Como garantir a produtividade da sua empresa em meio à crise?

Como garantir a produtividade da sua empresa em meio à crise?

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Sabemos que a princípio o momento agora é de atenção e corte de gastos nas empresas. Muitas companhias já vêm sofrendo os impactos negativos do COVID-19. Somente nos Estados Unidos já são 10 milhões de desempregados em apenas 2 meses.

Mas como garantir a produtividade da sua empresa em meio à crise? Quais medidas e ações devemos tomar? Como minimizar os impactos?

Devemos ficar atentos às mudanças e nos programar para a retomada, ainda não sabemos ao certo quando o cenário estará propicio para tal ação, mas nesse momento é essencial manter um planejamento baseado na previsibilidade.

Separamos alguns tópicos que devem ser levados em consideração para manter a produtividade e o desempenho da sua empresa, veja a seguir:

 


Tempo de leitura: 8 minutos


 

Acompanhamento e monitoramento das operações e métricas

Fique atento! Acompanhe regularmente os pilares e indicadores da sua empresa, como vendas, satisfação dos clientes, qualidade, atendimento, movimentação de caixa, estoque, índice de inadimplência, entre outros. Monitorar regularmente estes indicadores e ainda discutir as métricas de cada um com o time faz com que fiquemos atentos às mudanças e possamos ter uma tomada de ação rápida e eficaz caso aja necessidade, além de manter todos alinhados.

 

Empatia profissional

Durante esse período, como mencionado na introdução, o índice de desemprego tem aumentado consideravelmente ao redor do mundo. Devemos nos atentar aos nossos colaboradores. Sabemos que não somente os próprios colaboradores dependem do próprio salário para sobreviver, mas sua família também. Por esse motivo, ter empatia e entender a situação de cada colaborador é fundamental.

Suspender as efetivações, promoções e contratações neste período é uma atitude inteligente. Garantir nesse momento a segurança financeira é essencial para que não seja necessário tomar nenhuma medida drástica posteriormente.

 

Comunicação é a base de tudo

Colete as informações e dados de todos os departamentos regularmente e deixe todos os colaboradores cientes, na medida do possível, da situação na qual a empresa se encontra. Independente dos desafios que cada um está enfrentando, é preciso que haja um plano de ação estruturado, e que também leve em consideração as opiniões e percepções dos seus colaboradores.

A comunicação e a transparência nesse momento é algo essencial e indispensável, tanto para comunicação de notícias boas quanto o oposto. A empresa inteira deve estar alinhada, pois o que está em jogo não é somente o faturamento, e sim a preservação de tudo que foi construído até o momento.

Isso vale também para seus clientes, posicione-os em relação aos seus desafios. A parceria é estabelecida também pela transparência. Eles estão atravessando pelo mesmo momento que você.

Cuidado ao transmitir mensagens e comunicados. Em um momento tão delicado como esse, existe uma linha tênue entre transmitir mensagens com seriedade e clareza e mensagens de desespero e alarde. Tenha cautela para não transmitir a imagem de uma empresa oportunista, querendo lucrar em meio ao caos – este é o momento fundamental para sermos empáticos.

 

Planos de ação

Atualmente, o mercado e a economia não estão se comportando da maneira habitual. Muitas medidas e ações estão sendo tomadas e é dever das empresas agora analisarem essa situação e criarem planos de ação para tentarem ter uma visão mais ampla da situação, por mais que o futuro ainda seja incerto.

Levando isso em consideração, devemos pensar a partir de alguns pontos. Em qual situação sua empresa se enquadra no momento?

 

  • Positiva: a empresa consegue manter o ritmo normal em meio à crise;

 

  • Negativa: a empresa não consegue manter o ritmo normal em meio à crise e as vendas estão caindo drasticamente;

 

  • Objetiva: a empresa entende qual seu cenário atual e procura outros meios para se manter;

 

  • Calamidade: a empresa corre o risco de fechar as portas para sempre por conta da queda de faturamento.

 

Pensando a partir deste ponto podemos entender a nossa situação atual em meio à pandemia e ter novos horizontes.

Separamos algumas dicas que podem auxiliar nessa decisão sobre quais medidas devemos tomar. Além disso, o SEBRAE separou uma página com diversos artigos para empresários. Orientações essenciais neste momento de crise, clique aqui.

 


Se você está curtindo esse artigo, também vai gostar de:


 

Dicas para diminuir o impacto causado pela pandemia

 

Presença digital

Aproveite que muitas pessoas – que são potenciais consumidores – estão nas suas casas e invista no marketing digital, ele é seu maior aliado no momento. Use a tecnologia a seu favor para gerar oportunidades de negócio.

 

Qualidade

Nós sabemos que manter a qualidade dos nossos produtos e serviços é algo indispensável na empresa, agora focar nessa questão nunca foi tão essencial para manter a fidelidade e satisfação dos clientes.

 

Férias

Está chegando perto de vencer as férias de algum colaborador? Ou tem a possibilidade de dar férias coletivas? Este é o momento, aproveite para antecipar.

É um meio seguro de realizar o distanciamento garantindo os direitos e benefícios dos colaboradores.

 

Redução de custos

Faça uma avaliação meticulosa sobre os gastos da sua empresa, tente reduzir os custos ao máximo, pensando sempre na previsibilidade e na prioridade.

 

Economize

Tente reduzir os recursos que não são indispensáveis. Despesas mensais, como contas de água, energia e insumos, devem ser reavaliadas.

Mantenha sempre os colaboradores cientes das medidas tomadas, pois eles são pilares essenciais para a eficácia da economia da organização.

 

Compre fracionado

O momento é de minimizar e prevenir perdas. Tente evitar as compras em excesso e em grande escala, se for necessário faça a compra fracionada, desta forma reduzirá os custos e não ficará com estoque parado.

 

Negocie

Sabemos que no momento o faturamento pode estar caindo e a inadimplência deve ser evitada, principalmente agora. Portanto, para não prejudicar o seu caixa, tente negociar com os seus clientes, lembre-se: eles podem estar passando pela mesma situação que você.

 

Areco Sistemas Empresariais é sua parceira agora, amanhã e sempre. Conte conosco para superar as dificuldades do cenário atual e, é claro, preservar o crescimento do seu negócio a médio e longo prazo. Estamos aqui para você.

 

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Como escolher o melhor ERP?

Como escolher o melhor ERP?

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Tempo de leitura: 13 minutos


Antes de mais nada, vale lembrar que, quando se trata de escolher a tecnologia que organizará os processos da sua empresa, tornando-a cada vez mais enxuta e produtiva, o que vale não é somente o melhor ERP, mas o ERP mais aderente à sua operação.

Para garantir a assertividade da escolha, incorporando o software mais robusto e adequado ao negócio, a dica é simples: mergulhe nas funcionalidades e expanda as bases de comparação. Uma análise detalhada e criteriosa faz toda a diferença no resultado final — e pode determinar a performance da empresa no curto, médio e longo prazo.

Caso você ainda se sinta inseguro com as variáveis tecnológicas, encontrando dificuldades para entender as demandas dos processos que a equipe expõe, respire fundo e continue lendo. Você tem em mãos um guia prático e transparente para desvendar os mistérios do ERP e, assim, chegar à solução ideal para as necessidades da sua operação.

Neste conteúdo, você conhecerá os principais critérios de análise para sistemas integrados, respeitando as particularidades da companhia, e saberá quais são as dicas mais valiosas para não errar na decisão.

 

Por que se preocupar com o ERP?

Se você não esteve em Marte nos últimos 30 anos, provavelmente sabe que a tecnologia de gestão está revolucionando o mundo dos negócios.

 

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Não se trata apenas de comprar com condições mais atrativas, e de vender com margens mais seguras. Estamos, na prática, falando de otimização de ponta a ponta — aquela que contempla desde a engenharia de produto na fábrica até a economia fiscal por meio de um planejamento tributário mais consistente.

E se apenas uma ferramenta pudesse dar conta de toda essa complexidade, integrando dados das mais diversas áreas e consolidando-os em análises aprofundadas e até específicas? Isso existe e está ao alcance de qualquer empresa, independentemente do porte ou do segmento em que atue. Muito prazer, agora você conhece um pouco mais sobre o ERP.

O Enterprise Resource Management (ERP), ou Sistema Integrado de Gestão Empresarial é um importante catalisador de resultados. A tecnologia é um parceiro excepcional dos líderes corporativos: primeiro, porque centraliza todas as informações da empresa; depois, porque simplifica as operações cotidianas para que haja mais tempo para desenvolver uma estratégia verdadeiramente competitiva.

Agora, pense e diga: esses motivos parecem suficientes para confirmar a necessidade de se preocupar com a efetividade do ERP ideal para a sua organização?

Caso a resposta ainda seja negativa (ou você tenha hesitado em responder que sim), talvez valha a pena explorar mais alguns fatores essenciais. O ERP, enquanto recurso indispensável à alta performance, é perfeito para alavancar todos os departamentos da companhia. A tecnologia é valiosa para, por exemplo:

 

  • maximizar a produtividade na fábrica, garantindo que os projetos estejam padronizados e possam ser facilmente executados;

 

  • otimizar a compra de matérias-primas e produtos acabados, uma vez que há total integração entre o Comercial e o Compras, viabilizando negociações mais coerentes enquanto agiliza a rotatividade do estoque de acordo com padrões predefinidos (tais como FIFO e FEFO);

 

  • acelerar a coerência e a lisura fiscal, contribuindo diretamente para o planejamento tributário e para o recolhimento adequado de tributos;

 

  • facilitar o acompanhamento completo de desempenho, do RH ao Comercial, permitindo que uma série de relatórios sejam facilmente emitidos em poucos cliques e em poucas telas.

 

Na prática, os módulos do ERP garantem uma gestão mais enxuta, eficiente e produtiva. Mas, antes de qualquer decisão, cuidado: existe um sistema aderente ao seu negócio e você precisa entender como fazer a melhor escolha.

A boa notícia é que, nas próximas linhas, você vai saber exatamente o que deve avaliar ?

 

Como escolher o melhor ERP?

Não é exagero dizer que não existe o ERP perfeito — mas, sim, a tecnologia mais aderente às suas necessidades e operações. É por isso que a escolha de um sistema completo, capaz de integrar áreas e simplificar processos, é uma questão que exige cautela e análise.

