Como saber a hora certa de seu sistema antigo passar a bola

Como saber a hora certa de seu sistema antigo passar a bola

Há uma semelhança fundamental entre as empresas e as pessoas. As organizações em atividade, assim como os indivíduos de carne e osso, passam por diferentes estágios de desenvolvimento ao longo da vida. Ambas estão em contínua busca por soluções efetivas aos desafios da jornada e, em menor ou maior grau, têm consciência de que é preciso amadurecer e se reinventar.

No mercado, nenhum negócio — independentemente do porte ou do segmento em que atue — pode ser estático. A alta concorrência exige que as empresas estejam aptas a inovar, aprimorando produtos e serviços com agilidade e eficiência. A tecnologia, enquanto catalisador de resultados, é um recurso essencial aos gestores focados em competitividade e, por isso, jamais deve ser negligenciada.

É importante que os líderes corporativos estejam à frente de suas operações e, com base em números críveis, possam acompanhar o crescimento da empresa. Seja ao tomar uma decisão de investimento, seja ao optar pela ampliação do portfólio de produtos, por exemplo, é essencial que a Diretoria se engaje na missão de otimizar rotinas e alavancar performances — e, muitas vezes, a substituição do ERP é, além de inevitável, também totalmente benéfica.

 

Por que a tecnologia de gestão é tão importante?

Uma pesquisa recente, divulgada pela IDG Research Services, é útil para entender o poder e o alcance dos softwares corporativos. De acordo com o levantamento, empresas que usam ERP crescem 35% mais rápido e são até 73% mais produtivas. A mesma fonte sinaliza que a tecnologia de gestão aumenta a produtividade operacional em 10%, em média.

Os números, por si só, evidenciam a relevância da tecnologia enquanto ferramenta de alavancagem de negócios. Um ERP aderente, preparado para atender às demandas da empresa, é um aliado indispensável no desenvolvimento da organização.

À medida que a companhia cresce, é comum que o grau de exigência — e a complexidade operacional — acompanhe as mudanças. Quando há sinais de que o sistema em operação já não é suficiente para atender à demanda interna, é preciso acionar o alerta e agilizar a substituição.

 

Como identificar se é o momento de substituir o ERP?

Na maioria dos casos, a substituição do ERP deixa de ser uma escolha para, em vez disso, tornar-se uma condição primordial para perpetuar a saúde e a lucratividade do negócio.

É importante que o gestor esteja atento aos outputs internos e seja capaz de enxergar os aspectos que dão força à necessidade de avançar tecnologicamente, migrando os dados da empresa para um software mais robusto e adequado ao panorama da companhia.

 

1. As falhas são recorrentes

Os desvios operacionais devem ser combatidos com vigor. Falhas na produção ou equívocos na administração podem causar prejuízos consideráveis e comprometer a lucratividade da empresa.

Erros recorrentes, porém, geralmente são um indicador de que algo está desajustado na rotina ou nos recursos da organização. A melhor forma de encontrar a raiz dos problemas e investigar os fluxos de trabalho e enxergar onde estão os gargalos.

Não é raro encontrar situações nas quais as falhas constantes estão ligadas à insuficiência tecnológica. Vale rever os padrões e examinar possíveis incompatibilidades do ERP atual.

 

2. É preciso manter controles paralelos

O sistema de gestão é, em sua essência, um integrador de áreas. O ERP centraliza as informações e permite que todos os departamentos interajam de forma prática, segura e transparente.

Quando a utilização de ferramentas paralelas, dissociadas do software, começa a ter caráter indispensável na execução de tarefas cotidianas, é preciso reavaliar a robustez da tecnologia e, claro, as necessidades da equipe.

Lembre-se de que um grande volume de dados fora do sistema significa lacunas perigosas nas análises estratégias. A tomada de decisão, nesse caso, fica seriamente comprometida.

 

3. Não há integração e automatização de tarefas

A essa altura, é evidente que um dos maiores benefícios de um software empresarial é justamente a integração orgânica dos setores internos. A tecnologia permite que inputs da equipe de Recursos Humanos, por exemplo, reflitam instantaneamente no Financeiro — e no Fluxo de Caixa do negócio.

Se, com o sistema atual, é necessário que a equipe interfira demais no processo, repassando informações informal e manualmente, cabe ponderar se a solução é suficientemente assertiva.

É válido reforçar que a tecnologia e os processos devem caminhar juntos, em uma mesma direção, para que a organização possa amadurecer seus processos e, claro, gerar frutos cada vez mais expressivos.

 

 Tá na hora do seu ERP antigo passar a bola

 

Blog  Como saber a hora certa de seu sistema antigo passar a bolaIlustração: Matheus Augusto © 2019 Software ERP de gestão | Areco Sistemas Empresariais

 

O Areco ERP é o ERP ideal para o seu negócio

O Areco ERP é a tecnologia que acompanha empresas e pessoas, favorecendo o desenvolvimento operacional enquanto robustece a capacidade estratégica do negócio. O ERP automatiza processos, elimina o retrabalho e minimiza as chances de erro nas atividades rotineiras, integrando departamentos e agregando valor aos processos corporativos.

Do BackOffice ao Frente de Loja, o Areco ERP centraliza informações e facilita o manejo de dados, permitindo que os líderes estejam sempre na dianteira de suas operações.

Além disso, o software dispõe de mais de 2.000 relatórios na base e conta com um recurso exclusivo de modelagem autônoma de dados, o Areco Manager. Com ele, profissionais capacitados podem customizar telas, relatórios e dashboards de forma rápida e independente.

Para entender por que o Areco ERP é seu próximo software de gestão,
Fale com um consultor!
(19) 3849-4355
contato@areco.com.br

Integração & Produtividade

Integração & Produtividade

A tecnologia de gestão deve ser uma prioridade entre os negócios que buscam crescimento e lucratividade. A partir de recursos focados em otimização de processos e maximização de performances, os gestores são capazes de tomar decisões mais coerentes à realidade e às ambições da empresa.

