ERP integrado x sistemas separados: o que é mais efetivo para o seu negócio?

ERP integrado x sistemas separados: o que é mais efetivo para o seu negócio?

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A tecnologia de gestão é, já há algum tempo, um recurso essencial à sobrevivência das empresas contemporâneas. Mais do que um diferencial competitivo, capaz de conferir segurança e agilidade às rotinas corporativas, os softwares garantem a legalidade da operação — facilitando, por exemplo, o envio de relatórios fiscais obrigatórios — e endossam o desenvolvimento do negócio, eliminando o retrabalho e reduzindo a incidência de erros.

Os sistemas de gestão são, portanto, grandes aliados da administração focada em resultados. De forma geral, a tecnologia é capaz de unificar dados, agilizar rotinas, automatizar operações e melhorar a capacidade de resposta frente aos desafios do mercado. Não seria equivocado dizer que, hoje, a ausência de um sistema gera incertezas e aumenta os riscos operacionais — tudo o que um líder não quer.

Uma vez esclarecida a relevância da tecnologia de gestão, cabe suscitar uma questão análoga e igualmente importante: tecnologias integradas e sistemas descentralizados funcionam da mesma forma e agregam os mesmos benefícios? Antes de qualquer decisão equivocada, vale a pena explorar um pouco mais.

 

Por que integrar é importante?

A integração operacional é assunto recorrente entre os gestores modernos. A interdependência interna, que pressupõe a ligação direta e/ou indireta de todas as áreas do negócio, é uma realidade inquestionável. Se uma empresa deseja desenvolver processos e maximizar resultados, certamente deve considerar a sinergia e a agilidade na troca de informações entre seus diversos profissionais e departamentos.

Quando os processos estão dissociados (e os sistemas são separados), é comum que erros sejam mais recorrentes no cotidiano de trabalho. Imagine, por exemplo, o setor de Compras interagindo com a área de Estoque. Os profissionais responsáveis pela aquisição de insumos — sejam eles matérias-primas ou produtos de revenda — precisam estar a par dos níveis de armazenagem, evitando a superlotação e a depreciação de produtos. Se, porém, não houver integração entre as áreas, fica difícil garantir a veracidade e a pertinência das informações: neste caso, o acompanhamento em tempo real, bem como a análise da demanda sazonal, é fundamental para garantir a melhor performance operacional.

O panorama de interdependência se estende a todos os demais setores do negócio. A área financeira, por exemplo, depende do desempenho comercial e conta com as projeções do Fluxo de Caixa (mais precisamente em Contas a Receber) no momento de  endereçar investimentos ou de sinalizar contenções. Se os sistemas forem alimentados separadamente, sem conexão direta, certamente haverá mais ruídos e falhas ao longo do processo.

Na prática, para a empresa funcione é preciso que  todos os departamentos troquem informações claras, confiáveis e atualizadas. Para isso, a integração é indispensável.

 

O que torna o ERP integrado mais efetivo?

O ERP (Enterprise Resource Planning) é o recurso ideal para as empresas que buscam o crescimento enxuto, orgânico e sustentável. Afinal, somente ao dominar as operações de modo completo, íntegro e transparente, recorrendo a dados internos sempre que for preciso deliberar, é possível construir diferenciais competitivos que potencializem a competitividade.

O monitoramento de ponta a ponta, da emissão de contratos ao atendimento pós-venda, só é viável por meio da tecnologia. A complexidade das organizações modernas exige que os líderes disponham de ferramentas integradas, capazes de facilitar o acesso a dados estratégicos do negócio e de conferir mais segurança às táticas adotadas. O ERP é o instrumento que viabiliza o controle gerencial enquanto alavanca a performance das operações.

 

Quais são os principais benefícios do ERP?

A implantação de um sistema robusto e integrado evoca uma série de vantagens que, além de imediatas, perduram no longo prazo. Ou seja: o ERP é mais do que uma tecnologia indispensável; é, na verdade, em função de seu caráter estratégico e perene, um parceiro essencial aos negócios.

 

Gestão uniforme

Um ERP aderente garante que todas as áreas do negócio conversem sem ruídos. Isso significa que a troca de informações é facilitada e que o gestor, em sua missão analítica, é um dos maiores beneficiados com esse nível de integração.

A gestão uniforme assegura que haja coerência total de processos e que a operação possa ser escalada, rendendo resultados cada vez mais consistentes e expressivos.

 

Menos erros, menos retrabalho

Rotinas excessivamente manuais estão muito sujeitas a erros. Quando é preciso redigitar pedidos, por exemplo, é comum encontrar equívocos recorrentes na documentação. O ERP, por sua vez, é uma ótima alternativa para amenizar (e mesmo eliminar) o problema.

Ao automatizar o fluxo de trabalho — da formalização do pedido à separação logística e à emissão da NF, por exemplo —, o software torna as informações mais confiáveis e as equipes mais produtivas.

 

Acompanhamento de performances

Por falar em produtividade, o monitoramento de desempenhos é parte importante da gestão otimizada. Para o líder, a facilidade de verificar indicadores, dashboards e gráficos de performance faz toda a diferença no momento de tomar as melhores decisões.

O ERP integra os dados operacionais e os consolida de forma a agilizar a compreensão dos cenários. Se, por exemplo, no caso de uma empresa de serviços, há poucos negócios sendo fechados durante o mês, é válido avaliar as métricas do ciclo de vendas para, só então, tentar detectar algum gargalo no processo — ou na abordagem do time.

O Areco ERP é sua melhor opção

A tecnologia de gestão é a grande aliada dos líderes de alta performance. O panorama é justificável na medida em que o ERP, ao integrar fluxos e operações, empodera os profissionais por meio dos dados.

Não se tratam, entretanto, apenas de indicadores de performance que medem o desempenho das atividades-fim. Há, também, as métricas de consulta, que servem como uma bússola capaz de apontar se a direção que está sendo percorrida é, de fato, a desejada.

Os sistemas de gestão são ferramentas indispensável para permitir e endossar a administração previsível, uma vez que evidenciam desvios — os quais devem ser prontamente corrigidos — e oportunidades, que devem ser aproveitadas imediatamente.

O Areco ERP é a solução ideal para a gestão previsível, orientada a resultados. O software é modular, integra todo o workflow empresarial e oferece uma gama de mais de 2.000 relatórios gerenciais. Todos esses recursos têm objetivos muito nobres: intragar todas as áreas do negócio, simplificar as rotinas, automatizar as operações e maximizar a performance da equipe.

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O ERP na gestão financeira: como tomar as melhores decisões

O ERP na gestão financeira: como tomar as melhores decisões

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O departamento financeiro é uma área bastante sensível, mas também altamente estratégica. A boa gestão dos recursos monetários, assim como a eficiência no planejamento de despesas e investimentos, é indispensável à saúde de qualquer negócio, independentemente do porte ou do segmento em que atue.

A transparência financeira, obtida por meio de processos coesos e orgânicos, é fundamental na operação cotidiana do setor. A missão de administrar os números da empresa — acompanhando a movimentação de valores e assegurando a viabilidade dos processos — é, além de prioritária, também uma questão de sobrevivência.

