Como o ERP pode solucionar as principais dificuldades das indústrias metal-eletro-mecânicas?

Como o ERP pode solucionar as principais dificuldades das indústrias metal-eletro-mecânicas?

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As indústrias metal-eletro-mecânicas lidam diariamente com um ambiente bastante complexo. É preciso, por exemplo, manter uma área focada em pesquisa de produtos e máquinas sem, no entanto, descuidar da construção de projetos sob medida — viabilizados a partir de um processo comercial robusto e flexível.

Os desafios do segmento, dentro e fora da empresa, são inúmeros. Por outro lado, vale lembrar que há, também, boas oportunidades para modernizar operações e alavancar resultados, diferenciando o negócio em um mercado altamente competitivo.

Ao adotar ferramentas eficientes e padronizadas, capazes de automatizar rotinas e de suprimir erros humanos, o gestor acelera a escalada da companhia e mantém a saúde dos caixas corporativos. E o melhor: esses recursos não estão restritos a grandes potências industriais, permanecendo disponíveis a organizações dos mais diversos portes.

Vale explorar!

O desafio da produtividade nas indústrias metal-eletro-mecânicas

Já faz algum tempo que a discussão a respeito da produtividade permeia a rotina das lideranças industriais. Não é difícil entender o motivo: estudos desenvolvidos em empresas de vários segmentos apontaram que, em números totais, o nível de produtividade é um dos fatores determinantes na obtenção de lucro, fixando entre eles uma relação diretamente proporcional.

A busca por rotinas mais ágeis e eficientes é, portanto, justificável — e, no Brasil, os indicadores industriais estavam respondendo bem à iniciativa. Em 2018, a produtividade no setor cresceu 0,9%, superando o resultado registrado no ano anterior.

De acordo com um levantamento da CNI (Confederação Nacional das Indústrias), existe uma alternativa eficaz, além de disponível a todos, para melhorar os números. Um dos relatórios divulgados pela entidade, no final de 2009, ressaltou que a adoção de tecnologias de gestão promove um aumento de 22%, em média, na produtividade de pequenas e médias empresas.

A pesquisa da CNI valida a importância da modernização de processos e reforça a urgência de investimentos na área. A tecnologia é, de fato, um dos mais poderosos aliados da produtividade — e a indústria metal-eletro-mecânica precisa se beneficiar disso para continuar crescendo.

O poder do ERP nas indústrias metal-eletro-mecânicas

O ERP é o recurso ideal para padronizar rotinas, automatizar operações e potencializar a eficiência produtiva — tanto na fábrica quanto no administrativo.

No que se refere aos processos da indústria metal-eletro-mecânica, em específico, a tecnologia é capaz de simplificar a complexidade de tarefas comuns ao cotidiano da empresa. Solucionando as principais dificuldades do negócio nas mais diversas áreas. Confira!

Informações no chão de fábrica

Não seria equivocado dizer que, na indústria metal-eletro-mecânica, o chão de fábrica é o coração do negócio. Tudo o que pulsa na empresa está direta ou indiretamente relacionado à capacidade da linha, orbitando em torno das necessidades do setor.

Enquanto o departamento de Compras deve garantir que os insumos cheguem no tempo certo, mantendo o estoque de matéria-prima abastecido, por exemplo, os vendedores precisam que o cronograma produtivo funcione adequadamente, assegurando a entrega ao cliente no período combinado durante a negociação.

O chão de fábrica desponta, portanto, como uma espécie de central de informações. O planejamento da produção depende da verificação de máquinas disponíveis e todos os projetos de engenharia devem estar à disposição dos líderes da produção.

Da mesma forma, grande parte dos principais indicadores empresariais partem dos registros colhidos na linha produtiva. Da capacidade total à produtividade hora/máquina, passando pela estimativa de entrega e pelas taxas de desperdício de insumos, a maior parcela da inteligência nas indústrias metal-eletro-mecânicas se relaciona aos números da fábrica.

Por isso, é essencial que o fluxo de informações seja contínuo, além de claro e transparente. Cada interação tem influência nos resultados globais da companhia e precisa ser monitorado em tempo real.

O ERP, enquanto recurso integrado, é o mecanismo que centraliza e padroniza os dados internos da indústria metal-eletro-mecânica, do estoque ao comercial, de modo a favorecer as análises operacionais. Assim, sempre que necessário, reações imediatas e ajustes estratégicos podem ser executados com mais tranquilidade e eficácia.

Atualização de cadastros (e de projetos)

Os registros de engenharia funcionam como um mapa. A partir deles, toda a estrutura da fábrica é mobilizada em prol da produção de determinado produto, viabilizando as entregas. É, portanto, essencial que as informações do cadastro estejam sempre atualizadas — afinal, qualquer desvio no projeto é sinônimo de prejuízo nos caixas.

A engenharia do produto compreende a lista de materiais, o roteiro de produção e os demais parâmetros do item. O ERP acelera o processo ao disponibilizar, em poucos cliques, todos os documentos necessários e ao sinalizar a disponibilidade de máquinas e matéria-prima, liberando o funcionamento da linha.

Além disso, o software confere agilidade aos apontamentos, permitindo que apontamentos online, apurados em tempo real, atestem a assertividade da produção e validem a qualidade do produto acabado.

Ao dispor de tecnologia eficiente e integrada, as lideranças podem monitorar o desempenho da área — no que compete às máquinas e aos operadores, por exemplo — e identificar eventuais incoerências no projeto, evitando prejuízos na produção.

Por fim, vale lembrar que o ERP contribui para agilizar a aplicação de mudanças na estrutura do produto ou na dinâmica do processo produtivo, escoando as novas diretrizes com segurança para todos os setores envolvidos.

Redução de desperdícios nas indústrias metal-eletro-mecânica

Nas indústrias metal-eletro-mecânicas, produtividade também tem tudo a ver com qualidade. Por isso, a redução de desperdício costuma ser uma prioridade entre os gestores focados na alta performance de suas operações.

Na fábrica, os produtos com defeito podem advir de problemas mecânicos ou operacionais. A boa notícia é que ambos podem ser suprimidos por meio da adoção de um sistema robusto e aderente às rotinas produtivas.

Para reduzir o desperdício nas indústrias metal-eletro-mecânicas, o ERP oferece uma série de recursos e indicadores indispensáveis. É possível, por exemplo, rastrear matérias-primas e produtos acabados, reconhecendo deficiências de forma certeira e agindo proativamente para corrigir os desvios.

Da mesma forma, o software consolida os motivos de reprovação dos itens reprovados na garantia de qualidade e registra quais peças (ou produtos) precisaram ser retrabalhados. Pontuando a máquina e/ou o funcionário envolvido no processo inicial.

Todos esses dados populam relatórios estratégicos e podem orientar mudanças na dinâmica da fábrica. Mais uma vez, a padronização de rotinas e a centralização de informações se mostram fundamental na busca por alta produtividade — e altos retornos, é claro!

 

A essa altura, você provavelmente já está convencido de que um ERP robusto e atualizado é a solução que sua empresa precisa para continuar crescendo. Mas, atenção: certifique-se de optar por um fornecedor confiável e comprometido com o sucesso da sua operação.

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Os 4 recursos indispensáveis à gestão de indústrias automotivas

Os 4 recursos indispensáveis à gestão de indústrias automotivas

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O setor automotivo é responsável por quase um quarto (¼) do PIB industrial no Brasil. Em 2015, segundo dados do Ministério da Economia, o setor faturou pouco mais de U$ 59 bilhões, empregando mais de 1 milhão de pessoas ao longo do processo produtivo. Por tanto, por ser um setor de tanto impacto na economia, é necessário que a gestão de indústrias automotivas seja estratégica e eficiente.

Por outro lado, a cadeia de suprimentos do segmento automotivo é complexa e as exigências não param de crescer. Para fazer frente à competição internacional, as empresas brasileiras precisaram estabelecer padrões rígidos de produção e escoamento.

Para robustecer as operações, aprimorar rotinas e garantir resultados cada vez mais expressivos, a tecnologia de gestão se moldou às necessidades do ramo. Funcionalidades específicas, voltadas especialmente às demandas do setor, permitem que a indústria automotiva nacional permaneça competitiva — e siga prosperando.

Conheça, agora, os recursos indispensáveis à gestão eficiente da sua indústria automotiva!

Integração EDI na gestão de indústrias automotivas

O EDI — que, em tradução para o português, significa Intercâmbio Eletrônico de Dados — é um dos primeiros requisitos da indústria automotiva, viabilizando a integração com montadoras. Por meio dele, é possível agilizar a troca de informações sobre peças e prazos com fornecedores selecionados, por exemplo.

Na prática, o EDI substitui negociações comerciais via papel e/ou e-mail, digitalizando todo o processo. Com isso, a indústria automotiva:

  • reduz o tempo de processamento dos pedidos;
  • evita erros na digitação dos pedidos, conferindo mais precisão às entregas;
  • sistematiza o recebimento e a expedição de materiais;
  • automatiza o recebimento de pedidos de venda (programação de entrega);
  • otimiza os recursos humanos da empresa, liberando-os para tarefas com maior valor agregado.

De forma geral, não é nenhum exagero dizer que o EDI efetiva a rastreabilidade das operações comerciais e alavanca a cadeia logística. Para a maioria dos gestores automotivos, o recurso é condição fundamental para viabilizar o Just in Time (ou JT, como também é conhecido), sistema que rege grande parte das indústrias do segmento e pressupõe a produção sob demanda.

O EDI, portanto, deve ser uma das funcionalidades disponíveis no sistema de gestão automotivo. Ao favorecer a integração de áreas — do comercial à produção, principalmente com as montadoras —,  a empresa assegura a transparência operacional e expande o potencial do negócio.

Rastreabilidade de lotes

A rastreabilidade é uma ferramenta essencial na cadeia de fornecimento da gestão de indústrias automotivas. Para firmar contrato com montadoras, por exemplo, é preciso que a empresa obtenha o certificado ISO-TS (AITF 16949), comprovando dispor de mecanismos para rastreabilidade total de itens.

No dia a dia, porém, o processo exige atenção. De modo a garantir que todos os dados sejam registrados e corretamente sistematizados, o gestor precisa contar com um apoio tecnológico robusto, capaz de simplificar a complexidade das rotinas.

Neste caso, o sistema de gestão é responsável por integrar procedimentos e áreas, obrigando a execução de ações relacionadas ao monitoramento de lotes e armazenando os dados pertinentes às consultas de rastreabilidade.

Ao incorporar tecnologias aderentes às demandas do segmento automotivo, os líderes corporativos têm mais autonomia para controlar a movimentação de materiais — dentro e fora da planta — com eficiência e precisão.

Assim, caso algum desvio seja identificado ao longo do processo, internamente ou em fornecedores parceiros, é possível recorrer ao responsável e ajustar a deficiência produtiva. Esse tipo de conhecimento é imprescindível à segurança da produção e à competitividade da empresa.

Controle de inventário

A manufatura enxuta, mundialmente conhecida como Lean Manufacturing, é um dos principais expoentes do segmento automotivo. O conceito, que foi lapidado a partir do conjunto de conhecimentos adotados no Sistema Toyota de Produção, preconiza o aumento da produtividade a partir da redução de perdas.

Os desperdícios, por sua vez, podem ser suprimidos nas mais diversas etapas do processo produtivo. A superprodução, tanto quanto problemas na efetividade do transporte, para citar apenas alguns transtornos, podem incorrer em prejuízos financeiros e comprometer a lucratividade da indústria.

O inventário é, sem dúvida, um dos possíveis gargalos da operação. O excesso de estoque, por exemplo, funciona como um alerta e reclama um exame mais apurado.

Em muitos casos, a falta de confiança no fornecedor pode sobrecarregar o recebimento, inflando a armazenagem e disparando os custos de manutenção — bem como os prejuízos por eventual depreciação.

