Gestão completa: da estratégia à produção

Gestão completa: da estratégia à produção

O cotidiano dos gestores é desafiador, dinâmico e atribulado. No dia a dia da operação, as demandas são diversas e estão geralmente associadas a outras áreas do negócio. A todo momento, precisam de atenção e exigem uma decisão. Para ser um gestor melhor, é preciso dominar técnicas e ferramentas capazes de potencializar os resultados da empresa.

O conhecimento, quando aliado a recursos eficazes e transparentes, motiva e fortalece a performance gerencial. Por isso, reunimos alguns de nossos melhores conteúdos de administração e estratégia para que você tenha uma visão global e complementar das operações-chave do negócio — e possa se preparar para enfrentar os desafios diários da tomada de decisão. Confira!

 

1. Gestão e estratégia

A gestão integrada e transparente é chave de um fluxo coeso de tarefa, à prova de erros manuais e desperdício de recursos.

2. Comercial

A área comercial é altamente dinâmica e, por isso, os processos precisam sustentar e acompanhar a evolução das negociações.

3. Compras e Logística

A área de Compras é vital para garantir a continuidade dos processos. Da mesma forma, as atividades logísticas são imprescindíveis para otimizar os recursos produzidos.

4. Estoque

O Estoque é, sem dúvida, um setor estratégico — e suas operações precisam ser administradas com transparência e controle, de forma a maximizar os resultados da empresa.

5. Financeiro

As rotinas financeiras envolvem muita responsabilidade, mas também despontam como uma área crucial para manter a operação rentável, saudável e em crescimento.

6. Produção

O PCP é complexo e, justamente por isso, exige que seus processos sejam corretamente alinhados, padronizados e executados. Essa fórmula assegura a conformidade e, claro, a produtividade da fábrica.

 

Na Areco, mais do que explorar a tecnologia para simplificar e automatizar os processos empresariais, estamos totalmente envolvidos com o desenvolvimento das lideranças — para que, elas também, possam extrair o máximo potencial de suas habilidades e consigam angariar valor ao trabalho e ao negócio.

Um bom exemplo desse compromisso é nossa série autoral, o CEO Talks, que trata de gestão, estratégia e resultados sob diversos âmbitos e abordagens. Assista AQUI, na íntegra, aos primeiros episódios (e, depois, se possível, nos envie seu feedback).

 

Se quiser saber mais sobre como nossa tecnologia tem contribuído para moldar gestores melhores e mais assertivos,

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[INFOGRÁFICO] Passo a passo para definir processos e indicadores na sua empresa

[INFOGRÁFICO] Passo a passo para definir processos e indicadores na sua empresa

A rotina empresarial também precisa ter começo, meio e fim. O fluxo correto das atividades garante que haja sinergia na execução, qualidade no desempenho e, claro, sucesso na entrega.

Para servir a esse propósito, processos e indicadores são essenciais. Enquanto o primeiro contribui para padronizar operações e manter a qualidade do que é produzido, o segundo está diretamente ligado à mensuração dos resultados e assegura que haja controle de performance.

Na prática, toda empresa que deseja escalar seu crescimento e alavancar sua produtividade precisa pensar, estruturar e monitorar seus processos e indicadores.

Veja o passo a passo de cada um — e, se preferir salvar o documento em PDF, basta clicar aqui.

 

Blog  [INFOGRÁFICO] Passo a passo para definir processos e indicadores na sua empresa

 

O Areco ERP influencia o workflow empresarial e impacta positivamente em todas as etapas da operação — da formalização de processos ao acompanhamento de resultados.

Para entender a dimensão dos benefícios do Areco ERP, assista aos depoimentos de outros gestores que já experienciaram a mudança.

 

Para saber como podemos ajudá-lo a potencializar o desempenho do seu negócio,

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Como escalar o crescimento da empresa?

Como escalar o crescimento da empresa?

