Como escolher o melhor ERP?

Como escolher o melhor ERP?

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Tempo de leitura: 13 minutos


Antes de mais nada, vale lembrar que, quando se trata de escolher a tecnologia que organizará os processos da sua empresa, tornando-a cada vez mais enxuta e produtiva, o que vale não é somente o melhor ERP, mas o ERP mais aderente à sua operação.

Para garantir a assertividade da escolha, incorporando o software mais robusto e adequado ao negócio, a dica é simples: mergulhe nas funcionalidades e expanda as bases de comparação. Uma análise detalhada e criteriosa faz toda a diferença no resultado final — e pode determinar a performance da empresa no curto, médio e longo prazo.

Caso você ainda se sinta inseguro com as variáveis tecnológicas, encontrando dificuldades para entender as demandas dos processos que a equipe expõe, respire fundo e continue lendo. Você tem em mãos um guia prático e transparente para desvendar os mistérios do ERP e, assim, chegar à solução ideal para as necessidades da sua operação.

Neste conteúdo, você conhecerá os principais critérios de análise para sistemas integrados, respeitando as particularidades da companhia, e saberá quais são as dicas mais valiosas para não errar na decisão.

 

Por que se preocupar com o ERP?

Se você não esteve em Marte nos últimos 30 anos, provavelmente sabe que a tecnologia de gestão está revolucionando o mundo dos negócios.

 

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Não se trata apenas de comprar com condições mais atrativas, e de vender com margens mais seguras. Estamos, na prática, falando de otimização de ponta a ponta — aquela que contempla desde a engenharia de produto na fábrica até a economia fiscal por meio de um planejamento tributário mais consistente.

E se apenas uma ferramenta pudesse dar conta de toda essa complexidade, integrando dados das mais diversas áreas e consolidando-os em análises aprofundadas e até específicas? Isso existe e está ao alcance de qualquer empresa, independentemente do porte ou do segmento em que atue. Muito prazer, agora você conhece um pouco mais sobre o ERP.

O Enterprise Resource Management (ERP), ou Sistema Integrado de Gestão Empresarial é um importante catalisador de resultados. A tecnologia é um parceiro excepcional dos líderes corporativos: primeiro, porque centraliza todas as informações da empresa; depois, porque simplifica as operações cotidianas para que haja mais tempo para desenvolver uma estratégia verdadeiramente competitiva.

Agora, pense e diga: esses motivos parecem suficientes para confirmar a necessidade de se preocupar com a efetividade do ERP ideal para a sua organização?

Caso a resposta ainda seja negativa (ou você tenha hesitado em responder que sim), talvez valha a pena explorar mais alguns fatores essenciais. O ERP, enquanto recurso indispensável à alta performance, é perfeito para alavancar todos os departamentos da companhia. A tecnologia é valiosa para, por exemplo:

 

  • maximizar a produtividade na fábrica, garantindo que os projetos estejam padronizados e possam ser facilmente executados;

 

  • otimizar a compra de matérias-primas e produtos acabados, uma vez que há total integração entre o Comercial e o Compras, viabilizando negociações mais coerentes enquanto agiliza a rotatividade do estoque de acordo com padrões predefinidos (tais como FIFO e FEFO);

 

  • acelerar a coerência e a lisura fiscal, contribuindo diretamente para o planejamento tributário e para o recolhimento adequado de tributos;

 

  • facilitar o acompanhamento completo de desempenho, do RH ao Comercial, permitindo que uma série de relatórios sejam facilmente emitidos em poucos cliques e em poucas telas.

 

Na prática, os módulos do ERP garantem uma gestão mais enxuta, eficiente e produtiva. Mas, antes de qualquer decisão, cuidado: existe um sistema aderente ao seu negócio e você precisa entender como fazer a melhor escolha.

A boa notícia é que, nas próximas linhas, você vai saber exatamente o que deve avaliar ?

 

Como escolher o melhor ERP?

Não é exagero dizer que não existe o ERP perfeito — mas, sim, a tecnologia mais aderente às suas necessidades e operações. É por isso que a escolha de um sistema completo, capaz de integrar áreas e simplificar processos, é uma questão que exige cautela e análise.

Para acertar na decisão, batendo o martelo com a tranquilidade de quem está convicto de ter tomado o caminho mais assertivo, é preciso olhar com atenção a alguns aspectos-chave do cotidiano corporativo.

Certifique-se de mergulhar nas demandas da empresa e de imergir no potencial de cada departamento, extraindo o que pode ser melhorado e quais vantagens competitivas devem ser construídas por meio da tecnologia de gestão.

Precisa de ajuda para refletir? Ótimo: veja, a seguir, alguns dos fatores mais relevantes no momento de escolher o ERP ideal para sua empresa!

 

  1. Olhe para dentro

Tudo começa no seu próprio dia a dia. Ninguém melhor do que você e sua equipe — do chão de fábrica ao BI (Business Intelligence) conhece melhor as necessidades da empresa.

Por isso, busque compreender em profundidade quais são as maiores dificuldades dos profissionais que fazem o negócio acontecer. É difícil extrair um relatório que indique a eficiência da compra de insumos? Temos aí, um ponto crítico para resolver. É complicado acompanhar a performance dos colaboradores com base em métricas transparentes e universais? Melhor correr para entregar resultados cada vez mais expressivos.

O primeiro passo, portanto, é olhar para dentro e entender o que precisa ser ajustado. E lembre-se: o papel do gestor, neste contexto, é super nobre. Cabe a você a missão de investigar as carências da companhia e definir um rumo coeso para supri-las do modo mais completo possível, combinado?

 

  1. Reúna seus recursos

Você certamente já dispõe de recursos primordiais para viabilizar o máximo desempenho na companhia (e a gente pode provar!). Os líderes de cada departamento — o gerente de RH e o supervisor de produção, por exemplo — são peças-chave na otimização de processos e de resultados, já que conhecem a rotina com a propriedade de quem coloca a mão na massa.

Nesta fase, é importante aproximar-se de quem domina o assunto. Assim, você consegue entender exatamente com o que — ou com quem — pode contar no momento de sugerir uma alavancagem tecnológica na empresa.

