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3 estratégias que podemos aprender com a eleição nos Estados Unidos

3 estratégias que podemos aprender com a eleição nos Estados Unidos

Em meio à pandemia de coronavírus, o mundo político também viveu momentos de intensa agitação em 2020. A eleição presidencial nos Estados Unidos, a maior potência econômica do mundo, rendeu horas de análise e centenas de hipóteses: havia muita incerteza acerca da permanência do republicano Donald Trump ou, então, da ascensão do democrata Joe Biden. O país parecia dividido.

No dia 3 de novembro, com a contagem vagarosa dos votos em papel, o mistério começou a ser esclarecido. Quase 100 horas depois, em 7 de novembro, Biden foi finalmente anunciado como o 46º presidente dos Estados Unidos — após conquistar milhões de eleitores em Estados onde, até então, havia reinado a lealdade na oposição ideológica.

Em um mundo altamente hiper conectado, torna-se desnecessário alongar explicações sobre os impactos globais de um evento com essa magnitude. Não se trata, apenas, de projetar a mudança estrutural, vislumbrando quais serão as bandeiras e as prioridades do novo governo; mas, também, de entender quais foram os catalisadores dessa transformação.

Parece complexo? Respire fundo e aproveite: a gente garante que algumas das estratégias das eleições dos Estados Unidos podem ensinar lições valiosas — e nós estamos prontos para dividi-las com você.

Boa leitura e bons insights!

Ficar atento às oportunidades estratégicas (mesmo que elas pareçam improváveis)

Antes de qualquer coisa, vale mencionar que os Estados Unidos mantêm um sistema bipartidário, no qual representantes republicanos e democratas disputam a confiança da população. Em 2020, Trump e Biden foram os protagonistas da batalha — e o segundo saiu vencedor.

Até o resultado oficial, não havia como cravar a vitória de um ou de outro. Nenhum candidato apresentava larga vantagem sobre o outro e, por isso, não sobrou espaço para qualquer tipo de conforto: Trump e Biden precisaram investir tempo e dinheiro na missão de ganhar os corações (e os votos) dos eleitores indecisos.

Nos Estados Unidos, isso está longe de ser uma tarefa simples. Cada Estado — de norte a sul, a depender de suas convicções — tem certa preferência histórica por um lado da mesa e dificilmente registra uma opinião diferente nas urnas. Em 2020, esse cenário se repetiu mais de uma vez.

No Arizona, por exemplo, Biden conseguiu mobilizar a maioria dos cidadãos e, assim, quebrou uma hegemonia de mais de duas décadas. Desde Bill Clinton, reeleito em 1996, nenhum democrata havia levado o Estado. O resultado permitiu que Biden ultrapasse o número mínimo de delegados para, então, ascender em definitivo à presidência dos EUA.

Neste aspecto, as estratégias de Biden, embora arriscadas, se provaram coerente. Em vez de dar pouca atenção a Estados historicamente republicanos, como era o caso do Arizona, o candidato se dedicou a sensibilizar os eleitores hesitantes com propostas robustas.

Algo semelhante acontece na gestão — e pode, inclusive, ajudar você a obter resultados cada vez mais expressivos à frente da equipe. Ainda que certas táticas pareçam improváveis e de difícil execução, certifique-se de explorar todas as possibilidades. Um pouco mais de insistência e uma boa dose de planejamento podem impulsionar sua performance.

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Encontrar gargalos perigosos (e propor boas soluções)

Todo governo, assim como toda empresa, pode melhorar em algum aspecto — e, nos dois casos, essa deve ser uma busca incessante rumo à otimização de recursos. A grande estratégia de Biden, no que diz respeito à última eleição presidencial nos Estados Unidos, foi identificar um ponto sensível e explorá-lo de forma consistente, fazendo ressoar a mensagem certa para as pessoas certas e na hora certa.

A pandemia de corona vírus, ainda bastante em evidência, foi um dos temas centrais na campanha do democrata. Alguns veículos midiáticos afirmam, inclusive, que a postura de Biden em relação ao Covid-19 talvez tenha sido a maior responsável por sua vitória. Em outubro, uma pesquisa evidenciou que 59% dos eleitores americanos discordavam das políticas adotadas pela Casa Branca no enfrentamento da doença.

Os dados certamente ajudaram Biden a fortalecer uma boa estratégia de argumentação, conferindo sustentação e segurança às abordagens. Com base nos números, o então candidato apresentou alternativas para administrar problemas graves, cujos impactos ultrapassam apenas a esfera da saúde.

Parece ter surtido efeito: um levantamento da Pew Research, realizado em setembro, sugeriu que Joe Biden abriu uma vantagem de 17 pontos percentuais sobre o republicano no que tange à confiança sobre como lidar com a pandemia. A moral da história, portanto, é que dados confiáveis, quando analisados com perspicácia, norteiam táticas eficientes.

O mesmo acontece nas corporações — e é também por isso que as eleições americanas têm algo a ensinar ao contexto empresarial. Bons relatórios, seguidos de avaliações gerenciais criteriosas, são as melhores ferramentas para identificar gargalos perigosos. E mais: são o único caminho para assegurar que medidas coerentes sejam tomadas com rapidez, assegurando a integridade da operação.

Garantir um bom fluxo de caixa (e ganhar competitividade)

Não é nenhuma novidade dizer que as campanhas eleitorais mobilizam milhões de dólares. Para que consigam pagar as contas, equilibrando gastos astronômicos em publicidade e em viagens, os candidatos geralmente recorrem a apoiadores engajados.

Assim como acontece em grande parte das empresas privadas, o fluxo de caixa político nem sempre é confortável. E, para corrigi-lo, não existem respostas prontas: é preciso fazer as contas e correr atrás do prejuízo — antes mesmo que ele chegue à planilha!

No início de 2020, por exemplo, os cofres de Biden estavam quase vazios. Frente à carteira de Trump, que acumulava algo próximo a 1 bilhão de dólares, a desvantagem financeira parecia ainda maior. A grande virada começou em abril e, desde então, o democrata bateu recordes de arrecadação. Em setembro, poucas semanas antes da votação, Biden somava mais de US$430 milhões em caixa.

Com mais dinheiro disponível, o sucessor de Obama abriu um leque maior de opções e foi capaz de expandir algumas iniciativas de campanha. A propaganda foi uma das estratégias mais beneficiadas: na reta final, Biden pôde investir somas voluptuosas em materiais de persuasão e o saldo extra talvez o tenha ajudado na contagem final dos votos.

Corporativamente falando, o cenário não deixa de ser parecido. Com um fluxo de caixa saudável, os gestores têm mais autonomia para executar investimentos em áreas que precisam de uma injeção de ânimo (e de reais). Em uma indústria de alimentos, por exemplo, a previsibilidade do Contas a Receber pode, finalmente, viabilizar a compra de um novo equipamento para o PCP, trazendo retornos expressivos no curto, no médio e no longo prazo.

No caso de Biden, o aspecto sadio do fluxo de caixa também teve uma parcela relevante de contribuição no resultado: em janeiro de 2021, ele entrará na Casa Branca como o 46º presidente dos Estados Unidos. Nada mau, né?

É provável que, a essa altura, você já esteja convencido de que as estratégias das eleições nos Estados Unidos têm muito a ensinar aos gestores brasileiros. A percepção é real: para além de Biden e Trump, a disputa pela cadeira mais poderosa do mundo reserva boas dicas para quem, em vez de votos, quer conquistar mercados.

Quer saber como podemos ajudar você e o seu negócio? Agende uma consultoria gratuita!


[GUEST POST] 7 razões para começar a usar indicadores empresariais o quanto antes

[GUEST POST] 7 razões para começar a usar indicadores empresariais o quanto antes

Os indicadores empresariais, ou os famosos KPIs, são métricas. Ou seja, informações que avaliam sua performance de acordo com seus objetivos. 

Na prática, os indicadores fazem o monitoramento dos resultados da empresa e podem te auxiliar nas tomadas de decisões. 

Assim, os KPIs são indicados para todos os empreendedores que querem acompanhar mais de perto as evoluções e desempenho de estratégias do seu negócio e tomar decisões a partir disso. 

Esses dados podem ser comparados com o dos seus concorrentes ou os da própria empresa ao longo dos anos. 

Um exemplo do que pode ser usado para esses indicativos são quantos clientes voltaram ao seu consultório após conhecerem o aparelho transparente preço

No artigo a seguir vamos te apresentar algumas razões para você implementar os indicadores empresariais o mais rápido possível. 

Tipos de indicadores 

Existem diversos tipos de indicadores e todos podem te ajudar a alcançar suas metas e traçar as futuras, conheça algumas categorias: 

  1. Indicadores de produtividade: Está relacionado a produtividade do colaborador ou da máquina, ou seja, os recursos da empresa em relação às entregas;
  2. Indicadores de qualidade: São usados para entender qualquer desvio ou problema na produção. Um exemplo é a quantidade de avarias que podem acontecer em um produto durante sua produção;
  3. Indicadores de capacidade: Utilizado para medir a quantidade de um processo. Nesse caso, podemos citar quantos tratamento de canal um dentista consegue realizar no dia, por exemplo. 
  4. Indicadores estratégicos: Auxilia a organização sobre como ela está em relação aos seus objetivos traçados. Apresentam uma comparação entre o cenário real da empresa e o que era desejado.

