Mentiras que já te contaram sobre ERP

Mentiras que já te contaram sobre ERP

Tempo de leitura: 9 minutos


Os sistemas integrados de gestão não são um bicho de sete cabeças. Algumas conclusões precipitadas podem ter impedido você (e o seu negócio) de crescer e acompanhar a evolução tecnológica. Acertamos? No esforço para corrigir esse mal-entendido — que é bastante prejudicial ao desenvolvimento da sua empresa — aproveitamos o Dia da Mentira para desmistificar as mentiras que já te contaram sobre ERP, um dos maiores aliados dos gestores eficientes.

Confira!

 

1. O ERP é caro e apenas grandes empresas podem ter

Foi-se o tempo em que a tecnologia de gestão era um privilégio das empresas de grande porte. Com a expansão dos mercados e da concorrência, companhias em desenvolvimento notaram a necessidade de otimizar processos e recursos — e concluíram que o caminho mais coerente para isso era investir em sistemas integrados.

Hoje, a realidade das micro, pequenas e médias empresas é bem diferente. Se, por um lado, é preciso tracionar operações e ganhar competitividade; por outro, é possível contar com ferramentas eficientes de gestão sem, no entanto, comprometer o fluxo de caixa.

O investimento é necessário, mas o déficit financeiro não deve ser uma opção. Ao optar por uma solução aderente ao seu negócio, você deve priorizar funcionalidades essenciais e considerar uma implantação modular, evoluindo a integração de forma transparente e gradual sem que as contas tirem o seu sono – afinal, essa é uma das mentiras que já te contaram sobre ERP.

Assim, a equação fica mais simples e o resultado, no fim das contas, é muito positivo. Acredite: essa iniciativa faz toda a diferença na escalada das companhias contemporâneas e pode determinar o sucesso da sua operação no curto, médio e longo prazo.

 

2. A implantação é sempre lenta e desgastante

Escolher o ERP ideal para a sua empresa é um alívio. Bater o martelo significa avançar a uma nova fase: a da implantação da tecnologia. A gente garante que não há motivo para pânico!

Se você optou por um fornecedor estruturado e por uma solução robusta, pode ficar despreocupado: você certamente poderá contar com metodologia validada, suporte técnico experiente e orientações precisas para viabilizar uma implantação rápida e indolor.

A melhor forma de assegurar o aprendizado ágil e orgânico, preparando o time para explorar o máximo potencial da tecnologia, é definir responsáveis em cada área — Financeiro, RH e Produção, por exemplo — e estimulá-los a documentar, replicar e reter o conhecimento acerca das funcionalidades do ERP.

Pode confiar: essas medidas minimizam impactos negativos e desmistificam a falácia de que a implantação é sempre lenta e desgastante. Pelo contrário, viu? A dica é começar a encarar o período de implantação como uma fase essencial de transição e, em vez de questionar a efetividade da solução, vale vislumbrar os impactos altamente positivos da sua nova tecnologia de gestão.

 

3. É difícil adaptar as rotinas da equipe ao ERP

 É bem fácil desacreditar essa afirmação — e, para demonstrar, basta recorrer a um cenário bem corriqueiro nas indústrias. Imagine, por exemplo, a necessidade gerencial de registrar os apontamentos de produção no chão da fábrica.

Quando feitos manualmente, os registros exigem tempo e atenção, dois recursos que costumam ser bastante escassos na rotina da produção. Justamente por isso, as informações coletadas estão sujeitas a erros manuais e podem não representar com exatidão a realidade da fábrica — seja no consumo de matéria-prima, seja na demanda de cada etapa — comprometendo as análises mais estratégicas.

Com que facilidade, então, o time do PCP se adaptaria à captura do código de barras para viabilizar os apontamentos da produção? Em vez de exigir pausas recorrentes, a tecnologia faria o trabalho de coletar dados e, automaticamente, remetê-los a um sistema totalmente integrado.

O correto seria dizer que o ERP é de muito fácil adaptação, na medida em que proporciona mais agilidade, transparência e eficiência a todos os departamentos da companhia — do RH ao Comercial.

 


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4. O ERP é engessado e pouco flexível

 Muito embora haja uma sistematização clássica, que atende às necessidades mais básicas da gestão empresarial, as customizações são totalmente possíveis e podem ser facilmente implementadas quando a operação exige diferenciação. Precisa de um campo extra no cadastro de fornecedores? Converse com seu parceiro, entenda as dependências do software e negocie a personalização das telas mais importantes.

Enquanto tecnologia integrada, é natural que o fluxo do ERP siga alguns padrões de operação, né? Mas lembre-se: integrado é diferente de engessado!

Pense só: se uma determinada empresa interliga a Produção, o Comercial e o Compras, por exemplo, é fundamental que as matérias-primas estejam devidamente descritas e que a Engenharia de Produção sinalize as quantidades envolvidas em cada item. Assim, sempre que os níveis de estoque estiverem baixos — e o número de pedidos feitos demonstrar déficit de insumos —, a funcionalidade de ressuprimento automático pode entrar em ação e liberar Ordem de Compra de modo automático.

Ou seja: 0% engessado, 100% aderente à rotina das empresas focadas em otimização de recursos e em alta performance – concluindo que com certeza essa é uma das mentiras que já te contaram sobre ERP.

 

5. As atualizações são custosas e inviáveis

Para que essa observação seja uma mentira, é importante que você escolha seus parceiros a dedo. Alguns fornecedores de software podem cobrar por atualizações essenciais, tais como aquelas que correspondam às exigências fiscais homologadas pelo Governo, mas essa não é a regra do mercado — e tudo depende da sua opção.

Em 2018, por exemplo, o eSocial foi aprovado e exigiu que a tecnologia de gestão se adequasse às normativas de controle. Todas as empresas passaram por um período de adaptação e tiveram que contar com a eficiência de seus fornecedores. Clientes da Areco Sistemas Empresariais, por exemplo, não precisaram desembolsar sequer R$ 1 para dispor da atualização!

Neste caso, a afirmação de que atualizações são custosas e inviáveis cai por terra, né? Melhorias que envolvem a operação legal — financeira, fiscal e tributária, de forma geral —, interferindo no cumprimento de leis, pode ser entregue sem custo adicional. Para isso, vale a dica: escolha seu ERP com consciência e segurança.

 

A essa altura, você provavelmente já está convencido de que algumas coisas que ouviu sobre ERP são, no fundo, apenas compreensões equivocadas. Certifique-se de não cair mais nessas mentiras que já te contaram sobre ERP, hein?

Se precisar de ajuda para desmistificar a tecnologia de gestão, identificando as principais necessidades da sua empresa, conte com a gente! Nossa equipe de especialistas está pronta para tirar todas as suas dúvidas!

(19) 3849-4355
contato@areco.com.br

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Como migrar para o Home Office após o isolamento social

Como migrar para o Home Office após o isolamento social

Tempo de leitura: 15 minutos


Sabemos que você já deve ter lido milhares de conteúdos de Home Office por aí, nós também lemos. A realidade é que não estamos vivendo dentro de um movimento de escala mundial onde a maioria das pessoas resolveu aderir ao trabalho remoto, estamos vivendo um cenário de incertezas e de isolamento social onde qualquer tipo de conteúdo relacionado ao tema ganha uma enorme força e o bombardeio de informações muitas vezes satura.

Uma coisa é certa, a mentalidade da maioria das pessoas será outra dentro das organizações pós pandemia, mas essa não é uma afirmação para assustar e sim, com o intuito de preparar você, nosso leitor, para novos cenários tecnológicos, como por exemplo a adesão definitiva do Home Office, ferramentas para auxiliar esse tipo de trabalho, dentro outros. E, modéstia parte, de tecnologia a gente entende bem!

Então, nos acompanhe e boa leitura! 😀

Ferramentas para colaborar a distância

Muitas ferramentas já existiam no mercado para auxiliar os profissionais que utilizavam deste método de trabalho, entretanto hoje elas estão em alta e podem colaborar e agregar na nossa rotina profissional. De todo modo, como abordamos na introdução: estamos dentro de um cenário em que precisamos correr contra o tempo para nos adaptarmos à rotina remota. Algumas empresas já viviam essa realidade, outras não – então não se sinta pressionado(a) a aderir e entender todas as dicas que damos aqui, faça no seu tempo e dentro da sua realidade.

A seguir veremos algumas dessas ferramentas e suas funcionalidades. Muitas delas você provavelmente já deve ter ouvido falar, mas agora saberemos um pouco mais sobre o que elas realmente podem nos trazer de benefício.

Vamos separar por algumas categorias para facilitar!

