A automatização de processos em 3 passos

A automatização de processos em 3 passos

Uma das maiores preocupações dos gestores contemporâneos é, sem dúvida, a otimização de processos. No dicionário, o verbo otimizar diz respeito à iniciativa de “tornar ótimo” e de “determinar o valor ótimo de uma grandeza”. Na prática, a busca pela otimização evidencia a preocupação com o presente e também com o futuro operacional: ao mesmo tempo em que é necessário garantir a saúde do negócio, aplicando recursos disponíveis de modo íntegro e enérgico, também é preciso construir uma base sólida de crescimento, garantindo a perenidade da organização nos anos vindouros.

Neste contexto, é natural (e até mesmo indispensável) que as lideranças corporativas se voltem a mecanismos capazes de alavancar rotinas e maximizar resultados. A automatização de processos, enquanto ferramenta para reduzir custos e potencializar desempenhos é, de fato, um aparato valioso ao desenvolvimento da empresa.

No intuito de promover uma operação otimizada — do início ao fim da cadeia, agregando valor e agilidade a todas as etapas produtivas —, algumas decisões simples, ainda que de impactos profundos, contribuem para arquitetar um panorama favorável à eficiência interna.

1. Conheça e controle seus processos de ponta a ponta

O domínio operacional é fundamental à sobrevivência no mercado. Gestores que desconhecem os padrões de funcionamento de seus procedimentos — ignorando eventuais gargalos tanto quanto possíveis oportunidades de melhoria — perdem chances valiosas de otimizar operações, de minimizar perdas e, claro, de alargar margens.

Para fazer frente a uma concorrência cada vez mais acirrada, o controle de processos é indispensável. Por “controlar”, depreende-se a iniciativa de formatar padrões de excelência, implantá-los com eficácia e monitorá-los recorrentemente, avaliando indicadores que pontuem a saúde da operação.

Se, por exemplo, uma métrica importante — tais como materiais produzidos em determinado tempo ou produtividade por hora trabalhada — esteja negativa, a ação é urgente: é preciso entender o desvio e corrigi-lo de imediato. Lembre-se de que qualquer desvio pode ser prejudicial aos resultados corporativos no curto, no médio e no longo prazo.


2. Padronize (e sempre que possível, elimine) etapas burocráticas

Tarefas repetitivas e excessivamente manuais não são apenas maçantes e desmotivadoras, mas também passíveis de erros perigosos. Quando o processo depende, em larga medida, da interferência humana, é comum haver equívocos que impactem negativamente na performance do negócio.

De modo a evitar transtornos e prejuízos, convém padronizar rotinas e burocracias. Sempre que possível, a automatização de tarefas sugere um ganho expressivo em produtividade e em estratégia, uma vez que os profissionais se desprendem de processos repetitivos para se voltar, de fato, ao que realmente agrega valor à organização.

Considere, por exemplo, a emissão de contratos ainda no processo de venda. A personalização do documento, bem como as pendências de envio e acompanhamento, podem ser bastante morosas e demoradas — roubando um tempo precioso de colaboradores estratégicos. Ao padronizar o processo, sistemas de gestão são capazes de automatizar ao máximo as tarefas rotineiras, maximizando a performance da equipe.


3. Monitore os indicadores e agilize respostas

Os indicadores de performance (ou KPIs) são recursos essenciais à produtividade e à competitividade das empresas modernas. Cabe aos líderes corporativos, em sua missão de nortear operações e estratégias, o compromisso de estabelecer métricas consistentes e de acompanhá-las com transparência e regularidade.

Se o objetivo é automatizar processos, vale reforçar a relevância dos KPIs: o controle de resultados impede que rotinas improdutivas (ou mesmo nocivas) sejam mantidas e possam comprometer a saúde do negócio. Quando o gestor se aproxima e se apropria dos indicadores operacionais, não ganha apenas escala; é, por sua vez, também imbuído de mais segurança e autonomia para tomar decisões convenientes às metas da empresa.

Neste contexto, é oportuno e apropriado que as lideranças se voltem aos dados internos e, a partir deles, construam panoramas que sustentem decisões otimizadas. Afinal, somente ao maximizar a qualidade das tarefas cotidianas, mantendo-as sob estrito controle, é possível alcançar retornos mais expressivos e perenes.

 

O Areco ERP na automatização de processos

A tecnologia do Areco ERP é robusta, transparente e eficaz. Há mais de 30 anos, o sistema endossa o crescimento de empresa e pessoas, favorecendo a competitividade e maximizando os resultados nos mais diversos segmentos de mercado — da indústria alimentícia ao PDV, passando pela área química e de ferramentaria.

Ainda que modular, o Areco ERP confere total integração do workflow, assegurando a centralização de informações e o fácil acesso gerencial aos insights da operação. Ao respeitar a interdependência dos departamentos sem, no entanto, negligenciar a importância estratégica de visualizá-los como organismos complementares, o software empodera líderes e os mune de informações coesas, imprescindíveis à tomada assertiva de decisões.

De forma a fortalecer insights e posturas, o Areco ERP conta com mais de 2 mil relatórios imediatamente disponíveis e, por meio do Areco Manager — instrumento gerencial exclusivo acoplado ao ERP sem qualquer custo adicional —, confere ainda mais autonomia aos gestores, estimulando-os a tomar a dianteira de seu negócio a partir da moldagem de novos recursos, telas e dashboards totalmente aderentes à dinâmica dos processos e das análises internas.

Na prática, ao eliminar o retrabalho, catapultar performances e otimizar os recursos corporativos, o Areco ERP desponta como a ferramenta ideal para automatizar rotinas. O sistema é altamente eficaz na padronização de procedimentos, na supressão de burocracias e no acompanhamento de KPIs, corroborando uma estratégia focada em desenvolvimento, liderança e lucratividade.

Para entender como podemos ajudá-lo a alavancar o cotidiano (e os resultados) operacional da sua empresa, não hesite:

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A rastreabilidade como diferencial competitivo às indústrias modernas

A rastreabilidade como diferencial competitivo às indústrias modernas

O conceito de rastreabilidade ganhou relevância e destaque há alguns anos. Desde que o consumidor se tornou mais exigente, demandando registros atualizados e informações completas, foi possível notar um movimento interessante nas manufaturas de todo o mundo: fortalecia-se a preocupação com o mapeamento de insumos, de modo a garantir a integridade da matéria-prima e a qualidade do produto acabado.

Hoje, os processos de rastreabilidade são essenciais — e mesmo obrigatórios — a setores industriais importantes, tais como o alimentício, o agrícola e o farmacêutico. Além disso, a centralização de dados, integrando documentos ao longo de toda a cadeia produtiva, permite que haja mais agilidade e confiabilidade no manejo da mercadoria, em seu estágio bruto ou recém-acabada.

Na prática, isso significa que a rastreabilidade está totalmente alinhada às exigências do mercado e às regulamentações legais. Por isso, é importante que os gestores contemporâneos lancem olhar à operação e à estratégia, maximizando o impacto positivo das rotinas de controle.

 

O conceito e a importância da rastreabilidade

De acordo com a International Standartization Organization, a ISO, acompanhada pelas normas ISO/TS 16.949 (editada pela ABNT, sua equivalente brasileira), “a rastreabilidade é a capacidade de traçar o histórico, a aplicação ou a localização de um item, por meio de informações previamente registradas”. Trata-se, portanto, de deter controle sobre a origem e o deslocamento de uma matéria-prima ou de um produto acabado.

Há algumas décadas, a rastreabilidade ganhou contornos mais expressivos e assumiu posição de destaque em segmentos industriais estratégicos. Em fevereiro de 2018, por exemplo, entrou em vigor a INC-02 – Instrução Normativa Conjunta, que confere responsabilidade a cada ente atuante na cadeia produtiva (e de transporte) de vegetais.

