Como a tecnologia agrega à contabilidade?

Como a tecnologia agrega à contabilidade?

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A contabilidade surge como uma área essencial em qualquer organização. Responsável por coletar, registrar, analisar e repassar informações financeiras, o departamento controla dados que, por refletirem a saúde do negócio, fornecem uma visão detalhada das operações e podem servir como base para novas estratégias de crescimento. Mas, como a tecnologia agrega à contabilidade?

Pensando assim, a contabilidade gera dados para um processo amplo de planejamento. Contribuindo para ampliar avaliações e orientações a respeito do mercado e das obrigações fiscais e tributárias.

Em um mercado cada vez mais competitivo, as mudanças são frequentes. O processo de adaptação deve ser contínuo, profissionais e empresas precisam se reinventar!

Veremos neste artigo como a tecnologia agrega à contabilidade e algumas inovações essenciais para quem visa o crescimento organizacional.

Boa leitura

Tecnologias e inovações para a contabilidade

A tecnologia aprimora os processos de gestão e age como um mecanismo indispensável ao crescimento dos negócios. Isso não seria diferente na contabilidade, é claro.

Existem várias tecnologias e inovações disponíveis no mercado que podem auxiliar o processo contábil, tais como:

  • Aplicativos

    Hoje em dia existem diversos aplicativos gratuitos e pagos disponíveis para download que agregam muito ao processo. Veja estes apps gratuitos que separamos:

  1. Expensify: aplicativo gratuito que gera relatórios de gastos;
  2. Zero Paper: aplicativo existente na versão gratuita e paga, que serve para controlar contas a pagar e a receber e gerar relatórios;
  • Atendimento online

    Esta prática, seja em escritório ou no departamento da empresa, pode ser a solução para gargalo de produtividade. Otimizando o atendimento você diminui as reuniões in loco e pode optar por reuniões remotas, via vídeo conferência. Além de utilizar outros meios de comunicação, como e-mails, chats no site da empresa, formulários online e até comunicadores instantâneos.

  • Assinatura eletrônica

    Sabemos que assinar vários documentos é uma tarefa que demanda muito tempo. Ainda mais se a organização for de grande porte. A todo momento são emitidos diversos documentos que necessitam da assinatura de um responsável. Desta forma, a assinatura eletrônica surgiu para otimizar esse processo. Trata-se de um código exclusivo e interligado a uma pessoa ou empresa, que serve para dar autenticidade e validade a um documento eletronicamente, sem necessidade da presença física de algum representante.

  • Software de gestão integrada:

    Uma das maiores vantagens de usar a tecnologia no é poder otimizar certos processos e facilitar a execução de tarefas, neste caso podemos contar com um software de gestão integrada, como o ERP. Um sistema ERP automatiza processoselimina retrabalho e minimiza as chances de erro nas atividades cotidianas. Por ser responsável pela integração de departamentos, o software é o grande aliado da contabilidade atualmente, além de concentrarem todas as informações necessárias aos fechamentos fiscais e contábeis, o ERP ainda fornece indicativos essenciais de desempenho. Com ele também é possível adotar a prática de integração contábil que propicia mais segurança e assertividade na tomada de decisões, principalmente em questões estratégicas.

Integração contábil

A integração contábil é uma solução desenvolvida para conectar a área financeira dos seus clientes com o seu sistema contábil. Com ela é possível visualizar e importar os dados lançados por eles em seus sistemas de gestão.

A integração contábil desponta como uma poderosa ferramenta para assegurar mais controle operacional e mais segurança na conformidade legal das empresas. Ao explorarem os métodos com consistência, os líderes e contadores são mais ágeis nos fechamentos obrigatórios e têm mais confiança nos dados emitidos.

Por que a integração contábil é importante?

As exigências contábeis, fiscais e tributárias, no Brasil, são bastante amplas e rigorosas. Um levantamento da Receita Federal apontou que as empresas nacionais gastam, em média, 600 horas por ano para calcular e pagar impostos e contribuições — o que equivale a 25 dias de expediente.

Para evitar retrabalhos desnecessários e otimizar as operações burocráticas, a integração contábil, possibilitada pela tecnologia de gestão, atua como uma excelente aliada.

Alguns dos principais benefícios da prática são:

  1. Agilidade nos fechamentos fiscais do módulo SPED

Com o projeto de digitalização das escriturações fiscais e contábeis, o SPED demanda uma série de arquivos que devem ser remetidos ao Governo com periodicidade e critérios específicos, valendo-se da tecnologia para corresponder às demandas de entrega.

A emissão dos documentos é muito mais simples e rápida quando os registros financeiros e contábeis já estão organizados. Já imputados seguindo regras contábeis previamente definidas e que atendem às demandas da empresa.

Por isso, a eficiência e o suporte do software, ainda no que tange aos procedimentos contábeis, tornam-se também indispensáveis à conformidade fiscal, garantindo que a empresa cumpra suas obrigações perante os órgãos competentes.

  1. Facilidade na conciliação bancária

A conciliação bancária, em sua missão de comparar o saldo das contas no banco com o controle financeiro interno da empresa, é de extrema importância para garantir a segurança das informações financeiras e da movimentação de caixa.

Nesse caso, quando as parametrizações referentes às contas financeiras atendem às demandas do Contas a Pagar e do Contas a Receber, o processo de conferência é mais simples e rápido.

O processo de integração contábil, por sua vez, facilita ainda mais essa rotina justamente ao assegurar que as informações sejam registradas de modo estruturado. Basta, então, que o analista responsável faça a checagem para que certifique a pertinência dos valores e prossiga com os fechamentos.

A Areco Sistemas Empresariais é sua parceira agora, amanhã e sempre. Conte conosco para superar as dificuldades do cenário atual e preservar o crescimento do seu negócio.

Estamos aqui para você, agende uma consultoria gratuita com um de nossos especialistas!

Como escolher o melhor ERP?

Como escolher o melhor ERP?

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Tempo de leitura: 13 minutos


Antes de mais nada, vale lembrar que, quando se trata de escolher a tecnologia que organizará os processos da sua empresa, tornando-a cada vez mais enxuta e produtiva, o que vale não é somente o melhor ERP, mas o ERP mais aderente à sua operação.

Para garantir a assertividade da escolha, incorporando o software mais robusto e adequado ao negócio, a dica é simples: mergulhe nas funcionalidades e expanda as bases de comparação. Uma análise detalhada e criteriosa faz toda a diferença no resultado final — e pode determinar a performance da empresa no curto, médio e longo prazo.

Caso você ainda se sinta inseguro com as variáveis tecnológicas, encontrando dificuldades para entender as demandas dos processos que a equipe expõe, respire fundo e continue lendo. Você tem em mãos um guia prático e transparente para desvendar os mistérios do ERP e, assim, chegar à solução ideal para as necessidades da sua operação.

Neste conteúdo, você conhecerá os principais critérios de análise para sistemas integrados, respeitando as particularidades da companhia, e saberá quais são as dicas mais valiosas para não errar na decisão.

 

Por que se preocupar com o ERP?

Se você não esteve em Marte nos últimos 30 anos, provavelmente sabe que a tecnologia de gestão está revolucionando o mundo dos negócios.

 

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Não se trata apenas de comprar com condições mais atrativas, e de vender com margens mais seguras. Estamos, na prática, falando de otimização de ponta a ponta — aquela que contempla desde a engenharia de produto na fábrica até a economia fiscal por meio de um planejamento tributário mais consistente.

E se apenas uma ferramenta pudesse dar conta de toda essa complexidade, integrando dados das mais diversas áreas e consolidando-os em análises aprofundadas e até específicas? Isso existe e está ao alcance de qualquer empresa, independentemente do porte ou do segmento em que atue. Muito prazer, agora você conhece um pouco mais sobre o ERP.

O Enterprise Resource Management (ERP), ou Sistema Integrado de Gestão Empresarial é um importante catalisador de resultados. A tecnologia é um parceiro excepcional dos líderes corporativos: primeiro, porque centraliza todas as informações da empresa; depois, porque simplifica as operações cotidianas para que haja mais tempo para desenvolver uma estratégia verdadeiramente competitiva.

Agora, pense e diga: esses motivos parecem suficientes para confirmar a necessidade de se preocupar com a efetividade do ERP ideal para a sua organização?