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Ticket médio

O ticket médio é um dos indicadores empresariais que podem auxiliar o seu negócio. 

basicamente, esses dados consistem na média gasta por um cliente no seu estabelecimento em um determinado tempo, geralmente dentro de 30 dias. 

Além disso, ele também pode ser usado para mensurar o desempenho de uma equipe, avaliando qual o valor ela conseguiu produzir durante o período estabelecido.

Desse modo é possível avaliar o rendimento/lucro do local, avaliando – por exemplo – quanto custa um clareamento dental em uma clínica odontológica, e qual a média dos clientes que realizam esse procedimento. 

Fidelização de clientes  

Outro KPI para quem trabalha com atendimento ao público é a retenção, com ele você conseguirá ter uma base dos seus clientes e a quantidade de vezes que eles frequentam seu negócio.

Desse modo, é possível mensurar:

  • A atração dos clientes;
  • Serviços/produtos que mais convertem;
  • O valor gasto para atrair clientes;
  • O valor gasto para reter clientes;
  • As estratégias de retenção com melhores resultados.

Conheça sua empresa 

A partir dos KPIs você conseguirá ter uma visão mais abrangente e singular sobre os resultados do seu negócio. Assim, conhecer suas metas e objetivos é essencial para escolher os indicadores que serão usados para atingi-los e quais ações serão feitas.

Observando essas métricas também será possível melhorar suas estratégias, setores e faturamento. 

Não fique só na imaginação 

Com a análise das métricas, os gestores não ficarão apenas imaginando se os planos de marketing estão dando certo, se os clientes estão satisfeitos e retornando. 

Afinal, os dados obtidos te fornecem as respostas claras para essas dúvidas. Inclusive, é possível avaliar quais ações e procedimentos mais atraem o público.

No ramo odontológico, por exemplo, é possível verificar se a colocação de lente de contato é ou não o procedimento estético que mais converte clientes.

Redução de erros 

Sem uma gestão controlada, a empresa está mais suscetível ao erro. 

Assim, quando as decisões são tomadas a partir da intuição, é bem provável que algo dê errado. Por isso é essencial controlar o que acontece dentro da empresa e tomar as decisões a partir de dados sólidos, obtidos por meio dos indicadores.

Conheça seus lucros

Para manter sua empresa funcionando é necessário conhecer seus faturamentos e déficits. Conhecendo seus lucros, ficará mais fácil administrar o negócio e as campanhas, bem como fazer com que seus lucros sejam maiores. 

Controlar os gastos com fornecedores, material e funcionários também ficarão mais fáceis com um indicador empresarial, já que ele te mostrará os dados atuais e as projeções.

Com isso você poderá comparar a informações antigas, analisando a necessidade de implantar novas estratégias ou de reduzir custos.  

A partir desse indicador você conseguirá manter contato com os seus clientes e ter um atendimento mais intimista, sendo uma vantagem para marcar consultas e retornos, por exemplo. 

Quadro de Indicadores 

A ideia principal do quadro de indicadores é que toda a equipe consiga visualizar e esteja atualizada sobre os dados do seu setor. Assim, todos conseguem compreender o quanto falta para atingir a meta e, consequentemente, todos estão engajados no mesmo objetivo. 

Agora que você entendeu o que são os indicadores empresariais e como eles podem auxiliar a sua empresa, está na hora de implementar essa ferramenta e melhorar suas estratégias. 

Independentemente dos KPIs que você decidir utilizar, e de qual seja o segmento do seu negócio, fazer uma boa análise e tomar decisões a partir desses dados é crucial para que seus resultados sejam ainda mais satisfatórios. 

Conteúdo originalmente desenvolvido pela equipe da Clínica Ideal, plataforma especializada em marketing e gestão para consultórios e clínicas odontológicas.

Rumo a um local de trabalho racialmente justo

Rumo a um local de trabalho racialmente justo

Sensibilidade racial, inclusão e diversidade não são apenas palavras da moda que as empresas falam para parecerem mais convidativas. As organizações devem tentar promover a diversidade, inclusão e sensibilidade racial no local de trabalho.

À luz dos recentes acontecimentos, podemos ver o que acontece quando a sensibilidade racial é deixada de lado. As consequências podem ser desastrosas para qualquer empresa, especialmente para organizações menores que não possuem os recursos de uma empresa de um bilhão de dólares.

As empresas de tecnologia estão até contratando funções relacionadas à promoção da diversidade como uma solução para questões de sensibilidade e inclusão. Seja tecnologia, comércio eletrônico ou seguro; todas as indústrias são responsáveis ??por responder a reclamações e acusações de racismo e discriminação. Isso pode afetar negativamente seus resultados financeiros, drenar recursos e custar uma quantia considerável para remediar.

Antes de entrar em pânico, continue lendo para aprender como implementar um treinamento de sensibilidade racial e promover uma cultura de trabalho inclusiva:

Inclua políticas específicas no manual de cultura da sua empresa

O manual de cultura da sua empresa é a força vital da sua organização, ele destaca os valores e a missão da empresa, mas também contém a documentação escrita para cada política que um local de trabalho deve ter ou pelo menos deveria.

É aqui que você pode dedicar uma seção inteira para falar sobre a importância da diversidade e a tolerância zero da sua organização para qualquer forma de discriminação. Também é ilegal discriminar alguém com base em raça, cor, religião, nacionalidade ou sexo, de acordo com as diretrizes da Organização dos Direitos Humanos.

Essa política fazer parte do seu manual será útil para fazer referência se ocorrer um incidente em que um funcionário afirme que “ele não sabia” e ajudará a defender sua empresa contra uma possível reclamação.

Aqui na Areco, uma das maneiras que combatemos o racismo é deixar claro no nosso documento de cultura pontos cruciais para a inclusão e o bom convívio com o próximo, seja ele(a) quem for. Trazemos a público alguns pontos que exemplificam como atuamos internamente:

  1. Tomar decisões inteligentes respeitando a diversidade;
  2. Questionar ações inconsistentes com nossos valores, ações que estão em contrapartida ao valor principal;
  3. Estar sempre em busca do que é certo, da verdade;
  4. Prosperar com a diversidade e com a mudança;
  5. Colaborar efetivamente com as pessoas de diversas origens, culturas e orientação sexual;
  6. Despertar a sua curiosidade sobre como nossos diferentes contextos nos afetam no trabalho, em vez de fingir que eles não nos afetam;
  7. Reconhecer que todos nós temos preconceitos e trabalhar para superá-los;
  8. Intervir se outra pessoa estiver sendo marginalizada e acionar o RH.

Ofereça treinamentos de sensibilidade e diversidade

Ter treinamento de sensibilidade disponível como um recurso para seus funcionários traz muitos benefícios, incluindo visão e consideração de especialistas. Primeiro, mostra que você, como empresa, se preocupa o suficiente com a inclusão e a diversidade, e está disposto a investir nisso.

Isso pode aumentar o comportamento moral dos funcionários e ajudá-los a começar em bons termos com funcionários novos e os que já fazem parte da organização. Em segundo lugar, você, como profissional de RH, não pode fazer muito e, a menos que seja um especialista em diversidade, é melhor trazer alguém que, de fato, seja. Essa pessoa tem a vantagem de entrar em um novo ambiente sem quaisquer preconceitos implícitos e pode falar sobre assuntos que normalmente são incômodos e trazem resistência.

Finalmente, seus funcionários podem aprender habilidades aplicáveis ??fora da simples interação uns com os outros. Especialmente em funções mais voltadas para o cliente, certas táticas podem ser aplicadas a um punhado de situações, como conseguir uma venda ou saber lidar com uma situação delicada.

Contrate um diretor de diversidade ou crie um comitê de diversidade

Contrate alguém ou crie um comitê para promover a diversidade no local de trabalho. Algumas de suas responsabilidades podem ser tão simples como garantir que as festas de todas as culturas sejam reconhecidas ou hospedar eventos internos que promovam a inclusão e a diversidade.

Mas também podem ser mais institucionais, como criar estratégias de contratação ou oferecer recomendações sobre como melhorar o treinamento. Uma função totalmente focada na diversidade tem o benefício de ser ampla o suficiente para que quem esteja nessa posição tenha o potencial de causar um grande impacto e revigorar uma cultura obsoleta.

É preciso mais de uma pessoa para promover a diversidade e a inclusão, mas ter líderes fortes no comando da diversidade, com funcionários seguindo o exemplo, é uma ótima maneira de garantir que uma cultura que celebra a diversidade seja consistente e não apenas um evento isolado.

Escute seus funcionários

Imagine correr pelo escritório pendurando cartazes, apresentando novas políticas e realizando reuniões não solicitadas e a reação de seus funcionários é “nós não pedimos nada disso”.

