizar os resultados da indústria!

 

1. Monitoramento contínuo de estoque

A disponibilidade de insumos é condição essencial para que a operação fabril possa ser executada de forma orgânica e eficiente. Assim, antes mesmo de pensar em produtividade na linha, é preciso reservar especial atenção a processos de compra e armazenagem de matéria-prima.

Para assegurar a suficiência de recursos sem, no entanto, exagerar na armazenagem — imobilizando capital que, se líquido, poderia ser investido em áreas mais estratégicas — é necessário planejar a operação das linhas e mobilizar equipes para que se atenham às demandas da fábrica.

Além disso, o acompanhamento de relatórios atualizados, extraídos periodicamente, é fundamental para que os gestores estejam à frente de seus resultados e possam agir da melhor forma possível frente a suas pendências.

 

2. Padronização das etapas produtivas

A indústria de Alimentos e Bebidas é marcada pela complexidade de sua produção. Como já foi mencionado, a qualidade é um fator crucial e qualquer desvio pode causar transtornos e prejuízos — e, a depender da gravidade da situação, também sanções impeditivas.

Para garantir a conformidade da linha e a excelência dos produtos engendrados, os líderes se voltam à padronização da fábrica, determinando as etapas e detalhando inputs e outputs de cada fase da operação.

Ao conceder aos colaboradores o acesso fácil ao esqueleto de montagem (das quantidades à finalização, semelhante a uma receita completa de bolo), a empresa se certifica de disseminar as melhores práticas e tem condições de requerer retornos mais efetivos e condizentes ao planejamento.

 

3. Acompanhamento analítico de indicadores

As métricas da fábrica devem ser levadas a sérios; afinal, os números indicam a densidade da operação e esclarecem eventuais gargalos produtivos, motivando ações focadas em corrigi-los.

Para os gestores mais engajados, os indicadores de performance (também chamados de KPIs) despontam como mecanismos preciosos: a capacidade de analisar, com base em números críveis e transparentes, o desempenho produtivo frente à capacidade da fábrica é, sem dúvida, um diferencial robusto  na administração mais enxuta e lucrativa.

A partir de relatórios, balanços e análises históricas, é possível cruzar dados e tecer panoramas realistas, entendendo em profundidade quais aspectos podem influenciar (positiva e negativamente) na execução dos processos fabris. Ao dominar o conhecimento estratégico de suas operações, os líderes detêm o poder de aprimorá-las, galgando passos importantes rumo à otimização e à produtividade.

 

O ERP como ferramenta para minimizar perdas na indústria de Alimentos e Bebidas

Os sistemas integrados de gestão possibilitam e endossam uma produção mais eficaz e rentável. Ao centralizar informações, acelerar processos e minimizar o retrabalho, o ERP garante mais poder e mais resultados às empresas contemporâneas.

O Areco ERP é uma ferramenta completa e totalmente aderente às demandas das indústrias de Alimentos e Bebidas. Dentre os benefícios do software ao segmento, destacam-se:

  • o controle de engenharia reversa (quando um insumo resulta em vários produtos e subprodutos);
  • o acesso a informações de produção, viabilizando a formação de custos;
  • formatação de tabelas nutricionais, atendendo às exigências legais para o segmento;
  • emissão e consulta de laudos técnicos sob medida, de acordo com especificações personalizadas.
  • práticas de Qualidade Total (ISO), com domínio de lotes e rastreabilidade de matérias-primas e produtos acabados.

A mensagem final, portanto, é clara: para reduzir perdas, impulsionar retornos e ganhar competitividade, as indústrias de Alimentos e Bebidas precisam investir em seus processos. E, neste aspecto, as que investirem em tecnologia de ponta — um ERP completo e atualizado, por exemplo — estarão à frente do mercado.

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O ERP como ferramenta para alavancar os ganhos da produção na Indústria 4.0

O ERP como ferramenta para alavancar os ganhos da produção na Indústria 4.0

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O setor industrial é responsável por 30% do PIB brasileiro, passa por transformações profundas e precisa se adaptar a mudanças estruturais e estratégicas: a indústria 4.0, marcada pela inovação tecnológica, já é uma realidade.

Entre os gestores mais visionários, o consenso é de que o cenário futuro (que, de fato, já começou) é marcado por excelentes oportunidades de desenvolvimento. Seja na convergência de informações, seja na construção de diferenciais competitivos, é inegável que existem diversos caminhos para o crescimento sustentável — e todos eles passam inequivocamente pela profissionalização gerencial, que, por sua vez, só é possível por meio da tecnologia integrada de gestão.