Não conseguiu visualizar esse cenário? É fácil resolver o problema. Se você quer aprimorar a gestão de projetos no PCP, por exemplo, precisa de alguém que possa definir as etapas produtivas e padronizar as orientações sistêmicas. Se você já tem a pessoa certa para isso e conta com as informações necessárias para viabilizar essa iniciativa, ótimo! Tudo o que você precisa tem apenas três letras: ERP!

 

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  1. Defina as prioridades

Quem está à frente de uma operação tradicional e enxuta sabe que, no mundo real, é difícil focar em todas as operações de uma só vez. Seria ótimo implantar soluções completas e integradas em todas as esferas corporativas e de uma só vez, criando rotinas mais transparentes e eficazes em todos os setores da organização, não é?

O problema é que, muitas vezes, o cenário ideal não é o mais realístico, seja por falta de mão de obra — profissionais capazes de digerir a complexidade tecnológica, compartilhando-a com uma equipe ávida por resultados mais positivos — ou por uma questão de fluxo de caixa — que exige que investimentos sejam diluídos ao longo de um determinado período —, a verdade é que há prioridades que devem ser mantidas.

Ao decidir implantar o ERP ideal para o seu negócio, tenha em mente quais são suas necessidades mais urgentes. Precisa de uma frente de loja integrada à gestão de estoque e à escrituração fiscal? Ótimo, comece por aí. Sua maior demanda é no PCP e você não pode continuar ignorando as falhas de qualidade no processo? Sem hesitar, busque um software capaz de reduzir sua dor de cabeça com produtos acabados e, de quebra, eliminar o retrabalho na fábrica.

No fim do dia, só você e sua equipe podem decidir o movimento mais viável. Uma coisa, porém, é inegável: o ERP certo, aquele que se molda com facilidade às suas operações e preenche com propriedade as lacunas processuais, é um investimento com retorno já no curto prazo.

 

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A essa altura, deu para perceber que a escolha certeira de um ERP exige uma análise crítica e uma certa dose de mão na massa, certo? Para além de qualquer dificuldade, entretanto, a tecnologia de gestão abre um novo horizonte de possibilidades poderosas, prontas para otimizar recursos — físicos, financeiros, humanos e de tempo — e para alavancar resultados no curto, médio e longo prazo.

Não dá para ignorar essa promessa. Concorda? E você só precisa de uma boa decisão para isso.

 

Por que o Areco ERP é a melhor escolha?

A tecnologia de gestão é uma fonte inesgotável de análises e faz jus à sua importância na rotina das empresas mais competitivas. E não seria para menos, né? O software integrado é um valioso aliado das companhias (e dos líderes) de alta performance, empoderando profissionais e departamentos para que os resultados coletivos sejam cada vez mais significativos.

O Areco ERP é a tecnologia que acompanha empresas e pessoas, favorecendo o desenvolvimento operacional enquanto aprimora a capacidade estratégica do negócio. Nós provemos a inteligência de negócios para que você possa extrair o máximo potencial dos recursos disponíveis, fazendo a diferença no mercado.

É fácil entender o motivo de tanta eficiência: o Areco ERP automatiza processos, elimina o retrabalho e minimiza as chances de erro nas atividades rotineiras, integrando departamentos e agregando valor aos processos corporativos.

Do back office ao balcão, passando pelo PCP e pelo compras, o software centraliza informações e facilita a visualização completa de dados, permitindo que os líderes estejam sempre na dianteira de suas operações e conheçam profundamente as suas necessidades. Duvida? São milhares de telas amigáveis para facilitar rotinas integradas e mais de 2.000 relatórios já disponíveis na base do Areco ERP. Um verdadeiro mapa do tesouro — com a bússola para indicar o caminho do melhor desempenho.

O Areco ERP é um sistema 100% modular e que permeia todo o workflow corporativo. Além disso, é multimoedas, multiempresas e multi-idiomas, favorecendo o desenvolvimento sustentável e escalável do seu negócio.

Pode respirar fundo e ficar tranquilo: se, no início, você não tinha certeza sobre como escolher o melhor ERP, agora você está frente a frente com a tecnologia ideal para atender às suas necessidades mais urgentes e, claro, também para suportar a suas ambições mais estratégicas.

Explore todo o potencial do Areco ERP no seu dia a dia!

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Tudo o que você precisa saber sobre os riscos de sistemas ineficientes!

Tudo o que você precisa saber sobre os riscos de sistemas ineficientes!

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Os gestores modernos geralmente têm estilos de lideranças diferentes, mas se parecem muito em um aspecto fundamental: todos eles têm aversão à ineficiência.

Não é difícil entender os motivos dessa semelhança essencial, né? Afinal, para fazer frente a um mercado cada vez mais competitivo, construindo resultados escaláveis e significativos, é necessário manter as operações enxutas e funcionando perfeitamente. Hoje em dia, mais do que nunca, otimização é tudo — e tecnologia, caro gestor, é indispensável.

Neste artigo, exploraremos em profundidade o perigo dos sistemas ineficientes. Primeiro, mergulharemos na identificação de ferramentas que, no lugar de maximizar processos, acabam por prejudicar a performance corporativa. Em seguida, apontaremos os riscos de permanecer gerenciando rotinas e tarefas a partir de tecnologias precárias e/ou limitadas, pouco aderentes às necessidades da sua empresa.

Por fim, indicaremos a luz no fim do túnel (antes que seja tarde demais, é claro!): você saberá como substituir uma tecnologia que já não atende às demandas do seu negócio.

Boa leitura e bons insights!?

 

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Como identificar um sistema ineficiente?

O esforço para manter a produtividade da operação deve ser contínuo. Na prática, não importa qual é o modelo de negócio adotado pela companhia ou de qual setor interno se trata, a tecnologia deve permear todas as esferas empresariais e, para alavancar resultados, precisa integrar processos com transparência e efetividade.

Quando frágil e limitado, o sistema compromete todo o fluxo de trabalho. Imagine, por exemplo, o dia a dia em uma fábrica de telhas, é preciso desenhar a engenharia de cada produto e, enquanto a linha trabalha, controlar o tempo demandado por cada procedimento — do corte inicial à coloração correta.