No caso de uma indústria de Alimentos, o impacto da normativa é frontal: ao utilizar insumos agrícolas para sua produção de temperos, por exemplo, a empresa torna-se, também, responsável pela manutenção dos registros de rastreio. Em outros setores da manufatura, por sua vez, a rastreabilidade de itens é valiosa à integridade da mercadoria e a qualidade do produto final.

Diante disso, fica evidente que a operação moderna — principalmente aquela que se pretende enxuta, eficiente e lucrativa — deve dispor de ferramentas para potencializar a rastreabilidade de produtos. Mais do que endossar uma exigência legal (que, se descumprida, está sujeita a sanções e penalidades), o monitoramento confere uma série de vantagens diferenciais às rotinas industriais. O seu negócio precisa se valer delas!

 

A rastreabilidade enquanto diferencial competitivo

Os líderes engajados têm muito em comum. Não é nenhuma novidade dizer a eles, por exemplo, que o mercado é um cenário de concorrência acirrada e que a constante busca por inovações que otimizem processos e avolumem os caixas não é apenas importante, mas totalmente essencial.

Neste contexto, a incorporação de ferramentas que gerem benefícios operacionais e estratégicos reserva, de fato, grande atenção. No que tange à rastreabilidade de itens, portanto, é válido mencionar que sistemas integrados de gestão proporcionam excelentes diferenciais competitivos às indústrias focadas em produtividade.

1. Redução de custos 

A otimização de despesas é uma prioridade na maioria das empresas modernas. Cortar custos sem, no entanto, interferir na qualidade da produção é um desafio contínuo.

A rastreabilidade de itens também contribui para que recursos sejam dispendidos com mais eficiência: ao compreender o funcionamento íntegro da cadeia produtiva, é possível encontrar e analisar eventuais gargalos, melhorando processos e maximizando os retornos.

2. Otimização de estoque

O estoque é, sem dúvida, uma preocupação bastante latente nas indústrias. O capital investido na disponibilidade de matérias-primas costuma ser expressivo e, por isso, é necessário que haja sinergia no monitoramento dos insumos.

Para além da garantia de acessar mercadorias de acordo com as demandas da operação, as rotinas de estoque também ganham bastante com a rastreabilidade: é possível asseverar a qualidade dos materiais e, consequentemente, potencializar a efetividade da produção.

3. Ganho de eficiência produtiva

O controle de matérias-primas e produtos acabados ressaltam o compromisso com a assertividade da operação. Seja para atestar a qualidade de uma mercadoria adquirida, seja para certificar a procedência de um item vendido, a rastreabilidade faz toda a diferença na rotina produtiva da indústria.

Dessa forma, não seria equivocado dizer que o monitoramento integrado de itens acelera o desenvolvimento de performances, garantido que resultados mais consistentes e perenes sejam alcançados — no curto, médio e longo prazos.


4. Manutenção da conformidade

Por fim, ainda que não menos importante, á pertinente ressaltar que, em muitos segmentos, a rastreabilidade é obrigatória. Em indústrias de Alimentos e Bebidas, por exemplo, é essencial manter registros de origem para insumos e produtos acabados. No setor químico, por sua vez, principalmente no ramo farmacêutico, a obrigatoriedade também é válida.

Por isso, mais do que uma medida para ganhar mercado e manter a competitividade, o rastreio de mercadorias é uma exigência legal. Vale se certificar!

 

Rastreabilidade no Areco ERP

A tecnologia do Areco ERP é totalmente aderente às indústrias e, por isso, os processos de rastreabilidade foram incorporados ao sistema de modo íntegro e eficiente.

O módulo de Qualidade, por exemplo, assegura que os procedimentos da fábrica sejam definidos e parametrizados, viabilizando a replicação operacional de forma organizada e segura. Além disso, o controle de produtos via IQF (Índice de Qualidade do Fornecedor) também corrobora a preocupação com a qualidade dos insumos.

No que compete à rastreabilidade, o controle de lotes é endossado antes, durante e após a manufatura dos itens. Relatórios completos — que são facilmente configurados e gerados via Areco ERP — garantem o monitoramento das mercadorias que entram (compradas pela empresa) e que saem (produtos acabados, já vendidos), promovendo e fortalecendo análises que assegurem a conformidade do estoque.

Não seria equivocado dizer, portanto, que o Areco ERP se posiciona como um instrumento capaz de potencializar as rotinas de rastreabilidade, alavancando a segurança e a eficácia dos procedimentos na fábrica. Além disso, a integração de áreas e processos uniformiza as rotinas e suprime a incidência de erros, tornando a indústria cada vez mais enxuta, rentável e competitiva.

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Indicadores da indústria: as 3 principais métricas da produtividade na fábrica

Indicadores da indústria: as 3 principais métricas da produtividade na fábrica

A gestão industrial nunca foi tão desafiadora. O mercado contemporâneo é marcado por uma série de mudanças profundas, que afetam a estrutura corporativa tanto quanto o padrão habitual de consumo. Prova irrefutável disso é, por exemplo, a ascensão da indústria 4.0, que modificou — e ainda reserva muitas alterações — os parâmetros e os recursos das organizações mais produtivas. Aos gestores, fica o desafio de lidar com a complexidade de suas operações e com as inovações que afetam (e potencializam) suas rotinas.

Para corresponder à volatilidade do mercado, preparando-se para aproveitar as oportunidades da indústria, é essencial que os gestores sejam profundos conhecedores de seus negócios. O domínio das métricas-chave, portanto, desponta como uma postura fundamental à saúde e à prosperidade da organização. O entendimento — e a consequente ação direcionada — é urgente e precisa ser tomada a sério.

 

O que são indicadores de desempenho?

Também conhecidos por KPIs (Key Performance Indicators), os indicadores de performance funcionam como uma espécie de bússola: ao quantificarem métricas fundamentais ao negócio, indicam a situação da empresa e norteiam os próximos passos da operação — sejam eles de investimentos, de ajustes ou de contenções, por exemplo.

Na indústria, as métricas de monitoramento sempre representaram um grande diferencial produtivo. O controle sobre a performance das variáveis da fábrica (máquinas, insumos, funcionários etc.), traduzida em números confiáveis e de fácil análise, sempre galgou os processos ao nível elevado de otimização.

Os KPIs, enquanto métodos consistentes de validação e avaliação, são instrumentos necessários à gestão das indústrias modernas, uma vez que desempenham papel importante na manutenção da produtividade e na viabilização de melhorias na linha produtiva. Na prática, não seria equivocado dizer que os indicadores de desempenho são, por si só, grandes catalisadores de inovação e lucratividade.

 

Por que os KPIs são importantes?

Uma vez explicitadas as principais características das métricas operacionais, fica fácil notar o grau de importância que tais indicadores desempenham no cotidiano das indústrias. Neste caso, a máxima atribuída ao físico irlandês William Thompson (também conhecido como Lord Kelvin, cujo nome é adotado em um dos mais famosos sistemas para medição de temperaturas) se faz justa e pertinente: “aquilo que não se pode medir, não se pode melhorar”.

O pensamento, aplicado de forma sistemática no cotidiano das indústrias, pode render benefícios duradouros e diferenciais. A valorização das métricas — da concepção ao monitoramento periódico — é imprescindível à competitividade e à sobrevivência do negócio a longo prazo, assegurando uma gestão mais enxuta e produtiva.

Neste contexto, os KPIs reforçam sua relevância enquanto ferramenta administrativa. Entre os benefícios dos indicadores na rotina de liderança, convém pontuar:

  • a facilidade em controlar as operações de modo integrado, agilizando processos internos e conferindo alta performance às mais diversas áreas da empresa;
  • a segurança em analisar e construir panoramas, resgatando séries históricas ou projetando cenários de atenção e de oportunidade;
  • a autonomia em tomar decisões mais assertivas, transparentes e embasadas, cujo êxito é certamente maior em comparação a deliberações sem fundamentação de dados.