Vídeo Conferência

  •  Zoom

O Zoom é um serviço de videoconferência baseado em nuvem que você pode usar para se encontrar virtualmente com outras pessoas por vídeo ou somente áudio ou ambos, durante a realização de bate-papos ao vivo e permite gravar essas sessões para visualização posterior.

  • Hangouts

Seguindo quase que os mesmos parâmetros do Zoom, o Hangouts consiste em uma plataforma de comunicação a distância de mensagem instantânea desenvolvida pelo Google, onde você pode realizar chamadas de texto, áudio ou vídeo com mais de uma pessoa.

  • Skype

É um software usado comumente no computador que foi substituto do conhecido MSN, hoje em dia você consegue conversar por texto, áudio e vídeo também. O Skype é gratuito para download e utilização, mas existem algumas funcionalidades que são pagas. Pode ser utilizado no celular, no computador ou no tablet.

 

Armazenamento em nuvem

  • Google Drive

O Google Drive um software em nuvem que cria e armazena documentos, permite edição e acesso a mais de uma pessoa e tem um excelente mecanismo de busca de arquivos.

  • OneDrive

Funciona basicamente da mesma forma que o Google Drive, porém a opção da Microsoft – OneDrive – oferece o melhor custo-benefício atualmente: armazenamento infinito com um valor menor que os concorrentes.

  • Dropbox

O Dropbox armazena e compartilha arquivos, faz backup automático e oferece espaço extra para cada pessoa que você recomendar.

 

Planejamento

  •  Google Calendar

 É um serviço de agenda e calendário on-line oferecido gratuitamente pela empresa Google. Disponível em uma interface web, dentro do Google Calendar, é possível adicionar, controlar eventos, compromissos, compartilhar a programação com outras pessoas, agregar à sua agenda diversas agendas públicas, entre outras funcionalidades.

  • Trello

O Trello é uma plataforma popular de gerenciamento e organizações de tarefas, individuais e em equipe. Seu funcionamento básico consiste em quadros, incluindo objetivos, que são distribuídos entre colunas. Possui muitas opções de customização e pode se adaptar conforme as demandas de cada usuário.

E por último e não menos importante:

  • Projeto #matrix

 A #matrix é um escritório virtual, que traz a experiência do escritório físico, com várias salas e espaços de trabalho. As pessoas podem entrar e sair, mostrar onde estão presentes, comunicar-se e fazer videoconferências.

Como funciona?

É uma ferramenta gratuita open source funciona em três pilares fundamentais:

  • Presença. É possível ver todas as pessoas online no momento e suas interações (com quem estão falando, se estão em reunião ou se estão disponíveis).

 

  • Conversar com alguém se torna tão fácil quanto ir à mesa da pessoa e trocar duas palavras. Para citar um exemplo: a função chamada “Get” (acionada com o botão direito do mouse) avisa rapidamente que você quer falar com o seu colega de trabalho e o convida para entrar numa sala de reuniões virtual.

 

  • É possível ver quais as conversas que estão acontecendo no escritório naquele momento. O usuário pode optar por participar dessas conversas (como se estivesse batendo à porta de uma sala em que uma reunião está ocorrendo), ou ainda esperar a reunião terminar para interagir com os participantes quando eles estiverem disponíveis.

Vimos o quão útil e colaborativas essas ferramentas podem ser durante na rotina de Home Office, certo? Mas será que somente isso é o necessário para ter uma rotina de trabalho mais eficaz e produtiva? A resposta é: não! A principal medida para obter esses resultados parte de nós mesmo!

 

 

Benefícios do trabalho home office

 O trabalho Home Office pode ser benéfico em vários aspectos, tanto para você quanto para o meio ambiente, vamos ver alguns benefícios:

 

  1. Menos estresse

Trabalhar em casa com certeza é menos estressante, pois você está no seu “habitat natural”, em um ambiente mais dinâmico, confortável e, em alguns casos, na companhia de quem você ama, seja seus bichinhos de estimação ou familiares. Além disso, não temos que nos locomover para ir ao posto de trabalho, não utilizamos nenhum meio de transporte e, desta forma, aliviamos ainda mais o estresse.

O estresse é responsável por problemas graves de saúde e pode levar ao infarto. De acordo com especialistas, o trânsito é um dos grandes vilões do estresse. A busca por ganho de tempo e espaço, associados à falta de educação dos motoristas, contribui para a proliferação do estresse.

 

  1. Flexibilidade e assertividade no cumprimento da jornada de trabalho

 Em casa, não contamos com divergências ou interrupções externas que podem atrapalhar a realização do nosso trabalho, como: engarrafamentos, acidentes de trânsito, interdições, problemas com nosso veículo ou transporte público. Esses fatores fazem com que nos atrasemos alguns minutos ou até faltemos no trabalho, prejudicando a nossa jornada de trabalho, entrega de projetos, reuniões e outros eventos com hora marcada. Só temos que nos atentar e ter compromisso com o horário estabelecido pela empresa, cumprindo suas horas da forma mais assertiva possível.

 

  1. Local de trabalho adequado

Nada de ficar no sofá ou na cama para trabalhar, hein? Isso faz com que fiquemos mais cansados e dispersos. Organize um espaço de trabalho que seja a sua cara e personalize de acordo com suas necessidades. Se possível separe um cantinho seu, uma mesa, por exemplo, com seu notebook/desktop e seus utensílios de trabalho, como caderno, canetas, agenda, entre outros.

Apesar de estarmos em casa, ainda estamos trabalhando! Ter um ambiente adequado de trabalho na sua casa faz com que sua produtividade aumente.

 

  1. Conforto

 Estando no conforto e na intimidade da sua casa as ideias e a sua energia fluem muito mais, assim podemos direciona-las para o que realmente é necessário. Além disso, podemos tirar aquele cochilo na hora do almoço, preparar a nossa comida ou o cafezinho da tarde do nosso jeitinho! E claro, é importante se atentar à não passar o dia de pijama, porém as roupas para trabalho podem ser mais descontraídas e confortáveis.

 

  1. Liberdade e autonomia

 Criamos mais liberdade e autonomia para realizar as nossas tarefas, conseguimos nos organizar da forma que acharmos melhor com base na prioridade de cada assunto. Não temos distrações com nossos colegas de trabalho e líderes.

 

  1. Leis trabalhistas

 Fiquem tranquilos, todos estão assegurados pela lei. A reformar trabalhista, que já entrou em vigor, considera o trabalho Home Office como trabalho formal. A realização de atividades, como é feito e controle de jornada devem estar em seu contrato de trabalho.

A lei também estabelece o fato de que as empresas que optarem por esta opção devem oferecer todo material e equipamento necessário para o colaborador realizar o trabalho em casa.

 

  1. Economia

Em casa não precisamos gastar com restaurantes na hora do almoço, nem com combustível ou transporte público, desta forma, além e termos mais tempo com nossos familiares economizamos dinheiro.

 

Cuidados com o Home Office e o isolamento social

 

Muitas pessoas em isolamento estão ansiosas, nervosas, entediadas e as vezes sem ter o que fazer. Pensando nisso separamos algumas dicas para aliviar o estresse e a ansiedade:

 

  • Se distraia, leia um livro, assista uma série ou filme, ouça músicas que você gosta, existem diversas playlists relaxantes em aplicativos de músicas na internet;

 

  • Aproveite o boom de cursos online e gratuitos que diversas empresas estão oferecendo;

 

  • Pratique exercícios físicos, tire um tempinho para fazer um alongamento, uma sessão de polichinelos, agachamentos e etc. diversas academia estão disponibilizando uma rotina de exercícios que podem ser feitos em casa gratuitamente;

 

  • Respire fundo, controle sua respiração, conte até 10, pratique relaxamento diário, isso ajuda a controlar seu estresse e ansiedade além de fazer você dormir melhor;

 

  • Fique longe do estresse, não fique 100% antenado a qualquer notícia negativa na mídia, isso não faz bem, nossa cabeça também precisa de notícias boas, peça para te informarem caso algo realmente importante aconteça ou tenha alguma mudança significativa;

 

  • Tome um chá. A maioria dos chás possui substâncias que funcionam como calmantes suaves e podem ajudar no controle da ansiedade diária. Os chás indicados são: a passiflora, a melissa, a camomila e a valeriana.