A tecnologia de gestão é, neste contexto, uma ferramenta valiosa aos gestores da área. Ao facilitar o acesso a análises complexas (por séries históricas ou períodos predefinidos, por exemplo) e ao permitir a extração de informações atualizadas (via dashboards, gráficos e relatórios customizados), o ERP maximiza o controle da operação e garante mais autonomia e segurança na tomada de decisão.

Um dos maiores desafios financeiros da atualidade é justamente a capacidade de otimizar procedimentos e resultados. Para ser capaz de entregar números cada vez mais expressivos e exponenciais, os gestores financeiros devem voltar os olhos aos mecanismos de que dispõe — e às oportunidades que estão deixando passar.

 

O ERP na gestão financeira

A tecnologia ganha cada vez mais espaço na rotina empresarial. Da produção ao comercial, recursos de gestão que agreguem agilidade e efetividade aos processos são essenciais para manter a competitividade e perseguir lucros mais robustos. Na área financeira, responsável por manter o negócio no azul e viabilizar o crescimento em escala, não é diferente: o ERP é um aliado unânime entre os líderes mais engajados.

Um software integrado é, portanto, a resposta mais assertiva para entraves comuns a quaisquer negócios. Ao integrar departamentos e ao centralizar informações, o ERP retifica a lisura dos dados e elimina o retrabalho. No financeiro, o sistema automatiza operações-chave, tais como a programação de Contas a Pagar, a Receber e a conciliação bancária, minimizando a incidência de erros manuais e acelerando as entregas da equipe.

Na prática, a utilização de um ERP aderente e adequado às rotinas do negócio pode mudar completamente a direção da empresa. Uma vez padronizadas e organizadas em um fluxo operacional eficiente, as demandas financeiras são executadas de modo mais prático, eficaz e seguro. Ganha-se em produtividade e, consequentemente, angariam-se resultados mais volumosos.

 

A influência do ERP nas decisões financeiras

Um software integrado, robusto e transparente é um catalisador das boas decisões monetárias. Para lidar com as finanças corporativas da forma mais otimizada possível, é importante que as operações estejam centralizadas e os dados estratégicos permaneçam à disposição do gestor — bastam alguns cliques, por exemplo, para que a projeção do Fluxo de Caixa sem visualizada no ERP.

Neste cenário, o líder protege os recursos do negócio e delibera com mais propriedade e eficiência. A tecnologia de gestão, portanto, promove e endossa processos mais aderentes à realidade da empresa e mais condizentes aos seus objetivos financeiros. Confira, agora, algumas das decisões que podem ser positivamente impactadas pelo ERP!

1. Decisões de investimento

Direcionamentos estratégicos também estão sob a responsabilidade da área financeira. Como, quando e onde aplicar os recursos — além da quantia máxima disponível — são definições que impactam diretamente nas operações do negócio, do chão de fábrica ao RH.

No ERP, é possível identificar uma série de variáveis pertinentes às decisões de investimento de forma simples, rápida e confiável. No caso da produção, por exemplo, o custo da matéria-prima e a demanda de mercado podem ser analisadas de acordo com a sazonalidade, garantindo uma perspectiva mais sólida acerca dos ciclos posteriores.

2. Decisões da cadeia de suprimentos

Em se tratando de produção, é válido mencionar que as decisões de suprimentos também estão diretamente associadas às deliberações financeiras. O Fluxo de Caixa, por exemplo, quando automatizado e completo, destaca as oportunidades de negociação com fornecedores e pode render economias volumosas ao caixa do negócio.

Além disso, custos de estoque sob controle indicam que a depreciação está sendo corretamente monitorada e que a sistemática de escoamento permanece efetiva. Cabe ao gestor financeiro, apoiado pela tecnologia de gestão, supervisionar a eficácia operacional.

3. Decisões de receitas e despesas

O ERP integra e automatiza as rotinas de Contas a Pagar e Contas a Receber, otimizando o tempo da equipe e suprimindo eventuais erros operacionais. Além disso, a tecnologia do software age de forma ainda mais profunda: as decisões estratégicas de todos os departamentos — seja aumentar o quadro de funcionários, seja implantar uma nova política comercial — devem ter respaldo na situação e na projeção monetária da organização.

Ao prever receitas e despesas por meio do Fluxo de Caixa, por exemplo, e empresa evita transtornos no pagamento e pode programar seus pagamentos e recebimentos, evitando a incidência de juros. Esse processo garante liquidez, eficiência e alta performance não apenas ao departamento financeiro, mas a todas as áreas do negócio.

 

O Areco ERP na gestão financeira

O Areco ERP é uma solução completa para a gestão enxuta e assertiva dos processos contábeis, fiscais e financeiro. O módulo correspondente, totalmente integrado às demais áreas do negócio, confere mais agilidade e eficiência às operações cotidianas, facilitando os registros tanto quanto as análises.

Na prática, o Areco ERP automatiza regras de integração financeira e contábil para rotinas de contas a pagar, contas a receber, estoque, ativo fixo e faturamento promovem e favorecem uma visão ampla do negócio, garantindo decisões mais acertadas e transparentes.

O fluxo de caixa, por sua vez, desponta como um diferencial interessante do software: online e totalmente integrado, o relatórios de controle explora diversos níveis de detalhes dos dados e pode ser analisado sob diversas perspectivas e objetivos. O resultado dessa flexibilidade é uma gestão mais profissional, eficiente e lucrativa.

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Como a tecnologia de gestão ajuda a fidelizar clientes?

Como a tecnologia de gestão ajuda a fidelizar clientes?

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Cada vez que vai às compras, o consumidor encontra uma grande diversidade de marcas às quais pode recorrer para solucionar o problema que o motivou a buscar novas soluções. Esse panorama é real no varejo — em que a fidelidade às marcas vem caindo ano após ano — e também no cenário de vendas B2B, no qual a construção de parcerias sólidas e duradouras é um desafio cada vez mais importante às empresas com foco em competitividade.

Uma pesquisa recente, publicada pela Accenture, quantificou as mudanças. De acordo com a análise, 80% dos consumidores estão reduzindo sua fidelidade a marcas e empresas, comprometendo a lucratividade das organizações. Para a consultoria, os programas de retenção, da forma como foram concebidos e do modo como vigoram, se tornam cada vez menos eficientes para criar e manter um relacionamento perene.

Fica evidente, portanto, a necessidade de repensar estratégias corporativas e de rever recursos e ferramentas empregados na missão de nutrir parcerias efetivas. Neste contexto, a tecnologia de gestão, enquanto instrumento de otimização e controle, desponta como um aliado indispensável à alta performance operacional e à rentabilidade do negócio.

 

A importância do ERP na fidelização de clientes

A fidelização de um cliente é, sem dúvida, o reflexo positivo de uma longa jornada. Para ser capaz de reter, primeiro é preciso atrair e, em seguida, encantar — oferecendo excelência e qualidade no produto vendido ou no serviço prestado. O desafio é constante e, em função da volatilidade do mercado, também precisa ser continuamente revisto e aprimorado.