Sistemas ineficientes dificultam as atividades da equipe e inviabilizam as análises do gestor. Em um cenário como esse, não é nenhum exagero dizer que todos os envolvidos saem perdendo: os operários, os gestores e a própria empresa.

É por isso que a missão de identificar tecnologias que não suprem mais às demandas da organização é importante e inadiável. Não sabe por onde começar? Calma, estamos aqui para ajudar. Da próxima vez que se deparar com problemas, preste atenção em alguns fatores bem específicos, combinado? ?

 

Falhas na comunicação entre áreas e equipes

Um software eficiente é capaz de integrar todos os setores da empresa. No panorama ideal, o PCP, por exemplo, interage continuamente com o Comercial, compartilhando expectativas de produção e estimativas de entrega, o que favorece negociações mais assertivas na ponta da cadeia.

Sendo assim, ligue o alerta quando as falhas de comunicação — entre pessoas e unidades de negócio — forem a causa de prejuízos e/ou de insatisfações, afetando a companhia nas mais diversas frentes.

Seu cliente ficou insatisfeito com a data de entrega do produto, que acabou estourando o prazo negociado com o vendedor? É fato: um sistema ineficiente pode ser a causa.

A Produção ficou parada porque o pedido enviado ao fornecedor demorou para ser aprovado? É muito provável que um sistema ineficiente seja o motivo.

 

Falta de confiança nos dados

Um dos piores temores gerenciais é basear decisões importantes em dados equivocados. Não há nada mais frustrante do que construir uma estratégia aderente às informações da empresa e, em seguida, descobrir que houve falhas significativas na apuração dos dados. Concorda?

A falta de confiança é extremamente prejudicial ao desenvolvimento da organização — e desponta como um sinal gritante de que existem sérios problemas na centralização de dados e na integração deles.

Confiar na qualidade de relatórios e balanços gerenciais é fundamental para planejar o futuro da operação. Analisando um fluxo de caixa completo e consistente, por exemplo, você pode definir e provisionar investimentos voltados à expansão da fábrica ou à contratação de mais profissionais qualificados.

A viabilidade disso, porém, depende da eficiência de um sistema capaz de organizar os registros da companhia, reunindo-os de forma a produzir documentos complexos, confiáveis e transparentes.

 

Desperdício de recursos

Evitar desperdícios requer vigilância constante. Não se trata apenas de equilibrar entradas e saídas de modo a manter as contas no azul, mas de explorar o máximo potencial dos recursos disponíveis — sejam eles humanos, físicos ou financeiros.

Ao gestor do PCP, por exemplo, cabe a tarefa de organizar os turnos da fábrica, evitando que haja profissionais ociosos na linha de produção, desperdiçando a força de trabalho. Na Controladoria, a missão é suavizar a carga tributária por meio de um planejamento coeso de assuntos legais e regulatórios, evitando esbanjar dinheiro em pagamentos desnecessários. Da mesma forma, é crucial negociar condições mais atrativas com fornecedores e validar a disposição do armazém, eliminando tarifas acima das praticadas pelo mercado tanto quanto espaços subutilizados.

Sistemas ineficientes pecam no monitoramento de demandas e dificultam a análise de gargalos, comprometendo a saúde das operações. Neste contexto, o desperdício se torna frequente, criando um ambiente hostil ao crescimento da operação. Não é isso que você deseja para o seu negócio, né?

 

Quais são os riscos de um sistema ineficiente?

A essa altura, ficou claro para você que sistemas ineficientes comprometem o andamento dos processos, inclusive interferindo negativamente nas demandas gerenciais, certo? Ou seja: são um grande empecilho à alta performance da sua empresa!

Sempre que tecnologias ultrapassadas, insuficientes e limitadas tomam o espaço de softwares robustos e integrados, os reflexos são imediatos e permeiam todas as esferas da organização. É comum que o Estoque registre perdas acima do esperado e que o Marketing não consiga atingir o público-alvo com a devida precisão. Os dados são duvidosos e, por isso, as estratégias não têm consistência.

Confira alguns dos principais riscos de manter um sistema ineficiente guiando a sua operação:

 

  • Falta de competitividade

Uma empresa competitiva é, sem dúvida, uma empresa capaz de explorar seus recursos com perspicácia e eficiência, otimizando-os de maneira inteligente. Quando os processos são falhos e os controles são escassos, fica difícil entregar o máximo desempenho — seja aos acionistas, seja aos clientes. Você enxerga algo semelhante no seu dia a dia?

Se a resposta for positiva, cuidado: a concorrência pode engolir o seu negócio a qualquer momento. Tenha em mente que a sua empresa com certeza pode mais e, em muitos casos, o único grande empecilho é a aderência do seu sistema de gestão.

 

  • Retrabalho contínuo

O retrabalho é, além de prejudicial aos caixas, também altamente desmotivador. Nenhum colaborador, por meio operacional que seja, fica contente em repetir a mesma tarefa várias vezes.

O gestor, assim como a empresa em geral, também não ganha nada com a refação exagerada. Pelo contrário: as perdas são evidentes e expressivas; afinal, o tempo é precioso e é sempre melhor empregá-lo em atividades que agreguem valor à companhia, né?

O retrabalho contínuo é um indício claro de que há algo errado no processo e, possivelmente, na tecnologia que o padronizar. Certifique-se de validar seu fluxo e de ajustá-lo com base em um sistema capaz de simplificar a complexidade da sua operação.

 

  • Prejuízos recorrentes

Os prejuízos são o pesadelo de todo gestor engajado. Números desfavoráveis são a prova de que algo vai mal e que precisa ser imediatamente corrigido. Mas como encontrar a lacuna se o sistema é ineficiente e distorce a performance da companhia?

O sinal vermelho deve acender tão logo os relatórios demonstrem que o desempenho — da área, da unidade ou da empresa como um todo — está negativo. Você não deve negligenciar o problema e dar o poder da dúvida a uma tecnologia que não corresponde às demandas da organização. Aja rápido!

 

Como substituir sistemas ineficientes?

Depois de identificar um sistema ineficiente, é hora de agir rápido e, com isso, blindar a operação. Sempre que for possível, mitigue riscos e proteja o caixa, agregando saúde e confiabilidade aos processos corporativos. A gente garante que isso pode transformar seus resultados no curto, no médio e no longo prazo!