Neste contexto, uma operação mais integrada é, também, mais ágil e confiável. A interação das áreas e a centralização de dados diminuem a incidência de erros e evitam o retrabalho. O resultado imediato disso é uma rotina mais eficiente, enxuta e produtiva.

O ERP é um catalisador de performances. As funcionalidades do software conferem integração aos departamentos, aumentam a segurança dos dados e maximizam a produtividade do time. A mudança — que é altamente positiva e democrática, atingindo todas as unidades de negócio — acontece já no curto prazo e tem efeitos duradouros.

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Ao baixar o infográfico preenchendo o formulário acima, você:

  • entenderá a importância da integração e da produtividade na rotina empresarial;
  • saberá qual é o papel do ERP enquanto facilitador de resultados mais expressivos;
  • acessará importantes dados de mercado sobre integração, produtividade e tecnologia.

Aproveite a leitura e mantenha o material à disposição — recorrendo a ele sempre que precisar. Boa leitura e bons insights!

ERP integrado x sistemas separados: o que é mais efetivo para o seu negócio?

ERP integrado x sistemas separados: o que é mais efetivo para o seu negócio?

A tecnologia de gestão é, já há algum tempo, um recurso essencial à sobrevivência das empresas contemporâneas. Mais do que um diferencial competitivo, capaz de conferir segurança e agilidade às rotinas corporativas, os softwares garantem a legalidade da operação — facilitando, por exemplo, o envio de relatórios fiscais obrigatórios — e endossam o desenvolvimento do negócio, eliminando o retrabalho e reduzindo a incidência de erros.

Os sistemas de gestão são, portanto, grandes aliados da administração focada em resultados. De forma geral, a tecnologia é capaz de unificar dados, agilizar rotinas, automatizar operações e melhorar a capacidade de resposta frente aos desafios do mercado. Não seria equivocado dizer que, hoje, a ausência de um sistema gera incertezas e aumenta os riscos operacionais — tudo o que um líder não quer.

Uma vez esclarecida a relevância da tecnologia de gestão, cabe suscitar uma questão análoga e igualmente importante: tecnologias integradas e sistemas descentralizados funcionam da mesma forma e agregam os mesmos benefícios? Antes de qualquer decisão equivocada, vale a pena explorar um pouco mais.

 

Por que integrar é importante?

A integração operacional é assunto recorrente entre os gestores modernos. A interdependência interna, que pressupõe a ligação direta e/ou indireta de todas as áreas do negócio, é uma realidade inquestionável. Se uma empresa deseja desenvolver processos e maximizar resultados, certamente deve considerar a sinergia e a agilidade na troca de informações entre seus diversos profissionais e departamentos.

Quando os processos estão dissociados (e os sistemas são separados), é comum que erros sejam mais recorrentes no cotidiano de trabalho. Imagine, por exemplo, o setor de Compras interagindo com a área de Estoque. Os profissionais responsáveis pela aquisição de insumos — sejam eles matérias-primas ou produtos de revenda — precisam estar a par dos níveis de armazenagem, evitando a superlotação e a depreciação de produtos. Se, porém, não houver integração entre as áreas, fica difícil garantir a veracidade e a pertinência das informações: neste caso, o acompanhamento em tempo real, bem como a análise da demanda sazonal, é fundamental para garantir a melhor performance operacional.

O panorama de interdependência se estende a todos os demais setores do negócio. A área financeira, por exemplo, depende do desempenho comercial e conta com as projeções do Fluxo de Caixa (mais precisamente em Contas a Receber) no momento de  endereçar investimentos ou de sinalizar contenções. Se os sistemas forem alimentados separadamente, sem conexão direta, certamente haverá mais ruídos e falhas ao longo do processo.

Na prática, para a empresa funcione é preciso que  todos os departamentos troquem informações claras, confiáveis e atualizadas. Para isso, a integração é indispensável.

 

O que torna o ERP integrado mais efetivo?

O ERP (Enterprise Resource Planning) é o recurso ideal para as empresas que buscam o crescimento enxuto, orgânico e sustentável. Afinal, somente ao dominar as operações de modo completo, íntegro e transparente, recorrendo a dados internos sempre que for preciso deliberar, é possível construir diferenciais competitivos que potencializem a competitividade.

O monitoramento de ponta a ponta, da emissão de contratos ao atendimento pós-venda, só é viável por meio da tecnologia. A complexidade das organizações modernas exige que os líderes disponham de ferramentas integradas, capazes de facilitar o acesso a dados estratégicos do negócio e de conferir mais segurança às táticas adotadas. O ERP é o instrumento que viabiliza o controle gerencial enquanto alavanca a performance das operações.

 

Quais são os principais benefícios do ERP?

A implantação de um sistema robusto e integrado evoca uma série de vantagens que, além de imediatas, perduram no longo prazo. Ou seja: o ERP é mais do que uma tecnologia indispensável; é, na verdade, em função de seu caráter estratégico e perene, um parceiro essencial aos negócios.

 

Gestão uniforme

Um ERP aderente garante que todas as áreas do negócio conversem sem ruídos. Isso significa que a troca de informações é facilitada e que o gestor, em sua missão analítica, é um dos maiores beneficiados com esse nível de integração.

A gestão uniforme assegura que haja coerência total de processos e que a operação possa ser escalada, rendendo resultados cada vez mais consistentes e expressivos.

 

Menos erros, menos retrabalho

Rotinas excessivamente manuais estão muito sujeitas a erros. Quando é preciso redigitar pedidos, por exemplo, é comum encontrar equívocos recorrentes na documentação. O ERP, por sua vez, é uma ótima alternativa para amenizar (e mesmo eliminar) o problema.

