Gargalos de produção: quais são e como resolver

Gargalos de produção: quais são e como resolver

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Com certeza nenhum gestor quer ter gargalos de produção na sua empresa! Se comparada ao corpo humano, a linha de produção pode ser descrita como o coração de uma fábrica. Afinal, todas as demais funções da indústria ganham direção e sentido, prolongando a saúde e a viabilidade da operação.

Quando há algum desvio as consequências costumam ser graves e impactar as demais unidades de negócio. Assim como o bom funcionamento do coração, em se tratando de biologia, assegura uma vida mais tranquila e produtiva, o alinhamento da produção garante resultados perenes e duradouros à companhia.

Então, fica evidente que a sinergia da fábrica deve ser uma prioridade corporativa. Em um mercado cada vez mais competitivo, é preciso dispor de ferramentas ágeis e integradas, capazes de potencializar a performance e os indicadores da produção. A tecnologia desponta como a melhor alternativa gerencial.

 

O que são gargalos de produção?

No dicionário, o termo “gargalo” ganha um sentido figurativo, referindo-se a um “obstáculo em algum processo; empecilho”. O significado é que se adapta perfeitamente ao ambiente empresarial, no qual problemas processuais podem causar transtornos e prejuízos.

A linha de produção é, sem dúvida, o cenário mais comum para os gargalos nas indústrias, uma vez que estão diretamente relacionadas ao core business e acabam por afetar toda a estrutura corporativa.

No contexto empresarial, um gargalo produtivo pode ser descrito como um desvio específico em alguma das etapas do fluxo produtivo, dificultando o cumprimento de metas e, assim, diminuindo a produtividade das equipes.

Considerando a complexidade de uma linha de produção convencional, na qual uma sequência minuciosa de tarefas dá forma aos itens comercializados, fica fácil entender a relevância de manter uma observação atenta e de, caso algum problema seja relatado, agir proativamente para corrigi-lo o mais breve possível.

Na prática o gargalo de produção deve ser entendido como uma barreira operacional, travando a execução das rotinas conforme o padrão previamente estabelecido.

Não seria equivocado dizer que a ocorrência de falhas está geralmente associada a vulnerabilidades estratégicas, gerenciais e tecnológicas – e que todas elas são perigosas para a saúde do negócio.

 

Como identificar gargalos de produção?

Identificar gargalos de produção é tarefa essencial para um bom rendimento da linha de produção. Quanto mais rápido for identificado, melhor, pois quanto mais demorar para identificar um gargalo de produção, mais material e tempo será perdido em vão. Resultando em prejuízos financeiros para sua empresa.

Porém, existe um modo mais assertivo de visualizar e corrigir os gargalos produtivos. Ao dispor de dados consistentes e atualizados em tempo real — tais como painéis gerenciais —, os líderes podem monitorar o desempenho das máquinas e das equipes, minimizando a possibilidade de desvios.

Ao final do turno também é possível extrair relatórios que condensem as informações operacionais e demonstrem indícios de irregularidades. Dessa forma, os impactos negativos são suavizados por meio da ação rápida e consistente, atingindo o foco do problema e contornando-o imediatamente.

A conclusão, portanto, é de que a identificação ágil dos gargalos de produção é uma exigência do mercado moderno e uma condição essencial à competitividade.

Mas, também existem outras formas de identificar gargalos de produção, tais como:

 

Avaliar seu input e output

Faça uma analise criteriosa das entradas (inputs) e saídas (outputs) da sua linha de produção. Verifique se a matéria-prima que entra esta correspondendo a quantidade necessárie exata de produto na saída que deveria ser.

Por exemplo, se 1kg de ferro derretido é capaz de produzir 100 parafusos, mas na verdade só está produzido 50, já conseguimos entender que existe um gargalo de produção de até 50%. Isso resultará, em longo prazo, um prejuízo enorme para a sua empresa.

 

Identificar as possíveis causas

Como já avaliamos o input e o output devemos então dar o próximo passo. Faça uma analise, identifique e liste as possíveis causas desses gargalos de produção. Para isso você pode se basear em alguns pilares básicos, como: profissionais envolvidos, processo de produção,  métricas e indicadores usados, tecnologias aplicadas, espaço de trabalho e materiais usados.

Discuta com sue equipe quais podem ser as possíveis causas, várias cabeças pensam melhor que uma!

 

Quais são os principais gargalos de produção?

Independentemente do segmento ao qual se dedique, é comum que as indústrias apresentem semelhanças operacionais. Por consequência, os gargalos produtivos também são similares — o que, em certa medida, facilita o aprendizado e a evolução do setor — e podem ser categorizados com certa facilidade.

 

1. Falha na gestão de matéria-prima

A produção requer a disponibilidade de insumos, mas há muitos fatores complementares envolvidos na gestão de fornecedores e de matéria-prima.

Para evitar gargalos na produção diária ou semanal programada, por exemplo, é necessário manter uma relação de confiança com o parceiro, assegurando entregas no prazo e produtos de qualidade.

O não cumprimento de prazos na fábrica comprometem toda a cadeia de resultados da organização, já que a falta de produtos significa menos venda e entrega e, por consequência, menos margem de faturamento.

 

2. Falta de acompanhamento na produção

Por mais que haja uma padronização de processos na fábrica, sinalizando a sequência operacional ideal e as ferramentas necessárias a cada etapa, o acompanhamento continua desempenhando papel fundamental na produtividade da linha.

E não se trata apenas de um supervisor. A tecnologia de gestão permite a visualização em tempo real das atividades, contabilizando o tempo operacional de cada homem/máquina e projetando a capacidade produtiva.

Contudo, a ausência de mecanismos de monitoramento implica em desconhecimento do problema e a demora na tomada de ação. E você sabe: o mercado não costuma ser compreensivo com falhas repetitivas.

 

3. Ausência de controle de estoque

Assim como a análise frequente da matéria-prima é imprescindível para o bom funcionamento da linha de produção, o controle de estoque é fundamental para garantir a lucratividade da operação.

Neste aspecto, é importante que os gestores se dediquem a verificar a demanda e a entender possíveis sazonalidades em seus segmentos, garantindo mais assertividade no controle produtivo.