É até bem fácil entender como: frente a uma tecnologia defasada, a decisão mais sensata é a de substituí-la. Para tanto, você precisa mergulhar nas suas necessidades, levantar suas prioridades e mobilizar os recursos — humanos e financeiros — indispensáveis à transição.

Aliás, vale dizer que o investimento é importante, mas que a questão não deve tirar seu sono: muitas soluções são modulares e podem se adequar facilmente ao panorama da sua empresa. Em vez de se preocupar com a complexidade da tecnologia, dedique-se a avaliar as opções e comparar as funcionalidades, entendendo o que pode realmente fazer a diferença no seu dia a dia.

No fim do dia, você tem apenas um compromisso inadiável: eliminar sistemas ineficientes de uma vez por todas, assegurando que sua operação continue produtiva e que seu negócio seja escalável, além de lucrativo. O segredo é um só: tecnologia de gestão em sua forma mais inteligente, integrada e transparente. Invista!

 

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Mulheres que Mudaram a Tecnologia

Mulheres que Mudaram a Tecnologia

PARTE 1

Sabemos que dia 8 de março é comemorado o Dia Internacional das Mulheres. Estamos acostumados a ver homenagens que não estão alinhadas com a proposta deste dia. A Areco enxerga essa data como símbolo de luta por direitos.

Neste artigo, vamos conhecer duas mulheres que mudaram o mundo com a tecnologia, desde invenções inovadoras até criação de códigos de programação. Talvez você nunca tenha ouvido falar delas, por isso dedicamos esse espaço para elas:

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Hedy Lamarr

Além de ser uma atriz renomada de Hollywood, Hedy desenvolveu um sofisticado sistema de interferência de rádio na Segunda Guerra Mundial em meados de 1940, que foi utilizado para despistar radares nazistas e controlar torpedos do exército americano.

Essa tecnologia na época foi chamada de FHSS (Frequency Hopping Spread Spectrum, ou o espectro de difusão de frequência variável), que com o tempo evoluiu e atualmente ela é mais conhecida como Wi-Fi.

Não precisamos discutir muito para chegar à conclusão do grau de importância do Wi-Fi na atualidade. Essa invenção deu margem para tornar a tecnologia a potência que é hoje. Como seriam, por exemplo, os processos, produtos e serviços na sua empresa sem o famoso sinal indicando a internet remota?

Aqui na Areco, possibilitou a facilitação e agilidade de diversos processos, além de abrir portas para a criação de novos produtos, como é o exemplo do Agent Mobile – um software que permite que você controle tarefas, solicite aprovações, emita lembretes e verifique prazos, integrando sua equipe e medindo a produtividade.

A Academia Areco não fica de fora! Contamos com essa plataforma para empoderar os nossos usuários e seus gestores através de videoaulas. Os assuntos abordam os módulos, processos e telas do sistema. O Wi-Fi possibilitou que mais usuários ficassem cada vez mais próximos à informação e, consequentemente, trouxe economia e flexibilidade.

O Portal da Areco é gerenciado totalmente online e possibilita que qualquer usuário da Areco:

  1. Acesse tickets e base de dados;
  2. Controle os indicadores do seu negócio com a flexibilidade de configurá-los de acordo com suas necessidades operacionais, através do Dashboards;
  3. Acompanhe relatórios pré-configurados e automatize o acesso remoto e online de clientes, representantes e fornecedores, através do NetReports;
  4. Receba cotações de preços para demandas cadastradas diretamente de fornecedores já selecionados, através do PriceSearch;
  5. Permita que clientes reimprimam boletos em aberto e capturem XMLs e Danfes, gravando detalhes da operação (ex.: data e IP), através do NetNFe;
  6. Viabilize vendas B2B pela web, via computadores e tablets, com controle sobre regras comerciais, listas de preços e estoques, através do NetSales;
  7. Controle tarefas, solicite aprovações, emita lembretes e verifique prazos, integrando sua equipe e medindo a produtividade, através do Areco Agent;
  8. Alimente uma base de conhecimento para facilitar o acesso à documentação de processos operacionais e funcionais, através do KB.

Além do Portal, outro produto Areco que oferece a possibilidade de ser usado via Wi-Fi é o MobSales, ele possibilita o aumento da força de vendas e a efetuação de pedidos offline, via tablets e smartphones, sincronizando dados automaticamente ao conectar-se à internet;

O e-Commerce entra na jogada por realizar vendas online com total integração da loja ao ERP, evitando retrabalhos em cadastros, pedidos e faturamento. Este e-commerce se dá através do Areco HUB utilizando as plataformas Woo-Commerce ou VTex. Você configura seu ambiente e o Areco ERP e Areco HUB tratam de catalogar todos seus itens, preços e integrar online real-time todos os seus clientes e vendas realizadas.

#ValeuHedy

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Grace Hooper

Começou sua jornada tecnológica na Marinha como tenente júnior em um projeto computacional na década de 1940. Lá ela participou da criação e programação de um dos primeiros computadores do mundo o Mark I.

Também inventou o Flow-Matic, a primeira linguagem de programação que usava palavras em inglês para o processamento de dados. Essa linguagem, apesar de já extinta, serviu como base para a criação do COBOL (Common Business Oriented Language) – usado até os dias de hoje em processamento de bancos de dados comerciais. Além do COBOL, Hopper também criou linguagens de programação para o UNIVAC, o primeiro computador comercial fabricado nos Estados Unidos.

Graças a Grace Hooper você está lendo este artigo agora, pois sem a sua criação genial os computadores e o próprio Areco ERP não existiriam. Como a linguagem que ela criou (Flow-Matic) serviu como base para o COBOL, cujo modelo é usado até hoje em processamento de banco de dados comerciais, pode-se dizer que ela é uma das grandes responsáveis pelo processamento de informações que temos em bancos de dados atualmente, o que permite o Areco ERP (e todos os demais produtos) oferecerem armazenamento seguro e rápido de informações.

#ValeuGrace

Grandes mulheres que contribuíram para a história, tecnologia e para a Areco recebem a nossa homenagem e nossa eterna gratidão!