Mesmo quando iniciantes, as empresas se estruturam para atingir a estabilidade e, então, a fase de crescimento. Quando as operações já estão padronizadas e seguem um fluxo pré-determinado, quando a equipe está alinhada e dispõe de ferramentas adequadas para maximizar a performance das operações cotidianas, é hora de traçar a estratégia para escalar o negócio.

Como escalar o crescimento da empresa?

Há, sem dúvida, uma série de táticas que podem ser aplicadas com o objetivo de promover e de acelerar o desenvolvimento da organização. Para que o gestor seja capaz de analisar a viabilidade das ações e, assim, definir as prioridades, é importante que haja:

  • metas e objetivos definidos;
  • padrões e processos estabelecidos;
  • métricas e indicadores fixados (e regularmente revistos);
  • diferenciais relevantes e consistentes;
  • equipe comprometida e engajada;
  • recursos adequados e disponíveis.

A combinação desses aspectos compõe um planejamento estratégico e gera um plano de ação — que, por sua vez, contempla o curto, o médio e o longo prazo. Os documentos, quando assimilados e aplicados no cotidiano da empresa, agem de forma a extrair o máximo de produtividade e a organizar a demanda de entregas, focando primeiro no que é essencial e estratégico.

Na prática, as diretrizes apontam o caminho para que seja possível escalar o negócio, replicando o modelo operacional, que já foi testado e aprovado, para mercados maiores e mais exigentes.

[ASSISTA AO DEPOIMENTO: Alan e Anderson, sócios da Cirúrgica Home Care, em Valinhos, contam como a tecnologia do Areco ERP impulsionou e suportou o crescimento da empresa.]

Por que a tecnologia é peça-chave para escalar negócios?

Considerando que o crescimento empresarial está diretamente ligado à capacidade de expandir operações sem comprometer a qualidade da execução, não é nenhum exagero afirmar que práticas de simplificação e automatização são imprescindíveis às organizações que visam o desenvolvimento.

Nesse contexto, a tecnologia desponta como o recurso ideal para viabilizar, por exemplo, que fluxos eficientes sejam sistematizados e possam ser integrados e replicados a outros departamentos e/ou a novos mercados. Da mesma forma, os recursos tecnológicos podem (e devem) ser empregados para centralizar e organizar dados estratégicos, gerando relatórios que facilitem o controle dos indicadores fixados.

Na prática, a gestão empresarial como um todo — da fábrica à estratégia — é fatalmente beneficiada pela incorporação de tecnologias aderentes à realidade da operação e eficazes na simplificação de rotinas.

O ERP, que é produto da união de técnicas administrativas e de avanços tecnológicos que as potencializam, é um poderoso aliado na missão de escalar negócios.

Dentre os benefícios imediatos do sistema, quando aplicado ao cotidiano corporativo, figuram:

1. Centralização de dados

Quando os dados estão dispersos, a equipe incorre em retrabalho com mais frequência. A taxa de erros manuais também aumenta, uma vez que é preciso redigitar as informações para encaminhá-las àqueles que deverão executar a próxima ação.

Ao reunir todo o volume de dados em um só local — tornando-o acessível às mais variadas unidades do negócio —, o sistema facilita a gestão da operação e otimiza recursos financeiros, humanos e físicos.

2. Padronização do workflow

Processos padronizados são imprescindíveis à alavancagem de negócios. Sem eles, torna-se praticamente impossível replicar o modelo a outras áreas e/ou mercados.

A definição do fluxo de trabalho e a automatização sistêmica de procedimentos rotineiros é essencial para assegurar um cenário favorável para escalar o crescimento da empresa — e somente a tecnologia pode reunir e organizar, de modo conciso e eficiente, todos os detalhes da operação.

3. Acompanhamento de métricas e indicadores

A ausência de rotinas regulares de acompanhamento, em que existe a revisão de métricas e a avaliação de indiciadores de performance, é bastante prejudicial ao desenvolvimento da empresa.