Ao automatizar o fluxo de trabalho — da formalização do pedido à separação logística e à emissão da NF, por exemplo —, o software torna as informações mais confiáveis e as equipes mais produtivas.

 

Acompanhamento de performances

Por falar em produtividade, o monitoramento de desempenhos é parte importante da gestão otimizada. Para o líder, a facilidade de verificar indicadores, dashboards e gráficos de performance faz toda a diferença no momento de tomar as melhores decisões.

O ERP integra os dados operacionais e os consolida de forma a agilizar a compreensão dos cenários. Se, por exemplo, no caso de uma empresa de serviços, há poucos negócios sendo fechados durante o mês, é válido avaliar as métricas do ciclo de vendas para, só então, tentar detectar algum gargalo no processo — ou na abordagem do time.

O Areco ERP é sua melhor opção

A tecnologia de gestão é a grande aliada dos líderes de alta performance. O panorama é justificável na medida em que o ERP, ao integrar fluxos e operações, empodera os profissionais por meio dos dados.

Não se tratam, entretanto, apenas de indicadores de performance que medem o desempenho das atividades-fim. Há, também, as métricas de consulta, que servem como uma bússola capaz de apontar se a direção que está sendo percorrida é, de fato, a desejada.

Os sistemas de gestão são ferramentas indispensável para permitir e endossar a administração previsível, uma vez que evidenciam desvios — os quais devem ser prontamente corrigidos — e oportunidades, que devem ser aproveitadas imediatamente.

O Areco ERP é a solução ideal para a gestão previsível, orientada a resultados. O software é modular, integra todo o workflow empresarial e oferece uma gama de mais de 2.000 relatórios gerenciais. Todos esses recursos têm objetivos muito nobres: intragar todas as áreas do negócio, simplificar as rotinas, automatizar as operações e maximizar a performance da equipe.

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O ERP na gestão financeira: como tomar as melhores decisões

O ERP na gestão financeira: como tomar as melhores decisões

O departamento financeiro é uma área bastante sensível, mas também altamente estratégica. A boa gestão dos recursos monetários, assim como a eficiência no planejamento de despesas e investimentos, é indispensável à saúde de qualquer negócio, independentemente do porte ou do segmento em que atue.

A transparência financeira, obtida por meio de processos coesos e orgânicos, é fundamental na operação cotidiana do setor. A missão de administrar os números da empresa — acompanhando a movimentação de valores e assegurando a viabilidade dos processos — é, além de prioritária, também uma questão de sobrevivência.

A tecnologia de gestão é, neste contexto, uma ferramenta valiosa aos gestores da área. Ao facilitar o acesso a análises complexas (por séries históricas ou períodos predefinidos, por exemplo) e ao permitir a extração de informações atualizadas (via dashboards, gráficos e relatórios customizados), o ERP maximiza o controle da operação e garante mais autonomia e segurança na tomada de decisão.

Um dos maiores desafios financeiros da atualidade é justamente a capacidade de otimizar procedimentos e resultados. Para ser capaz de entregar números cada vez mais expressivos e exponenciais, os gestores financeiros devem voltar os olhos aos mecanismos de que dispõe — e às oportunidades que estão deixando passar.

 

O ERP na gestão financeira

A tecnologia ganha cada vez mais espaço na rotina empresarial. Da produção ao comercial, recursos de gestão que agreguem agilidade e efetividade aos processos são essenciais para manter a competitividade e perseguir lucros mais robustos. Na área financeira, responsável por manter o negócio no azul e viabilizar o crescimento em escala, não é diferente: o ERP é um aliado unânime entre os líderes mais engajados.

Um software integrado é, portanto, a resposta mais assertiva para entraves comuns a quaisquer negócios. Ao integrar departamentos e ao centralizar informações, o ERP retifica a lisura dos dados e elimina o retrabalho. No financeiro, o sistema automatiza operações-chave, tais como a programação de Contas a Pagar, a Receber e a conciliação bancária, minimizando a incidência de erros manuais e acelerando as entregas da equipe.

Na prática, a utilização de um ERP aderente e adequado às rotinas do negócio pode mudar completamente a direção da empresa. Uma vez padronizadas e organizadas em um fluxo operacional eficiente, as demandas financeiras são executadas de modo mais prático, eficaz e seguro. Ganha-se em produtividade e, consequentemente, angariam-se resultados mais volumosos.

 

A influência do ERP nas decisões financeiras

Um software integrado, robusto e transparente é um catalisador das boas decisões monetárias. Para lidar com as finanças corporativas da forma mais otimizada possível, é importante que as operações estejam centralizadas e os dados estratégicos permaneçam à disposição do gestor — bastam alguns cliques, por exemplo, para que a projeção do Fluxo de Caixa sem visualizada no ERP.

Neste cenário, o líder protege os recursos do negócio e delibera com mais propriedade e eficiência. A tecnologia de gestão, portanto, promove e endossa processos mais aderentes à realidade da empresa e mais condizentes aos seus objetivos financeiros. Confira, agora, algumas das decisões que podem ser positivamente impactadas pelo ERP!

1. Decisões de investimento

Direcionamentos estratégicos também estão sob a responsabilidade da área financeira. Como, quando e onde aplicar os recursos — além da quantia máxima disponível — são definições que impactam diretamente nas operações do negócio, do chão de fábrica ao RH.

No ERP, é possível identificar uma série de variáveis pertinentes às decisões de investimento de forma simples, rápida e confiável. No caso da produção, por exemplo, o custo da matéria-prima e a demanda de mercado podem ser analisadas de acordo com a sazonalidade, garantindo uma perspectiva mais sólida acerca dos ciclos posteriores.