Estoque inflado e com baixa saída é um grande risco à saúde financeira do negócio. A depreciação nos imobilizados da empresa, como máquinas que estão produzindo produtos com baixa saída, afeta o custo da produção do item e pode transformar o lucro em prejuízo. Uma vez em que o estoque esteja parado, o resultado da empresa é prejudicado, já que o custo não pode ser revertido em venda.

 

Como é possível minimizar e resolver os gargalos de produção?

Os gargalos apontados são relativamente comuns e é possível que um (ou mais) deles esteja afetando seus resultados agora mesmo. Então, Vale a preocupação mas a ação para resolve-los é ainda mais primordial.

Trouxemos para você  4 métodos para minimizar e resolver os gargalos de produção. Confira:

 

Encontre a raiz do problema

Como já vimos, os gargalos de produção são etapas dos processos que estão sendo ineficientes e insuficientes. Portanto, elas impactam diretamente na produtividade atrasando o fluxo de todas a tarefas seguintes e até mesmo podendo paralisar a produção.

Um pontapé inicial é fazer uma análise assertiva e minuciosa desta etapa em específico que esta com problemas. Então, converse com todos os envolvidos, avalie as máquinas, faça testes, pesquise, descubra qual é a raiz do problema.

A partir disso, a possibilidade de apontar o caminho a ser seguido e conseguir encontrar um recurso ou método adequado para reparar os contratempos, é maior.

Exemplo:  o problema é excesso de retrabalhos, qual a causa disso? Uma explicação errônea ? Por que ? Falta de informações? Porque os responsáveis não sabem coletar as informações? Falta de treinamento?

Pronto, chegou a raiz do problema!

 

Invista no seu time

Como dito anteriormente a falta de treinamento do seu time pode ocasionar gargalos de produção.

Oferecer formas de unir a equipe e fazer com que melhore seus resultados e desempenho é uma boa maneira para evitar que gargalos surjam. Então, incentivar a produtividade pode ser um ponto crucial nesse momento.

Então não pense duas vezes, de treinamentos para o seu time, invista em tempo e conhecimento para que todos possam ser muito mais produtivos no trabalho, assim evitando os gargalos de produção.



Mapeie os processos

Vimos no primeiro tópico que devemos ir ao fundo e procurar a raiz do problema. Muitas vezes o problema esta nos processos, já que os gargalos de produção são falhas nas etapas e processos. Então, conhecer exatamente todas as etapas do processo de produção é requisito importante para conseguir analisar, prever e corrigir problemas. Sem isso, não há como eliminar gargalos de produção.

Mapeando os processos corretamente conseguimos trabalhar com a previsibilidade. Conseguimos encontrar os indicadores de desempenho de cada processo e etapa assim evitando os gargalos de produção. Pois, desta forma será muito mais eficiente encontrar os atrasos e erros.

 

Software de gestão

Ao dispor de recursos eficientes, as lideranças corporativas são capazes de sanar problemas recorrentes e de maximizar a competitividade, alavancando a rentabilidade da fábrica.

Portanto na prática, é preciso que os líderes empresariais enxerguem o potencial de suas linhas de produção e possam explorá-lo com foco e consistência. Para isso, a tecnologia de gestão é crucial, agindo como um catalisador das melhores práticas administrativas.

Os gargalos de produção prejudicam a produtividade e comprometem a performance da companhia. Então, a missão de preveni-los deve ser uma prioridade — e um software integrado é a resposta para muitos dos problemas da fábrica.

Com ele você consegue:

  • o mapeamento do processo de produção, relacionando e padronizando as atividades e quais recursos estão envolvidos em cada fase de operação;
  • a definição do processo mais eficaz considerando as particularidades e os objetivos do negócio;
  • a implementação de KPIs que funcionam como indicadores de avaliação e permitem a conferência rápida e eficaz, evidenciando a eventual necessidade de ajustes;
  • a criação e manutenção de uma rotina acompanhamento empoderando gestores e decisões.

 

Mas, ainda está com dúvidas ou dificuldades para entender os gargalos de produção? Então, conte com a Areco para isso e fale com um de nossos especialistas gratuitamente!

 

Como saber a hora certa de seu sistema antigo passar a bola

Como saber a hora certa de seu sistema antigo passar a bola

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Há uma semelhança fundamental entre as empresas e as pessoas. As organizações em atividade, assim como os indivíduos de carne e osso, passam por diferentes estágios de desenvolvimento ao longo da vida. Ambas estão em contínua busca por soluções efetivas aos desafios da jornada e, em menor ou maior grau, têm consciência de que é preciso amadurecer e se reinventar.

No mercado, nenhum negócio — independentemente do porte ou do segmento em que atue — pode ser estático. A alta concorrência exige que as empresas estejam aptas a inovar, aprimorando produtos e serviços com agilidade e eficiência. A tecnologia, enquanto catalisador de resultados, é um recurso essencial aos gestores focados em competitividade e, por isso, jamais deve ser negligenciada.

É importante que os líderes corporativos estejam à frente de suas operações e, com base em números críveis, possam acompanhar o crescimento da empresa. Seja ao tomar uma decisão de investimento, seja ao optar pela ampliação do portfólio de produtos, por exemplo, é essencial que a Diretoria se engaje na missão de otimizar rotinas e alavancar performances — e, muitas vezes, a substituição do ERP é, além de inevitável, também totalmente benéfica.

 

Por que a tecnologia de gestão é tão importante?

Uma pesquisa recente, divulgada pela IDG Research Services, é útil para entender o poder e o alcance dos softwares corporativos. De acordo com o levantamento, empresas que usam ERP crescem 35% mais rápido e são até 73% mais produtivas. A mesma fonte sinaliza que a tecnologia de gestão aumenta a produtividade operacional em 10%, em média.

Os números, por si só, evidenciam a relevância da tecnologia enquanto ferramenta de alavancagem de negócios. Um ERP aderente, preparado para atender às demandas da empresa, é um aliado indispensável no desenvolvimento da organização.

À medida que a companhia cresce, é comum que o grau de exigência — e a complexidade operacional — acompanhe as mudanças. Quando há sinais de que o sistema em operação já não é suficiente para atender à demanda interna, é preciso acionar o alerta e agilizar a substituição.

 

Como identificar se é o momento de substituir o ERP?

Na maioria dos casos, a substituição do ERP deixa de ser uma escolha para, em vez disso, tornar-se uma condição primordial para perpetuar a saúde e a lucratividade do negócio.