Em ocasiões em que não há clareza do desempenho (de profissionais e áreas) e nas quais impera certa dificuldade para identificar desvios, comprometem-se os resultados da operação e a credibilidade da empresa no mercado.

Para garantir que seja possível escalar o negócio, cabe às lideranças a tarefa de manter rotinas de avaliação de KPIs e prover o feedback adequado, corrigindo falhas e valorizando o que teve destaque.

Na prática, o ERP promove, estimula e viabiliza decisões mais transparentes e assertivas. Com o apoio de uma operação enxuta e a segurança de uma estratégia consolidada, a missão de escalar o crescimento da empresa deixa de ser traumática e se torna um objetivo bastante tangível.

Para saber mais detalhes sobre como um ERP pode impulsionar o seu negócio, baixe (em PDF, para que você mantenha sempre à mão) nosso infográfico exclusivo.

 

Se você ainda tem dúvidas sobre a necessidade da sua empresa, consulte nossos especialistas gratuitamente:

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Folha de Pagamento: conheça a importância estratégica do processo

Folha de Pagamento: conheça a importância estratégica do processo

A Folha de Pagamento trata de um assunto crítico para os negócios, uma vez que administra diretamente um de seus principais ativos: as pessoas.

O equilíbrio e a transparência nas regras de salários, no controle de atividades e na aplicação de complexas obrigações trabalhistas e sindicais requerem que os gestores de DP/RH disponham de uma ferramenta robusta e confiável.

O fechamento da Folha de Pagamento, por exemplo, pode (e deve) ser simplificado e automatizado. Assim, o operador agiliza suas rotinas e tem mais segurança na veracidade dos dados que imputa.

Ganha a empresa, que otimiza recursos e minimiza a chance de erros; ganha a equipe, que elimina retrabalhos e pode focar em atividades com maior valor agregado.

A Folha de Pagamento como uma operação estratégica

Considerando o caráter estratégico da Folha de Pagamento — que, além de obrigatória, também desponta como uma rotina bastante sensível a falhas operacionais —, não seria exagerado dizer que a atividade precisa ser executada com clareza e seriedade. Afinal, qualquer falha pode implicar em mal-estar na equipe e, dependendo da gravidade, até mesmo em sanções e/ou punições legais.

Com o vigor da exigência do eSocial — que, em breve, será uma obrigação unânime a todas as empresas, independentemente do porte ou do segmento de atuação — o controle eficiente das variáveis da Folha deixou de ser um diferencial para se posicionar como um processo imprescindível à continuidade legal da operação.

 

Blog  Folha de Pagamento: conheça a importância estratégica do processo

Fique por dentro das próximas fases do eSocial e prepare-se com antecedência! 

 

Há, portanto, duas esferas que precisam ser consideradas nas rotinas de fechamento da Folha de Pagamento: o ambiente interno, no esforço para evitar equívocos que gerem insatisfação no time; e o ambiente externo, principalmente no que tange ao Governo, que exige uma série de detalhamentos.

A tecnologia na Folha de Pagamento

A gestão da Folha de Pagamento é, sem dúvida, uma operação complexa. Para além das regras sindicais (que variam de acordo com a categoria da empresa), é preciso observar os registros internos, tais como controle de ponto e adesão a eventuais benefícios descontados.

Para conferir mais segurança aos processos e mais agilidade às rotinas de RH/DP, a tecnologia é uma grande aliada. O ERP, por exemplo, disponibiliza as informações necessárias — tais como registro do ponto e de atestados médicos — em poucos cliques, dispensando controles manuais.

A automatização dos procedimentos, por sua vez, minimiza o retrabalho de redigitações e elimina a incidência de erros. Além disso, o software também agiliza o trabalho do profissional: o que antes implicava na análise de diversos documentos para cada colaborador, hoje é feito ao apertar de alguns botões e ao emitir alguns relatórios.