Caso a resposta ainda seja negativa (ou você tenha hesitado em responder que sim), talvez valha a pena explorar mais alguns fatores essenciais. O ERP, enquanto recurso indispensável à alta performance, é perfeito para alavancar todos os departamentos da companhia. A tecnologia é valiosa para, por exemplo:

 

  • maximizar a produtividade na fábrica, garantindo que os projetos estejam padronizados e possam ser facilmente executados;

 

  • otimizar a compra de matérias-primas e produtos acabados, uma vez que há total integração entre o Comercial e o Compras, viabilizando negociações mais coerentes enquanto agiliza a rotatividade do estoque de acordo com padrões predefinidos (tais como FIFO e FEFO);

 

  • acelerar a coerência e a lisura fiscal, contribuindo diretamente para o planejamento tributário e para o recolhimento adequado de tributos;

 

  • facilitar o acompanhamento completo de desempenho, do RH ao Comercial, permitindo que uma série de relatórios sejam facilmente emitidos em poucos cliques e em poucas telas.

 

Na prática, os módulos do ERP garantem uma gestão mais enxuta, eficiente e produtiva. Mas, antes de qualquer decisão, cuidado: existe um sistema aderente ao seu negócio e você precisa entender como fazer a melhor escolha.

A boa notícia é que, nas próximas linhas, você vai saber exatamente o que deve avaliar ?

 

Como escolher o melhor ERP?

Não é exagero dizer que não existe o ERP perfeito — mas, sim, a tecnologia mais aderente às suas necessidades e operações. É por isso que a escolha de um sistema completo, capaz de integrar áreas e simplificar processos, é uma questão que exige cautela e análise.

Para acertar na decisão, batendo o martelo com a tranquilidade de quem está convicto de ter tomado o caminho mais assertivo, é preciso olhar com atenção a alguns aspectos-chave do cotidiano corporativo.

Certifique-se de mergulhar nas demandas da empresa e de imergir no potencial de cada departamento, extraindo o que pode ser melhorado e quais vantagens competitivas devem ser construídas por meio da tecnologia de gestão.

Precisa de ajuda para refletir? Ótimo: veja, a seguir, alguns dos fatores mais relevantes no momento de escolher o ERP ideal para sua empresa!

 

  1. Olhe para dentro

Tudo começa no seu próprio dia a dia. Ninguém melhor do que você e sua equipe — do chão de fábrica ao BI (Business Intelligence) conhece melhor as necessidades da empresa.

Por isso, busque compreender em profundidade quais são as maiores dificuldades dos profissionais que fazem o negócio acontecer. É difícil extrair um relatório que indique a eficiência da compra de insumos? Temos aí, um ponto crítico para resolver. É complicado acompanhar a performance dos colaboradores com base em métricas transparentes e universais? Melhor correr para entregar resultados cada vez mais expressivos.

O primeiro passo, portanto, é olhar para dentro e entender o que precisa ser ajustado. E lembre-se: o papel do gestor, neste contexto, é super nobre. Cabe a você a missão de investigar as carências da companhia e definir um rumo coeso para supri-las do modo mais completo possível, combinado?

 

  1. Reúna seus recursos

Você certamente já dispõe de recursos primordiais para viabilizar o máximo desempenho na companhia (e a gente pode provar!). Os líderes de cada departamento — o gerente de RH e o supervisor de produção, por exemplo — são peças-chave na otimização de processos e de resultados, já que conhecem a rotina com a propriedade de quem coloca a mão na massa.

Nesta fase, é importante aproximar-se de quem domina o assunto. Assim, você consegue entender exatamente com o que — ou com quem — pode contar no momento de sugerir uma alavancagem tecnológica na empresa.

Não conseguiu visualizar esse cenário? É fácil resolver o problema. Se você quer aprimorar a gestão de projetos no PCP, por exemplo, precisa de alguém que possa definir as etapas produtivas e padronizar as orientações sistêmicas. Se você já tem a pessoa certa para isso e conta com as informações necessárias para viabilizar essa iniciativa, ótimo! Tudo o que você precisa tem apenas três letras: ERP!

 

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  1. Defina as prioridades

Quem está à frente de uma operação tradicional e enxuta sabe que, no mundo real, é difícil focar em todas as operações de uma só vez. Seria ótimo implantar soluções completas e integradas em todas as esferas corporativas e de uma só vez, criando rotinas mais transparentes e eficazes em todos os setores da organização, não é?

O problema é que, muitas vezes, o cenário ideal não é o mais realístico, seja por falta de mão de obra — profissionais capazes de digerir a complexidade tecnológica, compartilhando-a com uma equipe ávida por resultados mais positivos — ou por uma questão de fluxo de caixa — que exige que investimentos sejam diluídos ao longo de um determinado período —, a verdade é que há prioridades que devem ser mantidas.

Ao decidir implantar o ERP ideal para o seu negócio, tenha em mente quais são suas necessidades mais urgentes. Precisa de uma frente de loja integrada à gestão de estoque e à escrituração fiscal? Ótimo, comece por aí. Sua maior demanda é no PCP e você não pode continuar ignorando as falhas de qualidade no processo? Sem hesitar, busque um software capaz de reduzir sua dor de cabeça com produtos acabados e, de quebra, eliminar o retrabalho na fábrica.

No fim do dia, só você e sua equipe podem decidir o movimento mais viável. Uma coisa, porém, é inegável: o ERP certo, aquele que se molda com facilidade às suas operações e preenche com propriedade as lacunas processuais, é um investimento com retorno já no curto prazo.

 

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A essa altura, deu para perceber que a escolha certeira de um ERP exige uma análise crítica e uma certa dose de mão na massa, certo? Para além de qualquer dificuldade, entretanto, a tecnologia de gestão abre um novo horizonte de possibilidades poderosas, prontas para otimizar recursos — físicos, financeiros, humanos e de tempo — e para alavancar resultados no curto, médio e longo prazo.

Não dá para ignorar essa promessa. Concorda? E você só precisa de uma boa decisão para isso.

 

Por que o Areco ERP é a melhor escolha?

A tecnologia de gestão é uma fonte inesgotável de análises e faz jus à sua importância na rotina das empresas mais competitivas. E não seria para menos, né? O software integrado é um valioso aliado das companhias (e dos líderes) de alta performance, empoderando profissionais e departamentos para que os resultados coletivos sejam cada vez mais significativos.

O Areco ERP é a tecnologia que acompanha empresas e pessoas, favorecendo o desenvolvimento operacional enquanto aprimora a capacidade estratégica do negócio. Nós provemos a inteligência de negócios para que você possa extrair o máximo potencial dos recursos disponíveis, fazendo a diferença no mercado.

É fácil entender o motivo de tanta eficiência: o Areco ERP automatiza processos, elimina o retrabalho e minimiza as chances de erro nas atividades rotineiras, integrando departamentos e agregando valor aos processos corporativos.

Do back office ao balcão, passando pelo PCP e pelo compras, o software centraliza informações e facilita a visualização completa de dados, permitindo que os líderes estejam sempre na dianteira de suas operações e conheçam profundamente as suas necessidades. Duvida? São milhares de telas amigáveis para facilitar rotinas integradas e mais de 2.000 relatórios já disponíveis na base do Areco ERP. Um verdadeiro mapa do tesouro — com a bússola para indicar o caminho do melhor desempenho.

O Areco ERP é um sistema 100% modular e que permeia todo o workflow corporativo. Além disso, é multimoedas, multiempresas e multi-idiomas, favorecendo o desenvolvimento sustentável e escalável do seu negócio.

Pode respirar fundo e ficar tranquilo: se, no início, você não tinha certeza sobre como escolher o melhor ERP, agora você está frente a frente com a tecnologia ideal para atender às suas necessidades mais urgentes e, claro, também para suportar a suas ambições mais estratégicas.

Explore todo o potencial do Areco ERP no seu dia a dia!

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A rastreabilidade como diferencial competitivo nas indústrias

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O conceito de rastreabilidade ganhou relevância e destaque há alguns anos. Desde que o consumidor se tornou mais exigente, demandando registros atualizados e informações completas, foi possível notar um movimento interessante nas manufaturas de todo o mundo: fortalecia-se a preocupação com o mapeamento de insumos, de modo a garantir a integridade da matéria-prima e a qualidade do produto acabado.