 

  • Dedique um tempo para você, tome um banho relaxante, cuide das unhas, dos cabelos, do corpo, sinta-se bem, vista a roupa que mais gosta. Aprecie a sua companhia e a de quem você ama;

 

  • Mantenha sempre pensamentos positivos em mente, por mais que seja difícil, tente controlar os pensamentos negativos e mantenha o foco no que realmente é importante e real;

 

Esperamos que este artigo tenha esclarecido alguns pontos e ajudado no que for necessário nesse período de isolamento. A Areco oferece também soluções Home Office – caso seja do seu interesse ou da sua empresa, entre em contato conosco e fale com um de nossos especialistas!

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Em meio ao surto do Coronavírus, temos notícias boas?

Em meio ao surto do Coronavírus, temos notícias boas?

Na TV, na Internet e nas mídias (online e offline), a programação mudou completamente nas últimas semanas. A pluralidade de assuntos deu lugar a um só, desde que o COVID-19 atingiu escala mundial, assustando a população. Em tempos difíceis, porém, é preciso lembrar que as boas notícias são o melhor antídoto para o pânico — e que, neste caso, o Coronavírus é uma tragédia que estamos preparados para superar.

 

O que é, na prática, uma pandemia?

O conceito de pandemia está associado à transmissão desenfreada, eficaz e contínua de uma doença em mais de três regiões diferentes, como continentes, estados e de forma simultânea.

A globalização — que eliminou fronteiras físicas e aproximou todos os países do globo — acabou criando um ambiente favorável para problemas globais. Vale ressaltar, porém, que pandemia não é o equivalente a uma sentença de morte. O termo pandemia é relacionado a força de transmissão de um agente infeccioso, e não de sua mortalidade.

No caso do Coronavírus, bastaram menos de 4 meses para que o vírus se espalhasse por mais de 150 países — gerando medo coletivo e desesperança excessiva. É hora de dar ênfase às notícias boas!

 

Já temos boas notícias?

A pandemia deve ser tratada com seriedade, não devemos subestimar a sua letalidade. É preciso ampliar o panorama e enxergar respostas e medidas otimistas no combate efetivo à doença.

Em tempos de incerteza, é preciso lembrar-se de manter a esperança. A mensagem que fica é clara: boas notícias sobre o combate ao COVID-19 estão logo ali, à nossa frente, e só precisamos voltar o olhar para enxergá-las como catalisadoras de momentos mais tranquilos e seguros. Com consciência, ciência e tecnologia, não temos dúvida: venceremos a batalha contra o Coronavírus.

 

  1. Rapidez na identificação do genoma

Há relatos de que o primeiro caso de COVID-19 tenha surgido no final de dezembro, na China. Foi preciso apenas 7 dias para identificar o vírus e 10 dias para decodificar o genoma, o que acabou por tornar o trabalho para combatê-lo mais ágil e eficaz.

De posse dessas informações, foi possível descobrir a origem do vírus — que está relacionado ao Coronavírus de morcegos — e confirmar que ele pode sofrer mutações, ainda que em uma frequência relativamente baixa.

 

  1. Eficiência na constatação da doença

Uma vez infectado, o indivíduo tende a apresentar sintomas semelhantes a uma gripe, tais como febre alta, tosse seca e coriza. No entanto, de modo a evitar a contaminação coletiva, a confirmação do Coronavírus é importante.

A fabricação de um teste consistente foi disponibilizado ainda na primeira quinzena de janeiro, quando o COVID-19 ainda era tido como uma epidemia. Chamado de RT-PCR, o exame é eficaz na detecção do vírus e, desde que foi lançado, está sendo aprimorado para contemplar as especificidades do agente.

 

  1. Alta produtividade científica

Cientistas de todo o mundo têm se mobilizado em uma causa comum: frear a expansão do Coronavírus. Esse esforço coletivo já se mostrou produtivo: em pouco mais de um mês, mais de 150 artigos científicos sobre o COVID-19 (ou SARSCov2) já estão disponíveis para consulta na internet.

Além disso, centenas de documentações semelhantes aguardam revisão para também contribuir no combate à pandemia. São mais 700 autores das mais variadas nacionalidades ligados por um nobre objetivo: diminuir o impacto negativo do Coronavírus e acelerar a cura para a doença.

 

  1. Foco na descoberta da cura

Muitos desses estudos — amparados pela prática clínica, na linha de frente do combate — apontam que há muita esperança na descoberta de medicamentos eficientes no tratamento e na prevenção do COVID-19.

Se, por um lado, existe uma corrida para descobrir fórmulas eficientes na contenção do vírus, uma vez que a pessoa já está infectada; por outro lado também há a expectativa da vacinação, que preveniria a instalação do vírus no organismo.

Nos dois âmbitos, as novidades são cada vez mais acolhedoras. A cloroquina, por exemplo, foi mencionada por autoridades como um potente aliado no tratamento do COVID-19. Inicialmente utilizado para pacientes com malária, o remédio bloqueia a infecção e aumenta o pH, inibindo a fusão do vírus com a célula.

A vacina, que exige testes mais apurados e pode levar mais de dois anos para ser liberada em grande escala, também já está em andamento: as pesquisas correm aceleradas e excelentes notícias devem ganhar o mundo em breve.

Não há como negar que o momento é de cautela, mas também de esperança. Em breve, anúncios sobre tratamentos bem-sucedidos e antídotos eficientes devem tomar o lugar de notícias alarmantes.

E isso já está começando a acontecer. Na Itália, a região mais afetada pela pandemia, uma senhora de 95 anos que estava internada desde o dia 5 de março, está oficialmente curada do Coronavírus.

 

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O panorama exige respeito e consciência, mas com certeza nos enche de boas expectativas. Juntos, em um misto de esforços tecnológicos, científicos e comunitários, superaremos o Coronavírus e preservaremos milhares de vidas.

Conte com a gente para informações úteis, transparentes e, por que não, motivadoras. Afinal, o mundo precisa de boas notícias. 🙂

 

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Lei Geral de Proteção de Dados: o que é e como se preparar?

Lei Geral de Proteção de Dados: o que é e como se preparar?

Tempo de leitura: 8 minutos


O segundo semestre de 2020 marcará o início de uma nova era digital. A LGPD, Lei Geral de Proteção de Dados, entra definitivamente em vigor em agosto e exigirá que as empresas se adaptem a uma nova realidade de dados.

Se você ainda está inseguro com as implicações da LGPD na sua operação, é hora de conhecer os detalhes da lei e, claro, de esclarecer as principais dúvidas sobre o tema. É importante que você e seu negócio estejam preparados para ajustar processos e, assim, manter a conformidade da companhia frente às exigências do Governo.

Boa leitura!

 

O que é a LGPD?

De número 13.709, a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) foi sancionada em 2018 e entrará em vigor no próximo mês de agosto. A regulamentação prevê que as organizações são responsáveis pela segurança, pela privacidade e pela autorização dos indivíduos no que diz respeito à utilização de informações pessoais.

O objetivo da medida é regulamentar o uso desses dados em território nacional. Em última escala, a LGPD foi criada de forma a proteger os direitos fundamentais de liberdade e privacidade — e a maior parte das empresas precisarão se adaptar à nova demanda.

A lei se aplica a qualquer entidade — seja ela física ou jurídica, pública ou privada — que trate informações de pessoas físicas. Vale, inclusive, para os dados coletados antes mesmo do exercício da LGPD, combinado? Por isso, as chances de você precisar ajustar sua rotina à normativa são grandes.

 

Como a LGPD funciona?

De forma geral, a Lei Geral de Proteção de Dados dispõe sobre o consentimento da coleta e sobre o tratamento de informações pessoais. Além disso, a LGPD também rege detalhes sobre:

 

  • os dados que podem ser coletados;
  • a maneira com que isso pode (e deve) ser feito;
  • o tipo de autorização necessária, por parte do indivíduo;
  • por quanto tempo os dados podem permanecer em poder da empresa;
  • para qual finalidade as informações retidas podem ser utilizadas.

 

A LGPD não distingue a coleta eletrônica de coleta manual, aquela feita em papel. As novas exigências valem para ambos e demandam que a empresa assegure a segurança, a inviolabilidade e o uso correto das informações que gerenciam.

E mais: a qualquer momento, o indivíduo pode requerer que seus dados, bem como seu histórico, sejam permanentemente deletados do banco de dados.

 

Como se preparar para a LGPD?

A implantação da Lei Geral de Proteção de Dados exigirá que as organizações reavaliem seus processos em uma escala bem ampla. Rotinas administrativas, financeiras, comerciais e de marketing, por exemplo, podem sofrer alterações para atender à regulamentação. Você, seus processos e suas ferramentas também terão que se ajustar.

Mas, agora, nada de pânico! Sim, é importante que você mergulhe nas suas operações e relacione aspectos passíveis de mudança; mas não precisa se desesperar com a amplitude das transformações. A gente te ajuda a desvendar os mistérios da LGPD e a se preparar para a implementação da lei.

