Como consolidar e analisar os balanços contábeis da empresa

Como consolidar e analisar os balanços contábeis da empresa

O controle contábil é essencial às empresas competitivas. Ao entender a contabilidade como o pulmão do negócio, enxergando-a como a ferramenta ideal para projetar resultados e oportunidades, os gestores ganham mais confiança e autonomia para tomar as decisões estratégicas da organização.

Os balanços contábeis, por sua vez, despontam como os instrumentos práticos que permitem o monitoramento operacional e demonstram os resultados corporativos — atualizando diretores e eventuais acionistas. A consolidação dos documentos, portanto, exige atenção e seriedade: a tecnologia de gestão pode (e deve) facilitar o processo e assegurar a credibilidade dos dados.

 

O que é a consolidação de balanços contábeis?

De forma geral, a consolidação de balanços contábeis pode ser descrita como uma demonstração financeira que relaciona uma ou mais entidades e é bastante utilizada com as matrizes e filiais, e também entre empresas controladas e controladoras. No caso de um conglomerado de empresas, por exemplo, é comum que o documento explicite a situação contábil do grupo como um todo, consolidando-os.

O principal objetivo da ferramenta é formalizar um diagnóstico crível da saúde corporativa, pontuando as atividades financeiras e sinalizando déficits e superávits. Ao dispor de números concretos, as lideranças são mais assertivas na compreensão de cenários e podem tomar decisões cada vez mais coesas.

Em função de sua profundidade e de sua relevância, a consolidação de balanços contábeis é, sem dúvida, uma tarefa complexa. Não basta, por exemplo, planilhar as informações da empresa e oferecê-las aos gestores (e eventuais acionistas) em seu formato bruto. É preciso contar com um método de organização e integração dos dados, transferindo toda a movimentação da empresa para a contabilidade, aplicando as regras de integração e  tornando-os úteis ao processo estratégico de análise.

A consolidação de balanços também servirá de base para o cálculo de índices como Liquidez Corrente, Liquidez Seca, e outros índices que são importantes para uma boa gestão.

Na prática, a consolidação de balanços contábeis traz embasamento e informações para uma série de documentos importantes. Os principais são:

  • Demonstração de Resultado de Exercício (DRE);
  • Demonstrações de Lucros e Prejuízos Acumulados;
  • Parecer do Conselho Fiscal, se houver.

Além disso, os relatórios de eventuais auditorias também podem ser incorporados. Para empresas que se enquadram no regime tributário de Lucro Real, é importante anexar o MEP (Método de Equivalência Patrimonial) à documentação.

Assim, fica fácil perceber que a consolidação de balanços contábeis é uma atividade rigorosa, altamente crítica, e que exige know how e seriedade. Para garantir a pertinência dos dados e a viabilidade da avaliação, é imprescindível que o processo seja sinérgico, integrado e automatizado.

 

Por que a consolidação de balanços contábeis é essencial?

A maior motivação para a rotina de consolidação de balanços, das organizações com mais de uma entidade, é a regulamentação legal: a exigência está prevista em lei e é supervisionada pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM).

O processo tem, por si só, benefícios que atestam sua importância. É apenas por meio do balanço, por exemplo, que é possível analisar corretamente o panorama financeiro e contábil de uma entidade ou de um conglomerado empresarial.

Além disso, no que compete ao mercado, a consolidação é um recurso essencial para a obtenção de novas linhas de crédito e costuma ser considerada no momento em que eventuais investidores deliberam sobre um aporte financeiro.

A gestão interna, por sua vez, também é diretamente impactada pelos balanços contábeis: a identificação de gargalos produtivos e a correção de desvios contábeis são algumas das vantagens proporcionadas pelas rotinas de consolidação.

Para fazer frente à competitividade de mercado, é fundamental que a empresa se dedique à transparência e a lisura de suas operações. A consolidação de balanços contábeis certamente é o instrumento capaz de fortalecer a imagem organizacional e manter a saúde corporativa, maximizando os resultados de curto, médio e longo prazos.

 

Como o ERP pode ajudar na consolidação de balanços contábeis?

Segundo a Receita Federal, as obrigações fiscais e tributárias consomem cerca de 600 horas de trabalho por ano. Os balanços contábeis, assim como sua consolidação, entram no cálculo.

O número é expressivo e chega a ser alarmante: é preciso que os gestores disponham de ferramentas capazes de automatizar rotinas burocráticas, otimizando os recursos empregados para cumpri-las.

A tecnologia de gestão é a chave para um processo mais organizado e transparente, conferindo agilidade sem prejudicar a credibilidade. O ERP, por exemplo, tem a capacidade de integrar todas as área do negócio e de minimizar erros manuais, suprimindo o retrabalho.

Para além da velocidade operacional, porém, alguns predicados do software garantem sua assertividade na consolidação dos balanços contábeis. Dentre os principais, destacam-se:

  • a rapidez no levantamento de informações, uma vez que todos os números necessários aos documentos estão centralizados e são facilmente acessados;
  • a conformidade legal, atendendo à exigência federal e evitando sanções e prejuízos por descumprimento;
  • a potencialização da gestão, que pode se amparar em dados concretos e, assim, evidenciar possíveis gargalos e eventuais oportunidades de negócio.

Na prática, a consolidação de balanços contábeis desponta como um instrumento de otimização e controle. Mais do que apenas uma obrigação fiscal e tributária, a análise é uma importante sustentação para gestores alinhados a seus negócios e comprometidos com suas empresas.

 

Contabilidade estratégica: a tecnologia de gestão é chave

Os balanços contábeis integram as rotinas de contabilidade e, assim como as demais demandas da área, devem ser tratados com transparência e seriedade. A tecnologia de gestão é a ferramenta ideal para robustecer os processos de coleta e de análise de dados, alavancando a tomada de decisão.

Para além das atividades gerenciais e estratégias internas, porém, os escritórios de contabilidade também se beneficiam amplamente de recursos que integram e categorizam os dados, centralizando todas as informações da empresa e facilitando o acesso a dashboards e relatórios.

O ERP, portanto, é certamente um poderoso aliado na automatização de rotinas e na agilidade dos fechamentos obrigatórios, assegurando a conformidade fiscal e tributária da empresa atendida. O contador tem mais tranquilidade para fechar suas demandas e evita retrabalhos de busca e conferência.