Vale relembrar, ainda, que o escopo do eSocial, por si só, já contribui para fixar as diretrizes de dados de RH/DP que devem ser monitorados digitalmente. Certifique-se de contar com um parceiro atualizado e comprometido com a entrega das funcionalidades necessárias à emissão do documento.

Diante disso, a mensagem é clara: a automatização das rotinas é uma decisão lógica, além de absolutamente necessária. Em um cenário de alta competitividade, no qual a performance das equipes pode (e geralmente acaba por) definir o grau de sucesso do negócio, é pertinente que o gestor busque formas de alavancar seus processos internos.

O ERP é a ferramenta ideal para automatizar os controles pertinentes à Folha de Pagamento e para permitir que os gestores foquem naquilo que podem fazer de melhor: desenvolver a equipe e endossar o crescimento da empresa.

O módulo de RH contempla operações-chave para além das atividades de DP, tais como:

  • Registro, armazenamento e acompanhamento de formulários de feedback;
  • Ficha de movimentação de pessoal;
  • Ficha de controle de treinamentos;
  • Mapa salarial;
  • Ficha de avaliação e desempenho.

 

Para saber como podemos ajuda-lo a automatizar sua Folha de Pagamento, alavancando os resultados do negócio,

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Quais processos controlar na gestão de indústrias de plástico?

Quais processos controlar na gestão de indústrias de plástico?

Cada segmento de mercado possui características particulares e, por isso, também demanda roteiros distintos de operação. A eficácia na gestão de indústrias de plástico — que deve encerrar o ano 2018 registrando cerca de 2,5% de crescimento —, exige que a empresa esteja munida das ferramentas certas.

Para o gestor, o controle operacional deve ser uma preocupação constante. Afinal, apenas ao certificar-se da transparência dos processos e da assertividade dos indicadores, mantendo a constância das análises, é possível trilhar um caminho de desenvolvimento.

O panorama das indústrias de plástico no Brasil

De acordo com matéria publicada pelo jornal Valor Econômico, a produção física da indústria de plástico alcançou 6,13 milhões de toneladas em 2017. Com projeções favoráveis à retomada da economia, o cenário é otimista para os próximos anos e prevê oportunidades para o setor.

É fundamental pontuar, porém, que, de acordo com dados governamentais, existem mais de 27 mil indústrias de plástico no Brasil — considerando o CNAE 222 como base — e que a competitividade tende a se mostrar cada vez mais acirrada.

Diante disso, não seria exagerado dizer que os líderes precisam estar preparados para enfrentar um cenário desafiador, volátil e altamente competitivo.

E enganam-se os que pensam que basta reunir as competências técnicas para administrar. Em tempos de tecnologia, as ferramentas integradas de gestão, por exemplo, despontam como instrumentos indispensáveis ao desenvolvimento (e à perenidade) do negócio.

Os principais processos na gestão de indústrias de plástico

Uma operação saudável precisa se amparar em processos sólidos e coesos. Na prática, a afirmação remonta à padronização de procedimentos, à centralização de informações e à transparência dos dados.

No que compete à equipe, por sua vez, é imprescindível que o cotidiano de trabalho seja marcado pela alta performance e que implique em uma entrega ágil e de qualidade.

A união dos dois contextos é, sem dúvida, promovida e facilitada pela tecnologia de gestão. Ao oferecer funcionalidades aderentes às rotinas das indústrias de plástico, disponibilizando recursos específicos para as demandas fabris e administrativas, o software ERP garante mais segurança e potencializa os resultados.

Dentre os processos mais comuns — e, justamente por isso, mais críticos ao sucesso e ao crescimento das empresas do ramo — e nos quais os sistemas de gestão atuam ativa e positivamente, despontam:

1. Planejamento de produção

O funcionamento adequado da fábrica é certamente uma das maiores preocupações dos gestores industriais. Por isso, a simplificação do planejamento de produção é de grande valia às manufaturas.