 

  1. Forme um grupo de trabalho

A multidisciplinaridade é importante, viu? Considerando que as mais diversas áreas da companhia serão afetadas pela medida, é inteligente reunir um grupo misto de trabalho para discutir os aspectos da LGPD e identificar os impactos em cada etapa da operação. O documento completo está disponível aqui.

 

  1. Alinhe a equipe

É fundamental que a equipe mapeie e entenda a maneira correta de coletar, armazenar e empregar os dados de clientes e fornecedores, por exemplo. Na maioria dos casos, será necessário adequar culturas e comportamentos, associando novos hábitos e ferramentas. Por isso, garanta que todo o time esteja ciente das novas obrigações e engajado no cumprimento delas.

 

  1. Crie e ajuste processos

A revisão de processos e de documentações é uma das principais implicações da LGPD. Além de se preparar para coletas eficientes e armazenamento transparente, você também precisará se organizar para eventuais solicitações de dados — sempre que um usuário desejar que seu histórico seja resgatado ou pedir o termo de consentimento, no qual você deve assegurar o aceite.

 

  1. Implemente soluções aderentes

Empresas que lidam com grande volume de dados deverão contar com auxílio extra na adequação à LGPD. Neste caso, a tecnologia de gestão desponta como um excelente catalisador de operações. A missão de coletar, armazenar, utilizar ou descartar as informações, no intuito de maximizar a segurança, exigirão cada vez mais o esforço concentrado para centralizar, automatizar e integrar dados.

 

Quais funcionalidades do ERP são valiosas ao cumprimento da LGPD?

Como já mencionamos, o software integrado de gestão pode ser um aliado indispensável na adequação da sua empresa à Lei Geral de Proteção de Dados.

Algumas funcionalidades do ERP são preciosas no cumprimento das exigências legais da nova legislação e podem significar uma transição menos traumática e mais produtiva à era da LGPD. Entre as ferramentas disponíveis em um sistema robusto e aderente, vale ressaltar, por exemplo:

 

  • os diferentes níveis de acesso a cada tipo de usuário, permitindo que os gestores limitem a navegação às telas e/ou aos relatórios disponíveis no ERP, preservando o que é confidencial desde o primeiro login;

 

  • o armazenamento automatizado de termos de consentimento, permitindo que os documentos sejam facilmente anexados ao cadastro do indivíduo (seja ele cliente, colaborador, fornecedor ou parceiro), facilitando o resgate a qualquer tempo.

 

Não é exagero dizer que cada companhia precisará voltar os olhos à sua operação para, só então, entender a complexidade da implantação de medidas assertivas na proteção aos dados que controla.

Em muitos casos, a melhor alternativa pode ser recorrer a consultorias especializadas, capazes de descomplicar as exigências e de sugerir os caminhos mais coerentes para a adequação. O investimento vale a pena: as multas por descumprimento podem chegar a 2% do faturamento corporativo, limitando-se a R$ 50 milhões. Melhor se antecipar, não é mesmo?

A Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) já é uma realidade e você precisa preparar seu negócio o mais breve possível. Conte com gente!?

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Coronavírus: principais impactos e aprendizados

Coronavírus: principais impactos e aprendizados

Tempo de leitura: 8 minutos


Nas últimas semanas, o mundo conheceu uma turbulência sem precedentes. O COVID-19, popularmente conhecido como Coronavírus, exigiu que todas as nações se voltassem a um tema comum, somando forças em um combate epidêmico.

A doença, que surgiu na China e tornou-se globalizada em pouco tempo, continua assustando todos os setores da sociedade. Mesmo que as implicações da pandemia ainda não sejam totalmente conhecidas — e que o Brasil, com menos casos em comparação a outros países da Europa, esteja no início da curva de infecção —, é preciso voltar os olhos para dois aspectos essenciais, capazes de ensinar posturas valiosas no curto, no médio e no longo prazo. Os impactos do COVID-19 e os consequentes aprendizados da crise podem fortalecer iniciativas e resultados.

Neste artigo, nosso objetivo é simples: esclarecer alguns dos possíveis desdobramentos do surto de Coronavírus e, de antemão, pontuar aprendizados importantes aos gestores corporativos. O momento, afinal, é de isolamento e também de reflexão.

Boa leitura!

 

Os principais impactos do Coronavírus

Não há dúvidas de que o maior impacto da pandemia é humano. Milhares de vidas já foram perdidas e muitas mais permanecem em risco — uma vez que o contágio por COVID-19 é rápido e altamente volátil. Zelar pela segurança das pessoas é uma prioridade inquestionável.

A necessidade de implantar medidas rápidas e eficientes para conter o avanço da doença é, portanto, crucial. Deve haver esforço concentrado para vigiar a integridade e maximizar a segurança da população, reduzindo os traumas causados pelas circunstâncias.

Para além das implicações diretamente humanas, entretanto, é impossível negar que há desdobramentos econômicos relevantes que precisam ser tratados com seriedade.

Nas empresas brasileiras, por exemplo, crises de abastecimento e freadas no consumo são, em certa medida, esperados. De modo a suavizar prejuízos e manter a saúde dos caixas, vale observar cenários e traçar estratégias.

Na prática, toda a cadeia produtiva será impactada e as companhias deverão se adaptar a uma realidade de transição tão longo a situação se estabilize. Dentre os principais impactos, cabe ressaltar:

 

  • a falta de matéria-prima e de insumos para a produção, já que trocas comerciais estão comprometidas e o abastecimento nacional também tende a ser prejudicado;
  • o desequilíbrio da balança comercial, uma vez que a China, epicentro da doença, é um dos principais fornecedores mundiais;
  • a suspensão da operação presencial, priorizando o trabalho remoto como forma de reduzir a exposição dos colaboradores ao risco de propagação do vírus.

 

As próximas semanas serão determinantes para que novas projeções, ainda mais coerentes, possam ser formadas. Neste momento, por mais que haja certa insegurança, é preciso tomar as precauções possíveis e aprender com o que é imprevisível.

Ainda que o conhecimento sobre a eventual disseminação do Coronavírus fugisse do controle, a reação à pandemia — agora, no auge da crise, e depois, quando o mundo voltar à normalidade — é uma decisão individual. O que o seu negócio (sua equipe e você mesmo) está aprendendo com o COVID-19?

 

Aprendizado em tempos de crise: o que o COVID-19 pode ensinar?

Mesmo os contextos mais desfavoráveis podem ensinar lições valiosas. Em meio ao caos e à incerteza, a crise do Coronavírus pode ser um catalisador de mudanças significativas, melhorando respostas públicas e privadas.

No âmbito governamental, por exemplo, as demandas de saúde devem ser encaradas sob uma ótica diferente a partir daqui, reconhecendo a necessidade de aprimorar processos e serviços de forma preventiva e reativa.

Na esfera empresarial, por sua vez, os gestores podem (e devem!) aproveitar o momento para repensar estratégias e decisões. O trabalho remoto, que agora é a realidade da maioria das organizações, requer ferramentas específicas que precisam ser implementadas com antecedência, viabilizando planos de contingência tais quais observamos agora. Tudo é, na essência, uma questão de planejamento.

Se você e sua equipe foram surpreendidos pelos impactos do COVID-19, talvez seja a hora de rever prioridades e de lançar mão de mecanismos capazes de otimizar as rotinas à distância, mantendo a produtividade. Indicadores positivos serão cada vez mais determinantes para manter a competitividade em um mercado exponencialmente competitivo.

Em ambos os casos — seja no setor público ou no privado —, a disciplina desponta como uma característica essencial em tempos de crise. É necessário ter cautela nas análises, determinação nas decisões e resiliência na execução, perseguindo resultados íntegros e eficazes.

O Coronavírus, apesar da justificada preocupação, permitiu que os olhos se voltassem a um aspecto frequentemente negligenciado, ainda que extremamente relevante: a empatia. Em tempos de isolamento voluntário, vale lembrar que o bem ao próximo é um exercício atemporal, devendo permanecer, inclusive, quando a doença deixar de ser uma preocupação acentuada.

Na prática, a lição é relativamente clara: mesmo em ocasiões adversas, é possível aprender e melhorar, tanto pessoalmente quanto profissionalmente.

Não se trata apenas de incorporar recursos integrados e eficientes, mas de reconhecer o valor e o poder de cada um no sucesso de uma operação — seja no combate a uma doença epidêmica, seja no atingimento de uma meta individual.