2. Decisões da cadeia de suprimentos

Em se tratando de produção, é válido mencionar que as decisões de suprimentos também estão diretamente associadas às deliberações financeiras. O Fluxo de Caixa, por exemplo, quando automatizado e completo, destaca as oportunidades de negociação com fornecedores e pode render economias volumosas ao caixa do negócio.

Além disso, custos de estoque sob controle indicam que a depreciação está sendo corretamente monitorada e que a sistemática de escoamento permanece efetiva. Cabe ao gestor financeiro, apoiado pela tecnologia de gestão, supervisionar a eficácia operacional.

3. Decisões de receitas e despesas

O ERP integra e automatiza as rotinas de Contas a Pagar e Contas a Receber, otimizando o tempo da equipe e suprimindo eventuais erros operacionais. Além disso, a tecnologia do software age de forma ainda mais profunda: as decisões estratégicas de todos os departamentos — seja aumentar o quadro de funcionários, seja implantar uma nova política comercial — devem ter respaldo na situação e na projeção monetária da organização.

Ao prever receitas e despesas por meio do Fluxo de Caixa, por exemplo, e empresa evita transtornos no pagamento e pode programar seus pagamentos e recebimentos, evitando a incidência de juros. Esse processo garante liquidez, eficiência e alta performance não apenas ao departamento financeiro, mas a todas as áreas do negócio.

 

O Areco ERP na gestão financeira

O Areco ERP é uma solução completa para a gestão enxuta e assertiva dos processos contábeis, fiscais e financeiro. O módulo correspondente, totalmente integrado às demais áreas do negócio, confere mais agilidade e eficiência às operações cotidianas, facilitando os registros tanto quanto as análises.

Na prática, o Areco ERP automatiza regras de integração financeira e contábil para rotinas de contas a pagar, contas a receber, estoque, ativo fixo e faturamento promovem e favorecem uma visão ampla do negócio, garantindo decisões mais acertadas e transparentes.

O fluxo de caixa, por sua vez, desponta como um diferencial interessante do software: online e totalmente integrado, o relatórios de controle explora diversos níveis de detalhes dos dados e pode ser analisado sob diversas perspectivas e objetivos. O resultado dessa flexibilidade é uma gestão mais profissional, eficiente e lucrativa.

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Como a tecnologia de gestão ajuda a fidelizar clientes?

Como a tecnologia de gestão ajuda a fidelizar clientes?

Cada vez que vai às compras, o consumidor encontra uma grande diversidade de marcas às quais pode recorrer para solucionar o problema que o motivou a buscar novas soluções. Esse panorama é real no varejo — em que a fidelidade às marcas vem caindo ano após ano — e também no cenário de vendas B2B, no qual a construção de parcerias sólidas e duradouras é um desafio cada vez mais importante às empresas com foco em competitividade.

Uma pesquisa recente, publicada pela Accenture, quantificou as mudanças. De acordo com a análise, 80% dos consumidores estão reduzindo sua fidelidade a marcas e empresas, comprometendo a lucratividade das organizações. Para a consultoria, os programas de retenção, da forma como foram concebidos e do modo como vigoram, se tornam cada vez menos eficientes para criar e manter um relacionamento perene.

Fica evidente, portanto, a necessidade de repensar estratégias corporativas e de rever recursos e ferramentas empregados na missão de nutrir parcerias efetivas. Neste contexto, a tecnologia de gestão, enquanto instrumento de otimização e controle, desponta como um aliado indispensável à alta performance operacional e à rentabilidade do negócio.

 

A importância do ERP na fidelização de clientes

A fidelização de um cliente é, sem dúvida, o reflexo positivo de uma longa jornada. Para ser capaz de reter, primeiro é preciso atrair e, em seguida, encantar — oferecendo excelência e qualidade no produto vendido ou no serviço prestado. O desafio é constante e, em função da volatilidade do mercado, também precisa ser continuamente revisto e aprimorado.

Não seria equivocado dizer, portanto, que o ERP tem papel chave na dinâmica da fidelização. A partir das ferramentas disponíveis, o software confere mais assertividade e segurança às decisões estratégicas, promovendo um ambiente onde é possível controlar variáveis, identificar oportunidades e maximizar desempenhos. O sistema integrado de gestão permeia todo o workflow e alavanca os resultados de cada etapa da operação, favorecendo a fidelização de clientes satisfeitos.

 

As estratégias de fidelização viabilizadas pelo ERP

A essa altura, fica evidente que a tecnologia integrada de gestão promove ganhos expressivos na rotina corporativa — o que também acontece, é claro, no esforço da fidelização. O ERP reúne uma série de funcionalidades que auxiliam os gestores a identificar problemas, vislumbrar oportunidades e catalisar decisões que podem gerar excelentes vantagens competitivas.

A fim de construir e solidificar uma estratégia eficaz de retenção, é pertinente observar os recursos disponíveis, avaliar o panorama do negócio e endereçar processos mais coesos e alinhados. O software de gestão, por sua vez, contribui para a padronização operacional, elimina o retrabalho e maximizar o desempenho da equipe na meta comum. Confira algumas das principais táticas viabilizadas pela tecnologia!


1. Agilidade à equipe de vendas

O processo comercial é complexo — e essa realidade é verdadeira para a maioria dos segmentos empresariais. Uma vez concluída a missão de atrair o consumidor à marca (ou à loja, no caso do varejo), é preciso aproveitar a chance de encantá-lo, conduzindo-o à aquisição do produto ou serviço o mais breve possível.

Um sistema integrado de gestão agrega muitas vantagens à abordagem comercial. Em primeiro lugar, agiliza a consulta de estoque e confirma a disponibilidade (ou a previsão de chegada de um item). Além disso, também facilita a elaboração de propostas e contratos, automatizando a soma dos itens relacionados e os eventuais descontos concedidos sem incorrer em erros manuais.