Não seria equivocado dizer, portanto, que o ERP tem papel chave na dinâmica da fidelização. A partir das ferramentas disponíveis, o software confere mais assertividade e segurança às decisões estratégicas, promovendo um ambiente onde é possível controlar variáveis, identificar oportunidades e maximizar desempenhos. O sistema integrado de gestão permeia todo o workflow e alavanca os resultados de cada etapa da operação, favorecendo a fidelização de clientes satisfeitos.

 

As estratégias de fidelização viabilizadas pelo ERP

A essa altura, fica evidente que a tecnologia integrada de gestão promove ganhos expressivos na rotina corporativa — o que também acontece, é claro, no esforço da fidelização. O ERP reúne uma série de funcionalidades que auxiliam os gestores a identificar problemas, vislumbrar oportunidades e catalisar decisões que podem gerar excelentes vantagens competitivas.

A fim de construir e solidificar uma estratégia eficaz de retenção, é pertinente observar os recursos disponíveis, avaliar o panorama do negócio e endereçar processos mais coesos e alinhados. O software de gestão, por sua vez, contribui para a padronização operacional, elimina o retrabalho e maximizar o desempenho da equipe na meta comum. Confira algumas das principais táticas viabilizadas pela tecnologia!


1. Agilidade à equipe de vendas

O processo comercial é complexo — e essa realidade é verdadeira para a maioria dos segmentos empresariais. Uma vez concluída a missão de atrair o consumidor à marca (ou à loja, no caso do varejo), é preciso aproveitar a chance de encantá-lo, conduzindo-o à aquisição do produto ou serviço o mais breve possível.

Um sistema integrado de gestão agrega muitas vantagens à abordagem comercial. Em primeiro lugar, agiliza a consulta de estoque e confirma a disponibilidade (ou a previsão de chegada de um item). Além disso, também facilita a elaboração de propostas e contratos, automatizando a soma dos itens relacionados e os eventuais descontos concedidos sem incorrer em erros manuais.

Para o caso de vendas em campo, o ERP se posiciona como um instrumento ainda mais imprescindível: a partir de aplicativos em dispositivos móveis, é possível dar sequência à venda — criando cadastros, gerenciando listas de preços e formatando propostas — de forma remota, integrando-o diretamente ao sistema na matriz da empresa. Sem retrabalho, sem equívocos de digitação.


2. Precificação estratégica

A precificação é, sem dúvida, um fator primordial para o sucesso do negócio. Isso se dá não apenas pela necessidade de acomodar custos e lucros, mas também pela urgência de transmitir ao consumidor a excelência da oferta. Um cliente satisfeito — com a proposta de valor do que adquiriu, considerando qualidade e preço — é um cliente fidelizado em potencial.

Neste contexto, o ERP tem vasto impacto na estratégia de precificação das organizações competitivas. Ao centralizar todas as informações do negócio, o sistema se torna um valioso repositório de dados: a partir dele, é possível consultar e avaliar indicadores-chave, de caráter interno, para o processo de precificação, tais como:

  • custos e despesas;
  • margem pretendida;
  • perfil de público.

Uma vez dispondo de relatórios e dashboards atualizados, o líder pode (e deve) consultar sua base para deliberar acerca das movimentações mais acertadas. O preço é fator primordial na decisão de compra e deve ser encarado com bastante seriedade.


3. Atenção ao pós-venda

O relacionamento com o cliente não se encerra no momento em que a compra foi finalizada. Pelo contrário! Assim que há a conversão, é preciso pensar em estratégias de recompra e de fidelização. O pós-venda, portanto, desponta como uma preocupação inadiável às empresas que almejam o crescimento e a expansão de suas operações.

Para isso, o ERP também se mostra eficiente: um CRM integrado ao software é uma ótima maneira de potencializar a proximidade com o cliente e, a partir de ações transparentes, alavancar os retornos do relacionamento. Segundo um estudo da Bain & Co, 52% dos gestores que contam com um CRM atingem suas metas comerciais, contra 40% daqueles que não dispõem do recurso. Os números são significativos e devem ser considerados na estratégia de fidelização.

Diante disso, é válido pontuar que um CRM integrado ao ERP possibilita o enriquecimento da base de dados da companhia e a torna acessível aos gestores comprometidos com direcionamentos eficazes. Assim, é possível consultar métricas — tais como sazonalidade de compra para determinado perfil de cliente, por exemplo — e estabelecer diretrizes mais orgânicas, certeiras e lucrativas.

 

O Areco ERP

O Areco ERP é a tecnologia que acompanha empresas e pessoas, favorecendo o desenvolvimento operacional enquanto robustece a capacidade estratégica do negócio. O ERP automatiza processos, elimina o retrabalho e minimiza as chances de erro nas atividades rotineiras, integrando departamentos e agregando valor aos processos corporativos.

Da prospecção ao pós-venda, o Areco ERP centraliza informações e facilita o manejo de dados, permitindo que as lideranças estejam à frente de suas operações de forma sistemática e eficaz. O software agiliza a emissão de contratos e potencializa os desdobramentos do CRM, por exemplo, reunindo detalhes importantes da base de clientes e, a partir de ações simples, também endossando ações capazes de fidelizá-los com mais assertividade e resultados — no curto, no médio e no longo prazos.

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A automatização de processos em 3 passos

A automatização de processos em 3 passos

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Uma das maiores preocupações dos gestores contemporâneos é, sem dúvida, a otimização de processos. No dicionário, o verbo otimizar diz respeito à iniciativa de “tornar ótimo” e de “determinar o valor ótimo de uma grandeza”. Na prática, a busca pela otimização evidencia a preocupação com o presente e também com o futuro operacional: ao mesmo tempo em que é necessário garantir a saúde do negócio, aplicando recursos disponíveis de modo íntegro e enérgico, também é preciso construir uma base sólida de crescimento, garantindo a perenidade da organização nos anos vindouros.

Neste contexto, é natural (e até mesmo indispensável) que as lideranças corporativas se voltem a mecanismos capazes de alavancar rotinas e maximizar resultados. A automatização de processos, enquanto ferramenta para reduzir custos e potencializar desempenhos é, de fato, um aparato valioso ao desenvolvimento da empresa.

No intuito de promover uma operação otimizada — do início ao fim da cadeia, agregando valor e agilidade a todas as etapas produtivas —, algumas decisões simples, ainda que de impactos profundos, contribuem para arquitetar um panorama favorável à eficiência interna.

1. Conheça e controle seus processos de ponta a ponta

O domínio operacional é fundamental à sobrevivência no mercado. Gestores que desconhecem os padrões de funcionamento de seus procedimentos — ignorando eventuais gargalos tanto quanto possíveis oportunidades de melhoria — perdem chances valiosas de otimizar operações, de minimizar perdas e, claro, de alargar margens.

Para fazer frente a uma concorrência cada vez mais acirrada, o controle de processos é indispensável. Por “controlar”, depreende-se a iniciativa de formatar padrões de excelência, implantá-los com eficácia e monitorá-los recorrentemente, avaliando indicadores que pontuem a saúde da operação.

Se, por exemplo, uma métrica importante — tais como materiais produzidos em determinado tempo ou produtividade por hora trabalhada — esteja negativa, a ação é urgente: é preciso entender o desvio e corrigi-lo de imediato. Lembre-se de que qualquer desvio pode ser prejudicial aos resultados corporativos no curto, no médio e no longo prazo.


2. Padronize (e sempre que possível, elimine) etapas burocráticas

Tarefas repetitivas e excessivamente manuais não são apenas maçantes e desmotivadoras, mas também passíveis de erros perigosos. Quando o processo depende, em larga medida, da interferência humana, é comum haver equívocos que impactem negativamente na performance do negócio.

De modo a evitar transtornos e prejuízos, convém padronizar rotinas e burocracias. Sempre que possível, a automatização de tarefas sugere um ganho expressivo em produtividade e em estratégia, uma vez que os profissionais se desprendem de processos repetitivos para se voltar, de fato, ao que realmente agrega valor à organização.

Considere, por exemplo, a emissão de contratos ainda no processo de venda. A personalização do documento, bem como as pendências de envio e acompanhamento, podem ser bastante morosas e demoradas — roubando um tempo precioso de colaboradores estratégicos. Ao padronizar o processo, sistemas de gestão são capazes de automatizar ao máximo as tarefas rotineiras, maximizando a performance da equipe.


3. Monitore os indicadores e agilize respostas

Os indicadores de performance (ou KPIs) são recursos essenciais à produtividade e à competitividade das empresas modernas. Cabe aos líderes corporativos, em sua missão de nortear operações e estratégias, o compromisso de estabelecer métricas consistentes e de acompanhá-las com transparência e regularidade.

Se o objetivo é automatizar processos, vale reforçar a relevância dos KPIs: o controle de resultados impede que rotinas improdutivas (ou mesmo nocivas) sejam mantidas e possam comprometer a saúde do negócio. Quando o gestor se aproxima e se apropria dos indicadores operacionais, não ganha apenas escala; é, por sua vez, também imbuído de mais segurança e autonomia para tomar decisões convenientes às metas da empresa.

Neste contexto, é oportuno e apropriado que as lideranças se voltem aos dados internos e, a partir deles, construam panoramas que sustentem decisões otimizadas. Afinal, somente ao maximizar a qualidade das tarefas cotidianas, mantendo-as sob estrito controle, é possível alcançar retornos mais expressivos e perenes.

 

O Areco ERP na automatização de processos

A tecnologia do Areco ERP é robusta, transparente e eficaz. Há mais de 30 anos, o sistema endossa o crescimento de empresa e pessoas, favorecendo a competitividade e maximizando os resultados nos mais diversos segmentos de mercado — da indústria alimentícia ao PDV, passando pela área química e de ferramentaria.

Ainda que modular, o Areco ERP confere total integração do workflow, assegurando a centralização de informações e o fácil acesso gerencial aos insights da operação. Ao respeitar a interdependência dos departamentos sem, no entanto, negligenciar a importância estratégica de visualizá-los como organismos complementares, o software empodera líderes e os mune de informações coesas, imprescindíveis à tomada assertiva de decisões.

De forma a fortalecer insights e posturas, o Areco ERP conta com mais de 2 mil relatórios imediatamente disponíveis e, por meio do Areco Manager — instrumento gerencial exclusivo acoplado ao ERP sem qualquer custo adicional —, confere ainda mais autonomia aos gestores, estimulando-os a tomar a dianteira de seu negócio a partir da moldagem de novos recursos, telas e dashboards totalmente aderentes à dinâmica dos processos e das análises internas.

Na prática, ao eliminar o retrabalho, catapultar performances e otimizar os recursos corporativos, o Areco ERP desponta como a ferramenta ideal para automatizar rotinas. O sistema é altamente eficaz na padronização de procedimentos, na supressão de burocracias e no acompanhamento de KPIs, corroborando uma estratégia focada em desenvolvimento, liderança e lucratividade.

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A rastreabilidade como diferencial competitivo às indústrias modernas

A rastreabilidade como diferencial competitivo às indústrias modernas

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O conceito de rastreabilidade ganhou relevância e destaque há alguns anos. Desde que o consumidor se tornou mais exigente, demandando registros atualizados e informações completas, foi possível notar um movimento interessante nas manufaturas de todo o mundo: fortalecia-se a preocupação com o mapeamento de insumos, de modo a garantir a integridade da matéria-prima e a qualidade do produto acabado.

Hoje, os processos de rastreabilidade são essenciais — e mesmo obrigatórios — a setores industriais importantes, tais como o alimentício, o agrícola e o farmacêutico. Além disso, a centralização de dados, integrando documentos ao longo de toda a cadeia produtiva, permite que haja mais agilidade e confiabilidade no manejo da mercadoria, em seu estágio bruto ou recém-acabada.

Na prática, isso significa que a rastreabilidade está totalmente alinhada às exigências do mercado e às regulamentações legais. Por isso, é importante que os gestores contemporâneos lancem olhar à operação e à estratégia, maximizando o impacto positivo das rotinas de controle.

 

O conceito e a importância da rastreabilidade

De acordo com a International Standartization Organization, a ISO, acompanhada pelas normas ISO/TS 16.949 (editada pela ABNT, sua equivalente brasileira), “a rastreabilidade é a capacidade de traçar o histórico, a aplicação ou a localização de um item, por meio de informações previamente registradas”. Trata-se, portanto, de deter controle sobre a origem e o deslocamento de uma matéria-prima ou de um produto acabado.

Há algumas décadas, a rastreabilidade ganhou contornos mais expressivos e assumiu posição de destaque em segmentos industriais estratégicos. Em fevereiro de 2018, por exemplo, entrou em vigor a INC-02 – Instrução Normativa Conjunta, que confere responsabilidade a cada ente atuante na cadeia produtiva (e de transporte) de vegetais.

No caso de uma indústria de Alimentos, o impacto da normativa é frontal: ao utilizar insumos agrícolas para sua produção de temperos, por exemplo, a empresa torna-se, também, responsável pela manutenção dos registros de rastreio. Em outros setores da manufatura, por sua vez, a rastreabilidade de itens é valiosa à integridade da mercadoria e a qualidade do produto final.

Diante disso, fica evidente que a operação moderna — principalmente aquela que se pretende enxuta, eficiente e lucrativa — deve dispor de ferramentas para potencializar a rastreabilidade de produtos. Mais do que endossar uma exigência legal (que, se descumprida, está sujeita a sanções e penalidades), o monitoramento confere uma série de vantagens diferenciais às rotinas industriais. O seu negócio precisa se valer delas!

 

A rastreabilidade enquanto diferencial competitivo

Os líderes engajados têm muito em comum. Não é nenhuma novidade dizer a eles, por exemplo, que o mercado é um cenário de concorrência acirrada e que a constante busca por inovações que otimizem processos e avolumem os caixas não é apenas importante, mas totalmente essencial.

Neste contexto, a incorporação de ferramentas que gerem benefícios operacionais e estratégicos reserva, de fato, grande atenção. No que tange à rastreabilidade de itens, portanto, é válido mencionar que sistemas integrados de gestão proporcionam excelentes diferenciais competitivos às indústrias focadas em produtividade.

1. Redução de custos 

A otimização de despesas é uma prioridade na maioria das empresas modernas. Cortar custos sem, no entanto, interferir na qualidade da produção é um desafio contínuo.