Dessa forma, não seria equivocado dizer que o software proporciona e endossa uma relação saudável e eficaz entre a contabilidade terceirizada e o cliente corporativo. Quando unidas por um ERP atualizado e seguro, as duas empresas potencializam suas rotinas — otimizando recursos financeiros, humanos, físicos e de tempo — e garantem a viabilidade do negócio, reiterando o cumprimento de todas as normativas exigidas.

 

O Areco ERP automatiza regras de integração contábil para operações de contas a pagar, contas a receber, estoque, ativo fixo e faturamento. Assim, os envios do SPED e as rotinas de conciliação bancária, para citar apenas alguns exemplos, são imediatamente otimizados e passam a ocorrer de modo mais seguro e transparente. É ótimo para o gestor, mas é também excelente para a contabilidade que o atende.

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Atualizações de sistema: por que o Areco ERP é a melhor opção?

Atualizações de sistema: por que o Areco ERP é a melhor opção?

O mercado, por si só, é um ambiente muito volátil. A competitividade exige que as empresas estejam em constante adaptação, encontrando formas mais eficientes de produzir e mais inteligentes de administrar.

Em paralelo, mas com implicações diretas, também se dá a evolução tecnológica. Com a missão de automatizar, otimizar e alavancar, as inovações chegam às companhias dotadas de um poder significativo — e que pode representar a capacidade de sobreviver e, mais do que isso, também de prosperar.

Há, ainda, as diretrizes legais que devem ser seguidas por todos os tipos de organização, independentemente do porte ou do segmento a que se dediquem. Para cada característica e/ou particularidade operacional, uma série de requisições pressupõe alinhamento às normas fiscais e tributárias, demandando extrema lisura na condução dos negócios.

Os três fatores, que são parte indissociável da atividade empresarial, precisam ser tratados com seriedade. Qualquer negligência pode resultar em riscos sérios e prejuízos consideráveis.

A chave para processos padronizados e adequados às exigências mercadológicas, portanto, é a tecnologia de gestão. Só que a escolha requer atenção: dispense a implantação de um software que não acompanha inovações — pecando em disponibilizar regularmente novos recursos que maximizem a performance das rotinas operacionais — e que torne o acesso às atualizações legais (novas leis sobre a incidência de impostos, por exemplo) ainda mais desgastante, burocrático e oneroso.

 

Conformidade e competitividade: por que um sistema atualizado é importante?

Para os gestores orientados a resultados, a volatilidade do mercado não é mais novidade. Pelo contrário: agora, os líderes estão cada vez mais conscientes de que as mudanças devem ser encaradas como oportunidades valiosas para construir sólidos diferenciais competitivos.

Neste contexto, as ferramentas de gestão são fundamentais para que haja sinergia operacional e consistência estratégica. Não basta que a empresa aprimore processos comerciais se, no ato da venda, comete erros graves ao designar as Naturezas de Operação adequadas, por exemplo.

Da mesma forma, não pode haver perspectivas de franco crescimento se os gestores são privados de relatórios e balanços que possibilitam um excelente planejamento, capaz de otimizar os recursos do negócio e de alavancar os resultados financeiros.

A área tributária, por sua vez, é uma das mais impactadas quando um sistema defasado é utilizado para administrar as rotinas do departamento. Mais do que o retrabalho, que infla os custos desnecessariamente, o risco legal é sério e precisa ser levado em consideração.

O Fisco, enquanto órgão regulador e de fiscalização, é bastante rígido e qualquer desvio pode ser punido com severidade — gerando multas altíssimas e, em alguns casos, até mesmo inviabilizando a continuidade da organização.

De modo a evitar transtornos e prejuízos, é importante que a tecnologia sistêmica esteja atualizada e seja aderente às necessidades do segmento. Ao contar com um software robusto e confiável, o gestor pode focar no que é realmente relevante para sua atuação estratégica, tomando decisões mais seguras e efetivas sem perder tempo com inferências operacionais.

Diante disso, não seria exagerado dizer que, para servir aos mais diversos objetivos — influenciando positivamente todos os setores corporativos, do Comercial à Controladoria —, o ERP desponta como o mecanismo ideal para centralizar informações, automatizar rotinas e maximizar a performance da equipe. Mas não só isso: é, na verdade, uma ferramenta indispensável para manter a conformidade legal (principalmente fiscal e tributária) e alavancar a competitividade.

 

Atualizações sem custos: por que o Areco ERP é a melhor opção?

Uma vez reforçada a importância de dispor de um ERP atualizado, capaz de corresponder às demandas legais inerentes à atividade empresarial, é válido pontuar que a escolha do fornecedor é determinante para o sucesso do relacionamento comercial — e, por uma série de fatores, também para o crescimento de cada uma das partes envolvidas.

Antes de bater o martelo, questione e conheça o processo que rege as atualizações de versão. Explore a periodicidade dos novos lançamentos e verifique as condições para mudanças obrigatórias e de alto impacto — principalmente as fiscais e contábeis.

Em 2018, por exemplo, uma série de normativas entrou em vigor e exigiu que as empresas se adaptassem a rotinas totalmente novas. O eSocial, que alterou significativamente as demandas da área de RH, e a EFD-Reinf, que integra o módulo SPED, foram algumas das obrigações mais impactantes do ano.

As novidades legais, por si só, já costumam ser bastante desgastantes. Para algumas empresas, porém, o processo foi ainda mais complexo: as atualizações de versão, sem as quais não seria possível operacionalizar as novas exigências, eram comercializadas por valores altíssimos.

No Areco ERP, todas as atualizações espontâneas são isentas de custo. Modificações pontuais regulares (como a inserção de um novo campo ou a alteração de determinado fluxo, comunicadas via Release Notes), assim como grandes funcionalidades (eSocial e EFD-Reinf), não implicam em ônus adicional: a empresa não paga nada além da manutenção mensal para dispor das versões lançadas e, assim, atender a todas as exigências fiscais e tributárias (a nível federal e estadual).

A segurança de contar com uma ferramenta robusta e atualizada, sem surpresas negativas no lançamento de novas versões, permite que o gestor tenha mais tranquilidade para pensar no que de fato importa: perpetuar a operação de modo sustentável e lucrativo.