O ERP, por exemplo, automatiza o cruzamento de dados para formatar a produção da planta. Ao considerar a disponibilidade de recursos — sejam eles físicos, humanos ou materiais — e relacioná-los com os critérios de turnos, horas úteis e prazos negociados, o sistema entrega uma programação consistente, efetiva e absolutamente viável.

2. Apontamentos online

Os apontamentos online são extremamente úteis para garantir um controle mais assertivo e em tempo real das atividades produtivas, permitindo que o gestor visualize, analise e tome decisões a respeito de sua planta.

Por meio de uma tela específica, o funcionário encarregado da operação das máquinas sinaliza em qual parte do processo está trabalhando, registrando o início e o fim da etapa.

Assim, os apontamentos podem ser posteriormente comparados ao planejamento inicial, indicando se (em qual fase) houve falhas. Nesse caso, o gestor tem autonomia e agilidade para corrigir os desvios antes que comprometam a produtividade da fábrica.

3. Controle de refugo (ou material refugado)

Na indústria de plástico, não é totalmente incomum que o produto acabado apresente qualidade inferior e, assim, não possa ser comercializado como o padrão do portfólio.

Para atender, monitorar e mesmo rentabilizar esses itens, existe a possibilidade de estoca-los como produtos refugados e, em seguida, oferecê-los ao mercado por um preço abaixo do habitualmente praticado. E o ERP é a única ferramenta capaz de prover tal nível de controle.

A funcionalidade é importante para garantir a lisura das operações de transformação (considerando a quantidade de matéria-prima e, em seguida, o volume do produto acabado) e permitir que o gestor visualize sua produção de forma mais detalhada — inclusive percebendo se há alta incidência de erros recorrentes na fábrica.

 

O Areco ERP é totalmente aderente às rotinas operacionais das indústrias de plástico e contribui de modo direto para potencializar os processos de gestão — angariando, assim, resultados cada vez mais consistentes.

Além das rotinas de planejamento de produção, apontamentos online e controle de material refugado, o software também automatiza a engenharia integrada (com cadastro ilimitado de níveis para itens produzidos) e gera laudos completos de produtos acabados.

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Quais são e como corrigir os principais problemas de gestão da empresa?

Quais são e como corrigir os principais problemas de gestão da empresa?

As atividades gerenciais são desafiadoras e exigem que a liderança esteja alinhada às demandas do negócio e preparada para corresponder às expectativas do mercado. Quando a realidade se distancia dessa máxima, os problemas de gestão podem começam a acontecer.

O ideal, é claro, seria evitar qualquer transtorno administrativo e estratégico. Entretanto, em casos em que não é possível atalhar os empecilhos, o mais inteligente é identificar o(s) gargalo(s) e agir prontamente para corrigi-lo(s) em definitivo.

Os principais problemas de gestão no cotidiano empresarial

Qualquer empresa que se pretenda competitiva precisa se preocupar com a qualidade e com a efetividade de sua gestão. É fato que o cotidiano operacional está sujeito a falhas e que pode haver sensibilidades nos processos produtivos, mas é preciso monitorar os riscos e acompanhar performances para evitar desgastes desnecessários.

Os problemas de gestão podem estar ligados a uma série de fatores, departamentos ou procedimentos. E mais: nem sempre aquilo que foi identificado como possível causa é, de fato, o gargalo que está ocasionando perdas e prejuízos.

Por isso, é preciso que o líder estabeleça parâmetros e rotinas que confiram segurança às atividades estratégicas. Afinal, somente ao priorizar uma administração transparente é que se torna possível evitar (ou atenuar) os riscos gerenciais e tomar decisões com mais assertividade.

Fique, portanto, atento aos sinais de que algo pode estar equivocado em seus processos ou em sua equipe. Conheça alguns dos principais problemas de gestão e certifique-se de ser ágil na identificação deles.