Para acertar na decisão, batendo o martelo com a tranquilidade de quem está convicto de ter tomado o caminho mais assertivo, é preciso olhar com atenção a alguns aspectos-chave do cotidiano corporativo.

Certifique-se de mergulhar nas demandas da empresa e de imergir no potencial de cada departamento, extraindo o que pode ser melhorado e quais vantagens competitivas devem ser construídas por meio da tecnologia de gestão.

Precisa de ajuda para refletir? Ótimo: veja, a seguir, alguns dos fatores mais relevantes no momento de escolher o ERP ideal para sua empresa!

 

  1. Olhe para dentro

Tudo começa no seu próprio dia a dia. Ninguém melhor do que você e sua equipe — do chão de fábrica ao BI (Business Intelligence) conhece melhor as necessidades da empresa.

Por isso, busque compreender em profundidade quais são as maiores dificuldades dos profissionais que fazem o negócio acontecer. É difícil extrair um relatório que indique a eficiência da compra de insumos? Temos aí, um ponto crítico para resolver. É complicado acompanhar a performance dos colaboradores com base em métricas transparentes e universais? Melhor correr para entregar resultados cada vez mais expressivos.

O primeiro passo, portanto, é olhar para dentro e entender o que precisa ser ajustado. E lembre-se: o papel do gestor, neste contexto, é super nobre. Cabe a você a missão de investigar as carências da companhia e definir um rumo coeso para supri-las do modo mais completo possível, combinado?

 

  1. Reúna seus recursos

Você certamente já dispõe de recursos primordiais para viabilizar o máximo desempenho na companhia (e a gente pode provar!). Os líderes de cada departamento — o gerente de RH e o supervisor de produção, por exemplo — são peças-chave na otimização de processos e de resultados, já que conhecem a rotina com a propriedade de quem coloca a mão na massa.

Nesta fase, é importante aproximar-se de quem domina o assunto. Assim, você consegue entender exatamente com o que — ou com quem — pode contar no momento de sugerir uma alavancagem tecnológica na empresa.

Não conseguiu visualizar esse cenário? É fácil resolver o problema. Se você quer aprimorar a gestão de projetos no PCP, por exemplo, precisa de alguém que possa definir as etapas produtivas e padronizar as orientações sistêmicas. Se você já tem a pessoa certa para isso e conta com as informações necessárias para viabilizar essa iniciativa, ótimo! Tudo o que você precisa tem apenas três letras: ERP!

 

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  1. Defina as prioridades

Quem está à frente de uma operação tradicional e enxuta sabe que, no mundo real, é difícil focar em todas as operações de uma só vez. Seria ótimo implantar soluções completas e integradas em todas as esferas corporativas e de uma só vez, criando rotinas mais transparentes e eficazes em todos os setores da organização, não é?

O problema é que, muitas vezes, o cenário ideal não é o mais realístico, seja por falta de mão de obra — profissionais capazes de digerir a complexidade tecnológica, compartilhando-a com uma equipe ávida por resultados mais positivos — ou por uma questão de fluxo de caixa — que exige que investimentos sejam diluídos ao longo de um determinado período —, a verdade é que há prioridades que devem ser mantidas.

Ao decidir implantar o ERP ideal para o seu negócio, tenha em mente quais são suas necessidades mais urgentes. Precisa de uma frente de loja integrada à gestão de estoque e à escrituração fiscal? Ótimo, comece por aí. Sua maior demanda é no PCP e você não pode continuar ignorando as falhas de qualidade no processo? Sem hesitar, busque um software capaz de reduzir sua dor de cabeça com produtos acabados e, de quebra, eliminar o retrabalho na fábrica.

No fim do dia, só você e sua equipe podem decidir o movimento mais viável. Uma coisa, porém, é inegável: o ERP certo, aquele que se molda com facilidade às suas operações e preenche com propriedade as lacunas processuais, é um investimento com retorno já no curto prazo.

 

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A essa altura, deu para perceber que a escolha certeira de um ERP exige uma análise crítica e uma certa dose de mão na massa, certo? Para além de qualquer dificuldade, entretanto, a tecnologia de gestão abre um novo horizonte de possibilidades poderosas, prontas para otimizar recursos — físicos, financeiros, humanos e de tempo — e para alavancar resultados no curto, médio e longo prazo.

Não dá para ignorar essa promessa. Concorda? E você só precisa de uma boa decisão para isso.

 

Por que o Areco ERP é a melhor escolha?

A tecnologia de gestão é uma fonte inesgotável de análises e faz jus à sua importância na rotina das empresas mais competitivas. E não seria para menos, né? O software integrado é um valioso aliado das companhias (e dos líderes) de alta performance, empoderando profissionais e departamentos para que os resultados coletivos sejam cada vez mais significativos.

O Areco ERP é a tecnologia que acompanha empresas e pessoas, favorecendo o desenvolvimento operacional enquanto aprimora a capacidade estratégica do negócio. Nós provemos a inteligência de negócios para que você possa extrair o máximo potencial dos recursos disponíveis, fazendo a diferença no mercado.

É fácil entender o motivo de tanta eficiência: o Areco ERP automatiza processos, elimina o retrabalho e minimiza as chances de erro nas atividades rotineiras, integrando departamentos e agregando valor aos processos corporativos.

Do back office ao balcão, passando pelo PCP e pelo compras, o software centraliza informações e facilita a visualização completa de dados, permitindo que os líderes estejam sempre na dianteira de suas operações e conheçam profundamente as suas necessidades. Duvida? São milhares de telas amigáveis para facilitar rotinas integradas e mais de 2.000 relatórios já disponíveis na base do Areco ERP. Um verdadeiro mapa do tesouro — com a bússola para indicar o caminho do melhor desempenho.

O Areco ERP é um sistema 100% modular e que permeia todo o workflow corporativo. Além disso, é multimoedas, multiempresas e multi-idiomas, favorecendo o desenvolvimento sustentável e escalável do seu negócio.

Pode respirar fundo e ficar tranquilo: se, no início, você não tinha certeza sobre como escolher o melhor ERP, agora você está frente a frente com a tecnologia ideal para atender às suas necessidades mais urgentes e, claro, também para suportar a suas ambições mais estratégicas.

Explore todo o potencial do Areco ERP no seu dia a dia!

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A rastreabilidade como diferencial competitivo nas indústrias

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O conceito de rastreabilidade ganhou relevância e destaque há alguns anos. Desde que o consumidor se tornou mais exigente, demandando registros atualizados e informações completas, foi possível notar um movimento interessante nas manufaturas de todo o mundo: fortalecia-se a preocupação com o mapeamento de insumos, de modo a garantir a integridade da matéria-prima e a qualidade do produto acabado.

Hoje, os processos de rastreabilidade são essenciais e até mesmo obrigatórios para alguns setores industriais, como o alimentício, agrícola e o farmacêutico. Além disso, a centralização de dados, integrando documentos ao longo de toda a cadeia produtiva, permite que haja mais agilidade e confiabilidade no manejo da mercadoria, em seu estágio bruto ou recém-acabada.

O que é rastreabilidade?

Rastreabilidade é a capacidade de conhecer todo o caminho de uma determinada matéria-prima, desde sua origem até o produto final. A rastreabilidade surgiu por conta da demanda da indústria em manter um controle eficaz da produtividade e também pelo fato de alta exigência dos consumidores.

Seu objetivo basicamente é criar o controle para a produção e transparência sobre os processos para o cliente final, garantindo uma visualização completa de todo o ciclo produtivo de um produto.

Entre as opções mais comuns para se realizar esse rastreio estão códigos de barras, RFID (Radio-Frequency IDentification) e 2D Data Matrix, sendo que todos demandam o auxílio de equipamentos de leitura.

Como funcionam o RFID e 2D Data Matrix?

RFID (Radio-Frequency Identification)

Um sistema de RFID é composto, basicamente, de uma antena, um transceptor, que faz a leitura do sinal e transfere a informação para um dispositivo leitor, e também um transpônder ou etiqueta de rádio frequência, que deverá conter o circuito e a informação a ser transmitida.  Estas etiquetas podem estar presentes em pessoas, animais, produtos, embalagens, entre outros.

Assim, a antena transmite a informação, emitindo o sinal do circuito integrado para transmitir suas informações para o leitor, que por sua vez converte as ondas de rádio do RFID para informações digitais. Agora, depois de convertidas, elas poderão ser lidas e compreendidas por um computador para então ter seus dados analisados.

2D Data Matrix

O código de barras Data Matrix é uma simbologia de código de barras 2D (bidimensional), que pode armazenar de 1 até cerca de 2.000 caracteres.Esses algoritmos permitem o reconhecimento de códigos de barras que estejam até 60% danificados.

Qual é sua importância?

Uma das principais razões pela qual a rastreabilidade tem se tornado algo fundamental nas indústrias é a exigência dos consumidores, que mantêm uma consciência ambiental e não querem comprar produtos ligados a crimes ambientais ou cultivados de forma irresponsável, como crueldade animal, toxidade, poluição, entre outros.

Além disso, a rastreabilidade permite que a própria indústria visualize seus processos de forma mais clara e entenda melhor o seu ciclo de produção, podendo encontrar gargalos na produção.

Quer entender mais sobre gargalos de produção? Recomendamos a leitura deste artigo exclusivo que elaboramos, basta clicar na imagem abaixo.Blog  A rastreabilidade como diferencial competitivo nas indústrias

A rastreabilidade enquanto diferencial competitivo

Não é nenhuma novidade que o mercado é um cenário de concorrência acirrada e que a constante busca por inovações que otimizem processos não é apenas importante, mas totalmente essencial.

As empresas que buscam se destacar – ou até mesmo se manter no mercado – precisam entender que os consumidores estão cada vez mais exigentes e preocupados com as origens e processos dos produtos. Portanto, caso você não adote a rastreabilidade você corre o risco de ficar para trás e seus consumidores escolherem outra organização que já utiliza desse sistema por, assim, ter mais confiança e segurança na decisão de compra do produto ou serviço.