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Tudo o que você precisa saber para evitar o aumento da margem de erro na sua empresa

Tudo o que você precisa saber para evitar o aumento da margem de erro na sua empresa

Sabemos o quão desgastante e custoso os erros são para uma empresa, tanto de funcionários quanto de sistemas e máquinas. É comum as empresas não terem controle das responsabilidades de cada funcionário e acumularem funções de diversos departamentos prejudicando a produtividade e gerando um cenário, muitas vezes, desmotivador e também prejudicial para o fluxo de trabalho.

Neste artigo você descobrirá os motivos da sua empresa apresentar alguns tipos de erros e aprenderá formas eficazes para fazer com que os mesmos diminuam, fazendo com que o trabalho seja mais produtivo.

Mas afinal, eu sei a causa dos erros na minha empresa?

Talvez você esteja se perguntando isso agora mesmo, será que eu realmente sei o que causam os erros na minha empresa? Será que posso fazer algo para diminuir estes erros?

Os erros constantes estão mais presentes em empresas que ainda utilizam um método de trabalho mais tradicional e não se abriram para o avanço tecnológico. Mas, além disso, existem diversos outros fatores que podem estar ocasionando essas falhas.

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1. Trabalho manual

Este é um dos mais terríveis causadores de erros na sua empresa, os trabalhos manuais interferem diretamente no rendimento da equipe e na otimização do tempo. Deixar todos os processos e tarefas para os colaboradores fazerem causam ainda mais falhas.

Trabalhos manuais consistem em: utilização de cadernos, armazenamento físico, muitas impressões, planilhas físicas, cálculos manuais e desnecessários, entre muitos outros.

Nós sabemos que nossos colaboradores têm que ficar atentos ao seu trabalho, é claro, mas sabemos também que errar é humano e as vezes está fora do nosso alcance. Desta forma uma solução seria a utilização de ferramentas tecnológicas que irão te auxiliar na realização dessas tarefas, como editor de textos e planilhas no computador, calendários e agendas online, além de um bom sistema interno.


2. Retrabalho

O retrabalho é um dos causadores de erros que afeta diretamente no tempo que levamos para concluir algum processo ou tarefa. Quando revisamos todos aqueles inúmeros relatórios e planilhas, procuramos erros minuciosos e até fazemos tudo novamente. Tudo isso faz com que percamos tempo tendo que fazer todas essas analises manuais repetidas vezes. Um colaborador pode gastar horas analisando planilhas, a mesma tarefa é realizada em segundos por um sistema ERP, por exemplo.

Quer saber como o retrabalho afeta o desempenho e produtividade da sua empresa? Produzimos este eBook gratuito para você com: tudo o que você precisa saber para evitar o retrabalho e ninguém nunca te falou.

Basta preencher os dados para receber o conteudo gratuitamente no seu e-mail 🙂

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3. Sistemas empresariais que não supram sua necessidade

Hoje em dia no mercado temos diversos sistemas empresariais que podem auxiliar muito sua empresa, sistemas financeiros, recursos humanos, fiscal entre outros. Mas será que eles realmente suprem a sua necessidade? Eles conseguem automatizar os processos e otimizar o tempo? A resposta é não.

Esses sistemas trabalham de forma individual e paralela dificultando o acesso à informação e causando a descentralização dela. Neste caso a solução seria a utilização de um sistema ERP.

O ERP é um sistema de gestão desenvolvido para gerenciar tarefas simples e mais complexas do dia a dia, como por exemplo: controle de estoque, contas a pagar e receber, processos fiscais, conciliações e muitos outros, padronizando e automatizando processos e otimizando o fluxo de trabalho.

E o que é automação de processos?

É uma estratégia utilizada para aprimorar e facilitar processos burocráticos e repetitivos do dia a dia, tanto processos mais simples quanto mais robustos. O propósito é fazer com que todas essas atividades e processos sejam executadas com mais agilidade e praticidade, reduzindo o tempo gasto e podendo utilizar o mesmo para realizar outras tarefas.

Alguns processos são aparentemente simples, mas demandam muito tempo da equipe, e podem ser feitos por meio de softwares, criando um fluxo de trabalho muito melhor e eficaz.

Atualizar dados, conferir vendas e relatórios, cálculos entre outras práticas, quando automatizadas, garantem muito mais dinamismo e eficiência ao trabalho. Dessa forma, seu time poderá focar em atividades mais relevantes para cada departamento.


Como a automação pode ajudar à evitar o aumento da margem


de erro?

Neste mundo modernizado de hoje, ter a tecnologia ao seu lado com certeza trará muitos benefícios. Hoje existem ótimas soluções que atuam diretamente nos departamentos, na qualidade de vida dos colaboradores e na gestão da empresa.

Em curto ou longo prazo, você poderá perceber ótimos resultados do investimento em automação de processos.

 Vamos mostrar alguns: 

  • Controle de qualidade e produtividade

Basicamente quanto menos tempo cumprindo funções trabalhosas e dificultosas, maior a produtividade. Ao utilizar sistemas que simplificam a execução dessas tarefas, sua equipe estará disponível para realizar trabalhos que efetivamente impactam na qualidade e na produtividade da empresa, sem contar que essas tarefas estando sobre o controle de um sistema ERP, os erros diminuem em 95%, pois é tudo feito automaticamente por um sistema que foi criado justamente para isso.

 

  • Redução de custos

Investir em um sistema ERP fará com que você diminua os gastos na sua empresa, seja identificando problemas internos que podem estar acarretando perdas, seja otimizando as funções relacionadas a eficiência de vendas. Sistemas ERP permitem a excelência na execução de serviços burocráticos, reduzindo o gasto que anteriormente era destinado a eles, como compra de diversos materiais para realizar as tarefas, impressões desnecessárias, compra de mais itens de papelaria, gastos com processos tradicionais etc.

 

  • Atualização dos dados e redução de erros na empresa

Um problema de alto impacto na produtividade da empresa é a identificação de erros. É comum nos depararmos com dados que não batem, contas que não fecham e cadastros desatualizados.

Utilizando uma ferramenta de automação, você terá informações preenchidas de forma eletrônica e automática, de forma direta, reduzindo a possibilidade de erros e facilitando a identificação de eventuais falhas que podem trazer perdas significativas no negócio.