Diante disso, fica fácil perceber (e certificar) o papel de destaque ocupado pelos indicadores industriais. Afinal, para fazer frente à concorrência acirrada, é preciso lançar mão de táticas coesas para aperfeiçoar a operação e potencializar os resultados da companhia.

 

Quais são as principais métricas de produtividade na indústria?

Uma vez evidenciada a necessidade de contar com as métricas de produtividade na fábrica, convém detalhar quais indicadores apresentam maior respaldo na gestão de indústrias cada vez mais produtivas e rentáveis. Lembre-se, ainda, de examinar sua operação em profundidade, garantindo que haja efetividade dos KPIs monitorados na companhia.


1. Quantidade produzida

De forma geral, a métrica de quantidade produzida é bem simples: diz respeito ao número de itens acabados em um determinado período. A mensuração de atividade, sob essa ótica, é importante para medir a produtividade da fábrica, explorando as diversas variáveis que podem travar ou deslanchar a operação.

Se, por exemplo, o resultado apurado no indicador for insatisfatório — e tiver grande distância do número estabelecido como ideal, considerando a disponibilidade de recursos —, é provável que haja gargalos produtivos que precisam ser imediatamente corrigidos. E mais: a métrica de quantidade produzida permite que o gestor identifique a produtividade de um setor, funcionário ou turno, de acordo com suas particularidades de análise.


2. Quantidade de lotes rejeitados

Para além da linha de produção, outra métrica importante se baseia na qualidade dos artigos entregues. O setor de qualidade é geralmente responsável por atestar a conformidade do item, separando aqueles que julga inadequados à comercialização. É justamente esse número, que representa o descarte de produtos acabados, que rende ótimas análises na indústria.

Caso a quantidade de lotes de produtos avariados, desperdiçados ou aquém da qualidade esperada esteja além do limite de perdas previamente estabelecido, o sinal de alerta precisa ser acionado: provavelmente é o momento de buscar as razões do desvio — que, além de impactar na produção, causa prejuízos consideráveis. O problema pode residir em um processo específico, na falta de treinamento da equipe ou na configuração equivocada de uma máquina, por exemplo.


3. Rentabilidade da fábrica

Por fim, ainda que não menos importante, a rentabilidade da planta precisa ser constantemente monitorada de forma a garantir resultados mais robustos e expressivos — no curto, médio e longo prazos. Sem a visão ampla do negócio, os riscos de incorrer em erros é alto.

Ao acompanhar o retorno financeiro gerado por determinado investimento, entretanto, o gestor maximiza o planejamento financeiro da fábrica e ganha confiança para tomar decisões estratégicas na produção. É possível, por exemplo, defender a necessidade de ampliar um setor da indústria, equipando-o de forma mais moderna.

 

Areco ERP: tecnologia de gestão para catalisar o crescimento industrial

O Areco ERP é um software robusto, integrado e atualizado. Há mais de 30 anos no mercado e com vasta experiência na gestão de indústrias, o ERP confere mais segurança e autonomia aos gestores, que conseguem identificar eventuais desvios operacionais de forma rápida, clara e consistente.

O sistema é modular e contempla todo o workflow corporativo. Assim como alavanca as rotinas do chão de fábrica, garantindo a padronização de atividades e os procedimentos de qualidade, também permite a análise dinâmica das informações produtivas, relatando — em seus mais de 2 mil relatórios disponíveis — o panorama do negócio em tempo real.

Nas indústrias, o ERP agrega valor às rotinas mais importantes da companhia, tais como:

  • engenharia integrada de produtos, com cadastro ilimitado de níveis (incluindo matérias-primas, subitens, embalagens e roteiros de produção);
  • planejamento de produção, considerando a disponibilidade de recursos (incluindo quantidade de funcionários, máquinas e horas úteis da fábrica);
  • gerenciamento de Ordem de Produção, com geração de código de barras para apontamento online.

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A importância do ERP na gestão contábil da empresa

A importância do ERP na gestão contábil da empresa

Pela lei, todas as empresas ativas, independentemente de seu porte ou de sua natureza jurídica, são obrigadas a manter rotinas de escrituração contábil. A legislação prevê que haja transparência e efetividade nas informações levantadas, assegurando a saúde do negócio e o cumprimento das exigências financeiras e fiscais.

A gestão contábil, portanto, é mais que uma medida rotineira, ainda que diretamente associada à competitividade da organização. As tarefas são, na verdade, um pilar importante à perenidade da companhia, uma vez que viabilizam a atividade perante a Legislação vigente. Neste contexto, não seria equivocado dizer que ferramentas robustas de gestão — tais como o ERP — são fundamentais para garantir a conformidade contábil e, claro, o crescimento da operação como um todo.

 

A escrituração contábil: memória e identidade

Nos escritórios de contabilidade, é comum encontrar quem diga que a escrituração fiscal funciona como uma espécie de documentação corporativa. As demandas contábeis dão sustentação às rotinas da empresa e permitem que informações e registros sejam mais facilmente encontrados, facilitando não somente a administração de documentos obrigatórios, mas também a análise coesa das transações empresariais.

Na prática, o acirramento da concorrência e a alta competitividade do mercado ressignificou a importância da contabilidade nas empresas modernas. Se antes a preocupação era restrita, voltada a atender exigências do Fisco, hoje as ferramentas contábeis são valiosos instrumentos de gestão — sem os quais não é possível manter a lucratividade e buscar a expansão dos negócios.

A escrituração contábil, portanto, vai além da operacionalização dos eventos empresariais em ordem cronológica. Sua missão é a de criar memória — facilitando o acesso a dados passados, que podem contribuir para entender o presente ou desbravar o futuro — e preservar a identidade da companhia, mantendo-a íntegra e sólida em um mercado cada vez mais volátil e desafiador.

 

A importância do ERP na gestão contábil

A alta concorrência, que pressupõe o esforço para que haja diferenciação e rentabilidade, exige a otimização de processos. Não é diferente na parte contábil: é preciso que as empresas (e seus parceiros contábeis) retifiquem suas operações e antevejam oportunidades. O ERP, portanto, é a ferramenta ideal para que profissionais da área e escritórios de contabilidade, enquanto parceiros essenciais à efetividade dos controles, possam dispor de mecanismos transparentes de registro e de apuração.

Neste âmbito, a utilização de um ERP aderente e alinhado às dinâmicas corporativas sugere que há maior controle e maior efetividade nas rotinas contábeis. Afinal, o sistema automatiza operações e minimiza o retrabalho, aumentando a confiabilidade dos dados e facilitando a entrega da documentação contábil, fiscal e financeira exigida legalmente.

No cotidiano operacional, a tecnologia de gestão funciona não apenas como um extenso repositório de dados, cujo acesso é transparente, simples e rápido. O ERP também contribui largamente para que haja mais segurança e autonomia na gestão contábil da organização, potencializando a assertividade das decisões que são tomadas no dia a dia do departamento.

Os benefícios da incorporação de um software completo e atualizado são, de fato, inúmeros e preciosos! Não deixe de conhecer algumas das principais razões!

 

Evita fraudes e transtornos legais

Este ponto é, provavelmente, um dos mais importantes à gestão de empresas de alta performance: a correta escrituração contábil protege a empresa contra eventuais fraudes cometidas por má-fé. A partir dos registros formais e das análises técnicas, é possível identificar gargalos e encontrar a raiz do problema, combatendo-o de forma localizada. A ação rápida é essencial para assegurar a saúde do negócio e a tecnologia de gestão tem papel fundamental na agilidade corretiva.