Não existe uma solução única para todos para lidar com a diversidade no escritório. Conhecer seu público e ser capaz de dinamizar suas estratégias é a chave. Certifique-se de que todas as preocupações sejam levadas ao RH. Deve ficar claro à um funcionário de diversidade ou outro membro da administração que tais preocupações serão levadas a sério e mantidas o mais confidenciais possível.

Existem grupos específicos que se sentem estranhos? Há mais alguma coisa que você possa fazer para que todos se sintam incluídos? Você ficará surpreso com o que pode aprender ao permitir que seus funcionários sejam francos. A comunicação é importante em qualquer relacionamento, mas quando alguém passa mais de 40 horas em um lugar durante a semana; a comunicação positiva é ainda mais importante.

Dentro da Areco Sistemas, buscamos não apenas preservar nossa cultura, mas frequentemente melhorá-la. Cada pessoa que se junta a nós ajuda a moldar e evoluir ainda mais a nossa cultura. Encontramos novas maneiras de realizar mais juntos. A cada ano, podemos sentir uma diferença real em quanto mais efetivamente estamos operando do que no passado.

Nosso time heterogêneo impacta diretamente na nossa inovação, cultura, respeito e integração. Costumamos dizer que nada é tão bom que não possa ser melhorado e estamos buscando e estaremos sempre abertos à mudanças e desconstrução.

[GUEST POST] 10 dicas de como montar um planejamento estratégico de gestão para sua empresa

[GUEST POST] 10 dicas de como montar um planejamento estratégico de gestão para sua empresa

Texto produzido por Estela Lima, redatora da empresa Ideal Odonto.

O sonho do negócio próprio é presente em grande parcela da população brasileira. Entretanto, esse sonho vem acompanhado de muitos desafios, riscos e, infelizmente, fracassos.

Aqueles que decidem empreender irão precisar de muito mais do que talento e força de vontade. Para que o negócio realmente tenha chances de dar certo é necessário planejar o futuro e prever os seus desdobramentos a curto, médio e longo prazo.

Tudo isso não é feito por meio de achismos ou intuição, mas sim de um planejamento estratégico bem estruturado.

Qual é a importância do planejamento estratégico?

De modo geral, o planejamento estratégico, também conhecido como pensamento estratégico, é um processo contínuo de implementação e aperfeiçoamento dos processos de uma empresa.

É ele que irá orientá-lo durante as tomadas de decisões a fim de que seus objetivos sejam alcançados da melhor maneira possível. Por meio dele, você irá identificar os pontos fortes e fracos da sua empresa para, então, definir estratégias. Além disso, um bom planejamento estratégico irá te guiar durante momentos de turbulência, como crises.

Ainda está com dúvidas? Continue lendo porque temos algumas dicas de ouro para te ajudar:

1. Defina a missão, visão e valores da empresa

Nenhuma empresa realmente consegue construir uma boa reputação no mercado sem definir a missão, visão e valores (MVV). Isso porque, as suas políticas irão nortear o planejamento de modo a alinhá-lo com as crenças da organização.

Preste atenção nas seguintes definições:

  • Missão: É a razão pela qual a empresa existe;
  • Visão: É onde a empresa deseja chegar a longo prazo;
  • Valores: São os princípios éticos da empresa, eles devem ser inegociáveis.

Para ilustrar o uso do MVV, vamos utilizar como exemplo uma rede de convênio odontológico. Essa rede é uma empresa que tem como missão “levar a saúde bucal para todos”. Sendo assim, para anunciar ao mercado sua missão, valores e visão opte por criar frases curtas, mas que sejam impactantes e façam sentido para a organização.

2. Estabeleça metas e objetivos

Um dos pontos de partida de um plano estratégico é definir as metas e objetivos. Afinal, como traçar um caminho sem saber aonde quer chegar?

Mas, lembre-se que é preciso criar metas e objetivos inteligentes, que realmente façam sentido para a realidade da sua empresa.

Dito isso, é importante ressaltar que os dois são diferentes. O objetivo é um propósito maior, é onde se deseja chegar. Já as metas são resultados de curto prazo, como se fossem os degraus que o levarão até o objetivo final.

No caso das metas, elas devem seguir o padrão SMART, que nada mais é do que um sistema que estabelece que as metas precisam ser específicas, mensuráveis, alcançáveis, relevantes e com tempo definido.

3. Conheça o seu público-alvo

Identificar e estudar sua clientela é importantíssimo, já que eles são agentes ativos do seu sucesso ou fracasso.

Por isso, não deixe de analisar as informações fornecidas por ele, como comportamento de compra, hábitos, preferências e gostos, dados demográficos, psicográficos (estilo de vida, valores sociais, visão de mundo), entre outras informações.

Ao definir o seu público-alvo, você saberá qual é a melhor forma de se comunicar com ele, além de encontrar novas oportunidades no mercado.

Voltemos ao exemplo anterior:

Após uma análise detalhada, a empresa de convênios odontológicos pode chegar a conclusão de que seus público é formado, principalmente, por gestores. Por isso, verá que vale a pena investir na criação de um plano empresarial odontológico, por exemplo.

4. Estude o mercado

O mercado, seja qual for o seu segmento, é extremamente competitivo, por isso, não adianta querer abrir uma empresa sem conhecer detalhadamente o mercado a qual ela está sendo inserida.

Por meio da análise do mercado você consegue planejar-se e traçar estratégias para alcançar o sucesso. Para saber como a sua empresa se comporta diante dele utilize a análise SWOT.

Um dos benefícios dessa ferramenta é identificar características do empreendimento que muitas vezes passam despercebidas.


5. Liste as forças e fraquezas da sua empresa

Grande parte da análise SWOT consiste em listar as forças e fraquezas da sua empresa. E quando dissemos para listar é para listar mesmo!

Sente-se e escreva todas as limitações da organização e quais são as suas forças e diferenciais. Os pontos fortes são tudo aquilo que beneficia a empresa, como tecnologias e processos eficazes.

Os pontos fracos são tudo aquilo que atrapalha o negócio, como maquinário ultrapassado, colaboradores desqualificados e excesso de burocracia.

A partir disso, você irá otimizar as fraquezas e encontrar formas se sobressair no mercado com suas forças.

No caso da empresa fictícia de plano odontológico, o seu ponto forte é oferecer planos empresariais personalizados para cada tipo de empreendimento. Já a fraqueza é não contar com analistas em todo o território nacional.

6. Analise o ambiente interno da organização

Todo o seu planejamento dependerá dos recursos disponíveis. Por isso, você deve analisar o ambiente interno da empresa para que não dê um passo maior do que a perna ao tentar alcançar resultados que não condizem com a sua realidade.

Considere questões como a motivação dos funcionários, processos, qualidade dos produtos e serviços oferecidos e as instalações.

Em seguida, liste os recursos que você irá precisar para atingir as metas e objetivos e os encaixe nos seus pontos fortes ou fracos.

7. Analise o ambiente externo da organização

Outra coisa que precisa ser analisada é o ambiente externo, ou seja, as tendências do mercado, crises financeiras, surgimento de novas leis, entre outras coisas.

É dessa forma que você consegue antecipar os acontecimentos e não ser pego de surpresa pelas mudanças do mercado.

A dica aqui é dividir o ambiente externo em dois blocos: o microambiente e o ambiente de tarefa. O primeiro diz respeito a tudo que está mais distante do dia a dia da companhia, como a legislação, economia geral e tendências.

O segundo abrange questões que estão mais próximas, como: clientes, concorrentes, fornecedores e órgãos reguladores.

A partir da análise de cada bloco será possível identificar oportunidades e ameaças que devem ser incluídas no plano.

8. Defina as estratégias

Agora que você fez uma análise minuciosa de todos os aspectos que compõem o funcionamento da sua empresa chegou a hora de começar a traçar o plano de ação.

As estratégias são os fatores que irão determinar como os resultados serão alcançados. A partir delas você irá se destacar no mercado e competir de igual para igual com seus concorrentes.

Parte das estratégias, inclusive, são voltadas para o meio digital. Afinal, atualmente a internet é obrigatória para a comunicação de qualquer empresa.

Por isso, faz-se necessário contar com uma equipe de comunicação digital que entenda de questões, como o uso de palavras-chave. A empresa de convênio médico, por exemplo, irá utilizar o termo “dentista convênio” para se destacar no Google.

9. Defina e acompanhe os indicadores

Se as estratégias são as ações que trazem resultados, os indicadores são o termômetro que irá identificar se elas estão dando certo ou não. Por isso, defina os parâmetros para medir o sucesso do seu negócio.

Pense em quais são os números essenciais para acompanhar a jornada da organização e comece a medi-los. Alguns desses indicadores podem ser:

  • Nível de satisfação dos clientes (NPS);
  • Evasão de clientes (Churn);
  • Índice de lucratividade;
  • Retorno sobre investimento (ROI);

10. Avalie os resultados finais

Fiz a análise da minha empresa, tracei estratégias e defini os indicadore. E agora? Bem, agora chegou a hora de avaliar os resultados.

A partir dessa avaliação você irá modificar ou manter as ações com base nos resultados obtidos. Isso lhe dará a chance de estudar melhor a empresa e otimizar os resultados futuros.