A rastreabilidade de itens também contribui para que recursos sejam dispendidos com mais eficiência: ao compreender o funcionamento íntegro da cadeia produtiva, é possível encontrar e analisar eventuais gargalos, melhorando processos e maximizando os retornos.

2. Otimização de estoque

O estoque é, sem dúvida, uma preocupação bastante latente nas indústrias. O capital investido na disponibilidade de matérias-primas costuma ser expressivo e, por isso, é necessário que haja sinergia no monitoramento dos insumos.

Para além da garantia de acessar mercadorias de acordo com as demandas da operação, as rotinas de estoque também ganham bastante com a rastreabilidade: é possível asseverar a qualidade dos materiais e, consequentemente, potencializar a efetividade da produção.

3. Ganho de eficiência produtiva

O controle de matérias-primas e produtos acabados ressaltam o compromisso com a assertividade da operação. Seja para atestar a qualidade de uma mercadoria adquirida, seja para certificar a procedência de um item vendido, a rastreabilidade faz toda a diferença na rotina produtiva da indústria.

Dessa forma, não seria equivocado dizer que o monitoramento integrado de itens acelera o desenvolvimento de performances, garantido que resultados mais consistentes e perenes sejam alcançados — no curto, médio e longo prazos.


4. Manutenção da conformidade

Por fim, ainda que não menos importante, á pertinente ressaltar que, em muitos segmentos, a rastreabilidade é obrigatória. Em indústrias de Alimentos e Bebidas, por exemplo, é essencial manter registros de origem para insumos e produtos acabados. No setor químico, por sua vez, principalmente no ramo farmacêutico, a obrigatoriedade também é válida.

Por isso, mais do que uma medida para ganhar mercado e manter a competitividade, o rastreio de mercadorias é uma exigência legal. Vale se certificar!

 

Rastreabilidade no Areco ERP

A tecnologia do Areco ERP é totalmente aderente às indústrias e, por isso, os processos de rastreabilidade foram incorporados ao sistema de modo íntegro e eficiente.

O módulo de Qualidade, por exemplo, assegura que os procedimentos da fábrica sejam definidos e parametrizados, viabilizando a replicação operacional de forma organizada e segura. Além disso, o controle de produtos via IQF (Índice de Qualidade do Fornecedor) também corrobora a preocupação com a qualidade dos insumos.

No que compete à rastreabilidade, o controle de lotes é endossado antes, durante e após a manufatura dos itens. Relatórios completos — que são facilmente configurados e gerados via Areco ERP — garantem o monitoramento das mercadorias que entram (compradas pela empresa) e que saem (produtos acabados, já vendidos), promovendo e fortalecendo análises que assegurem a conformidade do estoque.

Não seria equivocado dizer, portanto, que o Areco ERP se posiciona como um instrumento capaz de potencializar as rotinas de rastreabilidade, alavancando a segurança e a eficácia dos procedimentos na fábrica. Além disso, a integração de áreas e processos uniformiza as rotinas e suprime a incidência de erros, tornando a indústria cada vez mais enxuta, rentável e competitiva.

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Indicadores da indústria: as 3 principais métricas da produtividade na fábrica

Indicadores da indústria: as 3 principais métricas da produtividade na fábrica

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A gestão industrial nunca foi tão desafiadora. O mercado contemporâneo é marcado por uma série de mudanças profundas, que afetam a estrutura corporativa tanto quanto o padrão habitual de consumo. Prova irrefutável disso é, por exemplo, a ascensão da indústria 4.0, que modificou — e ainda reserva muitas alterações — os parâmetros e os recursos das organizações mais produtivas. Aos gestores, fica o desafio de lidar com a complexidade de suas operações e com as inovações que afetam (e potencializam) suas rotinas.

Para corresponder à volatilidade do mercado, preparando-se para aproveitar as oportunidades da indústria, é essencial que os gestores sejam profundos conhecedores de seus negócios. O domínio das métricas-chave, portanto, desponta como uma postura fundamental à saúde e à prosperidade da organização. O entendimento — e a consequente ação direcionada — é urgente e precisa ser tomada a sério.

 

O que são indicadores de desempenho?

Também conhecidos por KPIs (Key Performance Indicators), os indicadores de performance funcionam como uma espécie de bússola: ao quantificarem métricas fundamentais ao negócio, indicam a situação da empresa e norteiam os próximos passos da operação — sejam eles de investimentos, de ajustes ou de contenções, por exemplo.

Na indústria, as métricas de monitoramento sempre representaram um grande diferencial produtivo. O controle sobre a performance das variáveis da fábrica (máquinas, insumos, funcionários etc.), traduzida em números confiáveis e de fácil análise, sempre galgou os processos ao nível elevado de otimização.

Os KPIs, enquanto métodos consistentes de validação e avaliação, são instrumentos necessários à gestão das indústrias modernas, uma vez que desempenham papel importante na manutenção da produtividade e na viabilização de melhorias na linha produtiva. Na prática, não seria equivocado dizer que os indicadores de desempenho são, por si só, grandes catalisadores de inovação e lucratividade.

 

Por que os KPIs são importantes?

Uma vez explicitadas as principais características das métricas operacionais, fica fácil notar o grau de importância que tais indicadores desempenham no cotidiano das indústrias. Neste caso, a máxima atribuída ao físico irlandês William Thompson (também conhecido como Lord Kelvin, cujo nome é adotado em um dos mais famosos sistemas para medição de temperaturas) se faz justa e pertinente: “aquilo que não se pode medir, não se pode melhorar”.

O pensamento, aplicado de forma sistemática no cotidiano das indústrias, pode render benefícios duradouros e diferenciais. A valorização das métricas — da concepção ao monitoramento periódico — é imprescindível à competitividade e à sobrevivência do negócio a longo prazo, assegurando uma gestão mais enxuta e produtiva.

Neste contexto, os KPIs reforçam sua relevância enquanto ferramenta administrativa. Entre os benefícios dos indicadores na rotina de liderança, convém pontuar:

  • a facilidade em controlar as operações de modo integrado, agilizando processos internos e conferindo alta performance às mais diversas áreas da empresa;
  • a segurança em analisar e construir panoramas, resgatando séries históricas ou projetando cenários de atenção e de oportunidade;
  • a autonomia em tomar decisões mais assertivas, transparentes e embasadas, cujo êxito é certamente maior em comparação a deliberações sem fundamentação de dados.

Diante disso, fica fácil perceber (e certificar) o papel de destaque ocupado pelos indicadores industriais. Afinal, para fazer frente à concorrência acirrada, é preciso lançar mão de táticas coesas para aperfeiçoar a operação e potencializar os resultados da companhia.

 

Quais são as principais métricas de produtividade na indústria?

Uma vez evidenciada a necessidade de contar com as métricas de produtividade na fábrica, convém detalhar quais indicadores apresentam maior respaldo na gestão de indústrias cada vez mais produtivas e rentáveis. Lembre-se, ainda, de examinar sua operação em profundidade, garantindo que haja efetividade dos KPIs monitorados na companhia.


1. Quantidade produzida

De forma geral, a métrica de quantidade produzida é bem simples: diz respeito ao número de itens acabados em um determinado período. A mensuração de atividade, sob essa ótica, é importante para medir a produtividade da fábrica, explorando as diversas variáveis que podem travar ou deslanchar a operação.

