Controle de perdas na indústria de Alimentos e Bebidas: como a tecnologia pode ajudar!

Controle de perdas na indústria de Alimentos e Bebidas: como a tecnologia pode ajudar!

Os números brasileiros no segmento de Alimentos e Bebidas são superlativos e demonstram a importância do ramo na economia nacional. Em primeiro lugar, cabe dizer que o setor emprega 20% de toda a massa de trabalho envolvida na indústria de transformação e que o faturamento da área representa 9,6% do PIB total do país, arrecadando cerca de R$ 656 bilhões em 2018 — um crescimento de 2,8% em relação ao período anterior.

A robustez dessa vertical, que mesmo em tempos de economia incerta não perdeu o fôlego, endossa outra conclusão bastante significativa: para que se mantenham saudáveis e lucrativas, enfrentando uma concorrência cada vez mais qualificada e competitiva, também de olho no dinheiro que o segmento movimenta ano a ano, é preciso investir em estratégias diferenciadas, em inovação de processos e em otimização de rotinas.

Na indústria de Alimentos e Bebidas, assim como tantos outros tipos de negócio, o monitoramento operacional é uma questão chave. Os gestores mais engajados, focados em resultados de alta performance, estão conscientes de que qualquer desvio na linha de produção — da qualidade do insumo utilizado na fábrica ao monitoramento de lotes no estoque — pode causar prejuízos expressivos e, muitas vezes, irrecuperáveis.

O controle de perdas, no que diz respeito à capacidade de minimizar erros e de suprimir desperdícios, é certamente uma das preocupações mais urgentes na indústria de Alimentos e Bebidas. Com o objetivo de alinhar a produção e de angariar resultados cada vez mais exponenciais, as lideranças corporativas precisam se atentar a fatores que, se negligenciados, podem alterar a dinâmica produtiva e impactar negativamente nos cofres do negócio.

A importância do controle de perdas na indústria de Alimentos e Bebidas

A otimização de recursos — para fazer mais com menos, valorizando insumos e investimentos — é a palavra de ordem das empresas modernas. Na indústria de Alimentos e Bebidas, por exemplo, a questão é ainda mais séria: considerando as características da produção, não é possível entregar nada menos do que a excelência. Processos de qualidade, bem como fluxos de controle de perdas, são essenciais ao desenvolvimento das organizações do segmento.

Há, portanto, dois aspectos complementares e fundamentais no cotidiano operacional das indústrias alimentícias: por um lado, é necessário alavancar a produtividade, garantindo que as linhas sejam exploradas em todo o seu potencial. Por outro, é preciso garantir a viabilidade da fábrica, reduzindo desperdícios a fim de potencializar a lucratividade.

Dessa forma, a importância de controlar as perdas fica evidente: para suprimir problemas, melhorar a capacidade produtiva da fábrica, aumentar as margens do negócio e favorecer o crescimento enxuto, orgânico e perene da empresa, vale investir em um monitoramento contínuo para prevenir desperdícios.

O papel da tecnologia no controle de perdas

O mercado de TI cresce a passos largos — a previsão é que bata a casa dos 10,5% neste ano — e há uma explicação relativamente simples para números tão positivos: para fazer frente à competitividade do mercado, as empresas contemporâneas estão buscando soluções robustas para integrar operações e otimizar recursos.

A tecnologia de gestão é, por sua vez, a ferramenta mais adequada às metas ambiciosas de crescimento. De acordo com levantamento feito pela Deloitte, o contexto da Transformação Digital vai alterar profundamente a realidade industrial tal qual a conhecemos já nos próximos anos. O cenário é desafiador, mas reserva grandes oportunidades evidencia a urgência de investir em mecanismos capazes de integrar, otimizar a maximizar as operações corporativas.

De forma a dar suporte às operações, do chão de fábrica à estratégia corporativa, o software de gestão desponta como um aliado indispensável à sobrevivência e à competitividade. A partir da centralização de dados, que confere agilidade aos processos ao mesmo tempo em que aumenta a capacidade analítica das lideranças, é possível repensar estruturas e estratégias mais alinhadas à realidade empresarial da atualidade.