 

Auxilia na diminuição da carga tributária

Impostos e tributos são fontes inesgotáveis de análise aos gestores brasileiros. Isso porque a carga que incide sobre empresas — de todos os portes e segmentos de atuação — é altíssima. Há, porém, uma alternativa legal para pleitear a diminuição da carga tributária: a gestão contábil permite que o enquadramento do regime seja continuamente reavaliado, viabilizando oportunidades de economizar recursos de modo transparente. Além disso, o domínio das informações contábeis endossa possíveis isenções fiscais.

 

Aprofunda o entendimento acerca das despesas

Em um grande número de empresas — principalmente naquelas em que o controle de caixa é deficiente —, despesas fora de controle são o principal motivo de mortalidade. O monitoramento das transações corporativas é, portanto, essencial para manter o saldo positivo e fortalecer a saúde da companhia no curto, médio e longo prazo. A gestão contábil adequada gera uma visão ampla da alocação de recursos, possibilitando que o panorama de custos e despesas seja revisto com critério e rigidez.

 

O Areco ERP na gestão contábil

O Areco ERP é uma solução completa para a gestão enxuta e assertiva dos processos contábeis, fiscais e financeiro. O módulo correspondente, totalmente integrado às demais áreas do negócio, confere mais agilidade e eficiência às operações cotidianas, facilitando os registros tanto quanto as análises.

Na prática, o Areco ERP automatiza regras de integração contábil para operações de contas a pagar, contas a receber, estoque, ativo fixo e faturamento. Assim, os envios do SPED e as rotinas de conciliação bancária, para citar apenas alguns exemplos, são imediatamente otimizados e passam a ocorrer de modo mais seguro e transparente. É ótimo para o gestor, mas é também excelente para a contabilidade que o atende.

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Produtividade e RH: como a gestão adequada pode melhorar o desempenho da equipe?

Produtividade e RH: como a gestão adequada pode melhorar o desempenho da equipe?

Considerando a estreita relação entre performance (seja ela individual ou coletiva) e resultados globais, é inevitável que os gestores se dediquem às questões de produtividade, buscando maximizar os retornos operacionais. Para isso, o RH, enquanto departamento estratégico de gestão, reforça seu poder fundamental na formação e no direcionamento de times mais enxutos, engajados e produtivos.

Neste contexto volátil, os líderes modernos têm consciência acerca do dever urgente de implementar táticas eficientes na gestão de pessoas. Não basta, porém, criar programas internos que valorizem as métricas, negligenciando um planejamento mais amplo e coeso. É preciso, em vez disso, conhecer o retrato corporativo em detalhes, munindo-se de informações que possibilitem a construção de uma base sólida para que projetos de RH e otimização — de recursos, de processos e de resultados, por exemplo — sejam viáveis e aderentes. E, nisso, a tecnologia de gestão com certeza pode ajudar.

A questão da produtividade e a missão do RH: como alavancar o desempenho da equipe?

A missão de potencializar o desempenho do time é, sem dúvida, uma parte essencial da gestão de pessoas. Ao contar com profissionais focados em um objetivo comum, bem como ao estimular o senso de entrega e ao dividir a responsabilidade pelos resultados atingidos, a empresa tende a registrar um crescimento maior — além de mais perene e sustentável.

Cabe ao RH, enquanto departamento estratégico, desenvolver táticas eficientes para incutir no time a postura produtiva. É preciso apelar para dados concretos tanto quanto para sentimentos verdadeiros. Para isso, algumas dicas são valiosas e, ainda que não convencionais, demonstram mudanças significativas assim que aplicadas..

 

1. Compartilhe informações

O valor do pertencimento já foi recorrentemente atestado por potências corporativas. Hoje, é importante que o colaborador entenda que seu trabalho influencia diretamente nos resultados da empresa, em uma convergência inequívoca do individual para o coletivo.

Com o objetivo de maximizar a ressonância de uma mensagem integradora, o RH pode lançar mão de uma tática bastante simples, mas com alto poder de mobilização: o compartilhamento de informações. Ao esclarecer quais foram os retornos obtidos, dividindo a responsabilidade com a equipe, é provável que os indicadores ganhem tangibilidade e tenham mais aderência à rotina dos funcionários.


2. Crie metas com embasamento

Diretamente ligada ao aspecto anterior está, também, a preocupação com a escalada operacional. Afinal, informações são poderosas e dizem muito, mas precisam estar atreladas a projetos concretos para que sejam exploradas em seu máximo potencial. Por isso, os dados internos, além de compartilhados, devem ser empregados na construção de metas transparentes e motivadoras — nem fáceis, nem impossíveis.

Quando a equipe se integra aos anseios da organização, enxergando seu papel no desenvolvimento da companhia, é mais fácil propagar objetivos comuns. Neste âmbito, o RH deve assegurar a relevância de suas métricas e a confiabilidade de seus indicadores, reunindo o time em torno de um desafio que é de todos.

É essencial frisar, ainda, que a frequência é um atributo importante ao sucesso da gestão de pessoas. Certifique-se de criar periodicidade na divulgação de informações e na atualização de métricas, reiterando o valor da participação da equipe.

 

3. Alinhe a gestão de tarefas à gestão de equipes

A dificuldade em enxergar a relevância das pequenas conquistas para o volume da meta organizacional é, por vezes, um dos principais entraves aos resultados de excelência. É justamente por isso que a gestão de pessoas precisa estar diretamente associada à gestão efetiva de tarefas — e  à visualização rápida, geral e cristalina do andamento delas.

Para maximizar o envolvimento do time e garantir uma postura proativa, é válido investir na atualização constante dos principais indicadores de performance. Gráficos automatizados, incorporados ao sistema que integra todos os departamentos da companhia, são ferramentas poderosas para transmitir o andamento da operação de forma simples e direta, por exemplo.

 

4. Monitore e proponha soluções

Fica a cargo do RH, como uma de suas atribuições para acelerar o desempenho dos profissionais, a responsabilidade de analisar indicadores, identificar possíveis gargalos e propor soluções para corrigi-los o mais breve possível.

Métricas como taxa de absenteísmo e taxa de turnover, por exemplo, são bons nortes para entender o panorama da empresa sob a ótica dos funcionários: se os números forem altos, é possível que a satisfação esteja abalada. Ações urgentes para amenizar o problema, entendendo as causas e endereçando os reparos, são necessárias ao desenvolvimento orgânico e sustentável do negócio.

 

A tecnologia de gestão: como aprimorar processos, indicadores e resultados?

Em todos os aspectos mencionados — do compartilhamento de dados à reação proativa —, a tecnologia reclama seu papel crucial. Seja para agilizar a extração de informações pertinentes, seja para nortear decisões estratégicas sobre gestão e performance, os recursos de gestão despontam como ferramentas indispensáveis às empresas orientadas a resultados.

O ERP, que centraliza informações e garante a integração de todos os departamentos da empresa, é certeiro para alinhar atividades operacionais e estratégicas, influenciando o desempenho da equipe ao longo da rotina. Aos gestores — de RH e de outras áreas — o software representa a oportunidade de analisar criteriosa e detalhadamente os números operacionais, traçando um panorama realista e viabilizando a construção de um plano eficiente de ação.

A mensagem final, portanto, é bastante clara: produtividade e RH andam juntos, mas só são potencializados a partir de um reforço tecnológico: o ERP. Para desenvolver o time e priorizar o desempenho global da companhia, a gestão de pessoas precisa agregar processos mais automáticos, enxutos e coerentes. Invista!

O Areco ERP promove, estimula e viabiliza decisões mais transparentes e assertivas. Com o apoio de uma operação enxuta e a segurança de uma estratégia consolidada, a missão de otimizar a produtividade do time deixa de ser um desafio intransponível e se torna um objetivo bastante tangível.