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Como resolvo o problema de descentralização de informações na minha empresa?

Como resolvo o problema de descentralização de informações na minha empresa?

Sabemos que atualmente estamos passando por uma transformação digital. As mudanças no mercado acontecem progressivamente e isso também acarreta a competitividade entre as empresas e ninguém quer ficar para trás.

As inovações estão facilitando a rotina de trabalho de muitas pessoas, principalmente as que automatizam processos, trazendo cada vez mais benefícios para as empresas e assim centralizando as informações.

Afinal, o que é descentralização de informações?

Dentro das corporações são diversos os processos para serem controlados e analisados, desde procedimentos de recursos humanos até a separação de estoque, por exemplo. Com isso, é gerada uma demanda de tempo de todos os colaboradores quando o trabalho, as análises e as informações são feitas de modo manual ou descentralizado, como o acúmulo de planilhas, controles paralelos e arquivos físicos.

Cada departamento gera inúmeros dados criteriosos que acabam por influenciar todos os setores da empresa. Desta forma, com a utilização de métodos manuais e tradicionais, as informações acabam sendo controladas exclusivamente por cada setor e isso implica na dificuldade de ter uma avaliação mais assertiva sobre vários processos dentro da empresa, interferindo na comunicação entre setores e podendo, inclusive, prejudicar o faturamento. Isso é chamado de descentralização de informações (e ela está atrasando o seu trabalho!).

Então como eu centralizo as informações entre os departamentos?

Uma solução muito eficaz e muito utilizada em empresas, que são referências no mercado, é a utilização de sistemas integrados, chamados Sistemas ERP. (Dica: são eles que farão você parar de enviar 42 e-mails por dia desnecessariamente).

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O ERP é um sistema de informação que interliga todos os dados e processos de uma organização em um único sistema, gerenciando por completo a sua empresa, a partir da união de vários módulos que controlam os departamentos. Pesquisas apontam que o uso desta ferramenta aumenta em até 35% o crescimento da empresa.

 

Na utilização de um Sistema ERP, conseguimos obter vários benefícios, tais como:

  • Redução de custos;

  • Otimização da produtividade;

  • Redução do prazo de entrega de produtos e serviços;

  • Eficiência nos processos de suprimentos;

  • Melhoria da gestão tributária;

  • Segurança da informação;

  • Melhoria na competitividade;

  • Eliminação de retrabalho.

 

Um benefício muito importante também é a redução da demanda de tempo para a realização de tarefas e processos. A empresa perde muito tempo utilizando processos e sistemas rústicos, retrabalhos e trabalhos manuais. De acordo com um estudo realizado pela Receita Federal, as empresas brasileiras gastam, em média, 600 horas por ano para calcular e pagar impostos e contribuições – o que equivale a 25 dias de trabalho. Além disso existem diversos outros fatores que influenciam para um maior tempo gasto na realização de tarefas.

Só o ERP é a solução?

Quer dizer que você já utiliza um ERP e as informações da empresa que você atua continuam descentralizadas e você acha melhor manter controles paralelos? Temos uma notícia para você: talvez esteja no momento de reavaliar o seu software atual.

Por hora, não se preocupe. Preparamos um guia prático com 7 passos simples para evitar maior demanda de tempo para realização de tarefas!

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Mas por que devo centralizar as informações?

Vamos lá, quando queremos comprar um chocolate, sabemos que ele é vendido em mercado, nesse mercado você também sabe que ele fica localizado em um determinado corredor e até em uma determinada prateleira, não é? Você conhecendo o mercado irá traçar um caminho mais rápido e assertivo para chegar até o chocolate e assim você vai alcançar o objetivo de comprar o mesmo muito mais rápido! Não precisará procurar pelo mercado todo, indo em cada corredor e acabar perdendo um tempo que poderia, por exemplo, ser utilizado para comprar outras coisas. Isso é a centralização da informação!

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Agora imaginemos outro cenário: na sua empresa, os funcionários de recursos humanos usam o sistema, o financeiro utiliza o Excel, administração utiliza controles físicos, ou seja, cada setor da empresa utiliza um recurso diferente que supre as necessidades do departamento e, assim, cria-se uma falsa sensação de organização e isso dificulta muito o acesso as informações e o trabalho dos gestores.

Um sistema que agrupe todas as ferramentas de trabalho faz com que o colaborador ganhe tempo, aumentando a produtividade, porque ao invés de ficar procurando onde está o documento, onde está o programa, onde foi que ele guardou determinado arquivo, toda aquela infinita papelada, tudo estará centralizado em um único lugar.

A centralização de informações é de extrema importância em todos os tipos de organização e torna-se um diferencial para empresas que buscam aumentar a produtividade das equipes, aumenta a eficiência do colaborador que não fica tão dependente de outros funcionários quando precisar de um arquivo, documento ou informação que fica disponível no banco de dados do sistema.

Hoje em dia é difícil imaginar uma empresa competitiva sem o auxílio de inovações tecnológicas. Aos poucos, todas essas inovações se tornaram indispensáveis para permanecer no mercado.

Se a sua empresa ainda não aderiu a todas essas melhorias, talvez seja a hora de repensar, pois você corre um sério risco de ser engolido pela concorrência e ficar para trás!

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Solução ERP: a importância da tecnologia de gestão em organizações de diferentes portes e segmentos

Solução ERP: a importância da tecnologia de gestão em organizações de diferentes portes e segmentos

Os gestores modernos
precisam desempenhar funções de liderança estratégica. Cabe a eles a missão de
compreender o contexto do mercado, de identificar a demanda ideal, de preparar
uma equipe competente e, claro, de criar estratégias que sustentem o
crescimento sustentável do negócio.

Para isso, entretanto, é
preciso dispor de mecanismos coesos, integrados e transparentes, capazes de
alavancar processos e de otimizar rotinas. Na ausência de ferramentas que
empoderem profissionais e facilitem a tomada de decisão, quem sai perdendo é a
companhia — que deixa de explorar a máxima performance de seus recursos. A
solução para esse cenário intrincado, independente do segmento de atuação e do
porte da empresa, tem apenas três letras: ERP.