Hoje, os processos de rastreabilidade são essenciais e até mesmo obrigatórios para alguns setores industriais, como o alimentício, agrícola e o farmacêutico. Além disso, a centralização de dados, integrando documentos ao longo de toda a cadeia produtiva, permite que haja mais agilidade e confiabilidade no manejo da mercadoria, em seu estágio bruto ou recém-acabada.

O que é rastreabilidade?

Rastreabilidade é a capacidade de conhecer todo o caminho de uma determinada matéria-prima, desde sua origem até o produto final. A rastreabilidade surgiu por conta da demanda da indústria em manter um controle eficaz da produtividade e também pelo fato de alta exigência dos consumidores.

Seu objetivo basicamente é criar o controle para a produção e transparência sobre os processos para o cliente final, garantindo uma visualização completa de todo o ciclo produtivo de um produto.

Entre as opções mais comuns para se realizar esse rastreio estão códigos de barras, RFID (Radio-Frequency IDentification) e 2D Data Matrix, sendo que todos demandam o auxílio de equipamentos de leitura.

Como funcionam o RFID e 2D Data Matrix?

RFID (Radio-Frequency Identification)

Um sistema de RFID é composto, basicamente, de uma antena, um transceptor, que faz a leitura do sinal e transfere a informação para um dispositivo leitor, e também um transpônder ou etiqueta de rádio frequência, que deverá conter o circuito e a informação a ser transmitida.  Estas etiquetas podem estar presentes em pessoas, animais, produtos, embalagens, entre outros.

Assim, a antena transmite a informação, emitindo o sinal do circuito integrado para transmitir suas informações para o leitor, que por sua vez converte as ondas de rádio do RFID para informações digitais. Agora, depois de convertidas, elas poderão ser lidas e compreendidas por um computador para então ter seus dados analisados.

2D Data Matrix

O código de barras Data Matrix é uma simbologia de código de barras 2D (bidimensional), que pode armazenar de 1 até cerca de 2.000 caracteres.Esses algoritmos permitem o reconhecimento de códigos de barras que estejam até 60% danificados.

Qual é sua importância?

Uma das principais razões pela qual a rastreabilidade tem se tornado algo fundamental nas indústrias é a exigência dos consumidores, que mantêm uma consciência ambiental e não querem comprar produtos ligados a crimes ambientais ou cultivados de forma irresponsável, como crueldade animal, toxidade, poluição, entre outros.

Além disso, a rastreabilidade permite que a própria indústria visualize seus processos de forma mais clara e entenda melhor o seu ciclo de produção, podendo encontrar gargalos na produção.

Quer entender mais sobre gargalos de produção? Recomendamos a leitura deste artigo exclusivo que elaboramos, basta clicar na imagem abaixo.Blog  A rastreabilidade como diferencial competitivo nas indústrias

A rastreabilidade enquanto diferencial competitivo

Não é nenhuma novidade que o mercado é um cenário de concorrência acirrada e que a constante busca por inovações que otimizem processos não é apenas importante, mas totalmente essencial.

As empresas que buscam se destacar – ou até mesmo se manter no mercado – precisam entender que os consumidores estão cada vez mais exigentes e preocupados com as origens e processos dos produtos. Portanto, caso você não adote a rastreabilidade você corre o risco de ficar para trás e seus consumidores escolherem outra organização que já utiliza desse sistema por, assim, ter mais confiança e segurança na decisão de compra do produto ou serviço.

Por exemplo, no segmento de Alimentos e Bebidas o acompanhamento das informações obtidas através dos sistemas de rastreabilidade podem eliminar ou prevenir riscos de saúde, a utilização de matérias primas produzidas em área de desmatamento e o emprego de mão de obra escrava. Certamente um grande passo em direção ao fornecimento de alimentos mais seguros, confiáveis, sustentáveis e éticos.

Neste contexto, a incorporação de ferramentas que gerem benefícios operacionais e estratégicos reserva grande atenção. Contudo, no que se refere à rastreabilidade de itens é válido mencionar que sistemas integrados de gestão proporcionam excelentes diferenciais competitivos às indústrias focadas em produtividade.

Então, neste caso o que um sistema integrado pode oferecer quanto a rastreabilidade é:

Redução de custos 

A otimização de despesas é uma prioridade na maioria das empresas modernas. Cortar custos sem, no entanto, interferir na qualidade da produção é um desafio contínuo.

A rastreabilidade de itens também contribui para que recursos sejam dispendidos com mais eficiência: ao compreender o funcionamento íntegro da cadeia produtiva, é possível encontrar e analisar eventuais gargalos, melhorando processos e maximizando os retornos.

Otimização de estoque

O estoque é sem dúvida uma preocupação nas indústrias. O capital investido na disponibilidade de matérias-primas costuma ser expressivo e, por isso, é necessário que haja sinergia no monitoramento dos insumos.

Além da garantia de acessar mercadorias de acordo com as demandas da operação, as rotinas de estoque também ganham bastante com a rastreabilidade: é possível identificar a qualidade dos materiais e, consequentemente, potencializar a efetividade da produção.

Ganho de eficiência produtiva

O controle de matérias-primas e produtos acabados ressaltam o compromisso com a assertividade da operação. Seja para testar a qualidade de uma mercadoria adquirida, seja para certificar a procedência de um item vendido, a rastreabilidade faz toda a diferença na rotina produtiva da indústria.

Dessa forma, não seria equivocado dizer que o monitoramento integrado de itens acelera o desenvolvimento de performances, garantido que resultados mais consistentes sejam alcançados .

Manutenção da conformidade

Por fim, é pertinente ressaltar que, em muitos segmentos, a rastreabilidade é obrigatória. Em indústrias de Alimentos e Bebidas, por exemplo, é essencial manter registros de origem para insumos e produtos acabados. No setor químico, por sua vez, principalmente no ramo farmacêutico, a obrigatoriedade também é válida.

Por isso, mais do que uma medida para ganhar mercado e manter a competitividade, o rastreio de mercadorias é uma exigência legal. Vale se certificar!

Rastreabilidade no Areco ERP

A tecnologia do Areco ERP é totalmente aderente às indústrias e, por isso, os processos de rastreabilidade foram incorporados ao sistema de modo íntegro e eficiente.

O módulo de Qualidade, por exemplo, assegura que os procedimentos da fábrica sejam definidos e parametrizados, viabilizando a replicação operacional de forma organizada e segura. Além disso, o controle de produtos via IQF (Índice de Qualidade do Fornecedor) também corrobora a preocupação com a qualidade dos insumos.

No que compete à rastreabilidade, o controle de lotes é endossado antes, durante e após a manufatura dos itens. Relatórios completos — que são facilmente configurados e gerados via Areco ERP — garantem o monitoramento das mercadorias que entram (compradas pela empresa) e que saem (produtos acabados, já vendidos), promovendo e fortalecendo análises que assegurem a conformidade do estoque.

Não seria equivocado dizer, portanto, que o Areco ERP se posiciona como um instrumento capaz de potencializar as rotinas de rastreabilidade, alavancando a segurança e a eficácia dos procedimentos na fábrica. Além disso, a integração de áreas e processos uniformiza as rotinas e suprime a incidência de erros, tornando a indústria cada vez mais enxuta, rentável e competitiva.

Quer saber como o Areco ERP pode transformar a sua indústria?

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Os principais desafios das Indústrias de Aço e Metal

Os principais desafios das Indústrias de Aço e Metal

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Conheça alguns dos principais desafios das Indústrias de Aço e Metal e, a partir disso, atue com estratégias que favorecem o desenvolvimento da companhia — e do mercado.

Confira!

 

Profissionalizar o chão de fábrica

Nas indústrias de Aço e Metal, a relevância de alavancar a produtividade do chão de fábrica, padronizando e profissionalizando as equipes da planta, é notável e necessária. Afinal, bons resultados operacionais geram retornos significativos e permitem um crescimento positivo e duradouro.

O aprimoramento dos times fabris, depende sim de uma série de fatores estratégicos, porém está ligado principalmente à dois fatores específicos: capacitação de profissionais e disponibilidade de ferramentas. Vamos entender a melhor maneira de realizar a capacitação de profissionais dentro do chão de fábrica – um dos desafios das Indústrias de Aço e Metal:

 

1. Construa seu time dos sonhos

O primeiro passo para começar a construir uma estratégia ideal para ter um time dos sonhos dentro do setor de chão de fábrica, ou em qualquer outro setor, é iniciar pela contratação. O primeiro passo é a construção de uma candidate persona – o candidato ideal. Este termo servirá para nortear a empresa em relação à construção de um candidato semi-fictício.