 

BÔNUS

Os recursos humanos são, sem dúvida, um dos insumos mais importantes às organizações competitivas. Para administrá-los de forma eficiente, o Areco ERP disponibiliza uma série de ferramentas diferenciadas.

No módulo, também é possível, por exemplo:

  • Arquivar a documentação de feedbacks, favorecendo o rápido acesso às ações de desenvolvimento propostas para o colaborador;
  • Monitorar e evolução de carreira do profissional, registrando datas e promoções de forma pormenorizada;
  • Extrair relatórios completos, com filtros personalizados, para entender tendências de perfil ou indicadores de absenteísmo.

O Areco ERP é a tecnologia ideal para potencializar rotinas internas e externas de RH: ao mesmo tempo em que os gestores desfrutam de pleno domínio sobre as informações de seu quadro de funcionários, as equipes de recursos humanos desempenham rotinas operacionais, principalmente as legais, de forma mais rápida e segura.

As 3 estratégias essenciais para controlar perdas na indústria de Alimentos e Bebidas

As 3 estratégias essenciais para controlar perdas na indústria de Alimentos e Bebidas

Qualquer operação, por menos complexa que seja, está sujeita a desperdícios não planejados. Na indústria de Alimentos e Bebidas, na qual a qualidade é essencial e determinante para a saúde dos negócios, é natural que o controle de perdas seja uma prioridade na otimização de processos.

De forma a garantir uma operação alinhada, enxuta e confiável, mantendo os padrões da linha elevados, é fundamental que os gestores invistam em iniciativas consistentes para gerir, acompanhar e analisar as métricas da produção, assegurando resultados positivos e perenes.

 

Por que é importante controlar as perdas na indústria de Alimentos e Bebidas?

A produtividade é uma questão urgente em todos os segmentos industriais — e não é diferente no setor de Alimentos e Bebidas. Para manter a competitividade e fortalecer as operações do negócio, é imprescindível que os líderes da área zelem pelo alinhamento e pela qualidade dos processos fabris.

Se, no geral, os players industriais já devem atenção às perdas da produção, a preocupação com equívocos na linha tende a ser ainda maior no segmento alimentício. Não seria para menos: mais do que inegociável, a qualidade dos produtos derivados dela é uma questão de saúde e envolve uma série de aspectos que extrapolam a fábrica. Por isso, quaisquer desvios devem ser sumariamente evitados.

No contexto da indústria, desvio significa perda — e essa sequência comprometedora é capaz de causar arrepios nas lideranças corporativas com foco em resultados. Alterações no padrão produtivo podem inviabilizar entregas e, claro, gerar prejuízos volumosos aos caixas (e aos contratos) da empresa.

Para prevenir problemas, cabe otimizar a fábrica e assegurar a conformidade das atividades produtivas. Para isso, o gestor deve lançar mão de estratégias coesas e com alto impacto e resoluto potencial transformador. O controle de perdas deve ser, portanto, uma prioridade dos líderes que respiram produtividade na indústria de Alimentos e Bebidas.

 

Quais são as principais estratégias para controlar perdas?

De modo a prevenir cenários negativos, nos quais perdas e desperdícios são corriqueiros na linha de produção, é importante dispor de projetos e de ferramentas eficientes para dominar a fábrica, garantindo o desempenho de excelência. Confira algumas das principais estratégias para maximizar os resultados da indústria!

 

1. Monitoramento contínuo de estoque

A disponibilidade de insumos é condição essencial para que a operação fabril possa ser executada de forma orgânica e eficiente. Assim, antes mesmo de pensar em produtividade na linha, é preciso reservar especial atenção a processos de compra e armazenagem de matéria-prima.

Para assegurar a suficiência de recursos sem, no entanto, exagerar na armazenagem — imobilizando capital que, se líquido, poderia ser investido em áreas mais estratégicas — é necessário planejar a operação das linhas e mobilizar equipes para que se atenham às demandas da fábrica.

Além disso, o acompanhamento de relatórios atualizados, extraídos periodicamente, é fundamental para que os gestores estejam à frente de seus resultados e possam agir da melhor forma possível frente a suas pendências.

 

2. Padronização das etapas produtivas

A indústria de Alimentos e Bebidas é marcada pela complexidade de sua produção. Como já foi mencionado, a qualidade é um fator crucial e qualquer desvio pode causar transtornos e prejuízos — e, a depender da gravidade da situação, também sanções impeditivas.

Para garantir a conformidade da linha e a excelência dos produtos engendrados, os líderes se voltam à padronização da fábrica, determinando as etapas e detalhando inputs e outputs de cada fase da operação.

Ao conceder aos colaboradores o acesso fácil ao esqueleto de montagem (das quantidades à finalização, semelhante a uma receita completa de bolo), a empresa se certifica de disseminar as melhores práticas e tem condições de requerer retornos mais efetivos e condizentes ao planejamento.

 

3. Acompanhamento analítico de indicadores

As métricas da fábrica devem ser levadas a sérios; afinal, os números indicam a densidade da operação e esclarecem eventuais gargalos produtivos, motivando ações focadas em corrigi-los.

Para os gestores mais engajados, os indicadores de performance (também chamados de KPIs) despontam como mecanismos preciosos: a capacidade de analisar, com base em números críveis e transparentes, o desempenho produtivo frente à capacidade da fábrica é, sem dúvida, um diferencial robusto  na administração mais enxuta e lucrativa.

A partir de relatórios, balanços e análises históricas, é possível cruzar dados e tecer panoramas realistas, entendendo em profundidade quais aspectos podem influenciar (positiva e negativamente) na execução dos processos fabris. Ao dominar o conhecimento estratégico de suas operações, os líderes detêm o poder de aprimorá-las, galgando passos importantes rumo à otimização e à produtividade.

 

O ERP como ferramenta para minimizar perdas na indústria de Alimentos e Bebidas

Os sistemas integrados de gestão possibilitam e endossam uma produção mais eficaz e rentável. Ao centralizar informações, acelerar processos e minimizar o retrabalho, o ERP garante mais poder e mais resultados às empresas contemporâneas.

O Areco ERP é uma ferramenta completa e totalmente aderente às demandas das indústrias de Alimentos e Bebidas. Dentre os benefícios do software ao segmento, destacam-se:

  • o controle de engenharia reversa (quando um insumo resulta em vários produtos e subprodutos);
  • o acesso a informações de produção, viabilizando a formação de custos;
  • formatação de tabelas nutricionais, atendendo às exigências legais para o segmento;
  • emissão e consulta de laudos técnicos sob medida, de acordo com especificações personalizadas.
  • práticas de Qualidade Total (ISO), com domínio de lotes e rastreabilidade de matérias-primas e produtos acabados.

A mensagem final, portanto, é clara: para reduzir perdas, impulsionar retornos e ganhar competitividade, as indústrias de Alimentos e Bebidas precisam investir em seus processos. E, neste aspecto, as que investirem em tecnologia de ponta — um ERP completo e atualizado, por exemplo — estarão à frente do mercado.

Quer saber como podemos ajudá-lo a melhorar a lucratividade da fábrica?

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O ERP como ferramenta para alavancar os ganhos da produção na Indústria 4.0

O ERP como ferramenta para alavancar os ganhos da produção na Indústria 4.0

O setor industrial é responsável por 30% do PIB brasileiro, passa por transformações profundas e precisa se adaptar a mudanças estruturais e estratégicas: a indústria 4.0, marcada pela inovação tecnológica, já é uma realidade.