Por exemplo, no segmento de Alimentos e Bebidas o acompanhamento das informações obtidas através dos sistemas de rastreabilidade podem eliminar ou prevenir riscos de saúde, a utilização de matérias primas produzidas em área de desmatamento e o emprego de mão de obra escrava. Certamente um grande passo em direção ao fornecimento de alimentos mais seguros, confiáveis, sustentáveis e éticos.

Neste contexto, a incorporação de ferramentas que gerem benefícios operacionais e estratégicos reserva grande atenção. Contudo, no que se refere à rastreabilidade de itens é válido mencionar que sistemas integrados de gestão proporcionam excelentes diferenciais competitivos às indústrias focadas em produtividade.

Então, neste caso o que um sistema integrado pode oferecer quanto a rastreabilidade é:

Redução de custos 

A otimização de despesas é uma prioridade na maioria das empresas modernas. Cortar custos sem, no entanto, interferir na qualidade da produção é um desafio contínuo.

A rastreabilidade de itens também contribui para que recursos sejam dispendidos com mais eficiência: ao compreender o funcionamento íntegro da cadeia produtiva, é possível encontrar e analisar eventuais gargalos, melhorando processos e maximizando os retornos.

Otimização de estoque

O estoque é sem dúvida uma preocupação nas indústrias. O capital investido na disponibilidade de matérias-primas costuma ser expressivo e, por isso, é necessário que haja sinergia no monitoramento dos insumos.

Além da garantia de acessar mercadorias de acordo com as demandas da operação, as rotinas de estoque também ganham bastante com a rastreabilidade: é possível identificar a qualidade dos materiais e, consequentemente, potencializar a efetividade da produção.

Ganho de eficiência produtiva

O controle de matérias-primas e produtos acabados ressaltam o compromisso com a assertividade da operação. Seja para testar a qualidade de uma mercadoria adquirida, seja para certificar a procedência de um item vendido, a rastreabilidade faz toda a diferença na rotina produtiva da indústria.

Dessa forma, não seria equivocado dizer que o monitoramento integrado de itens acelera o desenvolvimento de performances, garantido que resultados mais consistentes sejam alcançados .

Manutenção da conformidade

Por fim, é pertinente ressaltar que, em muitos segmentos, a rastreabilidade é obrigatória. Em indústrias de Alimentos e Bebidas, por exemplo, é essencial manter registros de origem para insumos e produtos acabados. No setor químico, por sua vez, principalmente no ramo farmacêutico, a obrigatoriedade também é válida.

Por isso, mais do que uma medida para ganhar mercado e manter a competitividade, o rastreio de mercadorias é uma exigência legal. Vale se certificar!

Rastreabilidade no Areco ERP

A tecnologia do Areco ERP é totalmente aderente às indústrias e, por isso, os processos de rastreabilidade foram incorporados ao sistema de modo íntegro e eficiente.

O módulo de Qualidade, por exemplo, assegura que os procedimentos da fábrica sejam definidos e parametrizados, viabilizando a replicação operacional de forma organizada e segura. Além disso, o controle de produtos via IQF (Índice de Qualidade do Fornecedor) também corrobora a preocupação com a qualidade dos insumos.

No que compete à rastreabilidade, o controle de lotes é endossado antes, durante e após a manufatura dos itens. Relatórios completos — que são facilmente configurados e gerados via Areco ERP — garantem o monitoramento das mercadorias que entram (compradas pela empresa) e que saem (produtos acabados, já vendidos), promovendo e fortalecendo análises que assegurem a conformidade do estoque.

Não seria equivocado dizer, portanto, que o Areco ERP se posiciona como um instrumento capaz de potencializar as rotinas de rastreabilidade, alavancando a segurança e a eficácia dos procedimentos na fábrica. Além disso, a integração de áreas e processos uniformiza as rotinas e suprime a incidência de erros, tornando a indústria cada vez mais enxuta, rentável e competitiva.

Quer saber como o Areco ERP pode transformar a sua indústria?

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Indicadores da indústria: as principais métricas de produtividade na fábrica

Indicadores da indústria: as principais métricas de produtividade na fábrica

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Você não pode gerenciar aquilo que não pode medir. Qualquer fabricante que queira levar seus negócios para um nível superior precisa coletar e analisar os dados ou métricas de produtividade na fábrica relevantes.

Os números são poderosos dentro de qualquer negócio. As métricas corretas podem ajudar a encontrar os pontos desafiadores ou até os pontos fracos em seus processos e linha de produção. Fornecendo as informações e insights necessários para melhorar e refinar continuamente seus negócios.

Além de coletar as métricas da maneira correta, você também precisa de um processo adequado para revisar – e depois agir – sobre os resultados. Neste artigo vamos abordar as 12 principais métricas da produtividade na fábrica. Boa leitura e bons ingishts!

O que são indicadores de desempenho?

Também conhecidos por KPIs (Key Performance Indicators), os indicadores de performance funcionam como uma espécie de bússola. Ao quantificarem métricas fundamentais ao negócio, indicam a situação da empresa e norteiam os próximos passos da operação. Sejam eles de investimentos, de ajustes ou de contenções, por exemplo.

Na indústria, as métricas de monitoramento sempre representaram um grande diferencial produtivo. O controle sobre a performance das variáveis da fábrica (máquinas, insumos, funcionários etc.), traduzida em números confiáveis e de fácil análise, sempre auxiliou os processos ao nível elevado de otimização.

Os KPIs, enquanto métodos consistentes de validação e avaliação, são instrumentos necessários à gestão das indústrias modernas, uma vez que desempenham papel importante na manutenção da produtividade e na viabilização de melhorias na linha produtiva. Na prática, não seria equivocado dizer que os indicadores de desempenho são, por si só, grandes catalisadores de inovação e lucratividade.

 Por que os KPIs são importantes?

Uma vez explicitadas as principais características das métricas de produtividade na fábrica, fica fácil notar o grau de importância que tais indicadores desempenham no cotidiano das indústrias. Neste caso, a frase atribuída ao físico irlandês William Thompson se faz justa e pertinente: “aquilo que não se pode medir, não se pode melhorar”.

O pensamento, aplicado de forma sistemática no cotidiano das indústrias, pode render benefícios duradouros. A valorização das métricas — da concepção ao monitoramento periódico — é imprescindível à competitividade e à sobrevivência do negócio a longo prazo, assegurando uma gestão mais produtiva.

Neste contexto, os KPIs reforçam sua relevância enquanto ferramenta administrativa. Entre os benefícios dos indicadores na rotina de liderança, convém pontuar:

  • a facilidade em controlar as operações de modo integrado, agilizando processos internos e conferindo alta performance às mais diversas áreas da empresa;
  • a segurança em analisar e construir panoramas, resgatando séries históricas ou projetando cenários de atenção e de oportunidade;
  • a autonomia em tomar decisões mais assertivas, transparentes e embasadas, cujo êxito é certamente maior em comparação a deliberações sem fundamentação de dados.

Diante disso, fica fácil perceber (e certificar) o papel de destaque ocupado pelos indicadores industriais. Afinal, para fazer frente à concorrência acirrada, é preciso lançar mão de táticas coesas para aperfeiçoar a operação e potencializar os resultados da companhia.

Quais são as principais métricas de produtividade na fábrica?

Uma vez evidenciada a necessidade de contar com as métricas de produtividade na fábrica, convém detalhar quais indicadores apresentam maior relevância na gestão de indústrias cada vez mais produtivas e rentáveis. Lembre-se, ainda, de examinar sua operação em profundidade, garantindo que haja efetividade dos KPIs monitorados na companhia:

1. Tempo do ciclo de fabricação

O tempo do ciclo de fabricação é o intervalo necessário para converter matérias-primas em produtos acabados. Uma análise detalhada desse período pode resultar em uma redução significativa na quantidade de tempo necessária para converter um pedido do cliente em um produto acabado. O que pode representar uma vantagem competitiva significativa. O tempo do ciclo de fabricação é composto por quatro tipos de tempo decorrido:

Tempo de processamento

Este é o tempo necessário para realmente trabalhar na conversão de matérias-primas em produtos acabados. Os produtos podem ser reprojetados para reduzir o tempo do processo.

Tempo de movimento

Esse é o tempo necessário para mover um pedido de uma estação de trabalho para a seguinte. Ele pode ser comprimido movendo as estações de trabalho para mais perto e movendo as mercadorias continuamente com os transportadores.

Tempo de inspeção

Esse é o tempo necessário para examinar um produto para garantir que ele esteja livre de defeitos. As inspeções podem ser incorporadas ao processo de produção, de modo que nenhuma função de inspeção separada seja necessária.

Tempo de fila

Esse é o tempo necessário para um trabalho aguardar na frente das estações de trabalho antes de ser processado. Isso pode ser reduzido diminuindo a quantidade total de estoque em processo em andamento.

A fórmula para o tempo do ciclo de fabricação é:

Tempo de processo + Tempo de movimentação + Tempo de inspeção + Tempo de fila = Tempo do ciclo de fabricação.

Por exemplo, o tempo de ciclo de um pedido é rastreado, com os seguintes resultados:

10 minutos de tempo de processo + 2 minutos de tempo de movimento + 2 minutos de tempo de inspeção + 80 minutos de tempo de espera = 94 minutos de tempo de ciclo de fabricação.

Como o exemplo mostra, o tempo da fila geralmente compõe a maior parte de todo o tempo gasto no processo de fabricação. Também é uma excelente área para concentrar as atividades de redução de tempo.

2. Hora de fazer trocas

Troca é o processo de converter uma linha ou máquina para executar um produto em outro. Portanto, essa métricas de produtividade na fábrica mede a velocidade ou o tempo necessário para fazer essa troca. Dependendo do seu equipamento, uma troca pode durar minutos, horas ou até dias. Ao rastrear essa métrica, você pode identificar como e onde melhorar seus tempos de troca, usando equipamentos mais fáceis de instalar e configurar.

3. Taxa de transferência

Essa é uma das métricas de fabricação mais simples, mas não menos importante. Ela mede o número médio de unidades sendo produzidas em uma máquina, linha ou fábrica durante um período de tempo especificado. Por exemplo: unidades por minuto. Se sua produtividade diminuir repentinamente, você saberá que há um problema na linha. É possível melhorar a produtividade com equipamentos automatizados, processos enxutos e assim por diante.