Diante disso, não seria exagerado afirmar que o sistema integrado de gestão tem papel fundamental no controle de perdas da indústria de Alimentos e Bebidas — do recebimento de insumos ao pagamento de tributos obrigatórios. Toda a operação, do chão de fábrica ao administrativo, é frontalmente beneficiada por operações automatizadas, controles padronizados e métricas robustas.

Na produção alimentícia, o controle de perdas é favorecido (e mantido) a partir de funcionalidades bem estabelecidas, tais como:

  • padronização de operações, incluindo a engenharia de produtos e o fluxo detalhado de produção, evitando desvios que prejudiquem a linha e, por consequência, interfiram no produto final;
  • controle de qualidade, assegurando a liberação de mercadorias seguras e em consonância às normas previamente estabelecidas;
  • monitoramento de estoque, garantindo que os itens já finalizados sigam definições específicas de escoamento (FIFO, LIFO E FEFO, por exemplo) para eliminar desperdícios e prejuízos.

Na prática, o ERP é a tecnologia responsável por empoderar profissionais e gestores, permitindo que explorem os recursos disponíveis da forma mais eficiente possível. O sistema integrado de gestão é, já há muito, um poderoso cúmplice empresarial na busca por crescimento e lucratividade.

O Areco ERP no controle de perdas da indústria de Alimentos e Bebidas

O Areco ERP é uma ferramenta completa e totalmente aderente às principais demandas das indústrias de Alimentos e Bebidas. Dentre os benefícios do software ao segmento, principalmente no que compete ao controle de perdas — da produção à distribuição —, destacam-se:

  • o controle de engenharia reversa (quando um insumo resulta em vários produtos e subprodutos);
  • o acesso a informações de produção, viabilizando a formação de custos;
  • formatação de tabelas nutricionais, atendendo às exigências legais para o segmento;
  • emissão e consulta de laudos técnicos sob medida, de acordo com especificações personalizadas.
  • práticas de Qualidade Total (ISO), com domínio de lotes e rastreabilidade de matérias-primas e produtos acabados.

A mensagem final, portanto, é clara: para reduzir perdas, impulsionar retornos e ganhar competitividade, as indústrias de Alimentos e Bebidas precisam aprimorar seus processos. E, neste aspecto, as que investirem em tecnologia de ponta — principalmente em um ERP completo e atualizado, preparado para atender todas as demandas do setor — estarão à frente de um mercado altamente volátil e desafiador.

Quer saber como podemos ajudá-lo a melhorar a controlar as perdas produtivas e, assim, maximizar a lucratividade da fábrica?

As 3 estratégias essenciais para controlar perdas na indústria de Alimentos e Bebidas

As 3 estratégias essenciais para controlar perdas na indústria de Alimentos e Bebidas

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Qualquer operação, por menos complexa que seja, está sujeita a desperdícios não planejados. Na indústria de Alimentos e Bebidas, na qual a qualidade é essencial e determinante para a saúde dos negócios, é natural que o controle de perdas seja uma prioridade na otimização de processos.

De forma a garantir uma operação alinhada, enxuta e confiável, mantendo os padrões da linha elevados, é fundamental que os gestores invistam em iniciativas consistentes para gerir, acompanhar e analisar as métricas da produção, assegurando resultados positivos e perenes.

 

Por que é importante controlar as perdas na indústria de Alimentos e Bebidas?

A produtividade é uma questão urgente em todos os segmentos industriais — e não é diferente no setor de Alimentos e Bebidas. Para manter a competitividade e fortalecer as operações do negócio, é imprescindível que os líderes da área zelem pelo alinhamento e pela qualidade dos processos fabris.

Se, no geral, os players industriais já devem atenção às perdas da produção, a preocupação com equívocos na linha tende a ser ainda maior no segmento alimentício. Não seria para menos: mais do que inegociável, a qualidade dos produtos derivados dela é uma questão de saúde e envolve uma série de aspectos que extrapolam a fábrica. Por isso, quaisquer desvios devem ser sumariamente evitados.

No contexto da indústria, desvio significa perda — e essa sequência comprometedora é capaz de causar arrepios nas lideranças corporativas com foco em resultados. Alterações no padrão produtivo podem inviabilizar entregas e, claro, gerar prejuízos volumosos aos caixas (e aos contratos) da empresa.

Para prevenir problemas, cabe otimizar a fábrica e assegurar a conformidade das atividades produtivas. Para isso, o gestor deve lançar mão de estratégias coesas e com alto impacto e resoluto potencial transformador. O controle de perdas deve ser, portanto, uma prioridade dos líderes que respiram produtividade na indústria de Alimentos e Bebidas.

 

Quais são as principais estratégias para controlar perdas?

De modo a prevenir cenários negativos, nos quais perdas e desperdícios são corriqueiros na linha de produção, é importante dispor de projetos e de ferramentas eficientes para dominar a fábrica, garantindo o desempenho de excelência. Confira algumas das principais estratégias para maximizar os resultados da indústria!

 

1. Monitoramento contínuo de estoque

A disponibilidade de insumos é condição essencial para que a operação fabril possa ser executada de forma orgânica e eficiente. Assim, antes mesmo de pensar em produtividade na linha, é preciso reservar especial atenção a processos de compra e armazenagem de matéria-prima.

Para assegurar a suficiência de recursos sem, no entanto, exagerar na armazenagem — imobilizando capital que, se líquido, poderia ser investido em áreas mais estratégicas — é necessário planejar a operação das linhas e mobilizar equipes para que se atenham às demandas da fábrica.

Além disso, o acompanhamento de relatórios atualizados, extraídos periodicamente, é fundamental para que os gestores estejam à frente de seus resultados e possam agir da melhor forma possível frente a suas pendências.

 

2. Padronização das etapas produtivas

A indústria de Alimentos e Bebidas é marcada pela complexidade de sua produção. Como já foi mencionado, a qualidade é um fator crucial e qualquer desvio pode causar transtornos e prejuízos — e, a depender da gravidade da situação, também sanções impeditivas.

Para garantir a conformidade da linha e a excelência dos produtos engendrados, os líderes se voltam à padronização da fábrica, determinando as etapas e detalhando inputs e outputs de cada fase da operação.

Ao conceder aos colaboradores o acesso fácil ao esqueleto de montagem (das quantidades à finalização, semelhante a uma receita completa de bolo), a empresa se certifica de disseminar as melhores práticas e tem condições de requerer retornos mais efetivos e condizentes ao planejamento.

 

3. Acompanhamento analítico de indicadores

As métricas da fábrica devem ser levadas a sérios; afinal, os números indicam a densidade da operação e esclarecem eventuais gargalos produtivos, motivando ações focadas em corrigi-los.

Para os gestores mais engajados, os indicadores de performance (também chamados de KPIs) despontam como mecanismos preciosos: a capacidade de analisar, com base em números críveis e transparentes, o desempenho produtivo frente à capacidade da fábrica é, sem dúvida, um diferencial robusto  na administração mais enxuta e lucrativa.

A partir de relatórios, balanços e análises históricas, é possível cruzar dados e tecer panoramas realistas, entendendo em profundidade quais aspectos podem influenciar (positiva e negativamente) na execução dos processos fabris. Ao dominar o conhecimento estratégico de suas operações, os líderes detêm o poder de aprimorá-las, galgando passos importantes rumo à otimização e à produtividade.

 

O ERP como ferramenta para minimizar perdas na indústria de Alimentos e Bebidas

Os sistemas integrados de gestão possibilitam e endossam uma produção mais eficaz e rentável. Ao centralizar informações, acelerar processos e minimizar o retrabalho, o ERP garante mais poder e mais resultados às empresas contemporâneas.

O Areco ERP é uma ferramenta completa e totalmente aderente às demandas das indústrias de Alimentos e Bebidas. Dentre os benefícios do software ao segmento, destacam-se:

  • o controle de engenharia reversa (quando um insumo resulta em vários produtos e subprodutos);
  • o acesso a informações de produção, viabilizando a formação de custos;
  • formatação de tabelas nutricionais, atendendo às exigências legais para o segmento;
  • emissão e consulta de laudos técnicos sob medida, de acordo com especificações personalizadas.
  • práticas de Qualidade Total (ISO), com domínio de lotes e rastreabilidade de matérias-primas e produtos acabados.

A mensagem final, portanto, é clara: para reduzir perdas, impulsionar retornos e ganhar competitividade, as indústrias de Alimentos e Bebidas precisam investir em seus processos. E, neste aspecto, as que investirem em tecnologia de ponta — um ERP completo e atualizado, por exemplo — estarão à frente do mercado.

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(19) 3849-4355
contato@areco.com.br

Os 6 principais relatórios para a gestão de indústrias de Alimentos e Bebidas

Os 6 principais relatórios para a gestão de indústrias de Alimentos e Bebidas

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A gestão de indústrias de Alimentos e Bebidas é bastante específica e envolve uma série de obrigações particulares. Nesse caso, o processo é regulado por normas rígidas de controle, demanda ferramentas capazes de automatizar rotinas e, sem interferir na qualidade dos produtos, garantir a conformidade da produção.

Para monitorar o andamento operacional, certificando que haja transparência e segurança na gestão dos procedimentos administrativos e fabris, é fundamental que os líderes possam se amparar em dados confiáveis do negócio — e os relatórios são ferramentas imprescindíveis às decisões assertivas.

Por que os relatórios são essenciais na gestão de indústrias de Alimentos e Bebidas?

É consenso entre os gestores contemporâneos que contar com relatórios claros e seguros, capazes de traduzir em números a operação do negócio, desponta como uma poderosa vantagem competitiva.

No contexto das indústrias de Alimentos e Bebidas não é diferente. Pelo contrário! Para fazer frente à concorrência, é preciso dispor de informações centralizadas e transparentes. Só assim se torna possível (e viável) tecer estratégias para otimizar a operação e alavancar a performance global da empresa.

Quais são os principais relatórios para a gestão de indústrias de Alimentos e Bebidas?

Primeiro, é válido pontuar que as particularidades de cada empresa devem nortear a configuração de relatórios essenciais e, a partir disso, também as rotinas de análise. Em todos os cenários, porém, os documentos gerenciais são cruciais para garantir a conformidade de processos e a produtividade da operação.

1. Margem de contribuição

A concorrência no segmento de Alimentos e Bebidas é alta e, por isso, o mercado exige agilidade e eficiência nas decisões estratégias da empresa. Nesse âmbito, o relatório de Margem de Contribuição permite que os líderes visualizem, de forma ampla e coesa, qual produto, região ou vendedor está contribuindo mais com a lucratividade da organização — e estejam aptos a ajustar as demandas de modo ágil.

2. Faturamento (Devolução e Carteira)

Na área Comercial — que requer dinamismo, mas não dispensa o controle operacional — é importante gerir de perto o cenário de faturamento em relação às metas estabelecidas.

Para isso, um relatório que traga, em números detalhados, os valores das vendas acumuladas e dos saldos da meta, compondo o faturamento após considerar pedidos não faturados (carteira) e subtrair as devoluções, é bastante útil para permitir aos gestores uma visão profunda do desempenho comercial.

3. IQF (Índice de Qualidade do Fornecedor)

Principalmente em empresas de Alimentos e Bebidas, as certificações (tais como a FSSC ISO 22000) são bastante valorizadas e, em alguns casos, despontam como condições essenciais para que seja possível fechar uma compra e manter um cliente.

Nesse contexto, o relatório de IQF, na medida em que assegura o controle sobre a procedência dos insumos utilizados e qualifica os fornecedores, garante que a organização sinalize diretrizes importantes e certifique a integridade de sua operação.

4. Rastreabilidade

A rastreabilidade é um procedimento essencial às empresas de Alimentos e Bebidas. Por isso, o relatório que garante acesso e controle dos lotes que entram (ou seja, que são comprados pela empresa) e dos que saem (produtos acabados, já vendidos) deve ser continuamente gerado e analisado, de modo a assegurar a conformidade das mercadorias estocadas e comercializadas.