Entre os gestores mais visionários, o consenso é de que o cenário futuro (que, de fato, já começou) é marcado por excelentes oportunidades de desenvolvimento. Seja na convergência de informações, seja na construção de diferenciais competitivos, é inegável que existem diversos caminhos para o crescimento sustentável — e todos eles passam inequivocamente pela profissionalização gerencial, que, por sua vez, só é possível por meio da tecnologia integrada de gestão.

Alvaro Chaves, CEO da Areco Sistemas Empresariais, é enfático ao afirmar que a indústria 4.0 requer ação imediata. “É tempo de aproveitar as oportunidades para ganhar competitividade, já que a missão de transformar dados operacionais em decisões estratégicas e ágeis continua latente”, pontua o executivo.

O setor industrial é, sem dúvida, cada vez mais profícuo em soluções otimizadas. O ERP, sistema que interliga todas as áreas do negócio e automatiza processos internos, possibilitando o ganho de performance e robustecendo os resultados corporativos, é uma ferramenta essencial para que a indústria 4.0 possa, em definitivo, operar organicamente no Brasil. A tecnologia precisa ser o presente; caso contrário, pode não haver futuro.

 

 [INFOGRÁFICO] Passo a passo para definir

processos e indicadores na sua empresa

 

 Para manter a competitividade operacional, assegurando o correto direcionamento estratégico do negócio, as lideranças industriais precisam se munir de recursos consistentes, adequados às demandas da empresa e assertivos no propósito de mercado.

Grande parte desses resultados — que, por si só, são capazes de impulsionar os retornos de modo perene e significativo — pode ser obtido a partir da adoção de uma solução robusta, integrada e eficaz. O ERP é um importante catalisador do desenvolvimento da indústria 4.0 e os ganhos com sua correta implantação são inquestionáveis.

 

Principais vantagens do ERP na viabilização da indústria 4.0 do Brasil

No Brasil, de acordo com um levantamento recente da Fiesp, 32% das empresas ainda não ouviram falar da indústria 4.0. Os desafios desse panorama, portanto, são enormes e urgentes: para que o país possa avançar na competitividade industrial, é preciso agir rápido. Os benefícios da tecnologia de gestão abrem caminho para maximizar a performance do setor.

 

Modularidade

A implantação em módulos é a mais adequada à evolução tecnológica quando se considera um cenário de desenvolvimento gradual. E não apenas porque há segmentação de esforços, mas também (e principalmente)  porque viabiliza a otimização de recursos.

O ERP, enquanto mecanismo de profissionalização administrativa, pode ser implantado em módulos, a depender das necessidades do negócio. Do chão de fábrica à visão analítica, todas as áreas devem ser contempladas com a injeção estratégica proporcionada pela tecnologia de gestão.

 

Descentralização

O software de gestão, quando em atividade, contribui frontalmente para desburocratizar a operação, conferindo mais autonomia e agilidade aos processos internos. Neste contexto, os gestores empoderam suas equipes e delegam responsabilidades com mais segurança e coerência.

Ao padronizar processos e eliminar o retrabalho, o ERP descentraliza o acesso a informações essenciais e permite que a gestão orientada a resultados deixe de ser uma particularidade liderança, passando a ser uma responsabilidade de todos os profissionais envolvidos.

 

Monitoramento real time

As análises corporativas ganham consistência e assertividade a partir dos recursos tecnológicos. Uma vez estabelecidos e padronizados, os indicadores operacionais podem ser facilmente visualizados pelas lideranças, garantindo o controle em tempo real.

O ERP disponibiliza uma ampla gama de relatórios e balanços, facilitando o acompanhamento de métricas e estimulando a avaliação transparente dos resultados da fábrica. Foi-se o tempo em que era preciso esperar o fim de um ciclo para emitir balanços: com a tecnologia de gestão, o monitoramento é constante e flexível.

A operacionalização da indústria 4.0 avança a passos largos e as unidades brasileiras precisam se adaptar. De acordo com relatório da Confederação Nacional da Indústria (CNI), mais de 41% dos setores industriais brasileiros têm urgência na adoção de tecnologias digitais, sob o risco iminente de perderem competitividade de modo alarmante — e talvez irremediável.

Da mesma forma, estima-se que as companhias incapazes de implantar tecnologias sistêmicas, tais como o ERP, terão 2x mais chances de perderem mercado em função da falta de agilidade e de controle operacional.

Mais uma vez, uma postura gerencial voltada ao aprimorando operacional e ao fortalecimento estratégico reforçam sua relevância. Para que estejam aptos a desbravar o cenário da indústria 4.0 e possam tomar decisões mais assertivas, os gestores precisam contar com a tecnologia de gestão. E mais: amanhã pode ser tarde; faça hoje.

Para saber como o Areco ERP pode viabilizar a evolução da sua indústria, colocando-a no contexto 4.0 de forma ordenada, modular e consistente, entre em contato agora mesmo!
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Saiba como a Areco contribui para a evolução na Indústria 4.0 na Sensor do Brasil:

Os 3 principais desafios das indústrias de Aço e Metal

Os 3 principais desafios das indústrias de Aço e Metal

As indústrias de Aço e Metal têm grande representatividade na economia brasileira. De acordo com dados do Instituto Aço Brasil, o país foi, em 2017, o 5º maior exportador líquido de aço bruto (subtraídas as importações das exportações) do mundo, produzindo mais de 34 milhões de toneladas. A indústria metalúrgica, por sua vez, também tem forte influência no desenvolvimento econômico do Brasil e, segundo o DataViva, gera quase 300 mil empregos diretos.

É natural que, diante de números tão expressivos, os olhos se voltem às potencialidades do setor e acirrem a concorrência do mercado. Para manter a competitividade e expandir operações, só há um caminho assertivo: inovar e otimizar. E, para isso, a tecnologia desponta como um recurso indispensável.

Vale, portanto, conhecer alguns dos principais desafios à produtividade e à performance das indústrias de Aço e Metal e, a partir disso, lançar mão de estratégias que favoreçam o desenvolvimento global da companhia — e do mercado. Confira!

1. Profissionalizar o chão de fábrica

Nas indústrias de Aço e Metal, a relevância de alavancar a produtividade do chão de fábrica, padronizando e profissionalizando as equipes da planta, é notável e urgente. Afinal, bons resultados operacionais geram retornos significativos e permitem um crescimento positivo e duradouro.

O aprimoramento dos times fabris, ainda que dependa de uma série de fatores estratégicos, está certamente amparado em dois atributos bastante específicos: capacitação de profissionais e disponibilidade de ferramentas.

Enquanto o aprendizado técnico deve ser pensado como um fluxo contínuo de aperfeiçoamento, viabilizado por meio de treinamentos recorrentes e formatado de forma a suprir as lacunas de cada função, as ferramentas de otimização precisam ser incorporadas de modo integrado, permeando todo o workflow e, assim, beneficiando a empresa como um todo.

Ao contar com um software capaz de padronizar as operações da fábrica, automatizando as atividades da linha produtiva, a indústria empodera seus colaboradores e confere mais segurança às demandas de rotina, limitando a interferência sistêmica e reduzindo as chance de erros manuais.

2. Otimizar recursos e resultados

Um sistema integrado de gestão — também conhecido como ERP — é sinônimo de coerência e de produtividade. Uma vez introduzida na rotina da fábrica, a tecnologia contribui diretamente para alavancar o desempenho da companhia, impulsionando resultados individuais (cada colaborador em sua função) e coletivos (cada área em suas entregas).

Para além dos recursos humanos, porém, as possibilidades de otimização são profundas e fazem toda a diferença nos balanços financeiros da empresa. O estoque, por exemplo, é uma área sensível e que exige controle consistente para que permaneça lucrativa.

Quando há falhas no monitoramento da armazenagem, é provável que também haja prejuízos. Excessos no acúmulo de lotes, bem como desorganização nas táticas de escoamento (FIFO, LIFO e FEFO, para citar algumas), são causas diretas de perdas financeiras — e comprometem a lucratividade da indústria.