Na prática, o Areco ERP desponta como a solução de melhor custo-benefício do mercado. Além de atualizações sem custo adicional, uma série de outros benefícios — do produto e dos serviços — contribuem para que a empresa ganhe em performance e resultados.

 

A Areco está comprometida com o sucesso de cada cliente. Quer saber como podemos ajudá-lo a tomar decisões mais estratégicas e eficazes?

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Planejamento financeiro empresarial: por que é importante e como fazer

Planejamento financeiro empresarial: por que é importante e como fazer

O planejamento financeiro empresarial é, sem dúvida, um dos primeiros passos para viabilizar uma ideia de negócio e, depois, para perpetuar a competitividade da operação. Neste caso, planejar é essencial e monitorar, indispensável!

De forma a assegurar a saúde financeira da organização, controlando as movimentações do fluxo de caixa, é preciso dispor de tempo para levantar informações relevantes, organizar dados pertinentes ao negócio e, claro, deliberar estrategicamente.

O que é, na prática, o planejamento financeiro empresarial?

A área financeira é, para a maioria das empresas, um dos departamentos mais sensíveis do negócio. Considerando sua importância na capacidade produtiva e na competitividade, a posição é justa e justificável — e deve ser encarada com seriedade e comprometimento.

Para cada tipo de empresa, de acordo com as particularidades das rotinas e dos processos estabelecidos, existem características que devem ser avaliadas no momento de formatar planos de crescimento. É justamente para isso, objetivando delimitar recursos e fixar metas, que o planejamento financeiro ganha espaço e importância.

Na prática, planejar a estratégia financeira consiste em realizar uma projeção de receitas e despesas, examinando um período preestabelecido. A partir disso, o gestor é capaz de levantar variáveis, esmiuçar históricos e desenhar novos cenários, entendendo de forma mais detalhada quais os rumos mais oportunos (e financeiramente viáveis) à empresa.

Por que o planejamento financeiro empresarial é importante?

Em um mercado tão competitivo quanto volátil, em que as mudanças são constante e as inovações ocorrem a todo o momento, é fundamental que os gestores mantenham o controle estrito de suas operações e de seus resultados.

O planejamento financeiro, enquanto estratégia de previsão de cenários, possibilita que as decisões sejam mais coesas, assertivas e produtivas, contribuindo para que a empresa ganhe competitividade — e possa acumular retornos cada vez mais expressivos.

Em linhas gerais, a principal vantagem desse tipo de recurso é conferir tranquilidade às posturas corporativas. Há, por certo, mais clareza nas movimentações financeiras (de receitas e despesas, por exemplo) e mais segurança nos desdobramentos operacionais — tudo o que as lideranças precisam para decidir com foco em boas oportunidades.

Assim, já no curto prazo é possível visualizar os desdobramentos positivos de um processo mais sinérgico e alinhado, aderente às ambições e às demandas empresariais. No longo prazo, por sua vez, a saúde financeira é assegurada e o vigor da capacidade produtiva fica cada vez mais evidente.

Como um ERP pode maximizar o planejamento financeiro da sua empresa?

A tecnologia já é a realidade das empresas mais lucrativas. Para fazer frente à concorrência, é crucial que bons recursos de gestão sejam implementados, endossando atividades estratégicas tal qual o planejamento financeiro.

A utilização de um sistema ERP, que centraliza as informações e integra todas as áreas do negócio, é a chave para uma operação mais eficaz e cristalina. As funcionalidades do software garantem que o gestor possa seguir a metodologia de análise e, assim, construir sua própria estratégia corporativa.

Dentre os benefícios do ERP na edificação de um ótimo planejamento financeiro, despontam:

  • A capacidade de analisar o contexto histórico e preditivo, contrapondo relatórios de sazonalidade a previsões de demanda baseadas em dados passados;

  • A visualização de vulnerabilidades, agilizando a correção de eventuais desvios que possam prejudicar a performance das operações;

  • A identificação de novas oportunidades, permitindo que gargalos produtivos sejam revertidos em diferenciais competitivos;

  • O endosso de objetivos e metas, considerando a capacidade de analisar relatórios de desempenho, contrapô-los a métricas de avaliação e, assim, atestar a viabilidade de desafios mais agressivos;

  • A possibilidade de acompanhar, dia após dia, os indicadores preliminares de cada operação, garantindo agilidade nas decisões que possam impactar positivamente nos resultados corporativos.

O sistema ERP é a solução ideal para agregar mais confiabilidade e transparência à gestão contemporânea. Ao contar com dados atualizados, os gestores maximizam a efetividade de suas decisões e podem se dedicar ao que realmente agrega valor às operações.

Neste contexto, o planejamento financeiro empresarial pode ser descrito como uma ferramenta valiosa, capaz de fortalecer as rotinas produtivas e de potencializar o desempenho da organização — tornando-a financeiramente mais saudável e lucrativa.

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Inovações tecnológicas na indústria: conheça as principais mudanças

Inovações tecnológicas na indústria: conheça as principais mudanças

Nos últimos anos, o segmento industrial brasileiro enfrentou momentos difíceis. Desde 2014, o setor acumulava desempenhos negativos e só conseguiu voltar a crescer em 2017 — quando apresentou alta de 4,3%. Para os gestores da área, é tempo de investir em processos eficazes e de fortalecer a competitividade.

A preocupação é justa e não podia ser mais adequada. Com a retomada do mercado, a concorrência se acirra e é preciso investir em técnicas eficientes para otimizar rotinas e maximizar performances. Na prática, a tecnologia é a ferramenta capaz de proporcionar os ganhos esperados e, claro, de endossar o cenário de desenvolvimento, melhorando continuamente os retornos do segmento.

A tecnologia como oportunidade na indústria

Há muitas décadas, o mundo não é mais limitado por barreiras físicas. Hoje, com a supressão de distâncias, a concorrência se intensificou e forçou as indústrias a buscarem competitividade e inovação.

Trata-se, sem dúvida, de um processo contínuo. A evolução tecnológica é perene e assim deve ser, também, o desenvolvimento do setor industrial. Para além da incorporação de novas técnicas de produção, é preciso implantar recursos que maximizem a produtividade e interfiram positivamente no desempenho do negócio.