É importante que o gestor esteja atento aos outputs internos e seja capaz de enxergar os aspectos que dão força à necessidade de avançar tecnologicamente, migrando os dados da empresa para um software mais robusto e adequado ao panorama da companhia.

 

1. As falhas são recorrentes

Os desvios operacionais devem ser combatidos com vigor. Falhas na produção ou equívocos na administração podem causar prejuízos consideráveis e comprometer a lucratividade da empresa.

Erros recorrentes, porém, geralmente são um indicador de que algo está desajustado na rotina ou nos recursos da organização. A melhor forma de encontrar a raiz dos problemas e investigar os fluxos de trabalho e enxergar onde estão os gargalos.

Não é raro encontrar situações nas quais as falhas constantes estão ligadas à insuficiência tecnológica. Vale rever os padrões e examinar possíveis incompatibilidades do ERP atual.

 

2. É preciso manter controles paralelos

O sistema de gestão é, em sua essência, um integrador de áreas. O ERP centraliza as informações e permite que todos os departamentos interajam de forma prática, segura e transparente.

Quando a utilização de ferramentas paralelas, dissociadas do software, começa a ter caráter indispensável na execução de tarefas cotidianas, é preciso reavaliar a robustez da tecnologia e, claro, as necessidades da equipe.

Lembre-se de que um grande volume de dados fora do sistema significa lacunas perigosas nas análises estratégias. A tomada de decisão, nesse caso, fica seriamente comprometida.

 

3. Não há integração e automatização de tarefas

A essa altura, é evidente que um dos maiores benefícios de um software empresarial é justamente a integração orgânica dos setores internos. A tecnologia permite que inputs da equipe de Recursos Humanos, por exemplo, reflitam instantaneamente no Financeiro — e no Fluxo de Caixa do negócio.

Se, com o sistema atual, é necessário que a equipe interfira demais no processo, repassando informações informal e manualmente, cabe ponderar se a solução é suficientemente assertiva.

É válido reforçar que a tecnologia e os processos devem caminhar juntos, em uma mesma direção, para que a organização possa amadurecer seus processos e, claro, gerar frutos cada vez mais expressivos.

 

 Tá na hora do seu ERP antigo passar a bola

 

Blog  Como saber a hora certa de seu sistema antigo passar a bolaIlustração: Matheus Augusto © 2019 Software ERP de gestão | Areco Sistemas Empresariais

 

O Areco ERP é o ERP ideal para o seu negócio

O Areco ERP é a tecnologia que acompanha empresas e pessoas, favorecendo o desenvolvimento operacional enquanto robustece a capacidade estratégica do negócio. O ERP automatiza processos, elimina o retrabalho e minimiza as chances de erro nas atividades rotineiras, integrando departamentos e agregando valor aos processos corporativos.

Do BackOffice ao Frente de Loja, o Areco ERP centraliza informações e facilita o manejo de dados, permitindo que os líderes estejam sempre na dianteira de suas operações.

Além disso, o software dispõe de mais de 2.000 relatórios na base e conta com um recurso exclusivo de modelagem autônoma de dados, o Areco Manager. Com ele, profissionais capacitados podem customizar telas, relatórios e dashboards de forma rápida e independente.

Para entender por que o Areco ERP é seu próximo software de gestão,
Fale com um consultor!
(19) 3849-4355
contato@areco.com.br

Integração & Produtividade

Integração & Produtividade

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A tecnologia de gestão deve ser uma prioridade entre os negócios que buscam crescimento e lucratividade. A partir de recursos focados em otimização de processos e maximização de performances, os gestores são capazes de tomar decisões mais coerentes à realidade e às ambições da empresa.

Neste contexto, uma operação mais integrada é, também, mais ágil e confiável. A interação das áreas e a centralização de dados diminuem a incidência de erros e evitam o retrabalho. O resultado imediato disso é uma rotina mais eficiente, enxuta e produtiva.

O ERP é um catalisador de performances. As funcionalidades do software conferem integração aos departamentos, aumentam a segurança dos dados e maximizam a produtividade do time. A mudança — que é altamente positiva e democrática, atingindo todas as unidades de negócio — acontece já no curto prazo e tem efeitos duradouros.

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Ao baixar o infográfico preenchendo o formulário acima, você:

  • entenderá a importância da integração e da produtividade na rotina empresarial;
  • saberá qual é o papel do ERP enquanto facilitador de resultados mais expressivos;
  • acessará importantes dados de mercado sobre integração, produtividade e tecnologia.

Aproveite a leitura e mantenha o material à disposição — recorrendo a ele sempre que precisar. Boa leitura e bons insights!

ERP integrado x sistemas separados: o que é mais efetivo para o seu negócio?

ERP integrado x sistemas separados: o que é mais efetivo para o seu negócio?

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A tecnologia de gestão é, já há algum tempo, um recurso essencial à sobrevivência das empresas contemporâneas. Mais do que um diferencial competitivo, capaz de conferir segurança e agilidade às rotinas corporativas, os softwares garantem a legalidade da operação — facilitando, por exemplo, o envio de relatórios fiscais obrigatórios — e endossam o desenvolvimento do negócio, eliminando o retrabalho e reduzindo a incidência de erros.

Os sistemas de gestão são, portanto, grandes aliados da administração focada em resultados. De forma geral, a tecnologia é capaz de unificar dados, agilizar rotinas, automatizar operações e melhorar a capacidade de resposta frente aos desafios do mercado. Não seria equivocado dizer que, hoje, a ausência de um sistema gera incertezas e aumenta os riscos operacionais — tudo o que um líder não quer.

Uma vez esclarecida a relevância da tecnologia de gestão, cabe suscitar uma questão análoga e igualmente importante: tecnologias integradas e sistemas descentralizados funcionam da mesma forma e agregam os mesmos benefícios? Antes de qualquer decisão equivocada, vale a pena explorar um pouco mais.

 

Por que integrar é importante?

A integração operacional é assunto recorrente entre os gestores modernos. A interdependência interna, que pressupõe a ligação direta e/ou indireta de todas as áreas do negócio, é uma realidade inquestionável. Se uma empresa deseja desenvolver processos e maximizar resultados, certamente deve considerar a sinergia e a agilidade na troca de informações entre seus diversos profissionais e departamentos.