Alvaro Chaves, CEO da Areco Sistemas Empresariais, é enfático ao afirmar que a indústria 4.0 requer ação imediata. “É tempo de aproveitar as oportunidades para ganhar competitividade, já que a missão de transformar dados operacionais em decisões estratégicas e ágeis continua latente”, pontua o executivo.

O setor industrial é, sem dúvida, cada vez mais profícuo em soluções otimizadas. O ERP, sistema que interliga todas as áreas do negócio e automatiza processos internos, possibilitando o ganho de performance e robustecendo os resultados corporativos, é uma ferramenta essencial para que a indústria 4.0 possa, em definitivo, operar organicamente no Brasil. A tecnologia precisa ser o presente; caso contrário, pode não haver futuro.

 

 [INFOGRÁFICO] Passo a passo para definir

processos e indicadores na sua empresa

 

 Para manter a competitividade operacional, assegurando o correto direcionamento estratégico do negócio, as lideranças industriais precisam se munir de recursos consistentes, adequados às demandas da empresa e assertivos no propósito de mercado.

Grande parte desses resultados — que, por si só, são capazes de impulsionar os retornos de modo perene e significativo — pode ser obtido a partir da adoção de uma solução robusta, integrada e eficaz. O ERP é um importante catalisador do desenvolvimento da indústria 4.0 e os ganhos com sua correta implantação são inquestionáveis.

 

Principais vantagens do ERP na viabilização da indústria 4.0 do Brasil

No Brasil, de acordo com um levantamento recente da Fiesp, 32% das empresas ainda não ouviram falar da indústria 4.0. Os desafios desse panorama, portanto, são enormes e urgentes: para que o país possa avançar na competitividade industrial, é preciso agir rápido. Os benefícios da tecnologia de gestão abrem caminho para maximizar a performance do setor.

 

Modularidade

A implantação em módulos é a mais adequada à evolução tecnológica quando se considera um cenário de desenvolvimento gradual. E não apenas porque há segmentação de esforços, mas também (e principalmente)  porque viabiliza a otimização de recursos.

O ERP, enquanto mecanismo de profissionalização administrativa, pode ser implantado em módulos, a depender das necessidades do negócio. Do chão de fábrica à visão analítica, todas as áreas devem ser contempladas com a injeção estratégica proporcionada pela tecnologia de gestão.

 

Descentralização

O software de gestão, quando em atividade, contribui frontalmente para desburocratizar a operação, conferindo mais autonomia e agilidade aos processos internos. Neste contexto, os gestores empoderam suas equipes e delegam responsabilidades com mais segurança e coerência.

Ao padronizar processos e eliminar o retrabalho, o ERP descentraliza o acesso a informações essenciais e permite que a gestão orientada a resultados deixe de ser uma particularidade liderança, passando a ser uma responsabilidade de todos os profissionais envolvidos.

 

Monitoramento real time

As análises corporativas ganham consistência e assertividade a partir dos recursos tecnológicos. Uma vez estabelecidos e padronizados, os indicadores operacionais podem ser facilmente visualizados pelas lideranças, garantindo o controle em tempo real.

O ERP disponibiliza uma ampla gama de relatórios e balanços, facilitando o acompanhamento de métricas e estimulando a avaliação transparente dos resultados da fábrica. Foi-se o tempo em que era preciso esperar o fim de um ciclo para emitir balanços: com a tecnologia de gestão, o monitoramento é constante e flexível.

A operacionalização da indústria 4.0 avança a passos largos e as unidades brasileiras precisam se adaptar. De acordo com relatório da Confederação Nacional da Indústria (CNI), mais de 41% dos setores industriais brasileiros têm urgência na adoção de tecnologias digitais, sob o risco iminente de perderem competitividade de modo alarmante — e talvez irremediável.

Da mesma forma, estima-se que as companhias incapazes de implantar tecnologias sistêmicas, tais como o ERP, terão 2x mais chances de perderem mercado em função da falta de agilidade e de controle operacional.

Mais uma vez, uma postura gerencial voltada ao aprimorando operacional e ao fortalecimento estratégico reforçam sua relevância. Para que estejam aptos a desbravar o cenário da indústria 4.0 e possam tomar decisões mais assertivas, os gestores precisam contar com a tecnologia de gestão. E mais: amanhã pode ser tarde; faça hoje.

Para saber como o Areco ERP pode viabilizar a evolução da sua indústria, colocando-a no contexto 4.0 de forma ordenada, modular e consistente, entre em contato agora mesmo!
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Saiba como a Areco contribui para a evolução na Indústria 4.0 na Sensor do Brasil: