Indicadores da indústria: as 3 principais métricas da produtividade na fábrica

Indicadores da indústria: as 3 principais métricas da produtividade na fábrica

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A gestão industrial nunca foi tão desafiadora. O mercado contemporâneo é marcado por uma série de mudanças profundas, que afetam a estrutura corporativa tanto quanto o padrão habitual de consumo. Prova irrefutável disso é, por exemplo, a ascensão da indústria 4.0, que modificou — e ainda reserva muitas alterações — os parâmetros e os recursos das organizações mais produtivas. Aos gestores, fica o desafio de lidar com a complexidade de suas operações e com as inovações que afetam (e potencializam) suas rotinas.

Para corresponder à volatilidade do mercado, preparando-se para aproveitar as oportunidades da indústria, é essencial que os gestores sejam profundos conhecedores de seus negócios. O domínio das métricas-chave, portanto, desponta como uma postura fundamental à saúde e à prosperidade da organização. O entendimento — e a consequente ação direcionada — é urgente e precisa ser tomada a sério.

 

O que são indicadores de desempenho?

Também conhecidos por KPIs (Key Performance Indicators), os indicadores de performance funcionam como uma espécie de bússola: ao quantificarem métricas fundamentais ao negócio, indicam a situação da empresa e norteiam os próximos passos da operação — sejam eles de investimentos, de ajustes ou de contenções, por exemplo.

Na indústria, as métricas de monitoramento sempre representaram um grande diferencial produtivo. O controle sobre a performance das variáveis da fábrica (máquinas, insumos, funcionários etc.), traduzida em números confiáveis e de fácil análise, sempre galgou os processos ao nível elevado de otimização.

Os KPIs, enquanto métodos consistentes de validação e avaliação, são instrumentos necessários à gestão das indústrias modernas, uma vez que desempenham papel importante na manutenção da produtividade e na viabilização de melhorias na linha produtiva. Na prática, não seria equivocado dizer que os indicadores de desempenho são, por si só, grandes catalisadores de inovação e lucratividade.

 

Por que os KPIs são importantes?

Uma vez explicitadas as principais características das métricas operacionais, fica fácil notar o grau de importância que tais indicadores desempenham no cotidiano das indústrias. Neste caso, a máxima atribuída ao físico irlandês William Thompson (também conhecido como Lord Kelvin, cujo nome é adotado em um dos mais famosos sistemas para medição de temperaturas) se faz justa e pertinente: “aquilo que não se pode medir, não se pode melhorar”.

O pensamento, aplicado de forma sistemática no cotidiano das indústrias, pode render benefícios duradouros e diferenciais. A valorização das métricas — da concepção ao monitoramento periódico — é imprescindível à competitividade e à sobrevivência do negócio a longo prazo, assegurando uma gestão mais enxuta e produtiva.

Neste contexto, os KPIs reforçam sua relevância enquanto ferramenta administrativa. Entre os benefícios dos indicadores na rotina de liderança, convém pontuar:

  • a facilidade em controlar as operações de modo integrado, agilizando processos internos e conferindo alta performance às mais diversas áreas da empresa;
  • a segurança em analisar e construir panoramas, resgatando séries históricas ou projetando cenários de atenção e de oportunidade;
  • a autonomia em tomar decisões mais assertivas, transparentes e embasadas, cujo êxito é certamente maior em comparação a deliberações sem fundamentação de dados.

Diante disso, fica fácil perceber (e certificar) o papel de destaque ocupado pelos indicadores industriais. Afinal, para fazer frente à concorrência acirrada, é preciso lançar mão de táticas coesas para aperfeiçoar a operação e potencializar os resultados da companhia.

 

Quais são as principais métricas de produtividade na indústria?

Uma vez evidenciada a necessidade de contar com as métricas de produtividade na fábrica, convém detalhar quais indicadores apresentam maior respaldo na gestão de indústrias cada vez mais produtivas e rentáveis. Lembre-se, ainda, de examinar sua operação em profundidade, garantindo que haja efetividade dos KPIs monitorados na companhia.


1. Quantidade produzida

De forma geral, a métrica de quantidade produzida é bem simples: diz respeito ao número de itens acabados em um determinado período. A mensuração de atividade, sob essa ótica, é importante para medir a produtividade da fábrica, explorando as diversas variáveis que podem travar ou deslanchar a operação.

Se, por exemplo, o resultado apurado no indicador for insatisfatório — e tiver grande distância do número estabelecido como ideal, considerando a disponibilidade de recursos —, é provável que haja gargalos produtivos que precisam ser imediatamente corrigidos. E mais: a métrica de quantidade produzida permite que o gestor identifique a produtividade de um setor, funcionário ou turno, de acordo com suas particularidades de análise.


2. Quantidade de lotes rejeitados

Para além da linha de produção, outra métrica importante se baseia na qualidade dos artigos entregues. O setor de qualidade é geralmente responsável por atestar a conformidade do item, separando aqueles que julga inadequados à comercialização. É justamente esse número, que representa o descarte de produtos acabados, que rende ótimas análises na indústria.

Caso a quantidade de lotes de produtos avariados, desperdiçados ou aquém da qualidade esperada esteja além do limite de perdas previamente estabelecido, o sinal de alerta precisa ser acionado: provavelmente é o momento de buscar as razões do desvio — que, além de impactar na produção, causa prejuízos consideráveis. O problema pode residir em um processo específico, na falta de treinamento da equipe ou na configuração equivocada de uma máquina, por exemplo.


3. Rentabilidade da fábrica

Por fim, ainda que não menos importante, a rentabilidade da planta precisa ser constantemente monitorada de forma a garantir resultados mais robustos e expressivos — no curto, médio e longo prazos. Sem a visão ampla do negócio, os riscos de incorrer em erros é alto.

Ao acompanhar o retorno financeiro gerado por determinado investimento, entretanto, o gestor maximiza o planejamento financeiro da fábrica e ganha confiança para tomar decisões estratégicas na produção. É possível, por exemplo, defender a necessidade de ampliar um setor da indústria, equipando-o de forma mais moderna.

 

Areco ERP: tecnologia de gestão para catalisar o crescimento industrial

O Areco ERP é um software robusto, integrado e atualizado. Há mais de 30 anos no mercado e com vasta experiência na gestão de indústrias, o ERP confere mais segurança e autonomia aos gestores, que conseguem identificar eventuais desvios operacionais de forma rápida, clara e consistente.

O sistema é modular e contempla todo o workflow corporativo. Assim como alavanca as rotinas do chão de fábrica, garantindo a padronização de atividades e os procedimentos de qualidade, também permite a análise dinâmica das informações produtivas, relatando — em seus mais de 2 mil relatórios disponíveis — o panorama do negócio em tempo real.

Nas indústrias, o ERP agrega valor às rotinas mais importantes da companhia, tais como:

  • engenharia integrada de produtos, com cadastro ilimitado de níveis (incluindo matérias-primas, subitens, embalagens e roteiros de produção);
  • planejamento de produção, considerando a disponibilidade de recursos (incluindo quantidade de funcionários, máquinas e horas úteis da fábrica);
  • gerenciamento de Ordem de Produção, com geração de código de barras para apontamento online.

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