Para o caso de vendas em campo, o ERP se posiciona como um instrumento ainda mais imprescindível: a partir de aplicativos em dispositivos móveis, é possível dar sequência à venda — criando cadastros, gerenciando listas de preços e formatando propostas — de forma remota, integrando-o diretamente ao sistema na matriz da empresa. Sem retrabalho, sem equívocos de digitação.


2. Precificação estratégica

A precificação é, sem dúvida, um fator primordial para o sucesso do negócio. Isso se dá não apenas pela necessidade de acomodar custos e lucros, mas também pela urgência de transmitir ao consumidor a excelência da oferta. Um cliente satisfeito — com a proposta de valor do que adquiriu, considerando qualidade e preço — é um cliente fidelizado em potencial.

Neste contexto, o ERP tem vasto impacto na estratégia de precificação das organizações competitivas. Ao centralizar todas as informações do negócio, o sistema se torna um valioso repositório de dados: a partir dele, é possível consultar e avaliar indicadores-chave, de caráter interno, para o processo de precificação, tais como:

  • custos e despesas;
  • margem pretendida;
  • perfil de público.

Uma vez dispondo de relatórios e dashboards atualizados, o líder pode (e deve) consultar sua base para deliberar acerca das movimentações mais acertadas. O preço é fator primordial na decisão de compra e deve ser encarado com bastante seriedade.


3. Atenção ao pós-venda

O relacionamento com o cliente não se encerra no momento em que a compra foi finalizada. Pelo contrário! Assim que há a conversão, é preciso pensar em estratégias de recompra e de fidelização. O pós-venda, portanto, desponta como uma preocupação inadiável às empresas que almejam o crescimento e a expansão de suas operações.

Para isso, o ERP também se mostra eficiente: um CRM integrado ao software é uma ótima maneira de potencializar a proximidade com o cliente e, a partir de ações transparentes, alavancar os retornos do relacionamento. Segundo um estudo da Bain & Co, 52% dos gestores que contam com um CRM atingem suas metas comerciais, contra 40% daqueles que não dispõem do recurso. Os números são significativos e devem ser considerados na estratégia de fidelização.

Diante disso, é válido pontuar que um CRM integrado ao ERP possibilita o enriquecimento da base de dados da companhia e a torna acessível aos gestores comprometidos com direcionamentos eficazes. Assim, é possível consultar métricas — tais como sazonalidade de compra para determinado perfil de cliente, por exemplo — e estabelecer diretrizes mais orgânicas, certeiras e lucrativas.

 

O Areco ERP

O Areco ERP é a tecnologia que acompanha empresas e pessoas, favorecendo o desenvolvimento operacional enquanto robustece a capacidade estratégica do negócio. O ERP automatiza processos, elimina o retrabalho e minimiza as chances de erro nas atividades rotineiras, integrando departamentos e agregando valor aos processos corporativos.

Da prospecção ao pós-venda, o Areco ERP centraliza informações e facilita o manejo de dados, permitindo que as lideranças estejam à frente de suas operações de forma sistemática e eficaz. O software agiliza a emissão de contratos e potencializa os desdobramentos do CRM, por exemplo, reunindo detalhes importantes da base de clientes e, a partir de ações simples, também endossando ações capazes de fidelizá-los com mais assertividade e resultados — no curto, no médio e no longo prazos.

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A automatização de processos em 3 passos

A automatização de processos em 3 passos

Uma das maiores preocupações dos gestores contemporâneos é, sem dúvida, a otimização de processos. No dicionário, o verbo otimizar diz respeito à iniciativa de “tornar ótimo” e de “determinar o valor ótimo de uma grandeza”. Na prática, a busca pela otimização evidencia a preocupação com o presente e também com o futuro operacional: ao mesmo tempo em que é necessário garantir a saúde do negócio, aplicando recursos disponíveis de modo íntegro e enérgico, também é preciso construir uma base sólida de crescimento, garantindo a perenidade da organização nos anos vindouros.

Neste contexto, é natural (e até mesmo indispensável) que as lideranças corporativas se voltem a mecanismos capazes de alavancar rotinas e maximizar resultados. A automatização de processos, enquanto ferramenta para reduzir custos e potencializar desempenhos é, de fato, um aparato valioso ao desenvolvimento da empresa.

No intuito de promover uma operação otimizada — do início ao fim da cadeia, agregando valor e agilidade a todas as etapas produtivas —, algumas decisões simples, ainda que de impactos profundos, contribuem para arquitetar um panorama favorável à eficiência interna.

1. Conheça e controle seus processos de ponta a ponta

O domínio operacional é fundamental à sobrevivência no mercado. Gestores que desconhecem os padrões de funcionamento de seus procedimentos — ignorando eventuais gargalos tanto quanto possíveis oportunidades de melhoria — perdem chances valiosas de otimizar operações, de minimizar perdas e, claro, de alargar margens.

Para fazer frente a uma concorrência cada vez mais acirrada, o controle de processos é indispensável. Por “controlar”, depreende-se a iniciativa de formatar padrões de excelência, implantá-los com eficácia e monitorá-los recorrentemente, avaliando indicadores que pontuem a saúde da operação.

Se, por exemplo, uma métrica importante — tais como materiais produzidos em determinado tempo ou produtividade por hora trabalhada — esteja negativa, a ação é urgente: é preciso entender o desvio e corrigi-lo de imediato. Lembre-se de que qualquer desvio pode ser prejudicial aos resultados corporativos no curto, no médio e no longo prazo.


2. Padronize (e sempre que possível, elimine) etapas burocráticas

Tarefas repetitivas e excessivamente manuais não são apenas maçantes e desmotivadoras, mas também passíveis de erros perigosos. Quando o processo depende, em larga medida, da interferência humana, é comum haver equívocos que impactem negativamente na performance do negócio.