Quando os processos estão dissociados (e os sistemas são separados), é comum que erros sejam mais recorrentes no cotidiano de trabalho. Imagine, por exemplo, o setor de Compras interagindo com a área de Estoque. Os profissionais responsáveis pela aquisição de insumos — sejam eles matérias-primas ou produtos de revenda — precisam estar a par dos níveis de armazenagem, evitando a superlotação e a depreciação de produtos. Se, porém, não houver integração entre as áreas, fica difícil garantir a veracidade e a pertinência das informações: neste caso, o acompanhamento em tempo real, bem como a análise da demanda sazonal, é fundamental para garantir a melhor performance operacional.

O panorama de interdependência se estende a todos os demais setores do negócio. A área financeira, por exemplo, depende do desempenho comercial e conta com as projeções do Fluxo de Caixa (mais precisamente em Contas a Receber) no momento de  endereçar investimentos ou de sinalizar contenções. Se os sistemas forem alimentados separadamente, sem conexão direta, certamente haverá mais ruídos e falhas ao longo do processo.

Na prática, para a empresa funcione é preciso que  todos os departamentos troquem informações claras, confiáveis e atualizadas. Para isso, a integração é indispensável.

 

O que torna o ERP integrado mais efetivo?

O ERP (Enterprise Resource Planning) é o recurso ideal para as empresas que buscam o crescimento enxuto, orgânico e sustentável. Afinal, somente ao dominar as operações de modo completo, íntegro e transparente, recorrendo a dados internos sempre que for preciso deliberar, é possível construir diferenciais competitivos que potencializem a competitividade.

O monitoramento de ponta a ponta, da emissão de contratos ao atendimento pós-venda, só é viável por meio da tecnologia. A complexidade das organizações modernas exige que os líderes disponham de ferramentas integradas, capazes de facilitar o acesso a dados estratégicos do negócio e de conferir mais segurança às táticas adotadas. O ERP é o instrumento que viabiliza o controle gerencial enquanto alavanca a performance das operações.

 

Quais são os principais benefícios do ERP?

A implantação de um sistema robusto e integrado evoca uma série de vantagens que, além de imediatas, perduram no longo prazo. Ou seja: o ERP é mais do que uma tecnologia indispensável; é, na verdade, em função de seu caráter estratégico e perene, um parceiro essencial aos negócios.

 

Gestão uniforme

Um ERP aderente garante que todas as áreas do negócio conversem sem ruídos. Isso significa que a troca de informações é facilitada e que o gestor, em sua missão analítica, é um dos maiores beneficiados com esse nível de integração.

A gestão uniforme assegura que haja coerência total de processos e que a operação possa ser escalada, rendendo resultados cada vez mais consistentes e expressivos.

 

Menos erros, menos retrabalho

Rotinas excessivamente manuais estão muito sujeitas a erros. Quando é preciso redigitar pedidos, por exemplo, é comum encontrar equívocos recorrentes na documentação. O ERP, por sua vez, é uma ótima alternativa para amenizar (e mesmo eliminar) o problema.

Ao automatizar o fluxo de trabalho — da formalização do pedido à separação logística e à emissão da NF, por exemplo —, o software torna as informações mais confiáveis e as equipes mais produtivas.

 

Acompanhamento de performances

Por falar em produtividade, o monitoramento de desempenhos é parte importante da gestão otimizada. Para o líder, a facilidade de verificar indicadores, dashboards e gráficos de performance faz toda a diferença no momento de tomar as melhores decisões.

O ERP integra os dados operacionais e os consolida de forma a agilizar a compreensão dos cenários. Se, por exemplo, no caso de uma empresa de serviços, há poucos negócios sendo fechados durante o mês, é válido avaliar as métricas do ciclo de vendas para, só então, tentar detectar algum gargalo no processo — ou na abordagem do time.

O Areco ERP é sua melhor opção

A tecnologia de gestão é a grande aliada dos líderes de alta performance. O panorama é justificável na medida em que o ERP, ao integrar fluxos e operações, empodera os profissionais por meio dos dados.

Não se tratam, entretanto, apenas de indicadores de performance que medem o desempenho das atividades-fim. Há, também, as métricas de consulta, que servem como uma bússola capaz de apontar se a direção que está sendo percorrida é, de fato, a desejada.

Os sistemas de gestão são ferramentas indispensável para permitir e endossar a administração previsível, uma vez que evidenciam desvios — os quais devem ser prontamente corrigidos — e oportunidades, que devem ser aproveitadas imediatamente.

O Areco ERP é a solução ideal para a gestão previsível, orientada a resultados. O software é modular, integra todo o workflow empresarial e oferece uma gama de mais de 2.000 relatórios gerenciais. Todos esses recursos têm objetivos muito nobres: intragar todas as áreas do negócio, simplificar as rotinas, automatizar as operações e maximizar a performance da equipe.

Quer saber como podemos otimizar sua operação?
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O ERP na gestão financeira: como tomar as melhores decisões

O ERP na gestão financeira: como tomar as melhores decisões

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O departamento financeiro é uma área bastante sensível, mas também altamente estratégica. A boa gestão dos recursos monetários, assim como a eficiência no planejamento de despesas e investimentos, é indispensável à saúde de qualquer negócio, independentemente do porte ou do segmento em que atue.

A transparência financeira, obtida por meio de processos coesos e orgânicos, é fundamental na operação cotidiana do setor. A missão de administrar os números da empresa — acompanhando a movimentação de valores e assegurando a viabilidade dos processos — é, além de prioritária, também uma questão de sobrevivência.

A tecnologia de gestão é, neste contexto, uma ferramenta valiosa aos gestores da área. Ao facilitar o acesso a análises complexas (por séries históricas ou períodos predefinidos, por exemplo) e ao permitir a extração de informações atualizadas (via dashboards, gráficos e relatórios customizados), o ERP maximiza o controle da operação e garante mais autonomia e segurança na tomada de decisão.

Um dos maiores desafios financeiros da atualidade é justamente a capacidade de otimizar procedimentos e resultados. Para ser capaz de entregar números cada vez mais expressivos e exponenciais, os gestores financeiros devem voltar os olhos aos mecanismos de que dispõe — e às oportunidades que estão deixando passar.