 

A prevenção é o melhor remédio: como se proteger do Coronavírus

Alguns cuidados simples podem fazer toda a diferença na prevenção do COVID-19. Confira as principais recomendações e certifique-se de segui-las à risca, combinado?

 

  • lave as mãos regularmente, usando água e sabão;
  • tenha um álcool em gel sempre à mão;
  • cubra o nariz e a boca ao espirrar ou tossir;
  • evite aglomerações (principalmente se estiver doente);
  • mantenha os ambientes bem ventilados;
  • não compartilhe objetivos pessoais.

 

É importante ressaltar que, em algumas pessoas, o vírus é assintomático, que não apresenta sintomas. A contaminação nem sempre é acompanhada de febre, tosse seca e dificuldades para respirar; e é importante lembrar que o contágio não está associado à manifestação de sintomas.

 

Blog  Coronavírus: principais impactos e aprendizados

 

Considerando que o COVID-19 tende a ser mais agressivo em pessoas com mais de 60 anos, principalmente aquelas que apresentam algum problema prévio de saúde — tais como diabetes e hipertensão —, fique atento ao seu círculo de convívio e, se possível, evite contato.

Juntos, somos ainda mais fortes. O esforço coletivo é valioso e indispensável. Cuide-se e conte conosco!

 

Blog  Coronavírus: principais impactos e aprendizados

Como escolher o melhor ERP?

Como escolher o melhor ERP?

Tempo de leitura: 13 minutos


Antes de mais nada, vale lembrar que, quando se trata de escolher a tecnologia que organizará os processos da sua empresa, tornando-a cada vez mais enxuta e produtiva, o que vale não é somente o melhor ERP, mas o ERP mais aderente à sua operação.

Para garantir a assertividade da escolha, incorporando o software mais robusto e adequado ao negócio, a dica é simples: mergulhe nas funcionalidades e expanda as bases de comparação. Uma análise detalhada e criteriosa faz toda a diferença no resultado final — e pode determinar a performance da empresa no curto, médio e longo prazo.

Caso você ainda se sinta inseguro com as variáveis tecnológicas, encontrando dificuldades para entender as demandas dos processos que a equipe expõe, respire fundo e continue lendo. Você tem em mãos um guia prático e transparente para desvendar os mistérios do ERP e, assim, chegar à solução ideal para as necessidades da sua operação.

Neste conteúdo, você conhecerá os principais critérios de análise para sistemas integrados, respeitando as particularidades da companhia, e saberá quais são as dicas mais valiosas para não errar na decisão.

 

Por que se preocupar com o ERP?

Se você não esteve em Marte nos últimos 30 anos, provavelmente sabe que a tecnologia de gestão está revolucionando o mundo dos negócios.

 

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Não se trata apenas de comprar com condições mais atrativas, e de vender com margens mais seguras. Estamos, na prática, falando de otimização de ponta a ponta — aquela que contempla desde a engenharia de produto na fábrica até a economia fiscal por meio de um planejamento tributário mais consistente.

E se apenas uma ferramenta pudesse dar conta de toda essa complexidade, integrando dados das mais diversas áreas e consolidando-os em análises aprofundadas e até específicas? Isso existe e está ao alcance de qualquer empresa, independentemente do porte ou do segmento em que atue. Muito prazer, agora você conhece um pouco mais sobre o ERP.

O Enterprise Resource Management (ERP), ou Sistema Integrado de Gestão Empresarial é um importante catalisador de resultados. A tecnologia é um parceiro excepcional dos líderes corporativos: primeiro, porque centraliza todas as informações da empresa; depois, porque simplifica as operações cotidianas para que haja mais tempo para desenvolver uma estratégia verdadeiramente competitiva.

Agora, pense e diga: esses motivos parecem suficientes para confirmar a necessidade de se preocupar com a efetividade do ERP ideal para a sua organização?

Caso a resposta ainda seja negativa (ou você tenha hesitado em responder que sim), talvez valha a pena explorar mais alguns fatores essenciais. O ERP, enquanto recurso indispensável à alta performance, é perfeito para alavancar todos os departamentos da companhia. A tecnologia é valiosa para, por exemplo:

 

  • maximizar a produtividade na fábrica, garantindo que os projetos estejam padronizados e possam ser facilmente executados;

 

  • otimizar a compra de matérias-primas e produtos acabados, uma vez que há total integração entre o Comercial e o Compras, viabilizando negociações mais coerentes enquanto agiliza a rotatividade do estoque de acordo com padrões predefinidos (tais como FIFO e FEFO);

 

  • acelerar a coerência e a lisura fiscal, contribuindo diretamente para o planejamento tributário e para o recolhimento adequado de tributos;

 

  • facilitar o acompanhamento completo de desempenho, do RH ao Comercial, permitindo que uma série de relatórios sejam facilmente emitidos em poucos cliques e em poucas telas.

 

Na prática, os módulos do ERP garantem uma gestão mais enxuta, eficiente e produtiva. Mas, antes de qualquer decisão, cuidado: existe um sistema aderente ao seu negócio e você precisa entender como fazer a melhor escolha.

A boa notícia é que, nas próximas linhas, você vai saber exatamente o que deve avaliar ?

 

Como escolher o melhor ERP?

Não é exagero dizer que não existe o ERP perfeito — mas, sim, a tecnologia mais aderente às suas necessidades e operações. É por isso que a escolha de um sistema completo, capaz de integrar áreas e simplificar processos, é uma questão que exige cautela e análise.

Para acertar na decisão, batendo o martelo com a tranquilidade de quem está convicto de ter tomado o caminho mais assertivo, é preciso olhar com atenção a alguns aspectos-chave do cotidiano corporativo.

Certifique-se de mergulhar nas demandas da empresa e de imergir no potencial de cada departamento, extraindo o que pode ser melhorado e quais vantagens competitivas devem ser construídas por meio da tecnologia de gestão.

Precisa de ajuda para refletir? Ótimo: veja, a seguir, alguns dos fatores mais relevantes no momento de escolher o ERP ideal para sua empresa!

 

  1. Olhe para dentro

Tudo começa no seu próprio dia a dia. Ninguém melhor do que você e sua equipe — do chão de fábrica ao BI (Business Intelligence) conhece melhor as necessidades da empresa.

Por isso, busque compreender em profundidade quais são as maiores dificuldades dos profissionais que fazem o negócio acontecer. É difícil extrair um relatório que indique a eficiência da compra de insumos? Temos aí, um ponto crítico para resolver. É complicado acompanhar a performance dos colaboradores com base em métricas transparentes e universais? Melhor correr para entregar resultados cada vez mais expressivos.

O primeiro passo, portanto, é olhar para dentro e entender o que precisa ser ajustado. E lembre-se: o papel do gestor, neste contexto, é super nobre. Cabe a você a missão de investigar as carências da companhia e definir um rumo coeso para supri-las do modo mais completo possível, combinado?

 

  1. Reúna seus recursos

Você certamente já dispõe de recursos primordiais para viabilizar o máximo desempenho na companhia (e a gente pode provar!). Os líderes de cada departamento — o gerente de RH e o supervisor de produção, por exemplo — são peças-chave na otimização de processos e de resultados, já que conhecem a rotina com a propriedade de quem coloca a mão na massa.

Nesta fase, é importante aproximar-se de quem domina o assunto. Assim, você consegue entender exatamente com o que — ou com quem — pode contar no momento de sugerir uma alavancagem tecnológica na empresa.

Não conseguiu visualizar esse cenário? É fácil resolver o problema. Se você quer aprimorar a gestão de projetos no PCP, por exemplo, precisa de alguém que possa definir as etapas produtivas e padronizar as orientações sistêmicas. Se você já tem a pessoa certa para isso e conta com as informações necessárias para viabilizar essa iniciativa, ótimo! Tudo o que você precisa tem apenas três letras: ERP!

 

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  1. Defina as prioridades

Quem está à frente de uma operação tradicional e enxuta sabe que, no mundo real, é difícil focar em todas as operações de uma só vez. Seria ótimo implantar soluções completas e integradas em todas as esferas corporativas e de uma só vez, criando rotinas mais transparentes e eficazes em todos os setores da organização, não é?

O problema é que, muitas vezes, o cenário ideal não é o mais realístico, seja por falta de mão de obra — profissionais capazes de digerir a complexidade tecnológica, compartilhando-a com uma equipe ávida por resultados mais positivos — ou por uma questão de fluxo de caixa — que exige que investimentos sejam diluídos ao longo de um determinado período —, a verdade é que há prioridades que devem ser mantidas.