5. Ressuprimento

O dinamismo do mercado, pautado pela velocidade e pela volatilidade do consumo, também atingiu a indústria. Dessa forma, é necessário que as empresas se adaptem às demandas e estejam preparadas para corresponder às expectativas de atendimento.

O relatório de ressuprimento, nesse contexto, é importante para que os gestores tenham mais segurança no atendimento dos pedidos, assegurando a disponibilidade da matéria-prima demandada, e mais consciência na otimização de recursos.

6. Fluxo de caixa

Por fim, embora não menos importante, o Fluxo de Caixa é um artifício altamente eficaz na gestão financeira do negócio — e que certifica a saúde da operação frente aos resultados registrados. Em indústrias de Alimentos e Bebidas, o relatório proporciona noções seguras acerca das oportunidades de investimentos e das eventuais necessidades de contenção.

Certifique-se, porém, de optar por uma ferramenta que possibilite o acompanhamento em tempo real e que, ao formatar os demonstrativos financeiros, considere pedidos de venda, compras e cheques, por exemplo. Afinal, a visão ampla é fundamental para embasar decisões eficazes!

 

O Areco ERP disponibiliza mais de 2000 relatórios e trabalha para que o gestor possa ter mais agilidade na análise e assertividade nas decisões. O resultado é uma operação mais enxuta, eficiente e produtiva.

 

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E mais:

Recursos complementares para aprimorar as operações de empresas de Alimentos e Bebidas

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O Areco ERP é um sistema de gestão inteligente, integrado e transparente. O software automatiza processos, elimina retrabalho e minimiza as chances de erro nas atividades cotidianas, reduzindo, também, o desperdício de recursos. O Areco ERP é multi-moedas, multi-empresas e multi-idiomas, reunindo uma gama ampla de relatórios, telas gerenciais, suporte à auditoria em todas as telas e direitos de acesso para cada perfil de usuário.

O Areco ERP está totalmente preparado para atender às particularidades de indústrias de Alimentos e Bebidas, desde o controle de lotes e rastreabilidade até a emissão de laudos técnicos de matéria-prima e de produtos acabados. Além disso, as funcionalidades do software podem ser complementadas a partir de sistemas adicionais que, acoplados ao Areco ERP, expandem as possibilidades na utilização dos recursos, reforçando a aderência aos processos.

Para aprimorar as operações das empresas de Alimentos e Bebidas, ao Areco ERP podem ser adicionados, por exemplo:

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Price Search:

Execute automaticamente as comparações de preço e de condições de compra com fornecedores cadastrados.

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NetNFE:

Permita que clientes reimprimam boletos em aberto e capturem XMLs e Danfes, gravando detalhes da operação (ex: data e IP).

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NFe Receptor:

Agregue segurança e praticidade aos processos de entrada de NFs, monitorando e-mails e realizando análises.

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e-Commerce:

Venda online a partir de listas integradas de produtos, imagens e especificações, integrando estoques e operações financeiras.

 

A Areco, ciente dos avanços do mercado e da necessidade competitiva de inovar sempre, otimizando processos e simplificando rotinas, desenvolveu 12 sistemas complementares que podem ser acoplados ao Areco ERP, aumentando a aderência às operações e impulsionando resultados.

Conheça, também, algumas indústrias de alimentos que, ao utilizarem o Areco ERP, optaram por maximizar resultados com nossos sistemas adicionais.

 

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Indústrias de Alimentos e Bebidas: principais desafios

Indústrias de Alimentos e Bebidas: principais desafios

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As indústrias de alimentos e bebidas, de acordo com a ABIA, apresentaram um faturamento de R$ 699,9 bilhões em 2019, somadas exportações e vendas do mercado interno. O número é 6,7% maior que o registrado em 2018, quando o setor faturou R$ 656 bilhões

Assim como em outros segmentos industriais, o setor de Alimentos e Bebidas está sujeito a exigências específicas e segue tendências particulares, que podem determinar o sucesso ou o fracasso do negócio.