Ter em mãos as características deste candidato semi-fictício dentro do processo de contratação ajudará tanto no direcionamento correto das propostas de emprego como na condução do time de RH com os candidatos.

Com esse perfil em mãos, será possível que:

  • Os anúncios para essa vaga sejam feitos em locais que este candidato costuma frequentar;
  • O processo de recrutamento e de seleção seja encurtado e efetivo;
  • A seleção dos currículos e a condução das entrevistas seja feita de acordo com o perfil;
  • Já que a contratação será mais eficiente e precisa, logo o turnover (desligamento de colaboradores) da empresa tende a diminuir.

 

2. Planejamento não é feito apenas por líderes da área e gestores

Sabemos que um dos grandes desafios das indústrias de aço e metal é focar e ser assertivo. Tanto na gestão de processos quanto na gestão de pessoas. Porém, como já tratamos em outros artigos, uma gestão e decisões centralizadoras podem ser um verdadeiro tiro no pé. Não estamos dizendo para você que a empresa inteira deve tomar as decisões de forma conjunta. É viável e necessário que existam pessoas consideradas peças-chave para coletar todas as informações e, a partir delas, tomar uma decisão final.

No entanto, para que essa decisão final seja tomada ou processos possam evoluir, é necessário que, durante o planejamento, sejam levadas em consideração as opiniões e informações dos colaboradores que estão na linha de frente. São eles que mostrarão quais são as principais dificuldades e trarão insights valiosos sobre como resolvê-los.

Dessa forma é fundamental que tanto os setores estratégicos quanto as áreas operacionais se comuniquem e estejam alinhados. São estes dois setores que, juntos, vão melhorar e trazer inovações efetivas para os processos de toda operação. A comunicação entre essas áreas deve ser constante.

 

3. Gestão à Vista

Após as reuniões entre equipes serem definidas com uma certa periodicidade, passa então a estar no momento de compartilhar informações importantes do processo produtivo para serem compartilhadas com toda a equipe. Diversas fábricas utilizam a metodologia Gestão à Vista como forma de vencer os desafios das indústrias de Aço e Metal.

Esta metodologia diz respeito ao compartilhamento de informações e deixar evidente para todos os colaboradores para onde a empresa está caminhando e qual o cenário atual. A ideia é que todos os colaboradores possam ter acesso as informações e feedbacks em tempo real. Assim, passam a estar aptos à realizar ajustes e atualizações necessárias.

Por exemplo, um motorista está viajando do ponto A para o ponto B. Este motorista percebe, ao observar o GPS, que houve um problema na sua rota. Quando ele observa em tempo real ou é avisado de forma prévia, pode antecipar-se e fazer os ajustes necessários de rota para chegar ao ponto B com êxito.

Alguns exemplos que podem ser bastante úteis para iniciar a implementação da Gestão à Vista são:

Blog  Os principais desafios das Indústrias de Aço e Metal
Infográfico de como realizar Gestão à Vista – Os principais desafios das Indústrias de Aço e Metal.

 

4. Tecnologia aplicada aos desafios das Indústrias de Aço e Metal

Nos últimos três tópicos pudemos observar o quão importante é estabelecer métricas e planejamentos para atingir novas metas e ter o controle da produção. Assim, conseguimos chegar à conclusão que o aprendizado técnico deve ser pensado como um fluxo contínuo de aperfeiçoamento. Ele deverá ser viabilizado por meio de treinamentos e reuniões recorrentes. Formatado de forma a suprir as lacunas de cada função, as ferramentas de otimização precisam ser incorporadas de modo integrado, permeando todo o workflow e, assim, beneficiando a empresa como um todo.

Ao contar com um Software capaz de padronizar as operações da fábrica, automatizando as atividades da linha produtiva, a indústria empodera seus colaboradores e confere mais segurança às demandas de rotina, limitando a interferência sistêmica e reduzindo as chances de erros manuais.

 

Otimizar recursos e resultados

Um sistema integrado de gestão — também conhecido como ERP — é sinônimo de coerência e de produtividade. Uma vez introduzida na rotina da fábrica, a tecnologia contribui diretamente para alavancar o desempenho da companhia, impulsionando resultados individuais e coletivos.

Para além dos recursos humanos, porém, as possibilidades de otimização são profundas e fazem toda a diferença nos balanços financeiros da empresa. O estoque, por exemplo, é uma área sensível e que exige controle consistente para que permaneça lucrativa.

Quando há falhas no monitoramento da armazenagem, é provável que também haja prejuízos. Excessos no acúmulo de lotes, bem como desorganização nas táticas de escoamento (FIFO, LIFO e FEFO, para citar algumas), são causas diretas de perdas financeiras — e comprometem a lucratividade da indústria.

Para maximizar os retornos, sejam eles humanos ou financeiros, o investimento em mecanismos de tecnologia é fundamental. Por um lado, o software integrado de gestão permite o acompanhamento do estoque em tempo real.

O controle é feito por unidade selecionada de medida e, ao mesmo tempo, por peso teórico. Por outro, o ERP garante o acompanhamento dos indicadores homem/máquina, facilitando a identificação de eventuais gargalos.

Para alcançarmos um patamar estratégico e de gestão baseada em dados e indicadores, é fundamental:

 

1. Estruturar os dados

A estruturação de dados nada mais é do que organizar os seus dados dentro da plataforma ou software que você esteja utilizando de forma inteligente. Então, armazenar todos esses dados de uma forma lógica e estruturada permite que toda vez que você precisar acessar esses dados novamente, será mais conveniente. Por conveniência podemos dizer que você otimizará tempo para acessar aquele dado.

Dentro do Software ERP, para que a estruturação de dados seja efetiva, é importante que: os processos sejam catalogados corretamente e os fluxos sejam assimilados.

 

2. Eliminar os retrabalhos

Uma vez reforçada a importância do ERP na produtividade da indústria, é pertinente observar de que forma a tecnologia de gestão atua, também, de forma a eliminar o retrabalho na fábrica.

Evidentemente, ambas as situações estão essencialmente interligadas: se há altas taxas de retrabalho — consequentemente demandando nova mobilização de recursos e, na maioria dos casos, também gerando desperdícios de recursos — é bastante provável que a produtividade esteja comprometida.

A combinação dos dois elementos é perigosa e, caso seja identificada, deve ser imediatamente corrigida, permitindo que a operação volte a trilhar um caminho saudável de desenvolvimento.

O ERP, quando aplicado no cotidiano fabril, viabiliza e otimiza etapas crucial do processo produtivo: o planejamento de produção, por exemplo, permite o cruzamento de dados (curva de demanda, saldo de estoques, disponibilidade de máquinas) e torna a execução mais segura e rentável.

 


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Com estas ações realizadas, teremos alto grau de confiabilidade nos dados de estoque, custos, tempos de trabalho, retrabalhos, disponibilidade de carga máquina, simulações de entregas para o setor comercial. Enfim, desde a demanda do mercado até os encerramentos contábeis obedecendo os rigores fiscais, ficarão automatizados e permitem assim que a visão estratégica se baseie em dados reais e fidedignos.

 

Investir em inovação e tecnologia

Uma indústria capaz de inovar é, sem dúvida, uma empresa apta a prosperar (e não apenas a sobreviver). Para dar vazão a novos projetos, entretanto, é preciso assegurar a capacidade produtiva da empresa e criar espaço para que novos projetos — produtos ou mercados, por exemplo — sejam postos em prática com sucesso.

Como mencionamos anteriormente, o ERP funciona como um suporte ao desenvolvimento operacional e estratégico. Ele estimula e valida inovações que endossam os retornos (e os caixas) da fábrica. Quando os líderes e colaboradores do setor são capazes de enxergar toda a cadeia de modo transparente, contando com o apoio de relatórios claros e atualizados, é mais fácil encontrar gaps e trazer insights para a inovação dos processos.

A Riferplast, especializada em calderaria, estamparia e ferramentaria, é cliente da Areco Sistemas Empresariais. Confira o que Miguel, Gerente de Implantação, tem a dizer sobre os benefícios da tecnologia nas rotinas da indústria.

 

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Como garantir a conformidade do eSocial e evitar multas em 3 passos

Como garantir a conformidade do eSocial e evitar multas em 3 passos

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A obrigatoriedade do eSocial causou certa incerteza entre os gestores, uma vez que exigiu adaptação operacional e sistêmica para assegurar a conformidade dos processos frente aos órgãos regulatórios.