De modo a evitar transtornos e prejuízos, convém padronizar rotinas e burocracias. Sempre que possível, a automatização de tarefas sugere um ganho expressivo em produtividade e em estratégia, uma vez que os profissionais se desprendem de processos repetitivos para se voltar, de fato, ao que realmente agrega valor à organização.

Considere, por exemplo, a emissão de contratos ainda no processo de venda. A personalização do documento, bem como as pendências de envio e acompanhamento, podem ser bastante morosas e demoradas — roubando um tempo precioso de colaboradores estratégicos. Ao padronizar o processo, sistemas de gestão são capazes de automatizar ao máximo as tarefas rotineiras, maximizando a performance da equipe.


3. Monitore os indicadores e agilize respostas

Os indicadores de performance (ou KPIs) são recursos essenciais à produtividade e à competitividade das empresas modernas. Cabe aos líderes corporativos, em sua missão de nortear operações e estratégias, o compromisso de estabelecer métricas consistentes e de acompanhá-las com transparência e regularidade.

Se o objetivo é automatizar processos, vale reforçar a relevância dos KPIs: o controle de resultados impede que rotinas improdutivas (ou mesmo nocivas) sejam mantidas e possam comprometer a saúde do negócio. Quando o gestor se aproxima e se apropria dos indicadores operacionais, não ganha apenas escala; é, por sua vez, também imbuído de mais segurança e autonomia para tomar decisões convenientes às metas da empresa.

Neste contexto, é oportuno e apropriado que as lideranças se voltem aos dados internos e, a partir deles, construam panoramas que sustentem decisões otimizadas. Afinal, somente ao maximizar a qualidade das tarefas cotidianas, mantendo-as sob estrito controle, é possível alcançar retornos mais expressivos e perenes.

 

O Areco ERP na automatização de processos

A tecnologia do Areco ERP é robusta, transparente e eficaz. Há mais de 30 anos, o sistema endossa o crescimento de empresa e pessoas, favorecendo a competitividade e maximizando os resultados nos mais diversos segmentos de mercado — da indústria alimentícia ao PDV, passando pela área química e de ferramentaria.

Ainda que modular, o Areco ERP confere total integração do workflow, assegurando a centralização de informações e o fácil acesso gerencial aos insights da operação. Ao respeitar a interdependência dos departamentos sem, no entanto, negligenciar a importância estratégica de visualizá-los como organismos complementares, o software empodera líderes e os mune de informações coesas, imprescindíveis à tomada assertiva de decisões.

De forma a fortalecer insights e posturas, o Areco ERP conta com mais de 2 mil relatórios imediatamente disponíveis e, por meio do Areco Manager — instrumento gerencial exclusivo acoplado ao ERP sem qualquer custo adicional —, confere ainda mais autonomia aos gestores, estimulando-os a tomar a dianteira de seu negócio a partir da moldagem de novos recursos, telas e dashboards totalmente aderentes à dinâmica dos processos e das análises internas.

Na prática, ao eliminar o retrabalho, catapultar performances e otimizar os recursos corporativos, o Areco ERP desponta como a ferramenta ideal para automatizar rotinas. O sistema é altamente eficaz na padronização de procedimentos, na supressão de burocracias e no acompanhamento de KPIs, corroborando uma estratégia focada em desenvolvimento, liderança e lucratividade.

Para entender como podemos ajudá-lo a alavancar o cotidiano (e os resultados) operacional da sua empresa, não hesite:

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A rastreabilidade como diferencial competitivo às indústrias modernas

A rastreabilidade como diferencial competitivo às indústrias modernas

O conceito de rastreabilidade ganhou relevância e destaque há alguns anos. Desde que o consumidor se tornou mais exigente, demandando registros atualizados e informações completas, foi possível notar um movimento interessante nas manufaturas de todo o mundo: fortalecia-se a preocupação com o mapeamento de insumos, de modo a garantir a integridade da matéria-prima e a qualidade do produto acabado.

Hoje, os processos de rastreabilidade são essenciais — e mesmo obrigatórios — a setores industriais importantes, tais como o alimentício, o agrícola e o farmacêutico. Além disso, a centralização de dados, integrando documentos ao longo de toda a cadeia produtiva, permite que haja mais agilidade e confiabilidade no manejo da mercadoria, em seu estágio bruto ou recém-acabada.

Na prática, isso significa que a rastreabilidade está totalmente alinhada às exigências do mercado e às regulamentações legais. Por isso, é importante que os gestores contemporâneos lancem olhar à operação e à estratégia, maximizando o impacto positivo das rotinas de controle.

 

O conceito e a importância da rastreabilidade

De acordo com a International Standartization Organization, a ISO, acompanhada pelas normas ISO/TS 16.949 (editada pela ABNT, sua equivalente brasileira), “a rastreabilidade é a capacidade de traçar o histórico, a aplicação ou a localização de um item, por meio de informações previamente registradas”. Trata-se, portanto, de deter controle sobre a origem e o deslocamento de uma matéria-prima ou de um produto acabado.

Há algumas décadas, a rastreabilidade ganhou contornos mais expressivos e assumiu posição de destaque em segmentos industriais estratégicos. Em fevereiro de 2018, por exemplo, entrou em vigor a INC-02 – Instrução Normativa Conjunta, que confere responsabilidade a cada ente atuante na cadeia produtiva (e de transporte) de vegetais.

No caso de uma indústria de Alimentos, o impacto da normativa é frontal: ao utilizar insumos agrícolas para sua produção de temperos, por exemplo, a empresa torna-se, também, responsável pela manutenção dos registros de rastreio. Em outros setores da manufatura, por sua vez, a rastreabilidade de itens é valiosa à integridade da mercadoria e a qualidade do produto final.