Fatores importantes sobre as Indústrias de Alimentos e Bebidas

Faturamento

Como dito anteriormente, o faturamento combinado das indústrias de alimentos e bebidas representa 9,6% do total do PIB, com receita de R$656 bilhões. Eles também são responsáveis por 22% da indústria de transformação.

Crescimento

Mesmo com a desaceleração econômica, a indústria de alimentos e bebidas mantém crescimento. Assim, registrando alta de 2,08% no faturamento em 2018.

Agronegócio

A indústria de alimentos tem uma fatia de 58% de toda a produção agropecuária brasileira. Assim, a participação das aquisições de matérias-primas pela indústria de alimentos se mantém nos mesmos níveis, sendo Proteínas Animais 100%, seguido da Cadeia de Trigo e Cadeia do Arroz, com 95%.

Mercado interno

O consumo no mercado interno absorve cerca de 80% das vendas da indústria. Além disso, houve crescimento de 4.3%, somando-se as vendas no varejo e no segmento de alimentação fora do lar.

Mercado externo

O Brasil é o segundo maior exportador de alimentos industrializados do mundo e exportou para mais de 180 países.  Assim, representando 19,3% do volume total de vendas. A China é o principal importador do Brasil, registrando um aumento anual de 37,6%.

Principais desafios nas Indústrias de Alimentos e Bebidas

Controle de estoque e armazenagem

Uma das características que mais diferencia o segmento de Alimentos e Bebidas dos demais ramos industriais é a condição de sua matéria-prima e de seu produto acabado. Como se trata de artigos perecíveis, é essencial que as rotinas de armazenagem obedeçam a critérios inteligentes e integrados, evitando erros que possam gerar prejuízos.

Sendo assim, a produção inflada sem escoamento e falta de controle na validade dos lotes, são desvios graves que podem ser facilmente corrigidos a partir da integração das áreas do negócio.

Alguns erros podem comprometer seriamente as operações, impactando não apenas a área específica, mas também o desempenho geral da empresa.

Blog  Indústrias de Alimentos e Bebidas: principais desafios

Controle de qualidade

A gestão de qualidade é determinante na operação das indústrias de Alimentos e Bebidas. Contudo, os processos, uma vez definidos e parametrizados, devem ser rigorosamente seguidos a cada lote produzido. Desta forma, a gestão de qualidade inclui o controle de produtos adquiridos (como o IQF, que qualifica os fornecedores) e acabados, relatórios de não-conformidade e práticas ISO, como domínio de lotes e rastreabilidade de itens.

Atendimento às normas específicas

A legislação que regulamenta a atividade das indústrias  de Alimentos e Bebidas é bastante rígida, uma vez que certifica a liberação de consumo para determinado produto. Sendo assim, para garantir conformidade às regras legais, é necessário incorporar rotinas de emissão de laudos técnicos (catalogando-os nos padrões esperados) e de impressão de etiquetas nutricionais, detalhando as especificações do produto e listando seus componentes. A credibilidade dos dados obtidos durante o processo é indispensável.

Diante dos desafios pertinentes ao setor, é válido enfatizar que a implantação de um sistema ERP desponta como ferramenta fundamental à gestão equilibrada do negócio, uma vez que o software centraliza todas as informações da empresa e integra as áreas de forma a fornecer um panorama completo da situação operacional da organização.


Para ler depois:

Inovação de produtos

Hoje em dia os consumidores estão cada vez mais exigentes, em busca de alimentos práticos, saudáveis e que agregam valor. A valorização das experiências do consumidor, não somente nesse segmento, mas com produtos e serviços em geral cria a necessidade de inovar para permanecerem relevantes e atraentes.  Agregar à essa variedade de produtos, sabores e tamanhos de embalagens aumenta a complexidade na previsão, gestão de estoque e programação da produção nas indústrias.