1. Controle de estoque deficiente

O estoque é, geralmente, uma das operações mais sensíveis às organizações. Dentre os gestores, costumava haver uma crença perigosa: a de que a área era “responsável” por congelar parte do capital da empresa, gerando mais custos do que retornos.

Atualmente, porém, o cenário mudou completamente e os líderes estão conscientes da importância de priorizar a excelência na gestão de estoques. E nada mais justo! Afinal, garantir o suprimento necessário à produção — sem incorrer em custos desnecessários de armazenamento ou em desperdício de insumos — é primordial para viabilizar o desenvolvimento orgânico do negócio.

 2. Atrasos na produção

A linha de produção é uma etapa bastante crítica da operação, uma vez que sua eficiência (ou ineficiência) gera resultados impactam diretamente na performance global da empresa, positiva ou negativamente.

Os atrasos na produção estão comumente associados à falta de planejamento e a falhas no gerenciamento de processos. É preciso, portanto, manter-se alerta quanto aos eventuais desajustes nos prazos: são sinais que indicam morosidade nos processos, falta de padronização ou ausência de recursos capazes de maximizar a eficácia da planta.

3. Dificuldade no fechamento de novos negócios

A atividade comercial é dinâmica e altamente desafiadora — principalmente em um mercado tão competitivo quanto o contemporâneo. Se o volume de vendas da empresa está aquém do esperado, é preciso entender qual gargalo está impedindo o êxito nos fechamentos.

É plausível, por exemplo, que o time esteja enfrentando dificuldades para manter o relacionamento com o prospect. Outra possibilidade é que a sazonalidade esteja impactando nos resultados. Diante disso, o papel do gestor é identificar o problema e agir de forma a evita-lo.

Como corrigir os problemas de gestão na sua empresa

Identificar as dificuldades da operação é o primeiro passo para tratá-las. Certifique-se de chegar à raiz do problema para só então buscar uma solução definitiva. Qualquer outro movimento será paliativo e certamente não trará os resultados desejados.

É preciso entender quais gargalos vêm originando (e endossando) as deficiências e repará-los imediatamente. No caso dos estoques, por exemplo, a adoção de metodologias de ressuprimento automático podem sanar transtornos relacionados à falta ou ao excesso de matéria-prima.

Para potencializar a agilidade da produção, é conveniente reforçar o planejamento do PCP e apostar em uma boa engenharia de produtos. No que compete ao time comercial, por fim, é válido considerar a adoção de um CRM para gerenciar o andamento dos contatos e facilitar a extração de relatórios detalhados de performance.

Na prática, há um recurso capaz de auxiliar grandemente na expressiva maioria dos desafios gerenciais das empresas: a tecnologia integrada de gestão. Ao centralizar informações e assegurar a credibilidade dos dados, o ERP desponta como a ferramenta ideal para maximizar a administração de processos e pessoas, permitindo análises contundentes, profundas e em tempo real.

Para o líder, significa mais segurança na tomada de decisão e mais autonomia para combater os problemas de gestão. Para a empresa, significa mais potencial de desenvolvimento.

 

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Os 6 principais relatórios para a gestão de indústrias de Alimentos e Bebidas

Os 6 principais relatórios para a gestão de indústrias de Alimentos e Bebidas

A gestão de indústrias de Alimentos e Bebidas é bastante específica e envolve uma série de obrigações particulares. Nesse caso, o processo é regulado por normas rígidas de controle, demanda ferramentas capazes de automatizar rotinas e, sem interferir na qualidade dos produtos, garantir a conformidade da produção.

Para monitorar o andamento operacional, certificando que haja transparência e segurança na gestão dos procedimentos administrativos e fabris, é fundamental que os líderes possam se amparar em dados confiáveis do negócio — e os relatórios são ferramentas imprescindíveis às decisões assertivas.

Por que os relatórios são essenciais na gestão de indústrias de Alimentos e Bebidas?

É consenso entre os gestores contemporâneos que contar com relatórios claros e seguros, capazes de traduzir em números a operação do negócio, desponta como uma poderosa vantagem competitiva.

No contexto das indústrias de Alimentos e Bebidas não é diferente. Pelo contrário! Para fazer frente à concorrência, é preciso dispor de informações centralizadas e transparentes. Só assim se torna possível (e viável) tecer estratégias para otimizar a operação e alavancar a performance global da empresa.

Quais são os principais relatórios para a gestão de indústrias de Alimentos e Bebidas?

Primeiro, é válido pontuar que as particularidades de cada empresa devem nortear a configuração de relatórios essenciais e, a partir disso, também as rotinas de análise. Em todos os cenários, porém, os documentos gerenciais são cruciais para garantir a conformidade de processos e a produtividade da operação.

1. Margem de contribuição

A concorrência no segmento de Alimentos e Bebidas é alta e, por isso, o mercado exige agilidade e eficiência nas decisões estratégias da empresa. Nesse âmbito, o relatório de Margem de Contribuição permite que os líderes visualizem, de forma ampla e coesa, qual produto, região ou vendedor está contribuindo mais com a lucratividade da organização — e estejam aptos a ajustar as demandas de modo ágil.

2. Faturamento (Devolução e Carteira)

Na área Comercial — que requer dinamismo, mas não dispensa o controle operacional — é importante gerir de perto o cenário de faturamento em relação às metas estabelecidas.

Para isso, um relatório que traga, em números detalhados, os valores das vendas acumuladas e dos saldos da meta, compondo o faturamento após considerar pedidos não faturados (carteira) e subtrair as devoluções, é bastante útil para permitir aos gestores uma visão profunda do desempenho comercial.

3. IQF (Índice de Qualidade do Fornecedor)

Principalmente em empresas de Alimentos e Bebidas, as certificações (tais como a FSSC ISO 22000) são bastante valorizadas e, em alguns casos, despontam como condições essenciais para que seja possível fechar uma compra e manter um cliente.

Nesse contexto, o relatório de IQF, na medida em que assegura o controle sobre a procedência dos insumos utilizados e qualifica os fornecedores, garante que a organização sinalize diretrizes importantes e certifique a integridade de sua operação.

4. Rastreabilidade

A rastreabilidade é um procedimento essencial às empresas de Alimentos e Bebidas. Por isso, o relatório que garante acesso e controle dos lotes que entram (ou seja, que são comprados pela empresa) e dos que saem (produtos acabados, já vendidos) deve ser continuamente gerado e analisado, de modo a assegurar a conformidade das mercadorias estocadas e comercializadas.

5. Ressuprimento

O dinamismo do mercado, pautado pela velocidade e pela volatilidade do consumo, também atingiu a indústria. Dessa forma, é necessário que as empresas se adaptem às demandas e estejam preparadas para corresponder às expectativas de atendimento.

O relatório de ressuprimento, nesse contexto, é importante para que os gestores tenham mais segurança no atendimento dos pedidos, assegurando a disponibilidade da matéria-prima demandada, e mais consciência na otimização de recursos.

6. Fluxo de caixa

Por fim, embora não menos importante, o Fluxo de Caixa é um artifício altamente eficaz na gestão financeira do negócio — e que certifica a saúde da operação frente aos resultados registrados. Em indústrias de Alimentos e Bebidas, o relatório proporciona noções seguras acerca das oportunidades de investimentos e das eventuais necessidades de contenção.

Certifique-se, porém, de optar por uma ferramenta que possibilite o acompanhamento em tempo real e que, ao formatar os demonstrativos financeiros, considere pedidos de venda, compras e cheques, por exemplo. Afinal, a visão ampla é fundamental para embasar decisões eficazes!