Diante disso, fica evidente que a operação moderna — principalmente aquela que se pretende enxuta, eficiente e lucrativa — deve dispor de ferramentas para potencializar a rastreabilidade de produtos. Mais do que endossar uma exigência legal (que, se descumprida, está sujeita a sanções e penalidades), o monitoramento confere uma série de vantagens diferenciais às rotinas industriais. O seu negócio precisa se valer delas!

 

A rastreabilidade enquanto diferencial competitivo

Os líderes engajados têm muito em comum. Não é nenhuma novidade dizer a eles, por exemplo, que o mercado é um cenário de concorrência acirrada e que a constante busca por inovações que otimizem processos e avolumem os caixas não é apenas importante, mas totalmente essencial.

Neste contexto, a incorporação de ferramentas que gerem benefícios operacionais e estratégicos reserva, de fato, grande atenção. No que tange à rastreabilidade de itens, portanto, é válido mencionar que sistemas integrados de gestão proporcionam excelentes diferenciais competitivos às indústrias focadas em produtividade.

1. Redução de custos 

A otimização de despesas é uma prioridade na maioria das empresas modernas. Cortar custos sem, no entanto, interferir na qualidade da produção é um desafio contínuo.

A rastreabilidade de itens também contribui para que recursos sejam dispendidos com mais eficiência: ao compreender o funcionamento íntegro da cadeia produtiva, é possível encontrar e analisar eventuais gargalos, melhorando processos e maximizando os retornos.

2. Otimização de estoque

O estoque é, sem dúvida, uma preocupação bastante latente nas indústrias. O capital investido na disponibilidade de matérias-primas costuma ser expressivo e, por isso, é necessário que haja sinergia no monitoramento dos insumos.

Para além da garantia de acessar mercadorias de acordo com as demandas da operação, as rotinas de estoque também ganham bastante com a rastreabilidade: é possível asseverar a qualidade dos materiais e, consequentemente, potencializar a efetividade da produção.

3. Ganho de eficiência produtiva

O controle de matérias-primas e produtos acabados ressaltam o compromisso com a assertividade da operação. Seja para atestar a qualidade de uma mercadoria adquirida, seja para certificar a procedência de um item vendido, a rastreabilidade faz toda a diferença na rotina produtiva da indústria.

Dessa forma, não seria equivocado dizer que o monitoramento integrado de itens acelera o desenvolvimento de performances, garantido que resultados mais consistentes e perenes sejam alcançados — no curto, médio e longo prazos.


4. Manutenção da conformidade

Por fim, ainda que não menos importante, á pertinente ressaltar que, em muitos segmentos, a rastreabilidade é obrigatória. Em indústrias de Alimentos e Bebidas, por exemplo, é essencial manter registros de origem para insumos e produtos acabados. No setor químico, por sua vez, principalmente no ramo farmacêutico, a obrigatoriedade também é válida.

Por isso, mais do que uma medida para ganhar mercado e manter a competitividade, o rastreio de mercadorias é uma exigência legal. Vale se certificar!

 

Rastreabilidade no Areco ERP

A tecnologia do Areco ERP é totalmente aderente às indústrias e, por isso, os processos de rastreabilidade foram incorporados ao sistema de modo íntegro e eficiente.

O módulo de Qualidade, por exemplo, assegura que os procedimentos da fábrica sejam definidos e parametrizados, viabilizando a replicação operacional de forma organizada e segura. Além disso, o controle de produtos via IQF (Índice de Qualidade do Fornecedor) também corrobora a preocupação com a qualidade dos insumos.

No que compete à rastreabilidade, o controle de lotes é endossado antes, durante e após a manufatura dos itens. Relatórios completos — que são facilmente configurados e gerados via Areco ERP — garantem o monitoramento das mercadorias que entram (compradas pela empresa) e que saem (produtos acabados, já vendidos), promovendo e fortalecendo análises que assegurem a conformidade do estoque.

Não seria equivocado dizer, portanto, que o Areco ERP se posiciona como um instrumento capaz de potencializar as rotinas de rastreabilidade, alavancando a segurança e a eficácia dos procedimentos na fábrica. Além disso, a integração de áreas e processos uniformiza as rotinas e suprime a incidência de erros, tornando a indústria cada vez mais enxuta, rentável e competitiva.

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Indicadores da indústria: as 3 principais métricas da produtividade na fábrica

Indicadores da indústria: as 3 principais métricas da produtividade na fábrica

A gestão industrial nunca foi tão desafiadora. O mercado contemporâneo é marcado por uma série de mudanças profundas, que afetam a estrutura corporativa tanto quanto o padrão habitual de consumo. Prova irrefutável disso é, por exemplo, a ascensão da indústria 4.0, que modificou — e ainda reserva muitas alterações — os parâmetros e os recursos das organizações mais produtivas. Aos gestores, fica o desafio de lidar com a complexidade de suas operações e com as inovações que afetam (e potencializam) suas rotinas.

Para corresponder à volatilidade do mercado, preparando-se para aproveitar as oportunidades da indústria, é essencial que os gestores sejam profundos conhecedores de seus negócios. O domínio das métricas-chave, portanto, desponta como uma postura fundamental à saúde e à prosperidade da organização. O entendimento — e a consequente ação direcionada — é urgente e precisa ser tomada a sério.

 

O que são indicadores de desempenho?

Também conhecidos por KPIs (Key Performance Indicators), os indicadores de performance funcionam como uma espécie de bússola: ao quantificarem métricas fundamentais ao negócio, indicam a situação da empresa e norteiam os próximos passos da operação — sejam eles de investimentos, de ajustes ou de contenções, por exemplo.