Em uma pesquisa feita pelo Brasil Food Trends 2020, constatou-se que os consumidores valorizam as seguintes características nos produtos:

  • Produtos benéficos ao desempenho físico e mental, saúde cardiovascular e saúde gastrointestinal;
  • Para dietas específicas/restritivas/alergias alimentares;
  • Com aditivos e ingredientes naturais;
  • Funcionais (com valor nutritivo agregado);
  • Isentos ou teor reduzido de sal, açúcar e gorduras (better-for-you);
  • Fortificados;
  • Diet/light;
  • Orgânicos;
  • Energéticos;
  • Para esportistas;
  • Minimamente processados;
  • Vegetais (frutas, legumes, verduras, hortaliças, flores e plantas medicinais);
  • Com propriedades cosméticas;
  • Com selos de qualidade de sociedades médicas.

Essas especificidades já servem como um norte para começar a repensar nos seus produtos e serviços. Eles são realmente atraentes para os consumidores? Estão se adequando as necessidades dos mesmos? Separamos também para você 5 tendências para as indústrias de Alimentos em Bebidas no ano de 2020 que ajudarão a ter uma perspectiva mais clara para as inovações.

Veja a seguir:

1. Sensorialidade e prazer

A tendência de sensorialidade e prazer é amplamente valorizada nos estudos, principalmente quando se trata de alimentos e bebidas. Aqui, o que importa são as sensações que as comidas podem trazer para os consumidores. Além disso, o sabor também é outro fator decisivo, afinal, a preferência vai ser sempre do alimento mais gostoso.

2. Saudabilidade e bem-estar

As tendências de saudabilidade e bem-estar valorizam a qualidade de vida que um alimento pode trazer para os consumidores. É possível analisar a preferência do público na hora de escolher entre uma refeição barata e que pode prejudicar a saúde ou algo mais caro, porém, saudável.

3. Conveniência e praticidade

A conveniência e praticidade é uma tendência que visa providenciar mais comodidade e conforto, principalmente para as pessoas com uma rotina mais acelerada. Acontece que muitas pessoas não têm tempo para cozinhar, por isso, levar esse aspecto em consideração na hora de providenciar um alimento pode ser crucial para conquistar a fidelidade desse grupo.

4. Confiabilidade e qualidade

A confiabilidade e qualidade é uma tendência que ajuda a orientar ou determinar as escolhas e a fidelização do público. Para reforçar a importância desse grupo, é válido ressaltar que as pessoas costumam pagar mais por produtos e serviços nos quais eles detectam maior qualidade ou nas marcas em que eles têm mais confiança.

5. Sustentabilidade e ética

As tendências do grupo de sustentabilidade e ética valorizam as indústrias que têm preocupações ambientais e que deixa essa característica clara para o seu público-alvo. Os consumidores terão sempre preferência a alimentos industrializados quando eles sabem que o fabricante protege o meio ambiente ou tem projetos sociais.

Excelência de serviço

Alguns ingredientes estão disponíveis apenas em determinados períodos do ano. Portanto, isso também acaba se tornando um desafio e precisa ser planejado.

Então, para ter uma gestão eficiente é necessário planejar compras de matérias-primas e embalagens antecipadas, controlar a previsão da produção, planejar e executar, com a habilidade de capturar, visualizar e analisar todas as informações de forma integrada. Então, para conseguir fazer isso o ideal seria utilizar um sistema de gestão integrada, como o sistema ERP.

O ERP é um sistema de informação que interliga todos os dados e processos de uma organização em um único sistema, gerenciando por completo a sua empresa, a partir da união de vários módulos que controlam os departamentos. Pesquisas apontam que o uso desta ferramenta aumenta em até 35% o crescimento da empresa.

Portanto, na utilização de um Sistema ERP, conseguimos obter vários benefícios, tais como:

  • Redução de custos;
  • Otimização da produtividade;
  • Redução do prazo de entrega de produtos e serviços;
  • Eficiência nos processos de suprimentos;
  • Melhoria da gestão tributária;
  • Segurança da informação;
  • Melhoria na competitividade;
  • Eliminação de retrabalho.

“A maior dificuldade que nós tínhamos era a comunicação entre as áreas. O sistema, quando não está integrado por completo, impossibilita a comunicação entre os setores. Isso faz com que haja sempre muitos gargalos e ocasiona grandes problemas durante o processo” – Diogo Felipe de Souza, Coordenador de Controladoria da Temperart.

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