Atualmente, porém, com as fases mais avançadas do projeto já em curso, é natural que a preocupação sofra um deslocamento significativo: em vez de construir cenários possíveis para a entrega dos documentos, analisando opções viáveis, mas ainda hipotéticas, as lideranças devem partir à ação e balizar suas rotinas em novos padrões e novas ferramentas.

Caso haja negligência na entrega das informações internas, o prejuízo é considerável e pode comprometer o fluxo de caixa da empresa. As multas variam de acordo com o desvio — falta de comunicação acerca de férias ou ausência de exames médicos obrigatórios, por exemplo — e podem somar um valor alto, a depender da gravidade e da recorrência do problema.

Para evitar complicações financeiras e transtornos com o Governo, é importante que os gestores estejam conscientes da situação de suas companhias e, assim, ajam de forma transparente e objetiva.

Confira as principais dicas para se manter a par das demandas e garantir o cumprimento das exigências no prazo determinado!

 

1. Dissemine informações entre as equipes

Entender as particularidades do processo e a extensão das obrigações do eSocial é essencial para que as atividades rotineiras sejam eficientemente cumpridas. Por isso, é válido que as equipes — principalmente as diretamente envolvidas nos trâmites do envio — estejam por dentro dos prazos estabelecidos pelo Governo.

A tarefa de informar a equipe, porém, não deve se restringir aos profissionais diretamente responsáveis pela submissão dos dados: quando todo o quadro de funcionários está consciente a respeito das demandas do eSocial e da importância de mantê-las em dia, fica mais fácil obter o comprometimento dos colaboradores.

Pense, por exemplo, em uma das obrigações mais prementes: a atualização cadastral. O eSocial estabelece que quaisquer mudanças de endereço sejam imediatamente comunicadas, via documentação no sistema. O conhecimento do fato, porém, precisa chegar à empresa. Se o funcionário peca em repassar a informação, a organização falha em transmiti-la ao Governo — e a situação pode implicar em multas.

Dessa forma, a necessidade de mobilizar todo o time, ressaltando a importância e abrangência do eSocial, fica cada vez mais evidente. Certifique-se de pontuar que o sucesso da operação também depende do esforço individual de cada um!

 

2. Assegure o entendimento das obrigações e de suas particularidades

Assim que anunciado em bases formais, com prazos cronogramas estabelecidos, o eSocial suscitou um clima de insegurança entre os gestores —  independentemente do porte ou do segmento da empresa que administravam.

As dúvidas eram vastas, dinâmicas e envolviam preocupações complexas. Uma das mais recorrentes dizia respeito ao modo prático de operação, da compilação de dados aos inputs no sistema do Governo. Com a unificação das informações dos trabalhadores (desde o princípio, o objetivo primordial do eSocial) e uma série de novas integrações previstas, podia ficar difícil visualizar o andamento do processo em linhas claras e eficazes.

Para atender às novas demandas e corresponder às exigências fiscais, foi preciso investir em capacitação de equipes. Não convém, porém, cessar o estímulo à aprendizagem após a etapa inicial de entregas: com a implantação ainda em curso e fases complementares oficialmente previstas, os aprendizados são constantes e devem permear a operação de rotina.

Para tanto, é imprescindível que os líderes invistam em profissionalização de processos e forneçam ferramentas consistentes à equipe. Treinamentos, workshops e aperfeiçoamentos, afinal, são formas valiosas de garantir a aderência operacional e manter a confiabilidade dos dados remetidos ao Governo.

 

3. Automatize tarefas e invista em integração de processos

O sucesso do eSocial está, sem dúvida, diretamente associado à qualidade da operação cotidiana. A noção de qualidade, por sua vez, sugere a eficiência e a transparência das rotinas administrativas e de gestão de recursos humanos, assegurando a conformidade da empresa perante as normas do Fisco.

Para evitar transtornos e multas ligadas ao eSocial, a centralização de informações e a integração de rotinas despontam como armas valiosas e indispensáveis. Os gestores precisam entender a urgência de padronizar e automatizar as demandas internas, sob o risco de incorrer em sérios prejuízos fiscais — além de operacionais, ligados aos resultados globais da empresa.

Com o intuito de maximizar a performance e, claro, de manter o fluxo coeso de informações trabalhistas via eSocial, é fundamental que haja investimentos precisos em tecnologia de gestão. Somente ao contar com uma ferramenta robusta, aderente e capaz de concentrar todas as informações do RH — do ponto eletrônico ao ASO (Atestado de Saúde Ocupacional) —, é possível certificar a conformidade da operação frente às exigências do Governo.

O Areco ERP reúne todos os mecanismos para atender plenamente ao eSocial. Todas as informações do funcionário, bem como os dados do vínculo empregatício, são registradas no sistema desde o momento da contratação.

O software está conectado ao Governo e, em poucos cliques, automatiza os envios. Basta que a equipe se certifique da veracidade das informações arquivadas no ERP para que, em poucos minutos, as guias devidas sejam remetidas às instituições responsáveis. A equipe de RH ganha agilidade e os gestores têm a segurança de que lidam com processos transparentes, eximindo a empresa das multas do eSocial.

 

 BÔNUS 

Os recursos humanos são, sem dúvida, um dos insumos mais importantes às organizações competitivas. Para administrá-los de forma eficiente, o Areco ERP disponibiliza uma série de ferramentas diferenciadas.

No módulo, também é possível, por exemplo:

  • Arquivar a documentação de feedbacks, favorecendo o rápido acesso às ações de desenvolvimento propostas para o colaborador;
  • Monitorar e evolução de carreira do profissional, registrando datas e promoções de forma pormenorizada;
  • Extrair relatórios completos, com filtros personalizados, para entender tendências de perfil ou indicadores de absenteísmo.

O Areco ERP é a tecnologia ideal para potencializar rotinas internas e externas de RH: ao mesmo tempo em que os gestores desfrutam de pleno domínio sobre as informações de seu quadro de funcionários, as equipes de recursos humanos desempenham rotinas operacionais, principalmente as legais, de forma mais rápida e segura.

 

 

Conheça um pouco mais sobre o novo ERP da sua empresa

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(19) 3849-4355

System updates: why Areco ERP is the best option?

System updates: why Areco ERP is the best option?

The market, by itself, is a very volatile environment. Competitiveness requires companies to be constantly adapting, finding more efficient ways to produce and manage with intelligence.

In parallel, but with direct implications, also happens the technological evolution. With the mission of automating, optimizing, and leveraging, innovations come to companies with significant power – that can represent the ability to survive and, more than that, to thrive.

There are also legal guidelines that must be followed by all type of organization, regardless of the size or segment to which they are involved. For each characteristic and/or operational particularity, a series of requisitions presupposes alignment with the tax and tax rules, demanding extreme integrity in the conduct of business.

The three factors, which are an inseparable part of business activity, need to be treated seriously. Any negligence can result in serious hazards and considerable damage.

The key to standardized processes and appropriate to market requirements, therefore, is the management technology. But the choice requires attention: dismiss the implementation of software that doesn’t  innovations – by failing to regularly provide new features that maximize the performance of operational routines – and to make access to legal updates (new laws on the incidence of taxes, for example) even more wearing, bureaucratic and costly.

 

Conformity and Competitiveness: Why is an Upgraded System Important?

For the managers oriented to results, the market volatility is not new anymore. Contrariwise: Now, leaders are aware that changes must be faced as valuable opportunities to build strong competitive differentials.

In this circumstance, the management tools are fundamental for operational synergy and strategic consistency. It is not enough when company improve business processes if it makes serious mistakes when designating the proper Natures of Operation, for example.

Likewise, there can be no growth prospect if managers are deprived of reports and balance sheets that enable excellent planning, able to optimize business resources and leverage financial results.

The tax area, in it’s turn, is one of the most impacted when a lagged system is used to manage the department’s routines. More than rework, which inflates costs unnecessarily, legal risk is serious and needs to be taken in consideration.

The Treasury, as a regulatory and supervisory agency, is very rigid and any deviation can be severity punished – generating extremely high fines and, in some cases, even making the organization unfeasible.

In order to avoid disruption and damage, it is important that systemic technology is up-to-date and adheres to the segment needs. By having robust and reliable software, the manager can focus on what is really relevant to his strategic performance, making decisions more secure and effective without wasting time with operational inferences.