Ao decidir implantar o ERP ideal para o seu negócio, tenha em mente quais são suas necessidades mais urgentes. Precisa de uma frente de loja integrada à gestão de estoque e à escrituração fiscal? Ótimo, comece por aí. Sua maior demanda é no PCP e você não pode continuar ignorando as falhas de qualidade no processo? Sem hesitar, busque um software capaz de reduzir sua dor de cabeça com produtos acabados e, de quebra, eliminar o retrabalho na fábrica.

No fim do dia, só você e sua equipe podem decidir o movimento mais viável. Uma coisa, porém, é inegável: o ERP certo, aquele que se molda com facilidade às suas operações e preenche com propriedade as lacunas processuais, é um investimento com retorno já no curto prazo.

 

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A essa altura, deu para perceber que a escolha certeira de um ERP exige uma análise crítica e uma certa dose de mão na massa, certo? Para além de qualquer dificuldade, entretanto, a tecnologia de gestão abre um novo horizonte de possibilidades poderosas, prontas para otimizar recursos — físicos, financeiros, humanos e de tempo — e para alavancar resultados no curto, médio e longo prazo.

Não dá para ignorar essa promessa. Concorda? E você só precisa de uma boa decisão para isso.

 

Por que o Areco ERP é a melhor escolha?

A tecnologia de gestão é uma fonte inesgotável de análises e faz jus à sua importância na rotina das empresas mais competitivas. E não seria para menos, né? O software integrado é um valioso aliado das companhias (e dos líderes) de alta performance, empoderando profissionais e departamentos para que os resultados coletivos sejam cada vez mais significativos.

O Areco ERP é a tecnologia que acompanha empresas e pessoas, favorecendo o desenvolvimento operacional enquanto aprimora a capacidade estratégica do negócio. Nós provemos a inteligência de negócios para que você possa extrair o máximo potencial dos recursos disponíveis, fazendo a diferença no mercado.

É fácil entender o motivo de tanta eficiência: o Areco ERP automatiza processos, elimina o retrabalho e minimiza as chances de erro nas atividades rotineiras, integrando departamentos e agregando valor aos processos corporativos.

Do back office ao balcão, passando pelo PCP e pelo compras, o software centraliza informações e facilita a visualização completa de dados, permitindo que os líderes estejam sempre na dianteira de suas operações e conheçam profundamente as suas necessidades. Duvida? São milhares de telas amigáveis para facilitar rotinas integradas e mais de 2.000 relatórios já disponíveis na base do Areco ERP. Um verdadeiro mapa do tesouro — com a bússola para indicar o caminho do melhor desempenho.

O Areco ERP é um sistema 100% modular e que permeia todo o workflow corporativo. Além disso, é multimoedas, multiempresas e multi-idiomas, favorecendo o desenvolvimento sustentável e escalável do seu negócio.

Pode respirar fundo e ficar tranquilo: se, no início, você não tinha certeza sobre como escolher o melhor ERP, agora você está frente a frente com a tecnologia ideal para atender às suas necessidades mais urgentes e, claro, também para suportar a suas ambições mais estratégicas.

Explore todo o potencial do Areco ERP no seu dia a dia!

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Tudo o que você precisa saber sobre os riscos de sistemas ineficientes!

Tudo o que você precisa saber sobre os riscos de sistemas ineficientes!

Os gestores modernos geralmente têm estilos de lideranças diferentes, mas se parecem muito em um aspecto fundamental: todos eles têm aversão à ineficiência.

Não é difícil entender os motivos dessa semelhança essencial, né? Afinal, para fazer frente a um mercado cada vez mais competitivo, construindo resultados escaláveis e significativos, é necessário manter as operações enxutas e funcionando perfeitamente. Hoje em dia, mais do que nunca, otimização é tudo — e tecnologia, caro gestor, é indispensável.

Neste artigo, exploraremos em profundidade o perigo dos sistemas ineficientes. Primeiro, mergulharemos na identificação de ferramentas que, no lugar de maximizar processos, acabam por prejudicar a performance corporativa. Em seguida, apontaremos os riscos de permanecer gerenciando rotinas e tarefas a partir de tecnologias precárias e/ou limitadas, pouco aderentes às necessidades da sua empresa.

Por fim, indicaremos a luz no fim do túnel (antes que seja tarde demais, é claro!): você saberá como substituir uma tecnologia que já não atende às demandas do seu negócio.

Boa leitura e bons insights!?

 

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Como identificar um sistema ineficiente?

O esforço para manter a produtividade da operação deve ser contínuo. Na prática, não importa qual é o modelo de negócio adotado pela companhia ou de qual setor interno se trata, a tecnologia deve permear todas as esferas empresariais e, para alavancar resultados, precisa integrar processos com transparência e efetividade.

Quando frágil e limitado, o sistema compromete todo o fluxo de trabalho. Imagine, por exemplo, o dia a dia em uma fábrica de telhas, é preciso desenhar a engenharia de cada produto e, enquanto a linha trabalha, controlar o tempo demandado por cada procedimento — do corte inicial à coloração correta.

Sistemas ineficientes dificultam as atividades da equipe e inviabilizam as análises do gestor. Em um cenário como esse, não é nenhum exagero dizer que todos os envolvidos saem perdendo: os operários, os gestores e a própria empresa.

É por isso que a missão de identificar tecnologias que não suprem mais às demandas da organização é importante e inadiável. Não sabe por onde começar? Calma, estamos aqui para ajudar. Da próxima vez que se deparar com problemas, preste atenção em alguns fatores bem específicos, combinado? ?

 

Falhas na comunicação entre áreas e equipes

Um software eficiente é capaz de integrar todos os setores da empresa. No panorama ideal, o PCP, por exemplo, interage continuamente com o Comercial, compartilhando expectativas de produção e estimativas de entrega, o que favorece negociações mais assertivas na ponta da cadeia.

Sendo assim, ligue o alerta quando as falhas de comunicação — entre pessoas e unidades de negócio — forem a causa de prejuízos e/ou de insatisfações, afetando a companhia nas mais diversas frentes.

Seu cliente ficou insatisfeito com a data de entrega do produto, que acabou estourando o prazo negociado com o vendedor? É fato: um sistema ineficiente pode ser a causa.

A Produção ficou parada porque o pedido enviado ao fornecedor demorou para ser aprovado? É muito provável que um sistema ineficiente seja o motivo.

 

Falta de confiança nos dados

Um dos piores temores gerenciais é basear decisões importantes em dados equivocados. Não há nada mais frustrante do que construir uma estratégia aderente às informações da empresa e, em seguida, descobrir que houve falhas significativas na apuração dos dados. Concorda?

A falta de confiança é extremamente prejudicial ao desenvolvimento da organização — e desponta como um sinal gritante de que existem sérios problemas na centralização de dados e na integração deles.

Confiar na qualidade de relatórios e balanços gerenciais é fundamental para planejar o futuro da operação. Analisando um fluxo de caixa completo e consistente, por exemplo, você pode definir e provisionar investimentos voltados à expansão da fábrica ou à contratação de mais profissionais qualificados.

A viabilidade disso, porém, depende da eficiência de um sistema capaz de organizar os registros da companhia, reunindo-os de forma a produzir documentos complexos, confiáveis e transparentes.

 

Desperdício de recursos

Evitar desperdícios requer vigilância constante. Não se trata apenas de equilibrar entradas e saídas de modo a manter as contas no azul, mas de explorar o máximo potencial dos recursos disponíveis — sejam eles humanos, físicos ou financeiros.

Ao gestor do PCP, por exemplo, cabe a tarefa de organizar os turnos da fábrica, evitando que haja profissionais ociosos na linha de produção, desperdiçando a força de trabalho. Na Controladoria, a missão é suavizar a carga tributária por meio de um planejamento coeso de assuntos legais e regulatórios, evitando esbanjar dinheiro em pagamentos desnecessários. Da mesma forma, é crucial negociar condições mais atrativas com fornecedores e validar a disposição do armazém, eliminando tarifas acima das praticadas pelo mercado tanto quanto espaços subutilizados.

Sistemas ineficientes pecam no monitoramento de demandas e dificultam a análise de gargalos, comprometendo a saúde das operações. Neste contexto, o desperdício se torna frequente, criando um ambiente hostil ao crescimento da operação. Não é isso que você deseja para o seu negócio, né?

 

Quais são os riscos de um sistema ineficiente?

A essa altura, ficou claro para você que sistemas ineficientes comprometem o andamento dos processos, inclusive interferindo negativamente nas demandas gerenciais, certo? Ou seja: são um grande empecilho à alta performance da sua empresa!