Para corrigir o desvio, a atenção ao IQF (Índice de Qualidade do Fornecedor) ajuda a definir parceiros mais confiáveis para futuras negociações. Além disso, o planejamento de materiais, associado ao acompanhamento da produção, é outra ferramenta importante: os dados possibilitam as entregas sob medida, também comuns no sistema JT, bastante adotado no setor automotivo.

Manutenção industrial para a gestão de indústrias automotivas

A interdependência de operações é uma característica marcante nas indústrias automotivas. Em essência, o encadeamento do fornecimento pode acarretar certa incerteza entre os gestores da área: caso um fornecedor atrase a entrega, por exemplo, a linha de montagem corre o risco de parar.

Da mesma forma, problemas na fábrica podem comprometer o cronograma de transferência de produtos acabados às montadoras. No esforço para evitar imprevistos e assegurar a qualidade das entregas, a manutenção industrial ganha destaque e relevância.

A manutenção preventiva é um dos primeiros passos. É preciso controlar a revisão de máquinas e garantir que os equipamentos sejam ajustados dentro do período previsto — registrando os apontamentos da ordem de manutenção.

O monitoramento dos indicadores de performance é outro aspecto que não deve ser negligenciado na gestão de indústrias automotivas. O software de gestão deve ser capaz de consolidar dados produtivos, verificando, por exemplo, a quantidade de peças produzidas por hora.

Quaisquer incoerências nos padrões da linha devem ser profundamente investigados e rapidamente corrigidos, repelindo consequências negativas ao longo da cadeia de suprimentos.

ERP para gestão de indústrias automotivas

Do planejamento de produção à rastreabilidade de lotes, as indústrias automotivas precisam se antecipar às demandas e exigências do segmento. Para isso, a adoção de uma tecnologia integrada e transparente deixou de ser uma opção: trata-se, em vez disso, de uma necessidade latente, da qual depende a sobrevivência e a lucratividade das empresas.

Certifique-se de implantar uma solução atualizada e em constante evolução. O Areco ERP ajuda a desenvolver as indústrias automotivas do Brasil há mais de 30 anos, entregando funcionalidades robustas para simplificar rotinas e maximizar resultados no curto, no médio e no longo prazo.

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O desafio da gestão otimizada na indústria automotiva

O desafio da gestão otimizada na indústria automotiva

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A indústria automotiva é um dos segmentos mais representativos do Brasil. De acordo com dados divulgados pelo Ministério da Economia, o setor responde por cerca de 22% do PIB (Produto Interno Bruto) industrial do país. Além disso, o relatório oficial é taxativo: em função de seus encadeamentos, o desempenho do segmento automotivo, se positivo ou negativo, pode afetar significativamente a produção de outros ramos industriais. Um dos principais desafios da gestão otimizada na indústria automotiva é, sem dúvida, a competitividade. Empresas de todo o mundo disputam mercados promissores nos cinco continentes do globo e, assim, forçam os negócios locais a se adaptarem a um cenário muito mais ágil, integrado e, claro, tecnológico.

A gestão otimizada é, portanto, um reflexo expressivo da implantação de soluções robustas e otimizadas. Por isso, é importante que os gestores automotivos se dediquem a avaliar o potencial de suas operações e, cientes das deficiências, se comprometam com a maximização de resultados.

O que é, de fato, a gestão otimizada na indústria automotiva?

Qualquer empresa, independentemente do porte ou do segmento em que atue, precisa atentar à qualidade de suas operações com constância e responsabilidade. Nem sempre o que dá certo hoje, rendendo bons resultados aos caixas corporativos, continuará produzindo bons frutos no médio e no longo prazo.

Um bom exemplo disso é o avanço da indústria 4.0. Em sua fase inicial, por exemplo, o setor dispunha de poucos recursos e focava, então, na eficiência mecânica dos processos. A adoção de máquinas embrionárias foi o primeiro fator de diferenciação no mercado.

A segunda fase da indústria, por sua vez, contou com a incorporação de mecanismos elétricos, viabilizando a utilização de equipamentos disruptivos. Na terceira revolução, a automação operacional abriu um novo leque de possibilidades: a produtividade atingiu níveis jamais vistos e potencializou a competição entre empresas — inclusive eliminando as fronteiras físicas.

Agora, é consenso geral das lideranças industriais a chegada de um novo contexto: a Era da Inteligência Artificial (AI), do Big Data e da Internet das Coisas (IoT). A tecnologia, mais do que nunca, é o que fará a diferença daqui para a frente.

A gestão otimizada na indústria automotiva é, na prática, do esforço contínuo para reunir recursos modernos e eficazes, objetivando alavancar o desempenho da produção e o faturamento da companhia.

Como implantar processos otimizados de gestão?

O planejamento é o primeiro passo para viabilizar a gestão otimizada. Neste momento, cabe ao gestor a tarefa de analisar o panorama corporativo, levantando a disponibilidade de recurso e identificando os maiores gargalos operacionais.

Uma avaliação coesa e transparente tem um ponto de partida: o sistema de gestão. A partir dele, em poucos cliques e em algumas telas, é possível encontrar dados críveis sobre a performance dos departamentos — do Fiscal à linha de produção.

Os dashboards, portanto, funcionam como uma espécie de bússola: a direção do é urgente e do que é importante deve ser sempre embasada em informações confiáveis, conferindo mais segurança à tomada de decisões.

Em seguida, é preciso enxergar o presente com foco no futuro. Repensar a distribuição e a execução de tarefas, por exemplo, pode liberar tempo para que os líderes se dediquem às atividades estratégicas do negócio. Para isso, a alternativa mais pertinente é optar por padronizar a automatizar algumas das principais rotinas manuais.

Key Performance Indicator na gestão otimizada na indústria automotiva

É válido mencionar, ainda, a missão de revisar os KPIs (Key Performance Indicator), estabelecendo novos parâmetros sempre que necessário. Os indicadores de desempenho são essenciais para manter a operação nos trilhos e permitir que objetivos — de curto, médio e longo prazo — sejam atingidos. Peter Drucker, um dos maiores nomes da administração, já adiantou: “o que pode ser medido, pode ser melhorado”.

Todas as etapas, da análise situacional à definição de metas, podem (e devem) contar com o suporte da tecnologia de gestão. O ERP é a ferramenta que centraliza os dados empresariais, organizando-os em relatórios coerentes e em dashboards customizados, e favorece o monitoramento de resultados via KPIs. Todas as áreas da indústria são cobertas pelo software, integrando informações e disponibilizando-as às lideranças corporativas.

Diante disso, não seria equivocado dizer que gestão otimizada tem tudo a ver com a aderência de uma boa solução ERP, certo? A implantação do sistema assegura o máximo aproveitamento de recursos — sejam eles materiais, financeiros ou humanos — e simplifica o dia a dia da operação, acelerando as entregas.

Quais são os benefícios da gestão otimizada na indústria automotiva?

As particularidades da indústria automotiva exigem estratégias e processos individualizados. A boa notícia que é existem mecanismos assertivos e alinhados às demandas de cada operação. O ERP é, sem dúvida, um dos mais importantes: a tecnologia permeia todo o workflow e empodera os profissionais — do chão de fábrica à alta administração. O resultado disso é, sem dúvida, uma gestão otimizada.

Monitoramento das linhas de montagem

A fábrica é a estrela de qualquer indústria. No segmento automotivo, a boa gestão deve, por exemplo, garantir o abastecimento de insumos, evitando que o cronograma de produção seja prejudicado pela falta de matéria-prima.

Da mesma forma, diretrizes bem definidas permitem que o passo a passo do projeto receba acompanhamento constante. Calibrar as máquinas, validar a coerência da engenharia, apontar a execução de cada etapa produtiva e, por fim, confirmar os padrões de cada item acabado são rotinas bastante automatizadas, o que acaba por suprimir os erros manuais.

Nem só de máquinas, porém, sobrevive a indústria. Por isso, a distribuição eficiente de operadores requer a elaboração de turnos e, a depender da complexidade do trabalho, a aplicação de treinamentos específicos, certificando a capacidade do time. Na gestão otimizada, os KPIs garantem que o desempenho do time corresponda às metas da organização.

Controle de qualidade

A qualidade é uma questão fundamental da gestão otimizada na indústria automotiva. Para garantir controles rígidos e adequados às exigências do mercado, os líderes precisam aprimorar operações que confirmem o padrão de cada produto acabado.

Quando a linha de produção é organizada e tecnológica, contando com mecanismos integrados de engenharia, os erros diminuem drasticamente: estima-se que 95% dos desvios são suprimidos quando um ERP endossa os processos produtivos. A tecnologia é, de fato, a maior aliada da excelência empresarial.

Otimização do inventário

Uma vez acabados, os itens produzidos seguem para o estoque. A gestão otimizada garante que o controle do inventário seja coeso e transparente, evitando perdas por negligência.

É possível, por exemplo, definir estratégias sistêmica e automatizadas para a saída de produtos, tais como FEFO (first expire, first out) e FIFO (first in, first out). Assim, os responsáveis pela separação de pedidos não perdem tempo na análise individual de cada peça: o software indica a prateleira, a posição e o lote do item que deve ser retirado do estoque.

A rastreabilidade, por sua vez, também é um recurso importante, uma vez que permite que a indústria visualize as operações com mais clareza, identificando eventuais gargalos e entendendo o ciclo de produção.

A gestão otimizada deve ser o foco dos gestores à frente de indústrias automotivas de alta performance. Apenas os investir em soluções aderentes, capazes de acelerar rotinas e potencializar resultados, é possível manter a competitividade — e a lucratividade.

 

A inovação tecnológica é imprescindível. Agende uma consultoria gratuita com um de nossos especialistas e repense seus processos à luz da tecnologia de gestão!

4 dicas para reduzir custos na indústria de cosméticos

4 dicas para reduzir custos na indústria de cosméticos

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Reduzir custos na indústria de cosméticos é um dos maiores desafios da gestão. Não basta, porém, eliminar obrigações financeiras sem, antes disso, avaliar o impacto do corte na performance da operação. É preciso entender as demandas corporativas, identificar os eventuais gargalos e, só então, tomar medidas coerentes para otimizar os recursos.

O método mais confiável é, sem dúvida, a análise de relatórios, balanços e dashboards. Ao extrair dados internos, organizando-os em filtros customizados e alinhados à visão desejada, o gestor tem acesso a uma radiografia completa de seus processos, validando resultados em todas as esferas da operação — do chão de fábrica ao fiscal.

Com isso em mãos, a estratégia de redução de custos ganha forma e consistência, maximizando o êxito dos ajustes e evitando impactos negativos nas rotinas. Confira, agora, as principais dicas para cortar despesas com mais segurança e efetividade!

Padronização de processos para reduzir custos na indústria de cosméticos

Padronizar processos significa minimizar desvios. Quando se trata de uma estrutura empresarial, esse tipo de movimento contribui para evitar transtornos e prejuízos, mantendo as operações sob controle. É fácil entender o porquê: com um fluxo predefinido de ações sempre à mão, os profissionais não precisam refletir sobre cada etapa do processo, o que acelera as entregas e assegura a qualidade dos itens acabados.

A padronização permite, ainda, a uniformidade dos acompanhamentos gerenciais. Ao estabelecer critérios na produção, por exemplo, é possível fixar modelos de análise e manter a correlação dos relatórios. Se, a cada turno, são produzidas duas mil unidades de determinado creme, o sinal de alerta soará se, certo dia, a produção no período cair para mil frascos.

Em situações assim, a resposta deve ser rápida e assertiva. É provável que haja algum problema nas máquinas ou, então, que a matéria-prima necessária tenha se esgotado. Em ambos os casos, surge a evidência de problemas no planejamento ou na execução dos processos, despertando a necessidade de repensar as diretrizes da empresa.

Otimização de compras

O departamento de Compras tem uma missão estratégia na indústria de cosméticos: negociar os melhores insumos pelos melhores preços, reduzindo custos com reposição de materiais.

Muito embora o trabalho seja, de fato, desafiador, há uma boa notícia. A tecnologia de gestão pode ajudar, assegurando que todos os dados necessários às táticas de reabastecimento estejam à disposição do analista, responsável por perseguir (e garantir) condições mais atrativas.

É possível, por exemplo, consultar o histórico de demanda sazonal para corroborar a estratégia de compras. Aumentando ou reduzindo o pedido de acordo com as expectativas de venda. Além disso, o IQF (Índice de Qualidade do Fornecedor), calculado por meio de critérios de excelência, fornece insights valiosos para que os profissionais priorizem a parceria com empresas confiáveis, capazes de cumprir com os prazos estabelecidos e de entregar materiais de qualidade, assim cooperando para reduzir custos na indústria de cosméticos.

Outro recurso importante aos compradores é o ressuprimento automático. A ferramenta automatiza a emissão de Ordens de Compra de acordo com a notificação sistêmica de baixas no estoque, solicitando orçamentos e acelerando a reposição do estoque. Ao capital humano, cabe, portanto, a tarefa mais estratégica: negociar condições de forma a otimizar os custos.

Controle de qualidade

A ANVISA (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) é o órgão que regula e fiscaliza a produção de cosméticos. O primeiro passo para o controle de qualidade é obedecer às normas da instituição, fornecendo todos os laudos necessários.

O ERP, enquanto sistema integrado de gestão, é aderente às indústrias de cosméticos e favorece a emissão dos laudos exigidos pela ANVISA. O software também personaliza a engenharia de produtos, detalhando processos e materiais de modo a otimizar a utilização de recursos — sejam eles físicos, financeiros ou humanos. Evitando, assim, desperdícios ao longo de toda a linha produtiva.

Ainda que a confirmação da qualidade seja a última etapa da produção, liberando o lote para armazenagem interna até que haja a separação de venda, a verificação da conformidade não deve ser encarada como uma atividade isolada. Pelo contrário! Do componente vegetal à embalagem do creme, todos os insumos, bem como as combinações subsequentes, devem ser submetidos a um olhar rígido de qualidade, impedindo que os prejuízos se acumulem ao fim da cadeia.

A redução de custos perpassa, é claro, pela maximização dos recursos. Não basta eliminar despesas pontuais para reduzir custos na indústria de cosméticos, tais como treinamentos extras e fretes especiais, e esquecer a torneira aberta no chão de fábrica. Os relatórios globais, gerados a partir do ERP, facilitam a identificação de gargalos e endossam a postura necessária para repará-los de imediato.

Acompanhamento de estoque para reduzir custos na indústria de cosméticos

A boa gestão do estoque é essencial a qualquer empresa, independentemente do segmento em que atue. Na indústria de cosméticos, no entanto, a administração dos produtos acabados deve ser ainda mais cautelosa e eficiente: negligências e descuidos podem gerar prejuízos significativos — além de irrecuperáveis — aos cofres corporativos.

A própria natureza do produto explica a particularidade da circunstância. Cosméticos têm prazo de validade e precisam chegar ao ponto de venda com certa antecedência, assegurando a saúde do giro de estoque do revendedor.

Para evitar perdas, é válido definir uma metodologia dinâmica de escoamento. O FEFO (first expire, first out), por exemplo, estabelece que a separação de pedidos deve seguir um critério específico: os que expiram primeiro. Ou seja, os itens com prazo de validade mais curto — devem ter prioridade.

Não basta, porém, implantar o método e esperar que ele seja espontaneamente seguido pela equipe, eximindo as lideranças da tarefa de viabilizar suporte integrado à atividade cotidiana. A melhor forma de viabilizar o cumprimento das normas é sistematizar todo o processo.

Na prática, o FEFO deve ser fixado como um padrão operacional no sistema de gestão. Dessa forma, a cada novo pedido de venda registrado, o software gera automaticamente a posição do produto que deve ser separado. Ao visualizar o número de prateleira e o lote do item, tudo o que precisa fazer é se dirigir ao estoque e encontrar o produto. Minimizando a incidência de erros, reduzindo perdas e favorecendo o giro de estoque mais lucrativo possível.

 

Atenção: se você está enfrentando problemas e acredita que o descontrole de custos pode ser o motivo do desequilíbrio no fluxo de caixa da sua indústria de cosméticos, é hora de expandir a sua visão estratégica. Agende uma consultoria gratuita e saiba como podemos ajudá-lo a superar os entraves da sua operação.

3 estratégias para otimizar resultados na indústria de cosméticos

3 estratégias para otimizar resultados na indústria de cosméticos

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O principal termômetro de uma empresa costuma ser sua lucratividade. Se o fluxo de caixa opera no positivo e, no fechamento do mês, contabiliza-se o lucro esperado, é bastante provável que as estratégias gerenciais tenham surtido o efeito desejado nos resultados na indústria de cosméticos.

Não se trata, no entanto, de aplicar uma fórmula mágica. Os gestores precisam permanecer vigilantes e devem priorizar a inovação, lançando mão de táticas capazes de diferenciar a operação. Seja ao elevar a margem de lucro, por exemplo, seja ao reduzir custos excessivamente altos.

As indústrias, de forma geral, lidam todos os dias com a complexidade operacional. No segmento de cosméticos, as particularidades da produção tendem a demandar ainda mais atenção.

Ainda que os desafios sejam constantes, certamente há boas oportunidades de alavancar os resultados da companhia — dentro e fora da linha de produção. Quando a fábrica funciona bem, quando o departamento de recursos humanos é ágil e quando os vendedores têm visão e autonomia para negociar bons contratos, o resultado é certeiro. A empresa prospera, maximizando a lucratividade do negócio.

Conheça, agora, as quatro principais estratégias para otimizar os resultados na indústria de cosméticos!

Aprimore o layout industrial

O layout industrial nem sempre é tratado com seriedade. Muitas indústrias montam suas fábricas sem estratégia e, por negligência ou ignorância, acabam criando ambientes desordenados. A falta de organização compromete o fluxo de trabalho e impede que os operadores entreguem a máxima performance ao longo de seus turnos e compromete os resultados na indústria de cosméticos.

Além de gerar uma lacuna de desempenho, a desorganização acaba por produzir um ambiente com mais riscos. Não apenas à qualidade da produção, mas também no que se refere à integridade dos colaboradores. A solução para suprimir perigos e potencializar os números da linha produtiva é, portanto, optar por um layout industrial adequado e eficaz.

A disposição dos equipamentos, por exemplo, é mais inteligentemente aproveitada quando reflete os fluxos ideais de trabalho, evitando choques desnecessários. De forma geral, as máquinas utilizadas nos estágios iniciais da produção devem preceder as tecnologias que finalizam a operação, norteando a operação e facilitando a execução das tarefas.

Nem só de espaço físico vive a eficiência da fábrica. A tecnologia de gestão é uma aliada poderosa para impulsionar os processos fabris das indústrias de cosméticos. A engenharia de produto e produção, por exemplo, viabiliza que as etapas de mistura e montagem sejam cumpridas de acordo com o padrão estabelecido, minimizando desvios de conformidade.

Apontamentos online

Os apontamentos online também são excelentes ferramentas de otimização e performance. O recurso garante o acompanhamento das atividades produtivas em tempo real, possibilitando que o gestor visualize, analise e tome decisões acertadas a respeito do funcionamento da planta.

A partir de uma tela específica, o profissional encarregado da operação da máquina registra o estágio no qual está trabalhando, sinalizando o começo e o término de cada fase.

A soma desses fatores — um bom layout de equipamentos, associado à robustez de mecanismos complementares, tais como a automação do PCP — assenta um caminho em que os resultados tendem a ser mais vantajosos e lucrativos.

Assegure a eficiência tributária

Muito embora a indústria seja bastante focada na produtividade da fábrica, os gestores estão conscientes de que precisam estar atentos aos demais setores da organização. A área financeira, por exemplo, lida com o fluxo monetário da companhia e tem responsabilidades bastante austeras.

As obrigações tributárias são uma parte complexa do trabalho. De acordo com estudos recentes, 96% dos empreendedores brasileiros enxergam a carga de impostos e tributos como uma das principais barreiras ao desenvolvimento saudável dos negócios.

A boa notícia é que, com as ferramentas certas, já é possível descomplicar processos do departamento. E mais: a tecnologia de gestão otimiza as análises financeiras e favorece decisões que, além de menos onerosas, também tornam a organização mais lucrativa — no curto, no médio e no longo prazo.

Planejamento tributário

O planejamento tributário é um dos grandes expoentes dos benefícios sistêmicos. Tudo começa no levantamento de informações fiscais e financeiras, tais como o regime tributário adotado pela empresa e a projeção de lucros via Fluxo de Caixa, e culmina em um objetivo bem direto: reduzir legalmente o volume de dinheiro destinado ao pagamento de impostos.

Na prática, a eficiência tributária garante que os recursos internos sejam empregados de modo mais consistente e econômico. A partir disso, o dinheiro pode (e deve) ser investido em melhorias contínuas e inovações vanguardistas, o que confere novo fôlego às operações e endossa o crescimento da companhia.

A indústria de cosméticos não deve fugir a essa regra. Assim como qualquer outro ramo, o setor está sujeito às leis tributárias e, no intuito de incrementar os resultados globais, o gestor deve reservar tempo para avaliar os números da empresa, deliberando a respeito das táticas mais pertinentes.

Vale lembrar que, mais uma vez, um software integrado provê os relatórios necessários aos insights tributários. Líderes e analistas, a depender da concessão de acesso, navegam pelo sistema para extrair dados confiáveis sobre a operação, acelerando a identificação de gargalos tributários e balizando estratégias assertivas.

Mensure resultados individuais e coletivos para garantir o resultados na indústria de cosméticos

O mundo, de forma geral, funciona em alta velocidade. Os mercados estão cada vez mais dinâmicos e, para fazer frente a uma concorrência acirrada, empresas de todos os portes e segmentos precisam de respostas rápidas. Tanto em âmbito interno quanto nos relacionamentos externos.

A alternativa mais segura para manter-se na dianteira é, sem dúvida, assegurar monitoramento estrito dos principais indicadores da operação. A construção de dashboards personalizados, por exemplo, permite que o gestor absorva os principais indicadores empresariais em um piscar de olhos, além de em poucos cliques.

Na indústria de cosméticos, é importante validar processos com recorrência e efetividade. Na fábrica, apontamentos sobre desvios de conformidade em determinado produto devem fazer soar um alerta específico: algo no planejamento de produção pode estar equivocado, certo? É válido investigar todas as possibilidades para, então, corrigir prontamente o problema.

Se não houver entraves na fábrica, porém, a situação deve desencadear exames complementares. É possível, por exemplo, que um lote de matéria-prima apresente qualidade inferior à desejada. Neste caso, a consulta ao IQF (Índice de Qualidade do Fornecedor) pode fornecer informações valiosas e orientar as próximas negociações, priorizando parceiros idôneos.

Relação com Recursos Humanos

No RH, os relatórios de performance também são excelentes instrumentos de suporte. Por meio deles, os analistas são capazes de, por um lado, viabilizar reconhecimento e eventuais promoções, acelerando o plano de carreira dos colaboradores mais engajados. Por outro, criar planos individualizados de desenvolvimento, investindo em capacitação.

O sistema integrado de gestão proporciona os dados necessários a todos os níveis de avaliação — nos mais diversos departamentos da empresa. Da produção ao administrativo, a diretriz deve ser a mesma: a mensuração é fundamental para otimizar os resultados do negócio.

 

Para entender como o ERP pode lapidar os processos da sua indústria de cosméticos, acelerando retornos mais sólidos e expressivos, conte conosco! Agende uma consultoria gratuita com um de nossos especialistas e saiba como podemos ajudá-lo.

Principais indicadores da gestão de estoque nas indústrias de cosméticos

Principais indicadores da gestão de estoque nas indústrias de cosméticos

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Dentro e fora da alta administração, o estoque já foi encarado com um setor de capital congelado. Hoje, à luz das estratégias de mercado e por meio de ferramentas eficientes de análise, é possível encontrar o equívoco desse tipo de pensamento: a ausência de controles rígidos, capazes de conferir previsibilidade à movimentação do estoque, interferia diretamente na qualidade das decisões fabris — provocando prejuízos consideráveis aos caixas da empresa, porém indicadores de estoque nas indústrias de cosméticos vieram para trazer mais assertividade.

As tecnologias de gestão alteraram esse cenário, criando uma série de novas oportunidades aos líderes corporativos. Nas indústrias de cosméticos, por exemplo, a otimização do estoque assegura não apenas a disponibilidade de itens, mas a lucratividade da fábrica como um todo. Ou seja: não dá para negligenciar!

Para registrar resultados mais expressivos, consistentes e exponenciais, é preciso investir na boa administração dos produtos acabados. No intuito de definir as melhores práticas, no entanto, convém levantar os principais dados do departamento para, só então, ter segurança e efetividade na tomada de decisão.

Certifique-se de entender a relevância dos indicadores de estoque nas indústrias de cosméticos e, também, de acompanhá-los com regularidade. As métricas são bons termômetros operacionais e podem alavancar a operação de ponta a ponta.

Confira!

Por que é importante monitorar os indicadores de estoque nas indústrias de cosméticos?

Toda empresa nasce com um propósito bem definido: gerar lucro. No caso das indústrias, em especial, o objetivo é alcançado a partir da venda de itens fabricados, considerando o bom alcance de mercado e, claro, a saúde das margens de lucro estabelecidas.

É fácil perceber que o estoque tem papel fundamental no sucesso dessa equação. Quando se trata da produção de cosméticos — que, diferentemente de uma montadora de carros, por exemplo, não funciona apenas sob demanda —, a disponibilidade de unidades é o que viabiliza as vendas. Se há rupturas no estoque, é bastante provável que também haja impactos negativos nos caixas da companhia.

Neste contexto, os indicadores de estoque são mecanismos excelentes para blindar a operação. A partir da extração de informações centralizadas, organizadas e confiáveis, o gestor de linha produtiva pode avaliar a eficiência da fábrica e, se necessário, tomar medidas que corrijam gargalos danosos à produtividade.

Key Performance Indicator

No dia a dia da indústria, o acompanhamento dos números do PCP — e, sempre que for pertinente, também os KPIs (Key Performance Indicator) de outras áreas da companhia, como a Logística e o Comercial — é, sem dúvidas, a melhor forma de evitar:

  • a falta de produtos, impactando negativamente nas projeções de venda e nas previsões de entradas e saídas no fluxo de caixa;
  • o excesso de produtos nas prateleiras, induzindo a perdas por depreciação ou por prazo de validade expirado;
  • insatisfação dos clientes, passando a impressão errônea de que os processos fabris são desorganizados e estão fora de controle;
  • prejuízos financeiros ao longo de toda a cadeia produtiva, compreendendo desde a eventual falta de insumos à ingerência dos itens acabados no estoque.

Na prática, as métricas do departamento ajudam a suprimir erros e a eliminar desvios. Por isso, a implantação de rotinas de análise é, além de imprescindível, também urgente: só assim é possível tomar a frente da fábrica e, amparado por recortes críveis da operação, agregar alta performance às atividades produtivas.

Quais são os principais indicadores da gestão de estoque nas indústrias de cosméticos?

A essa altura, você provavelmente já está convencido a respeito da importância dos KPIs de estoque. O próximo passo para endossar a melhoria contínua da linha de produção é, portanto, incorporar relatórios robustos ao cotidiano estratégico e operacional da indústria.

Lembre-se, ainda, de examinar cenários e recursos com critério e transparência, estabelecendo parâmetros eficientes de controle no curto, no médio e no longo prazo. Dessa forma, você empodera a equipe e contribui ativamente para que os resultados produtivos sejam cada vez mais sustentáveis e significativos.

Giro de estoque

É comum encontrar indústrias de cosméticos com um mix de produtos bastante variado. O desafio, nesse caso, é lidar com a complexidade de centenas de fórmulas concomitantemente. Não se trata apenas de assegurar a disponibilidade de matéria-prima, mas de, a cada troca de fórmula, preparar corretamente as máquinas — da limpeza à calibração.

Depois de produzidos, os cosméticos também merecem atenção especial. A vigilância acerca do giro de estoque destaca se os itens estão estagnados nas prateleiras (ou seja, têm baixo giro) ou se a demanda de mercado tem se mostrado alta, acelerando a saída dos cosméticos (ou seja, alto giro).

Esse tipo de dado deve, inclusive, nortear o planejamento futuro da produção. Os cálculos, quando automáticos, podem sinalizar a necessidade de reabastecimento — considerando mínimos e máximos, por exemplo — ou indicar pausa da fabricação de determinada fórmula, de forma a prevenir prejuízos.

Além disso, o giro de estoque leva em conta a sazonalidade de vendas e o prazo de entrega de insumos por parte dos fornecedores, conferindo tranquilidade e segurança às deliberações produtivas.

Um software de gestão aderente e integrado reúne todas as informações pertinentes às decisões estratégicas, potencializando a lucratividade do estoque e evitando desperdícios.

Ruptura de estoque

A ruptura de estoque é mais frequente em empresas com uma linha ampla de produtos. Se, por exemplo, a indústria de cosméticos fabrica 100 itens diferentes e dois deles estão em falta, o nível de ruptura é de 20%. Na maioria dos casos, o índice é prejudicial aos negócios — e deve ser avaliado com cautela e proatividade.

Trata-se, então, da relação direta entre o que está disponível e o que, a partir da demanda de clientes, foi detectado como “em falta”. Mais uma vez, o melhor termômetro para a saúde do estoque (e da companhia como um todo) é a procura do mercado por determinados produtos.

Para os gestores, a ruptura de estoque deve alertar para eventuais perdas de oportunidade.

Mas, claro, vale o aviso: ainda que vendas aquecidas sejam essenciais para maximizar o faturamento da organização, é preciso combinar balanços para ter certeza de que se trata de uma tendência sólida, e não de uma circunstância pontual.

O estudo da sazonalidade comercial, disponível em relatórios gerenciais, é uma ferramenta importante para validar mudanças no cronograma da produção. Assegure a coerência dos insights e tome decisões para corrigir a ruptura de estoque com firmeza e assertividade.

Curva ABC

A curva ABC é um método bastante utilizado para controlar o estoque, otimizando os investimentos na produção. De modo geral, a técnica consiste na classificação dos produtos de acordo com o grau de importância deles nos reports de venda.

O indicador permite que os gestores industriais visualizem o mix de produtos sob a ótica da rentabilidade de cada cosmético produzido. É possível associar recortes variados, tais como faturamento e lucratividade, para estabelecer o ranqueamento dos itens.

Os produtos com maior potencial de retorno são pontuados como curva A, respondendo por aproximadamente 80% do faturamento mensal da empresa. Os de médio valor, por sua vez, são posicionados como curva B, responsáveis por cerca de 15% do fluxo de recebimentos. Os cosméticos de curva C são aqueles que têm retorno baixo, representando apenas 5% do faturamento do mês.

Com esse tipo de informação em mãos, é mais simples definir o que é prioridade no PCP e no estoque: os cosméticos da curva A não podem faltar, sob o risco de derrubar a arrecadação mensal da companhia.

Logo, não seria equivocado dizer que o indicador de curva ABC desponta como um catalisador de investimentos — e, por isso, deve ser monitorado de perto. O reflexo de uma operação otimizada é, de fato, um estoque mais estratégico e um fluxo de caixa cada vez mais escalável. Vale investir!

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e-Commerce durante uma crise: como manter

e-Commerce durante uma crise: como manter

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O cenário atual é desafiador. Sabemos que com a pandemia a economia sofreu um impacto significativo. O e-Commerce, neste período, vem como uma alternativa vantajosa e lucrativa. Muitas empresas que não tinham um e-Commerce, o adotaram durante a crise como uma forma de tentar salvar seu negócio. Outras empresas sentiram-se obrigadas a digitalizar-se para não fecharem as portas de vez. Então, se você se enquadra a essa realidade deve estar se perguntando: como podemos manter um e-Commerce durante uma crise?

Então, como manter seu e-Commerce durante uma crise?

Pesquisas apontam que na primeira quinzena de março, foi registrada alta de 30% a 40% nos pedidos online em relação ao igual período de 2019.

Diante da situação atual, as empresas que não pensarem de forma rápida e estratégica com certeza sofrerão muito mais perdas do que já sofreram até agora.

Então, separamos algumas dicas para você conseguir manter seu e-Commerce a todo vapor durante uma crise, confira:

Inovação

O momento agora é de inovar. Essa meta deveria sempre estar no planejamento das empresas, mas agora muito mais. Não importa se sua empresa é pequena ou grande, em um momento de crise será por meio da inovação e reinvenção que você poderá ver um novo horizonte.

Inovar não significa, necessariamente, que você deve implementar uma nova tecnologia, mas sim, criar uma nova maneira de ver e lidar com os problemas, podendo oferecer uma solução rápida e que atenda as novas necessidades dos consumidores.

Com o distanciamento social e o isolamento as pessoas não puderam mais sair tanto de suas casas e manter as suas rotinas como antes. Então, use isso como uma nova oportunidade da sua empresa chegar até elas.

Muitas empresas já estão optando por adotar o e-Commerce e outras que já o possuem estão enfrentando dificuldades em otimiza-lo, já que a demanda aumentou significativamente.

Pensando nisso, elaboramos um conteúdo exclusivo sobre as ferramentas essenciais para otimização do e-Commerce.

Para acessar, basta clicar na imagem abaixo:

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Capacitação

Com a maior parte dos consumidores e colaboradores em casa, este é o momento também de pensar na capacitação! Aproveite este tempo e o “boom” dos cursos online gratuitos para investir na capacitação dos seus colaboradores.

O próprio SEBRAE disponibilizou alguns cursos gratuitos focados no planejamento do crescimento de vendas.

Você pode conferi-los aqui:

Comunicação

A boa comunicação sempre é muito importante, no momento invista ainda mais na comunicação com o seu público. Procure entender quais são suas necessidades no momento, onde eles se encontram e o que você pode fazer para auxiliá-los. Acima de tudo, seja empático!

Presença digital

Não é nenhuma novidade que investir no Marketing Digital da sua empresa é vantajoso e essencial. Com a crise muitas pessoas estão em casa e, consequentemente, mais ligadas a internet. Aproveite o momento para ficar mais próximo aos seus consumidores, crie estratégias que agreguem valor, mas não seja oportunista.

Previsibilidade financeira do e-Commerce durante uma crise

Temos que entender que a possibilidade de enfrentarmos uma crise pode acontecer a qualquer momento. Estamos passando hoje por uma pandemia, mas já enfrentamos diversos problemas com a economia no passado e nada garante que não enfrentaremos outros tipos de problemas no futuro.

O correto é: trabalhe com a previsibilidade. Não adianta contarmos com a renda que apenas paga os custos da empresa. Precisamos sim pensar no lucro, mas também no investimento para o futuro, para quando outra crise chegar, estarmos preparados e não levar um impacto tão grande.

Monitoramento e competitividade

Sempre foi de extrema importância o monitoramento do mercado em busca de novas estratégias e oportunidades. Durante uma crise se torna indispensável.

Pesquisar fontes confiáveis, sérias e se manter informado sobre como o mercado vem reagindo é a primeira providência a ser tomada.

É tudo muito novo para as empresas, as informações rodam com muita rapidez então devemos ficar atentos à concorrência para também aprender com ela.

Logística

Com um e-Commerce sabemos que a demanda é alta e as entregas no prazo sempre essencial. Com o aumento dela, o ideal é investir em uma boa logística para não diminuir seu rendimento, já que em algumas empresas esta demanda pode ter até triplicada.

Segundo uma pesquisa feita pela Intelipost as transportadoras detectaram um aumento de 10% nas entregas nos últimos dias. Portanto, verifique qual melhor opção de entrega para o seu negócio e mantenha o cliente sempre informado. Seja por e-mail ou até pelo WhatsApp, sobre o andamento do pedido e também sobre possíveis atrasos. Assim, você pode evitar perder futuras vendas pelo desagrado do cliente com relação a sua falta de comunicação.

e-Commerce pós-pandemia

As formas e os hábitos de compra nunca mais serão os mesmos no mundo. O e-Commerce surgiu como uma alternativa salvadora durante a pandemia, revolucionando a maneira de comprar.

O que podemos aprender com o e-Commerce durante uma crise?

Cada empresa e segmento possuem seus pontos fortes e fracos, ainda mais diante do cenário atual. Portanto, o ideal é aproveitar todos os ensinamentos que esta crise trouxe e aplicá-la para o futuro.

Muitas empresas tiverem que optar por se tornarem digital ou decretariam falência. É fato que com o avanço tecnológico isso ocorreria em algum momento, porém tivemos que evoluir para já, digamos que até de maneira obrigatória.

Também tiveram muitas empresas que adotaram um e-Commerce e começaram a lucrar muito com a ferramenta. Ficaram muito mais próximas de seus consumidores e conseguiram entender com maior clareza as suas necessidades.

E quando as coisas voltarem ao normal? Devemos desistir do e-Commerce? Muito pelo contrário, será o momento de investir cada vez mais, obtendo a aceleração do crescimento do negócio, gerando mais empregos, capacitação e por fim mais faturamento.

Quer saber como a Areco pode te ajudar a manter seu e-Commerce durante uma crise? Agende uma consultoria gratuita com um de nossos especialistas!

Backup e suas boas práticas para recuperação de dados

Backup e suas boas práticas para recuperação de dados

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Não existe uma pessoa que hoje não considere a proteção de seus dados de extrema importância. Não importa se você está armazenando dados confidenciais de clientes ou da própria empresa ou simplesmente possui vários vídeos de cachorrinhos armazenados em pastas, ninguém quer acordar uma manhã e descobrir que seus dados se foram. Devido à natureza dos ataques on-line em constante evolução, é impossível garantir que seus dados nunca sejam invadidos ou corrompidos. A única maneira de se proteger totalmente é fazer backup regular deles para que você possa se recuperar totalmente em caso de um possível ataque aos seus dados.

Vamos começar entendendo: o que é backup?

Backup é o processo de fazer cópias de dados ou arquivos de dados para usar no caso de perda ou destruição de dados ou arquivos originais. Realizar um backup também pode se referir a fazer cópias para fins de histórico, como estudos longitudinais, estatísticas ou registros históricos ou para atender aos requisitos de uma política de retenção de dados.

Separamos algumas dicas práticas recomendadas para você decidir a solução ou soluções de backup ideal. Esses indicadores vão garantir que seus dados sejam seguros e totalmente recuperáveis.

Use armazenamento remoto

Um fator crítico na sua solução de backup são os backups remotos. Fazer backup de seus dados e armazená-los no mesmo disco que os dados originais pode ser tempo jogado fora. Os backups externos, ou pelo menos fora do servidor, permanecerão viáveis, mesmo se o servidor central estiver comprometido, permitindo recuperar totalmente os dados. Seja em um servidor físico ou em nuvem, os backups externos são cruciais para a recuperação de ataques ou perdas de dados inesperadas.

Faça backups com frequência e regularidade

Evite a perda de seus dados críticos, assegurando que os backups sejam feitos com frequência e em uma programação regular. Em servidores totalmente gerenciados, seu painel de controle oferece a flexibilidade de ter backups dentro da sua programação.

Determinar com que frequência seus dados são atualizados pode ajudar você a criar uma linha do tempo com a frequência de backup dos seus dados. Dados críticos atualizados continuamente precisarão de um agendamento de backup mais frequente. Uma solução de backup contínuo funcionaria bem nesse caso. Considerando que dados mais estáticos podem precisar apenas de backups diários/noturnos ou até semanais. Em seguida, verifique se a sua solução de backup corresponde às suas necessidades.

Considere o período de retenção

Depois de determinar a frequência, também é vital considerar por quanto tempo você manterá cada backup. Manter todos os backups para sempre não é possível devido a uma quantidade limitada de espaço para armazenamento. A maioria das soluções de backup oferece uma série de agendamentos de retenção, como manter backups diários e por hora por uma semana, backups semanais por um mês e backups mensais por alguns meses ou até anos. Esse tipo de agendamento permite ter vários backups recentes na recuperação.

Boas práticas de backup incluem a retenção de backups específicos, como mensais ou semestrais, pelo maior tempo possível, se não para sempre. Além disso, recomendamos pesquisar os padrões e requisitos de retenção de dados do seu setor.

Mantenha os backups criptografados e protegidos

Há casos em que não é suficiente fazer backup de seus dados em um local externo. Além da segurança das instalações que mantêm seus backups, criptografar os arquivos é uma etapa adicional da segurança dos dados. A criptografia de backup durante o armazenamento garante que seus dados estejam dentro da sua expectativa no caso de precisar recuperá-los.

Armazenar backups em matrizes RAID

Você deve armazenar seus backups em matrizes RAID. Distribuir seus dados por duas ou mais unidades em uma matriz RAID permite melhor desempenho, confiabilidade e conjuntos de dados mais abrangentes em sua solução de backup. Os RAIDs também podem ajudar a garantir que seus dados armazenados sejam protegidos contra a falha de uma única unidade.

A redundância, também conhecida como infraestrutura de alta disponibilidade, é a melhor maneira de diminuir o risco de ficar offline e/ou perder dados durante um ataque.

Continue a seguir a regra de backup 3-2-1

A regra 3-2-1 do backup estabelece que as organizações devem manter três cópias completas de seus dados, duas das quais sejam locais, mas em diferentes tipos de mídia, com pelo menos uma cópia armazenada fora do local. Uma organização que utiliza essas técnicas deve fazer backup em um sistema de armazenamento de backup local, copiar esses dados para outro sistema de armazenamento de backup local e, em seguida, replicá-los para outro local. No data center moderno, é aceitável contar um conjunto de capturas instantâneas de armazenamento como uma dessas três cópias, mesmo que esteja no sistema de armazenamento primário e dependente da integridade do sistema de armazenamento primário. Como alternativa, se a organização estiver replicando para um segundo local, poderá replicá-lo novamente para outro local para atender aos requisitos de três cópias.

A exigência de duas cópias em dois tipos de mídia separados é mais difícil para o data center moderno. Na sua forma mais pura, dois tipos diferentes de mídia significam literalmente dois tipos diferentes de mídia, ou seja, uma cópia dos dados no disco e uma cópia na fita. A forma mais pura dessa regra ainda permanece a prática mais ideal, mas é aceitável que as organizações considerem que uma cópia dos dados no armazenamento em nuvem seja o segundo tipo de mídia, mesmo admitindo que ambas as cópias estejam fundamentalmente em unidades de disco rígido. A contagem da nuvem como um tipo de mídia diferente também é reforçada se essa cópia na nuvem for imutável e só puder ser apagada após a aprovação de uma política de retenção. Em outras palavras, não pode ser apagado por um ataque malicioso.

Use o backup em nuvem com inteligência

Os profissionais de TI devem continuar demonstrando cautela ao mover dados para a nuvem. A necessidade de cautela é especialmente verdadeira no caso de dados de backup, pois a organização está alugando essencialmente o armazenamento ocioso. Embora o backup na nuvem forneça um preço atraente inicialmente, os custos da nuvem a longo prazo podem aumentar. Pagar repetidamente pelos mesmos 100 TBs de dados eventualmente pode se tornar mais caro do que possuir 100 TB de armazenamento. Além disso, a maioria dos provedores de nuvem cobra uma taxa de saída pelos dados movidos da nuvem para o local, o que ocorre sempre em uma recuperação. Essas são apenas algumas razões pelas quais é tão importante adotar uma abordagem estratégica para escolher um provedor de backup em nuvem.

Não use backup para retenção de dados

A maioria das organizações retém os dados em seus backups por muito tempo. A maioria das recuperações vem do backup mais recente, não de um backup de seis meses, e muito menos de seis anos atrás. Quanto mais dados contidos na infraestrutura de backup, mais difícil é gerenciar e mais caro fica.

Uma desvantagem da maioria dos aplicativos de backup é que eles armazenam dados protegidos em um formato proprietário e, geralmente, em armazenamento separado para cada tarefa de backup executada. O problema é que arquivos individuais não podem ser excluídos do armazenamento. Leis como a LGPD exigem que as organizações mantenham e segreguem tipos de dados específicos. Elas também exigem, graças às políticas de “direito a ser esquecido“, que as organizações excluam apenas determinados componentes dos dados do cliente e continuem armazenando outros dados dele. Além disso, essas exclusões devem ser executadas sob demanda. Como a exclusão de dados em um backup é uma impossibilidade, a empresa pode precisar executar etapas especiais para garantir que os dados “esquecidos” não sejam restaurados acidentalmente.

A maneira mais fácil de cumprir esse regulamento é não armazenar dados a longo prazo no backup. O uso de um produto de arquivamento para retenção de dados permite que as organizações cumpram vários regulamentos sobre proteção de dados, além de simplificar a arquitetura de backup. Normalmente, os sistemas de arquivamento são vendidos como uma maneira de reduzir o custo do armazenamento primário e, embora isso ainda seja verdade, o principal valor deles é ajudar as organizações a atender aos requisitos de retenção. Como resultado, as organizações podem simplesmente restaurar as tarefas de backup para o arquivo morto, que é um processo de baixa produção e fornece granularidade arquivo a arquivo.

Conclusão

Os dados que estão no servidor são a empresa em si. Dados de extrema importância, por exemplo, estão no Areco ERP como: PCP; Estoque; Financeiro; Contábil; Clientes e Fornecedores.

Casos como queima de HD do Servidor, Criptografia de Dados, Quedas de Energia, Vírus, Máquinas Virtuais – entre outros, são fatores que podem levar a perda de dados da empresa. Caso a organização não tenha um backup de dados externo, trará dor de cabeça em vários aspectos para os donos, gerentes e colaboradores.
Por esses motivos, salientamos a importância de salvar backups diários do sistema, se possível em duas plataformas, como um HD Externo – não conectado no Servidor e, também, em uma plataforma em Cloud, por exemplo: Google Drive, Mega, DropBox.
A Areco tem a solução para as pessoas que desejam maior segurança com seus dados com o serviço de hospedagem de servidor em nuvem. Na plataforma da Amazon Cloud, onde são feitos backups automáticos e toda a administração do servidor fica por conta da Areco.

Dentro do serviço Cloud você terá acesso à computação de escala na web elástica; um serviço controlado; serviços de hospedagem em nuvem flexível; um serviço integrado, controlado; além de ter um baixo custo e sua instalação ser simples.

Quer saber como podemos ajudá-lo(a) a otimizar as boas práticas do seu backup? Entre em contato com um de nossos especialistas e agende uma consultoria gratuita!

Indicadores de Desempenho: construa equipes de alta performance

Indicadores de Desempenho: construa equipes de alta performance

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Existe uma tentação no mundo dos negócios de assumir que os principais indicadores de desempenho (KPIs) são o objetivo apenas dos “líderes organizacionais”: CEOs, presidentes, membros do conselho e outros executivos que tomam importantes decisões estratégicas. Mas a realidade não poderia estar mais longe da verdade. Então acompanhe e descubra como definir indicadores de desempenho para equipes de alta performance.

Os KPIs, as principais métricas que definem o sucesso estratégico e atuam como um parâmetro para áreas que podem precisar de aprimoramento, são uma ferramenta essencial para o desenvolvimento de sua equipe e a obtenção de resultados de alta qualidade em toda a organização, portanto eles podem até oferecer uma solução inovadora quando a questão é o envolvimento dos colaboradores.



A questão com os Indicadores de Desempenho para construir equipes de alta performance

O engajamento dos colaboradores é um assunto que muitas organizações enfrentam dificuldades. E isso, claramente, impacta profundamente nos resultados financeiros de muitas empresas. Para citar apenas uma estatística: as organizações com uma força de trabalho altamente engajada veem um aumento médio de 20% nas vendas, diz Gallup.

1) Desbloquear o poder do envolvimento dos colaboradores

O engajamento dos colaboradores é um dos conceitos mais evasivos – e incompreendidos – no mundo dos negócios atualmente.

Muitos executivos estão lutando para lidar com um mundo em que as expectativas dos colaboradores parecem ser maior a cada dia. Os trabalhadores estão mais “móveis” do que nunca, mudando de emprego em um ritmo que parecia impossível há apenas algumas décadas. Então em um mundo em que o outro lado da tela é tão próximo quanto uma pesquisa no Glassdoor e artigos sobre qual cultura de local de trabalho deve proliferar no LinkedIn, também estará mais informado do que nunca.

Lanchonetes na empresa ou uma mesa de pebolim na sala de descanso podem ser suficientes para atrair talentos para alguns locais de trabalho, mas essas são atrações temporárias. Então, como as empresas podem dar vida a uma equipe de trabalho desengajada? Obviamente, não há apenas uma solução, mas uma área que deve ser o foco central em relação à informar os colaboradores e envolvê-los no desenvolvimento do propósito da sua organização.

Conectando colaboradores ao objetivo da sua organização

Há uma história (que pode ou não ser verdadeira, mas vamos deixar isso de lado por enquanto) que frequentemente é citada nas postagens de diversos blogs ao redor do mundo sobre o envolvimento dos colaboradores. A história refere-se a uma visita que John F. Kennedy fez à NASA durante a década de 1960. O presidente se aproximou de um homem que trabalhava na instalação para perguntar o que ele fazia da vida.

“Sr. Presidente”, respondeu o zelador, “estou ajudando a colocar um homem na lua.” Essa resposta é frequentemente vista como o auge do envolvimento dos colaboradores. E, convenhamos, qual proprietário, gerente ou diretor de empresa não gostaria que cada um de seus colaboradores sentissem esse nível de conexão com o propósito da sua organização?

Parte disso, é claro, vem com a definição da missão da sua organização. “Ganhar dinheiro” não é, e nunca será, o suficiente. Se você quer que um colaborador esteja realmente comprometido, precisa encontrar um propósito que deve fazer com que seus colaboradores saiam da cama de manhã. (E não, “receber todos os meses na conta” não é suficiente).

Depois de decidir, você precisa encontrar uma maneira de, então, mostrar aos seus colaboradores como eles se conectam a ele. É aí que entram os KPIs.

Envolvimento

Pergunte a qualquer colaborador por que ele não se sente envolvido no trabalho (desde que as respostas sejam 100% anônimas) e você provavelmente terá algumas variações nas respostas:

  • Eles se sentem desconectados, principalmente em relação ao objetivo central da empresa;
  • Não conseguem ver nenhum impacto que seus esforços diários – as atividades que ocupam na maior parte do tempo – têm em relação ao propósito da organização;
  • Eles não entendem a direção estratégica da organização.

Estes são, de certa forma, problemas distintos. Mas, de outras formas, todos resultam do mesmo problema: deficiência na comunicação sobre a estratégia entre a empresa e os colaboradores.

Os KPIs ajudam a resolver esse problema, logo os KPIs são, por sua própria natureza, estratégicos. Atenção: nem tudo pode ser um KPI. Os KPIs forçam você a se concentrar nas métricas que realmente destacam os objetivos finais da sua organização. Eles forçam uma empresa não apenas a medir o desempenho da sua estratégia, mas a decidir qual é a sua estratégia em primeiro lugar. Eles mostram aos colaboradores o que realmente importa para a gerência.

Então não seria legal se seus colaboradores pudessem ver as metas finais para as quais estão trabalhando?

2) O papel dos KPIs no envolvimento dos colaboradores

Aqui estão as três principais maneiras pelas quais a adoção de alguns KPIs podem ajudar sua organização a criar indicadores de desempenho para equipes de alta performance:

Eles fazem todo mundo caminhar na mesma direção

Um problema que a maioria das organizações enfrenta é fazer com que todas as metas de todos os departamentos façam sentido ao entrar em contato com o objetivo central. Vendas está preocupada com a atração de novos leads e convertê-los em clientes. Sua equipe de desenvolvimento de produtos está focada na mais recente tecnologia e está se esforçando para colocá-la no mercado. Sua equipe de recursos humanos está preocupada em preencher as vagas e manter o local de trabalho engajado. Então a adoção de alguns KPIs pode ajudar a reunir tudo isso.

Ao focar nas principais métricas que realmente destacam o sucesso nos negócios, você poderá mostrar aos seus colaboradores o papel que o trabalho deles desempenha além do que eles fazem em nome de seus departamentos específicos.

Eles ajudam a conectar o trabalho dos colaboradores às metas da organização

Os KPIs são uma ótima maneira de comunicar a estratégia aos seus colaboradores. Eles os conectam aos objetivos finais da sua organização, mas muitos de nós já experimentamos isso. Ficamos tão envolvidos em nossas próprias bolhas de trabalho, tentando o máximo possível para garantir que permaneçamos no topo de nosso próprio conjunto específico de tarefas, que frequentemente falhamos em perceber por que estamos fazendo isso em primeiro lugar.

Os KPIs ajudam a superar essa confusão. Eles dão um passo para trás na rotina caótica para identificar os objetivos finais para os quais todos estão trabalhando.

Alcance de forma mais eficaz os principais objetivos

Digamos que você seja um gerente e atualmente é responsável pelo lançamento de um novo produto importante. Que o lançamento do produto será um sucesso deve ser evidente, mas há uma grande diferença entre informar a sua equipe sobre os números de vendas que você deseja alcançar e mergulhar nos mínimos detalhes da aparência do site, em quais canais de marketing você gostaria de estar presente e até quando enviar postagens nas mídias digitais.

Alguns gerentes podem pensar que estão apenas fazendo seu trabalho e sendo úteis com os colaboradores, oferecendo suas “sugestões”. Na realidade, o que eles estão fazendo é sufocar a criatividade de sua força de trabalho e provavelmente frustrá-los. Ninguém espera que os gerentes fiquem completamente a parte do que seus colaboradores estão fazendo, mas é preciso definir uma linha até a meta final e auxiliar seus colaboradores como chegar lá.

Vantagens

A vantagem de definir indicadores de desempenho para equipes de alta performance é que eles permitem definir uma expectativa para o que você deseja alcançar, deixando os detalhes específicos para a criatividade e engenhosidade de sua equipe.

3) Como decidir quais KPIs podem incentivar o envolvimento dos colaboradores?

Você ficará surpreso com o quão poucas empresas realmente expõe seu direcionamento estratégico de maneira clara. Em vez disso, os colaboradores – incluindo alguns gerentes seniores – acabam tendo que entender nas entrelinhas o objetivo estratégico da organização. Fazer dinheiro? “Fazer a diferença”? Estabelecer KPIs ajuda a iniciar uma discussão sobre estratégia. Obriga você (e seus colaboradores) a fazer a pergunta: “O que estamos realmente tentando fazer aqui?”

Isso ajuda a estabelecer como os KPIs se conectam às metas estratégicas: definir vários KPIs para seus funcionários e dizer “aqui, alcance essas metas” não é bom o suficiente. Sem contexto, os KPIs são apenas uma mistura de dígitos sem sentido. A participação em um exercício como este permitirá que os funcionários não apenas saibam o que são os KPIs, mas também verão como eles se conectam às metas finais de uma organização.

Envolva os colaboradores diretamente: as pessoas gostam de ser ouvidas! Então, dedicar um tempo para ouvir sobre o que seus colaboradores dizem terá benefícios inerentes ao engajamento.

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Qual é o papel de um sistema ERP no acompanhamento de Indicadores de Desempenho para equipes de alta performance?

O grande diferencial de um sistema ERP é sua inerente capacidade de integrar todos os departamentos de uma empresa, eliminando retrabalho, minimizando as chances de erro e otimizando recursos – tempo, mão-de-obra e dinheiro, para mencionar apenas alguns.

No caso dos KPIs, para que as métricas sejam críveis e efetivas, o controle gerencial é imprescindível: em um cenário desordenado, sem processos estabelecidos e possibilidades dinâmicas de análise, não é possível extrair indicadores qualitativos que advirtam falhas ou explicitem sucessos operacionais. Portanto, se sua empresa não possui as métricas de desempenho, é hora de repensar a estrutura e validar novos KPIs. O que está em jogo, além da competitividade, é a capacidade de alavancar processos e impulsionar resultados.

Ou, se preferir: fale com um consultor!

Tudo que você queria saber sobre Gestão à Vista e seus indicadores

Tudo que você queria saber sobre Gestão à Vista e seus indicadores

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Gestão à Vista é uma metodologia essencial no mundo dos negócios e pode ser vista como a ligação entre os dados e as pessoas, porque ela usa pistas visuais instintivas para disponibilizar informações precisas dentro do local de trabalho, em todos os momentos, para quem precisa ter conhecimento delas. Essas informações são disponibilizadas da forma mais básica para fornecer tudo o que você precisa saber e até o que não precisa para, assim, entender ao que não dar prioridade. Acompanhe a leitura e entenda o que é Gestão à Vista e seus indicadores:

Vamos entender o que é, de fato, Gestão à Vista e seus indicadores?

A Gestão à Vista é uma metodologia que definirá a capacidade de um sistema ou ferramenta mostrar rapidamente o status atual para qualquer pessoa que possa observá-lo, dentro de aproximadamente 30 segundos. Pode ser o status da produção, padrões de qualidade, status da entrega ou status da máquina. Existem indicadores para que todos saibam que direção cada processo está tomando. Se a Gestão à Vista for bem-sucedida, todos na sua fábrica compreenderão e saberão como corrigir um problema se algo estiver errado.

Uma das chaves para o crescimento de um negócio geralmente é a capacidade de preparar pessoas de todos os níveis para tomar decisões e assumir responsabilidade. Isso não quer dizer que a responsabilidade assumida seja de todo uma interpretação negativa da expressão, mas que todos estão empoderados para tomar decisões quando a capacitação e a interpretação dos dados estão caminhando juntos. Assumir responsabilidade neste caso é ter a determinação de entender o que é melhor ou não para a fábrica.

Exemplo prático:

Você, provavelmente, já jogou algum jogo online – qualquer jogo. Seja ele no PlayStation, Xbox, no seu computador ou até nos famosos Vídeo Games portáteis, certo?

O comandante agora é você. O carro, o personagem, as ferramentas para a defesa, para o ataque, enfim todos os controles do jogo estão sendo comandados por você. Ter os conhecimentos da função de cada botão do controle ou do teclado, das possibilidades do jogo, das suas limitações e das estratégias certas para aplicar durante cada fase te tornarão um jogador cada vez mais competitivo. Todos os indicativos que aparecerem no jogo te auxiliarão na sua consciência da situação que, por sua vez, influenciará no seu comportamento e atitude.

Existem outras pessoas no mesmo ambiente que você e estão te observando jogar. Essas pessoas não fazem parte do jogo, apenas estão torcendo para você passar para a próxima fase ou, simplesmente, ganhar. Quem assumiu o controle de tudo foi você, elas no máximo podem te dar dicas, mas não vão assumir o comando. Elas não têm nem a responsabilidade nem o poder de influenciar nas decisões dos seus próximos movimentos, além de não terem conhecimentos dos indicadores do jogo. São simplesmente observadoras.