Therefore, it would be consistent to say that, in order to serve the most diverse objectives – positively influencing all the corporate sectors, from Commercial to Controllership – ERP emerges as the ideal mechanism to centralize information, automate routines and maximize team performance. But not only that: it is, in fact, an indispensable tool to maintain legal compliance (mainly tax) and leverage competitiveness.

 

Free updates: why Areco ERP is the best option?

Once reforced the importance of having an up-to-date ERP capable of responding to the legal demands inherent in business activity has been reinforced, it is worth noting that the choice of supplier is decisive for the success of the business relationship – and, for a number of factors, also for growth of each of the parties involved.

Before insisting, ask and know the process that governs the version updates. Explore the timing of new releases and check the conditions for mandatory and high-impact changes – especially tax and accounting.

By 2018, for example, a lot of regulations came into effect and required companies to adapt to entirely new routines. E-Social, which significantly changed the demands of the HR area, and EFD-Reinf, which integrates the SPED module, were some of the most impacting obligations of the year.

The legal novelties are usually quite exhausting. For some companies, however, the process was even more complex: version upgrades, without which it would not be possible to operationalize the new requirements, were marketed at very high levels.

At Areco ERP, all spontaneous updates are free of cost. Regular changes (such as the insertion of a new field or the change of a certain flow, communicated by Release Notes), as well as large functionalities (eSocial and EFD-Reinf), do not imply an additional burden: the company pays nothing but maintenance monthly to have released versions and thus meet all tax and tax requirements (at federal and state level).

The security of having a robust and up-to-date tool, with no negative surprises in launching new versions, allows the manager to have more peace of mind to think about what really matters: perpetuating the operation in a sustainable and profitable way.

In practice, Areco ERP emerges as the most cost-effective solution on the market. In addition to upgrades at no additional cost, a host of other benefits-from product and services-help the company gain performance and results.

 

Areco is committed to the success of each client. Want to know how we can help you make more strategic and effective decisions?

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Business financial planning: why it matters and how to do it

Business financial planning: why it matters and how to do it

Business financial planning is undoubtedly one of the first steps to enable a business idea and, then, to perpetuate operation competitiveness. In this case, planning is essential and monitoring, indispensable!

In order to ensure the financial health of the organization by controlling cash flow movements, it is necessary time to gather relevant informations, organize business data and, of course, act strategically.

 

What is, in practice, business financial planning?

The financial area is, for most companies, one of the most sensitive business departments. Given its importance in productive capacity and competitiveness, the position is fair and justifiable – and must be viewed with seriousness and commitment.

For each type of company, according to its routines particularities and established processes, there are characteristics that must be evaluated when formatting growth plans. It is precisely for this, with the purpose of delimiting resources and setting goals, that financial planning gains importance and meaning.

In practice, planning the financial strategy consists of accomplishing a projection of revenues and expenses, examining a pre-established period. From this, the manager is able to investigate variables, analyze historical data and design new scenarios, understanding in a more detailed way the most timely (and financially viable) directions to the company.

 

Why is business financial planning important?

In a competitive volatile market, where changes are constant and innovations occurs at all times, it is critical that managers maintain strict control over their operations and results.

Financial planning, as a scenario forecasting strategy, allows decisions to be more cohesive, assertive and productive, contributing to the company competitiveness gain – and can accumulate increasingly expressive returns.

In general terms, the main advantage of this type of resource is to give clarity to corporate positions. There is, of course, more precision in financial movements (of revenue and expenditure, for example) and more security in operational developments – what leaders need to decide when searching for good opportunities.

Thus, in the short term it is possible to visualize the positive consequences of a more synergistic and aligned process, meeting goals and business demands. In the long term, in turn, financial health is ensured and the strength of productive capacity becomes increasingly evident.

 

How can an ERP maximize the financial planning of your company?

Technology is already the reality of the most profitable companies. To be ahead of the competition, it is crucial to have good management resources implemented, endorsing strategic activities just like financial planning.

The use of an ERP system, which centralizes information and integrates all areas of the business, is the key to a more efficient and crystal clear operation. The functionalities of the software ensure that the manager can follow the analysis methodology and, thus, build his own corporate strategy.

Among the benefits of an ERP in the construction of an optimal financial planning, there are:

• The ability to analyze the historical and predictive context, contrasting seasonality reports with demand forecasts based on past data;
• Vulnerabilities alerts, speeding up the correction of possible deviations that could impair operations performance;
• The identification of new opportunities, allowing productivity gaps to be reversed at competitive differentials;
• The endorsement of objectives and goals, considering the ability to analyze performance reports, dashboards, contrast them with evaluation metrics and thus attest to the feasibility of more aggressive challenges;
• The ability to monitor, day by day, the KPI of each operation, ensuring agility in decisions that can positively impact corporate results.

The ERP system is the ideal solution to add more reliability and transparency to contemporary management. By having up-to-date data and lean processess, managers maximize the effectiveness of their decisions and can focus on what truly adds value to operations.

In this context, business financial planning can be described as a valuable tool, capable of strengthening productive routines and enhancing the organization’s performance – making it financially healthier and more profitable.

Want to know what Areco ERP can do for you and your business?

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Inovações tecnológicas na indústria: conheça as principais mudanças

Inovações tecnológicas na indústria: conheça as principais mudanças

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Nos últimos anos, o segmento industrial brasileiro enfrentou momentos difíceis. Desde 2014, o setor acumulava desempenhos negativos e só conseguiu voltar a crescer em 2017 — quando apresentou alta de 4,3%. Para os gestores da área, é tempo de investir em processos eficazes e de fortalecer a competitividade.

A preocupação é justa e não podia ser mais adequada. Com a retomada do mercado, a concorrência se acirra e é preciso investir em técnicas eficientes para otimizar rotinas e maximizar performances. Na prática, a tecnologia é a ferramenta capaz de proporcionar os ganhos esperados e, claro, de endossar o cenário de desenvolvimento, melhorando continuamente os retornos do segmento.

A tecnologia como oportunidade na indústria

Há muitas décadas, o mundo não é mais limitado por barreiras físicas. Hoje, com a supressão de distâncias, a concorrência se intensificou e forçou as indústrias a buscarem competitividade e inovação.

Trata-se, sem dúvida, de um processo contínuo. A evolução tecnológica é perene e assim deve ser, também, o desenvolvimento do setor industrial. Para além da incorporação de novas técnicas de produção, é preciso implantar recursos que maximizem a produtividade e interfiram positivamente no desempenho do negócio.

Não seria equivocado dizer, portanto, que a tecnologia desponta como a grande oportunidade das indústrias brasileiras. As últimas avaliações positivas, somadas às previsões de crescimento do PIB para 2019, nutrem um panorama promissor para que sejam viabilizados investimentos em gestão e, como reflexo, registre-se expressivo aumento de competitividade — e lucratividade.

Inovações tecnológicas na indústria: quais são e como implantar

Gestores antenados já estão convictos de que as possibilidades de crescimento estão diretamente relacionadas à capacidade de inovar. A indústria 4.0 é o maior expoente desse novo contexto e vem demonstrando sua força a cada nova mudança implementada.

Entretanto, para assegurar o crescimento sustentável, adotando princípios inovadores de forma a perpetuar as operações e prover lucros cada vez mais atrativos, é fundamental que haja a segurança de rotinas bem estabelecidas, bem como o amparo de estruturas coerentes que as resguardem.

Conheça algumas das principais disrupturas tecnológicas, fomentadas e fortalecidas pelos avanços da indústria 4.0, e entenda como é possível incorporá-las aos seus processos industriais — tornando-os mais coesos, transparentes e produtivos.

Análise de dados

Os dados têm sido encarados como a grande oportunidade das indústrias. Foi-se o tempo em que apenas a atividade produtiva, regulada pelo bom andamento das engrenagens do PCP, era suficiente para garantir a competitividade de uma fábrica.

Hoje, as análises de produtividade, bem como a avaliação de históricos sazonais e o acompanhamento de performances, ocupam um lugar primordial na rotina dos gestores industriais. É preciso antever movimentos e se preparar para agarrar novas oportunidades — antes que os concorrentes o façam.

Para viabilizar um cenário de crescimento exponencial, a análise de dados é cada vez mais indispensável. Ao dispor de dados críveis, é possível endereçar demandas, corrigir eventuais desvios e maximizar os retornos do negócio.