 

O ERP na gestão financeira

A tecnologia ganha cada vez mais espaço na rotina empresarial. Da produção ao comercial, recursos de gestão que agreguem agilidade e efetividade aos processos são essenciais para manter a competitividade e perseguir lucros mais robustos. Na área financeira, responsável por manter o negócio no azul e viabilizar o crescimento em escala, não é diferente: o ERP é um aliado unânime entre os líderes mais engajados.

Um software integrado é, portanto, a resposta mais assertiva para entraves comuns a quaisquer negócios. Ao integrar departamentos e ao centralizar informações, o ERP retifica a lisura dos dados e elimina o retrabalho. No financeiro, o sistema automatiza operações-chave, tais como a programação de Contas a Pagar, a Receber e a conciliação bancária, minimizando a incidência de erros manuais e acelerando as entregas da equipe.

Na prática, a utilização de um ERP aderente e adequado às rotinas do negócio pode mudar completamente a direção da empresa. Uma vez padronizadas e organizadas em um fluxo operacional eficiente, as demandas financeiras são executadas de modo mais prático, eficaz e seguro. Ganha-se em produtividade e, consequentemente, angariam-se resultados mais volumosos.

 

A influência do ERP nas decisões financeiras

Um software integrado, robusto e transparente é um catalisador das boas decisões monetárias. Para lidar com as finanças corporativas da forma mais otimizada possível, é importante que as operações estejam centralizadas e os dados estratégicos permaneçam à disposição do gestor — bastam alguns cliques, por exemplo, para que a projeção do Fluxo de Caixa sem visualizada no ERP.

Neste cenário, o líder protege os recursos do negócio e delibera com mais propriedade e eficiência. A tecnologia de gestão, portanto, promove e endossa processos mais aderentes à realidade da empresa e mais condizentes aos seus objetivos financeiros. Confira, agora, algumas das decisões que podem ser positivamente impactadas pelo ERP!

1. Decisões de investimento

Direcionamentos estratégicos também estão sob a responsabilidade da área financeira. Como, quando e onde aplicar os recursos — além da quantia máxima disponível — são definições que impactam diretamente nas operações do negócio, do chão de fábrica ao RH.

No ERP, é possível identificar uma série de variáveis pertinentes às decisões de investimento de forma simples, rápida e confiável. No caso da produção, por exemplo, o custo da matéria-prima e a demanda de mercado podem ser analisadas de acordo com a sazonalidade, garantindo uma perspectiva mais sólida acerca dos ciclos posteriores.

2. Decisões da cadeia de suprimentos

Em se tratando de produção, é válido mencionar que as decisões de suprimentos também estão diretamente associadas às deliberações financeiras. O Fluxo de Caixa, por exemplo, quando automatizado e completo, destaca as oportunidades de negociação com fornecedores e pode render economias volumosas ao caixa do negócio.

Além disso, custos de estoque sob controle indicam que a depreciação está sendo corretamente monitorada e que a sistemática de escoamento permanece efetiva. Cabe ao gestor financeiro, apoiado pela tecnologia de gestão, supervisionar a eficácia operacional.

3. Decisões de receitas e despesas

O ERP integra e automatiza as rotinas de Contas a Pagar e Contas a Receber, otimizando o tempo da equipe e suprimindo eventuais erros operacionais. Além disso, a tecnologia do software age de forma ainda mais profunda: as decisões estratégicas de todos os departamentos — seja aumentar o quadro de funcionários, seja implantar uma nova política comercial — devem ter respaldo na situação e na projeção monetária da organização.

Ao prever receitas e despesas por meio do Fluxo de Caixa, por exemplo, e empresa evita transtornos no pagamento e pode programar seus pagamentos e recebimentos, evitando a incidência de juros. Esse processo garante liquidez, eficiência e alta performance não apenas ao departamento financeiro, mas a todas as áreas do negócio.

 

O Areco ERP na gestão financeira

O Areco ERP é uma solução completa para a gestão enxuta e assertiva dos processos contábeis, fiscais e financeiro. O módulo correspondente, totalmente integrado às demais áreas do negócio, confere mais agilidade e eficiência às operações cotidianas, facilitando os registros tanto quanto as análises.

Na prática, o Areco ERP automatiza regras de integração financeira e contábil para rotinas de contas a pagar, contas a receber, estoque, ativo fixo e faturamento promovem e favorecem uma visão ampla do negócio, garantindo decisões mais acertadas e transparentes.

O fluxo de caixa, por sua vez, desponta como um diferencial interessante do software: online e totalmente integrado, o relatórios de controle explora diversos níveis de detalhes dos dados e pode ser analisado sob diversas perspectivas e objetivos. O resultado dessa flexibilidade é uma gestão mais profissional, eficiente e lucrativa.

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Como a tecnologia de gestão ajuda a fidelizar clientes?

Como a tecnologia de gestão ajuda a fidelizar clientes?

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Cada vez que vai às compras, o consumidor encontra uma grande diversidade de marcas às quais pode recorrer para solucionar o problema que o motivou a buscar novas soluções. Esse panorama é real no varejo — em que a fidelidade às marcas vem caindo ano após ano — e também no cenário de vendas B2B, no qual a construção de parcerias sólidas e duradouras é um desafio cada vez mais importante às empresas com foco em competitividade.

Uma pesquisa recente, publicada pela Accenture, quantificou as mudanças. De acordo com a análise, 80% dos consumidores estão reduzindo sua fidelidade a marcas e empresas, comprometendo a lucratividade das organizações. Para a consultoria, os programas de retenção, da forma como foram concebidos e do modo como vigoram, se tornam cada vez menos eficientes para criar e manter um relacionamento perene.

Fica evidente, portanto, a necessidade de repensar estratégias corporativas e de rever recursos e ferramentas empregados na missão de nutrir parcerias efetivas. Neste contexto, a tecnologia de gestão, enquanto instrumento de otimização e controle, desponta como um aliado indispensável à alta performance operacional e à rentabilidade do negócio.

 

A importância do ERP na fidelização de clientes

A fidelização de um cliente é, sem dúvida, o reflexo positivo de uma longa jornada. Para ser capaz de reter, primeiro é preciso atrair e, em seguida, encantar — oferecendo excelência e qualidade no produto vendido ou no serviço prestado. O desafio é constante e, em função da volatilidade do mercado, também precisa ser continuamente revisto e aprimorado.