 

O Areco ERP disponibiliza mais de 2000 relatórios e trabalha para que o gestor possa ter mais agilidade na análise e assertividade nas decisões. O resultado é uma operação mais enxuta, eficiente e produtiva.

 

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O emissor gratuito de MDFe será descontinuado: como se preparar

O emissor gratuito de MDFe será descontinuado: como se preparar

Em outubro de 2018, o emissor gratuito de MDFe (hoje em sua versão 3.00) será definitivamente descontinuado. Isso quer dizer que a funcionalidade deixa de ser atualizada pelo Governo e que, por isso, novas alterações na exigência não serão mais atendidas pelo recurso.

Na prática, o anúncio prepara as empresas para que se responsabilizem, de forma autônoma, pela geração do arquivo. Diante disso, convém entender um pouco mais sobre a obrigação e, claro, antecipar-se a ela, garantindo a conformidade das operações.

O que é o MDFe?

O MDFe (Manifesto Eletrônico de Documentos Fiscais) foi criado com a missão de simplificar a burocracia envolvida no transporte de cargas. A versão eletrônica, que emite e armazena o documento exclusivamente nos sistemas de gestão, substituiu o antigo modelo de papel, conhecido como Manifesto de Carga Modelo 25 e CL-e (Capa de Lote eletrônica).

Muito embora cada estado seja responsável por fixar suas diretrizes (regras e prazos) , estão obrigadas a emitir o MDFe as empresas que prestam serviços de transportes e as organizações que utilizam veículos próprios ou frotas contratadas para escoar mercadorias.

Para que serve o MDFe e quais são seus benefícios?

Essencialmente, a função principal do MDFe é agilizar o cadastro em lote de documentos fiscais relacionados às cargas que estão em trânsito. Ou seja: a assinatura digital, bem como a certificação de que a carga está em conformidade jurídica com a lei, é válida em quaisquer circunstâncias.

A utilização do MDFe, ainda que se configure como uma obrigatoriedade, traz benefícios consideráveis às empresas: o gerenciamento de cargas é simplificado e toda a documentação referente à movimentação de itens fica centralizada em um só lugar.

Além disso, há expressiva economia de tempo e retrabalho na fiscalização das vias, reduzindo prazos de entrega e minimizando transtornos (e/ou prejuízos) com atrasos.

Como todo o processo é feito de forma online, sem a necessidade de acumular arquivos físicos, o acompanhamento pode acontecer em tempo real e, assim, garantir uma visão mais profunda e transparente da gestão de cargas.

O emissor gratuito de MDFe será descontinuado. Como se preparar?

A partir de outubro de 2018, o aplicativo gratuito de MDFe, gerenciado pela Secretaria da Fazenda, será descontinuado. A obrigatoriedade na emissão do documento, porém, permanece a mesma — o que evidencia a necessidade, por parte das empresas, de assegurar a continuidade na geração do arquivo digital.

Para manter as rotinas de gerenciamento de carga, convém substituir em definitivo a ferramenta governamental por um software capaz de atender às exigências da Sefaz.

Assim como aconteceu também com o CTe (Conhecimento de Transporte Eletrônico), ainda em 2016, a tendência é que os emissores gratuitos deixem gradativamente de receber as atualizações necessárias à conformidade com as requisições do Governo.

 

O Areco ERP está totalmente preparado para atender às demandas de emissão do MDFe, atuando diretamente na otimização do gerenciamento de cargas. Além disso, as funcionalidades do software também garantem a automatização de tarefas e conferem mais agilidade às rotinas empresariais — da venda, incluindo geração de propostas e pedidos, ao escoamento, com parametrizações para roteiros de entrega.

Aos gestores, a tecnologia proporciona e estimula uma operação mais integrada, transparente e lucrativa. Com o Areco ERP, os líderes administram equipes mais produtivas e têm mais tempo para se dedicar ao que realmente importa: o crescimento do negócio.

 

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