4. Capacidade de utilização

A capacidade de utilização refere-se aos recursos de fabricação e produção que são utilizados por uma nação ou empresa a qualquer momento. É a relação entre a fabricação produzida com os recursos fornecidos e a fabricação potencial que pode ser produzida se a capacidade for totalmente utilizada.

A capacidade de utilização também pode ser definida como a métrica usada para calcular a taxa na qual os níveis prospectivos de produção são atendidos ou usados. A taxa é exibida como uma porcentagem e fornece uma visão sobre a utilização total de recursos e como uma empresa pode aumentar sua produção sem aumentar os custos associados à produção. Esta também pode ser chamada de taxa operacional.

Fórmula para utilização da capacidade

A fórmula matemática para calcular a utilização da capacidade é: capacidade de utilização = nível real de produção/nível máximo de produção * 100.

Se a demanda no mercado aumentar, aumentará a taxa de utilização da capacidade, mas se a demanda diminuir, a taxa cairá. Os economistas usam a taxa como um indicador das pressões inflacionárias. Uma baixa taxa de utilização da capacidade resultará em uma queda no preço, porque há excesso de capacidade e demanda insuficiente pela produção produzida.

Capacidade corporativa

A taxa de utilização da capacidade é um indicador importante para as empresas, pois pode ser usada para avaliar a eficiência operacional e fornece uma visão da estrutura de custos. Pode ser usado para determinar o nível em que os custos por unidade aumentam ou diminuem. Quando há um aumento na produção, o custo médio de produção diminui. Afetando na especificação das métricas de produtividade na fábrica. Isso significa que, quanto maior a utilização da capacidade, menor o custo por unidade, permitindo que uma empresa obtenha vantagem sobre seus concorrentes. É por isso que muitas grandes empresas pretendem produzir o mais próximo possível da taxa de capacidade total (100%).

Embora não seja possível atingir uma taxa de capacidade total, existem maneiras de as empresas aumentarem sua taxa de utilização atual, incluindo:

  • Empregar mais funcionários e incentivar horas extras para garantir que todas as metas de produção sejam cumpridas;
  • Gastar menos tempo na manutenção de equipamentos, para que possa ser gasto mais tempo na produção de mercadorias;
  • Subcontratação de algumas atividades de produção.

Efeitos da baixa utilização

A baixa utilização da capacidade é um problema para os formuladores de políticas fiscais e monetárias que usam essas políticas para estimular a economia.

Quando uma empresa enfrenta um aumento na demanda por seus produtos, é capaz de atender à demanda sem aumentar o custo por unidade. A empresa pode otimizar seu nível de produção sem custo adicional para investimento em melhor infraestrutura.

5. Eficácia Geral do Equipamento (OEE)

Uma análise de eficiência e produtividade, a OEE é reconhecida globalmente como uma medida de boas práticas dentro das métricas de produtividade na fábrica e um indicador chave de desempenho em uma variedade de setores. O OEE avalia qualidade, velocidade e tempo de inatividade (disponibilidade x desempenho x qualidade). Pode ser usado para indicar a eficácia geral de um equipamento de produção ou de uma linha de produção inteira. Quanto melhor sua pontuação no OEE, mais lucrativa e econômica será a sua empresa. Portanto, uma pontuação OEE de 100% é a produção perfeita: fabricando apenas unidades de alta qualidade, o mais rápido possível, sem tempo de inatividade. Aprenda aqui sobre como medir e melhorar o OEE.

6. Programação ou realização da produção

Com que frequência sua instalação atinge seu nível de produção desejado dentro do tempo definido? Esta é a “pontuação de realização do cronograma” ou “pontuação de realização da produção”. Essa métricas de produtividade na fábrica mede a produção real como uma porcentagem da produção programada. Porcentagens mais baixas podem indicar que uma máquina não está otimizada adequadamente. Ou que a equipe de produção não está preparada para planejar mudanças. Neste caso, cabe um treinamento efetivo de equipe.

7. Porcentagem planejada X Ordens de serviço de manutenção de emergência

A Porcentagem de Manutenção Planejada (PMP) é uma medida amplamente usada pela a equipe de manutenção. Mostra a porcentagem do número total de horas de manutenção gastas em atividades de manutenção planejada em um determinado período de tempo.

Por exemplo, se 300 horas foram gastas em atividades de manutenção planejadas do total de 400 horas gastas em toda a manutenção, o PMP é de 75%. Isso também pode ser mostrado como uma métrica de taxa. Indica com que frequência a manutenção programada ocorre em comparação com uma manutenção não planejada (de emergência). Neste caso, a ideia é reduzir a incidência de trabalho não planejado, pois podem custar até nove vezes mais do que a manutenção planejada devido a peças apressadas, chamadas de serviço, tempo de inatividade, horas extras e assim por diante.

8. Disponibilidade

Essa métricas de produtividade na fábrica é a razão entre o tempo de operação e o tempo de produção planejado. O tempo de operação é simplesmente o tempo de produção planejado menos o tempo de inatividade, que é qualquer período em que a produção é interrompida. O resultado é um indicador direto de disponibilidade para produção.

9. Produção

O rendimento é uma das métricas de produtividade na fábrica mais antigas citadas. Normalmente existem dois tipos:

  • Rendimento do primeiro passe. É a porcentagem de produtos fabricados corretamente e de acordo com as especificações da primeira vez, sem sucata, reexecução ou retrabalho. É o número de unidades que saem do processo dividido pelo número de unidades que entram no processo durante um período de tempo definido.
  • Rendimento geral. É a porcentagem de produtos produzidos que podem ou não exigir que o retrabalho se enquadre nos padrões de conformidade e qualidade.

10. O cliente rejeita ou devolve

Isso indica quantas vezes os clientes rejeitam produtos ou solicitam devoluções porque receberam produtos de baixa qualidade ou fora da especificação. É uma evidência direta de seus padrões de qualidade. No entanto, se você estiver medindo todas as opções acima corretamente e agindo sobre o resultado, este nunca deverá ser um número alto.

11. Controle de qualidade do fornecedor

O controle de qualidade do fornecedor pode ser medido através do controle de qualidade recebido. É o processo usado para validar a qualidade de um lote fornecido de peças ou componentes. O resultado desse processo é simplesmente determinar se o lote é compatível ou não.

O processo de controle de qualidade de entrada é extremamente importante porque:

  • Se rejeitarmos um lote e o sistema de produção estiver produzindo “em cima da hora”. Desestabilizará o cronograma de produção e poderá causar outros problemas na fábrica (falta de material ou componente);
  • Se aceitarmos um lote “ruim”. Isso afetará diretamente a qualidade dos processos futuros e causará problemas de fabricação ou montagem.

De qualquer forma, os efeitos são imediatos. Dada a natureza dessa decisão ser importante, existem padrões internacionais que definem o processo, métodos estatísticos e regras. Estes são encontrados sob o termo “Controle de Qualidade Recebido”.

Princípio de controle de qualidade recebido:

O princípio do controle de qualidade recebido é validar o lote verificando uma amostra de peças. Não podemos verificar 100% das peças. Com base no risco que decidimos aceitar (dependendo da natureza crítica dos produtos), decidiremos o número exato de peças a serem testadas (tamanho da amostra) e os critérios de aceitação (por exemplo, de um lote de 1.000 peças, marque 20 e, se houver 2 ou mais que não sejam compatíveis, é aconselhável recusar o lote).

Em um nível prático, os termos usados ??são:

  • NQA: Nível de qualidade aceitável (ou);
  • NQT: Nível de qualidade tolerado.

Existem 2 tipos de risco:

  • Aceite um lote ruim (que passa a ser um risco para o consumidor);
  • Rejeitar um bem (risco para o produtor/fornecedor).

Diferenças com o Controle Estatístico de Processo:

Quando falamos de riscos, amostragem e estatística, os vínculos com o CEP (Controle Estatístico de Processo) são óbvios. A diferença fundamental está na falta de sequência de produção nos gráficos de controle.

  • No controle de qualidade recebido, coletamos amostras aleatórias do lote, portanto não temos noção de tempo entre elas. Não se sabe se a amostra A foi fabricada antes do B;
  • No monitoramento do CEP, as amostras são sempre coletadas em sequência para que as alterações do processo possam ser detectadas.

Outra diferença está na interpretação dos resultados e ações finais:

  • Usando o controle de qualidade recebido, a sua ação final será aceitar ou rejeitar todo o lote;
  • Usando o monitoramento do CEP, a interpretação é dinâmica e proativa. Os gráficos que você usará serão determinarão quando alterar ou ajustar o processo para evitar má qualidade.

Otimizando o “Controle de qualidade recebido”:

Como no CEP, existem maneiras pelas quais podemos otimizar o processo de controle de qualidade recebido:

  • Tenha uma inspeção mais leve (reduzida) ou aumentada (reforçada) com base no histórico dos resultados do fornecedor;
  • Aplique regras alternativas de amostragem/decisão para aumentar a velocidade dos processos. Amostragem simples ou clássica: coletamos todas as amostras antes de tomar a decisão. Ou Amostragem sequencial: paramos de colher amostras assim que tivermos certeza de que o lote é suficientemente bom (ou ruim);
  • Use gráficos variáveis ??para medições dimensionais, ou seja, não apenas boas ou ruins.

Todas essas possibilidades estão relacionadas ao risco inicial que decidimos assumir: podemos alterar a amostragem ou as regras de aceitação, mantendo a mesma confiança estatística. A otimização do processo de controle de qualidade de entrada permite reduzir o tempo de controle em até 50%.

No entanto, para isso, é essencial o uso de um Software que funcione de acordo com diferentes padrões (atributos e medições variáveis), diferentes planos de amostragem (simples, duplos, etc.) e possibilite o controle dinâmico das características das peças.

12. Taxa de preenchimento do cliente, entrega no prazo e porcentagem de pedidos

Essa métrica de produtividade na fábrica é essencial para o processo de gerenciamento de pedidos. Em última análise, determinará o relacionamento com o cliente. Ele mostra a porcentagem de seus pedidos que são enviados na íntegra e no prazo, como uma porcentagem de todos os seus pedidos. Em outras palavras, indica a probabilidade de você atender efetivamente seus clientes. Quanto maior a sua taxa de preenchimento, maior a probabilidade de seus clientes confiarem em você e escolherem você em detrimento de seus concorrentes. Também ajuda a mostrar a eficiência da sua linha de produção quando se trata de tirar o produto da porta e o quão bem-sucedido você é ao cumprir os cronogramas de produção. Nunca mire abaixo de 100%.