Não seria equivocado dizer, portanto, que a tecnologia desponta como a grande oportunidade das indústrias brasileiras. As últimas avaliações positivas, somadas às previsões de crescimento do PIB para 2019, nutrem um panorama promissor para que sejam viabilizados investimentos em gestão e, como reflexo, registre-se expressivo aumento de competitividade — e lucratividade.

Inovações tecnológicas na indústria: quais são e como implantar

Gestores antenados já estão convictos de que as possibilidades de crescimento estão diretamente relacionadas à capacidade de inovar. A indústria 4.0 é o maior expoente desse novo contexto e vem demonstrando sua força a cada nova mudança implementada.

Entretanto, para assegurar o crescimento sustentável, adotando princípios inovadores de forma a perpetuar as operações e prover lucros cada vez mais atrativos, é fundamental que haja a segurança de rotinas bem estabelecidas, bem como o amparo de estruturas coerentes que as resguardem.

Conheça algumas das principais disrupturas tecnológicas, fomentadas e fortalecidas pelos avanços da indústria 4.0, e entenda como é possível incorporá-las aos seus processos industriais — tornando-os mais coesos, transparentes e produtivos.

Análise de dados

Os dados têm sido encarados como a grande oportunidade das indústrias. Foi-se o tempo em que apenas a atividade produtiva, regulada pelo bom andamento das engrenagens do PCP, era suficiente para garantir a competitividade de uma fábrica.

Hoje, as análises de produtividade, bem como a avaliação de históricos sazonais e o acompanhamento de performances, ocupam um lugar primordial na rotina dos gestores industriais. É preciso antever movimentos e se preparar para agarrar novas oportunidades — antes que os concorrentes o façam.

Para viabilizar um cenário de crescimento exponencial, a análise de dados é cada vez mais indispensável. Ao dispor de dados críveis, é possível endereçar demandas, corrigir eventuais desvios e maximizar os retornos do negócio.

Impressão 3D

As primeiras impressoras 3D surgiram na década de 80. A popularização dos equipamentos, porém, é recente: somente há alguns anos sua aplicabilidade no contexto empresarial foi validada.

Atualmente, o potencial de inovação propiciado pela tecnologia é evidente — e as impressoras conquistam seu espaço nas indústrias do mundo todo. Seja para agilizar a reposição de peças em maquinários importantes, seja para eliminar processos terceirizados no acabamento de um produto, o fato é que as impressões 3D contribuem diretamente para otimizar recursos, reduzir custos e potencializar a agilidade produtiva.

Robótica avançada

Os robôs já são uma realidade nas indústrias. De acordo com um levantamento recente, somente em 2017 foram comercializados 381 mil robôs industriais em todo o mundo — um aumento de 30% em relação ao ano anterior.

Os avanços da robótica abrem um horizonte promissor também para as fábricas brasileiras. Com o objetivo de alavancar as linhas de produção, melhorando a produtividade das unidades de negócio, os robôs podem ser integrados aos fluxos do PCP e, mediante adequada integração sistêmica, são capazes de fomentar uma significativa vantagens de mercado.

Gestão facilitada

Apesar de toda a disrupção tecnológica, não é exagero dizer que nenhuma inovação surte efeito se, em paralelo à sua aplicação, não houver também um intenso esforço gerencial.

As lideranças industriais precisam contar com informações centralizadas, recorrendo aos dados de suas unidades sempre que houver a necessidade de tomar alguma decisão.

Além disso, os indicadores de performance são instrumentos essenciais para garantir que tudo corra conforme o planejado, minimizando retrabalhos e evitando desvios — que, por sua vez, podem culminar em prejuízos consideráveis, muitas vezes fatais.

Para suprir as demandas suscitadas pelo novo panorama de mercado — considerando a alta concorrência e a volatilidade do cenário empresarial —, já está claro que a tecnologia é a chave. E não apenas no que tange às inovações! O segredo está, na verdade, em propiciar a verdadeira qualidade gerencial, capaz de abarcar com eficiência as mudanças de vanguarda.

O Areco ERP é o recurso ideal para que as indústrias alcancem o máximo potencial. A tecnologia permeia todo o workflow e contribui para padronizar processos e centralizar informações, assegurando acesso rápido, seguro e transparente aos dados corporativos.

Uma vez na dianteira de seus indicadores, os gestores podem tomar decisões mais assertivas, validando, por exemplo, a necessidade e a oportunidade de implantarem uma inovação que pode alterar o desempenho do negócio — e maximizar os retornos operacionais.

Conheça o Areco ERP e veja a tecnologia de gestão pode alavancar sua indústria. Aproveite, também, e

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Previsibilidade e gestão: tecnologia aplicada ao planejamento

Previsibilidade e gestão: tecnologia aplicada ao planejamento

O mercado atual, tão competitivo quanto desafiador, não é muito tolerante com achismos. É justamente por isso que os gestores contemporâneos, cientes de que é preciso otimizar recursos para manter a competitividade, estão cada vez mais preocupados com a qualidade e com a efetividade de seus dados.

A segurança proporcionada por informações transparentes e críveis, geradas a partir do fluxo de operações da empresa, não pode (e nem deve) ser substituída por nenhum outro recurso.

Quando o gestor conhece, em detalhes, as particularidades de seus processos, fica mais fácil antever movimentos que podem ser decisivos na manutenção e no desenvolvimento do negócio. As previsões empresariais, portanto, são fundamentais para decisões mais assertivas e mais promissoras.

 

Por que é preciso investir em previsões empresariais?

A missão dos gestores, enquanto líderes de suas organizações, é a de tomar decisões estratégicas, inovadoras e competitivas com segurança. Em um mercado altamente competitivo e volátil, equívocos e desvios podem ser punidos com severidade — e, inclusive, comprometer a saúde e a viabilidade do negócio.

Neste contexto, a previsibilidade ganha destaque entre as organizações mais orientadas a resultados. Não se trata, por exemplo, de adivinhar qual será a próxima tendência, mas, em vez disso, de antever algum movimento interno e/ou externo que possa afetar (positiva ou negativamente) a evolução corporativa.