O poder da tecnologia de gestão

Muitos estudos teóricos,
baseados na observação prática de retornos, confirmam a eficácia dos sistemas
de gestão. De acordo com levantamento da InfoWester, por exemplo, manter as operações integradas torna as
corporações até 26% mais produtivas
.

De forma geral, não
importa se a melhoria se dá na linha de produção, aumentando a produtividade da
fábrica em relação ao número de peças produzidas, ou se na velocidade do giro
de estoque, diminuindo os custos com armazenagem e depreciação em uma
distribuidora de produtos. O reflexo é um só: menos desperdícios (de tempo e
insumos) e mais resultados.

Outro estudo, dessa vez
empreendido pelo IDG Research, reforça a importância da tecnologia gerencial.
Segundo os dados divulgados, empresas
que utilizam ERP para controlar suas rotinas crescem até 35% mais rápido que
aquelas que não implantaram o software
. O mesmo instituto pondera que os
sistemas integrados aumentam a produtividade operacional em até 10%,
representando ganhos expressivos e escaláveis.

O feedback do mercado,
proveniente da análise criteriosa de organizações em atividade, é muito claro
em seu diagnóstico: o investimento em tecnologia deve ser levado a sério pelos
gestores mais engajados e competitivos. Melhorias
de 10%, de 26% ou mesmo de 35% indicam operações mais saudáveis e caixas mais
robustos
.

ERP: a ferramenta comum a todo o tipo de organização

A tecnologia de gestão é
uma aliada bastante democrática. Ao
integrar áreas e alinhar processos de modo conciso e transparente, os softwares
são eficientes em empresas dos mais variados perfis
— do e-commerce
iniciante, que precisa emitir poucas notas fiscais por semana, à indústria de
alimentos de grande porte, que exporta para o mundo inteiro e segue regulações
estritas.

Em uma pequena fábrica
de autopeças, por exemplo, é possível sistematizar o PCP — da engenharia de
produto ao controle de qualidade — e integrá-lo ao Comercial e ao Estoque, admitindo consultas de disponibilidade de
produtos acabados (ou de seus respectivos prazos de produção) em tempo real, na
ponta da negociação
.

Da mesma forma, empresas
de serviço podem se beneficiar com a sistematização de seus processos. Com o
ERP, por exemplo, é possível automatizar
o faturamento de contratos com valores fixos mensais
, inclusive
possibilidade a adição de serviços extras a partir do apontamento de horas
trabalhadas.

O porte, assim como o
segmento de atuação, há muito deixou de ser um fator limitante para a
implantação de um software de gestão. Qualquer organização focada em eliminar gargalos, otimizar processos e
desenvolver negócios
precisa se apoiar em informações centralizadas e dados
confiáveis.

Para isso, a estrutura
do ERP permite, dentre uma série de atributos de flexibilidade, que sua
implantação seja modular. Assim, as lideranças podem priorizar as áreas mais carentes de controle e adequar o workflow
de acordo com as necessidades mais iminentes, evitando desacordos graves no Fluxo
de Caixa.

É cada vez mais comum,
portanto, que empresas diversas — do varejo ao atacado, da indústria aos
serviços — se voltem à tecnologia gerencial como uma maneira eficaz de
construir estratégias de sucesso.

Os números do mercado,
assim como a experiência corporativa, demonstram que essa decisão é, de fato,
certeira e urgente. Para fazer frente à concorrência, à volatilidade do consumo
e às inovações disruptivas, é preciso contar com o rigor prático do ERP.

O
ERP ideal para o seu negócio

A tarefa de escolher um software aderente, capaz de
corresponder às demandas da companhia e de suportar o crescimento exponencial
da operação, é bastante desafiadora. Para mitigar transtornos, vale caprichar
na avaliação dos fornecedores mais cotados.

O Areco ERP é
a solução ideal para automatizar rotinas, eliminar o retrabalho e minimizar a
incidência de erros, seja na fábrica ou na gestão fiscal. Com isso, a
estratégia de negócios também fica fortalecida: a tecnologia garante mais
transparência e segurança na tomada de decisão.

Está começando? O Areco ERP é composto por módulos individuais que se integram
totalmente, otimizando processos do CRM (Customer Relationship Management) ao
BI (Business Intelligence) — e atingindo todas as etapas do workflow no seu
ritmo e no seu propósito.

Já está estabelecido e precisa escalar sua operação?
O Areco ERP é multimoedas,
multi-empresas e multi-idiomas, reunindo uma ampla gama de telas
administrativas e disponibilizando mais de 2 mil relatórios gerenciais.

Na prática, a tecnologia de gestão prova seu valor
frente aos mais diversos perfis de negócio e confirma a tendência de profissionalização das empresas. Não importa o porte
ou o segmento: é preciso otimizar recursos e potencializar resultados — e a
solução ERP é perfeita para isso.

Quer saber mais sobre a tecnologia que vai transformar o seu negócio?

Fale com um dos nossos consultores!

As 4 estratégias essenciais do controle de estoque

As 4 estratégias essenciais do controle de estoque

Há algum tempo, quando o controle de estoque se limitava a rotinas de checagem de entradas e saídas, o mercado era bastante regionalizado e as tecnologias de gestão eram escassas. Hoje, é impossível competir (e prosperar) sem dispor de ferramentas eficientes de monitoramento e de otimização.

A dinâmica do estoque foi, sem dúvida, frontalmente afetada pela profissionalização corporativa — e ganhou tons mais estratégicos desde que se beneficiou de mecanismos altamente tecnológicos. Frente a um novo contexto, os líderes da área também precisaram se adequar: em vez de enxergarem as mercadorias armazenadas como capital congelado, a visão dos itens enquanto capital de giro, fundamentais à saúde da empresa, criou um horizonte repleto de possibilidades para alavancar processos e resultados.

Aos gestores, portanto, cabe a missão de agregar confiabilidade e eficiência ao cotidiano do estoque, enxergando o potencial do departamento e tratando a mercadoria como um investimento indispensável.

Muito embora a complexidade da área seja evidente, a simplificação de fluxos pode ser uma boa alternativa rumo ao sucesso. Não seria equivocado, então, afirmar que para viabilizar retornos cada vez mais expressivos, bastam 4 estratégias — conquanto que devidamente incorporadas ao radar gerencial. Confira!