ERP: tecnologia de gestão para catalisar o crescimento industrial

O ERP é um software robusto, integrado e atualizado. O ERP confere mais segurança e autonomia aos gestores, que conseguem identificar eventuais desvios operacionais de forma rápida, clara e consistente. Ele auxiliará em todas as métricas de produtividade na fábrica.

O sistema é modular e contempla todo o workflow corporativo. Assim como alavanca as rotinas do chão de fábrica, garantindo a padronização de atividades e os procedimentos de qualidade, também permite a análise dinâmica das informações produtivas, relatando — em seus mais de 2 mil relatórios disponíveis — o panorama do negócio em tempo real.

Nas indústrias, o ERP agrega valor às rotinas mais importantes da companhia, tais como:

  • engenharia integrada de produtos, com cadastro ilimitado de níveis (incluindo matérias-primas, subitens, embalagens e roteiros de produção);
  • planejamento de produção, considerando a disponibilidade de recursos (incluindo quantidade de funcionários, máquinas e horas úteis da fábrica);
  • gerenciamento de Ordem de Produção, com geração de código de barras para apontamento online.

Quer saber como o Areco ERP pode ajudar o seu negócio a crescer em ritmo acelerado?

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As 3 estratégias essenciais para controlar perdas na indústria de Alimentos e Bebidas

As 3 estratégias essenciais para controlar perdas na indústria de Alimentos e Bebidas

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Qualquer operação, por menos complexa que seja, está sujeita a desperdícios não planejados. Na indústria de Alimentos e Bebidas, na qual a qualidade é essencial e determinante para a saúde dos negócios, é natural que o controle de perdas seja uma prioridade na otimização de processos.

De forma a garantir uma operação alinhada, enxuta e confiável, mantendo os padrões da linha elevados, é fundamental que os gestores invistam em iniciativas consistentes para gerir, acompanhar e analisar as métricas da produção, assegurando resultados positivos e perenes.

 

Por que é importante controlar as perdas na indústria de Alimentos e Bebidas?

A produtividade é uma questão urgente em todos os segmentos industriais — e não é diferente no setor de Alimentos e Bebidas. Para manter a competitividade e fortalecer as operações do negócio, é imprescindível que os líderes da área zelem pelo alinhamento e pela qualidade dos processos fabris.

Se, no geral, os players industriais já devem atenção às perdas da produção, a preocupação com equívocos na linha tende a ser ainda maior no segmento alimentício. Não seria para menos: mais do que inegociável, a qualidade dos produtos derivados dela é uma questão de saúde e envolve uma série de aspectos que extrapolam a fábrica. Por isso, quaisquer desvios devem ser sumariamente evitados.

No contexto da indústria, desvio significa perda — e essa sequência comprometedora é capaz de causar arrepios nas lideranças corporativas com foco em resultados. Alterações no padrão produtivo podem inviabilizar entregas e, claro, gerar prejuízos volumosos aos caixas (e aos contratos) da empresa.

Para prevenir problemas, cabe otimizar a fábrica e assegurar a conformidade das atividades produtivas. Para isso, o gestor deve lançar mão de estratégias coesas e com alto impacto e resoluto potencial transformador. O controle de perdas deve ser, portanto, uma prioridade dos líderes que respiram produtividade na indústria de Alimentos e Bebidas.

 

Quais são as principais estratégias para controlar perdas?

De modo a prevenir cenários negativos, nos quais perdas e desperdícios são corriqueiros na linha de produção, é importante dispor de projetos e de ferramentas eficientes para dominar a fábrica, garantindo o desempenho de excelência. Confira algumas das principais estratégias para maximizar os resultados da indústria!

 

1. Monitoramento contínuo de estoque

A disponibilidade de insumos é condição essencial para que a operação fabril possa ser executada de forma orgânica e eficiente. Assim, antes mesmo de pensar em produtividade na linha, é preciso reservar especial atenção a processos de compra e armazenagem de matéria-prima.

Para assegurar a suficiência de recursos sem, no entanto, exagerar na armazenagem — imobilizando capital que, se líquido, poderia ser investido em áreas mais estratégicas — é necessário planejar a operação das linhas e mobilizar equipes para que se atenham às demandas da fábrica.

Além disso, o acompanhamento de relatórios atualizados, extraídos periodicamente, é fundamental para que os gestores estejam à frente de seus resultados e possam agir da melhor forma possível frente a suas pendências.

 

2. Padronização das etapas produtivas

A indústria de Alimentos e Bebidas é marcada pela complexidade de sua produção. Como já foi mencionado, a qualidade é um fator crucial e qualquer desvio pode causar transtornos e prejuízos — e, a depender da gravidade da situação, também sanções impeditivas.

Para garantir a conformidade da linha e a excelência dos produtos engendrados, os líderes se voltam à padronização da fábrica, determinando as etapas e detalhando inputs e outputs de cada fase da operação.

Ao conceder aos colaboradores o acesso fácil ao esqueleto de montagem (das quantidades à finalização, semelhante a uma receita completa de bolo), a empresa se certifica de disseminar as melhores práticas e tem condições de requerer retornos mais efetivos e condizentes ao planejamento.

 

3. Acompanhamento analítico de indicadores

As métricas da fábrica devem ser levadas a sérios; afinal, os números indicam a densidade da operação e esclarecem eventuais gargalos produtivos, motivando ações focadas em corrigi-los.

Para os gestores mais engajados, os indicadores de performance (também chamados de KPIs) despontam como mecanismos preciosos: a capacidade de analisar, com base em números críveis e transparentes, o desempenho produtivo frente à capacidade da fábrica é, sem dúvida, um diferencial robusto  na administração mais enxuta e lucrativa.

A partir de relatórios, balanços e análises históricas, é possível cruzar dados e tecer panoramas realistas, entendendo em profundidade quais aspectos podem influenciar (positiva e negativamente) na execução dos processos fabris. Ao dominar o conhecimento estratégico de suas operações, os líderes detêm o poder de aprimorá-las, galgando passos importantes rumo à otimização e à produtividade.

 

O ERP como ferramenta para minimizar perdas na indústria de Alimentos e Bebidas

Os sistemas integrados de gestão possibilitam e endossam uma produção mais eficaz e rentável. Ao centralizar informações, acelerar processos e minimizar o retrabalho, o ERP garante mais poder e mais resultados às empresas contemporâneas.

O Areco ERP é uma ferramenta completa e totalmente aderente às demandas das indústrias de Alimentos e Bebidas. Dentre os benefícios do software ao segmento, destacam-se:

  • o controle de engenharia reversa (quando um insumo resulta em vários produtos e subprodutos);
  • o acesso a informações de produção, viabilizando a formação de custos;
  • formatação de tabelas nutricionais, atendendo às exigências legais para o segmento;
  • emissão e consulta de laudos técnicos sob medida, de acordo com especificações personalizadas.
  • práticas de Qualidade Total (ISO), com domínio de lotes e rastreabilidade de matérias-primas e produtos acabados.

A mensagem final, portanto, é clara: para reduzir perdas, impulsionar retornos e ganhar competitividade, as indústrias de Alimentos e Bebidas precisam investir em seus processos. E, neste aspecto, as que investirem em tecnologia de ponta — um ERP completo e atualizado, por exemplo — estarão à frente do mercado.

Quer saber como podemos ajudá-lo a melhorar a lucratividade da fábrica?

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O ERP como ferramenta para alavancar os ganhos da produção na Indústria 4.0

O ERP como ferramenta para alavancar os ganhos da produção na Indústria 4.0

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O setor industrial é responsável por 30% do PIB brasileiro, passa por transformações profundas e precisa se adaptar a mudanças estruturais e estratégicas: a indústria 4.0, marcada pela inovação tecnológica, já é uma realidade.

Entre os gestores mais visionários, o consenso é de que o cenário futuro (que, de fato, já começou) é marcado por excelentes oportunidades de desenvolvimento. Seja na convergência de informações, seja na construção de diferenciais competitivos, é inegável que existem diversos caminhos para o crescimento sustentável — e todos eles passam inequivocamente pela profissionalização gerencial, que, por sua vez, só é possível por meio da tecnologia integrada de gestão.

Alvaro Chaves, CEO da Areco Sistemas Empresariais, é enfático ao afirmar que a indústria 4.0 requer ação imediata. “É tempo de aproveitar as oportunidades para ganhar competitividade, já que a missão de transformar dados operacionais em decisões estratégicas e ágeis continua latente”, pontua o executivo.

O setor industrial é, sem dúvida, cada vez mais profícuo em soluções otimizadas. O ERP, sistema que interliga todas as áreas do negócio e automatiza processos internos, possibilitando o ganho de performance e robustecendo os resultados corporativos, é uma ferramenta essencial para que a indústria 4.0 possa, em definitivo, operar organicamente no Brasil. A tecnologia precisa ser o presente; caso contrário, pode não haver futuro.

 

 [INFOGRÁFICO] Passo a passo para definir

processos e indicadores na sua empresa

 

 Para manter a competitividade operacional, assegurando o correto direcionamento estratégico do negócio, as lideranças industriais precisam se munir de recursos consistentes, adequados às demandas da empresa e assertivos no propósito de mercado.

Grande parte desses resultados — que, por si só, são capazes de impulsionar os retornos de modo perene e significativo — pode ser obtido a partir da adoção de uma solução robusta, integrada e eficaz. O ERP é um importante catalisador do desenvolvimento da indústria 4.0 e os ganhos com sua correta implantação são inquestionáveis.

 

Principais vantagens do ERP na viabilização da indústria 4.0 do Brasil

No Brasil, de acordo com um levantamento recente da Fiesp, 32% das empresas ainda não ouviram falar da indústria 4.0. Os desafios desse panorama, portanto, são enormes e urgentes: para que o país possa avançar na competitividade industrial, é preciso agir rápido. Os benefícios da tecnologia de gestão abrem caminho para maximizar a performance do setor.

 

Modularidade

A implantação em módulos é a mais adequada à evolução tecnológica quando se considera um cenário de desenvolvimento gradual. E não apenas porque há segmentação de esforços, mas também (e principalmente)  porque viabiliza a otimização de recursos.