Imagine situações corriqueiras, ainda que determinantes: na produção, é possível que determinada matéria-prima sofra um aumento excessivo de preço, o que prejudicaria a competitividade do item em função da disparada do preço de venda.

Da mesma forma, uma disruptura externa, muitas vezes baseadas na ascensão de tecnologias que alteram o comportamento de consumo, pode causar certa obsolescência em produtos já estabelecidos, obrigando a empresa a pensar em um reposicionamento urgente de portfólio.

Diante dessas exemplificações, fica fácil perceber a importância das previsões empresariais no cenário contemporâneo do mercado. Prever, neste caso, significa estar preparado (e mesmo à frente) das alterações inevitáveis que acontecem no ambiente interno e externo.

 

Como é possível atingir uma gestão mais previsível?

Os desafios da gestão assertiva (e competitiva) são inúmeros — e se alteram com frequência, acompanhando o ritmo do mercado. Ao agregar mais previsibilidade às atividades de liderança e estratégia, é possível conferir mais segurança e efetividade às decisões.

Atingir e manter uma gestão mais previsível, portanto, deve ser uma meta empresarial. Minimizando riscos internos e externos, administrando-os de forma a encontrar oportunidades onde antes havia insegurança, desponta como um diferencial relevante e bastante consistente.

Dentre as previsões mais corriqueiras, ainda que indispensáveis ao cotidiano gerencial, estão:

  • de demanda, que devem ditar os ajustes de produção, por exemplo, de forma a suprir a procura pelos produtos comercializados;
  • financeira, que controla todos os recursos da organização e, assim, dita a necessidade de contenção ou a disponibilidade para investimentos;
  • processual, que regula os fluxos da operação e assegura que estejam seguindo a padronização estabelecida;
  • de ressuprimento, garantindo a capacidade operacional do negócio por meio da reposição de insumos.

Para além desses mecanismos de previsibilidade, porém, existem outros patamares de análise que podem representar vantagens competitivas à empresa. É o caso, por exemplo, da análise de BI.

Painéis gerenciais, construídos de acordo com as particularidades da operação, são recursos essenciais para garantir uma visão ampla e consistente, mas também altamente estratégica.

Ao visualizar seus indicadores-chave, o gestor tem mais tranquilidade para construir alternativas e, claro, também para deliberar. Neste caso, a capacidade de entender, via key insights, qual é o panorama geral dos processos e qual será o cenário nos próximos dias (semanas ou meses), endossa o tipo certo de gestão: a consciente. É, portanto, a máxima da gestão previsível.

 

A tecnologia como peça-chave na gestão efetiva

A tecnologia de gestão é a grande aliada dos líderes de alta performance. O panorama é justificável na medida em que o ERP, ao integrar fluxos e operações, empodera as pessoas por meio dos dados, garantindo que tenham uma visão clara e confiável dos resultados corporativos.

Não se tratam apenas de indicadores de performance, que medem o desempenho das atividades-fim. Há, também, as métricas de consulta, que servem como uma bússola capaz de apontar se a direção que está sendo percorrida é, de fato, a desejada.

Os sistemas de gestão são, portanto, ferramentas indispensável para permitir e endossar a administração previsível, uma vez que evidenciam desvios, que devem ser prontamente corrigidos, e também oportunidades, que devem ser aproveitadas tão logo sejam identificadas.

O Areco ERP é a solução ideal para a gestão previsível, orientada a resultados. O software é modular, integra todo o workflow empresarial e oferece uma gama de mais de 2.000 relatórios gerenciais. Na prática, todos esses recursos têm objetivos muito nobres: simplificar as rotinas, automatizar as operações e maximizar a performance da equipe.

 

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Rentabilidade sustentável: 4 dicas para manter o lucro da empresa

Rentabilidade sustentável: 4 dicas para manter o lucro da empresa

Qualquer empresa, independentemente do porte ou do segmento que se dedique a atender, já nasce com um objetivo bem claro: lucrar. A rentabilidade, quando perene, permite e endossa uma série de estratégias que culminam no desenvolvimento e no crescimento da operação.

Nada mais natural, portanto, que manter o foco em um objetivo simples de explicar, mas complexo de atingir: obter rentabilidade sustentável, ao longo dos anos, com expectativas coesas de alavancagem.

 

Quais são os principais entraves da rentabilidade sustentável?

O monitoramento contínuo, amparado em dados críveis e transparentes, é uma prática essencial para que eventuais desvios de rentabilidade sejam facilmente identificados e prontamente corrigidos.

A partir de balanços, relatórios gerenciais e análises dinâmicas, o gestor é capaz de analisar sua operação e seus resultados com cautela, imparcialidade e eficácia. Qualquer anomalia de processos ou de gestão pode ser, então, endereçada e ajustada.

É bastante recorrente que equívocos operacionais estejam comprometendo a lucratividade da empresa. Problemas de qualidade, por exemplo, aumentam os custos de produção. Dificuldades no estoque, por sua vez, encarecem a armazenagem e podem ocasionar perdas significativas.

Da mesma forma, uma estratégia inadequada, sempre que replicada, tem o poder de desviar os resultados da empresa e de derrubar o lucro da operação. Seja com a falta de planejamento, seja com uma frágil gestão financeira, o fato é que existem situações perigosas à rentabilidade e, portanto, também danosas à perenidade dos negócios.

 

Quais são as principais estratégias para manter o lucro da empresa?

Aos gestores, não é nenhuma novidade dizer que a volatilidade do mercado exige que haja dinamismo e versatilidade no momento de traçar as estratégias da empresa — as quais, por sua vez, guiarão os negócios na direção das metas que devem ser atingidas.

No esforço contínuo para manter a direção certa, principalmente no que tange à lucratividade da operação, uma série de táticas se mostram cada vez mais valiosas e podem ser largamente utilizadas em empresas dos mais diversos portes e segmentos.

1. Verifique se você adota o regime tributário mais adequado

No Brasil, a carga tributária é bastante agressiva e, se mal gerenciada, pode comprometer a saúde e a viabilidade do negócio. É essencial, portanto, que os gestores se preocupem com a eficiência de suas decisões e certifiquem-se de que o regime tributário em vigor é, de fato, o mais pertinente ao contexto da empresa.