É importante anotar e arquivar os resultados para que eles possam ser consultados mais para frente. A longo prazo eles indicarão quando foram os períodos de maior sucesso e o que estava sendo feito nesse momentos.

Planejamento é a chave do sucesso
Nós já dissemos isso no começo do texto, mas não custa nada repetir: para que um negócio vá para frente apenas a força de vontade não é o suficiente.

Muitas pessoas estão tão ansiosas para começar a empreender que deixam o planejamento de lado. Esse pode ser um erro fatal e o motivo pelo qual o seu negócio não dará certo.

Se você já tem um negócio, não há problema, dê um passo para trás e estude o seu empreendimento. Temos certeza que a partir do planejamento estratégico você irá encontrar algumas respostas importantes para o futuro.

 


Coronavírus: Quais as principais mudanças no ERP?

Coronavírus: Quais as principais mudanças no ERP?

Desde o início do ano, notícias sobre o surgimento de um novo tipo de vírus foram unânimes nas principais manchetes do Brasil e do mundo. No mercado, o coronavírus construiu um cenário de incertezas, exigindo que as lideranças agissem de forma rápida para reinventar suas operações. O setor de tecnologia, por sua vez, não ficou para trás: a pandemia incentivou — e arregimentou — importantes mudanças no ERP.

É bastante provável que uma fatia expressiva dos gestores contemporâneos concorde que, no enfrentamento da crise, surgiram ótimas oportunidades. 

De acordo com um levantamento divulgado pela OEA (Organização dos Estados Americanos), em parceria com o BID (Banco Interamericano de Desenvolvimento), a América Latina acelerou processos de digitalização em resposta ao alerta da Covid-19. Ou seja: o período de insegurança contribuiu para que as organizações se tornassem mais tecnológicas e, por conta disso, mais empoderadas. 

As empresas de software fizeram parte dessa transformação — e, claro, transformaram-se também. Funcionalidades alinhadas ao novo normal foram desenvolvidas e aperfeiçoadas, moldando soluções cada vez mais adequadas às demandas de empresas em constante evolução. 

A gestão empresarial em tempos de Coronavírus

Ainda em maio de 2020, quando a pandemia do novo coronavírus mobilizou empresas e líderes ao redor do globo, a maioria dos gestores brasileiros concordou em um ponto bem específico: para 80% deles, o home office era uma medida acertada — além de essencial na tentativa de frear a disseminação da doença.  

Mais de seis meses depois, entre erros e acertos, a flexibilidade do trabalho ainda é um ponto que precisa ser discutido (e aprimorado) em companhias dos mais diversos portes e segmentos. Afinal, ainda que o coronavírus tenha sido a maior crise sanitária do mundo moderno, não é conveniente afirmar que os negócios locais estão livres de intercorrências semelhantes, mesmo que localizadas e em menor escala. 

Em 2018, por exemplo, a greve dos caminhoneiros paralisou uma parcela importante do escoamento de produtos no Brasil, comprometendo produtores, intermediários e clientes. Por outro lado, no que diz respeito às atividades comerciais tradicionais, a falta de combustível impediu, inclusive, deslocamentos a trabalho — e a conta chegou também para os empresários que deixaram de fechar contratos por conta da distância física. 

Os dois episódios ensinam, portanto, uma lição indiscutível: é preciso estar preparado para imprevistos. Não se trata de adivinhar o futuro, mas de assegurar que os recursos certos estejam disponíveis quando (e sempre que) necessário. 

Agora, mais do que nunca, a gestão corporativa precisa assumir uma postura 360º, tanto online quanto offline. As linhas que costumavam segmentar setores precisam se transformar em laços que unem pessoas. As ferramentas operacionais e estratégicas devem ser utilizadas para conectar indivíduos — colaboradores, parceiros e clientes —, eliminando barreiras e viabilizando negócios. A qualquer hora e em qualquer lugar!

E mais: foi-se o tempo em que os gestores eram céticos a respeito da produtividade de uma equipe remota. Os sistemas integrados de gestão (ERP) entregam soluções completas para manter o alinhamento do time e garantir as entregas da empresa, facilitando o acesso a balanços, dashboards e relatórios de cada departamento — da logística ao RH.

As principais mudanças no ERP durante o Coronavírus

O ERP (Enterprise Resource Planning) é um velho aliado das companhias focadas em alta performance. A função do software é centralizar informações, acelerar processos e otimizar recursos, permitindo que a equipe trabalhe de forma eficiente e segura. 

Para os líderes, a robustez de um sistema integrado é ainda mais valiosa. Em apenas alguns cliques, milhares de relatórios são emitidos e podem, então, render análises essenciais à saúde do negócio — no curto, no médio e no longo prazo. 

Se, por um lado, não há novidade alguma no ato de reforçar a importância do ERP no dia a dia corporativo, por outro existe a disposição de apresentar funcionalidades aderentes a um panorama que corresponde e extrapola a pandemia, rendendo novas possibilidades de trabalho sem comprometer a qualidade da entrega. Preparado para o novo normal no mundo ERP? Confira!

Servidor em nuvem

Todo ERP precisa contar com o apoio de um servidor, responsável por armazenar os dados registrados no software. Antes da tecnologia em nuvem, dispositivos locais asseguravam a disponibilidade das informações, mas, em contrapartida, tinham custos elevados de manutenção e exigiam atenção redobrada às rotinas de backup. Além disso, o acesso remoto era certamente mais difícil em ocasiões de home office, por exemplo.

Hoje, com a computação em nuvem (cloud computing), é possível contar com um tipo de hospedagem mais versátil e seguro para depositar o volume de dados gerado na companhia. A Amazon Cloud, por exemplo, oferece um modelo descomplicado e com excelente custo-benefício, tornando o servidor em nuvem uma opção inteligente — e econômica — para a operação do seu ERP sob a perspectiva de um novo normal.

 

Implantação à distância

O processo de implantação de um novo sistema de gestão pode gerar certos receios. Os gastos com deslocamento de profissionais, por exemplo, costumavam pesar negativamente no fluxo de caixa — e, em alguns casos mais extremos, acabava por desestimular a substituição de uma ferramenta ultrapassada, incapaz de suportar o crescimento da empresa.

A pandemia de coronavírus, no entanto, forçou a adaptação do trabalho remoto e as novas premissas também foram aplicadas (com sucesso, diga-se de passagem) aos procedimentos convencionais de implantação. Em vez de centenas de quilômetros percorridos, a prioridade foi manter dezenas de horas de aprendizagem.

O suporte online ganhou escala e agilidade, reduzindo gastos desnecessários e otimizando a experiência da equipe frente à tecnologia. Agora, mais do que nunca, a implantação à distância é uma realidade bastante oportuna — e pode ser exatamente o que seu negócio precisa para lapidar os processos gerenciais.

Acesso remoto (com segurança)

O controle de acessos continua sendo relevante em tempos de trabalho remoto. Por isso, é fundamental que o ERP disponha de ferramentas que formalizem os direitos de acesso, evitando equívocos e/ou demais transtornos operacionais. 

O software permite, por exemplo, que a equipe contábil visualize apenas os módulos, as telas e os relatórios pertinentes à rotina fiscal e financeira, impedindo que informações do RH — ou de qualquer outra unidade de negócio — estejam disponíveis para consulta e alteração. 

Esse tipo de preocupação dá apoio ao compliance corporativo e preserva a integridade dos dados, minimizando riscos de segurança. Mais uma vez, a funcionalidade faz todo o sentido no home office, certo?

Ufa! A essa altura, fica claro que o coronavírus desencadeou transformações significativas na administração empresarial e, de quebra, também potencializou boas mudanças no ERP. Tudo para que você, gestor de alta performance, possa continuar perseguindo metas audaciosas para, assim, acumular resultados cada vez mais positivos.

O Areco ERP, tecnologia da Areco Sistemas Empresariais, está totalmente preparado para o novo normal e reúne funcionalidades indispensáveis ao mercado pós-pandemia. São mais de 30 anos de trabalho dedicados ao desenvolvimento íntegro de empresas e pessoas — sempre transformando crises em oportunidades.

Quer saber como podemos ajudar você e o seu negócio? Agende uma consultoria gratuita!


Tudo sobre EDI: o que é, quais são os benefícios e como o Areco ERP pode ajudar

Tudo sobre EDI: o que é, quais são os benefícios e como o Areco ERP pode ajudar

A grande maioria dos gestores já está familiarizado com o conceito — e com o potencial — do EDI (Electronic Data Interchange). A tecnologia, que surgiu em meados da década de 60, continua evoluindo e permanece mais atual do que nunca: sem ela, a dinâmica de troca de dados perde consistência, rapidez e confiabilidade. A empresa, por sua vez, perde mercado e competitividade.

A boa notícia é que o Areco ERP, software responsável por integrar departamentos e por centralizar as informações da companhia, também dispensa atenção à importância do EDI. Com a integração ativa, líderes e analistas podem, então, distribuir e receber documentos comerciais com mais segurança e celeridade, otimizando os recursos — humanos, financeiros e de tempo — e as rotinas.

O que é, afinal, o EDI?

A sigla EDI tem origem na língua inglesa e, em tradução livre para o português, significa “troca eletrônica de dados”. Trata-se, na prática, da transmissão automática de informações entre duas empresas informatizadas, contribuindo para agilizar o relacionamento comercial — e as operações estratégicas — de ambas.

O EDI, por si só, tem uma missão integradora: a tecnologia permite que dois sistemas independentes transmitam dados comerciais, fiscais ou logísticos de modo seguro e transparente. A partir de um modelo padronizado, é possível compartilhar pedidos, notas (de remessa ou fiscais), listas e informações de inventário, por exemplo.

Ainda que o EDI seja útil a uma diversidade ampla de empresas — considerando que quase todas as transações realizadas por e-mail ou fax, para citar apenas dois métodos, podem ser substituídas por esse tipo de transmissão —, é comum encontrar demandas maiores pela solução em montadoras e indústrias automotivas.

Nestes segmentos, em específico, a qualidade da comunicação na cadeia de suprimentos é essencial para viabilizar a boa performance da produção. A troca de mensagens valida a rastreabilidade comercial e explora a cadeia logística com ainda mais eficiência. O just in time, conceito que costuma reger as fábricas automotivas, certamente requer uma tecnologia capaz de estimular a produção sem, no entanto, desperdiçar os recursos corporativos. Vale apostar no EDI!

Quais são os principais benefícios do EDI?

A essa altura, você provavelmente já percebeu que o EDI representa uma espécie de evolução no relacionamento comercial. As vantagens de automatizar remessas de documentos, padronizando arquivos de modo a viabilizar a integração de dados, são inúmeras. E mais: esse tipo de tecnologia também funciona como um poderoso diferencial competitivo.

Entre os benefícios mais relevantes, cabe reforçar, por exemplo:

  • a possibilidade de receber pedidos de maneira automática, permitindo que as equipes (produtivas e comerciais) antecipem as demandas da fábrica;
  • a otimização do recebimento e da expedição de materiais, diminuindo o lead time e melhorando a performance do time;
  • a redução do tempo de processamento dos pedidos e a minimização de erros operacionais, considerando que não há necessidade de redigitação.

Não é equivocado dizer, portanto, que o EDI extrapola sua função primordial de transmitir informações entre sistemas. Além de garantir a assertividade da comunicação entre parceiros, a tecnologia de dados também tem um importante valor estratégico: ao dispensar o retrabalho de redigitação, os profissionais envolvidos ganham tempo e podem se dedicar a desenvolver tarefas de maior valor agregado.

Como funciona a integração EDI no Areco ERP?

A tecnologia do Areco ERP é robusta e atualizada, permeando todo o workflow corporativo. Em termos gerais, isso quer dizer que a tecnologia está preparada para atender às demandas de uma operação complexa e integrada, entregando eficiência e agilidade aos mais diversos setores da companhia.

O EDI é, sem dúvida, um dos recursos diferenciais. Neste caso, a troca eletrônica de dados é usualmente feita a partir de um arquivo estruturado, enviado pelo sistema externo e, então, incorporado ao Areco ERP.

Depois de receber o documento, o ERP decodifica as informações e pupula uma tabela — seja ela um cadastro de produto ou um valor de conta contábil, por exemplo —, suprimindo a necessidade de intervenções manuais e eliminando a incidência de erros na redigitação.

Diante disso, fica fácil perceber que a missão do EDI é otimizar rotinas e impulsionar processos. A tecnologia integrada substitui a troca de e-mails (ou mesmo a remessa em papel) por padrões eletrônicos altamente confiáveis. Assim, é possível acelerar a interação com fornecedores e demais parceiros de negócio.

Por que o Areco ERP é a melhor opção para indústrias automotivas?

A Areco Sistemas Empresariais tem mais de 30 anos de história — e, a cada novo capítulo, parcerias produtivas são construídas sobre alicerces de alta performance, confiança e sucesso mútuo. A indústria automotiva, que é bastante dependente da integração EDI, desponta como um dos segmentos atendidos pelo Areco ERP.

Rivail Calderini, proprietário da Autopoli Automotive Technology, é enfático ao compartilhar os impactos positivos da implantação do software nas rotinas da companhia. “Em pouco tempo conseguimos, além de obter números mais precisos, integrar de fato os vários setores da empresa e fazer com que as ferramentas de automação e gestão do Areco ERP operassem, atingindo os resultados”, ressalta o CEO.

O Areco ERP é, sem dúvida, uma ferramenta indispensável à competitividade das organizações. O motivo é simples: quando há tecnologia de ponta, uma equipe de profissionais experientes e o desejo contínuo de aprimorar produtos e serviços, robustez está longe de significar rigidez.

Além de contar com funcionalidades que garantem a assertividade dos processos automotivos, otimizando recursos humanos e financeiros, o Areco ERP está em constante evolução e, por isso, confere mais autonomia e segurança às decisões da liderança. Principalmente nas indústrias automotivas, para além da troca eletrônica de dados, a solução também oferece:

  • controle do ciclo de projetos de engenharia, com gerenciamento de mapas de produção, movimentação de estoques e roteirização de entregas;
  • suporte às Práticas de Qualidade Total (ISO), com domínio dos lotes e rastreabilidade de matérias-primas e produtos acabados;
  • acompanhamento de margens de contribuição na inserção de novos orçamentos e pedidos;
  • suporte às vendas B2B em campo, sincronizando automaticamente o cadastro de clientes e a geração de pedidos na web.

Conclusão

A mensagem final, portanto, é clara: se, por um lado, o EDI desponta como um mecanismo imprescindível às empresas que buscam maximizar o desempenho operacional, é preciso olhar com atenção às demais oportunidades de integrar áreas e lapidar processos. Precisa inovar e quer crescer de forma exponencial? Invista em tecnologia de gestão!

Para entender como o Areco ERP pode ajudar a desenvolver o seu negócio, converse com um especialista. Agende uma consultoria gratuita e discuta as próximas estratégias da sua empresa.

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Gestão da cadeia de suprimentos: o que é e quais são as melhores práticas

Gestão da cadeia de suprimentos: o que é e quais são as melhores práticas

Quando o assunto é logística, a gestão da cadeia de suprimentos desponta como um tema importante e inadiável. De acordo com um estudo da Fundação Dom Cabral (FDC), problemas de infraestrutura e restrição urbana acrescentaram, nos últimos anos, um custo de R$15,5 bilhões aos processos logísticos das empresas. Impactando negativamente na eficiência das operações de recebimento e escoamento.
O cenário é desafiador e, por isso, exige que os gestores modernos se dediquem a encontrar soluções coesas e inovadoras para otimizar as rotinas ligadas à cadeia de suprimentos. Ao padronizar procedimentos, por exemplo, é possível obter ganhos de produtividade e, assim, melhorar a competitividade do negócio.

Se você ainda tem dúvidas sobre a dinâmica de gestão da cadeia de suprimentos, é hora de mergulhar fundo no conceito! Primeiro, exploraremos o conceito sob uma ótica mão na massa. Em seguida, detalharemos as estratégias mais eficazes no gerenciamento da cadeia de suprimentos. Por fim, compartilharemos os principais desafios da área e, claro, as melhores práticas para gerenciá-la.

Boa leitura e bons insights!

O que é, na prática, a gestão de cadeia de suprimentos?

A gestão otimizada da cadeia de suprimentos pressupõe a nutrição de uma ampla rede de relacionamentos. Toda empresa, independentemente do porte ou segmento a que se dedique, precisa alimentar parcerias internas e externas, garantindo a assertividade dos processos e, claro, também a saúde de seus caixas.

Imagine, por exemplo, o dia a dia na fábrica. Para que a linha de produção possa funcionar a todo o vapor, é preciso dispor da matéria-prima necessária e contar com a eficiência das máquinas envolvidas na dinâmica de trabalho. Além disso, os turnos devem escalar um número suficiente de colaboradores para que, ao fim do fluxo operacional no PCP, a demanda de pedidos seja corretamente suprida por itens acabados de alta qualidade.

Uma análise mais criteriosa reforça a interdependência desses fatores. O abastecimento de insumos requer a compra antecipada dos materiais, enquanto a manutenção preventiva dos equipamentos industriais assegura a plena capacidade da planta.

Responsabilidade de todos

E mais: os departamentos da empresa têm sua parcela de responsabilidade. Ao RH, cabe a missão de suportar as atividades na fábrica, reduzindo o turnover de profissionais e mantendo-os devidamente protegidos (com todos os EPIs à disposição) e motivados. À logística, fica o desafio de viabilizar o escoamento efetivo dos produtos acabados, certificando que os clientes tenham acesso rápido e seguro àquilo que negociaram com os vendedores da companhia.
Todos esses inputs, portanto, se relacionam à cadeia de suprimentos — também conhecida por supply chain, termo equivalente em inglês. Trata-se, na prática, do comprometimento em gerir uma estrutura complexa, composta por pessoas, processos, informações e recursos unidos em um objetivo importante: organizar a produção e afiançar entregas cada vez mais lucrativas e encantadoras.

Quais são as melhores práticas para gerir a cadeia de suprimentos?

Todo líder industrial compartilha do desejo de enxugar operações, maximizar a produtividade da fábrica e aumentar as margens de lucro. A boa notícia é que a gestão eficiente da cadeia de suprimentos, associando conhecimentos técnicos e ferramentas robustas, pode ajudar você a alcançar essas metas.
De forma geral, a excelência na operação de supply chain começa na integração de áreas e processos. O setor de Compras, por exemplo, precisa conhecer em profundidade a demanda comercial — para, só então, aperfeiçoar as negociações com fornecedores com base na previsibilidade de vendas. O time do PCP, por sua vez, deve checar a disponibilidade de matéria-prima no estoque, fixando um cronograma coerente de entregas.
A centralização de dados confiáveis é, sem dúvida, uma das práticas essenciais ao gerenciamento da cadeia de suprimentos, mas é preciso ir além. Para acelerar os resultados do negócio e aprimorar as rotinas de supply chain, fique atento a alguma das melhores práticas da área!

Mapeie processos e elimine gargalos

O primeiro passo para lapidar a gestão da cadeia de suprimentos é se apropriar das atividades cotidianas. Ao levantar o conjunto de processos, você mergulha nos fluxos de trabalho e disseca as operações corporativas — do administrativo à produção.
De posse das informações internas, o gestor obtém uma vantagem importante: pode reavaliar os procedimentos adotados sob a ótica da otimização, agregando mais confiabilidade às decisões do negócio. Se, em algum momento, um gargalo prejudicial for detectado, na dinâmica de ressuprimento ou na negociação de prazos com clientes, o correto é acionar um sinal de alerta e desencadear uma ação imediata.
Apenas ao mapear os processos com constância e transparência, monitorando o desempenho do PCP, é possível efetivar melhorias significativas na fábrica. O final da equação é bastante positivo e faz toda a diferença na competitividade da indústria. O fluxo de caixa e as perspectivas de lucro agradecem!

Padronize operações

Tarefas padronizadas reservam muitas vantagens às empresas modernas. É fácil entender os motivos: primeiramente, os padrões evitam que erros humanos se repitam com frequência exacerbada, dilapidando a rentabilidade do chão de fábrica e da companhia como um todo. Além disso, rotinas predefinidas aceleram a performance da equipe, extraindo o máximo potencial dos recursos disponíveis.
Esses benefícios são igualmente bem-vindos na gestão da cadeia de suprimentos. É indicado, por exemplo, que os analistas de Compras incorporem atividades analíticas às demandas do dia a dia. Antes de formalizar um pedido ao fornecedor, certifique-se de checar os relatórios de previsibilidade de vendas e, também, de confirmar o preço médio negociado nas últimas compras.

Estimule a cooperação entre os profissionais

A integração de áreas é indispensável ao sucesso da estratégia de supply chain. Para isso, porém, não basta sinalizar ao time a importância da troca contínua de informações: é preciso, mais do que nunca, incentivar a centralização de dados para facilitar consultas ricas entre departamentos.
O gerenciamento da cadeia de suprimentos requer o compromisso dos funcionários. Quando há cooperação, suportada e endossada por ferramentas aderentes, reduz-se o retrabalho e minimizam-se os erros operacionais. Logo, é fundamental que as equipes interajam em prol de uma meta comum: otimizar a produção de ponta a ponta, da entrada no estoque à geração da NF de saída, de modo a disparar os resultados da indústria.

Invista em tecnologia de gestão

O PCP costuma ser uma área sensível para grande parte das empresas contemporâneas. Lidar com a complexidade do chão de fábrica pode ser um desafio — mas, nele, também residem excelentes chances de diferenciação e ótimas oportunidades de lucro.
O ERP é a resposta para muitas das perguntas gerenciais, inclusive aquelas que se referem ao supply chain. Em algumas telas e em poucos cliques, por exemplo, é possível incluir (ou alterar) a engenharia de um projeto, revisar a disponibilidade da fábrica (por turno e máquina) e atestar a qualidade do produto acabado.
Além da linha produtiva, os demais setores envolvidos na gestão da cadeia de suprimentos também se beneficiam do poder tecnológico: enquanto o Compras extrai relatórios de IQF (Índice de Qualidade do Fornecedor), selecionando os melhores parceiros, a Logística de distribuição se vale das informações do estoque para programar o transporte dos itens acabados com agilidade e segurança. Ou seja: uma vez integradas, as operações funcionam de maneira mais sinérgica, eficiente e rentável.

Conclusão

Se você está procurando uma solução integrada para potencializar os retornos da sua fábrica, dando força e consistência ao gerenciamento da cadeia de suprimentos, fale conosco. Agende uma consultoria gratuita e saiba como o Areco ERP pode ajudar você e o seu negócio.


O segredo do lucro: 3 dicas para melhorar os retornos financeiros da sua empresa

O segredo do lucro: 3 dicas para melhorar os retornos financeiros da sua empresa

Toda empresa, independentemente do setor em que pretenda atuar, nasce com um objetivo bem claro: gerar e perpetuar o lucro. Por isso, desde o primeiro dia, todas as engrenagens corporativas devem se alinhar à estratégia do negócio e funcionar em total sinergia, otimizando recursos para alavancar resultados.

Se a teoria é simples, a prática certamente exige uma boa dose de resiliência. De acordo com um estudo divulgado pelo Sebrae, o lucro é uma questão complexa para grande parte dos empreendedores.

A pesquisa aponta que, considerando as empresas que fecham as portas, o principal motivo para o encerramento das atividades é a falta de lucro. Da mesma forma, levando em conta os CNPJs que se mantêm ativos, a dificuldade mais comum nos primeiros anos de funcionamento é, mais uma vez, a constância na obtenção de lucro.

Logo, não seria equivocado dizer que a lucratividade é um tema sensível aos gestores modernos. Afinal, em um mercado altamente competitivo, é preciso lançar mão de táticas eficientes para acelerar os retornos da operação.

O primeiro passo é entender em profundidade as nuances do lucro — e, claro, dos indicadores que o envolvem. Depois disso, você provavelmente estará pronto para conhecer e explorar o segredo do lucro. Confira!

Rentabilidade x Lucratividade: quais são as principais diferenças?

Ainda que os dois conceitos tratem de desdobramentos financeiros, vale diferenciá-los. No dia a dia do negócio, considerando as demandas analíticas da operação, é muito provável que você precise apelar a uma ou outra — senão às duas simultaneamente.

De forma geral, a rentabilidade se refere ao retorno. Imagine, por exemplo, que você tenha injetado R$10 mil em melhoria produtiva, adquirindo uma série de máquinas para agilizar o trabalho na fábrica.

A métrica de rentabilidade é que vai afirmar se o investimento alocado no PCP está trazendo os retornos previstos no curto, no médio e no longo prazo. O cálculo permite que os gestores avaliem, sob a ótica da inteligência financeira, se a produção está “se pagando” — ou, então, quanto tempo ela levará para “se pagar”.

Por outro lado, a lucratividade também tem traços particulares. Para o Sebrae, a métrica “é um indicador de eficiência operacional que indica o ganho que a empresa consegue gerar sobre o trabalho que desenvolve”.

Trata-se, portanto, do ganho excedente: tudo aquilo que se obtém com as vendas (de produtos ou serviços), já deduzidos os custos e despesas. Se cada peça produzida custa R$35 (R$ de tributos, R$10 de insumos, R$10 de custo operacional e R$10 de mão de obra), a venda por R$70 gera 50% de lucratividade.

As diferenças entre os dois conceitos os tornam complementares — além de, claro, indispensáveis à gestão enxuta de qualquer companhia. É fácil entender o motivo: se a empresa detém 25% de lucratividade, mas apresenta rentabilidade de 10%, o retorno não é suficiente para pagar o investimento.

Da mesma forma, um negócio com 500% de rentabilidade — ou seja, quintuplicando o valor investido — pode sustentar uma lucratividade pífia, indicando que os custos operacionais estão fora de controle.

Certifique-se de combinar as métricas de lucratividade e de rentabilidade para obter um diagnóstico fiel e coerente da sua situação financeira. Os retornos financeiros que você espera podem estar escorregando entre seus dedos, soterrados por ineficiências produtivas e ocultos em relatórios incompletos.

O segredo do lucro: como maximizar os retornos financeiros?

A essa altura, é provável que você tenha percebido que o “segredo” do lucro está longe de ser uma fórmula mágica; e que, em vez disso, resultados expressivos envolvem algumas variáveis importantes.

Para perseguir saldos positivos, você precisa se comprometer com análises profundas e recorrentes, capazes de ordenar a complexidade da operação e, assim, gerar insights valiosos. Agora, é hora de saber por onde começar…

  1. Melhore as negociações com fornecedores

A gestão sinérgica da cadeia de suprimentos representa um grande desafio aos gestores focado em alta performance. Dos insumos necessários à fabricação dos produtos, passando pela transportadora contratada para escoamento, fique atento a gargalos que podem prejudicar o desempenho da operação.