Sempre que tecnologias ultrapassadas, insuficientes e limitadas tomam o espaço de softwares robustos e integrados, os reflexos são imediatos e permeiam todas as esferas da organização. É comum que o Estoque registre perdas acima do esperado e que o Marketing não consiga atingir o público-alvo com a devida precisão. Os dados são duvidosos e, por isso, as estratégias não têm consistência.

Confira alguns dos principais riscos de manter um sistema ineficiente guiando a sua operação:

 

  • Falta de competitividade

Uma empresa competitiva é, sem dúvida, uma empresa capaz de explorar seus recursos com perspicácia e eficiência, otimizando-os de maneira inteligente. Quando os processos são falhos e os controles são escassos, fica difícil entregar o máximo desempenho — seja aos acionistas, seja aos clientes. Você enxerga algo semelhante no seu dia a dia?

Se a resposta for positiva, cuidado: a concorrência pode engolir o seu negócio a qualquer momento. Tenha em mente que a sua empresa com certeza pode mais e, em muitos casos, o único grande empecilho é a aderência do seu sistema de gestão.

 

  • Retrabalho contínuo

O retrabalho é, além de prejudicial aos caixas, também altamente desmotivador. Nenhum colaborador, por meio operacional que seja, fica contente em repetir a mesma tarefa várias vezes.

O gestor, assim como a empresa em geral, também não ganha nada com a refação exagerada. Pelo contrário: as perdas são evidentes e expressivas; afinal, o tempo é precioso e é sempre melhor empregá-lo em atividades que agreguem valor à companhia, né?

O retrabalho contínuo é um indício claro de que há algo errado no processo e, possivelmente, na tecnologia que o padronizar. Certifique-se de validar seu fluxo e de ajustá-lo com base em um sistema capaz de simplificar a complexidade da sua operação.

 

  • Prejuízos recorrentes

Os prejuízos são o pesadelo de todo gestor engajado. Números desfavoráveis são a prova de que algo vai mal e que precisa ser imediatamente corrigido. Mas como encontrar a lacuna se o sistema é ineficiente e distorce a performance da companhia?

O sinal vermelho deve acender tão logo os relatórios demonstrem que o desempenho — da área, da unidade ou da empresa como um todo — está negativo. Você não deve negligenciar o problema e dar o poder da dúvida a uma tecnologia que não corresponde às demandas da organização. Aja rápido!

 

Como substituir sistemas ineficientes?

Depois de identificar um sistema ineficiente, é hora de agir rápido e, com isso, blindar a operação. Sempre que for possível, mitigue riscos e proteja o caixa, agregando saúde e confiabilidade aos processos corporativos. A gente garante que isso pode transformar seus resultados no curto, no médio e no longo prazo!

É até bem fácil entender como: frente a uma tecnologia defasada, a decisão mais sensata é a de substituí-la. Para tanto, você precisa mergulhar nas suas necessidades, levantar suas prioridades e mobilizar os recursos — humanos e financeiros — indispensáveis à transição.

Aliás, vale dizer que o investimento é importante, mas que a questão não deve tirar seu sono: muitas soluções são modulares e podem se adequar facilmente ao panorama da sua empresa. Em vez de se preocupar com a complexidade da tecnologia, dedique-se a avaliar as opções e comparar as funcionalidades, entendendo o que pode realmente fazer a diferença no seu dia a dia.

No fim do dia, você tem apenas um compromisso inadiável: eliminar sistemas ineficientes de uma vez por todas, assegurando que sua operação continue produtiva e que seu negócio seja escalável, além de lucrativo. O segredo é um só: tecnologia de gestão em sua forma mais inteligente, integrada e transparente. Invista!

 

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Mulheres que Mudaram a Tecnologia

Mulheres que Mudaram a Tecnologia

PARTE 2

Como vimos anteriormente, Hedy e Grace foram mulheres muito importantes e inspiradoras para a tecnologia e para a Areco. Seguindo com as homenagens às mulheres que ajudaram a transformar a história e principalmente a história da tecnologia, hoje iremos falar sobre mais duas inspirações para nós!

Confira:

 

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Ada Lovelace

A história de Ada é bem antiga, em meados de 1840 a matemática e escritora criou o primeiro algoritmo a ser processado por uma máquina, a máquina analítica. Sendo assim, ela se tornou mundialmente reconhecida como a primeira programadora da história, além de também ser a primeira mulher a escrever um código.

Durante o período em que esteve envolvida com o projeto, ela desenvolveu os algoritmos que permitiriam à máquina computar os valores de funções matemáticas.

A relevância da criação de Lovelace é tamanha que todo dia 15 de outubro é comemorado em todo o mundo o Ada Lovelace Day, para celebrar e espalhar mundo afora as conquistas de mulheres na ciência, inspirando outras a seguirem carreira nessa área.

Como Ada criou o primeiro algoritmo a ser processado e também um dos primeiros códigos de programação, isso fez com que os mesmos servissem de base para novas tecnologias, programações e linguagens no mundo, que foram evoluindo e hoje são utilizados em várias tecnologias que usamos no dia a dia, inclusive nós da Areco. Os códigos fazem parte do sistema central da nossa empresa!

#ValeuAda

 

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Karen Spärck Jones

Já Karen, criou o conceito da Frequência de Documentos Inversa (IDF), que é uma medida estatística usada para avaliar a importância de uma palavra para um documento, sendo frequentemente usada pelos mecanismos de pesquisa modernos como Google, Bing e Yahoo Pesquisas.

Ele basicamente serve para classificar e identificar a relevância de um documento ou palavras em uma pesquisa, é comumente conhecido como rankeamento e é muito utilizado pelas empresas e profissionais de Marketing para criação de estratégias, fazendo com que sua empresa apareça mais em pesquisas na internet.

O IDF não é só utilizado em mecanismos de pesquisa online, mas também em softwares empresariais como o Areco ERP.

Nele conseguimos buscar por documentos, pastas, telas etc. por palavras-chave. Para selarmos de vez a importância da criação desse conceito: imagine-se em um cenário que você precisa encontrar um nome em uma lista de 10 mil nomes e esse conceito não tivesse sido inventado ainda – não preciso nem continuar né? Rs.

#ValeuKaren

 

Grandes mulheres que contribuíram para a história, tecnologia e para a Areco recebem a nossa homenagem e nossa eterna gratidão!

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Mulheres que Mudaram a Tecnologia

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PARTE 1

Sabemos que dia 8 de março é comemorado o Dia Internacional das Mulheres. Estamos acostumados a ver homenagens que não estão alinhadas com a proposta deste dia. A Areco enxerga essa data como símbolo de luta por direitos.

Neste artigo, vamos conhecer duas mulheres que mudaram o mundo com a tecnologia, desde invenções inovadoras até criação de códigos de programação. Talvez você nunca tenha ouvido falar delas, por isso dedicamos esse espaço para elas:

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Hedy Lamarr

Além de ser uma atriz renomada de Hollywood, Hedy desenvolveu um sofisticado sistema de interferência de rádio na Segunda Guerra Mundial em meados de 1940, que foi utilizado para despistar radares nazistas e controlar torpedos do exército americano.

Essa tecnologia na época foi chamada de FHSS (Frequency Hopping Spread Spectrum, ou o espectro de difusão de frequência variável), que com o tempo evoluiu e atualmente ela é mais conhecida como Wi-Fi.

Não precisamos discutir muito para chegar à conclusão do grau de importância do Wi-Fi na atualidade. Essa invenção deu margem para tornar a tecnologia a potência que é hoje. Como seriam, por exemplo, os processos, produtos e serviços na sua empresa sem o famoso sinal indicando a internet remota?

Aqui na Areco, possibilitou a facilitação e agilidade de diversos processos, além de abrir portas para a criação de novos produtos, como é o exemplo do Agent Mobile – um software que permite que você controle tarefas, solicite aprovações, emita lembretes e verifique prazos, integrando sua equipe e medindo a produtividade.

A Academia Areco não fica de fora! Contamos com essa plataforma para empoderar os nossos usuários e seus gestores através de videoaulas. Os assuntos abordam os módulos, processos e telas do sistema. O Wi-Fi possibilitou que mais usuários ficassem cada vez mais próximos à informação e, consequentemente, trouxe economia e flexibilidade.