Não seria equivocado dizer, portanto, que o ERP tem papel chave na dinâmica da fidelização. A partir das ferramentas disponíveis, o software confere mais assertividade e segurança às decisões estratégicas, promovendo um ambiente onde é possível controlar variáveis, identificar oportunidades e maximizar desempenhos. O sistema integrado de gestão permeia todo o workflow e alavanca os resultados de cada etapa da operação, favorecendo a fidelização de clientes satisfeitos.

 

As estratégias de fidelização viabilizadas pelo ERP

A essa altura, fica evidente que a tecnologia integrada de gestão promove ganhos expressivos na rotina corporativa — o que também acontece, é claro, no esforço da fidelização. O ERP reúne uma série de funcionalidades que auxiliam os gestores a identificar problemas, vislumbrar oportunidades e catalisar decisões que podem gerar excelentes vantagens competitivas.

A fim de construir e solidificar uma estratégia eficaz de retenção, é pertinente observar os recursos disponíveis, avaliar o panorama do negócio e endereçar processos mais coesos e alinhados. O software de gestão, por sua vez, contribui para a padronização operacional, elimina o retrabalho e maximizar o desempenho da equipe na meta comum. Confira algumas das principais táticas viabilizadas pela tecnologia!


1. Agilidade à equipe de vendas

O processo comercial é complexo — e essa realidade é verdadeira para a maioria dos segmentos empresariais. Uma vez concluída a missão de atrair o consumidor à marca (ou à loja, no caso do varejo), é preciso aproveitar a chance de encantá-lo, conduzindo-o à aquisição do produto ou serviço o mais breve possível.

Um sistema integrado de gestão agrega muitas vantagens à abordagem comercial. Em primeiro lugar, agiliza a consulta de estoque e confirma a disponibilidade (ou a previsão de chegada de um item). Além disso, também facilita a elaboração de propostas e contratos, automatizando a soma dos itens relacionados e os eventuais descontos concedidos sem incorrer em erros manuais.

Para o caso de vendas em campo, o ERP se posiciona como um instrumento ainda mais imprescindível: a partir de aplicativos em dispositivos móveis, é possível dar sequência à venda — criando cadastros, gerenciando listas de preços e formatando propostas — de forma remota, integrando-o diretamente ao sistema na matriz da empresa. Sem retrabalho, sem equívocos de digitação.


2. Precificação estratégica

A precificação é, sem dúvida, um fator primordial para o sucesso do negócio. Isso se dá não apenas pela necessidade de acomodar custos e lucros, mas também pela urgência de transmitir ao consumidor a excelência da oferta. Um cliente satisfeito — com a proposta de valor do que adquiriu, considerando qualidade e preço — é um cliente fidelizado em potencial.

Neste contexto, o ERP tem vasto impacto na estratégia de precificação das organizações competitivas. Ao centralizar todas as informações do negócio, o sistema se torna um valioso repositório de dados: a partir dele, é possível consultar e avaliar indicadores-chave, de caráter interno, para o processo de precificação, tais como:

  • custos e despesas;
  • margem pretendida;
  • perfil de público.

Uma vez dispondo de relatórios e dashboards atualizados, o líder pode (e deve) consultar sua base para deliberar acerca das movimentações mais acertadas. O preço é fator primordial na decisão de compra e deve ser encarado com bastante seriedade.


3. Atenção ao pós-venda

O relacionamento com o cliente não se encerra no momento em que a compra foi finalizada. Pelo contrário! Assim que há a conversão, é preciso pensar em estratégias de recompra e de fidelização. O pós-venda, portanto, desponta como uma preocupação inadiável às empresas que almejam o crescimento e a expansão de suas operações.

Para isso, o ERP também se mostra eficiente: um CRM integrado ao software é uma ótima maneira de potencializar a proximidade com o cliente e, a partir de ações transparentes, alavancar os retornos do relacionamento. Segundo um estudo da Bain & Co, 52% dos gestores que contam com um CRM atingem suas metas comerciais, contra 40% daqueles que não dispõem do recurso. Os números são significativos e devem ser considerados na estratégia de fidelização.

Diante disso, é válido pontuar que um CRM integrado ao ERP possibilita o enriquecimento da base de dados da companhia e a torna acessível aos gestores comprometidos com direcionamentos eficazes. Assim, é possível consultar métricas — tais como sazonalidade de compra para determinado perfil de cliente, por exemplo — e estabelecer diretrizes mais orgânicas, certeiras e lucrativas.

 

O Areco ERP

O Areco ERP é a tecnologia que acompanha empresas e pessoas, favorecendo o desenvolvimento operacional enquanto robustece a capacidade estratégica do negócio. O ERP automatiza processos, elimina o retrabalho e minimiza as chances de erro nas atividades rotineiras, integrando departamentos e agregando valor aos processos corporativos.

Da prospecção ao pós-venda, o Areco ERP centraliza informações e facilita o manejo de dados, permitindo que as lideranças estejam à frente de suas operações de forma sistemática e eficaz. O software agiliza a emissão de contratos e potencializa os desdobramentos do CRM, por exemplo, reunindo detalhes importantes da base de clientes e, a partir de ações simples, também endossando ações capazes de fidelizá-los com mais assertividade e resultados — no curto, no médio e no longo prazos.

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contato@areco.com.br

A automatização de processos em 3 passos

A automatização de processos em 3 passos

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Uma das maiores preocupações dos gestores contemporâneos é, sem dúvida, a otimização de processos. No dicionário, o verbo otimizar diz respeito à iniciativa de “tornar ótimo” e de “determinar o valor ótimo de uma grandeza”. Na prática, a busca pela otimização evidencia a preocupação com o presente e também com o futuro operacional: ao mesmo tempo em que é necessário garantir a saúde do negócio, aplicando recursos disponíveis de modo íntegro e enérgico, também é preciso construir uma base sólida de crescimento, garantindo a perenidade da organização nos anos vindouros.

Neste contexto, é natural (e até mesmo indispensável) que as lideranças corporativas se voltem a mecanismos capazes de alavancar rotinas e maximizar resultados. A automatização de processos, enquanto ferramenta para reduzir custos e potencializar desempenhos é, de fato, um aparato valioso ao desenvolvimento da empresa.