Bem-vindo à vida real

A metáfora serviu para explicar como superficialmente funciona a gestão dentro das fábricas. Os gestores são os jogadores e os colaboradores são os observadores. Se você é a pessoa que está à frente da liderança ou de uma das lideranças da fábrica, provavelmente já se frustrou pela falta de engajamento dos colaboradores.

Infelizmente frustrar-se não resolve o problema, mas talvez entender que a culpa possa estar na atitude de não mudar o comando do jogo para “multijogadores”, resolva.

Se os colaboradores começarem a perceber que as atitudes deles pouco influenciam no direcionamento que a empresa está tomando, que as suas atividades não tem relevância e que o trabalho delas não tem conexão entre o que estão desempenhando e os resultados da empresa, então se sentirão apenas como observadores. E observadores apenas… observam.


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Como evitar que isso aconteça?

Estamos a todo momento em contato com artigos, vídeos, webinars e diversos outros tipos de conteúdo com gestores, coordenadores, gerentes etc. explicando a importância do empoderamento, orientação, treinamento, autonomia e participação.

Essas características levam as pessoas a sentirem-se parte do negócio e entenderem que suas atitudes, estratégias e sugestões terão sim impacto no negócio. O que aumenta o senso de responsabilidade e de pertencimento. E, é claro, os efeitos não poderiam ser outros do que se não: positivos.

Neste exemplo, é como se cada pessoa que observa, agora pudesse assumir uma parte do controle do jogo junto com você para assim colaborar com os movimentos que você, estrategicamente, fará.

A importância e as vantagens da Gestão à Vista

A metodologia, como dito anteriormente, diz respeito ao compartilhamento de informações e tem o propósito de deixar evidente para todos os colaboradores para onde a empresa está caminhando e qual o cenário atual. A ideia é que todos os colaboradores possam ter acesso às informações e feedbacks em tempo real, este é o verdadeiro sentidos de realizar a Gestão à Vista e seus indicadores. Assim, passam a estar aptos a realizar ajustes e atualizações necessárias.

Exemplo: está ocorrendo uma perda significativa dentro das linhas de produção, bem acima do esperado, porém os operadores não têm conhecimento sobre isso, logo não poderão mudar nada em seus comportamentos.

Porém se esta informação está a mostra em forma de um gráfico em um grande painel de Gestão à Vista e seus indicadores no setor, sendo atualizado todos os dias, o comportamento dos operários imediatamente será outro.

É a diferença entre os jogadores e os observadores. As informações vão estabelecer a conexão de todos os colaboradores com a estratégia e cultura da empresa.

Ao falar sobre visualização das informações, precisamos começar com referências generalistas. Por exemplo, conforme sugerido por um estudo da 3M, os seres humanos processam recursos visuais 60.000 vezes mais rápido que o texto. Além disso, a pessoa média lembra 20% do que lê, em comparação com 37% das imagens visuais. Isso significa que confiamos muito em nossos sentidos para dar vida as ideias.

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Quando entendemos que um dos principais benefícios da Gestão à Vista e seus indicadores é o contexto visual envolvido na metodologia, podemos nos aprofundar e entender os pontos que definem a importância de adotá-la para o seu negócio:

1. Comunicando de forma visual as informações:

Essa é a forma mais comum de Gestão à Vista em um local de trabalho e permitirá que seja a maneira mais rápida e eficaz de comunicar informações aos colaboradores. Você pode encontrar esse tipo de gerenciamento visual em um quadro de avisos da equipe e nas paredes. O gerenciamento visual é uma maneira eficaz de comunicar informações importantes, como conselhos de saúde e segurança, realização do trabalho e estado atual do trabalho.

2. Aviso sobre problemas potenciais:

Quando você pensa em Gestão à Vista e seus indicadores, talvez seu primeiro pensamento possa não ser o de evitar problemas em potencial, mas ela é incrivelmente eficaz para esse propósito.

Essa metodologia permite que você veja imediatamente quando uma ferramenta ou produto está ausente do seu posicionamento correto. Isso o ajudará a localizá-lo e devolvê-lo antes que seja tarde. Podemos usar os exemplos da vida cotidiana também neste caso, como: uma luz de combustível no carro, bateria fraca em um celular ou uma luz vermelha piscando para simbolizar um erro. Esses são todos os avisos visuais que permitem corrigir um problema antes que ele tenha um impacto negativo na operação.

Outra maneira que o gerenciamento visual ajuda a identificar problemas em potencial é mostrar o estado atual do trabalho ou realizar o acompanhamento de desempenho. Por exemplo, se você perceber que o Inventário não está dentro da meta de forma consistente nos três turnos anteriores – você pode tomar medidas rápidas para determinar o que está errado antes que seja tarde demais para agir.

3. Motivação e Foco:

Essa metodologia permite que a equipe fique motivada e focada para alcançar suas metas. Todos acabam ficando concentrados em um objetivo em comum, observam o impacto das suas ações e se esforçam para melhorar. Assim, sentem-se uma parte valiosa do processo.

4. Tomada de decisão ágil:

Com o processo e os resultados estando à vista de todos, será possível tomar decisões de forma mais ágil, quando for necessário.

Em um meio corporativo, muitas vezes decisões tem que ser tomadas de imediato, pois imprevistos acontecem. Sendo assim, é possível gerenciar alguma pequena crise.

Como aplicar a Gestão à Vista e seus indicadores?

Depois de mostrar o que é e o quanto é importante aplicar esta metodologia para a sua empresa, vamos te mostrar como aplicá-la na rotina da sua fábrica.

Existem algumas maneiras de realizar a aplicação. Muitas delas podem ser iniciadas de forma rápida, além disso, vários formatos poderão ser utilizados como exemplo: Kanban, Mural, TV Corporativa, Painéis, Gráficos, Cronogramas, entre outros.

Caberá a cada gestor decidir qual método se adaptará melhor a rotina da empresa.

E lembre-se: esta metodologia não se trata de distribuir informações deliberadamente. As informações e índices divulgados nos departamentos devem fazer sentido dentro do contexto.

As informações e os indicadores devem ser divulgados de uma maneira que estejam próximos a realidade dos colaboradores e que faça sentido. Divulgar o lucro, por exemplo, poderia gerar um impacto negativo, pois não são todos que estão familiarizados com todas as estratégias da empresa, tem conhecimentos de mercado, de patrimônio líquido, entre outros, para interpretar essa informação.

Pela ótica do colaborador, sem estar contextualizado, ao analisar essas informações, duas coisas podem passar pela cabeça dele: “Estamos com uma ótima margem de lucro: quero um aumento.” ou “Estamos com uma margem de lucro ruim: vou procurar outro emprego.”

Definição e implicações de um quadro visual Kanban

Para integrar o gerenciamento visual ao seu processo de trabalho, você precisa utilizar alguma ferramenta específica. Um quadro Kanban é uma ferramenta para visualização do fluxo de trabalho e um dos principais componentes do método Kanban. O quadro representará diferentes estágios de trabalho (ex. “Tarefas”, “Em andamento”, “Concluídos”) pelos quais o desenvolvimento de um produto passa, enquanto o último – vários tipos de atividades.

O principal objetivo do quadro Kanban é tornar o processo de trabalho mais transparente. Dessa forma, os gerentes de projeto podem agir de acordo sempre que surgir um problema que impeça o trabalho de avançar na linha. Além disso, eles podem acompanhar o amadurecimento do fluxo de trabalho ao longo do tempo e tomar decisões ideais para aprimorá-lo constantemente.

Com a ajuda do quadro, os gerentes também podem acompanhar de perto as tarefas específicas que correm o risco de não cumprir um SLA (contrato de nível de serviço) concreto ou atribuir uma prioridade mais alta aos itens de trabalho mais importantes que outros.

Benefícios de utilizar o Kanban para implementar a Gestão à Vista e seus indicadores

Agora que já temos uma ideia do que é o quadro Kanban, vamos nos aprofundar e ver quais são seus benefícios especificamente para o gerenciamento visual. De forma geral, eles podem ser resumidos na lista abaixo:

  • Economizar tempo
  • Solução mais rápida de problemas
  • Maior eficiência no trabalho
  • Melhor prestação de contas
  • Melhor desempenho da equipe

1. Economizar tempo:

Se você se perguntar quanto tempo sua equipe gasta na entrega de atualizações de status por meio de reuniões, mensagens, relatórios etc. aposto que sua resposta será: “muito”. Tudo isso contribui para diminuir a velocidade de trabalho dos colaboradores, tornando-os ineficientes no trabalho real que eles precisam realizar.

Em geral, no quadro Kanban, as tarefas costumavam ter a forma de post-its e tinham apenas as informações mais importantes. No entanto, com o surgimento do quadro digital Kanban, os membros da equipe podem compartilhar tudo entre si em um lugar de comum acesso para todos.

Isso torna as informações mais acessíveis, o que reduz o tempo que alguém da sua equipe passaria indo e voltando fazendo perguntas, participando de reuniões ou entregando relatórios de status à gerência sênior.

2. Solução mais rápida de problemas:

 Resolver problemas o mais rápido possível é algo que todo gerente se esforça para alcançar. É por isso que você precisa identificar problemas em seu fluxo de trabalho assim que eles aparecem.

É aqui que o quadro Kanban também vai te auxiliar. Com à criação de um fluxo de trabalho mais transparente, você poderá ver se alguma de suas tarefas não está avançando como deveria. Quando os obstáculos, atrasos, gargalos etc. forem visíveis e compartilhados, será mais fácil procurar ajuda se necessário e, eventualmente, agir de acordo para resolvê-los o mais rápido possível.

3. Maior eficiência no trabalho

A melhoria da eficiência do trabalho é uma parte fundamental da evolução do processo de trabalho de qualquer negócio. Felizmente, o Kanban também tem algo a oferecer nessa área.

Lá, você pode configurar os limites de trabalho em andamento para restringir o número de itens em andamento em um momento específico. Isso ajuda os membros da equipe a focarem sua atenção na conclusão de seu trabalho atual antes de iniciar um novo, o que reduz o problema de alternância de contexto (multitarefa).

Como resultado, você experimentará níveis mais altos de produtividade, além de uma melhoria na qualidade do trabalho que chega às mãos do cliente final.

4. Melhoria na prestação de contas:

O Kanban, como método de gerenciamento Lean, incentiva atos de liderança em todos os níveis da organização. A razão por trás disso é dar mais liberdade às pessoas que, na realidade, colaboram com todo processo de trabalho. O resultado desejado é aumentar a motivação de sua equipe para que eles possam entregar uma quantidade maior de valor em um período menor para os clientes finais.

5. Melhor desempenho da equipe:

Um dos maiores benefícios da implementação de um quadro Kanban para gerenciamento visual é que ele pode servir de base para a melhoria contínua.

Por exemplo, através da representação visual do seu fluxo de trabalho, o feedback interno e externo é facilmente fornecido e compartilhado entre os membros da equipe. Dessa forma, todos poderão aprender continuamente uns com os outros e se tornarem cada vez melhores com a execução das suas tarefas individuais ao longo do tempo.

Principais componentes do quadro Kanban

Cartões Kanban

Os cartões serão uma representação visual das tarefas. Cada cartão contém informações sobre a tarefa e seu status, como prazo, responsável, descrição etc.

Colunas Kanban

Cada coluna no quadro representa um estágio diferente do seu fluxo de trabalho. Os cartões passam pelo fluxo de trabalho até a conclusão.

Limites de trabalho em andamento

Eles restringem a quantidade máxima de tarefas nos diferentes estágios do fluxo de trabalho. A limitação do WIP permite que você finalize os itens de trabalho mais rapidamente, ajudando sua equipe a se concentrar apenas nas tarefas atuais.

Kanban Swimlanes

São faixas horizontais que você pode usar para separar diferentes tipos de atividades, equipes, classes de serviço etc.