Impressão 3D

As primeiras impressoras 3D surgiram na década de 80. A popularização dos equipamentos, porém, é recente: somente há alguns anos sua aplicabilidade no contexto empresarial foi validada.

Atualmente, o potencial de inovação propiciado pela tecnologia é evidente — e as impressoras conquistam seu espaço nas indústrias do mundo todo. Seja para agilizar a reposição de peças em maquinários importantes, seja para eliminar processos terceirizados no acabamento de um produto, o fato é que as impressões 3D contribuem diretamente para otimizar recursos, reduzir custos e potencializar a agilidade produtiva.

Robótica avançada

Os robôs já são uma realidade nas indústrias. De acordo com um levantamento recente, somente em 2017 foram comercializados 381 mil robôs industriais em todo o mundo — um aumento de 30% em relação ao ano anterior.

Os avanços da robótica abrem um horizonte promissor também para as fábricas brasileiras. Com o objetivo de alavancar as linhas de produção, melhorando a produtividade das unidades de negócio, os robôs podem ser integrados aos fluxos do PCP e, mediante adequada integração sistêmica, são capazes de fomentar uma significativa vantagens de mercado.

Gestão facilitada

Apesar de toda a disrupção tecnológica, não é exagero dizer que nenhuma inovação surte efeito se, em paralelo à sua aplicação, não houver também um intenso esforço gerencial.

As lideranças industriais precisam contar com informações centralizadas, recorrendo aos dados de suas unidades sempre que houver a necessidade de tomar alguma decisão.

Além disso, os indicadores de performance são instrumentos essenciais para garantir que tudo corra conforme o planejado, minimizando retrabalhos e evitando desvios — que, por sua vez, podem culminar em prejuízos consideráveis, muitas vezes fatais.

Para suprir as demandas suscitadas pelo novo panorama de mercado — considerando a alta concorrência e a volatilidade do cenário empresarial —, já está claro que a tecnologia é a chave. E não apenas no que tange às inovações! O segredo está, na verdade, em propiciar a verdadeira qualidade gerencial, capaz de abarcar com eficiência as mudanças de vanguarda.

O Areco ERP é o recurso ideal para que as indústrias alcancem o máximo potencial. A tecnologia permeia todo o workflow e contribui para padronizar processos e centralizar informações, assegurando acesso rápido, seguro e transparente aos dados corporativos.

Uma vez na dianteira de seus indicadores, os gestores podem tomar decisões mais assertivas, validando, por exemplo, a necessidade e a oportunidade de implantarem uma inovação que pode alterar o desempenho do negócio — e maximizar os retornos operacionais.

Conheça o Areco ERP e veja a tecnologia de gestão pode alavancar sua indústria. Aproveite, também, e fale com um consultor!

Previsibilidade e gestão: tecnologia aplicada ao planejamento

Previsibilidade e gestão: tecnologia aplicada ao planejamento

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O mercado atual, tão competitivo quanto desafiador, não é muito tolerante com achismos. É justamente por isso que os gestores contemporâneos, cientes de que é preciso otimizar recursos para manter a competitividade, estão cada vez mais preocupados com a qualidade e com a efetividade de seus dados.

A segurança proporcionada por informações transparentes e críveis, geradas a partir do fluxo de operações da empresa, não pode (e nem deve) ser substituída por nenhum outro recurso.

Quando o gestor conhece, em detalhes, as particularidades de seus processos, fica mais fácil antever movimentos que podem ser decisivos na manutenção e no desenvolvimento do negócio. As previsões empresariais, portanto, são fundamentais para decisões mais assertivas e mais promissoras.

 

Por que é preciso investir em previsões empresariais?

A missão dos gestores, enquanto líderes de suas organizações, é a de tomar decisões estratégicas, inovadoras e competitivas com segurança. Em um mercado altamente competitivo e volátil, equívocos e desvios podem ser punidos com severidade — e, inclusive, comprometer a saúde e a viabilidade do negócio.

Neste contexto, a previsibilidade ganha destaque entre as organizações mais orientadas a resultados. Não se trata, por exemplo, de adivinhar qual será a próxima tendência, mas, em vez disso, de antever algum movimento interno e/ou externo que possa afetar (positiva ou negativamente) a evolução corporativa.

Imagine situações corriqueiras, ainda que determinantes: na produção, é possível que determinada matéria-prima sofra um aumento excessivo de preço, o que prejudicaria a competitividade do item em função da disparada do preço de venda.

Da mesma forma, uma disruptura externa, muitas vezes baseadas na ascensão de tecnologias que alteram o comportamento de consumo, pode causar certa obsolescência em produtos já estabelecidos, obrigando a empresa a pensar em um reposicionamento urgente de portfólio.

Diante dessas exemplificações, fica fácil perceber a importância das previsões empresariais no cenário contemporâneo do mercado. Prever, neste caso, significa estar preparado (e mesmo à frente) das alterações inevitáveis que acontecem no ambiente interno e externo.

 

Como é possível atingir uma gestão mais previsível?

Os desafios da gestão assertiva (e competitiva) são inúmeros — e se alteram com frequência, acompanhando o ritmo do mercado. Ao agregar mais previsibilidade às atividades de liderança e estratégia, é possível conferir mais segurança e efetividade às decisões.

Atingir e manter uma gestão mais previsível, portanto, deve ser uma meta empresarial. Minimizando riscos internos e externos, administrando-os de forma a encontrar oportunidades onde antes havia insegurança, desponta como um diferencial relevante e bastante consistente.

Dentre as previsões mais corriqueiras, ainda que indispensáveis ao cotidiano gerencial, estão:

  • de demanda, que devem ditar os ajustes de produção, por exemplo, de forma a suprir a procura pelos produtos comercializados;
  • financeira, que controla todos os recursos da organização e, assim, dita a necessidade de contenção ou a disponibilidade para investimentos;
  • processual, que regula os fluxos da operação e assegura que estejam seguindo a padronização estabelecida;
  • de ressuprimento, garantindo a capacidade operacional do negócio por meio da reposição de insumos.

Para além desses mecanismos de previsibilidade, porém, existem outros patamares de análise que podem representar vantagens competitivas à empresa. É o caso, por exemplo, da análise de BI.

Painéis gerenciais, construídos de acordo com as particularidades da operação, são recursos essenciais para garantir uma visão ampla e consistente, mas também altamente estratégica.

Ao visualizar seus indicadores-chave, o gestor tem mais tranquilidade para construir alternativas e, claro, também para deliberar. Neste caso, a capacidade de entender, via key insights, qual é o panorama geral dos processos e qual será o cenário nos próximos dias (semanas ou meses), endossa o tipo certo de gestão: a consciente. É, portanto, a máxima da gestão previsível.

 

A tecnologia como peça-chave na gestão efetiva

A tecnologia de gestão é a grande aliada dos líderes de alta performance. O panorama é justificável na medida em que o ERP, ao integrar fluxos e operações, empodera as pessoas por meio dos dados, garantindo que tenham uma visão clara e confiável dos resultados corporativos.

Não se tratam apenas de indicadores de performance, que medem o desempenho das atividades-fim. Há, também, as métricas de consulta, que servem como uma bússola capaz de apontar se a direção que está sendo percorrida é, de fato, a desejada.

Os sistemas de gestão são, portanto, ferramentas indispensável para permitir e endossar a administração previsível, uma vez que evidenciam desvios, que devem ser prontamente corrigidos, e também oportunidades, que devem ser aproveitadas tão logo sejam identificadas.

O Areco ERP é a solução ideal para a gestão previsível, orientada a resultados. O software é modular, integra todo o workflow empresarial e oferece uma gama de mais de 2.000 relatórios gerenciais. Na prática, todos esses recursos têm objetivos muito nobres: simplificar as rotinas, automatizar as operações e maximizar a performance da equipe.

 

Quer saber como podemos ajudá-lo?

Gestão financeira: principais erros para você evitar

Gestão financeira: principais erros para você evitar

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A gestão financeira é um dos pilares de qualquer organização. Os procedimentos de controle reúnem ações e métodos administrativos que contemplam desde o planejamento financeiro até a análise aprofundada das atividades da área, objetivando conduzir à melhoria contínua de processos e operações.

Portanto, considerando a relevância das atividades inerentes à gestão financeira, é importante assegurar o estabelecimento de padrões e o atento acompanhamento do desempenho empresarial no que se refere a seus resultados monetários.

