Coronavírus: principais impactos e aprendizados

Coronavírus: principais impactos e aprendizados

Tempo de leitura: 8 minutos


Nas últimas semanas, o mundo conheceu uma turbulência sem precedentes. O COVID-19, popularmente conhecido como Coronavírus, exigiu que todas as nações se voltassem a um tema comum, somando forças em um combate epidêmico.

A doença, que surgiu na China e tornou-se globalizada em pouco tempo, continua assustando todos os setores da sociedade. Mesmo que as implicações da pandemia ainda não sejam totalmente conhecidas — e que o Brasil, com menos casos em comparação a outros países da Europa, esteja no início da curva de infecção —, é preciso voltar os olhos para dois aspectos essenciais, capazes de ensinar posturas valiosas no curto, no médio e no longo prazo. Os impactos do COVID-19 e os consequentes aprendizados da crise podem fortalecer iniciativas e resultados.

Neste artigo, nosso objetivo é simples: esclarecer alguns dos possíveis desdobramentos do surto de Coronavírus e, de antemão, pontuar aprendizados importantes aos gestores corporativos. O momento, afinal, é de isolamento e também de reflexão.

Boa leitura!

 

Os principais impactos do Coronavírus

Não há dúvidas de que o maior impacto da pandemia é humano. Milhares de vidas já foram perdidas e muitas mais permanecem em risco — uma vez que o contágio por COVID-19 é rápido e altamente volátil. Zelar pela segurança das pessoas é uma prioridade inquestionável.

A necessidade de implantar medidas rápidas e eficientes para conter o avanço da doença é, portanto, crucial. Deve haver esforço concentrado para vigiar a integridade e maximizar a segurança da população, reduzindo os traumas causados pelas circunstâncias.

Para além das implicações diretamente humanas, entretanto, é impossível negar que há desdobramentos econômicos relevantes que precisam ser tratados com seriedade.

Nas empresas brasileiras, por exemplo, crises de abastecimento e freadas no consumo são, em certa medida, esperados. De modo a suavizar prejuízos e manter a saúde dos caixas, vale observar cenários e traçar estratégias.

Na prática, toda a cadeia produtiva será impactada e as companhias deverão se adaptar a uma realidade de transição tão longo a situação se estabilize. Dentre os principais impactos, cabe ressaltar:

 

  • a falta de matéria-prima e de insumos para a produção, já que trocas comerciais estão comprometidas e o abastecimento nacional também tende a ser prejudicado;
  • o desequilíbrio da balança comercial, uma vez que a China, epicentro da doença, é um dos principais fornecedores mundiais;
  • a suspensão da operação presencial, priorizando o trabalho remoto como forma de reduzir a exposição dos colaboradores ao risco de propagação do vírus.

 

As próximas semanas serão determinantes para que novas projeções, ainda mais coerentes, possam ser formadas. Neste momento, por mais que haja certa insegurança, é preciso tomar as precauções possíveis e aprender com o que é imprevisível.

Ainda que o conhecimento sobre a eventual disseminação do Coronavírus fugisse do controle, a reação à pandemia — agora, no auge da crise, e depois, quando o mundo voltar à normalidade — é uma decisão individual. O que o seu negócio (sua equipe e você mesmo) está aprendendo com o COVID-19?

 

Aprendizado em tempos de crise: o que o COVID-19 pode ensinar?

Mesmo os contextos mais desfavoráveis podem ensinar lições valiosas. Em meio ao caos e à incerteza, a crise do Coronavírus pode ser um catalisador de mudanças significativas, melhorando respostas públicas e privadas.

No âmbito governamental, por exemplo, as demandas de saúde devem ser encaradas sob uma ótica diferente a partir daqui, reconhecendo a necessidade de aprimorar processos e serviços de forma preventiva e reativa.

Na esfera empresarial, por sua vez, os gestores podem (e devem!) aproveitar o momento para repensar estratégias e decisões. O trabalho remoto, que agora é a realidade da maioria das organizações, requer ferramentas específicas que precisam ser implementadas com antecedência, viabilizando planos de contingência tais quais observamos agora. Tudo é, na essência, uma questão de planejamento.

Se você e sua equipe foram surpreendidos pelos impactos do COVID-19, talvez seja a hora de rever prioridades e de lançar mão de mecanismos capazes de otimizar as rotinas à distância, mantendo a produtividade. Indicadores positivos serão cada vez mais determinantes para manter a competitividade em um mercado exponencialmente competitivo.

Em ambos os casos — seja no setor público ou no privado —, a disciplina desponta como uma característica essencial em tempos de crise. É necessário ter cautela nas análises, determinação nas decisões e resiliência na execução, perseguindo resultados íntegros e eficazes.

O Coronavírus, apesar da justificada preocupação, permitiu que os olhos se voltassem a um aspecto frequentemente negligenciado, ainda que extremamente relevante: a empatia. Em tempos de isolamento voluntário, vale lembrar que o bem ao próximo é um exercício atemporal, devendo permanecer, inclusive, quando a doença deixar de ser uma preocupação acentuada.

Na prática, a lição é relativamente clara: mesmo em ocasiões adversas, é possível aprender e melhorar, tanto pessoalmente quanto profissionalmente.

Não se trata apenas de incorporar recursos integrados e eficientes, mas de reconhecer o valor e o poder de cada um no sucesso de uma operação — seja no combate a uma doença epidêmica, seja no atingimento de uma meta individual.

 

A prevenção é o melhor remédio: como se proteger do Coronavírus

Alguns cuidados simples podem fazer toda a diferença na prevenção do COVID-19. Confira as principais recomendações e certifique-se de segui-las à risca, combinado?

 

  • lave as mãos regularmente, usando água e sabão;
  • tenha um álcool em gel sempre à mão;
  • cubra o nariz e a boca ao espirrar ou tossir;
  • evite aglomerações (principalmente se estiver doente);
  • mantenha os ambientes bem ventilados;
  • não compartilhe objetivos pessoais.

 

É importante ressaltar que, em algumas pessoas, o vírus é assintomático, que não apresenta sintomas. A contaminação nem sempre é acompanhada de febre, tosse seca e dificuldades para respirar; e é importante lembrar que o contágio não está associado à manifestação de sintomas.

 

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Considerando que o COVID-19 tende a ser mais agressivo em pessoas com mais de 60 anos, principalmente aquelas que apresentam algum problema prévio de saúde — tais como diabetes e hipertensão —, fique atento ao seu círculo de convívio e, se possível, evite contato.

Juntos, somos ainda mais fortes. O esforço coletivo é valioso e indispensável. Cuide-se e conte conosco!

 

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