3 indicadores para melhorar a gestão de estoques no Atacado

3 indicadores para melhorar a gestão de estoques no Atacado

De acordo com um levantamento da Associação Brasileira de Atacadistas e Distribuidores, o faturamento do setor, no ano passado, ultrapassou a marca dos R$ 250 bilhões — e as expectativas para o fechamento de 2017 são ainda mais promissoras, com alta real de pelo menos 1%.

Ainda que imersas em um panorama bastante positivo, as empresas do ramo enfrentam desafios agressivos: a integração operacional de unidades (matriz e filiais), a gestão de estoques e a configuração de roteiros de entrega (Packing Lists ou Pedidos de Vendas), por exemplo, despontam como atividades capazes de conferir eficientes vantagens competitivas — ou, se mal executadas, de comprometer a perenidade da organização.

No que compete à gestão de estoques e ao posterior escoamento de mercadorias, as empresas atacadistas precisam redobrar a atenção. Mais do que apenas uma área vital para o funcionamento da operação, o estoque é estratégico para alavancar os resultados do negócio.

A importância da gestão de estoques no Atacado

Líderes preocupados com a busca de uma gestão mais eficiente, enxuta e lucrativa há muito tempo sabem que o estoque é uma área extremamente estratégica.

No segmento atacadista, essa consciência é ainda mais latente, uma vez que toda a operação do negócio orbita em torno dos processos de armazenagem e distribuição — e, em função desta particularidade, os gestores da área devem estar sempre atentos às oportunidades para melhorar a performance de seus processos e operações.

Os 3 indicadores para melhorar a gestão de estoques no Atacado

Para assegurar os resultados desejados, é importante que os gestores possuam dados analíticos a respeito do desempenho de suas operações e da disponibilidade de suas mercadorias, ganhando agilidade para mensurar e ajustar processos.

A gestão de indicadores, portanto, é essencial para garantir a alta performance das empresas atacadistas. Dentre as métricas mais pertinentes, cuja análise sustenta e endossa decisões mais assertivas no cotidiano do negócio, despontam:

1. Giro de estoque

O giro de estoque é o parâmetro responsável por indicar o desempenho dos itens armazenados em relação aos recursos dispendidos para mantê-los. Para calculá-lo, é preciso considerar a média de saída (ou seja, de venda) de cada mercadoria, possibilitando uma análise consistente a respeito da necessidade de renovação dos materiais em estoque.

Ao gestor do segmento atacadista, o relatório que descreve o giro de estoque é essencial para otimizar os recursos destinados à manutenção dos itens armazenados, uma vez que todo o capital congelado deve ser viabilizado de acordo com seu potencial de gerar mais valor. Afinal, em uma operação que prioriza a distribuição, a credibilidade das análises de estoque é essencial à prosperidade da empresa.

2. Curva ABC

Para categorizar o estoque, distinguindo com clareza quais são os itens mais importantes à empresa, um dos métodos mais utilizados é a curva ABC. Trata-se, em essência, de uma análise matemática, em que se examinam dados estruturados para obter informações a respeito da lucratividade do mix de produto, individualizando-os.

Valendo-se de indicadores e relatórios com recortes personalizados (faturamento, lucratividade, fornecedor, etc.), o gestor atacadista controla os dados estratégicos do estoque e pode tomar decisões mais assertivas no que tange aos investimentos para armazenagem de itens.

3. Controle de prazos de validade

No setor atacadista, em que a gestão de mercadorias é peça-chave ao sucesso operacional, o acompanhamento rigoroso dos prazos de validade dos produtos estocados (também chamado de “shelf life”) é absolutamente indispensável.

Para garantir que haja inteligência na distribuição de itens, é importante que o gestor de atacado priorize a automatização de processos — do recebimento ao escoamento —, esforçando-se para simplificar a operação e melhorar o desempenho de seus estoques.

O ato de considerar os prazos de validade, por exemplo, adotando um sistema sinérgico em que o primeiro produto que entra (no estoque) também é o primeiro que sai (na venda), é bastante estratégico para reduzir prejuízos, assegurar maior lucratividade e otimizar os recursos disponíveis.

Não seria equivocado dizer, portanto, que os gestores à frente das empresas de atacado precisam estar constantemente atentos às oportunidades de melhoria em seus processos de gestão — principalmente no que tange à manutenção e ao manejo dos estoques mantidos —, esforçando-se para manter e fortalecer a competitividade da operação.

Neste âmbito, as rotinas do negócio são simplificadas e otimizadas a partir da utilização da tecnologia aplicada à gestão. Ao contar com um sistema integrado, robusto e confiável, o gestor dispõe de uma ampla gama de relatórios e visualiza indicadores com clareza e assertividade, maximizando sua lucratividade.

O Areco ERP é composto por módulos individuais que se integram totalmente, otimizando processos do CRM ao BI (Business Intelligence) e que gerenciam todas as etapas do workflow de acordo com as particularidades do negócio. O software foi pensado e construído de forma a permear todo o tecido empresarial, da operação cotidiana à alta gestão, e reúne as funcionalidades necessárias às rotinas produtivas e administrativas, conferindo agilidade, transparência e segurança aos processos.

O Areco ERP atende às particularidades das empresas de Atacado, desde o planejamento de roteiros de entrega (Packing Lists ou Pedidos de Vendas) até a emissão de MDFe, NF-e, NFC-e e SPED’s.

 

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