No intuito de promover uma operação otimizada — do início ao fim da cadeia, agregando valor e agilidade a todas as etapas produtivas —, algumas decisões simples, ainda que de impactos profundos, contribuem para arquitetar um panorama favorável à eficiência interna.

1. Conheça e controle seus processos de ponta a ponta

O domínio operacional é fundamental à sobrevivência no mercado. Gestores que desconhecem os padrões de funcionamento de seus procedimentos — ignorando eventuais gargalos tanto quanto possíveis oportunidades de melhoria — perdem chances valiosas de otimizar operações, de minimizar perdas e, claro, de alargar margens.

Para fazer frente a uma concorrência cada vez mais acirrada, o controle de processos é indispensável. Por “controlar”, depreende-se a iniciativa de formatar padrões de excelência, implantá-los com eficácia e monitorá-los recorrentemente, avaliando indicadores que pontuem a saúde da operação.

Se, por exemplo, uma métrica importante — tais como materiais produzidos em determinado tempo ou produtividade por hora trabalhada — esteja negativa, a ação é urgente: é preciso entender o desvio e corrigi-lo de imediato. Lembre-se de que qualquer desvio pode ser prejudicial aos resultados corporativos no curto, no médio e no longo prazo.


2. Padronize (e sempre que possível, elimine) etapas burocráticas

Tarefas repetitivas e excessivamente manuais não são apenas maçantes e desmotivadoras, mas também passíveis de erros perigosos. Quando o processo depende, em larga medida, da interferência humana, é comum haver equívocos que impactem negativamente na performance do negócio.

De modo a evitar transtornos e prejuízos, convém padronizar rotinas e burocracias. Sempre que possível, a automatização de tarefas sugere um ganho expressivo em produtividade e em estratégia, uma vez que os profissionais se desprendem de processos repetitivos para se voltar, de fato, ao que realmente agrega valor à organização.

Considere, por exemplo, a emissão de contratos ainda no processo de venda. A personalização do documento, bem como as pendências de envio e acompanhamento, podem ser bastante morosas e demoradas — roubando um tempo precioso de colaboradores estratégicos. Ao padronizar o processo, sistemas de gestão são capazes de automatizar ao máximo as tarefas rotineiras, maximizando a performance da equipe.


3. Monitore os indicadores e agilize respostas

Os indicadores de performance (ou KPIs) são recursos essenciais à produtividade e à competitividade das empresas modernas. Cabe aos líderes corporativos, em sua missão de nortear operações e estratégias, o compromisso de estabelecer métricas consistentes e de acompanhá-las com transparência e regularidade.

Se o objetivo é automatizar processos, vale reforçar a relevância dos KPIs: o controle de resultados impede que rotinas improdutivas (ou mesmo nocivas) sejam mantidas e possam comprometer a saúde do negócio. Quando o gestor se aproxima e se apropria dos indicadores operacionais, não ganha apenas escala; é, por sua vez, também imbuído de mais segurança e autonomia para tomar decisões convenientes às metas da empresa.

Neste contexto, é oportuno e apropriado que as lideranças se voltem aos dados internos e, a partir deles, construam panoramas que sustentem decisões otimizadas. Afinal, somente ao maximizar a qualidade das tarefas cotidianas, mantendo-as sob estrito controle, é possível alcançar retornos mais expressivos e perenes.

 

O Areco ERP na automatização de processos

A tecnologia do Areco ERP é robusta, transparente e eficaz. Há mais de 30 anos, o sistema endossa o crescimento de empresa e pessoas, favorecendo a competitividade e maximizando os resultados nos mais diversos segmentos de mercado — da indústria alimentícia ao PDV, passando pela área química e de ferramentaria.

Ainda que modular, o Areco ERP confere total integração do workflow, assegurando a centralização de informações e o fácil acesso gerencial aos insights da operação. Ao respeitar a interdependência dos departamentos sem, no entanto, negligenciar a importância estratégica de visualizá-los como organismos complementares, o software empodera líderes e os mune de informações coesas, imprescindíveis à tomada assertiva de decisões.

De forma a fortalecer insights e posturas, o Areco ERP conta com mais de 2 mil relatórios imediatamente disponíveis e, por meio do Areco Manager — instrumento gerencial exclusivo acoplado ao ERP sem qualquer custo adicional —, confere ainda mais autonomia aos gestores, estimulando-os a tomar a dianteira de seu negócio a partir da moldagem de novos recursos, telas e dashboards totalmente aderentes à dinâmica dos processos e das análises internas.

Na prática, ao eliminar o retrabalho, catapultar performances e otimizar os recursos corporativos, o Areco ERP desponta como a ferramenta ideal para automatizar rotinas. O sistema é altamente eficaz na padronização de procedimentos, na supressão de burocracias e no acompanhamento de KPIs, corroborando uma estratégia focada em desenvolvimento, liderança e lucratividade.

Para entender como podemos ajudá-lo a alavancar o cotidiano (e os resultados) operacional da sua empresa, não hesite:

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A rastreabilidade como diferencial competitivo nas indústrias

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O conceito de rastreabilidade ganhou relevância e destaque há alguns anos. Desde que o consumidor se tornou mais exigente, demandando registros atualizados e informações completas, foi possível notar um movimento interessante nas manufaturas de todo o mundo: fortalecia-se a preocupação com o mapeamento de insumos, de modo a garantir a integridade da matéria-prima e a qualidade do produto acabado.

Hoje, os processos de rastreabilidade são essenciais e até mesmo obrigatórios para alguns setores industriais, como o alimentício, agrícola e o farmacêutico. Além disso, a centralização de dados, integrando documentos ao longo de toda a cadeia produtiva, permite que haja mais agilidade e confiabilidade no manejo da mercadoria, em seu estágio bruto ou recém-acabada.

O que é rastreabilidade?

Rastreabilidade é a capacidade de conhecer todo o caminho de uma determinada matéria-prima, desde sua origem até o produto final. A rastreabilidade surgiu por conta da demanda da indústria em manter um controle eficaz da produtividade e também pelo fato de alta exigência dos consumidores.

Seu objetivo basicamente é criar o controle para a produção e transparência sobre os processos para o cliente final, garantindo uma visualização completa de todo o ciclo produtivo de um produto.

Entre as opções mais comuns para se realizar esse rastreio estão códigos de barras, RFID (Radio-Frequency IDentification) e 2D Data Matrix, sendo que todos demandam o auxílio de equipamentos de leitura.