Alguns erros, embora altamente nocivos, continuam sendo cometidos com recorrência nas organizações brasileiras. Isso pode ocorrer pela falta de conhecimento sobre a sua empresa e a gestão inadequada!

Mas, antes de irmos direto ao ponto, precisamos primeiro saber:

O que é a gestão financeira?

Você sabe como andam as finanças da sua empresa? Onde você investe mais, onde você investe menos. Sabe realmente no que deve investir? Tem uma previsibilidade de ganho, lucro e gastos? Sabe como otimizar as finanças para obter mais lucro? Essas respostas só serão esclarecidas se você possuir uma boa gestão financeira.

Então entendemos que, a gestão financeira consiste em todo o pensamento estratégico, as avaliações, as análises e as decisões relacionadas à otimização, manutenção e administração de recursos. Resumindo, a gestão financeira é o conjunto de medidas e procedimentos que visam potencializar e otimizar as finanças e os ganhos de sua empresa.

Essas ações são vitais para que uma organização obtenha bons resultados, pois permite estabelecer metas, estipular prazos e analisar se os resultados estão de acordo com o que estava planejado pela organização.

A gestão financeira também é baseada em algumas funções principais, tais como:

  • Planejamento financeiro: identificar problemas e desafios futuros e deixar claro a necessidade de crescimento da empresa;
  • Administração de ativos: estruturar os termos de risco e retorno dos ativos, de acompanhar defasagens entre entradas e saídas e fazer uma boa gestão de investimentos;
  • Administração de passivos: gerenciar a estrutura de capital de organização e garantir a estrutura de capital mais eficaz com relação a liquidez, risco financeiro e redução de custos.

Mas não se confunda, a gestão financeira é diferente do controle financeiro!

Controle financeiro x Gestão financeira

O controle financeiro funciona como um utensílio para garantir a qualidade da gestão financeira, fazendo assim um bom proveito dos controles para otimização dos processos, direcionar estratégias e garantir a visão de curto, médio e longo prazo. Deste modo, concluímos que o controle financeiro fornece um sistema de informações adequado para alimentar o fluxo de caixa, desde registros do presente quanto de planejamento futuros.

Em resumo, um bom controle financeiro é indispensável para ter uma boa gestão financeira. Os dois estando estritamente ligados, funcionando e atuando de forma correta na sua empresa, só trarão benefícios.

A gestão financeira representa o conjunto de ações, procedimentos e processos que dão auxílio e diretrizes à administração e ao controle financeiro das empresas. Pensar no futuro financeiro de uma empresa por meio da gestão é fundamental.

Nenhum gestor ou empreendedor quer apenas viver com as contas sempre no limite, certo? Por isso, a chave é uma boa gestão financeira atrelada a um rígido controle financeiro, assim o aumento do lucro se torna tangível. E claro, evita erros!


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Agora já entendemos o que é gestão financeira e a sua diferença do controle financeiro. Desta forma, vamos ao ponto:

Principais erros na gestão financeira

Se a sua empresa visa manter a alta performance deve ficar longe dos erros na gestão financeira. Este erros além de prejudicarem os negócios, prejudicam também a produtividade da sua empresa.

Veja a seguir:

Não controlar corretamente o Fluxo de Caixa

O controle do fluxo de caixa se trata de uma rotina que você deve adotar que consiste em registrar todas as movimentações financeiras realizadas pela sua empresa diariamente, como entradas e saídas. Então, funciona mais como uma ferramenta de controle do caixa no dia a dia da empresa, onde você consegue ver rapidamente a situação atual financeira.

Com ela sendo controlada da forma correta você trabalha com a previsibilidade, conseguindo obter dados estratégicos. Como, por exemplo, clientes que mantêm um bom histórico de pagamento ou fornecedores que recebem um volume significativo de dinheiro da sua empresa.

Essa ferramenta é essencial para o acompanhamento eficiente da rotina financeira. Auxiliando o processo de tomada de decisão e o planejamento de investimentos.


 Para ler depois:


Formatar preços de venda sem consultar a base de custos e as margens de contribuição

Ao precificar um produto, é necessário avaliar quais são os custos envolvidos na produção e qual é o ganho bruto sobre as vendas – ou seja, o que sobra à empresa após a cobertura de custos de produção e impostos referentes à comercialização do item. Os cálculos são necessários para que sejam praticados preços condizentes com as despesas da empresa, valorizando seus lucros.

Deixar de medir consistentemente a performance da empresa

O desempenho das organizações é direta e constantemente medido pelos resultados financeiros. Então,  a rotina de efetivar análises aprofundadas e completas que possam assegurar a saúde monetária da empresa é essencial, conferindo segurança ao negócio e suporte às decisões estratégicas que impulsionarão a empresa.

Para muitos, a preocupação está focada em apenas manter registradas todas as informações do que entra e sai do caixa. Contudo, se os dados não forem analisados assiduamente, fica praticamente impossível saber se a empresa está indo na direção correta.

É preciso levar em consideração custos, despesas, investimentos, vendas e impostos para apurar corretamente se a empresa está ou não alcançando os resultados almejados.

Misturar as contas pessoais e empresariais

Esse é um dos maiores erros que as empresas cometem e que geralmente afetam muito o desempenho e otimização financeira. Por vezes, o próprio dono do negócio é quem controla as finanças da empresa e, por isso, torna-se o gestor.

Quando tiramos dinheiro do caixa para pagar dívidas pessoais prejudicamos o capital de giro. Então, caso a empresa precise de dinheiro no futuro para suprir as necessidades reais dela, terá que recorrer a empréstimos, o que não seria o ideal. A empresa tem que ter condições de pagar as próprias dívidas.

Então, separe todas as suas contas pessoais das contas da empresa, isso também irá ajudar no momento da declaração de Imposto de Renda, uma vez que é muito mais fácil o resultado separado de indivíduos e empresas. Assim, faz com que o fluxo de caixa fique menos complexo.

Não considerar o capital de giro

É claro que para uma empresa crescer é preciso investir e, por isso, é fundamental contar com capital de giro. Ou seja, conforme a empresa cresce, as despesas também acabam crescendo, o que demanda uma gestão financeira eficiente para administrar seus custos fixos e variáveis e demais investimentos necessários para manter o crescimento do negócio.

Caso a empresa não tenha capital suficiente para manter em funcionamento as atividades básicas de operação, poderá comprometer seriamente seu funcionamento e a qualidade dos produtos e serviços que oferece.

Não controlar e analisar seu estoque

Lembre-se, se seu estoque está parado, você não está vendendo, então está perdendo dinheiro! Contudo, um estoque não pode ter muitos itens parados e, tampouco, itens em falta.

O importante é manter um equilíbrio, com produtos suficientes para suprir a demanda. Então, é extremamente importante saber a a quantidade exata dos itens de cada categoria que compõe o estoque, registrando corretamente as saídas e comparando-as com o registro de vendas.

Logo, faça um assíduo controle de estoque e entenda o seu cliente e suas necessidades, não faça compras desnecessárias e sem previsibilidade de venda, faça o controle com coerência e eficácia.

Falta de investimento em um software de gestão financeira

Investir em um sistema de gestão financeira é essencial para ter controle sobre todas as movimentações e operações da empresa. Assim, ele oferecerá informações precisas sobre fluxo de caixa, relatórios de vendas, folha de pagamento, estoque, contas a pagar e a receber, entre tantas outras funcionalidades indispensáveis.

Além disso, um sistema de gestão financeira pode ser integrado a todos os departamentos da empresa, centralizando as informações e possibilitando que todos os dados sejam acessados de qualquer lugar e a qualquer hora, bastando apenas poucos cliques.

O Areco ERP e a gestão financeira

O Areco ERP é uma solução de gestão que automatiza processos, elimina retrabalho e minimiza as chances de erro nas atividades cotidianas. Ao integrar departamentos e fornecer indicativos de desempenho geral e individualizado, o sistema confere transparência, efetividade e segurança na rotina operacional.

O Areco ERP é multi-moedas, multi-empresas e multi-idiomas, reunindo uma gama ampla de relatórios, telas gerenciais, suporte à auditoria em todas as telas e direitos de acesso para cada perfil de usuário. As ferramentas de Dashboards e Business Inteligence facilitam a visualização de indicadores importantes ao gerenciamento, sendo configuráveis de acordo com as necessidades da empresa.

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