Os fornecedores, por exemplo, são peças-chave na maximização do lucro. Negociações mais atrativas — no preço unitário da matéria-prima ou na forma de pagamento, para citar apenas duas das possibilidades — podem garantir o balanço positivo nos indicadores financeiros, impulsionando o desenvolvimento do negócio.

O IQF (Índice de Qualidade do Fornecedor) é um bom aliado na manutenção de parceiros. A partir do cruzamento de informações essenciais, tais como a confiabilidade da entrega e a qualidade do material vendido, é possível organizar as empresas mais eficientes e alinhadas às demandas da companhia, mantendo o alto nível dos relacionamentos comerciais.

  1. Reveja a formação de custo e preço

A precificação não é uma tarefa fácil. Fixar o preço de um produto ou serviço exige um mergulho profundo nos números corporativos: só assim, munido de dados transparentes, pode-se criar um cenário de lucratividade perene, cobrindo custos e despesas e adicionando uma boa margem.

Na pesquisa do Sebrae, a falta de capital de giro e/ou lucro foi apontada como o segundo maior motivo para o fechamento de empresas. Não há exagero em afirmar que esse é o reflexo de uma precificação cega, sem embasamento e sem análise.

Quando não há sistematização de informações, fica difícil resgatar o valor de um insumo ou ratear o custo operacional entre os departamentos do negócio. Quando os dados estão dispersos e descentralizados, é impossível resgatar as despesas para, então, balanceá-las no cálculo da margem de lucro.

Para viabilizar esse nível de controle, é preciso investir em tecnologia de ponta. Um bom sistema ERP, apto a integrar todo o workflow empresarial, é o recurso ideal para alavancar os critérios (e a assertividade) da precificação. 

  1. Analise os indicadores de qualidade

Desvios na qualidade são prejudiciais à operação e despontam como grandes inimigos do lucro. Sempre que há desperdício excessivo, causado por uma falha de processo ou por um erro humano, o prejuízo é certo.

A única maneira de evitar esse tipo de problema, eliminando gargalos com rapidez e eficiência, é manter os olhos bem abertos e os relatórios bem atualizados. É importante, por exemplo, que você assegure a disponibilidade de recursos robustos, transparentes e integrados. Abuse da tecnologia para maximizar os resultados da fábrica!

Se, ao analisar os dashboards de desempenho do PCP, você notar que o número de peças produzidas caiu significativamente em determinado período, acione o alerta: em algum ponto do processo, na preparação das máquinas ou na sequência de tarefas, deve haver um gargalo — e você precisa corrigi-lo prontamente, de forma a minimizar os impactos negativos na lucratividade do negócio.

É por isso que a rotina de monitoramento é essencial à gestão de qualidade e, por consequência, também à busca por lucros exponenciais. Afinal, uma parcela considerável do segredo para melhorar os retornos financeiros diz respeito à capacidade de liderar as decisões da companhia. A melhor forma de fazer isso é, sem dúvida, se apoiar em dados coesos.

Conclusão

A tecnologia de gestão é responsável por simplificar processos, automatizar rotinas e integrar departamentos. Todos os inputs da operação são centralizados e organizados, facilitando o acesso às informações estratégicas da empresa — acentuando a assertividade e a competitividade das decisões.

Precisa de ajuda para entender a complexidade do negócio, calibrando as engrenagens que impulsionam os lucros da organização?


Data driven e ERP: a transformação de negócios orientados a dados

Data driven e ERP: a transformação de negócios orientados a dados

Se traduzido ao pé da letra, o termo data driven significa “orientado a dados”. A origem da expressão remonta à ciência de dados e pressupõe o uso de tecnologias avançadas, tais como a inteligência artificial (IA) e o machine learning, para analisar grandes volumes de informações. O objetivo é gerar insights e, claro, solucionar problemas.

Ainda em 2013, um estudo da Economist Intelligence Unit revelou que empresas com desenvolvimento acima da média tinham algo importante em comum: todas se apoiavam no Big Data e dedicavam tempo precioso para mergulhar fundo nos dados do negócio. O retorno dessa atenção aos números corporativos não poderia ser melhor: o lucro aumentava consideravelmente, registrando até dois dígitos de crescimento.

Hoje, mais do que nunca, essa é uma realidade inquestionável. As empresas mais competitivas precisam preparar suas operações para lidar com o intenso fluxo de informações e, de posse deles, também para organizá-los em cenários coesos e estratégicos. A boa notícia é que o ERP, tecnologia robusta e integrada de gestão, é um ótimo aliado para promover a transformação de negócios orientados a dados.

O que são as empresas data driven?

De forma geral, as empresas data driven podem ser descritas como aquelas que planejam, executam e gerenciam as demandas da companhia a partir de dados críveis e transparentes. Na maioria dos casos, os algoritmos são os catalisadores desse tipo de processo: cabe a eles a missão de compor soluções para ordenar informações internas e, assim, permitir que as táticas de inteligência corporativa sejam aplicadas às rotinas operacionais.

O relatório Insights-Driven Businesses Set The Pace For Global Growth, produzido pela Forrester em 2018, indicou que empresas com perfil data driven crescem cerca de 30% ao ano e, até 2021, devem acumular faturamento de US$ 1,8 trilhões. E mais: a pesquisa reforça que a tecnologia de dados é essencial para criar vantagens competitivas, uma vez que baliza e alicerça a tomada de decisão.

Na prática, as organizações com mentalidade data driven exigem que a grande maioria das perguntas estratégicas — se não todas elas — sejam respondidas por meio de insights confiáveis, cunhados no coração do negócio e traduzidos em dados inteligíveis.

Imagine, por exemplo, a responsabilidade de planejar o trimestre produtivo. Nesta etapa, é absolutamente natural que surjam dúvidas.

  • Qual será a demanda pelo produto? – pergunta o time Comercial.
  • Como é possível otimizar o fluxo de trabalho na fábrica? – reflete o líder de PCP.
  • Qual é a melhor maneira de fixar o preço de venda, considerando a escalada dos custos? – questiona a equipe de negócios.

Ainda que não existam fórmulas mágicas, há, sem dúvida, um recurso capaz de nortear as afirmações mais coerentes: os dados internos. Ser data driven, portanto, significa manter uma sólida estrutura orientada a dados, empoderando profissionais na busca incessante pelas melhores respostas.

Como o ERP pode ajudar a estruturar um negócio orientado a dados?

Não é nenhum exagero dizer que as empresas data driven compartilham de um propósito semelhante no que se refere ao uso de dados: a intenção é maximizar a confiabilidade das análises para, então, endossar as decisões do negócio. Enquanto os riscos diminuem, as chances de êxito aumentam.

Esse tipo de postura, porém, exige um grau mais avançado de tecnologia. É necessário que a ferramenta viabilize a coleta, o registro, a organização e a compilação das informações, utilizando os números para cimentar um edifício de prognósticos.

O ERP é o mecanismo que torna tudo isso possível. O sistema integra as mais variadas áreas da companhia e, por isso, se posiciona como um aliado eficiente na missão de alimentar relatórios completos e dashboards personalizados. Na mão da alta administração, essas ferramentas de avaliação funcionam como uma bússola de ouro, norteando as estratégias corporativas ao favorecer, de fato, uma liderança data driven. Chegou a hora de entender os motivos!

Transformar a cultura corporativa

A cultura de uma empresa, no que é tangível tanto quanto no que é intangível, dita a forma com que as tarefas são executadas. Assim sendo, uma cultura data driven é indispensável à efetividade das análises.

Neste aspecto, o ERP pode funcionar como um catalisador de posturas: a tecnologia reforça a necessidade de centralizar informações e abre um vasto horizonte de possibilidades para examinar as variáveis mais importantes do negócio.

Implantar KPIs coerentes

Os KPIs (Key Performance Indicators) são métricas-chave no desempenho da organização e, em última escala, asseguram que a equipe esteja totalmente alinhada a respeito das metas do setor — seja na Produção, reduzindo o número de inconformidades em produtos acabados, ou no Comercial, respeitando a projeção de vendas determinada para o período.

Indicadores coerentes, portanto, são um ótimo passo em direção à mentalidade data driven. Quando há um norte bem definido, o processo de análise ganha mais agilidade, tornando mais simples a comparação de números correlatos. No ERP, é possível fixar KPIs individuais e coletivos, disponibilizando-os para analistas e gestores em tempo real.

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Facilitar o acompanhamento

Bastam alguns cliques para que toda a operação esteja diante dos olhos dos gestores. O ERP oferece uma miríade de relatórios com filtros personalizados, permitindo que o líder enxergue o recorte que lhe é mais conveniente.

Além disso, dashboards customizados devem ser formatados e aprimorados com constância, respeitando as necessidades, as circunstâncias e as particularidades de cada companhia. Ao criar métodos visuais, intuitivos e dinâmicos de monitorar os resultados, ganha-se tempo para o que é importante: fazê-los acontecer!

Quais são as vantagens do crescimento orientado por dados?

Como já mencionamos, o crescimento de empresas orientada por dados tende a ser mais rápido e mais expressivo; principalmente em comparação às organizações que, por ignorância ou negligência, deixam de se apoiar em registros transparentes da operação.