O ERP, enquanto mecanismo de profissionalização administrativa, pode ser implantado em módulos, a depender das necessidades do negócio. Do chão de fábrica à visão analítica, todas as áreas devem ser contempladas com a injeção estratégica proporcionada pela tecnologia de gestão.

 

Descentralização

O software de gestão, quando em atividade, contribui frontalmente para desburocratizar a operação, conferindo mais autonomia e agilidade aos processos internos. Neste contexto, os gestores empoderam suas equipes e delegam responsabilidades com mais segurança e coerência.

Ao padronizar processos e eliminar o retrabalho, o ERP descentraliza o acesso a informações essenciais e permite que a gestão orientada a resultados deixe de ser uma particularidade liderança, passando a ser uma responsabilidade de todos os profissionais envolvidos.

 

Monitoramento real time

As análises corporativas ganham consistência e assertividade a partir dos recursos tecnológicos. Uma vez estabelecidos e padronizados, os indicadores operacionais podem ser facilmente visualizados pelas lideranças, garantindo o controle em tempo real.

O ERP disponibiliza uma ampla gama de relatórios e balanços, facilitando o acompanhamento de métricas e estimulando a avaliação transparente dos resultados da fábrica. Foi-se o tempo em que era preciso esperar o fim de um ciclo para emitir balanços: com a tecnologia de gestão, o monitoramento é constante e flexível.

A operacionalização da indústria 4.0 avança a passos largos e as unidades brasileiras precisam se adaptar. De acordo com relatório da Confederação Nacional da Indústria (CNI), mais de 41% dos setores industriais brasileiros têm urgência na adoção de tecnologias digitais, sob o risco iminente de perderem competitividade de modo alarmante — e talvez irremediável.

Da mesma forma, estima-se que as companhias incapazes de implantar tecnologias sistêmicas, tais como o ERP, terão 2x mais chances de perderem mercado em função da falta de agilidade e de controle operacional.

Mais uma vez, uma postura gerencial voltada ao aprimorando operacional e ao fortalecimento estratégico reforçam sua relevância. Para que estejam aptos a desbravar o cenário da indústria 4.0 e possam tomar decisões mais assertivas, os gestores precisam contar com a tecnologia de gestão. E mais: amanhã pode ser tarde; faça hoje.

Para saber como o Areco ERP pode viabilizar a evolução da sua indústria, colocando-a no contexto 4.0 de forma ordenada, modular e consistente, entre em contato agora mesmo!
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Saiba como a Areco contribui para a evolução na Indústria 4.0 na Sensor do Brasil:

Os principais desafios das Indústrias de Aço e Metal

Os principais desafios das Indústrias de Aço e Metal

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Conheça alguns dos principais desafios das Indústrias de Aço e Metal e, a partir disso, atue com estratégias que favorecem o desenvolvimento da companhia — e do mercado.

Confira!

 

Profissionalizar o chão de fábrica

Nas indústrias de Aço e Metal, a relevância de alavancar a produtividade do chão de fábrica, padronizando e profissionalizando as equipes da planta, é notável e necessária. Afinal, bons resultados operacionais geram retornos significativos e permitem um crescimento positivo e duradouro.

O aprimoramento dos times fabris, depende sim de uma série de fatores estratégicos, porém está ligado principalmente à dois fatores específicos: capacitação de profissionais e disponibilidade de ferramentas. Vamos entender a melhor maneira de realizar a capacitação de profissionais dentro do chão de fábrica – um dos desafios das Indústrias de Aço e Metal:

 

1. Construa seu time dos sonhos

O primeiro passo para começar a construir uma estratégia ideal para ter um time dos sonhos dentro do setor de chão de fábrica, ou em qualquer outro setor, é iniciar pela contratação. O primeiro passo é a construção de uma candidate persona – o candidato ideal. Este termo servirá para nortear a empresa em relação à construção de um candidato semi-fictício.

Ter em mãos as características deste candidato semi-fictício dentro do processo de contratação ajudará tanto no direcionamento correto das propostas de emprego como na condução do time de RH com os candidatos.

Com esse perfil em mãos, será possível que:

  • Os anúncios para essa vaga sejam feitos em locais que este candidato costuma frequentar;
  • O processo de recrutamento e de seleção seja encurtado e efetivo;
  • A seleção dos currículos e a condução das entrevistas seja feita de acordo com o perfil;
  • Já que a contratação será mais eficiente e precisa, logo o turnover (desligamento de colaboradores) da empresa tende a diminuir.

 

2. Planejamento não é feito apenas por líderes da área e gestores

Sabemos que um dos grandes desafios das indústrias de aço e metal é focar e ser assertivo. Tanto na gestão de processos quanto na gestão de pessoas. Porém, como já tratamos em outros artigos, uma gestão e decisões centralizadoras podem ser um verdadeiro tiro no pé. Não estamos dizendo para você que a empresa inteira deve tomar as decisões de forma conjunta. É viável e necessário que existam pessoas consideradas peças-chave para coletar todas as informações e, a partir delas, tomar uma decisão final.

No entanto, para que essa decisão final seja tomada ou processos possam evoluir, é necessário que, durante o planejamento, sejam levadas em consideração as opiniões e informações dos colaboradores que estão na linha de frente. São eles que mostrarão quais são as principais dificuldades e trarão insights valiosos sobre como resolvê-los.

Dessa forma é fundamental que tanto os setores estratégicos quanto as áreas operacionais se comuniquem e estejam alinhados. São estes dois setores que, juntos, vão melhorar e trazer inovações efetivas para os processos de toda operação. A comunicação entre essas áreas deve ser constante.

 

3. Gestão à Vista

Após as reuniões entre equipes serem definidas com uma certa periodicidade, passa então a estar no momento de compartilhar informações importantes do processo produtivo para serem compartilhadas com toda a equipe. Diversas fábricas utilizam a metodologia Gestão à Vista como forma de vencer os desafios das indústrias de Aço e Metal.

Esta metodologia diz respeito ao compartilhamento de informações e deixar evidente para todos os colaboradores para onde a empresa está caminhando e qual o cenário atual. A ideia é que todos os colaboradores possam ter acesso as informações e feedbacks em tempo real. Assim, passam a estar aptos à realizar ajustes e atualizações necessárias.

Por exemplo, um motorista está viajando do ponto A para o ponto B. Este motorista percebe, ao observar o GPS, que houve um problema na sua rota. Quando ele observa em tempo real ou é avisado de forma prévia, pode antecipar-se e fazer os ajustes necessários de rota para chegar ao ponto B com êxito.

Alguns exemplos que podem ser bastante úteis para iniciar a implementação da Gestão à Vista são:

Blog  Os principais desafios das Indústrias de Aço e Metal
Infográfico de como realizar Gestão à Vista – Os principais desafios das Indústrias de Aço e Metal.

 

4. Tecnologia aplicada aos desafios das Indústrias de Aço e Metal

Nos últimos três tópicos pudemos observar o quão importante é estabelecer métricas e planejamentos para atingir novas metas e ter o controle da produção. Assim, conseguimos chegar à conclusão que o aprendizado técnico deve ser pensado como um fluxo contínuo de aperfeiçoamento. Ele deverá ser viabilizado por meio de treinamentos e reuniões recorrentes. Formatado de forma a suprir as lacunas de cada função, as ferramentas de otimização precisam ser incorporadas de modo integrado, permeando todo o workflow e, assim, beneficiando a empresa como um todo.

Ao contar com um Software capaz de padronizar as operações da fábrica, automatizando as atividades da linha produtiva, a indústria empodera seus colaboradores e confere mais segurança às demandas de rotina, limitando a interferência sistêmica e reduzindo as chances de erros manuais.

 

Otimizar recursos e resultados

Um sistema integrado de gestão — também conhecido como ERP — é sinônimo de coerência e de produtividade. Uma vez introduzida na rotina da fábrica, a tecnologia contribui diretamente para alavancar o desempenho da companhia, impulsionando resultados individuais e coletivos.

Para além dos recursos humanos, porém, as possibilidades de otimização são profundas e fazem toda a diferença nos balanços financeiros da empresa. O estoque, por exemplo, é uma área sensível e que exige controle consistente para que permaneça lucrativa.

Quando há falhas no monitoramento da armazenagem, é provável que também haja prejuízos. Excessos no acúmulo de lotes, bem como desorganização nas táticas de escoamento (FIFO, LIFO e FEFO, para citar algumas), são causas diretas de perdas financeiras — e comprometem a lucratividade da indústria.

Para maximizar os retornos, sejam eles humanos ou financeiros, o investimento em mecanismos de tecnologia é fundamental. Por um lado, o software integrado de gestão permite o acompanhamento do estoque em tempo real.

O controle é feito por unidade selecionada de medida e, ao mesmo tempo, por peso teórico. Por outro, o ERP garante o acompanhamento dos indicadores homem/máquina, facilitando a identificação de eventuais gargalos.

Para alcançarmos um patamar estratégico e de gestão baseada em dados e indicadores, é fundamental:

 

1. Estruturar os dados

A estruturação de dados nada mais é do que organizar os seus dados dentro da plataforma ou software que você esteja utilizando de forma inteligente. Então, armazenar todos esses dados de uma forma lógica e estruturada permite que toda vez que você precisar acessar esses dados novamente, será mais conveniente. Por conveniência podemos dizer que você otimizará tempo para acessar aquele dado.

Dentro do Software ERP, para que a estruturação de dados seja efetiva, é importante que: os processos sejam catalogados corretamente e os fluxos sejam assimilados.

 

2. Eliminar os retrabalhos

Uma vez reforçada a importância do ERP na produtividade da indústria, é pertinente observar de que forma a tecnologia de gestão atua, também, de forma a eliminar o retrabalho na fábrica.

Evidentemente, ambas as situações estão essencialmente interligadas: se há altas taxas de retrabalho — consequentemente demandando nova mobilização de recursos e, na maioria dos casos, também gerando desperdícios de recursos — é bastante provável que a produtividade esteja comprometida.

A combinação dos dois elementos é perigosa e, caso seja identificada, deve ser imediatamente corrigida, permitindo que a operação volte a trilhar um caminho saudável de desenvolvimento.