Se, por exemplo, o resultado apurado no indicador for insatisfatório — e tiver grande distância do número estabelecido como ideal, considerando a disponibilidade de recursos —, é provável que haja gargalos produtivos que precisam ser imediatamente corrigidos. E mais: a métrica de quantidade produzida permite que o gestor identifique a produtividade de um setor, funcionário ou turno, de acordo com suas particularidades de análise.


2. Quantidade de lotes rejeitados

Para além da linha de produção, outra métrica importante se baseia na qualidade dos artigos entregues. O setor de qualidade é geralmente responsável por atestar a conformidade do item, separando aqueles que julga inadequados à comercialização. É justamente esse número, que representa o descarte de produtos acabados, que rende ótimas análises na indústria.

Caso a quantidade de lotes de produtos avariados, desperdiçados ou aquém da qualidade esperada esteja além do limite de perdas previamente estabelecido, o sinal de alerta precisa ser acionado: provavelmente é o momento de buscar as razões do desvio — que, além de impactar na produção, causa prejuízos consideráveis. O problema pode residir em um processo específico, na falta de treinamento da equipe ou na configuração equivocada de uma máquina, por exemplo.


3. Rentabilidade da fábrica

Por fim, ainda que não menos importante, a rentabilidade da planta precisa ser constantemente monitorada de forma a garantir resultados mais robustos e expressivos — no curto, médio e longo prazos. Sem a visão ampla do negócio, os riscos de incorrer em erros é alto.

Ao acompanhar o retorno financeiro gerado por determinado investimento, entretanto, o gestor maximiza o planejamento financeiro da fábrica e ganha confiança para tomar decisões estratégicas na produção. É possível, por exemplo, defender a necessidade de ampliar um setor da indústria, equipando-o de forma mais moderna.

 

Areco ERP: tecnologia de gestão para catalisar o crescimento industrial

O Areco ERP é um software robusto, integrado e atualizado. Há mais de 30 anos no mercado e com vasta experiência na gestão de indústrias, o ERP confere mais segurança e autonomia aos gestores, que conseguem identificar eventuais desvios operacionais de forma rápida, clara e consistente.

O sistema é modular e contempla todo o workflow corporativo. Assim como alavanca as rotinas do chão de fábrica, garantindo a padronização de atividades e os procedimentos de qualidade, também permite a análise dinâmica das informações produtivas, relatando — em seus mais de 2 mil relatórios disponíveis — o panorama do negócio em tempo real.

Nas indústrias, o ERP agrega valor às rotinas mais importantes da companhia, tais como:

  • engenharia integrada de produtos, com cadastro ilimitado de níveis (incluindo matérias-primas, subitens, embalagens e roteiros de produção);
  • planejamento de produção, considerando a disponibilidade de recursos (incluindo quantidade de funcionários, máquinas e horas úteis da fábrica);
  • gerenciamento de Ordem de Produção, com geração de código de barras para apontamento online.

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A importância do ERP na gestão contábil da empresa

A importância do ERP na gestão contábil da empresa

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Pela lei, todas as empresas ativas, independentemente de seu porte ou de sua natureza jurídica, são obrigadas a manter rotinas de escrituração contábil. A legislação prevê que haja transparência e efetividade nas informações levantadas, assegurando a saúde do negócio e o cumprimento das exigências financeiras e fiscais.

A gestão contábil, portanto, é mais que uma medida rotineira, ainda que diretamente associada à competitividade da organização. As tarefas são, na verdade, um pilar importante à perenidade da companhia, uma vez que viabilizam a atividade perante a Legislação vigente. Neste contexto, não seria equivocado dizer que ferramentas robustas de gestão — tais como o ERP — são fundamentais para garantir a conformidade contábil e, claro, o crescimento da operação como um todo.

 

A escrituração contábil: memória e identidade

Nos escritórios de contabilidade, é comum encontrar quem diga que a escrituração fiscal funciona como uma espécie de documentação corporativa. As demandas contábeis dão sustentação às rotinas da empresa e permitem que informações e registros sejam mais facilmente encontrados, facilitando não somente a administração de documentos obrigatórios, mas também a análise coesa das transações empresariais.

Na prática, o acirramento da concorrência e a alta competitividade do mercado ressignificou a importância da contabilidade nas empresas modernas. Se antes a preocupação era restrita, voltada a atender exigências do Fisco, hoje as ferramentas contábeis são valiosos instrumentos de gestão — sem os quais não é possível manter a lucratividade e buscar a expansão dos negócios.

A escrituração contábil, portanto, vai além da operacionalização dos eventos empresariais em ordem cronológica. Sua missão é a de criar memória — facilitando o acesso a dados passados, que podem contribuir para entender o presente ou desbravar o futuro — e preservar a identidade da companhia, mantendo-a íntegra e sólida em um mercado cada vez mais volátil e desafiador.

 

A importância do ERP na gestão contábil

A alta concorrência, que pressupõe o esforço para que haja diferenciação e rentabilidade, exige a otimização de processos. Não é diferente na parte contábil: é preciso que as empresas (e seus parceiros contábeis) retifiquem suas operações e antevejam oportunidades. O ERP, portanto, é a ferramenta ideal para que profissionais da área e escritórios de contabilidade, enquanto parceiros essenciais à efetividade dos controles, possam dispor de mecanismos transparentes de registro e de apuração.

Neste âmbito, a utilização de um ERP aderente e alinhado às dinâmicas corporativas sugere que há maior controle e maior efetividade nas rotinas contábeis. Afinal, o sistema automatiza operações e minimiza o retrabalho, aumentando a confiabilidade dos dados e facilitando a entrega da documentação contábil, fiscal e financeira exigida legalmente.

No cotidiano operacional, a tecnologia de gestão funciona não apenas como um extenso repositório de dados, cujo acesso é transparente, simples e rápido. O ERP também contribui largamente para que haja mais segurança e autonomia na gestão contábil da organização, potencializando a assertividade das decisões que são tomadas no dia a dia do departamento.

Os benefícios da incorporação de um software completo e atualizado são, de fato, inúmeros e preciosos! Não deixe de conhecer algumas das principais razões!

 

Evita fraudes e transtornos legais

Este ponto é, provavelmente, um dos mais importantes à gestão de empresas de alta performance: a correta escrituração contábil protege a empresa contra eventuais fraudes cometidas por má-fé. A partir dos registros formais e das análises técnicas, é possível identificar gargalos e encontrar a raiz do problema, combatendo-o de forma localizada. A ação rápida é essencial para assegurar a saúde do negócio e a tecnologia de gestão tem papel fundamental na agilidade corretiva.

 

Auxilia na diminuição da carga tributária

Impostos e tributos são fontes inesgotáveis de análise aos gestores brasileiros. Isso porque a carga que incide sobre empresas — de todos os portes e segmentos de atuação — é altíssima. Há, porém, uma alternativa legal para pleitear a diminuição da carga tributária: a gestão contábil permite que o enquadramento do regime seja continuamente reavaliado, viabilizando oportunidades de economizar recursos de modo transparente. Além disso, o domínio das informações contábeis endossa possíveis isenções fiscais.