Na indústria, as métricas de monitoramento sempre representaram um grande diferencial produtivo. O controle sobre a performance das variáveis da fábrica (máquinas, insumos, funcionários etc.), traduzida em números confiáveis e de fácil análise, sempre galgou os processos ao nível elevado de otimização.

Os KPIs, enquanto métodos consistentes de validação e avaliação, são instrumentos necessários à gestão das indústrias modernas, uma vez que desempenham papel importante na manutenção da produtividade e na viabilização de melhorias na linha produtiva. Na prática, não seria equivocado dizer que os indicadores de desempenho são, por si só, grandes catalisadores de inovação e lucratividade.

 

Por que os KPIs são importantes?

Uma vez explicitadas as principais características das métricas operacionais, fica fácil notar o grau de importância que tais indicadores desempenham no cotidiano das indústrias. Neste caso, a máxima atribuída ao físico irlandês William Thompson (também conhecido como Lord Kelvin, cujo nome é adotado em um dos mais famosos sistemas para medição de temperaturas) se faz justa e pertinente: “aquilo que não se pode medir, não se pode melhorar”.

O pensamento, aplicado de forma sistemática no cotidiano das indústrias, pode render benefícios duradouros e diferenciais. A valorização das métricas — da concepção ao monitoramento periódico — é imprescindível à competitividade e à sobrevivência do negócio a longo prazo, assegurando uma gestão mais enxuta e produtiva.

Neste contexto, os KPIs reforçam sua relevância enquanto ferramenta administrativa. Entre os benefícios dos indicadores na rotina de liderança, convém pontuar:

  • a facilidade em controlar as operações de modo integrado, agilizando processos internos e conferindo alta performance às mais diversas áreas da empresa;
  • a segurança em analisar e construir panoramas, resgatando séries históricas ou projetando cenários de atenção e de oportunidade;
  • a autonomia em tomar decisões mais assertivas, transparentes e embasadas, cujo êxito é certamente maior em comparação a deliberações sem fundamentação de dados.

Diante disso, fica fácil perceber (e certificar) o papel de destaque ocupado pelos indicadores industriais. Afinal, para fazer frente à concorrência acirrada, é preciso lançar mão de táticas coesas para aperfeiçoar a operação e potencializar os resultados da companhia.

 

Quais são as principais métricas de produtividade na indústria?

Uma vez evidenciada a necessidade de contar com as métricas de produtividade na fábrica, convém detalhar quais indicadores apresentam maior respaldo na gestão de indústrias cada vez mais produtivas e rentáveis. Lembre-se, ainda, de examinar sua operação em profundidade, garantindo que haja efetividade dos KPIs monitorados na companhia.


1. Quantidade produzida

De forma geral, a métrica de quantidade produzida é bem simples: diz respeito ao número de itens acabados em um determinado período. A mensuração de atividade, sob essa ótica, é importante para medir a produtividade da fábrica, explorando as diversas variáveis que podem travar ou deslanchar a operação.

Se, por exemplo, o resultado apurado no indicador for insatisfatório — e tiver grande distância do número estabelecido como ideal, considerando a disponibilidade de recursos —, é provável que haja gargalos produtivos que precisam ser imediatamente corrigidos. E mais: a métrica de quantidade produzida permite que o gestor identifique a produtividade de um setor, funcionário ou turno, de acordo com suas particularidades de análise.


2. Quantidade de lotes rejeitados

Para além da linha de produção, outra métrica importante se baseia na qualidade dos artigos entregues. O setor de qualidade é geralmente responsável por atestar a conformidade do item, separando aqueles que julga inadequados à comercialização. É justamente esse número, que representa o descarte de produtos acabados, que rende ótimas análises na indústria.

Caso a quantidade de lotes de produtos avariados, desperdiçados ou aquém da qualidade esperada esteja além do limite de perdas previamente estabelecido, o sinal de alerta precisa ser acionado: provavelmente é o momento de buscar as razões do desvio — que, além de impactar na produção, causa prejuízos consideráveis. O problema pode residir em um processo específico, na falta de treinamento da equipe ou na configuração equivocada de uma máquina, por exemplo.


3. Rentabilidade da fábrica

Por fim, ainda que não menos importante, a rentabilidade da planta precisa ser constantemente monitorada de forma a garantir resultados mais robustos e expressivos — no curto, médio e longo prazos. Sem a visão ampla do negócio, os riscos de incorrer em erros é alto.

Ao acompanhar o retorno financeiro gerado por determinado investimento, entretanto, o gestor maximiza o planejamento financeiro da fábrica e ganha confiança para tomar decisões estratégicas na produção. É possível, por exemplo, defender a necessidade de ampliar um setor da indústria, equipando-o de forma mais moderna.

 

Areco ERP: tecnologia de gestão para catalisar o crescimento industrial

O Areco ERP é um software robusto, integrado e atualizado. Há mais de 30 anos no mercado e com vasta experiência na gestão de indústrias, o ERP confere mais segurança e autonomia aos gestores, que conseguem identificar eventuais desvios operacionais de forma rápida, clara e consistente.

O sistema é modular e contempla todo o workflow corporativo. Assim como alavanca as rotinas do chão de fábrica, garantindo a padronização de atividades e os procedimentos de qualidade, também permite a análise dinâmica das informações produtivas, relatando — em seus mais de 2 mil relatórios disponíveis — o panorama do negócio em tempo real.

Nas indústrias, o ERP agrega valor às rotinas mais importantes da companhia, tais como:

  • engenharia integrada de produtos, com cadastro ilimitado de níveis (incluindo matérias-primas, subitens, embalagens e roteiros de produção);
  • planejamento de produção, considerando a disponibilidade de recursos (incluindo quantidade de funcionários, máquinas e horas úteis da fábrica);
  • gerenciamento de Ordem de Produção, com geração de código de barras para apontamento online.

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