É possível (e mesmo bastante comum) que, após um expressivo crescimento, seja necessário mudar a classificação tributária da empresa. Muitas começam, por exemplo, sob a chancela do Simples Nacional e, após certo tempo, precisam avançar para o Lucro Real ou Lucro Presumido.

A capacidade de analisar constantemente as réguas do negócio, observando o faturamento e reavaliando periodicamente o cenário tributário, desponta como um diferencial importante à manutenção do lucro.

Afinal, quando uma empresa tem equívocos tributários, o prejuízo é imenso — e, mais do que apenas afetar o financeiro, pode comprometer o funcionamento de todas as áreas do negócio.

2. Automatize o máximo possível

A automatização de tarefas é um excelente método para alavancar a rentabilidade da organização. Quando o fluxo processual dispensa o excesso de interferências manuais, há, de imediato, ganhos bastante significativos.

O capital humano pode ser deslocado para atividades com maior valor agregado, contribuindo para que o fluxo de tarefas estratégicas tenha mais espaço no cotidiano corporativo.

A automatização de procedimentos, por exemplo, otimiza os recursos, já que os custos de retrabalho — muito comum em processos excessivamente manuais — são minimizados.

3. Maximize a produtividade

Como não podia deixar de ser, a produtividade da empresa está diretamente ligada à eficiência dos recursos empresariais — sejam eles físicos, tais como máquinas e equipamentos, ou humanos, constituídos pelo próprio quadro de funcionários.

Para que uma empresa se torne (e se mantenha) competitiva, a produtividade é essencial e deve permear todos os níveis da empresa, da produção ao Comercial. Os apontamentos online no PCP, tanto quanto a automatização de lembretes no CRM, contribuem para tornar a gestão mais produtiva.

4. Acompanhe (e atualize) sua lista de preços

A manutenção da lista de preços, que é a estratégia de precificação traduzida no mercado, é uma atividade facilmente negligenciada. Esse comportamento gerencial, porém, pode culminar em danos sérios à organização — e prejudicar fatalmente o lucro da empresa.

Se os custos de produção sobem, por exemplo, seja por conta da implantação de uma melhoria tecnológica ou em função da valorização da matéria-prima, é fundamental que o adicional seja repassado ao mercado. Quando esse paralelo não é verdadeiro, é grande a chance de fechar as contas no vermelho, mesmo que as vendas se mantenham.

Na prática, embora soe mais simples do que a execução pressupõe, não há segredo: controle, integração e transparência são ingredientes indispensáveis para assegurar a conformidade da operação e a lucratividade sustentável do negócio.

Para que tudo isso se torne realidade no cotidiano corporativo, entretanto, é prudente dispor de ferramentas capazes de fornecer dados e insights valiosos à lucratividade.

O Areco ERP, sistema que permeia todo o workflow, é a tecnologia ideal para proporcionar o que o seu negócio precisa para crescer — e lucrar cada vez mais. As funcionalidades do software facilitam o controle fiscal e tributário, automatiza as rotinas corporativas e otimizam os recursos disponíveis.

Para entender como alavancar o seu negócio,

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O que esperar em 2019: perspectivas para a economia, a tecnologia e o mercado

O que esperar em 2019: perspectivas para a economia, a tecnologia e o mercado

A cada fim de ciclo, um novo conjunto de expectativas sobre economia, tecnologia e mercado começa a ganhar forma. Com a proximidade de uma virada de ano, é natural (e até altamente recomendável) que análises renovadas possam embasar projetos inovadores, capazes de alavancar a competitividade das empresas.

Entre os gestores, portanto, o momento é de observação e de planejamento. É hora de resgatar indicadores, estudar o contexto de mercado e traçar um plano coeso para deslanchar em 2019.

Trata-se de um trabalho em duas frentes: o êxito do processo está diretamente ligado à avaliação da capacidade do negócio e da habilidade de enxergar para além das dependências da organização, entendendo as nuances da economia e as preferências de consumo.

Perspectivas para a economia em 2019

O ano de 2018, marcado pelas eleições presidenciais, foi decisivo para definir o panorama de gestão no Brasil. A vitória de Jair Bolsonaro, que se posicionou como um candidato de direita, dá indícios de como será a administração política, econômica e social do país nos próximos quatro anos.

Antes mesmo da posse do presidente eleito, porém, órgãos nacionais e internacionais pontuam o cenário e endereçam algumas das questões internas.

O relatório Focus, divulgado pelo Banco Central, por exemplo, baixou a estimativa de inflação para 2019 — de 4,22% para 4,21%, com meta central de 4,25%. A previsão é de que a taxa básica de juros (Selic) fique em 8% e o PIB feche em 2,5%. O FMI (Fundo Monetário Internacional) concorda e também apontou para um crescimento de 2,5% em 2019.

Alvaro Chaves, economista de formação e CEO da Areco Sistemas Empresariais, considera que as expectativas são otimistas. Segundo ele, “já existem instituições financeiras apostando em um índice Ibovespa entre 100.000 e 120.000 pontos para o final de 2019 — o que é um incremento percentual altamente promissor.”

Em geral, o mercado de capitais reflete e antecipa o que se espera de resultados na economia e nos negócios, por isso, há uma margem alta de crescimento, aberturas de investimentos e projetos saindo da gaveta.

Alvaro sinaliza que “evidentemente, haverá uma certa cautela no início do ano de 2019, pois será necessário ver o resultado concreto entre o governo com sua nova modalidade de composição do ministério e a negociação com o congresso e senado renovados”.

Para o CEO, é mandatório que o Brasil consiga alinhar importantes reformas estruturais regulatórias, permitindo um horizonte de redução da carga tributária, abertura aos investimentos, flexibilização e simplificação das questões trabalhistas. “Esses passos, por si só, deverão estar claros nos primeiros 100 dias de governo e são a chave para o início de um longo período de crescimento, ante a demanda reprimida que existe no Brasil e os muitíssimos recursos econômicos potenciais a serem explorados, obviamente, apenas se estas expectativas iniciais forem correspondidas”, finaliza.