1. Mapeie processos

O primeiro passo para o acompanhamento consistente dos fluxos de estoque certamente é o levantamento de demandas. Ao conhecer cada operação exigida no dia a dia da armazenagem, ganha-se autonomia para redefinir o que precisa ser ajustado e para fortalecer o que pode performar melhor.

O mapeamento de processos evita que o estoque seja subestimado e fique em segundo plano — comprometendo os resultados da empresa e a lucratividade do negócio como um todo. Quando os fluxos são compreendidos e sistematizados, elimina-se o retrabalho e suprime-se a incidência de erros.

A partir do momento em que o conhecimento — das demandas, das etapas produtivas e mesmo das dificuldades operacionais — se associa à iniciativa de explorar o potencial do estoque, abandona-se a impressão de que se trata de uma espécie de armário desorganizado, mais custoso do que rentável.

O armazém, portanto, passa a seguir políticas de máximo desempenho e conta com inputs criteriosamente mapeados, assegurando a qualidade das operações e, em última escala, contribuindo para elevar a competitividade da companhia.

2. Padronize operações

A organização do estoque é um aspecto crucial para impulsionar os resultados da área — e os caixas do negócio. De modo a conferir mais rapidez, assertividade e eficiência às rotinas de armazenagem e escoamento, é preciso investir em padronização.

Se, por exemplo, houver regras de seleção e de separação de produtos, já fixadas em um fluxo transparente, processos como o recebimento e o envio de mercadorias (com suas respectivas entradas e saídas de NFs), a validação de inventários e as auditorias de expedição ganham consistência e confiabilidade. Bom para os profissionais envolvidos na atividade, excelente para os gestores que a controlam!

Outra ótima maneira de viabilizar a padronização do estoque é catalogar o local de armazenamento de acordo com numerações, letras e/ou cores diferentes. Ao classificar corredores e prateleiras, sistematizando as observações, é possível diminuir o tempo exigido para encontrar os produtos vendidos — seguindo, é claro, critérios de FIFO, FEFO ou LIFO.

Por fim, ainda no que diz respeito à padronização operacional, é pertinente lembrar que empresas com mais de um CD (Centro de Distribuição, ou estoque) devem estabelecer fluxos coesos de acompanhamento.

É relativamente comum encontrar organizações com dificuldades de monitorar duas ou mais unidades de escoamento. Neste caso, o auxílio de uma tecnologia integrada é indispensável à integridade dos recursos e à tranquilidade de gerir, mesmo à distância, a eficácia das rotinas de estoque.

3. Defina quantidades mínimas e máximas

O grande diferencial de um estoque bem administrado é, sem dúvida, a capacidade de otimizar os investimentos da área. Em vez de dilapidar recursos importantes, comprometendo a saúde da companhia, é necessário apostar em operações capazes de potencializar os retornos do departamento.

A definição de mínimas e máximas, por exemplo, é uma estratégia valiosa. Na prática, a centralização de informações possibilita ações conjuntas para determinar os limites — para cima e para baixo — de cada produto armazenado, evitando que haja falta ou excesso de determinado material.

O principal objetivo da tática é tornar o dia a dia da companhia mais seguro e lucrativa. Desta maneira, uma margem de segurança garante que o capital seja corretamente despendido: se a demanda é crescente para um item específico, as mínimas de estoque devem ser mais elevadas em comparação a outro produto com menor saída.

Do mesmo modo, as máximas do estoque asseguram uma proteção extra em relação a medidas preventivas de vencimento (principalmente no caso de mercadorias perecíveis) e de depreciação, por exemplo.

4. Aposte em tecnologia de gestão

Não seria exagerado afirmar que, atualmente, o controle eficiente de estoque está intimamente ligado à capacidade tecnológica da companhia. É difícil, para não dizer completamente inviável, monitorar os indicadores de excelência sem o apoio de um sistema integrado de gestão. Os gestores mais engajados, aqueles que buscam resultados cada vez mais volumosos, já estão convencidos disso.

Para garantir a competitividade da operação de armazenagem e para maximizar a qualidade dos fluxos de estoque, o ERP é certamente a ferramenta mais recomendada. E isso se dá não apenas pela habilidade de integrar todas as áreas do negócio — do atendimento comercial à validação de impostos —, mas pela aptidão de conferir mais autonomia, efetividade e segurança às decisões gerenciais da empresa.

O Areco ERP é um sistema robusto, moderno e aderente às demandas de um mercado altamente competitivo. O software é composto por módulos individuais que se integram totalmente, otimizando processos complexos do CRM ao BI (Business Intelligence) e gerenciando todas as etapas do workflow de acordo com as particularidades do negócio.

O Areco ERP foi pensado e construído de forma a permear todo o tecido empresarial, do operacional à alta gestão, reunindo funcionalidades necessárias à produtividade de ponta a ponta. A tecnologia de gestão agrega agilidade, transparência e segurança aos processos.

Integração & Produtividade

Integração & Produtividade

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A tecnologia de gestão deve ser uma prioridade entre os negócios que buscam crescimento e lucratividade. A partir de recursos focados em otimização de processos e maximização de performances, os gestores são capazes de tomar decisões mais coerentes à realidade e às ambições da empresa.

Neste contexto, uma operação mais integrada é, também, mais ágil e confiável. A interação das áreas e a centralização de dados diminuem a incidência de erros e evitam o retrabalho. O resultado imediato disso é uma rotina mais eficiente, enxuta e produtiva.

O ERP é um catalisador de performances. As funcionalidades do software conferem integração aos departamentos, aumentam a segurança dos dados e maximizam a produtividade do time. A mudança — que é altamente positiva e democrática, atingindo todas as unidades de negócio — acontece já no curto prazo e tem efeitos duradouros.

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  • entenderá a importância da integração e da produtividade na rotina empresarial;
  • saberá qual é o papel do ERP enquanto facilitador de resultados mais expressivos;
  • acessará importantes dados de mercado sobre integração, produtividade e tecnologia.

Aproveite a leitura e mantenha o material à disposição — recorrendo a ele sempre que precisar. Boa leitura e bons insights!

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