O Portal da Areco é gerenciado totalmente online e possibilita que qualquer usuário da Areco:

  1. Acesse tickets e base de dados;
  2. Controle os indicadores do seu negócio com a flexibilidade de configurá-los de acordo com suas necessidades operacionais, através do Dashboards;
  3. Acompanhe relatórios pré-configurados e automatize o acesso remoto e online de clientes, representantes e fornecedores, através do NetReports;
  4. Receba cotações de preços para demandas cadastradas diretamente de fornecedores já selecionados, através do PriceSearch;
  5. Permita que clientes reimprimam boletos em aberto e capturem XMLs e Danfes, gravando detalhes da operação (ex.: data e IP), através do NetNFe;
  6. Viabilize vendas B2B pela web, via computadores e tablets, com controle sobre regras comerciais, listas de preços e estoques, através do NetSales;
  7. Controle tarefas, solicite aprovações, emita lembretes e verifique prazos, integrando sua equipe e medindo a produtividade, através do Areco Agent;
  8. Alimente uma base de conhecimento para facilitar o acesso à documentação de processos operacionais e funcionais, através do KB.

Além do Portal, outro produto Areco que oferece a possibilidade de ser usado via Wi-Fi é o MobSales, ele possibilita o aumento da força de vendas e a efetuação de pedidos offline, via tablets e smartphones, sincronizando dados automaticamente ao conectar-se à internet;

O e-Commerce entra na jogada por realizar vendas online com total integração da loja ao ERP, evitando retrabalhos em cadastros, pedidos e faturamento. Este e-commerce se dá através do Areco HUB utilizando as plataformas Woo-Commerce ou VTex. Você configura seu ambiente e o Areco ERP e Areco HUB tratam de catalogar todos seus itens, preços e integrar online real-time todos os seus clientes e vendas realizadas.

#ValeuHedy

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Grace Hooper

Começou sua jornada tecnológica na Marinha como tenente júnior em um projeto computacional na década de 1940. Lá ela participou da criação e programação de um dos primeiros computadores do mundo o Mark I.

Também inventou o Flow-Matic, a primeira linguagem de programação que usava palavras em inglês para o processamento de dados. Essa linguagem, apesar de já extinta, serviu como base para a criação do COBOL (Common Business Oriented Language) – usado até os dias de hoje em processamento de bancos de dados comerciais. Além do COBOL, Hopper também criou linguagens de programação para o UNIVAC, o primeiro computador comercial fabricado nos Estados Unidos.

Graças a Grace Hooper você está lendo este artigo agora, pois sem a sua criação genial os computadores e o próprio Areco ERP não existiriam. Como a linguagem que ela criou (Flow-Matic) serviu como base para o COBOL, cujo modelo é usado até hoje em processamento de banco de dados comerciais, pode-se dizer que ela é uma das grandes responsáveis pelo processamento de informações que temos em bancos de dados atualmente, o que permite o Areco ERP (e todos os demais produtos) oferecerem armazenamento seguro e rápido de informações.

#ValeuGrace

Grandes mulheres que contribuíram para a história, tecnologia e para a Areco recebem a nossa homenagem e nossa eterna gratidão!

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Como aproveitar as tendências para fazer seu negócio crescer em 2020?

Como aproveitar as tendências para fazer seu negócio crescer em 2020?

O começo de cada ano costuma ser um período agitado para os gestores corporativos. Nos primeiros meses, é preciso, por exemplo, ajustar o planejamento e consolidar o orçamento da companhia, garantindo que haja alinhamento de objetivos e disponibilidade de recursos — mantendo, assim, o foco e a saúde dos negócios.

Trata-se, também, de uma época propícia para revisitar definições e atualizar conceitos. Afinal, quando o assunto é estratégia, nenhum esforço é perdido: todas as análises são valiosas à assertividade das decisões gerenciais.

Neste contexto, o consumidor tem papel de destaque e os gestores precisam se engajar. De forma a suportar o crescimento da empresa, expandindo mercados e operações, é indispensável que os líderes acompanhem as mudanças de comportamento e as tendências de consumo, adequando rotinas e planos para corresponder (e superar) às expectativas de seu público.

Quais são as tendências e apostas para o consumidor em 2020?

O TrendWatching, empresa que se dedica a gerar poderosos insights de negócios, apresentou recentemente suas análises para o mercado consumidor em 2020. De acordo com a instituição, grandes desafios — e, por isso, também grandes oportunidades — estão à espera dos gestores modernos, evidenciando horizontes fortemente amparados na inovação.

As tendências apontadas pelo relatório convergem para um cenário cada vez mais transparente e tecnológico. Enquanto novos posicionamentos ganham força nos grupos de consumo, as inovações abrem caminho para automatizar processos e alavancar resultados. Ou seja: uma combinação eficiente para desenvolver negócios cada vez mais saudáveis e lucrativos!

De acordo com o TrendWatching, algumas das principais tendências para 2020, das quais podem-se depreender aplicações mais práticas ao contexto das organizações, são:

  • a ascensão da inteligência artificial, evidenciando a importância do aprendizado acelerado e das aplicações tecnológicas;
  • a relevância como serviço, reforçando que excelência operacional é condição essencial para o sucesso corporativo;
  • a preferência por conexões significativas, que justifica a busca por relacionamentos duradouros e de qualidade entre marcas e pessoas.

Tudo isso é relevante para empresas e gestores focados em crescimento sustentável. A capacidade de acompanhar as nuances do mercado faz toda a diferença quando se trata de competitividade e de protagonismo. Vale a pena explorar!

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Como o mercado e a tecnologia podem ser uma interação de sucesso?

Já faz algum tempo que a tecnologia tem papel de destaque nas estratégias corporativas, estimulando e suportando crescimentos cada vez mais expressivos. Os dados, tanto externos quanto internos, costumam falar por si e corroboram a importância de contar com recursos integrados.

Segundo a IDG Research, a tecnologia de gestão aumenta a produtividade operacional em até 10%. O mesmo instituto já constatou que empresas que utilizam sistemas ERP crescem até 35% mais rápido do que aquelas que relegam processos e rotinas a ferramentas menos ágeis e integradas.

Os números são reveladores, mas talvez não expliquem a profundidade dos benefícios associados à implantação de tecnologias eficientes. Para isso, as tendências apontadas pelo relatório do TrendWatching podem ser ainda mais esclarecedoras.

A inteligência artificial

A inteligência artificial, por exemplo, tem ganhado bastante espaço na indústria 4.0. Há, pelo menos, duas vantagens diretas e complementares na incorporação de tecnologias mais autônomas e seguras: a redução de erros operacionais e, por isso, também o aumento da lucratividade.

Nas manufaturas, o planejamento da produção pode ser uma das áreas mais largamente beneficiadas pela alavancagem de tecnologias. Os sistemas integrados de gestão, por exemplo, permitem o controle eficiente da engenharia de produtos, do planejamento de produção, da rotina no chão de fábrica e da manutenção industrial.

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Relevância como serviço

A excelência dos serviços é determinante para a experiência de compra. Na prática, não importa se a companhia se dedica à indústria ou ao varejo: o que realmente faz diferença é a qualidade dos processos ao longo da jornada produtiva, encantando o consumidor com entregas cada vez mais alinhadas às suas necessidades.

Mais uma vez, a tecnologia de gestão impacta diretamente na integridade e na eficiência da operação cotidiana. Ao centralizar dados e integrar departamentos, o software otimiza as atividades internas para que a percepção do mercado — do orçamento ao pós-venda — seja confiável, atraente e positiva.

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Tecnologia de gestão em 2020

De forma a aproveitar as oportunidades geradas pelo mercado, tais quais as apontadas pelo relatório do TrendWatching, é essencial que os líderes estejam comprometidos com a melhoria contínua de seus processos, viabilizando inovações e disrupções com alto potencial de retorno — no curto, no médio e no longo prazo.

Neste contexto, fica fácil perceber que a tecnologia de gestão está totalmente alinhada — e preparada para atender — às tendências do consumo. Afinal, empresas e equipes que antecipam às demandas e endereçam expectativas costumam sair na frente, construindo vantagens competitivas importantes para perpetuar o crescimento da organização.

O Areco ERP é a solução ideal para alavancar operações e resultados em 2020. O sistema é robusto, modular e totalmente integrado, capaz de otimizar recursos e de conferir mais segurança à tomada estratégica de decisões.

Na prática, não importa o porte operacional ou o segmento de atuação: um software atualizado e aderente, com fluxos bem delineados e padrões bem estabelecidos, pode mudar definitivamente o panorama do seu negócio.

Para companhias com transações internacionais, por exemplo, o Areco ERP oferece suporte multimoedas e multi-idiomas, permitindo a emissão de fechamentos contábeis em moldes estrangeiros. Para empresas em fase de estruturação, por sua vez, a tecnologia propõe uma visão aprofundada das rotinas e admite análises fundamentalmente básicas, tais como decisões sobre regime tributário e acompanhamento de fluxo de caixa.

Blog  Como aproveitar as tendências para fazer seu negócio crescer em 2020?

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