Como funcionam o RFID e 2D Data Matrix?

RFID (Radio-Frequency Identification)

Um sistema de RFID é composto, basicamente, de uma antena, um transceptor, que faz a leitura do sinal e transfere a informação para um dispositivo leitor, e também um transpônder ou etiqueta de rádio frequência, que deverá conter o circuito e a informação a ser transmitida.  Estas etiquetas podem estar presentes em pessoas, animais, produtos, embalagens, entre outros.

Assim, a antena transmite a informação, emitindo o sinal do circuito integrado para transmitir suas informações para o leitor, que por sua vez converte as ondas de rádio do RFID para informações digitais. Agora, depois de convertidas, elas poderão ser lidas e compreendidas por um computador para então ter seus dados analisados.

2D Data Matrix

O código de barras Data Matrix é uma simbologia de código de barras 2D (bidimensional), que pode armazenar de 1 até cerca de 2.000 caracteres.Esses algoritmos permitem o reconhecimento de códigos de barras que estejam até 60% danificados.

Qual é sua importância?

Uma das principais razões pela qual a rastreabilidade tem se tornado algo fundamental nas indústrias é a exigência dos consumidores, que mantêm uma consciência ambiental e não querem comprar produtos ligados a crimes ambientais ou cultivados de forma irresponsável, como crueldade animal, toxidade, poluição, entre outros.

Além disso, a rastreabilidade permite que a própria indústria visualize seus processos de forma mais clara e entenda melhor o seu ciclo de produção, podendo encontrar gargalos na produção.

Quer entender mais sobre gargalos de produção? Recomendamos a leitura deste artigo exclusivo que elaboramos, basta clicar na imagem abaixo.Blog  A rastreabilidade como diferencial competitivo nas indústrias

A rastreabilidade enquanto diferencial competitivo

Não é nenhuma novidade que o mercado é um cenário de concorrência acirrada e que a constante busca por inovações que otimizem processos não é apenas importante, mas totalmente essencial.

As empresas que buscam se destacar – ou até mesmo se manter no mercado – precisam entender que os consumidores estão cada vez mais exigentes e preocupados com as origens e processos dos produtos. Portanto, caso você não adote a rastreabilidade você corre o risco de ficar para trás e seus consumidores escolherem outra organização que já utiliza desse sistema por, assim, ter mais confiança e segurança na decisão de compra do produto ou serviço.

Por exemplo, no segmento de Alimentos e Bebidas o acompanhamento das informações obtidas através dos sistemas de rastreabilidade podem eliminar ou prevenir riscos de saúde, a utilização de matérias primas produzidas em área de desmatamento e o emprego de mão de obra escrava. Certamente um grande passo em direção ao fornecimento de alimentos mais seguros, confiáveis, sustentáveis e éticos.

Neste contexto, a incorporação de ferramentas que gerem benefícios operacionais e estratégicos reserva grande atenção. Contudo, no que se refere à rastreabilidade de itens é válido mencionar que sistemas integrados de gestão proporcionam excelentes diferenciais competitivos às indústrias focadas em produtividade.

Então, neste caso o que um sistema integrado pode oferecer quanto a rastreabilidade é:

Redução de custos 

A otimização de despesas é uma prioridade na maioria das empresas modernas. Cortar custos sem, no entanto, interferir na qualidade da produção é um desafio contínuo.

A rastreabilidade de itens também contribui para que recursos sejam dispendidos com mais eficiência: ao compreender o funcionamento íntegro da cadeia produtiva, é possível encontrar e analisar eventuais gargalos, melhorando processos e maximizando os retornos.

Otimização de estoque

O estoque é sem dúvida uma preocupação nas indústrias. O capital investido na disponibilidade de matérias-primas costuma ser expressivo e, por isso, é necessário que haja sinergia no monitoramento dos insumos.

Além da garantia de acessar mercadorias de acordo com as demandas da operação, as rotinas de estoque também ganham bastante com a rastreabilidade: é possível identificar a qualidade dos materiais e, consequentemente, potencializar a efetividade da produção.

Ganho de eficiência produtiva

O controle de matérias-primas e produtos acabados ressaltam o compromisso com a assertividade da operação. Seja para testar a qualidade de uma mercadoria adquirida, seja para certificar a procedência de um item vendido, a rastreabilidade faz toda a diferença na rotina produtiva da indústria.

Dessa forma, não seria equivocado dizer que o monitoramento integrado de itens acelera o desenvolvimento de performances, garantido que resultados mais consistentes sejam alcançados .

Manutenção da conformidade

Por fim, é pertinente ressaltar que, em muitos segmentos, a rastreabilidade é obrigatória. Em indústrias de Alimentos e Bebidas, por exemplo, é essencial manter registros de origem para insumos e produtos acabados. No setor químico, por sua vez, principalmente no ramo farmacêutico, a obrigatoriedade também é válida.

Por isso, mais do que uma medida para ganhar mercado e manter a competitividade, o rastreio de mercadorias é uma exigência legal. Vale se certificar!

Rastreabilidade no Areco ERP

A tecnologia do Areco ERP é totalmente aderente às indústrias e, por isso, os processos de rastreabilidade foram incorporados ao sistema de modo íntegro e eficiente.

O módulo de Qualidade, por exemplo, assegura que os procedimentos da fábrica sejam definidos e parametrizados, viabilizando a replicação operacional de forma organizada e segura. Além disso, o controle de produtos via IQF (Índice de Qualidade do Fornecedor) também corrobora a preocupação com a qualidade dos insumos.

No que compete à rastreabilidade, o controle de lotes é endossado antes, durante e após a manufatura dos itens. Relatórios completos — que são facilmente configurados e gerados via Areco ERP — garantem o monitoramento das mercadorias que entram (compradas pela empresa) e que saem (produtos acabados, já vendidos), promovendo e fortalecendo análises que assegurem a conformidade do estoque.

Não seria equivocado dizer, portanto, que o Areco ERP se posiciona como um instrumento capaz de potencializar as rotinas de rastreabilidade, alavancando a segurança e a eficácia dos procedimentos na fábrica. Além disso, a integração de áreas e processos uniformiza as rotinas e suprime a incidência de erros, tornando a indústria cada vez mais enxuta, rentável e competitiva.

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