O ritmo acelerado de desenvolvimento é, sem dúvida, uma das principais vantagens da mentalidade data driven — mas está longe de ser a última. Um relatório da consultoria McKinsey, por exemplo, evidenciou que organizações guiadas por dados têm até 23 vezes mais chances de conquistar clientes e, de quebra, têm seis vezes mais sucesso nas táticas para retê-los. A rentabilidade é outro fator crucial: negócios data driven são até 19 mais lucrativos!

A essa altura, fica fácil justificar a importância de priorizar um gerenciamento orientado a dados, certo? Afinal, só assim é possível, também:

  • otimizar processos internos, enxugando apenas o que é excessivo sem incorrer no erro de prejudicar a excelência da entrega cotidiana;
  • instituir uma postura inovadora, mais alinhada às demandas do mercado competitivo, sem aumentar a exposição a riscos desnecessários;
  • impulsionar a performance da equipe, enxergando os gargalos produtivos e corrigindo-os com mais velocidade e eficácia;
  • agregar confiabilidade e segurança às decisões estratégicas, impulsionando resultados no curto, no médio e no longo prazo.

Data Driven e ERP

Frente a tantas vantagens, vale reforçar que o ERP desponta como o motor da engrenagem data driven. Sem tecnologia, é impossível registrar, segmentar e ordenar o volume crescente de informações — sejam elas internas, derivadas da rotina corporativa, ou externas, obtidas no contato com o mercado —, empregando-as de forma inteligente para potencializar a competitividade do negócio.

Uma conclusão, entretanto, é certa: se, para crescer em compasso acelerado, é preciso manter uma cultura data driven, o ERP é imprescindível à transformação de negócios orientados a dados. O que você, gestor, está planejando fazer para ajustar seus processos a esse novo (e desafiador) cenário?

Agende uma consultoria gratuita e saiba como podemos ajudar a sua empresa a implantar uma mentalidade disruptiva, explorando recursos poderosos que estão a poucos cliques de você. Até breve!

O ERP soluciona as dificuldades das indústrias metal-eletro-mecânicas?

O ERP soluciona as dificuldades das indústrias metal-eletro-mecânicas?

As indústrias metal-eletro-mecânicas lidam diariamente com um ambiente bastante complexo. É preciso, por exemplo, manter uma área focada em pesquisa de produtos e máquinas sem, no entanto, descuidar da construção de projetos sob medida — viabilizados a partir de um processo comercial robusto e flexível.

Os desafios do segmento, dentro e fora da empresa, são inúmeros. Por outro lado, vale lembrar que há, também, boas oportunidades para modernizar operações e alavancar resultados, diferenciando o negócio em um mercado altamente competitivo.

Ao adotar ferramentas eficientes e padronizadas, capazes de automatizar rotinas e de suprimir erros humanos, o gestor acelera a escalada da companhia e mantém a saúde dos caixas corporativos. E o melhor: esses recursos não estão restritos a grandes potências industriais, permanecendo disponíveis a organizações dos mais diversos portes.

Vale explorar!

O desafio da produtividade nas indústrias metal-eletro-mecânicas

Já faz algum tempo que a discussão a respeito da produtividade permeia a rotina das lideranças industriais. Não é difícil entender o motivo: estudos desenvolvidos em empresas de vários segmentos apontaram que, em números totais, o nível de produtividade é um dos fatores determinantes na obtenção de lucro, fixando entre eles uma relação diretamente proporcional.

A busca por rotinas mais ágeis e eficientes é, portanto, justificável — e, no Brasil, os indicadores industriais estavam respondendo bem à iniciativa. Em 2018, a produtividade no setor cresceu 0,9%, superando o resultado registrado no ano anterior.

De acordo com um levantamento da CNI (Confederação Nacional das Indústrias), existe uma alternativa eficaz, além de disponível a todos, para melhorar os números. Um dos relatórios divulgados pela entidade, no final de 2009, ressaltou que a adoção de tecnologias de gestão promove um aumento de 22%, em média, na produtividade de pequenas e médias empresas.

A pesquisa da CNI valida a importância da modernização de processos e reforça a urgência de investimentos na área. A tecnologia é, de fato, um dos mais poderosos aliados da produtividade — e a indústria metal-eletro-mecânica precisa se beneficiar disso para continuar crescendo.

O poder do ERP nas indústrias metal-eletro-mecânicas

O ERP é o recurso ideal para padronizar rotinas, automatizar operações e potencializar a eficiência produtiva — tanto na fábrica quanto no administrativo.

No que se refere aos processos da indústria metal-eletro-mecânica, em específico, a tecnologia é capaz de simplificar a complexidade de tarefas comuns ao cotidiano da empresa. Solucionando as principais dificuldades do negócio nas mais diversas áreas. Confira!

Informações no chão de fábrica

Não seria equivocado dizer que, na indústria metal-eletro-mecânica, o chão de fábrica é o coração do negócio. Tudo o que pulsa na empresa está direta ou indiretamente relacionado à capacidade da linha, orbitando em torno das necessidades do setor.

Enquanto o departamento de Compras deve garantir que os insumos cheguem no tempo certo, mantendo o estoque de matéria-prima abastecido, por exemplo, os vendedores precisam que o cronograma produtivo funcione adequadamente, assegurando a entrega ao cliente no período combinado durante a negociação.

O chão de fábrica desponta, portanto, como uma espécie de central de informações. O planejamento da produção depende da verificação de máquinas disponíveis e todos os projetos de engenharia devem estar à disposição dos líderes da produção.

Da mesma forma, grande parte dos principais indicadores empresariais partem dos registros colhidos na linha produtiva. Da capacidade total à produtividade hora/máquina, passando pela estimativa de entrega e pelas taxas de desperdício de insumos, a maior parcela da inteligência nas indústrias metal-eletro-mecânicas se relaciona aos números da fábrica.

Por isso, é essencial que o fluxo de informações seja contínuo, além de claro e transparente. Cada interação tem influência nos resultados globais da companhia e precisa ser monitorado em tempo real.

O ERP, enquanto recurso integrado, é o mecanismo que centraliza e padroniza os dados internos da indústria metal-eletro-mecânica, do estoque ao comercial, de modo a favorecer as análises operacionais. Assim, sempre que necessário, reações imediatas e ajustes estratégicos podem ser executados com mais tranquilidade e eficácia.

Atualização de cadastros (e de projetos)

Os registros de engenharia funcionam como um mapa. A partir deles, toda a estrutura da fábrica é mobilizada em prol da produção de determinado produto, viabilizando as entregas. É, portanto, essencial que as informações do cadastro estejam sempre atualizadas — afinal, qualquer desvio no projeto é sinônimo de prejuízo nos caixas.

A engenharia do produto compreende a lista de materiais, o roteiro de produção e os demais parâmetros do item. O ERP acelera o processo ao disponibilizar, em poucos cliques, todos os documentos necessários e ao sinalizar a disponibilidade de máquinas e matéria-prima, liberando o funcionamento da linha.

Além disso, o software confere agilidade aos apontamentos, permitindo que apontamentos online, apurados em tempo real, atestem a assertividade da produção e validem a qualidade do produto acabado.

Ao dispor de tecnologia eficiente e integrada, as lideranças podem monitorar o desempenho da área — no que compete às máquinas e aos operadores, por exemplo — e identificar eventuais incoerências no projeto, evitando prejuízos na produção.

Por fim, vale lembrar que o ERP contribui para agilizar a aplicação de mudanças na estrutura do produto ou na dinâmica do processo produtivo, escoando as novas diretrizes com segurança para todos os setores envolvidos.

Redução de desperdícios nas indústrias metal-eletro-mecânica

Nas indústrias metal-eletro-mecânicas, produtividade também tem tudo a ver com qualidade. Por isso, a redução de desperdício costuma ser uma prioridade entre os gestores focados na alta performance de suas operações.

Na fábrica, os produtos com defeito podem advir de problemas mecânicos ou operacionais. A boa notícia é que ambos podem ser suprimidos por meio da adoção de um sistema robusto e aderente às rotinas produtivas.

Para reduzir o desperdício nas indústrias metal-eletro-mecânicas, o ERP oferece uma série de recursos e indicadores indispensáveis. É possível, por exemplo, rastrear matérias-primas e produtos acabados, reconhecendo deficiências de forma certeira e agindo proativamente para corrigir os desvios.

Da mesma forma, o software consolida os motivos de reprovação dos itens reprovados na garantia de qualidade e registra quais peças (ou produtos) precisaram ser retrabalhados. Pontuando a máquina e/ou o funcionário envolvido no processo inicial.

Todos esses dados populam relatórios estratégicos e podem orientar mudanças na dinâmica da fábrica. Mais uma vez, a padronização de rotinas e a centralização de informações se mostram fundamental na busca por alta produtividade — e altos retornos, é claro!

 

A essa altura, você provavelmente já está convencido de que um ERP robusto e atualizado é a solução que sua empresa precisa para continuar crescendo. Mas, atenção: certifique-se de optar por um fornecedor confiável e comprometido com o sucesso da sua operação.