O ERP, quando aplicado no cotidiano fabril, viabiliza e otimiza etapas crucial do processo produtivo: o planejamento de produção, por exemplo, permite o cruzamento de dados (curva de demanda, saldo de estoques, disponibilidade de máquinas) e torna a execução mais segura e rentável.

 


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Com estas ações realizadas, teremos alto grau de confiabilidade nos dados de estoque, custos, tempos de trabalho, retrabalhos, disponibilidade de carga máquina, simulações de entregas para o setor comercial. Enfim, desde a demanda do mercado até os encerramentos contábeis obedecendo os rigores fiscais, ficarão automatizados e permitem assim que a visão estratégica se baseie em dados reais e fidedignos.

 

Investir em inovação e tecnologia

Uma indústria capaz de inovar é, sem dúvida, uma empresa apta a prosperar (e não apenas a sobreviver). Para dar vazão a novos projetos, entretanto, é preciso assegurar a capacidade produtiva da empresa e criar espaço para que novos projetos — produtos ou mercados, por exemplo — sejam postos em prática com sucesso.

Como mencionamos anteriormente, o ERP funciona como um suporte ao desenvolvimento operacional e estratégico. Ele estimula e valida inovações que endossam os retornos (e os caixas) da fábrica. Quando os líderes e colaboradores do setor são capazes de enxergar toda a cadeia de modo transparente, contando com o apoio de relatórios claros e atualizados, é mais fácil encontrar gaps e trazer insights para a inovação dos processos.

A Riferplast, especializada em calderaria, estamparia e ferramentaria, é cliente da Areco Sistemas Empresariais. Confira o que Miguel, Gerente de Implantação, tem a dizer sobre os benefícios da tecnologia nas rotinas da indústria.

 

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Como garantir a conformidade do eSocial e evitar multas em 3 passos

Como garantir a conformidade do eSocial e evitar multas em 3 passos

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A obrigatoriedade do eSocial causou certa incerteza entre os gestores, uma vez que exigiu adaptação operacional e sistêmica para assegurar a conformidade dos processos frente aos órgãos regulatórios.

Atualmente, porém, com as fases mais avançadas do projeto já em curso, é natural que a preocupação sofra um deslocamento significativo: em vez de construir cenários possíveis para a entrega dos documentos, analisando opções viáveis, mas ainda hipotéticas, as lideranças devem partir à ação e balizar suas rotinas em novos padrões e novas ferramentas.

Caso haja negligência na entrega das informações internas, o prejuízo é considerável e pode comprometer o fluxo de caixa da empresa. As multas variam de acordo com o desvio — falta de comunicação acerca de férias ou ausência de exames médicos obrigatórios, por exemplo — e podem somar um valor alto, a depender da gravidade e da recorrência do problema.

Para evitar complicações financeiras e transtornos com o Governo, é importante que os gestores estejam conscientes da situação de suas companhias e, assim, ajam de forma transparente e objetiva.

Confira as principais dicas para se manter a par das demandas e garantir o cumprimento das exigências no prazo determinado!

 

1. Dissemine informações entre as equipes

Entender as particularidades do processo e a extensão das obrigações do eSocial é essencial para que as atividades rotineiras sejam eficientemente cumpridas. Por isso, é válido que as equipes — principalmente as diretamente envolvidas nos trâmites do envio — estejam por dentro dos prazos estabelecidos pelo Governo.

A tarefa de informar a equipe, porém, não deve se restringir aos profissionais diretamente responsáveis pela submissão dos dados: quando todo o quadro de funcionários está consciente a respeito das demandas do eSocial e da importância de mantê-las em dia, fica mais fácil obter o comprometimento dos colaboradores.

Pense, por exemplo, em uma das obrigações mais prementes: a atualização cadastral. O eSocial estabelece que quaisquer mudanças de endereço sejam imediatamente comunicadas, via documentação no sistema. O conhecimento do fato, porém, precisa chegar à empresa. Se o funcionário peca em repassar a informação, a organização falha em transmiti-la ao Governo — e a situação pode implicar em multas.

Dessa forma, a necessidade de mobilizar todo o time, ressaltando a importância e abrangência do eSocial, fica cada vez mais evidente. Certifique-se de pontuar que o sucesso da operação também depende do esforço individual de cada um!

 

2. Assegure o entendimento das obrigações e de suas particularidades

Assim que anunciado em bases formais, com prazos cronogramas estabelecidos, o eSocial suscitou um clima de insegurança entre os gestores —  independentemente do porte ou do segmento da empresa que administravam.

As dúvidas eram vastas, dinâmicas e envolviam preocupações complexas. Uma das mais recorrentes dizia respeito ao modo prático de operação, da compilação de dados aos inputs no sistema do Governo. Com a unificação das informações dos trabalhadores (desde o princípio, o objetivo primordial do eSocial) e uma série de novas integrações previstas, podia ficar difícil visualizar o andamento do processo em linhas claras e eficazes.

Para atender às novas demandas e corresponder às exigências fiscais, foi preciso investir em capacitação de equipes. Não convém, porém, cessar o estímulo à aprendizagem após a etapa inicial de entregas: com a implantação ainda em curso e fases complementares oficialmente previstas, os aprendizados são constantes e devem permear a operação de rotina.

Para tanto, é imprescindível que os líderes invistam em profissionalização de processos e forneçam ferramentas consistentes à equipe. Treinamentos, workshops e aperfeiçoamentos, afinal, são formas valiosas de garantir a aderência operacional e manter a confiabilidade dos dados remetidos ao Governo.

 

3. Automatize tarefas e invista em integração de processos

O sucesso do eSocial está, sem dúvida, diretamente associado à qualidade da operação cotidiana. A noção de qualidade, por sua vez, sugere a eficiência e a transparência das rotinas administrativas e de gestão de recursos humanos, assegurando a conformidade da empresa perante as normas do Fisco.

Para evitar transtornos e multas ligadas ao eSocial, a centralização de informações e a integração de rotinas despontam como armas valiosas e indispensáveis. Os gestores precisam entender a urgência de padronizar e automatizar as demandas internas, sob o risco de incorrer em sérios prejuízos fiscais — além de operacionais, ligados aos resultados globais da empresa.

Com o intuito de maximizar a performance e, claro, de manter o fluxo coeso de informações trabalhistas via eSocial, é fundamental que haja investimentos precisos em tecnologia de gestão. Somente ao contar com uma ferramenta robusta, aderente e capaz de concentrar todas as informações do RH — do ponto eletrônico ao ASO (Atestado de Saúde Ocupacional) —, é possível certificar a conformidade da operação frente às exigências do Governo.

O Areco ERP reúne todos os mecanismos para atender plenamente ao eSocial. Todas as informações do funcionário, bem como os dados do vínculo empregatício, são registradas no sistema desde o momento da contratação.

O software está conectado ao Governo e, em poucos cliques, automatiza os envios. Basta que a equipe se certifique da veracidade das informações arquivadas no ERP para que, em poucos minutos, as guias devidas sejam remetidas às instituições responsáveis. A equipe de RH ganha agilidade e os gestores têm a segurança de que lidam com processos transparentes, eximindo a empresa das multas do eSocial.

 

 BÔNUS 

Os recursos humanos são, sem dúvida, um dos insumos mais importantes às organizações competitivas. Para administrá-los de forma eficiente, o Areco ERP disponibiliza uma série de ferramentas diferenciadas.

No módulo, também é possível, por exemplo:

  • Arquivar a documentação de feedbacks, favorecendo o rápido acesso às ações de desenvolvimento propostas para o colaborador;
  • Monitorar e evolução de carreira do profissional, registrando datas e promoções de forma pormenorizada;
  • Extrair relatórios completos, com filtros personalizados, para entender tendências de perfil ou indicadores de absenteísmo.

O Areco ERP é a tecnologia ideal para potencializar rotinas internas e externas de RH: ao mesmo tempo em que os gestores desfrutam de pleno domínio sobre as informações de seu quadro de funcionários, as equipes de recursos humanos desempenham rotinas operacionais, principalmente as legais, de forma mais rápida e segura.

 

 

Conheça um pouco mais sobre o novo ERP da sua empresa

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(19) 3849-4355

Como explorar a capacidade produtiva em uma empresa de serviços?

Como explorar a capacidade produtiva em uma empresa de serviços?

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O segmento de serviços é essencial à economia brasileira. Em 2018, a categoria foi destaque na composição do PIB (Produto Interno Bruto) nacional, sendo responsável por 75,8% do montante total. No mesmo período, o setor registrou crescimento de 1,3% e contribuiu diretamente para o resultado final do país: a alta geral de 1,1%.

Para os empreendedores de serviços, porém, os números positivos não devem proporcionar muita tranquilidade. Os gestores têm consciência de que a área é marcada por intensos desafios e, também por isso, a evolução precisa ser constante.

Neste contexto, uma das principais preocupações é justamente a de encontrar mecanismos que permitam o aproveitamento integral da capacidade produtiva. Na prática, isso é possível por meio do ajuste de processos, da eliminação de gargalos e do monitoramento de produtividade.

 

Por que a capacidade produtiva é importante no setor de serviços?

Uma empresa de serviço tem particularidades bastante específicas. Seus resultados derivam de intangíveis e, por isso, a eficiência operacional deve ser sempre elevada às máximas potências.

Considerando as características primordiais da atuação, é fácil perceber que a capacidade produtiva é, na prática, um termômetro inquestionável da qualidade dos processos.

Em um ambiente no qual os resultados são medidos, de forma genérica, em horas de trabalho, o monitoramento de indicadores e a consequente alavancagem de performances são preocupações essenciais ao sucesso e à perenidade do negócio.

Dessa forma, a capacidade produtiva, bem como as estratégias empregadas para potencializá-la, devem se configurar como uma prioridade para os gestores de serviço. Somente ao maximizar o retorno dos recursos empregados — sejam eles físicos, financeiros, humanos ou de tempo —, otimizando processos e rotinas, é possível se destacar como prestador de serviços.

 

Como explorar a capacidade produtiva de serviços?

Uma vez convencidos da importância de voltar a atenção à capacidade produtiva das empresas de serviços, é pertinente apontar estratégias têm alta relevância e eficácia neste contexto do mercado.