A tecnologia em (e para) 2019

O Gartner, especializado em pesquisas, listou as 10 principais tendências tecnológicas que devem ser exploradas em 2019. Dentre elas, as “coisas autônomas” — tais como robôs, drones e veículos autônomos, que se valem de inteligência artificial (AI) para prover uma interação mais natural —, o blockchain — principalmente no que tange à maximização da transparência e da confiança nos relacionamentos corporativos sem intermediários — e os espaços e cidades inteligentes.

Para além da vanguarda tecnológica, porém, é importante reafirmar a importância do aparato tecnológico no cotidiano das empresas. Somente ao contar com recursos modernos e atualizados, capazes de automatizar as rotinas e otimizar os recursos, é possível potencializar a performance do negócio.

Alvaro Chaves, que opera no mercado de tecnologia há 30 anos, pondera que “nunca os profissionais trabalharam em tantas frentes simultâneas como ocorre hoje. A crescente demanda por performance e produtividade, os obriga a buscarem alternativas tecnológicas, muitas vezes disruptivas, em seus próprios segmentos”.

Alvaro, inclusive, complementa que “o esperado é que muitas empresas foquem em automatizar e integrar ainda mais seus processos, que a cada dia se expandem para fora do ambiente interno da empresa e se conectam com consumidores, fornecedores, agentes financeiros. Vemos, portanto um conjunto de novas oportunidades baseadas em seccionamentos de ações, que podemos chamar de micro serviços integrando-se, e muitas vezes entre players diferentes. É a revolução 4.0 indo bem além da indústria”.

Os desafios do mercado para 2019

O mercado é, sem dúvida, um ambiente bastante complexo e volátil. Não seria equivocado dizer que ele é, em maior ou menor grau, o reduto de influência dos dois fatores anteriormente citados: a situação econômica, assim como a evolução tecnológica, impacta significativamente nas estruturas do mercado.

Há, também, outras variáveis que interferem na configuração do contexto mercadológico. O entendimento acerca das preferências de consumo, por exemplo, são determinantes para garantir alinhamento consistente e resultados expressivos.

Os desafios do mercado, portanto, são inúmeros. Para 2019, essa realidade é ainda mais evidente: diante do novo, é preciso estar preparado para competir com mais assertividade, minimizando erros e maximizando retornos.

O papel da gestão: o grande trunfo para 2019

Diante de tantos estímulos, é essencial que o gestor mantenha o foco. Muitas distrações, ainda que pareçam uma visão generalista sobre o contexto contemporâneo, podem dispersar os objetivos principais e comprometer o desenvolvimento da empresa.

Alvaro Chaves, que está à frente das decisões e operações da Areco Sistemas Empresariais, é enfático ao dizer que a tecnologia em gestão, embora esteja em constante evolução e seja capaz de fornecer respostas efetivas aos impasses administrativos, ainda tem algumas de suas possibilidades pouco exploradas.

O CEO pontua que “é tempo de aproveitar as oportunidades para ganhar competitividade, já que a missão de transformar dados operacionais em decisões estratégicas e ágeis continua”.

As empresas, portanto, devem aprender suas ferramentas com profundidade para extrair o potencial que cada uma delas tem a oferecer.

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Diante disso, a mensagem final ganha contornos mais expressivos: ainda que haja certa incerteza sobre o que esperar, de fato, para 2019, há posturas e ações que podem edificar um cenário mais promissor e lucrativo. A tecnologia de gestão é, sem dúvida, uma delas.

Estudos apontam que empresas que utilizam um ERP, responsável por integrar as diversas áreas do negócio e automatizar os processos internos, crescem até 35% mais rápido. Em um mercado cada vez mais competitivo, é fundamental escalar operações, alavancar as performances e fortificar os recursos de gestão.

Para entender como podemos ajuda-lo a aliar tecnologia e gestão, preparando você e a sua empresa para aos desafios do próximo ano, conheça o Areco ERP.

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Gestão completa: da estratégia à produção

Gestão completa: da estratégia à produção

O cotidiano dos gestores é desafiador, dinâmico e atribulado. No dia a dia da operação, as demandas são diversas e estão geralmente associadas a outras áreas do negócio. A todo momento, precisam de atenção e exigem uma decisão. Para ser um gestor melhor, é preciso dominar técnicas e ferramentas capazes de potencializar os resultados da empresa.

O conhecimento, quando aliado a recursos eficazes e transparentes, motiva e fortalece a performance gerencial. Por isso, reunimos alguns de nossos melhores conteúdos de administração e estratégia para que você tenha uma visão global e complementar das operações-chave do negócio — e possa se preparar para enfrentar os desafios diários da tomada de decisão. Confira!

 

1. Gestão e estratégia

A gestão integrada e transparente é chave de um fluxo coeso de tarefa, à prova de erros manuais e desperdício de recursos.

2. Comercial

A área comercial é altamente dinâmica e, por isso, os processos precisam sustentar e acompanhar a evolução das negociações.

3. Compras e Logística

A área de Compras é vital para garantir a continuidade dos processos. Da mesma forma, as atividades logísticas são imprescindíveis para otimizar os recursos produzidos.

4. Estoque

O Estoque é, sem dúvida, um setor estratégico — e suas operações precisam ser administradas com transparência e controle, de forma a maximizar os resultados da empresa.

5. Financeiro

As rotinas financeiras envolvem muita responsabilidade, mas também despontam como uma área crucial para manter a operação rentável, saudável e em crescimento.

6. Produção

O PCP é complexo e, justamente por isso, exige que seus processos sejam corretamente alinhados, padronizados e executados. Essa fórmula assegura a conformidade e, claro, a produtividade da fábrica.

 

Na Areco, mais do que explorar a tecnologia para simplificar e automatizar os processos empresariais, estamos totalmente envolvidos com o desenvolvimento das lideranças — para que, elas também, possam extrair o máximo potencial de suas habilidades e consigam angariar valor ao trabalho e ao negócio.

Um bom exemplo desse compromisso é nossa série autoral, o CEO Talks, que trata de gestão, estratégia e resultados sob diversos âmbitos e abordagens. Assista AQUI, na íntegra, aos primeiros episódios (e, depois, se possível, nos envie seu feedback).