 

Aprofunda o entendimento acerca das despesas

Em um grande número de empresas — principalmente naquelas em que o controle de caixa é deficiente —, despesas fora de controle são o principal motivo de mortalidade. O monitoramento das transações corporativas é, portanto, essencial para manter o saldo positivo e fortalecer a saúde da companhia no curto, médio e longo prazo. A gestão contábil adequada gera uma visão ampla da alocação de recursos, possibilitando que o panorama de custos e despesas seja revisto com critério e rigidez.

 

O Areco ERP na gestão contábil

O Areco ERP é uma solução completa para a gestão enxuta e assertiva dos processos contábeis, fiscais e financeiro. O módulo correspondente, totalmente integrado às demais áreas do negócio, confere mais agilidade e eficiência às operações cotidianas, facilitando os registros tanto quanto as análises.

Na prática, o Areco ERP automatiza regras de integração contábil para operações de contas a pagar, contas a receber, estoque, ativo fixo e faturamento. Assim, os envios do SPED e as rotinas de conciliação bancária, para citar apenas alguns exemplos, são imediatamente otimizados e passam a ocorrer de modo mais seguro e transparente. É ótimo para o gestor, mas é também excelente para a contabilidade que o atende.

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Produtividade e RH: como a gestão adequada pode melhorar o desempenho da equipe?

Produtividade e RH: como a gestão adequada pode melhorar o desempenho da equipe?

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Considerando a estreita relação entre performance (seja ela individual ou coletiva) e resultados globais, é inevitável que os gestores se dediquem às questões de produtividade, buscando maximizar os retornos operacionais. Para isso, o RH, enquanto departamento estratégico de gestão, reforça seu poder fundamental na formação e no direcionamento de times mais enxutos, engajados e produtivos.

Neste contexto volátil, os líderes modernos têm consciência acerca do dever urgente de implementar táticas eficientes na gestão de pessoas. Não basta, porém, criar programas internos que valorizem as métricas, negligenciando um planejamento mais amplo e coeso. É preciso, em vez disso, conhecer o retrato corporativo em detalhes, munindo-se de informações que possibilitem a construção de uma base sólida para que projetos de RH e otimização — de recursos, de processos e de resultados, por exemplo — sejam viáveis e aderentes. E, nisso, a tecnologia de gestão com certeza pode ajudar.

A questão da produtividade e a missão do RH: como alavancar o desempenho da equipe?

A missão de potencializar o desempenho do time é, sem dúvida, uma parte essencial da gestão de pessoas. Ao contar com profissionais focados em um objetivo comum, bem como ao estimular o senso de entrega e ao dividir a responsabilidade pelos resultados atingidos, a empresa tende a registrar um crescimento maior — além de mais perene e sustentável.

Cabe ao RH, enquanto departamento estratégico, desenvolver táticas eficientes para incutir no time a postura produtiva. É preciso apelar para dados concretos tanto quanto para sentimentos verdadeiros. Para isso, algumas dicas são valiosas e, ainda que não convencionais, demonstram mudanças significativas assim que aplicadas..

 

1. Compartilhe informações

O valor do pertencimento já foi recorrentemente atestado por potências corporativas. Hoje, é importante que o colaborador entenda que seu trabalho influencia diretamente nos resultados da empresa, em uma convergência inequívoca do individual para o coletivo.

Com o objetivo de maximizar a ressonância de uma mensagem integradora, o RH pode lançar mão de uma tática bastante simples, mas com alto poder de mobilização: o compartilhamento de informações. Ao esclarecer quais foram os retornos obtidos, dividindo a responsabilidade com a equipe, é provável que os indicadores ganhem tangibilidade e tenham mais aderência à rotina dos funcionários.


2. Crie metas com embasamento

Diretamente ligada ao aspecto anterior está, também, a preocupação com a escalada operacional. Afinal, informações são poderosas e dizem muito, mas precisam estar atreladas a projetos concretos para que sejam exploradas em seu máximo potencial. Por isso, os dados internos, além de compartilhados, devem ser empregados na construção de metas transparentes e motivadoras — nem fáceis, nem impossíveis.

Quando a equipe se integra aos anseios da organização, enxergando seu papel no desenvolvimento da companhia, é mais fácil propagar objetivos comuns. Neste âmbito, o RH deve assegurar a relevância de suas métricas e a confiabilidade de seus indicadores, reunindo o time em torno de um desafio que é de todos.

É essencial frisar, ainda, que a frequência é um atributo importante ao sucesso da gestão de pessoas. Certifique-se de criar periodicidade na divulgação de informações e na atualização de métricas, reiterando o valor da participação da equipe.

 

3. Alinhe a gestão de tarefas à gestão de equipes

A dificuldade em enxergar a relevância das pequenas conquistas para o volume da meta organizacional é, por vezes, um dos principais entraves aos resultados de excelência. É justamente por isso que a gestão de pessoas precisa estar diretamente associada à gestão efetiva de tarefas — e  à visualização rápida, geral e cristalina do andamento delas.

Para maximizar o envolvimento do time e garantir uma postura proativa, é válido investir na atualização constante dos principais indicadores de performance. Gráficos automatizados, incorporados ao sistema que integra todos os departamentos da companhia, são ferramentas poderosas para transmitir o andamento da operação de forma simples e direta, por exemplo.

 

4. Monitore e proponha soluções

Fica a cargo do RH, como uma de suas atribuições para acelerar o desempenho dos profissionais, a responsabilidade de analisar indicadores, identificar possíveis gargalos e propor soluções para corrigi-los o mais breve possível.

Métricas como taxa de absenteísmo e taxa de turnover, por exemplo, são bons nortes para entender o panorama da empresa sob a ótica dos funcionários: se os números forem altos, é possível que a satisfação esteja abalada. Ações urgentes para amenizar o problema, entendendo as causas e endereçando os reparos, são necessárias ao desenvolvimento orgânico e sustentável do negócio.

 

A tecnologia de gestão: como aprimorar processos, indicadores e resultados?

Em todos os aspectos mencionados — do compartilhamento de dados à reação proativa —, a tecnologia reclama seu papel crucial. Seja para agilizar a extração de informações pertinentes, seja para nortear decisões estratégicas sobre gestão e performance, os recursos de gestão despontam como ferramentas indispensáveis às empresas orientadas a resultados.

O ERP, que centraliza informações e garante a integração de todos os departamentos da empresa, é certeiro para alinhar atividades operacionais e estratégicas, influenciando o desempenho da equipe ao longo da rotina. Aos gestores — de RH e de outras áreas — o software representa a oportunidade de analisar criteriosa e detalhadamente os números operacionais, traçando um panorama realista e viabilizando a construção de um plano eficiente de ação.

A mensagem final, portanto, é bastante clara: produtividade e RH andam juntos, mas só são potencializados a partir de um reforço tecnológico: o ERP. Para desenvolver o time e priorizar o desempenho global da companhia, a gestão de pessoas precisa agregar processos mais automáticos, enxutos e coerentes. Invista!