Aos gestores da área, cabe a missão de levantar o panorama de seus negócios e de entender quais táticas têm o potencial de tornar o negócio cada vez mais produtivo e rentável. Para tanto, algumas ferramentas de identificação e validação de cenários podem (e devem) ser utilizadas no dia a dia da operação. Confira!

 

1. Automatização de tarefas

A burocracia empresarial tem dois lados distintos, ainda que complementares: da mesma forma com que assegura que processos sejam executados em sequência, valorizando os fluxos de aprovação, também acaba por tornar a operação mais morosa e pode prejudicar a produtividade.

Encontrar o equilíbrio entre as vantagens e desvantagens do sistema é, sem dúvida, um grande desafio. Em uma empresa de serviços, em que o tempo desponta como um poderoso indicativo de desempenho, o excesso de burocracia deve ser combatido com veemência.

Ao automatizar tarefas excessivamente manuais, por exemplo, eliminam-se as demandas rotineiras que, embora consumam um tempo precioso da equipe, não têm valor estratégico e de performance.

Da mesma forma, processos automatizados minimizam a incidência de erros operacionais, alavancando a integridade do negócio e suprimindo eventuais transtornos.

 

2. Capacitação de colaboradores

Em serviços, o capital humano é uma das engrenagem mais importantes ao desenvolvimento do negócio. Levando em conta a característica central do segmento — que é justamente a prestação, usualmente exigindo intervenção humana —, fica nítida a necessidade de aprimorar a equipe com regularidade.

A capacitação técnica e comportamental deve ser uma prioridade das organizações focadas em competitividade. Ao contar com um time mais preparado, ciente dos desafios do mercado e apto a enfrentá-los, a qualidade do trabalho é expressivamente potencializada.

Em função disso, vale programar treinamentos completos e amplos — que partem do reforço às melhores práticas cotidianas e abarcam até as novas tendências do segmento, por exemplo — e convocar o quadro de colaboradores ao aprendizado contínuo.

Os resultados de uma prática efetiva de capacitação são imediatos, mas também perduram no médio e no longo prazo. Os impactos são altamente positivos e fazem toda a diferença!

 

3. Investimento em tecnologia de gestão

As empresas de serviço podem contar com uma aliada importante na máxima exploração da capacidade produtiva de suas operações: a tecnologia de gestão. Os sistemas integrados são catalisadores da produtividade e permitem que os gestores tenham seus indicadores sempre à mão.

Ao centralizar informações, as lideranças se empoderam e tomam a frente de seus negócios. Vale lembrar, ainda, que àqueles que se dedicam à prestação de serviços, os dados internos são ainda mais relevantes para assegurar o correto direcionamento da empresa.

Considere, por exemplo, a análise de margens. Em um panorama marcado pela ausência de tecnologia, é extremamente complexo extrair bases confiáveis para manter ou alterar a estratégia de precificação. É possível, inclusive, que a lucratividade da empresa esteja sendo continuamente dilapidada — e que os gestores ignorem o perigo que põe a operação em risco.

Diante disso, o investimento em um software robusto de gestão não é nada menos do que imprescindível. E lembre-se: não basta automatizar apenas uma parcela do processo (o CRM, por exemplo) e negligenciar as demais rotinas.

Em serviços, mais do que em qualquer outro ramo de mercado, pequenos detalhes determinam a condição dos resultados. Para fazer frente à concorrência acirrada, aperfeiçoando rotinas e conquistando os retornos desejados, é preciso estar à frente das inovações tecnológicas.

 

O Areco ERP nas empresas de serviços

O Areco ERP é a solução ideal para organizações que se dedicam à prestação de serviços. As funcionalidades do software atendem às demandas do segmento e contribuem de diretamente para otimizar os mecanismos de gestão.

Em poucos cliques, é possível criar layouts customizados de propostas e ajustar a atualização automática de contratos — inclusive com suporte a múltiplos indexadores. Além disso, todo o controle financeiro (do fluxo de caixa às margens de contribuição) é didático, transparente e efetivo.

Para entender tudo o que o Areco ERP pode fazer pela sua empresa, entre em contato

5 dicas de gestão para reduzir a inadimplência do negócio

5 dicas de gestão para reduzir a inadimplência do negócio

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As obrigações financeiras fazem parte de qualquer operação empresarial, determinando, em última escala, a saúde e as perspectivas da organização. No intuito de manter a competitividade e de investir em novos processos — construindo diferenciais relevantes ao mercado —, é imprescindível que as rotinas de pagamento e recebimento estejam alinhadas e funcionem adequadamente.

Neste contexto, a inadimplência desponta como um risco sério. Um levantamento recente do SPC Brasil, por exemplo, informou que havia mais de 62 milhões de pessoas com contas em atraso em 2018. O número sugere um crescimento de 4,41% no número de inadimplentes em relação ao ano anterior.

O índice, por si só, é preocupante e pode representar um perigo à administração enxuta e eficiente. Os gestores, enquanto responsáveis pela otimização de recursos e pela maximização dos resultados, devem estar atentos às maneiras de minimizar os efeitos negativos de clientes que deixam de cumprir suas obrigações financeiras.

Não basta, porém, apelar às cobranças insistentes e ignorar metodologias capazes de potencializar os retornos. Caso a aproximação careça de objetivos e ferramentas, é provável que a abordagem irrite o cliente, deixando-o em situação de desconforto.

Ao estruturar o fluxo de cobrança de modo a combater a inadimplência, certifique-se de fixar um mindset proativo e de dispor de mecanismos eficazes, evitando situações desagradáveis sem deixar de atingir as metas de pagamento. Confira algumas das principais dicas!

 

1 .Analise o histórico do cliente

Não há dúvida de que a forma mais adequada para prevenir a inadimplência é fazer todo o possível para que ela não aconteça. Para isso, o ideal é que a empresa disponha de processos coerentes de análise e de diagnóstico.

Ao reunir a documentação do cliente, a fim de cadastrá-lo, é possível centralizar todas as informações (do CPF ou CNPJ) e efetivar avaliações amplas. Ao registrar o histórico, a empresa tem mais segurança para definir as margens de cada perfil, traçando a confiabilidade do cliente.

É importante dizer, ainda, que um bom sistema de gestão (ERP) é capaz de tecer verificações periódicas, atualizando a situação da base de dados registrada. Assim, a organização corre menos riscos e tem impactos menores (ou nulos) em seu fluxo de caixa.

2. Saiba o que oferecer a cada perfil de cliente

A análise prévia, indispensável à compreensão do potencial financeiro do novo cliente, não é uma operação isolada. Pelo contrário! A rotina de checagem também pode (e deve) nortear os próximos passos do relacionamento comercial.

Ao examinar o perfil com cautela e critério, a empresa se qualifica para entender as circunstâncias e as necessidades do cliente. Esse conhecimento, que é cada vez mais valioso em um mercado altamente competitivo, permite a formatação de ofertas atrativas e coesas, aderentes à realidade do consumidor.

Independentemente do porte do cliente — seja ele uma empresa estabelecida, seja uma pessoa física em busca do produto ou serviço oferecido —, é válido que haja lógica e segurança nas pretensões de ambas as partes. Dessa forma, o risco de inadimplência é mitigado.

3. Priorize o bom relacionamento

O relacionamento de excelência deve ser uma prioridade às empresas que se pretendem perenes e lucrativas. Em função da concorrência acirrada, a diferenciação está fundamentalmente pautada na forma com que a empresa é percebida por seu público de interesse.

Na prática, o bom relacionamento pressupõe um vasto conhecimento acerca das necessidades e das demandas do cliente, além de uma disposição genuína em ajudá-lo a alcançar seus objetivos e metas.

Neste contexto, as ferramentas integradas de gestão contribuem enormemente para o sucesso da abordagem. Ao reunir, organizar e facilitar o acesso às informações do cliente, o software auxilia na identificação de padrões (tempo para recompra, por exemplo) e na criação de ofertas personalizadas.

Quando inseridos em um ciclo virtuoso de relacionamento, é natural que a inadimplência seja combatida e acabe sendo substituída por consumidores fiéis e engajados.

4. Emita lembretes recorrentes

Muitas vezes, o descumprimento dos prazos de pagamento está associado a uma questão bem simples, mas que representa um grave erro administrativo: o cliente se esqueceu da data e deixou de quitar seu débito.

Para corrigir o desvio, que geralmente implica em complicações no fluxo de caixa, as empresas podem contar com a tecnologia de gestão. Um ERP robusto e integrado, no qual todas as rotinas da empresa são automatizadas, permite a emissão automática de lembretes, avisando o cliente que seus vencimentos se aproximam da data acordada.

Ao enviar os avisos, a organização assegura que sua base está devidamente informada e pode, inclusive, sinalizar a interrupção do serviço caso a dívida se acumule. Trata-se, sem dúvida, de um mecanismo interessante (e saudável) aos cofres corporativos.

5. Crie e mantenha um fluxo de cobrança

Por fim, embora não menos importante, é essencial que a empresa disponha de fluxos transparentes (e automatizados) de cobrança. O grande segredo deles é justamente a capacidade de sistematizar os contatos, dispensando abordagens desconfortáveis enquanto prioriza-se o relacionamento sinérgico.

O ERP pode ser largamente utilizado para criar metodologias eficientes de contato e cobrança: ao enviar follow-ups de pagamento, por exemplo, o sistema minimiza a intervenção manual e reduz o retrabalho, reservando os approaches pessoais para situações mais críticas ou particularizadas.

Ao contar com rotinas estabelecidas e amparadas na tecnologia, os gestores agem proativamente para combater a inadimplência e para alavancar o desempenho das organizações, preservando o relacionamento com seus clientes e zelando pela fidelização de sua base ativa.

 

O Areco ERP

O Areco ERP é o sistema de gestão ideal para o seu negócio. São mais de 30 anos de experiência em otimização de processos e em alta performance corporativa, reunindo ferramentas consistentes para alavancar o desempenho empresarial em seus mais diversos âmbitos.

O software é modular, integrado e permeia todo o workflow — do cadastro de prospects à cobrança recorrente. As funcionalidades do ERP garantem mais transparência e eficácia às atividades cotidianas, permitindo que os gestores disponham de dados críveis para embasar suas decisões estratégicas.

 

Quer saber como o Areco ERP pode transformar o seu negócio?