 

Se quiser saber mais sobre como nossa tecnologia tem contribuído para moldar gestores melhores e mais assertivos,

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[INFOGRÁFICO] Passo a passo para definir processos e indicadores na sua empresa

[INFOGRÁFICO] Passo a passo para definir processos e indicadores na sua empresa

A rotina empresarial também precisa ter começo, meio e fim. O fluxo correto das atividades garante que haja sinergia na execução, qualidade no desempenho e, claro, sucesso na entrega.

Para servir a esse propósito, processos e indicadores são essenciais. Enquanto o primeiro contribui para padronizar operações e manter a qualidade do que é produzido, o segundo está diretamente ligado à mensuração dos resultados e assegura que haja controle de performance.

Na prática, toda empresa que deseja escalar seu crescimento e alavancar sua produtividade precisa pensar, estruturar e monitorar seus processos e indicadores.

Veja o passo a passo de cada um — e, se preferir salvar o documento em PDF, basta clicar aqui.

 

Blog  [INFOGRÁFICO] Passo a passo para definir processos e indicadores na sua empresa

 

O Areco ERP influencia o workflow empresarial e impacta positivamente em todas as etapas da operação — da formalização de processos ao acompanhamento de resultados.

Para entender a dimensão dos benefícios do Areco ERP, assista aos depoimentos de outros gestores que já experienciaram a mudança.

 

Para saber como podemos ajudá-lo a potencializar o desempenho do seu negócio,

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Como escalar o crescimento da empresa?

Como escalar o crescimento da empresa?

Mesmo quando iniciantes, as empresas se estruturam para atingir a estabilidade e, então, a fase de crescimento. Quando as operações já estão padronizadas e seguem um fluxo pré-determinado, quando a equipe está alinhada e dispõe de ferramentas adequadas para maximizar a performance das operações cotidianas, é hora de traçar a estratégia para escalar o negócio.

Como escalar o crescimento da empresa?

Há, sem dúvida, uma série de táticas que podem ser aplicadas com o objetivo de promover e de acelerar o desenvolvimento da organização. Para que o gestor seja capaz de analisar a viabilidade das ações e, assim, definir as prioridades, é importante que haja:

  • metas e objetivos definidos;
  • padrões e processos estabelecidos;
  • métricas e indicadores fixados (e regularmente revistos);
  • diferenciais relevantes e consistentes;
  • equipe comprometida e engajada;
  • recursos adequados e disponíveis.

A combinação desses aspectos compõe um planejamento estratégico e gera um plano de ação — que, por sua vez, contempla o curto, o médio e o longo prazo. Os documentos, quando assimilados e aplicados no cotidiano da empresa, agem de forma a extrair o máximo de produtividade e a organizar a demanda de entregas, focando primeiro no que é essencial e estratégico.

Na prática, as diretrizes apontam o caminho para que seja possível escalar o negócio, replicando o modelo operacional, que já foi testado e aprovado, para mercados maiores e mais exigentes.

[ASSISTA AO DEPOIMENTO: Alan e Anderson, sócios da Cirúrgica Home Care, em Valinhos, contam como a tecnologia do Areco ERP impulsionou e suportou o crescimento da empresa.]

Por que a tecnologia é peça-chave para escalar negócios?

Considerando que o crescimento empresarial está diretamente ligado à capacidade de expandir operações sem comprometer a qualidade da execução, não é nenhum exagero afirmar que práticas de simplificação e automatização são imprescindíveis às organizações que visam o desenvolvimento.

Nesse contexto, a tecnologia desponta como o recurso ideal para viabilizar, por exemplo, que fluxos eficientes sejam sistematizados e possam ser integrados e replicados a outros departamentos e/ou a novos mercados. Da mesma forma, os recursos tecnológicos podem (e devem) ser empregados para centralizar e organizar dados estratégicos, gerando relatórios que facilitem o controle dos indicadores fixados.

Na prática, a gestão empresarial como um todo — da fábrica à estratégia — é fatalmente beneficiada pela incorporação de tecnologias aderentes à realidade da operação e eficazes na simplificação de rotinas.

O ERP, que é produto da união de técnicas administrativas e de avanços tecnológicos que as potencializam, é um poderoso aliado na missão de escalar negócios.

Dentre os benefícios imediatos do sistema, quando aplicado ao cotidiano corporativo, figuram:

1. Centralização de dados

Quando os dados estão dispersos, a equipe incorre em retrabalho com mais frequência. A taxa de erros manuais também aumenta, uma vez que é preciso redigitar as informações para encaminhá-las àqueles que deverão executar a próxima ação.

Ao reunir todo o volume de dados em um só local — tornando-o acessível às mais variadas unidades do negócio —, o sistema facilita a gestão da operação e otimiza recursos financeiros, humanos e físicos.

2. Padronização do workflow

Processos padronizados são imprescindíveis à alavancagem de negócios. Sem eles, torna-se praticamente impossível replicar o modelo a outras áreas e/ou mercados.

A definição do fluxo de trabalho e a automatização sistêmica de procedimentos rotineiros é essencial para assegurar um cenário favorável para escalar o crescimento da empresa — e somente a tecnologia pode reunir e organizar, de modo conciso e eficiente, todos os detalhes da operação.

3. Acompanhamento de métricas e indicadores

A ausência de rotinas regulares de acompanhamento, em que existe a revisão de métricas e a avaliação de indiciadores de performance, é bastante prejudicial ao desenvolvimento da empresa.

Em ocasiões em que não há clareza do desempenho (de profissionais e áreas) e nas quais impera certa dificuldade para identificar desvios, comprometem-se os resultados da operação e a credibilidade da empresa no mercado.

Para garantir que seja possível escalar o negócio, cabe às lideranças a tarefa de manter rotinas de avaliação de KPIs e prover o feedback adequado, corrigindo falhas e valorizando o que teve destaque.

Na prática, o ERP promove, estimula e viabiliza decisões mais transparentes e assertivas. Com o apoio de uma operação enxuta e a segurança de uma estratégia consolidada, a missão de escalar o crescimento da empresa deixa de ser traumática e se torna um objetivo bastante tangível.

Para saber mais detalhes sobre como um ERP pode impulsionar o seu negócio, baixe (em PDF, para que você mantenha sempre à mão) nosso infográfico exclusivo.

 

Se você ainda tem dúvidas sobre a necessidade da sua empresa, consulte nossos especialistas gratuitamente:

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