Para maximizar os retornos, sejam eles humanos ou financeiros, o investimento em mecanismos de tecnologia é fundamental. Por um lado, o software integrado de gestão permite o acompanhamento do estoque em tempo real, controlando-o por unidade selecionada de medida (unidade, quilo ou metro) e, ao mesmo tempo, por peso teórico. Por outro, o ERP garante o acompanhamento dos indicadores homem/máquina, facilitando a identificação de eventuais gargalos.

3. Investir em inovação e tecnologia

Uma indústria capaz de inovar é, sem dúvida, uma empresa apta a prosperar (e não apenas a sobreviver) em um mercado cada vez mais competitivo. Para dar vazão a novos projetos, entretanto, é preciso assegurar a capacidade produtiva da empresa e criar espaço para que novos projetos — produtos ou mercados, por exemplo — sejam postos em prática com sucesso.

Neste âmbito, o ERP funciona como um suporte ao desenvolvimento operacional e estratégico, estimulando e validando inovações que endossam os retornos (e os caixas) da fábrica. Quando os líderes da setor são capazes de enxergar toda a cadeia de modo transparente, contando com o apoio de relatórios claros e atualizados, é mais fácil encontrar gaps e vislumbrar oportunidades de inovação em processos.

Da mesma forma, recursos inovadores inerentes ao sistema também alavancam o desempenho da organização. No Areco ERP, o módulo Comercial sugere um processo dinâmico, no qual há a criação de novos produtos customizados (sob demanda do cliente), automatizando não só a formação de preço, mas todas as demais etapas do processo produtivo. Além disso, no cadastro, o software também admite a especificação de ligas e dimensões, perfis e produtos — incluindo desenhos e croquis.

A Riferplast, especializada em calderaria, estamparia e ferramentaria, é cliente da Areco Sistemas EmpresariaisX anos. Confira o que Miguel, Gerente de Implantação da empresa, tem a dizer sobre os benefícios do Areco ERP nas rotinas da indústria.

 

Por que escolher o Areco ERP para a sua indústria de Aço e Metal?

A resposta é complexa e o melhor seria explicar com detalhes. De forma geral, o Areco ERP automatiza processos, elimina o retrabalho na fábrica e minimiza as chances de erro nas atividades cotidianas — reduzindo, também, o desperdício de tempo. Ao integrar departamentos e consolidar indicadores de performance, o sistema agrega clareza e segurança às decisões estratégicas da indústria.

O Areco ERP é, também, um sistema multi-moedas, multi-empresas e multi-idiomas, disponibilizando uma ampla gama de relatórios, telas gerenciais, suporte à auditoria e concessão de direitos de acesso de acordo com cada perfil de usuário. As atualizações do software são automáticas e contemplam todas as Legislações Federais e Estaduais sem custos adicionais.

 Para entender como podemos ajudar a sua indústria a obter resultados mais consistentes,

Como garantir a conformidade do eSocial e evitar multas em 3 passos

Como garantir a conformidade do eSocial e evitar multas em 3 passos

A obrigatoriedade do eSocial causou certa incerteza entre os gestores, uma vez que exigiu adaptação operacional e sistêmica para assegurar a conformidade dos processos frente aos órgãos regulatórios.

Atualmente, porém, com as fases mais avançadas do projeto já em curso, é natural que a preocupação sofra um deslocamento significativo: em vez de construir cenários possíveis para a entrega dos documentos, analisando opções viáveis, mas ainda hipotéticas, as lideranças devem partir à ação e balizar suas rotinas em novos padrões e novas ferramentas.

Caso haja negligência na entrega das informações internas, o prejuízo é considerável e pode comprometer o fluxo de caixa da empresa. As multas variam de acordo com o desvio — falta de comunicação acerca de férias ou ausência de exames médicos obrigatórios, por exemplo — e podem somar um valor alto, a depender da gravidade e da recorrência do problema.

Para evitar complicações financeiras e transtornos com o Governo, é importante que os gestores estejam conscientes da situação de suas companhias e, assim, ajam de forma transparente e objetiva.

Confira as principais dicas para se manter a par das demandas e garantir o cumprimento das exigências no prazo determinado!

 

1. Dissemine informações entre as equipes

Entender as particularidades do processo e a extensão das obrigações do eSocial é essencial para que as atividades rotineiras sejam eficientemente cumpridas. Por isso, é válido que as equipes — principalmente as diretamente envolvidas nos trâmites do envio — estejam por dentro dos prazos estabelecidos pelo Governo.

A tarefa de informar a equipe, porém, não deve se restringir aos profissionais diretamente responsáveis pela submissão dos dados: quando todo o quadro de funcionários está consciente a respeito das demandas do eSocial e da importância de mantê-las em dia, fica mais fácil obter o comprometimento dos colaboradores.

Pense, por exemplo, em uma das obrigações mais prementes: a atualização cadastral. O eSocial estabelece que quaisquer mudanças de endereço sejam imediatamente comunicadas, via documentação no sistema. O conhecimento do fato, porém, precisa chegar à empresa. Se o funcionário peca em repassar a informação, a organização falha em transmiti-la ao Governo — e a situação pode implicar em multas.

Dessa forma, a necessidade de mobilizar todo o time, ressaltando a importância e abrangência do eSocial, fica cada vez mais evidente. Certifique-se de pontuar que o sucesso da operação também depende do esforço individual de cada um!

 

2. Assegure o entendimento das obrigações e de suas particularidades

Assim que anunciado em bases formais, com prazos cronogramas estabelecidos, o eSocial suscitou um clima de insegurança entre os gestores —  independentemente do porte ou do segmento da empresa que administravam.

As dúvidas eram vastas, dinâmicas e envolviam preocupações complexas. Uma das mais recorrentes dizia respeito ao modo prático de operação, da compilação de dados aos inputs no sistema do Governo. Com a unificação das informações dos trabalhadores (desde o princípio, o objetivo primordial do eSocial) e uma série de novas integrações previstas, podia ficar difícil visualizar o andamento do processo em linhas claras e eficazes.

Para atender às novas demandas e corresponder às exigências fiscais, foi preciso investir em capacitação de equipes. Não convém, porém, cessar o estímulo à aprendizagem após a etapa inicial de entregas: com a implantação ainda em curso e fases complementares oficialmente previstas, os aprendizados são constantes e devem permear a operação de rotina.

Para tanto, é imprescindível que os líderes invistam em profissionalização de processos e forneçam ferramentas consistentes à equipe. Treinamentos, workshops e aperfeiçoamentos, afinal, são formas valiosas de garantir a aderência operacional e manter a confiabilidade dos dados remetidos ao Governo.

 

3. Automatize tarefas e invista em integração de processos

O sucesso do eSocial está, sem dúvida, diretamente associado à qualidade da operação cotidiana. A noção de qualidade, por sua vez, sugere a eficiência e a transparência das rotinas administrativas e de gestão de recursos humanos, assegurando a conformidade da empresa perante as normas do Fisco.

Para evitar transtornos e multas ligadas ao eSocial, a centralização de informações e a integração de rotinas despontam como armas valiosas e indispensáveis. Os gestores precisam entender a urgência de padronizar e automatizar as demandas internas, sob o risco de incorrer em sérios prejuízos fiscais — além de operacionais, ligados aos resultados globais da empresa.

Com o intuito de maximizar a performance e, claro, de manter o fluxo coeso de informações trabalhistas via eSocial, é fundamental que haja investimentos precisos em tecnologia de gestão. Somente ao contar com uma ferramenta robusta, aderente e capaz de concentrar todas as informações do RH — do ponto eletrônico ao ASO (Atestado de Saúde Ocupacional) —, é possível certificar a conformidade da operação frente às exigências do Governo.