Se você é novo no método, pode começar com uma estrutura de quadro simples e dividi-la em três seções básicas que mostram diferentes estágios do fluxo de trabalho:

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Para um mapeamento mais detalhado do seu processo, você tem a liberdade de criar quantas subseções forem necessárias para visualizar seu fluxo de trabalho com máxima precisão. Por exemplo, uma equipe de desenvolvimento pode ter um quadro de tarefas Kanban que consiste em várias colunas e raias.

Como utilizar um quadro Kanban

1. Visualize o fluxo de trabalho da sua equipe no quadro Kanban e identifique as fraquezas

O quadro Kanban é uma ferramenta perfeita para visualizar possíveis problemas no processo. A lógica é simples: se você vir uma coluna, na qual as tarefas chegam mais rápido do que saem, o trabalho começará a se acumular e o problema ficará visível para toda a equipe.

Isso pode ser causado por um problema temporário ou um gargalo no seu processo. Então, recomendamos que você mapeie seu fluxo de trabalho da maneira mais precisa possível, para ter uma imagem absolutamente clara de onde está o problema.

Por exemplo, se você tiver um quadro Kanban simples com apenas uma seção “Em andamento” e houver muitas cartas aguardando atividade, será muito difícil determinar por que o trabalho está travando e o que pode ser feito para aliviar a situação.

Se você reservou um tempo para mapear detalhadamente seu fluxo de trabalho e seu quadro estiver dividido por inúmeras colunas para todas as etapas de trabalho, você entenderá rapidamente onde é possível fazer melhorias.

2. Use o Quadro Kanban para limitar o trabalho em andamento e o foco

O quadro Kanban é uma ótima maneira de desencorajar sua equipe de realizar diversas tarefas de forma desnecessária aplicando limites WIP de acordo com sua capacidade. Você pode aplicar um limite ao número total de tarefas que podem estar em andamento simultaneamente ou colocar limites individuais em cada estágio do seu fluxo de trabalho.

Se você deseja aumentar a taxa de entrega de valor aos seus clientes, mantenha todas as pessoas focadas no menor número possível de tarefas.

Dessa forma, eles deixarão de iniciar um novo trabalho e se concentrarão em finalizar as tarefas que já estão em andamento. Saber que todos podem ver o que cada pessoa está fazendo é um grande motivador para buscar um desempenho melhor o tempo todo também.

3. Use o Painel Kanban para economizar tempo desperdiçado em reuniões desnecessárias

 Um benefício significativo que vem com a implementação dos quadros Kanban é que eles economizam muito tempo gasto em reuniões, relatórios de progresso e muitas outras interrupções desnecessárias.

Nele, ficará visível quem está fazendo o que a qualquer momento. O quadro Kanban manterá você e todos da equipe informados sobre o andamento das atribuições de seus colegas: dessa forma, você não precisará agendar reuniões com tanta frequência para receber atualizações do progresso das atividades.

4. Colete as principais métricas de fluxo de trabalho e evolua

Os quadros Kanban digitais podem coletar automaticamente informações sobre o tempo de ciclo de suas tarefas e outros indicadores-chave de desempenho. Isso o ajudará a tomar decisões baseadas em dados sobre quaisquer alterações em seu processo e economizará muito tempo desperdiçado na coleta de métricas manualmente.

Além disso, saber como usar um quadro Kanban ajudará você a priorizar as tarefas de uma maneira mais produtiva.

Outros dois exemplos de metodologias para aplicar a Gestão à Vista:

Primeiro exemplo: Balanced Score – Objetivos da Empresa

O Balanced Score analisa sua organização de quatro perspectivas diferentes para medir a saúde da empresa. Cada uma dessas perspectivas se concentra em um lado diferente fábrica, criando uma visão equilibrada da sua organização.

1. Aprendizado e Crescimento

A perspectiva de aprendizado e crescimento analisa sua cultura corporativa geral. Os colaboradores estão cientes das últimas tendências do setor? É fácil para os funcionários colaborarem e compartilharem conhecimento ou sua empresa está dentro de uma verdadeira bagunça burocrática? Todos têm acesso a oportunidades de treinamento e educação continuada?

A tecnologia desempenha um papel importante no aprendizado e no crescimento. As pessoas são capazes de usar os dispositivos e o software mais recentes ou seus sistemas arcaicos estão paralisados com uma tecnologia antiga? O que você está fazendo para garantir que sua organização esteja à frente da concorrência?

2. Processos internos de negócio

A perspectiva dos processos internos de negócios analisa o desempenho da sua empresa. A eficiência é importante aqui. Trata-se de reduzir o desperdício, acelerar os processos e fazer mais com menos. Existem obstáculos desnecessários entre novas ideias e execução? Com que rapidez você pode se adaptar às mudanças nas condições de negócios?

Essa perspectiva também o incentiva a dar um passo para trás. Você está fornecendo o que seus clientes realmente querem? Em que você deve ser melhor?

3. Cliente

A perspectiva do cliente concentra-se nas pessoas que realmente compram seus produtos e serviços. Você está ganhando novos negócios? Que tal manter seus clientes da base felizes? Como você é visto no seu segmento de atuação em comparação com seus concorrentes?

A satisfação do cliente é um ótimo indicador de sucesso. A maneira como você trata seus clientes hoje afeta diretamente quanto de sucesso você terá amanhã.

4. Financeiro

Só porque estamos analisando sua organização de maneira equilibrada, não significa que queremos ignorar as medidas financeiras tradicionais. Muito pelo contrário, as perspectivas financeiras são um dos principais focos do balanced score.

Você está ganhando dinheiro? Seus acionistas estão felizes? A saúde financeira da sua organização pode ser um indicador de atraso que mostra o resultado de decisões anteriores, mas ainda é incrivelmente importante. O dinheiro mantém as empresas vivas, e as perspectivas financeiras se concentram apenas nisso.

5. Objetivos estratégicos:

O próximo passo na criação de um balanced score é escolher vários objetivos estratégicos para cada perspectiva. Alguns exemplos de objetivos estratégicos podem ser:

  • Reduzir danos;
  • Melhorar o tempo de chamada;
  • Aumentar lucros.

Escolher seus objetivos estratégicos é definitivamente mais arte do que ciência. Também é uma daquelas coisas que você não pode terceirizar para um consultor para descobrir por conta própria. As pessoas que conhecem os detalhes íntimos da sua organização são muito importantes aqui, então envolva-as desde cedo.

Felizmente, temos algumas diretrizes úteis. Toda organização terá objetivos estratégicos diferentes, mas todos os bons objetivos estratégicos são semelhantes de várias maneiras.

Comece com um verbo

Todos os seus objetivos estratégicos devem começar com uma palavra de ação. Melhore, reduza, aumente, otimize, maximize, minimize. Todas essas são ótimas palavras que envolvem se mover!

Micro-ambiente

Não adianta se concentrar em algo que você não tem controle. Por exemplo, uma taxa de juros mais baixa pode ajudar sua empresa, mas não é algo que você pode controlar. Se não fizer parte do micro-ambiente, mantenha fora do seu balanced score.

Sem fim

Estamos procurando objetivos estratégicos com os quais você se preocupará por um bom tempo. Não se trata de eventos únicos ou prazos. É uma melhoria consistente. É “melhorar a porcentagem de sucesso” e não “ganhar a copa do mundo de 2006”.

Mensurável

Algumas coisas são muito difíceis de quantificar, portanto essas são más candidatas a objetivos estratégicos. Se você não puder fazer uma pesquisa de reconhecimento de marca, não escolha “melhorar o reconhecimento da marca” como objetivo estratégico.

Juntando as peças

Depois de escolher vários objetivos estratégicos para cada perspectiva, você pode colocá-los em cima de perspectivas como essa.

Pela primeira vez, podemos começar a ver como a estratégia geral de uma organização é apresentada.

Mapa estratégico

Se você já conhece um pouco sobre o balanced score, esse gráfico que mostra seus objetivos estratégicos nas quatro perspectivas pode parecer familiar. É o começo do que chamamos de mapa de estratégia e é uma maneira comum de mostrar a estratégia de uma organização rapidamente.

A etapa final na criação de um mapa estratégico é indicar flechas entre seus objetivos estratégicos que mostram a cadeia de causa e efeito.

Você pode ler o fluxo estratégico do seu balanced score, começando na parte inferior e seguindo os caminhos para a parte superior, assim seu mapa estratégico conta a história da estratégia da sua organização.

Exemplo:

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Métricas

Os componentes finais para fazer um balanced score são as métricas, por isso todo objetivo estratégico deve ter um ou dois itens que você mede para determinar o desempenho. Essas métricas precisam de objetivos e devem ser feitas regularmente.

Por exemplo, se seu objetivo estratégico fosse “aumentar aquisições”, uma boa métrica seria “número de novas aquisições”. Se o objetivo estratégico fosse “aumentar a experiência dos funcionários”, uma boa métrica seria “total de horas de treinamento departamental”.

É importante escolher um número muito pequeno de métricas para fazer o acompanhamento, porque ao limitar cada objetivo estratégico a uma ou duas métricas, você pode se concentrar nas coisas mais importantes. O rastreamento de muitas métricas geralmente significa que nada tem melhorado.

Por fim, é porque é muito importante descobrir sua estratégia geral primeiro. Se você escolher métricas no início do processo, provavelmente acabará medindo as coisas erradas.

Segundo exemplo: Dashboards

Um Dashboard pode ter sua tradução livra para “painel de dados”. É uma ferramenta de gerenciamento de informações que rastreia, analisa e exibe indicadores-chave de desempenho (KPI), métricas e pontos-chave de dados para monitorar a saúde do seu negócio, departamento ou processo específico. Eles são personalizáveis para atender às necessidades específicas de um departamento e empresa. Nos bastidores, um painel se conecta aos seus arquivos, anexos, serviços e APIs, mas na superfície exibe todos esses dados na forma de tabelas, gráficos de linhas, gráficos de barras e medidores. Um painel de dados é a maneira mais eficiente de rastrear várias fontes de dados, pois fornece um local central para as empresas monitorarem e analisarem o seu desempenho. O monitoramento em tempo real reduz as horas de análise e a longa linha de comunicação que anteriormente desafiavam os negócios.

Como os Dashboards funcionam?

Em primeiro lugar, os usuários precisam saber que a definição do painel depende da função que desempenha dentro de uma organização. Todo mundo usa painéis de dados de maneira diferente. Nem todos os painéis de negócios têm o mesmo objetivo, e é por isso que os usuários-chave entendem quais KPIs rastrear e por quê.

Por que sua empresa deveria visualizar dados em um painel?

A maioria das empresas usa diversos tipos de serviços para rastrear KPIs e métricas, resultando na demanda tempo e recursos para monitorar e analisar adequadamente. Os painéis usam dados brutos dessas fontes, planilhas e bancos de dados para criar tabelas, gráficos de linhas etc. em um painel central que os usuários podem observar e entender imediatamente as principais métricas que estão procurando. Os painéis de dados simplificam os relatórios no final do mês, portanto permite que os usuários comuniquem informações a qualquer momento, sem horas de preparação e análise.

Uma das nobres missões da implantação de um ERP é utilizar as ferramentas para construção das visões sobre o processo, coletando dados sob critérios e adequados à sua realidade. A implantação identificará, pelo tipo de máquina e de operações quais são as métricas relevantes a serem mostradas, quais os volumes de dados que podem ser apresentados sem ter o perigo de transmitir um excesso de informações. A implantação construirá visões para cada setor ou gestor e ativará alertas, aplicando diligentemente as análises históricas da empresa com o time e, obtendo assim, a integração necessária para efetivamente utilizar a Gestão à Vista e seus indicadores.

 

Neste artigo foi possível identificar diversas maneiras de realizar a Gestão Indústrial dentro da sua fábrica, esperamos que tenha feito sentido para sua realidade. Gostaria de aprofundar-se mais no assunto? Conte com a Areco para isso e fale com um de nossos especialistas gratuitamente. Até o próximo conteúdo!