O Areco ERP promove, estimula e viabiliza decisões mais transparentes e assertivas. Com o apoio de uma operação enxuta e a segurança de uma estratégia consolidada, a missão de otimizar a produtividade do time deixa de ser um desafio intransponível e se torna um objetivo bastante tangível.

 

BÔNUS

Os recursos humanos são, sem dúvida, um dos insumos mais importantes às organizações competitivas. Para administrá-los de forma eficiente, o Areco ERP disponibiliza uma série de ferramentas diferenciadas.

No módulo, também é possível, por exemplo:

  • Arquivar a documentação de feedbacks, favorecendo o rápido acesso às ações de desenvolvimento propostas para o colaborador;
  • Monitorar e evolução de carreira do profissional, registrando datas e promoções de forma pormenorizada;
  • Extrair relatórios completos, com filtros personalizados, para entender tendências de perfil ou indicadores de absenteísmo.

O Areco ERP é a tecnologia ideal para potencializar rotinas internas e externas de RH: ao mesmo tempo em que os gestores desfrutam de pleno domínio sobre as informações de seu quadro de funcionários, as equipes de recursos humanos desempenham rotinas operacionais, principalmente as legais, de forma mais rápida e segura.

As 3 estratégias essenciais para controlar perdas na indústria de Alimentos e Bebidas

As 3 estratégias essenciais para controlar perdas na indústria de Alimentos e Bebidas

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Qualquer operação, por menos complexa que seja, está sujeita a desperdícios não planejados. Na indústria de Alimentos e Bebidas, na qual a qualidade é essencial e determinante para a saúde dos negócios, é natural que o controle de perdas seja uma prioridade na otimização de processos.

De forma a garantir uma operação alinhada, enxuta e confiável, mantendo os padrões da linha elevados, é fundamental que os gestores invistam em iniciativas consistentes para gerir, acompanhar e analisar as métricas da produção, assegurando resultados positivos e perenes.

 

Por que é importante controlar as perdas na indústria de Alimentos e Bebidas?

A produtividade é uma questão urgente em todos os segmentos industriais — e não é diferente no setor de Alimentos e Bebidas. Para manter a competitividade e fortalecer as operações do negócio, é imprescindível que os líderes da área zelem pelo alinhamento e pela qualidade dos processos fabris.

Se, no geral, os players industriais já devem atenção às perdas da produção, a preocupação com equívocos na linha tende a ser ainda maior no segmento alimentício. Não seria para menos: mais do que inegociável, a qualidade dos produtos derivados dela é uma questão de saúde e envolve uma série de aspectos que extrapolam a fábrica. Por isso, quaisquer desvios devem ser sumariamente evitados.

No contexto da indústria, desvio significa perda — e essa sequência comprometedora é capaz de causar arrepios nas lideranças corporativas com foco em resultados. Alterações no padrão produtivo podem inviabilizar entregas e, claro, gerar prejuízos volumosos aos caixas (e aos contratos) da empresa.

Para prevenir problemas, cabe otimizar a fábrica e assegurar a conformidade das atividades produtivas. Para isso, o gestor deve lançar mão de estratégias coesas e com alto impacto e resoluto potencial transformador. O controle de perdas deve ser, portanto, uma prioridade dos líderes que respiram produtividade na indústria de Alimentos e Bebidas.

 

Quais são as principais estratégias para controlar perdas?

De modo a prevenir cenários negativos, nos quais perdas e desperdícios são corriqueiros na linha de produção, é importante dispor de projetos e de ferramentas eficientes para dominar a fábrica, garantindo o desempenho de excelência. Confira algumas das principais estratégias para maximizar os resultados da indústria!

 

1. Monitoramento contínuo de estoque

A disponibilidade de insumos é condição essencial para que a operação fabril possa ser executada de forma orgânica e eficiente. Assim, antes mesmo de pensar em produtividade na linha, é preciso reservar especial atenção a processos de compra e armazenagem de matéria-prima.

Para assegurar a suficiência de recursos sem, no entanto, exagerar na armazenagem — imobilizando capital que, se líquido, poderia ser investido em áreas mais estratégicas — é necessário planejar a operação das linhas e mobilizar equipes para que se atenham às demandas da fábrica.

Além disso, o acompanhamento de relatórios atualizados, extraídos periodicamente, é fundamental para que os gestores estejam à frente de seus resultados e possam agir da melhor forma possível frente a suas pendências.

 

2. Padronização das etapas produtivas

A indústria de Alimentos e Bebidas é marcada pela complexidade de sua produção. Como já foi mencionado, a qualidade é um fator crucial e qualquer desvio pode causar transtornos e prejuízos — e, a depender da gravidade da situação, também sanções impeditivas.

Para garantir a conformidade da linha e a excelência dos produtos engendrados, os líderes se voltam à padronização da fábrica, determinando as etapas e detalhando inputs e outputs de cada fase da operação.

Ao conceder aos colaboradores o acesso fácil ao esqueleto de montagem (das quantidades à finalização, semelhante a uma receita completa de bolo), a empresa se certifica de disseminar as melhores práticas e tem condições de requerer retornos mais efetivos e condizentes ao planejamento.

 

3. Acompanhamento analítico de indicadores

As métricas da fábrica devem ser levadas a sérios; afinal, os números indicam a densidade da operação e esclarecem eventuais gargalos produtivos, motivando ações focadas em corrigi-los.

Para os gestores mais engajados, os indicadores de performance (também chamados de KPIs) despontam como mecanismos preciosos: a capacidade de analisar, com base em números críveis e transparentes, o desempenho produtivo frente à capacidade da fábrica é, sem dúvida, um diferencial robusto  na administração mais enxuta e lucrativa.

A partir de relatórios, balanços e análises históricas, é possível cruzar dados e tecer panoramas realistas, entendendo em profundidade quais aspectos podem influenciar (positiva e negativamente) na execução dos processos fabris. Ao dominar o conhecimento estratégico de suas operações, os líderes detêm o poder de aprimorá-las, galgando passos importantes rumo à otimização e à produtividade.

 

O ERP como ferramenta para minimizar perdas na indústria de Alimentos e Bebidas

Os sistemas integrados de gestão possibilitam e endossam uma produção mais eficaz e rentável. Ao centralizar informações, acelerar processos e minimizar o retrabalho, o ERP garante mais poder e mais resultados às empresas contemporâneas.

O Areco ERP é uma ferramenta completa e totalmente aderente às demandas das indústrias de Alimentos e Bebidas. Dentre os benefícios do software ao segmento, destacam-se:

  • o controle de engenharia reversa (quando um insumo resulta em vários produtos e subprodutos);
  • o acesso a informações de produção, viabilizando a formação de custos;
  • formatação de tabelas nutricionais, atendendo às exigências legais para o segmento;
  • emissão e consulta de laudos técnicos sob medida, de acordo com especificações personalizadas.
  • práticas de Qualidade Total (ISO), com domínio de lotes e rastreabilidade de matérias-primas e produtos acabados.

A mensagem final, portanto, é clara: para reduzir perdas, impulsionar retornos e ganhar competitividade, as indústrias de Alimentos e Bebidas precisam investir em seus processos. E, neste aspecto, as que investirem em tecnologia de ponta — um ERP completo e atualizado, por exemplo — estarão à frente do mercado.

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