O Areco ERP reúne todos os mecanismos para atender plenamente ao eSocial. Todas as informações do funcionário, bem como os dados do vínculo empregatício, são registradas no sistema desde o momento da contratação.

O software está conectado ao Governo e, em poucos cliques, automatiza os envios. Basta que a equipe se certifique da veracidade das informações arquivadas no ERP para que, em poucos minutos, as guias devidas sejam remetidas às instituições responsáveis. A equipe de RH ganha agilidade e os gestores têm a segurança de que lidam com processos transparentes, eximindo a empresa das multas do eSocial.

 

 BÔNUS 

Os recursos humanos são, sem dúvida, um dos insumos mais importantes às organizações competitivas. Para administrá-los de forma eficiente, o Areco ERP disponibiliza uma série de ferramentas diferenciadas.

No módulo, também é possível, por exemplo:

  • Arquivar a documentação de feedbacks, favorecendo o rápido acesso às ações de desenvolvimento propostas para o colaborador;
  • Monitorar e evolução de carreira do profissional, registrando datas e promoções de forma pormenorizada;
  • Extrair relatórios completos, com filtros personalizados, para entender tendências de perfil ou indicadores de absenteísmo.

O Areco ERP é a tecnologia ideal para potencializar rotinas internas e externas de RH: ao mesmo tempo em que os gestores desfrutam de pleno domínio sobre as informações de seu quadro de funcionários, as equipes de recursos humanos desempenham rotinas operacionais, principalmente as legais, de forma mais rápida e segura.

 

 

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Como explorar a capacidade produtiva em uma empresa de serviços?

Como explorar a capacidade produtiva em uma empresa de serviços?

O segmento de serviços é essencial à economia brasileira. Em 2018, a categoria foi destaque na composição do PIB (Produto Interno Bruto) nacional, sendo responsável por 75,8% do montante total. No mesmo período, o setor registrou crescimento de 1,3% e contribuiu diretamente para o resultado final do país: a alta geral de 1,1%.

Para os empreendedores de serviços, porém, os números positivos não devem proporcionar muita tranquilidade. Os gestores têm consciência de que a área é marcada por intensos desafios e, também por isso, a evolução precisa ser constante.

Neste contexto, uma das principais preocupações é justamente a de encontrar mecanismos que permitam o aproveitamento integral da capacidade produtiva. Na prática, isso é possível por meio do ajuste de processos, da eliminação de gargalos e do monitoramento de produtividade.

 

Por que a capacidade produtiva é importante no setor de serviços?

Uma empresa de serviço tem particularidades bastante específicas. Seus resultados derivam de intangíveis e, por isso, a eficiência operacional deve ser sempre elevada às máximas potências.

Considerando as características primordiais da atuação, é fácil perceber que a capacidade produtiva é, na prática, um termômetro inquestionável da qualidade dos processos.

Em um ambiente no qual os resultados são medidos, de forma genérica, em horas de trabalho, o monitoramento de indicadores e a consequente alavancagem de performances são preocupações essenciais ao sucesso e à perenidade do negócio.

Dessa forma, a capacidade produtiva, bem como as estratégias empregadas para potencializá-la, devem se configurar como uma prioridade para os gestores de serviço. Somente ao maximizar o retorno dos recursos empregados — sejam eles físicos, financeiros, humanos ou de tempo —, otimizando processos e rotinas, é possível se destacar como prestador de serviços.

 

Como explorar a capacidade produtiva de serviços?

Uma vez convencidos da importância de voltar a atenção à capacidade produtiva das empresas de serviços, é pertinente apontar estratégias têm alta relevância e eficácia neste contexto do mercado.

Aos gestores da área, cabe a missão de levantar o panorama de seus negócios e de entender quais táticas têm o potencial de tornar o negócio cada vez mais produtivo e rentável. Para tanto, algumas ferramentas de identificação e validação de cenários podem (e devem) ser utilizadas no dia a dia da operação. Confira!

 

1. Automatização de tarefas

A burocracia empresarial tem dois lados distintos, ainda que complementares: da mesma forma com que assegura que processos sejam executados em sequência, valorizando os fluxos de aprovação, também acaba por tornar a operação mais morosa e pode prejudicar a produtividade.

Encontrar o equilíbrio entre as vantagens e desvantagens do sistema é, sem dúvida, um grande desafio. Em uma empresa de serviços, em que o tempo desponta como um poderoso indicativo de desempenho, o excesso de burocracia deve ser combatido com veemência.

Ao automatizar tarefas excessivamente manuais, por exemplo, eliminam-se as demandas rotineiras que, embora consumam um tempo precioso da equipe, não têm valor estratégico e de performance.

Da mesma forma, processos automatizados minimizam a incidência de erros operacionais, alavancando a integridade do negócio e suprimindo eventuais transtornos.

 

2. Capacitação de colaboradores

Em serviços, o capital humano é uma das engrenagem mais importantes ao desenvolvimento do negócio. Levando em conta a característica central do segmento — que é justamente a prestação, usualmente exigindo intervenção humana —, fica nítida a necessidade de aprimorar a equipe com regularidade.

A capacitação técnica e comportamental deve ser uma prioridade das organizações focadas em competitividade. Ao contar com um time mais preparado, ciente dos desafios do mercado e apto a enfrentá-los, a qualidade do trabalho é expressivamente potencializada.

Em função disso, vale programar treinamentos completos e amplos — que partem do reforço às melhores práticas cotidianas e abarcam até as novas tendências do segmento, por exemplo — e convocar o quadro de colaboradores ao aprendizado contínuo.

Os resultados de uma prática efetiva de capacitação são imediatos, mas também perduram no médio e no longo prazo. Os impactos são altamente positivos e fazem toda a diferença!

 

3. Investimento em tecnologia de gestão

As empresas de serviço podem contar com uma aliada importante na máxima exploração da capacidade produtiva de suas operações: a tecnologia de gestão. Os sistemas integrados são catalisadores da produtividade e permitem que os gestores tenham seus indicadores sempre à mão.

Ao centralizar informações, as lideranças se empoderam e tomam a frente de seus negócios. Vale lembrar, ainda, que àqueles que se dedicam à prestação de serviços, os dados internos são ainda mais relevantes para assegurar o correto direcionamento da empresa.

Considere, por exemplo, a análise de margens. Em um panorama marcado pela ausência de tecnologia, é extremamente complexo extrair bases confiáveis para manter ou alterar a estratégia de precificação. É possível, inclusive, que a lucratividade da empresa esteja sendo continuamente dilapidada — e que os gestores ignorem o perigo que põe a operação em risco.

Diante disso, o investimento em um software robusto de gestão não é nada menos do que imprescindível. E lembre-se: não basta automatizar apenas uma parcela do processo (o CRM, por exemplo) e negligenciar as demais rotinas.

Em serviços, mais do que em qualquer outro ramo de mercado, pequenos detalhes determinam a condição dos resultados. Para fazer frente à concorrência acirrada, aperfeiçoando rotinas e conquistando os retornos desejados, é preciso estar à frente das inovações tecnológicas.

 

O Areco ERP nas empresas de serviços

O Areco ERP é a solução ideal para organizações que se dedicam à prestação de serviços. As funcionalidades do software atendem às demandas do segmento e contribuem de diretamente para otimizar os mecanismos de gestão.

Em poucos cliques, é possível criar layouts customizados de propostas e ajustar a atualização automática de contratos — inclusive com suporte a múltiplos indexadores. Além disso, todo o controle financeiro (do fluxo de caixa às margens de contribuição) é didático, transparente e efetivo.

Para entender tudo o que o Areco ERP pode fazer pela sua empresa, entre em contato